Igreja Universal
07 de julho de 2026
38min
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เฮ А เ Quando você precisar tomar decisões, ela tem os melhores. conselhos. Quando aqueles dias difíceis chegarem de perdas, de luto, ela tem as palavras que vão te consolar. E inspiração, quem não precisa, ela também tem. E sabe aquele momento em que você precisa de força e motivação? Nela você vai encontrar. E também nos melhores momentos, ela tem a palavra certa. Não importa o dia, nem o motivo. Em cada página, a Bíblia, ou melhor, Deus falará com você, porque há respostas que só ele tem. E agora você pode ter essa palavra viva na versão fiel com comentários. Bíblia Sagrada com as anotações de fé do bispo Edir Macedo. A palavra de Deus para todos os momentos de sua vida. Adquira pelo site arcacenter.com.br ou obtenha a versão digital na loja de aplicativos de seu smartphone ou tablet. Começa agora por esta emissora direto do altar da Catedral do Braz. Mais um passo da caminhada da fé rumo à fogueira santa no Monte Sião. Você já ouviu falar do exército devastador? O profeta Joel falou sobre ele. Diz o texto sagrado que diante dele, desse exército devastador, um fogo consome e atrás dele uma chama abrasa. A terra diante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele um desolado deserto. Sim, nada lhe escapará. Pense, antes de este exército devastador chegar, era o jardim do Éden. Depois que ele passa, é um deserto desolado. desolado. Esse exército devastador, infelizmente, já chegou na vida de muitas pessoas, bispo Rafael. Muitas pessoas estavam vivendo uma vida tranquila. Eu não diria um jardim do Éden, um paraíso, porque esse jardim do Éden já foi estragado, não é, naqui uma paz, uma tranquilidade, na medida do possível, a vida estava indo bem. Até que esse exército, essa bomba caiu, esse problema chegou, uma notícia, e tudo da noite pro dia virou um deserto desolado. desolado. Esse exército é o que tem chegado na vida de muita gente e deixado só migalhas, só pedaços e sobras atrás dele. >> E são muitos vivendo agora nos limites das dores, da dor, do sofrimento, do tormento. foi uma coisa de repente, sabe, que é a pessoa dormir bem e acordar mal, de repente a situação se agravou de um jeito que ela se vê impotente, totalmente impotente diante de um problema, diante da gravidade do problema, porque é um mal que atingiu todas as áreas da vida dela. E é a situação que você vai ver agora. Esse exército devastador chegou na vida da Beatriz, do seu marido, e que da noite pro dia, um Éden, um jardim do Édenem se tornou um deserto com uma notícia, com uma situação. Preste atenção, você que está passando por algo semelhante em qualquer área da sua vida, seja na saúde, no financeiro, no casamento, onde você estiver. Esse exército devastador chegou na sua vida, mas tem uma forma que ele vai ser arrancado. Já vamos falar sobre isso e daqui a pouquinho a gente volta para orar por você direto aqui do altar, diante do altar em todos que estão conosco, em todo o Brasil, diante dos altares da Igreja Universal do Reino de Deus. Imagine vir ao mundo já com uma sentença de morte. Com 41 semanas, né, Samuel nasceu, era muito querido, esperado, né, por todos. Aqui ele nasceu saudável, ainda estávamos no hospital, aqui já estávamos em casa, já tínhamos recebido alta, estávamos bem. Só que com 21 dias de vida, nós prestamos atenção que na mama dele direita, eh, tava essa vermelhidão e aí eh ele ficava incomodado, tava sentindo febre. Chegou o momento em que a gente mediu a temperatura dele, tava 38, quase chegando a 39. E aí a gente entrando em contato com o médico, ele falou: "Ó, não é normal para um bebê recém-nascido, então é melhor vocês levarem ele na urgência. E chegando na urgência, aí a médica fez exames e aí ele precisou ficar tomando antibióticos na veia internado no hospital durante 9 dias. E cada dia que passava aquele tumozinho ia crescendo e aí só ia ficando mais vermelho, ficava quente ao redor. Aí a gente fazia compressas e ficava aquela vermelhidão. Ele chorava muito de dor. E os médicos falavam: "Ai, mãezinha, tenha paciência que realmente isso dói, porque a mama já é um lugar bastante sensível, né, do ser humano. Imaginem um bebê, né? E aí um um um um dia a gente dando banho nele, o nele, o eh o peitinho dele estourou e aí ficou saindo essa secreção, colocaram um curativo, ele continuou tomando medicação e aí as enfermeiras prestaram atenção que ele tava fazendo o esforço para respirar. E aí já começaram a olhar, mãezinha, ele tá fazendo um esforço e isso aí deve ser bronquiolite, porque ele ele respirava tanto forte que a barriga dele entrava para dentro, mostrava as costelas, né, dele. E aí a gente levou, é, ele, trocamos ele de hospital e aí é quando chegou os médicos, eu já cheguei já no hospital e as enfermeiras, a saturação dele tava baixinha. as enfermeiras já dis qual é a mãe que chegou com o nenenzinho qual é a mãe que chegou com o nenenzinho e já tomaram ele do meu colo, já colocaram ele em uma maca e começaram a fazer uma série de de exames. Aí vieram a uma das piores notícias, nós vamos precisar levar seu filho pra UTI porque o caso dele é grave e lá ele vai ser melhor acompanhado, mais de perto. E aí no outro dia chamaram meu esposo, a médica responsável da UTI chamou meu esposo e falou: "Olhe, eh, nós vamos precisar pro bem do seu filho". tubar ele, porque a gente já tentou colocar outros equipamentos com oxigênio para ajudar ele na respiração, mas nada resolveu. Ele ainda continua fazendo muito esforço e eu ainda não sabia das coisas que estariam por vir, né? Demorou um pouco na troca de plantão. Aí o médico chamou novamente, eu e meu esposo. A de pais, eh, como seu, o filho de vocês é muito novinho, as veinhas normal dele, do braço, né, não vai suportar a quantidade de antibióticos que era forte. a gente ia precisar estar furando ele direto. Então, para que isso não aconteça, a gente vai precisar fazer um acesso central de uma veia que liga do pescoço ao coração. E ali já foi um choque, né? Aí a gente não não tinha o que fazer. Saímos da sala para o médico poder fazer o procedimento. E nisso eu lembro que a sala e a gente ficou sentado em duas poltronas de frente à sala dentro da UTI. E eu só com meu esposo via o movimento, um movimento muito desesperado, os médicos e chamando pessoas de fora, equipamentos entrando dentro da sala e eu Cléton, aconteceu alguma coisa com Samuel, aconteceu alguma coisa. Aí eu chorava e aí o médico veio conversar com a gente. Aí sentou na nossa frente, falou: "Olha, pais, a gente por um momento perdeu seu filho. Aquela linha eu lembro como se fosse hoje, pastor. As linhas que batem ali, o coraçãozinho do seu filho ficou retinha, zerou. >> Ele teve o quê? >> Parada cardíaca. Ele ficou 13 minutos desacordado, morto. >> 13 minutos. Diante de um diagnóstico cada vez mais grave, os pais perceberam que já não lutavam apenas contra uma doença, era a batalha pela vida de Samuel. Só que aí o médico falou ali, eh, como ele ficou 13 minutos, né, desacordado, morto, a gente precisa que ele dê algum movimento, mexer um dedo, o a perninha, pra gente ter certeza que ele não ficou com sequelas. E aí quando tiraram o o tubo dele, não demorou, ele teve convulsão, ficou convulcionando na cama. E aí, eh, nesse período foram tirar novamente outro raio X do pulmãozinho dele e tava completamente um lado do pulmão preto. Aí a a a médica do plantão disse: "Ó, vamos precisar entubar novamente." Fizeram de tudo, de tudo para não precisar entubar ele ele pela segunda vez, mas nada resolvia. Eles eles falavam, os médicos, eles falavam muito em sequelas. Segundo os médicos, ele poderia não não ser uma criança normal, né? Não não caminhar, não ter interativo, né? Eh, ficar acamado. >> Eu me perguntava muito, muito se um dia eh eu pegaria meu filho no colo novamente. A gente já tinha a eh conhecimento, né, da fé, do altar, do sacrifício, né? Já sou, já somos da igreja. E eu lembro que eu eu orava a Deus e eu dizia eh lembrava muito daquela passagem, né, do pai que chegou ao Senhor Jesus pedindo para curar o filho dele, né? E ele pediu ao Senhor Jesus para ajudar na falta de fé dele. E eu orava, eu eu pedi a Deus, meu Deus, que esse essa enfermidade, né, eu com a com a Bíblia na sentada na na poltrona ao lado dele, eu disse, essa enfermidade será pra glória do Senhor >> foi muito difícil, muito difícil mesmo. Mas assim, a gente precisava agir, né? Não era só oração, né? Deus ele ele queria ver a nossa ação, né? Naquela época não era fogueira santa, mas por a gente já saber o caminho do sacrifício, a gente sabia que o que o o que o nosso filho precisava, só Deus o altar poderia dar, só Deus poderia devolver. Eu lembro que foi, eu cheguei à noite na na UTI, né, para dormir, disse, amanhã de manhã logo cedo, eu vou vou voltar, vou fazer o que eu já devia ter feito. >> Falou isso, já sei o que eu vou fazer. Entrou no banheiro, deitou no chão e foi dormir. No outro dia cedinho ele saiu e foi. E eu lembro que eh a minha mãe, ela falava: "Bia, faça eh do banheiro da UTI o seu altar". E eu fazia, comecei a fazer, entrava lá, me ajoelhava, me ajoelhava lá minha eh no vaso e eu falava: "Meu Deus, Samuel, ele é do Senhor, ele pertence ao Senhor". >> Lembro que cheguei no altar, fiz minha parte, desci, falei pro pastor: "Pastor, agora tá na mão de Deus". >> Quando decidimos subir no altar com o nosso tudo, né? Nós falamos: "Meu Deus, ou o Senhor cura ou o Senhor leva o nosso pequeno." Quem é esse daí? >> É o nosso pequeno milagre, Samuel. >> Esse é o Samuel >> que Deus restaurou a saúde, a vida através do sacrifício no altar. quando desentubbaram ele da segunda vez, eh, os médicos já viam que ele reagiam, ele reagia diferente. Assim que desentubou, ele deu aquele aquele grito e os médicos já ficaram já animados porque viram, né, totalmente diferente. E ele já não quis mais saber de ficar, não quis mais saber de ficar na maca, não quis mais saber do do sapepe do do da do caninho de oxigênio. Ele já não quis. Ele só queria ficar no braço, só queria mamar o tempo todo, né? Mãe? E os médicos refizeram os exames pouco tempo depois, então constataram a pai, mãe é outra criança. A criança que a gente fez os exames ontem é totalmente da criança que a gente tá fazendo exames agora, né? Então, eh, não demorou muito. Quando a gente decidiu de fato entregar o 100% Deus, ele não demorou. Ele, eh, de imediato já agiu e houve uma transformação muito rápida, né? >> E hoje quem vê ele, quem olha para ele, não imagina o que ele passou. Não tem uma sequela, uma sequela. Ele é fruto do altar. Eu digo que além de Samuel ter nascido de mim, ele nasceu do altar. >> Alegria imensa. Todo, todas as manhãs quando a gente acorda, assim que ele acorda, ele já acorda sorrindo, olhando pra gente. Então, para mim é sentimento inexplicável, né? Eh, ser pai, pai ainda tem uma criança saudável, sorridente, alegre, passa o dia todo brincando. Não é inexplicável. >> Ele é um milagre, né? Está aqui a importância de depender do altar, de viver do sacrifício, porque se não fosse o sacrifício, se não fosse o Espírito Santo, a gente não teria suportado tudo isso, né? E hoje ter Samuel todos os dias é eh me lembrar do milagre, né, que o Senhor Jesus fez, assim como ele fez no passado, ele fez no presente também. Essa fogueira santa, né? Fora de época que que a Beatriz e o seu marido participaram, fizeram no altar, foi porque eles precisavam de um livramento. Um livramento desse exército devastador que depois de 21 dias de jardim do Éden, você pode imaginar os pais, né? O filho nasce, leva para casa aquele recém-nascido, todo mundo, que beleza, que bonitinho seu filho. De repente estoura uma ferida no peito da criança. E tudo isso que você viu ser relatado, como diz o texto, como falamos, vamos colocar aí novamente, que diz que esse exército devastador que o profeta Joel fala, por onde ele passa, um fogo consome, atrás dele uma chama brasa. A terra diante dele é como o jardim do Éden, quer dizer, antes dele passar, mas depois que ele passa, um desolado deserto, nada lhe escapará. Esse exército devastador chegou na vida do Samuel, do pequeno Samuel, mas ele foi vencido no altar, nas orações, conforme o Salmo 27 fala, o rei Davi disse que ainda que um exército se acampe ao meu redor, me cercasse, o meu coração não temeria. E foi essa fé que os pais do Samuel tiveram porque já conheciam o Senhor do altar. >> É, já conheciam o caminho. Ela disse isso e muitos que nos acompanham nesse momento em situações semelhantes onde a pessoa pensa: "E agora, que que eu faço? Para onde correr", né? São pessoas que foram surpreendidas também por um grave problema. E nós estamos aqui apontando o caminho nessa caminhada de fé. Impossível quem esteja acompanhando dizer que não sabe o caminho. Ela apontou o caminho. Ela veio pro altar e a destruição transformou-se em restauração. E isso está ao alcance de todos que nos acompanham nesse momento e estão passando por situações semelhantes. A situação é difícil, o problema é grave, fez desestruturar toda a família. O chão saiu debaixo dos pés. Mas o caminho é o altar. Sempre foi, continua sendo. >> É, guarde essa palavra com você. Ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria. Você tem que saber que há um senhor dos exércitos. Há um senhor de todos os exércitos, poderoso, que vai à frente do seu povo, que vence os exércitos deste mundo, os exércitos de problemas. de doença, de más notícias que chegaram na sua vida. E o que é que você tem que fazer? Você tem que se apegar a essa palavra. palavra. Apegue-se à palavra de Deus. Não se apegue às palavras dos médicos. Eles fazem o que podem, graças a Deus, pelos médicos. Mas eles têm os limites. Eles trabalham dentro dos limites humanos. Não se apegue aos limites humanos. Se apegue à palavra de Deus. Não se deixe levar pelos olhos. O salmo diz: "Se um exército tivesse me cercando, imagine você sozinho no meio e um exército ao seu redor, ele está dizendo: "Nem assim o meu coração vai temer, porque eu conheço o Senhor dos exércitos". Então, esta é a fé de quem está no altar. E se você quer e precisa de um livramento, então o caminho você já conhece. Você está acompanhando testemunhos magníficos como os de hoje ou testemunho de hoje que são frutos do altar, frutos daquelas pessoas que, como em campanhas como a fogueira santa, sabem que não tem a onde recorrer, a não ser o poder de Deus através da fé, da entrega no altar. Então, se você quiser e precisa desse livramento, procure uma Igreja Universal do Reino de Deus já nesta terça-feira. Terça-feira, especificamente, bispo Rafael, é o dia de pessoas como a Beatriz e o Cléverton, que tinham dos médicos uma ajuda limitada, mas precisavam de algo a mais, de um poder divino. Terça-feira é dia de cura. Nós cremos num Deus que cura. Nós cremos no Deus que a Bíblia diz que ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre. E o que ele fez no passado, ele faz hoje. Então, essa pessoa que não tem resposta definitiva dos médicos, ela tem o médico dos médicos à disposição. Quem é que não precisa de cura se não o corpo que está enfermo? É a alma que tá ferida, é o coração que tá ferido, é a família ou então a própria fé. Porque eu não duvido que pessoas estejam acompanhando isso e não estejam despertando na fé, porque a fé precisa ser curada. Então, quando a pessoa vem pra corrente dos 70, é pra cura do corpo, é paraa cura da alma, é paraa cura da mente, é pra cura da vida, é paraa cura da fé dessa pessoa. Então, nós estamos aqui convocando a todos que estão precisando de uma cura. Nós estamos deixando claro na terça-feira que a cura está em Deus. Ainda bem que essa mãe não ligou com as palavras que ouviu, né? Ela ligou com as palavras de Deus e isso resultou na cura do pequeno Samuel. Se você quiser o mesmo na sua vida, participe nesta terça-feira, 10 da manhã, 3 da tarde, 8 da noite, aqui no templo de Salomão, ou aí em Sergipe, de onde vem esse testemunho da Beatriz e do Cléverton, eles são da Universal aí de Propriá na cidade de Propriá em Sergipe. O endereço que você vê aí, rua Dr. Filho 128 aí no centro de Propriá em Sergipe. E vamos direto agora à vitória do Espírito Santo com o bispo Newton que está em conexão conosco. Porque aí todos do Espírito Santo, bispo Nilson, eu tenho certeza que há muitas pessoas agora assistindo, talvez até de um hospital e o que elas ouvem dos médicos é só incertezas, só vamos ver, vamos ver o que acontece, vamos ver se dá, vamos ver se o corpo reage. Elas só ouvem palavras negativas, seja ela que está no hospital, seja o parente que está lidando com os médicos. Ela só ouve palavras negativas, mas a palavra de Deus não tem uma palavra de medo, não tem uma palavra negativa, só palavras de certeza. certeza. É, a palavra de Deus, ela impacta a pessoa que está sendo consumida, o bispo Renato, por este fogo. Mas se ela deixa a palavra de Deus entrar nela, com certeza ela vai vencer. Porque a Beatriz, ela só via palavra de morte, que não tinha jeito, não tinha solução, mas ela sabia aonde ela poderia buscar a cura da filha. Ela e o esposo agiu, tomou uma ação e esta ação teve uma reação da parte de Deus. E se você, meu amigo e minha amiga, como disse o bispo Renato e o bispo Rafael, você que tá aí agora sendo consumido pelos problemas, o fogo desceu aí na sua casa, no casamento, você tá aí no hospital agora, recebeu uma notícia que não tem mais jeito, o câncer está consumindo da cabeça aos pés. Você está aí com um tumor, um caroço, leucemia. Eu quero dizer para você, se você agir a partir de hoje e nesta terça-feira procurar uma igreja universal aqui no estado do Espírito Santo ou aqui no templo maior da reta da Penha 2575 no bairro Santa Luía ou às 7 às 10 ao meio-dia às 15 ou às 19:30 e no altar. Quando você colocar os seus pés no altar, como fez o marido da Beatriz, bispo Renato, esta pessoa vai ver o agir e o milagre de Deus na vida dela. >> Está feito o convite para você que mora aí no Espírito Santo, em todo o estado do Espírito Santo. A Igreja Universal está presente aí em várias cidades. Você pode encontrar o endereço não só no estado do Espírito Santo, mas em qualquer parte do mundo pelo localizador de endereços que é o universal.org/localizar. Vamos agora orar, vamos clamar a Deus, vamos pedir a ele, conforme a palavra dele nos ensina a fazer aqui diante do altar. Senhor, nosso Deus e Pai, eu sei que há muitas pessoas agora, meu Pai, ligadas conosco nesta oração, que nem se lembram mais dos tempos do Jardim do Éden. Parece um passado muito distante, um passado quando esta pessoa vivia em paz, tranquila, quando ela tinha alegria, alegria de viver. Mas desde um determinado momento, esse exército devastador entrou na vida dela e assolou tudo desde então. Tudo, meu pai. E a vida dela hoje é um deserto desolado. É uma vida de tristeza, de remédios. É uma vida de tratamentos, tratamentos fortes, fortes, tratamentos que às vezes castigam mais do que a doença. Essa pessoa não sabe o que fazer, se ela escolhe a doença ou se ela escolhe o tratamento, porque ela não sabe qual é pior. Pai, esse exército de enfermidade, esse exército de remédios, essa má notícia que ela recebeu, ela acabou de descobrir a traição do cônjuge. Esta pessoa que recebe mais notícias todos os dias sobre um familiar, que já está orando, dizendo: "Senhor, ouvindo a morte, ou senhor cura ou senhor leva essa pessoa, porque eu não posso continuar viver vivendo assim. Essa pessoa não pode continuar vivendo assim, meu pai. Foi o Senhor mesmo quem disse que ainda assim, mesmo com esse exército devasta devastador, ainda assim, agora mesmo, se as pessoas se converterem ao Senhor, se se voltarem para ti, se elas clamarem a ti de todo coração e com jejuns, com pranto, com choro, meu Pai, o Senhor ouvirá do céu. E o Senhor mudará essa situação. A, o Senhor reverterá esse avanço desse exército. E o Senhor vai fazer a terra reverdecer novamente. O deserto, a terra seca vai reverdecer. A as chuvas que cessaram vão cair, tanto a primeira chuva quanto a última chuva. O Senhor iria restaurar a terra, restituir, meu Pai, os anos que foram roubados, que foram consumidos pelo gafanhoto, meu Pai. Então, faz isso agora, meu Deus. Eu oro por aquelas pessoas que precisam de livramento. Eu oro por estas pessoas que estão indo ao altar, nesta fogueira santa do monte Sião em busca de um livramento desse exército devastador. Faz, Espírito Santo, aquilo que o Senhor, só o Senhor pode. Nós estamos aqui de joelhos, clamando, pedindo ao Senhor, poupa o teu povo, poupa, Senhor. Não entregues a tua herança a vergonha. Não permita que os incrédulos fiquem burlando de nós e perguntando: "Onde está o teu Deus?" Meu pai, não permita que isso aconteça. Mas que em vez disso eles possam dizer: "Grandes coisas fez o Senhor na vida de vocês." Aleluia! Como nós regozijamos, meu pai, eu imagino quantas lágrimas a Beatriz e o seu esposo choraram. Eu imagino quantas noites de aflição, quantos momentos de aflição eles sofreram, mas hoje eles sorriem e nós sorrimos com eles. Nós nos alegramos com eles. Que o Senhor faça isso acontecer na vida daqueles que estão dependendo de ti, que estão colocando suas vidas no altar, meu Pai, e crendo que o Senhor vai vencer esse exército do mal. Em nome do Senhor Jesus, entregamos nas tuas mãos. E você que crê e recebe, diga assim seja. Amém. E graças a Deus. Graças a Deus. Mantenha a fé. Ainda que o exército me cerque, o meu coração não temerá. Foque nessa palavra e vá pro altar. Nesse domingo, dia 12 de julho, nós estamos convocando, assim como o profeta Joel, nós estamos convocando uma assembleia solene. É um momento especial para cancelar tudo, vir de onde você estiver, sair de onde você estiver e estar na casa de Deus para este clamor que nós vamos levantar nesse domingo, 12 de julho, com a Santa Ceia. Nós esperamos por você aqui no templo de Salomão ou em uma universal mais próxima. Deus te abençoe e até lá. Tocai a trombeta em Sião, santificai o jejum. Convocai uma assembleia solene. A trombeta está sendo tocada para convocação. Já foi dado início à preparação para o grande dia de subir ao altar. Para quem busca arrependimento, o derramamento do Espírito Santo ou livramento. A resposta de Deus virá do monte Sião para quem buscar. Neste domingo, 12 de julho, véspera do jejum de Daniel, o domingo da Assembleia solene e a Santa Ceia do Senhor, às 7, 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia 605, BRAS, e em todas as igrejas Universal. Para mais endereços, acesse universal.org/localizar.
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