Esse é o Discipula Podcast, o seu podcast sobre discipulado. E nós estamos hoje aqui no quinto episódio da terceira temporada. Nós já falamos sobre o novo nascimento, nascimento do discípulo, crescimento de um discípulo, a juventude ah de um discípulo. E hoje nós vamos falar sobre como que filhos podem se tornar pais espirituais. Niceia, é um grande desafio isso daí, não é? Pois é, né? O que é que significa ser um pai espiritual, né? Porque muitas vezes a gente não sabe o que é, né? Porque se a gente pensa em pai, é o genitor, é aquele que gerou alguém, né? Aquele que que de alguma forma trouxe alguém à vida, né? Então a gente pensa sobre isso, né? Tô aqui pensando assim, então é aquele que semeou a palavra, a pessoa foi transformada, resgatada e aí agora você acompanha essa pessoa como você é um pai mesmo e acompanha o crescimento dessa criança. Em muitos contextos religiosos. Essa expressão pai espiritual é apresentada de maneira equivocada. E e é até legal a gente poder pensar um pouco sobre isso, porque talvez essa nomenclatura, ah, que não é uma regra aqui pra gente, mas é apenas uma maneira de trazer luz a esse fato da da maturidade que leva a outros ao conhecerem Jesus. Eh, então acho que seria legal também a gente pensar um pouco sobre o que que não é um pai espiritual pra gente entender o que que é um pai espiritual nesse aspecto. E se as pessoas acompanharam os nossos últimos episódios, elas virão que nós estamos num fluxo que a própria palavra de Deus nos oferece, né? Quando ali João na primeira epístola, ele justamente usa essa linguagem de filhinhos, jovens e pais. E quando olhamos paraa escritura, nesse sentido, o pai e a mãe, que no meu entender aqui o termo é mais genérico, né? Eh, seja uma mulher investindo em outras mulheres, um homem investindo em outros homens. Eh, Jeão, só para colaborar, né? Porque a essa preocupação de mostrar que as mulheres também produzem que o discipulado ela tem uma relação maternal e e paternal de acordo com Paulo na primeira carta aos Tessalonicenses capítulo 2, 7 8 e 9 ali que ele fala que como mãe ama que acade seus próprios filhos. E se ele falando como ele discipulou os Tessalonicenses, eh eh nó eh nós estávamos pronto a dar não somente o evangelho, mas a própria vida e depois falei como a paz vos exortamos. Então o discipulado é uma relação equilibrada entre pai e mãe, né? Maternidade, maternidade, ó. Tá vendo? negócio é rico aqui dentro desse adendo tão importante do Paulo, dando aí uma fundamentação bíblica profática, que, né, existe maternidade espiritual, né? Ah, qual que é a grande preocupação que nós devemos ter? Evidentemente que quando João fala disso, ele está falando do modo com que pessoas investem na vida de pessoas que ainda estão na condição de filhinhos, como nós falamos no episódio anterior, são jovens com uma energia, né, uma força, uma vitalidade espiritual que precisa ser canalizada, mas que precisam de acompanhamento, de mentoria, de suporte. Então, nesse sentido, nós usamos a a expressão pai espiritual. Quais os cuidados dentro do que você perguntou, André, que nós precisamos ter com o modo com que alguns movimentos no Brasil têm usado essa esse tipo de linguagem? É aquela ideia do pai como uma autoridade máxima na vida do outro e que inclusive eu não queria um pai desse de jeito nenhum, né? Que é aquele pai que manda em você, em tudo que você tem que fazer. Então, a gente tem visto em muitos lugares muito desgaste, gente sofrida, porque teve um tipo de abuso espiritual. E nesse sentido nós queremos deixar muito claro que o a nossa conversa aqui não é a respeito disso, ao contrário, que possa até servir de um alerta para que ninguém às vezes utilizando essa nomenclatura, se veja num lugar que Deus não chamou ele para ter, né? Mas que ele seja um bom conselheiro de irmãos e irmãs que já cresceram, gente que tem avançado e possa dedicar a sua vida, né, Paulo? Inclusive dentro do texto lá, qual que é a linguagem de alguém que se doa como uma mãe, como um pai amoroso, afetivo, né? Então, é nessa direção que nós entendemos essa paternidade espiritual. E, e pastor Paulo, como é que você vê então a essa alegria ministerial de você poder eh gerar filhos, ou seja, de você ser um instrumento de de Deus na vida de pessoas, ah, para que elas conheçam a Jesus, para que elas agora caminhem como discípulos? É um é um privilégio poder participar disso daí, não é? Sim. Eu eu tenho assim te dá alegria, cada pessoa que Deus me dá a oportunidade de gerar, né, espiritualmente, de conduzi-lo a Cristo e de vê-lo reproduzir, para mim é a sensação de da bênção de Deus sobre a minha vida, sobre o meu ministério. Uhum. De estar cooperando com a expansão do reino de Deus, de não ser inútil, de não ser estéril. Um dos lemas que eu procurei trazer paraa minha vida, entre alguns que que tanto bíblicos como através de pessoas, né, contemporâneas, é uma trecho de uma oração do John Es que ele ora e diz assim: Deus, Senhor, não me permita viver uma vida inútil. Uhum. Ou seja, quando você reproduz a vida de Cristo na vida de outras pessoas e você vê pessoas nascendo na fé, crescendo, a gente sabe que não tá está sendo inútil. E quando você vê aquela pessoa que você discipulou um dia, alcançou, reproduzindo outras pessoas também. E eu tenho essa alegria de de de ter já muitas e muitas pessoas, principalmente algum muitos jovens da nossa igreja, minha igreja onde eu pastorei, que lideram grupo de discipulado, que levam pessoas a Cristo, que discipulam pessoas. Atualmente nós estamos com nossa juventude toda fazendo o discipulado vida como eh eh unanimidade dividida toda em pequenos grupos com dois objetivos. fortalecer os que ainda não estão a musculatura espiritual eh bem formada e os que estão chegando, como também eh capacitar os que jovens que são jovens de fato biológicos, mas que já são pais na fé, alguns são pais na fé, eh a fortalecer eles, esses jovens para que eles possam se tornar pais na fé, não somente, né, e eh crescer Mas eles se multiplicarem, levarem outros jovens a Cristo, jovens alcançando jovens e caminharem com essas pessoas até que elas também se reproduzam. Então é alegria de você ver o reino de Deus, a dinâmica do reino acontecendo e você ser parte nesse processo como cooperador, como e é um servo de Deus chamado para esse fim. Esse pastor é você sabe, né? É o cara que já vem com todas as histórias, já tem toda essa estrutura pra glória de Deus. Quantos anos de ministério, pastor? Ao todo. Olha fazendo as contas. É, eu comecei aos 18 anos, né, com trabalho com juventude, evangelização e escola, universidade e discipulado para esse essa turma num período que a gente não tinha os conteúdos que a gente tem nos moldes que temos hoje, com a didática que temos, né, cursos, não é? Mas a gente tinha no máximo um material assim de indutivo dos navegadores que não eram não era material traduzido para o português ainda. Depois foi traduzido, mas era um material que eles usavam para discipular marinheiros e tal. E aquele material a gente se valia de professor de dono de escola de línguas que traduzia pra gente poder discipular os jovens que a gente tinha na época, né? tinha um arcabolso de treinamento para disciplador, a gente era e recebia aquela ferramenta e indutivamente, né, ou intuitivamente a gente utilizava aquilo de forma indutiva, mas já naquele período eu pude perceber a importância do discipulado como algo mais personalizado, não uma classe, mas uma caminhada mais individual, mais de perto. Eu pergunto, pastor, porque e embora o senhor já enumerou algumas situações, mas queria muito saber de vocês, ah, o que que compartilhar assim uma experiência que você sabe de alguém que era um discípulo e se tornou um discipulador, né? Um cara que vocês tiveram até a oportunidade de vê-lo caminhando, crescendo e se tornou, pra glória de Deus o cara, né? Se tornou um homem que tá fazendo toda a diferença. Como é que é essa transição aí? Eu tenho algumas pessoas, né, nesse sentido, que marcam a minha vida. E mas eu quero citar uma específica, querido irmão, que eu conheci bem jovem, ele bem jovem, claro que o bem mais jovem que sou hoje, né? Ah, e ele estava muito ferido com a igreja, machucado, resistente e e ele chegou assim quando nós nos conhecemos, aquela coisa assim, agora você pastor, né? Aham. E ele estava nesse momento e ele veio armado. Ó, quero que o senhor saiba isso, isso, isso, isso. Já tô avisando. É, já tô avisando. E eu cheguei para ele e falei assim: "Cara, é o seguinte, vamos caminhar, vamos só caminhar, deixa Deus fazer isso." E nós começamos a caminhar. Eu comecei a ser mais intencional de andar com ele, de ajudá-lo a crescer em Jesus. Eu acompanhei o casamento, eu acompanhei o nascimento dos filhos, eu acompanhei as lutas piores que ele já passou. Ah, eu acompanhei as primeiras pessoas que ele discipulou, como ele foi caminhando e discipulando outras pessoas. E importante isso, você caminhando junto, né, prestando atenção no que tava. Isso. Então eu investi no crescimento espiritual dele, não é? E depois vi como ele estava investindo em outros. E quando a gente olha para trás, nós estamos falando de uma caminhada aí que já é maior do que 20 anos. E por que eu tô citando esse irmão especificamente? Porque para mim hoje ele também é um pai espiritual de outros, porque ele tem ajudado outros a crescerem. Recebi agora a pouco uma mensagem de uma irmã me dizendo assim: "Olha, sabe aquela situação difícil? Ah, eu sentei aqui, pedi a ajuda desse irmão, chama-se Eduardo, pedi o Eduardo para sentar e nos ajudar a lidar com um jovem espiritual que estava lá tendo algumas reações não muito apropriadas. E essa irmã me manda uma mensagem e diz assim: "Pastor Jan, que conversa franca, madura, amorosa. Não é assim que a gente espera que um pai seja aberto, franco, se preciso for firme, mas amoroso, desejando o bem dos filhos." E esse irmão, por exemplo, cumpriu esse papel ontem. E aí, que coisa maravilhosa. Eu não podia cumprir esse papel, eu não tinha como atender aquela situação. Mas quando Deus vai multiplicando pais e mães espirituais, você tem uma qualidade, né, uma saúde na igreja, porque as pessoas estão sendo trazidas para perto por pessoas que já viveram etapas da vida cristã que outras estão vivendo agora. Saúde, né? Gostei essa palavra, saúde pra igreja. Muito legal. E e na sua caminhada, pastor Paulo, o senhor se se lembra aí de alguma história de alguma pessoa que você viu trelhando exatamente isso de ser um um filho que se tornou agora um pai na fé de outros irmãos? Como é que Sim, tem vários vários exemplos, né? Mas ah tem um assim que eu caminho com ele há um longo longo prazo. Senhor perguntou quantos anos? 40 anos que eu comecei nessa caminhada de evangelização de juventude e discipulado e fui progredindo e vai mudando, né? Vai ficando mais velho, é a gente acaba mudando o foco, né? Mas tem gente que começou comigo muito novinho ainda, entendeu? E e depois se tornou hoje é uma pessoa que que cuida de pastores, né? Olha só, que at, né? Que zera de pastores, né? Eh, dentre esses vários exemplos. Mas eu tô pensando em alguém que pôde acompanhar a trajetória por mais de 20 anos, em torno aí de 25 anos mais ou menos, né, de de caminhadas, 27 anos. Aí ele me lembrou recentemente que é a nossa caminhada. Então nessa caminhada pude ver alguém crescer, se tornar uma liderança firme e forte e ao mesmo tempo reproduzir a vida de outras pessoas, né? E assim, eh, a gente, eu não vou citar nomes porque a gente tem uma uma quantidade de pessoas que de repente você cita um, não cita outro e aí você podia ter se lembrado de mim, né, pastor, né? Mas essa jornada tem sido gratificante ver pessoas se transformando em discipuladores, pessoas que levam outros, né, na a caminhada com Cristo de maneira intencional e se reproduzindo. tem ah casos, né, de pessoas que trabalham conosco, você conhece na na aqui na própria equipe, né, que que são pessoas que eu vi chegar chegar na igreja de muitos jovens e e e foram sendo discipulada, de repente na caminhada, né, do discipulado, de repente hoje também são discipuladores, são pessoas que receberam acompanhamento, receberam investimento e que agora discipulam eh outras pessoas, preparam gente para professar fé. É, eu tô ouvindo ele aqui. Claro, assim, nós estamos falando de coisas espirituais, de pastores, de homens e mulheres de Deus, né? Mas eu eu penso assim, fazendo uma analogia, por exemplo, numa numa universidade, num colégio, o professor ensinando e com o passar do tempo aquele aluno se torna também um professor e aí o seu professor vendo ele dando aula e sendo um professor, uma professora bem-sucedida, sendo, né? Então isso, isso deve ser maravilhoso, né? Porque é de Deus. Sim. E, e, e biblicamente falando, Gan, você encontra base bíblica para esse entendimento? Acho que é algo muito tranquilo para nós aqui pensar sobre isso. Sim. Ah, sempre a gente tem que ter o cuidado com algumas terminologias. Por exemplo, essa ideia de gerar a vida no outro. A gente sabe que a vida espiritual quem gera é o Espírito Santo. Então, nós não estamos falando disso, né, Paulo? Nós estamos falando da de gerar a salvação na vida de alguém, coisa parecida, mas nós estamos falando de sermos instrumentos de Deus. é produzir testemunho, né? Isso para ajudar as pessoas a avançarem numa jornada. Porque talvez uma coisa que a a gente precisa ser relembrada, a linguagem ali de Primeira João nos ajuda nisso, é que as pessoas elas estão num movimento quando ela aceitou a Cristo. E aí já citamos vários textos que falam então, né, de crianças que precisam do leite. Já trabalhamos isso. Agora, a juventude da vida cristã. Mas o que que nós estamos vendo com essa perspectiva? Que há uma jornada. Uma outra forma da gente descrever essa jornada é ver que as pessoas estão se movendo da discrença paraa crença. Uhum. Da crença paraa maturidade. Mas a maturidade não é o último estágio. Tem pessoas que acham que a maturidade, o crente ser maduro é o último estágio, mas não é. É ele se tornar um discípulo engajado em fazer outros discípulos. E é nessa linha que nós estamos falando de gente que cresce um com o outro e que lá na frente aquilo que um dia alguém fez com ele, agora ele está fazendo com outras pessoas. E esse é o aspecto exponencial do discipulado. Eu acho que tem três verbos aqui que são interessantes. Você falou sobre o gerar e aí deixou claro que esse gerar é o testemunho, né, que a gente dá. E esse arrependimento paraa salvação é obra do Espírito Santo. Mas Deus usa homens e mulheres para testemunhar do amor de Cristo. Então, nesse sentido, a palavra gerar também um segundo verbo, que é o verbo cuidar. Como pai você cuida e eu que tô com uma bebê com dois meses de vida. Mas aí, André, [risadas] eu acho que é bom a preocupação, a preocupação do Jean é legítima, mas a gente precisa entender que nós não estamos falando de uma coisa que não é uma realidade espiritual. Uhum. Quando Paulo escreve aos Gálatas, ele diz: "Eu estou sofrendo dores de parto pela segunda vez". Ele tá dizendo, "Eu gerei você". Tá dizendo que por meio do ministério dele, da instrumentalidade dele, Deus fez aquelas pessoas nascerem na fé. E essas pessoas se afastaram da verdade que Paulo ensinou, abraçaram uma outra eh um outro ensino, uma outra postura e Paulo volta para corrigir aquilo, ele trata aquilo como se fosse o segundo parto. Então, nesse ponto, tá OK? Fundamento, é claro, a gente só tenta tomar um pouco de cuidado. Por isso que Mas é só pra gente dizer que nós temos a fundamento. A gente pode usar com tranquilidade, que não é algo próprio da gente, mas é algo que Deus usa a gente para fazer. Então esse gerar é através da minha pregação, através do meu testemunho, né? Que também a gente, o evangelho é pregado por palavras e obras. Uhum. A fé vem pelo ouvir, né? Tal. Então é nesse sentido que a gente fala de gerar filhos na fé, entendeu? Até porque quando a própria Bíblia usa o termo aqui que João eh que o Jean trouxe, né, de João, que a gente tá acompanhando essa linha de de raciocínio de pais, pais é quem é quem geram filhos. Então é de fato. E aí chamar meu filho, ele chama Timóteo meu filho, né? Então nesse sentido, não dessa forma, né, equivocada de domínio sobre ninguém, mas no sentido que eu produzi alguém, eu tô eu tô gerando, né, um um um uma pessoa que espiritualmente, né, como se fosse um filho que foi gerado, né, e de mim. Tá vendo aí? Você que tá em casa, discipula podcast também é teologia, é aprofundamento bíblico paraa sua vida. Um segundo verbo é o verbo cuidar, porque o pai é aquele que cuida, né? O pai é aquele que tá ali acompanhando, que tá atento às necessidades, é alguém que tá agindo como um suporte. Ele não amamenta, mas ele dá uma outra, um outro suprimento, né? Exatamente. Ele tá dando esse suprimento que é um suprimento pela palavra, pelo ouvir, pelo aconselhar. Isso aí encorajamento, desafio, enfim. E também um terceiro verbo que é o verbo formar, porque essa criança, né, esse filho, ele precisa ser formado agora, a formação do seu caráter, o seu crescimento, o seu amadurecimento. Então, acho que esses três verbos, eles ah trazem muita luz para essa expressão de de pais espirituais, que é o gerar, o cuidar e o formar. Como é que vocês veem isso daí? Eh, eu penso que é justamente isso. Nós estamos numa jornada espiritual, nós estamos e nós estamos ajudando outros nessa jornada espiritual. E passa por esse caminho, né, de estar junto, de investir a nossa própria vida. Nesse sentido, é uma doação de vida mesmo, não é? para ver Cristo sendo formado no coração, no caráter de um outro discípulo. Ah, e aí a gente fala também de um resultado que deve trazer muita alegria pro coração de qualquer um de nós, que é o legado que isso representa. O legado que isso representa. Porque se nós avançamos na vida cristã, ao ponto de podermos ser pais, nós estamos contribuindo para o avanço do reino de Deus, da família da fé. E vamos ser honestos. Que que nós vamos levar daqui? Nada. Que que nós vamos levar? Um carro, uma casa, os títulos. Mas uma coisa estará conosco na eternidade, as pessoas que Deus nos usou para ajudá-las a caminhar em Jesus, elas estarão lá porque elas estarão em Cristo. E isso é um grande legado. Ah, posso contar uma história bem rapidinho, por favor? Essa história me impactou. Eu acho que eu inclusive compartilhei ela de maneira mais detalhada num episódio lá atrás, quando eu vi um homem, a gente estava conversando alguns pastores sobre discipulado e esse homem virou pra gente e disse assim: "Eu sei do que vocês estão falando". Ele estava ali fora, ninguém o conhecia. E ele foi contar como um médico entrou na história da vida da família ao dar uma oportunidade pra mãe dele, que era uma mulher que estava passando por um momento muito difícil. Esse homem dominicalmente, eu acho que ele saia da escola dominical, provavelmente, levava um frango nessa casa que não tinha figura paterna e sentava com as crianças, chão, a batido, que a gente chama lá em Goiás, né? Ou seja, não tinha nem sequer concreto, piso. Sentava com as crianças, ia comendo, almoçando o frango e falando do evangelho, ajudando eles a crescerem. Se vocês vissem a lista que esse homem deu, porque ele já tem 60 e poucos anos, o médico já morreu, já tem alguns anos, a mãe já morreu há alguns anos, a lista que ele deu de pessoas da família, o que elas se tornaram missionários, pastores, outros se tornaram também médicos porque viram o testemunho daquele médico cristão. resultado. Aquele irmão que já partiu, com certeza ele não tinha a dimensão daquilo que ele gerou sendo um pai espiritual para aquela família. E isso é uma coisa tremenda. esse aspecto exponencial multiplicador do discipulado. Eh, eu penso aqui, assim, estamos pensando aqui, a gente tá aprendendo junto. Você que tá acompanhando aqui, eh, o Discipula Podcast, eh, quando é que a gente pensa assim num jovem, o menino começa a namorar, conversa de mãe mesmo, né? começa a namorar, então aquela coisa de pensar o namoro, o casamento, né? Então os pais, os que são mais maduros, a gente tá falando de pai e filho, né? Eh, vai naquele olhar de sabe que esse menino tá preparado para se casar, para constituir uma família, para gerar filhos, né? Então aí faz trazendo isso paraa vida espiritual, trazendo isso paraa liderança da igreja, como é que a liderança vai enxerga que esse filho já está caminhando para ser um pai? Ele tem condições de ser um pai espiritualmente falando, maturidade no caráter é um dos sinais. A gente tem que observar os sinais. Falamos disso em outro momento aí, né? Ah, nós vamos estar atentos a questão toda que o na no caminho do discipulado, quando a gente caminha com as pessoas, a gente tem que ser intencional para observar como essa pessoa evolui, quais são os estágios em que ela se encontra. Uhum. E como ela será levada a se mover daquele estágio para outro. E naturalmente a gente tem que fazer avaliação, a gente tem que fazer eh aquilo que Jesus fazia com seus discípulos, né? feedback, prestação, né, de conta. E Jesus, ele avaliava seus discípulos depois que eles os incubia de uma tarefa e quando eles terminavam, ele avaliava, né? Então, a gente que discipula precisa estar atento aos sinais de maturidade que essa pessoa está dando. Então, a gente sabe que para gerar filho você tá maduro, né? É um uma criança não gera um filho assim, né? e não tem essa condição. Então ele dá sinais de caráter, maturidade no caráter dele, dá sinais de que alguém que está desejoso de servir a Cristo pela motivação certa, servir ao Senhor. E alguém que demonstra fidelidade nas coisas mais fundamentais, mais básicas. aquela pessoa que você percebe que ela é fiel no cumprimento daquilo que é ordinário, que é básico, porque é eh eh nas coisas mínimas é que a gente observa que a pessoa tem condição de assumir outros compromissos. Então, a gente percebe que tem um caráter que tá sendo amadurecido, comprometido, uma disposição em servir a Cristo de corretamente. E ao mesmo tempo a gente percebe que essa pessoa tem sido fiel nas coisas básicas que ela que ela assume, né, os compromissos básicos, né? Então, a gente já percebe que ele tá pronto para dar um passo e além começar produzir, gerar, né, por meio do seu testemunho um outro discípulo. Muito legal, André. Eu tô aqui pensando, eh, dentro de casa, se a gente pensar em casal, acho que a a melhor forma de se conhecer é é no casamento mesmo, né? Então, a sua esposa sabe quem é o senhor e o senhor sabe quem é a sua esposa e e assim é cada um de nós, né? Então, como é importante também a liderança ter esse olhar, porque é assim, né, na igreja parece que todo mundo é todo mundo é santo, né? Todo mundo, todo mundo tá bonitinho ali, né? Não tem problema todas, né? Obviamente que não, né? Mas assim, é, volto a falar, é lá em casa que nós somos, nós nos revelamos quem de verdade nós somos, né? Então eu já vejo que já começa um um um discipulado lá em casa, o negócio já já aprendendo lá na família, né, como ele é. Então vem essa importância, pastor, pastores, eh do do líder, do pastor propriamente dito, estar atento aos seus discípulos, né, as suas ovelhas, né, como é importante estar atento para, porque às vezes é, a gente já até falou um pouco sobre isso aí, né? Às vezes você tá precisando de gente para te ajudar para para ir numa numa comunidade, para fazer alguma coisa, você vai mandando a turma que você tá precisando de ajuda. E não presta atenção no que é que você tá fazendo com aquele jovem, com aquela jovem ou com o cara que tem lá os seus 40, 50 anos, mas ainda tem pouco tempo de de vida com o senhor. Então isso é isso é uma preocupação com a liderança, né? Muito legal. Até aqui a gente tem falado sobre a ideia de termos filhinhos. jovens, pais espirituais. E aí eu queria perguntar a vocês agora, como então que a igreja ela pode de fato viver esse processo? Como que a gente pode eh trazer isso paraa realidade de uma igreja local? Como que isso se configura? Como que isso acontece? Interessante que um grande esforço nosso, e eu creio que o próprio Discipula Podcast faz parte, né, desse empenho, eh, trazer a consciência, essa mudança de mentalidade, mas também oferecer ferramentas, elementos práticos para da igreja. a Pecom, por exemplo, através do Minidade Para Cristo, que já foi citado aqui, tem capacitado muitas pessoas a poderem ter ferramentas objetivas de como lá na casa, no trabalho, né, na empresa, na escola, elas podem sentar com pessoas para compartilhar o evangelho. Nós temos aí desenvolvido ferramentas, o Paulo em especial tem sido um instrumento de Deus para que isso aconteça. Então, eu penso que as igrejas precisam aproveitar o fato de que o que nós estamos conversando aqui, existe uma instrumentabilidade possível, é possível dar passos práticos. Então, à medida que as igrejas solicitam esses processos para Apecom, a Pecon tem provido meios de treinar as pessoas, de modo com que evangelizando nós vamos ter mais filhinhos, discipulando nós teremos pessoas que vão crescer na fé e assim então irão avançar na vida cristã, se tornando jovens espirituais e quem sabe mais na frente pais espirituais engajados em discipular outras pessoas. Então, há um caminho prático que a igreja pode abraçar e percorrer. Pastor Paulo, então assim, só pegando esse gancho, eu queria que o senhor de maneira bem conceitual pudesse falar sobre a importância do Minha Cidade para Cristo e do Discipulado Vida, que são duas ferramentas que nós temos, estão aí disponibilizadas pros irmãos que estão assistindo a gente agora. como que essas duas ferramentas, e a gente sabe que discipulado não é currículo e a gente tem falado isso aqui eh eh com muita frequência, mas como que essas duas ferramentas podem auxiliar a igreja a viver essa trilha de filhinhos, de jovens e de pais? Então, dentro do projeto, né, Minha Cidade para Cristo, que é um desafio às igrejas e lideranças a olharem pra sociedade como um olhar missional, nós temos as ferramentas eh que são facilitadoras para a igreja iniciar o processo de levar pessoas discrentes à fé em Cristo, tornando-se filhinhos Uhum. na fé, crianças espirituais. Essas ferramentas são materiais, eh, são, diríamos assim, condutores, né, de encontros evangelísticos. São guias, né, a de estudos bíblicos indutivos que apresentam o plano de salvação de maneira prática, objetiva, intencional. intencional, é que vai isso. Então, nós temos hoje duas ferramentas e mais esse mais que diria mais práticas, né? Eh, para uma caminhada mais curta, a gente tem a grande esperança que aponta a a o plano da salvação numa perspectiva daquilo que Deus preparou para nós na eternidade. E são seis encontros. E nós temos hoje um outro conteúdo que foi lançado recentemente agora, que é e eh a vida que Cristo oferece. É uma proposta de encontros com Jesus Cristo no Evangelho de João, onde do do estudo um até o estudo sete, são sete encontros, a pessoa é conduzida. Esse é um novo material que vai ser lançado. Já já foi conduzido, disponível, já está disponível. Então você pode pesquisar aí. é um é é um é um guia de estudo bíblico indutivo com plano de salvação, conduzindo pessoas a fé em Cristo do começo a vida que Cristo oferece, encontros com Jesus no Evangelho de João. Isso é para ser usado tanto um quanto o outro de maneira pessoal ou um pequeno grupo de pessoas que se reúnem para estudar o evangelho. Esse material então produz filhinhos na fé, leva da descrença para crença. Em seguida, nós temos também o disciplado vida, que foi um conteúdo produzido pelo Jan, né, e, eh, com a minha colaboração, ah, em que nós ajudamos a pessoa agora a avançar da fé para o nível de maturidade e a membresia na vida da igreja, já também sendo treinado para alcançar outros para Cristo. Num processo tudo disciplado, tem ferramenta dentro do conteúdo, dentro do currículo que a pessoa já é treinada alcançar. Então você, a gente falou, você acabou de afirmar que o disciplado não é currículo, tem currículo, mas não é somente isso, né? O currículo é um orientador, um caminho de orientação, um recurso de orientação e de capacitação para que a pessoa então viva o disciplado. Então, quem entrar no no eh quem buscar esses recursos dentro do projeto mensado para Cristo, vai encontrar as ferramentas de produzir discípulos para Jesus, levar pessoas à fé em Cristo e depois levar as pessoas a assumirem uma caminhada com Jesus. Esse discipulado V, por exemplo, é uma jornada de 20 semanas, né, com quatro módulos temáticos, eh, que ajuda o discípulo avançando na sua jornada. ele tem vida, ele é desafiado a viver e investir na sua vida devocional, ou seja, oração e e meditação diária. Ele é levado a memorizar a escritura como um recurso, né, que vai ajudá-lo a ter conhecimento para compartilhar a sua fé quando necessário. E ele tem também o desafio de aprender a compartilhar sua fé. Ele tem uma sessão no discipulado que a cada semana ele dá um passo na direção de se encontrar com alguém da sua rede de relacionamentos que necessita de Cristo. E então ele pode alcançar essa coisa, digo, mas eles eles não vão falar isso porque eles são os autores, mas eu eu leciono no seminário presbiteriano do Rio de Janeiro eh a disciplina de missão urbana e plantação, revitalização de igrejas. Então tem que sempre tá buscando, lendo o material, tal e tudo mais. E eu ouso dizer com muita tranquilidade que nesse recorte sobre discipulado, eu não conheço em língua portuguesa um material tão completo que concorra com ele como esse que a Pecon disponibilizou através da instrumentalidade desses nossos dois irmãos e mais que é disponibilizado gratuitamente para as igrejas. Gente, você pensar isso, que a gente tem à disposição um material tão incrível, tão agora isso precisa ser então melhor divulgado, né? Porque, ó, quem está aqui conosco nesse podcast tá sendo bem informado. Isso aqui é é um tesouro, isso aqui é um material. E e mais você precisa passar isso pro seu, pra sua liderança, seu pastor, pro seu presbitério, no seu símodo. Você pode também solicitar um treinamento pra sua região. Você entra em contato, manda uma carta, pede pro pra executiva do seu presbitério, do seu cíno, entrar em contato com a Pecom, faz um ofício, porque nós levamos a APECOM, ela quer investir na sua região. Nós temos treinadores que já estão equipados para todas as regiões do Brasil atenderem os pedidos aí do seu síno, do seu conselho. Agora aqui é leiga mesmo, mas precisa toda essa burocracia para chegar neles. Aí eu quero eu quero deixar pro nosso conselheiro aí explicar, já falar com o concílio, com não sei quem. É porque na verdade quando você tem o envolvimento do presbério, do sínodo, a gente abençoa de uma vez só várias igrejas de uma uso mais estratégico do recurso, entendeu? Do que, por exemplo, você pede pra sua igreja, a Pecon vai lá na sua igreja. É, então, já que a vai lá na sua igreja, é mais interessante você reunir os pastores, as lideranças da sua região para que em uma em uma ida da Pecom a gente alcance um número maior de pessoas, entendeu? É assim, mas isso é algo simples. Mas é porque é o seguinte, eh, a Pecon ela banca a despesa do treinador saindo de onde ele estiver para ir até a igreja local oferecer aquela capacitação. Então isso é um recurso que é investido. Então é otimização de recurso. Então você vai numa cidade que tem lá cinco, seis igrejas, 10 igrejas presbiterianos e outras igrejas que porque também nós abençoamos qualquer igreja que queira participar. E você vai numa única igreja, você tem um recurso, às vezes lá R$ 3, 4.000 de passagem de avião, mais um envio do material didático que vai gratuitamente para atender um apenas uma comunidade se consegue juntar, porque aí o presbiterio, o síndrome, falando de presbiterianismo, ele tem a capacidade de aglutinar as pessoas sem reservas, né? E aí você tem de uma vez só com o mesmo recurso que você abençoaria uma única igreja se abençoa 110. E aí entende isso otimiza recursos e e aumenta também, né, a a a capacidade de abençoar mais pessoa alcance, né, pela Então eu falo de novo, isso precisa ser melhor divulgado, né? Porque aí para gerar esse desejo de que as igrejas recebam vocês, é a dica que eu que que eu dou é que as pessoas que estão nos assistindo entre nos canais da IPB oficial porque a divulgação tá lá, lá tem tudo, a dica de como você se e eh se conecta, como você entra no site, como você onde é que você eh encontra tudo isso. Então assim, só pro pessoal que tá aqui, pra gente não perder esse fio, eh, minha cidade para Cristo, como que eu consigo esse material? Você vai entrar lá, minha cidadeparacristo.ipipipipb.org.br. Como que eu consigo pedir esse treinamento do discipulado Vida pra minha região? Você vai entrar lá em vida.ipipb.org.br. br, você vai entrar em contato, vai enviar lá, olha, tenho interesse de ter um treinamento aqui na minha região. E aí a equipe do pastor Paulo vai entrar em contato com você, vai explicar tudo que você precisa fazer para que a Pecon leve esse treinamento sem custos para aí pra sua região. Um aspecto que como conselheiro gostaria de compartilhar é que nós estamos empenhados todos na PECOM para multiplicar esse processo. Nós já multiplicamos com 30. Ah, no próximo ano nós teremos a segunda geração de treinadores a serem treinados. E o que nós temos conversado aqui nesse podcast, nós entendemos que é um tempo de Deus para que as igrejas vivam, vivam de um modo verdadeiro, a prático, vendo transformação e vendo filhinhos, jovens e pais sendo gerados. dando uma palavra aqui mais esclarecedora. Eu sei que muita gente pode entrar depois e já quer, eu quero ter acesso a currículo, material, a gente faz primeiro o treinamento. Primeiro a gente oferece treinamento para depois você ensinar, né, dar a pessoa o material, porque primeiro você aprende como usar e depois a gente coloca isso em prática. Então o o material é sempre ele é precedido por um treinamento. Legal. A gente já estourou o nosso tempo nesse nesse episódio. Você já viu que esse é o papel dele, né? [risadas] Quando a gente tá aqui, tô falando, mas escuta, precisa falar com o concílio, com não sei o quê. Não, já acabou, [risadas] acabou a conversa. Então assim, eu queria que a gente pudesse fechar trazendo algumas dicas práticas sobre isso que a gente falou aqui para que a gente possa terminar esse nosso quinto episódio do Discipula Podcast. Jan, minha dica prática hoje vai para os pastores e conselhos. Estabeleça um trilho, um trilho em que as pessoas saibam com clareza como elas podem falar do evangelho gerando filhinhos, como elas podem ajudar no crescimento da maturidade, gerando jovens, a jovens espirituais. e onde e como as igrejas podem oferecer treinamento para que pessoas que desejam agora exercitar essa paternidade, essa maternidade espiritual possam ser preparados. Nós estamos aqui, algumas dicas já foram dadas, mas pastores e conselho, sejam intencionais em estabelecer esta trilha ou este trilho de jornada espiritual. Pastor Paulo, é quase a mesma coisa a dia, porque o nosso objetivo é que as pessoas entendam que essa conversa aqui ela é um desafio para que outras pessoas conheçam o discipulado. Então, o o processo de discipular pessoas, então a dica é, procure conhecer, entra nos canais da IPB, no Instagram, no Facebook, no YouTube e tente descobrir a forma como você pode se conectar com essas ferramentas práticas que nós acabamos de fazer. Nós oferecemos, portanto, ferramentas para se cumprir a missão de forma completa. Evangelismo e discipulado são duas faeda. Primeiro se leva a pessoa a conhecer a Cristo, depois se leva a pessoa a obedecer a Cristo. Isso através do evangelismo e através também do discipulado. Merceia. É, eu eu penso aqui, você que tá acompanhando aqui o Discipula Podcast, se enxergar naquilo que a gente tá falando, né? a pessoa, você se identificar, pensa assim: "É comigo que eles estão falando? Tá mexendo comigo? Tá mexendo com a igreja que eu faço parte? Tá mexendo com os meus líderes? Tá mexendo com a moçada que eu convivo. É importante que você pense sobre isso. E se você já pode ser um pai espiritual, se você já pode ser alguém útil nas mãos de Deus para abençoar outros, porque você um dia foi um filho, né? Você já vem de um cuidado de alguém, tá na hora de crescer. De repente é o seu momento de ser útil nas mãos de Deus como um pai espiritual. Pergunte isso para você. É legal perceber que a paternidade ela deixa marcas, né? E e o que é fantástico é perceber que esse chamado de Deus para nossa vida é que a gente deixe nas pessoas marcas que não apontem para nós, mas que apontem para Cristo, né, a o nosso perfeito Salvador. E esse é o chamado do Senhor para mim, para você e paraa sua igreja. Ah, nós não temos uma missão particular. Ah, nós fomos chamados para cumprirmos a missão de Deus. E Jesus disse: "Ide e façam discípulos". Como o pastor Paulo sempre diz, não tem plano B. Uhum. Não tem outra missão, né? A missão é essa. Vão e façam discípulos. Então esse é o trabalho que a gente tem como pais espirituais de deixarmos marcas, não a nossa marca, mas a marca de Cristo nos corações. Que o Senhor te abençoe. Esse foi o quinto episódio do Discipula Podcast e a gente se vê semana que vem. Semana que vem tem mais. Tchau, tchau. Até mais. [música]