[música] Sejam muito bem-vindos ao programa Bem-Estar com a Direção de Deus. Então, [roncando] nós estamos aqui mais um dia conversando, batendo papo, falando de assuntos que são tão interessantes, né, e fazem parte da nossa vida. A paz do Senhor, Mara. Que bom. A paz do Senhor Jesus. Fala, >> que bom estarmos aqui juntas mais uma vez. Que bção estarmos juntas mais uma vez falando sobre os assuntos, né, ligados ao nosso cotidiano, assuntos importantes, porque não dizer, né, fundamentais, dizem respeito a nosso comportamento, aos pensamentos, aos emoções e também falarmos com você que tá nos assistindo, algumas ações que você pode tá tomando por em relação a esses temas que nós nós trazemos são as nossas contribuições práticas e também uma reflexão bíblica ligada ao assunto que é o tema de cada programa para que assim nós também possamos fortalecer a nossa vida espiritual. >> Amém. É isso mesmo. Então, espero que hoje também seja um programa abençoado. Espero que contribua pra vida de todos vocês que estão nos assistindo, que seja um bate-papo, uma conversa agradável, útil e edificante. Então, vamos pro tema de hoje, Mar. >> Vamos lá. O tema de hoje um tema muito bom, hein? >> Muito interessante. O tema de hoje é bom >> por nós explodimos. Porque quando a raiva vem, de vez em quando acontece aquela explosão. Por que isso acontece? >> Pois é. Vamos, vamos, vamos entender. Vamos entender. >> É difícil. É difícil para quem explodiu. É difícil para quem tá perto, não é? Exatamente. >> Então, talvez você já tenha dito alguma dessas frases. Depois eu me arrependi do que falei. Eu não queria ter reagido daquele jeito. Parece que qualquer coisa me tira do sério. >> Nossa, >> às vezes eu descarrego em quem não tem culpa. culpa. Quando eu percebo, já perdi o controle. E depois da explosão, normalmente vem o arrependimento. Não precisava disso. Poder ter sido diferente, não é verdade? Só que [roncando] aí daqui a pouco acontece uma nova explosão, acontece tudo de novo, tudo se repete. E é um desafio conseguirmos controlar essas explosões, não é? >> Isso. >> Então, Mara, conta pra gente um pouco o que que tá por de trás, né? O que que tá no fundo aí dessas explosões? Por que a gente tem tanta dificuldade de se controlar assim? >> Vamos lá. Primeira coisa que a gente precisa entender é que sentir raiva não é errado. Por quê? Porque a raiva é uma emoção e nós, como seres humanos, nós temos emoções. A raiva é uma emoção como a tristeza, como alegria, como o medo. Ocorre que o grande que não é a raiva em si, é a forma como a raiva se manifesta. Então, a raiva normalmente ela aparece diante de uma ameaça, de uma injustiça, de uma frustração, de um limite que ele é ultrapassado. Então, quando a gente fala sobre raiva, a gente entende que sentir a raiva, como eu disse, é algo natural. Sim. Mas o grande que em Flávia é a reação. Porque sentir a raiva é algo natural. Todo mundo sente raiva num menor grau ou num grau um pouco maior. Mas como essa raiva é demonstrada? Esse, né? Como a pessoa reage à raiva. Esse é o grande que esse é o grande desafio. >> É interessante, né, Mara? Que a raiva normalmente ela não aparece do nada. Exatamente. Ela não aparece do nada. Então, quase nunca a raiva aparece do nada. Essa explosão emocional, muitas vezes ligada à raiva, ela se manifesta porque ali existe um acúmulo, um acúmulo de situações. Que tipo de situações? Cansaço, preocupações, mágoas, frustrações, problemas não resolvidos. Dias seguidos de estresse, cansaço mental, cansaço físico, cansaço emocional, conflitos. Isso. Por isso que é tão importante, né? O diálogo, a comunicação, como a gente sempre bate na tecla aqui, conflitos não resolvidos e tudo isso vai se acumulando. Então, vamos imaginar, Flávio, numa situação como essa, uma panela de pressão, não é? Então, fogo ligado e uma panela ali na pressão. Muito importante que a gente entenda que aquela panela de pressão, ela tem que ter de alguma forma um escape, um escape daquele vapor que vai se formando ali. Por quê? Porque em determinado momento, se não existir aquele escape, ou seja, no sentido metafórico que nós estamos dando esse exemplo da panela de pressão e vamos fazer um link com aquelas situações que a gente disse de cansaço, de estresse, de frustração, de mágoa, de problemas não resolvidos, de diálogos não tidos. Hum. O que acontece? Se não existir aquele escape ali daquele vapor da panela de pressão, em determinado momento, aquilo pu explode. Então, exatamente assim que acontece conosco. ocorre que muitas vezes o que que a pessoa pensa que [roncando] o motivo da explosão foi aquela situação ali, né, momentânea, ou seja, uma resposta maldada, um tempo perdido, algum objeto que caiu, alguma coisa com aquela pessoa que estava disponível naquele momento da explosão, mas normalmente não é assim que acontece, entendeu, Flávio? Então, quer dizer que eh muitas vezes a nossa explosão ela é desproporcional com a situação. Às vezes é uma situação pequena que gera uma explosão grande, não é isso? >> Exatamente. Na grande maioria das vezes, essa reação desproporcional, ela acontece porque a pessoa não viu [roncando] aquelas situações que nós citamos lá atrás. Então, como aquelas situações não foram vistas, ali existe um acúmulo de tudo aquilo que não foi elaborado, conversado, entendido, devidamente cuidado. Isso que é muito importante nós estarmos sempre nos olhando, né? Essa parte emocional, essa parte psicológica, ela é tão importante a gente sempre estar nos olhando, porque às vezes essa explosão, ela é despejada, ela é deslocada para alguém que muitas vezes não tem nada a ver com aquilo. Então assim, [roncando] algo também que é importante que a gente entenda é que no momento em que a pessoa está saturada por questões não vistas, normalmente ela fica o quê, Flávia? Muito mais irritada. E uma pessoa muito mais irritada, o cérebro dela, a gente já falou também aqui, nós não formos feitos, a nossa fisiologia não foi feita para ficar a todo tempo hipervigilante, ou seja, agonizando o tempo todo. Então essa pessoa que fica mais irritada porque ela está, né, com aquela série de situações não resolvidas, ela tem um cérebro mais hipergigilante e ela racionaliza menos, ela pensa menos nas respostas, ela, né, não tem tanto autocontrole e isso justifica muito e muito as explosões. Então, o falar sem refletir, o interpretar de forma mais negativa, o tomar decisões mais impulsivas. Então, muitas vezes isso é feito porque a pessoa já tá naquele naquele limite, né? Geralmente depois vem o quê? um arrependimento. Por isso que é tão importante aprendermos a entendermos os sinais antes da explosão. Esse é um passo muito importante. Aí fica a pergunta: o que fazer? Não é mesmo, Flávia? O que pode ser feito, né, na prática? O que a gente pode fazer pra gente evitar essas explosões assim com o fundo da raiva, né, que na prática pode ser feito? Tem alguma coisa? >> Tem. >> Então vamos lá. O nosso passo a >> Vamos lá. Vamos pensar juntos aqui, né? >> Vamos. Então, como você falou agora no final eh da sua explicação sobre os sinais, então nós percebermos os sinais que o nosso corpo dá, que mostram que nós estamos começando a ficar com raiva, nervosos. Então, vou citar alguns aqui >> para vocês. E é importante que cada um perceba quais são os seus sinais. Às vezes eu tenho eu tenho alguns sinais que eu consigo perceber melhor. Então você faz essa avaliação, observe o seu corpo, as suas reações para você conseguir identificar com mais facilidade. Então, por exemplo, eh, a minha meu coração começa a bater mais acelerado, minha respiração fica mais rápida, mais acelerada, mais ofegante. Outras pessoas sentem o corpo mais tenso, mais enrijecido, né? Os músculos começam a ficar mais enrijecidos. Algumas pessoas começam a aumentar o tom de voz, falar mais alto. Outras começam a ficar impacientes, >> eh, não, não querem ouvir ou dão respostas, né, mais ríspidas. >> Alguns podem ficar com o rosto vermelho, o rosto queimando. >> Então, quanto mais cedo, Mara, nós percebemos esses sinais, >> mais fácil é para nós tomarmos alguma ação, alguma medida para evitar chegar lá no ponto da explosão. >> OK? Então, quando se percebe ou percebemos que nós estamos ficando muito irritados e a gente já percebe esses sinais aí que você disse, o que que pode ser feito, o que nós devemos fazer nesse momento. Então você vem, como você falou, o corpo já sinalizando, né, já ficando mais irritada e todos esses sinais, o que nós podemos fazer nesse momento? >> Uhum. O como, né? Como então segurar toda essa explosão, né? >> É isso. Vamos, como como manusear tudo isso que tá ali dentro? Isso >> é a raiva é uma emoção muito intensa, né? Maravil. >> Então, realmente nós precisamos trabalhar esse autocontrole que não é fácil, mas é um trabalho, é é um exercício, né? nós exercitarmos o nosso cérebro e fortalecermos essa nossa função, essa nossa capacidade. Então o objetivo não é, as sugestões que nós vamos dar aqui não tem como objetivo resolver a situação da raiva, mas nos ajudar a ter, dar uma pausa, amenizar um pouco aquela raiva para conseguirmos pensar novamente, >> para conseguirmos refletir >> e aí assim conseguimos tomar uma ação ou ter uma atitude com mais equilíbrio, com mais sabedoria. Então, vou dar aqui algumas sugestões e aí, como eu falei antes, você pode buscar também as suas estratégias, o que você acha que funciona para você. O objetivo principal é esse, né? Então, uma situação, faça uma pausa, uma pausa mesmo. Você tá, você tá numa situação, aconteceu ali uma discussão, uma situação ruim que você começou a ficar com raiva, tenta dar uma pausa, que seja fazer uma respiração mais profunda, se for possível você sair daquele ambiente, ir ali no banheiro, passar uma água no rosto, dá essa pequena pausa. Parece muito simples, mas ela realmente nos ajuda porque ela nos dá um tempo para conseguirmos voltar a pensar. Se a nossa emoção tá muito alterada, a nossa capacidade de raciocinar tá prejudicada. Então, quando nós acalmamos a emoção, nos volta em nós essa capacidade mais apurada de pensar e de agir com mais sensatez, com mais assertividade. Eh, nós gostamos de de dar aquele exemplo da do semáforo. Então, imaginem que o vermelho é a pausa. Então, eu percebi os meus sinais, então eu imagino o a parte vermelha ali de um semáforo. Então, significa que eu preciso dar aquela pausa. E aí nós vamos imaginar a o amarelo do semáforo como o momento que eu vou pensar. Então, pensar na melhor resposta, se eu vou dar essa resposta agora ou não, se eu vou deixar para ter essa conversa depois. E aí sim o verde é o sigue em frente, né? Então verde, aí sim eu faço alguma coisa, seja me retirar, seja falar alguma coisa ou ter alguma atitude que vá que vai te ajudar naquela situação. Então essa pausa, ela é extremamente importante. Respirar profundamente, como eu disse, eh beber um copo de água, lavar o rosto, esperar essa emoção ela diminuir para depois você tomar uma atitude e reavaliar aquela situação. Nós falamos isso em programas anteriores. Muitas vezes a forma como nós interpretamos não é não é a correta ou não é adequada em tudo que nós pensamos é verdade. Então reavaliar aquela situação para ver se tem uma outra forma de pensar sobre ela, para ver se tem um uma outra perspectiva que nos ajude a lidar com aquela situação com um pouco mais de tranquilidade. Parecem estratégias simples, né, Mara? Mas são estratégias que são eficazes. Às vezes é um é uma pequena pausa que já evita aquela explosão e te dá um pouco mais de controle, né? Um pouco mais de eh de regulação emocional para você agir da forma correta, né? E nós nem sempre precisamos decidir na hora. Muitas vezes nós podemos falar: "Olha, a gente pode terminar essa conversa daqui a pouco? Eu tô começando a ficar nervosa. Eh, tá difícil para mim. Deixa eu respirar um pouco, deixa eu pensar um pouco sobre isso. Nós voltamos a conversar. Então, muitas vezes a gente pode, se possível adiar uma decisão, adiar uma conversa para conseguirmos fazer isso com mais equilíbrio, com as emoções mais controladas. Uma outra dica é dar nome ao que você sente, dar nome aos seus sentimentos. O que que você tá sentindo naquela hora que veio essa esse nervosismo, essa raiva? Eh, você tá magoado, você tá decepcionado, você tá cansado, você tá se sentindo desrespeitado, injustiçado. Qual o que que é realmente que você tá se sentindo? Observem que se sentir magoado e cansado são coisas muito diferentes. Então, a forma de lidar com a com aquela sua emoção vai exigir ações diferentes também. Então, entender o que você tá sentindo te ajuda a agir de uma forma mais coerente com aquela situação, com que você tá vivendo. >> Uhum. >> Eh, outra coisa importante que nós anotamos aqui para trazer para vocês é não deixar que problemas, os problemas se acumularem, né? Você falou disso, Mara. Muito bom. Verdade. >> É nós guardarmos tudo, querer que a pessoa eh eh adivinhe o que nós estamos sentindo, o que que nós precisamos, que aquilo nos chateou. Nem sempre é óbvio para outra pessoa, por mais que seja para nós. Então vamos conversar, dialogar, dizer: "Ó, não gostei disso, fiquei triste com a situação, não gosto quando falo assim comigo". Então nós conversarmos sobre aquilo que nos incomoda nos ajuda a evitar chegar nesse ponto da explosão. >> Sim. desse acúmulo, né? >> Uhum. Sim. >> Conseguir colocar limites, conseguir dizer não. >> Isso. >> Isso são coisas importantes também que eh as soluções elas vão acontecendo, né, antes de chegar essa raiva tão intensa. E por último, pedir ajuda quando perceber que estamos sobrecarregados. Muitas vezes nós queremos que os outros percebam que estamos sobrecarregados. >> Sim. >> Mas às vezes nós temos que pedir ajuda. Você pode me ajudar nisso? Olha, eu não vou conseguir te ajudar nisso agora. Porque eu tô com muita coisa aqui, mas eu posso te ajudar em outro momento. >> Sim, >> né? Então, dizer que você não consegue também fazer esse pedido ajuda a aliviar essa sobrecarga e então também não intensifica tanto a nossa raiva, né? Tudo isso diminui essa pressão do dia a dia. dia. >> Exatamente. Muito bom. Ótimos, ótimas considerações, Flávia. Tudo isso parece que não, mas essas essas pequenas ações fazem muita diferença. Muita diferença. São importantes. É importantes. Então, Mara, nós falamos aqui da parte humana, da parte emocional, >> mas nós sabemos que acima de tudo isso >> está o Senhor, >> está o Espírito Santo que nos ajuda >> muito mais ainda do que os nossos esforços, né? Com certeza. >> Se nós permitimos que o Espírito Santo nos molde, que ele nos nos aperfeiçoe como pessoas, né? O Espírito Santo vai nos ajudando nessas nossas dificuldades, né? >> Então agora nós vamos trazer a reflexão bíblica sobre esse assunto, o que que o Senhor nos fala, como que nós podemos nos apoiar na palavra, o que que a palavra nos ajuda sobre esse assunto. E nós vamos ouvir então a nossa irmã Pérola. >> A paz do Senhor, Flávio. A paz do Senhor Mara. A paz do Senhor é você que está conosco no programa Bem-Estar com a direção de Deus. A palavra do Senhor nos mostra que nós dev nós sentir emoções é normal, eh faz parte da humanidade, mas também nos fala que nós devemos governá-las com sabedoria. Nós lemos eh em Tiago 1:19 que todo homem, pois seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para seirar. Que conselho precioso, não é mesmo? Antes de reagir, Deus está nos ensinando a ouvir, a refletir e a desacelerar. Além disso, a palavra de Deus nos ensina que o domínio próprio não vem da nossa força de vontade, ele é resultado da ação do Espírito Santo ao longo das nossas vidas, nos santificando. Em Gálatas 5:22, nós encontramos essa verdade, mas o fruto do espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. O domínio próprio não significa que nós não vamos ter raiva. O que nós não podemos é deixar que a raiva decida por nós. Porque se nós deixarmos a raiva decidir por nós, isso é obra da carne. Então, quando nós andamos no Espírito Santo, nós não podemos deixar a carne eh nos dominar. Eh, na Escritura, em Romanos 8, eh, tá escrito o seguinte: "Os que andam na carne, eles não podem agradar a Deus. E Deus não quer apenas eh mudar o nosso comportamento. Ele quer transformar o nosso coração. Não tá escrito na palavra que nós devemos deixar o nosso coração fazer tudo que sente, que deseja, né? Esse ensino eh nós encontramos quando nós entendemos que nós devemos guardar o nosso coração. Em Provérbios 4:23, sobre tudo que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida. Queridos, das fontes da vida, eh, significa que vem todos os nossos pensamentos, os nossos desejos, os nossos sentimentos. Então, o nosso coração, ele precisa de direção, ele ele não pode sair fazendo tudo que que ele deseja, né? >> [roncando] >> E quando nós temos uma vida de comunhão com Deus, de jejum, de oração, né, de comunhão com os irmãos na igreja, de participação na Escola Bíblica Dominical, nós vamos aprendendo a desacelerar esses impulsos e a viver uma vida com sabedoria. sabedoria. A maturidade espiritual nos mostra que termos as nossas emoções controladas pelo Espírito Santo, testemunhando através da nossa vida amor, mansidão, domínio próprio, nós vamos estar mais próximos de expressar o caráter de Cristo. E por fim, queridos ouvintes, eu quero trazer para vocês o que que a Bíblia fala sobre o uso das nossas palavras quando nós estamos nessa situação de às vezes de descontrole, né? No Salmo 141 verso 3, Davi escreve assim: "Põe, guarda, Senhor, a minha boca, vigia a porta dos meus lábios". Queridos, a boca fala do que o coração está cheio. Pensa nisso. Antes de descarregar suas mágoas, mágoas, seus ressentimentos com palavras duras que por vezes machucam, entristecem as pessoas ao seu redor. Coloque esses sentimentos diante do Senhor. Senhor. Ele vai te dar os recursos para você reagir no espírito e não reagir na carne. carne. Peça a Deus, como o salmista nos ensina, cria, ó Deus, em mim um coração puro e renova em mim um espírito reto. O Senhor vai te ouvir e sobretudo ele vai te dar paz em Jesus Cristo. Amém. Que bênção. Glória a Deus. Que palavra maravilhosa. E agora, Flávia, estamos chegando ao fim do nosso programa. Queremos, pois é, que pena, [risadas] mas nós queremos, no fundo do nosso coração, agradecer a você que está conosco e te dizer que nós precisamos da sua ajuda. Olha, presta atenção, esse QR code para você fazer uma sugestão. Se você está nos assistindo através da TV Manaim, você pode nos enviar a sua sugestão. você está nos assistindo através do YouTube, também nos ajude curtindo curtindo esse vídeo, compartilhando com alguém que você gostaria que também conhecesse ou ouvisse esse conteúdo, deixando o seu comentário, a sua sugestão. Esse programa é feito para você que está aí conosco com todo o carinho e essa sua participação para nós é muito importante. Flávia, a paz do Senhor Jesus. Até o nosso próximo programa e a você que nos assiste, na próxima semana nós vamos voltar também com outro tema muito especial, totalmente voltado para você. Então, a paz do Senhor Jesus e na próxima semana nós contamos novamente com você aqui conosco.