[música] Oh. เฮ [música] >> [música] >> Começa agora por esta emissora direto do altar do templo de Salomão. Mais um passo da caminhada da fé rumo à fogueira santa no monte Sião. O calendário [música] diz que a primeira metade do ano já passou. [música] O tempo está além do que podemos controlar. E talvez você esteja pensando [música] no que perdeu e tenha medo de nunca recuperar, mas o segundo semestre pode ser de recomeço [música] e restituir-vos ei os anos que comeu o gafanhoto. Deus é senhor do tempo e promete restaurar anos perdidos. a quem se voltar para ele e o colocar em primeiro lugar. [música] Neste domingo, 5 de julho, o domingo da restituição, às 7, 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia 605, [música] Pras e em todas as igrejas Universal. Para mais endereços, [música] acesse universal.org/localizar. Shalom. E chegamos então nas escadarias do templo. Aqui onde eu estou pisando e todas essas próximas pedras abaixo da escadaria [música] do templo são originais. Aqui nós temos a parte nova aqui em cima a parte nova, [música] mas toda essa parte aqui são as pedras originais. E está escrito no livro de Joel: "Rasgai [música] o vosso coração e não as vossas vesp". [música] Na tradução antiga em Israel, o povo quando tinha uma [música] morte, quando tinha uma desgraça, o povo rasgava [música] suas vestes como uma demonstração de dor. Também havia o rasgar as vestes diante de Deus com uma [música] demonstração de dor, de humilhação diante de Deus. Eu estou me rasgando, eu estou me entregando diante de ti. Mas nessa passagem, Joel está chamando a atenção do povo, porque Deus estava vendo que o povo sim estava rasgando as vestes, mas não estava [música] rasgando o coração. O que isso quer dizer? O povo sim estava vivendo a tradição, porque nós vemos aí que fala que existia, né, a casa [música] do Senhor, existia o templo. Nós vemos aí que fala também que os sacerdotes se entristeceram porque a oferta de libação, a oferta, [música] ela parou de ter oferta, não tinha a oferta. Então, nós vemos [música] que existia sim o templo e que o povo traziam [música] ainda as suas ofertas até que veio a praga. Com a praga não tinha mais grãos, não tinha mais azeite, não tinha mais [música] o vinho, não tinha mais como trazer a oferta paraa casa do Senhor. Então nós vemos que o culto, a tradição, a vida religiosa, o povo continuava cumprindo no templo. Existiam sacerdotes, existiam os anciãos [música] que tinham, né, ali fala para chorar entre o altar. Então, existia todo o trabalho religioso. Então, primeiro toca a trombeta, chama o povo. O povo vem diante de Deus. O povo tinha que se arrepender. O povo tinha que deixar de cumprir as suas obrigações religiosas de rasgar as vestes. Cumprir a obrigação religiosa era rasgar a veste. Era que eles faziam as coisas para os outros verem. Eles faziam o que os outros podiam ver. Eles rasgavam a veste diante das pessoas, mas quando Deus observava eles, Deus não via aquela sinceridade [música] de coração. E então eles tinham que [música] quando fosse foram convocados aqui diante do templo, [música] eles tinham que então rasgar o coração, que significa realmente tem que haver a sinceridade. A partir do momento que [música] há a sinceridade, então há a verdadeira oração. Então há realmente o rasgar o seu coração. Você não tem que esconder, [música] você não tem que priorizar a sua posição, você não tem que priorizar o seu título, você não tem que priorizar se você tá cumprindo as suas tarefas religiosas, você não tem que [música] pensar no que as pessoas estão vendo. Você tem que priorizar o que Deus está vendo. [música] Deus vê a alma, Deus vê o coração. O chofar está tocando. A campanha de Israel é o chofar tocando. Você está ouvindo essa mensagem agora? Então, você está [música] recebendo a mensagem? Você está sendo convocado. Agora está nas suas mãos rasgar [música] não somente as suas vestes, mas sim o seu coração. Nos vemos aqui nas escadarias do [música] templo, no monte Sião em Jerusalém. Litraúo. [música] Nós podemos dizer que Deus tem uma fraqueza. fraqueza. A fraqueza de Deus é a sinceridade do ser humano. Quando a pessoa, como ele disse, rasga o coração, quando a pessoa se derrama diante do altar, [suspirando] chora, não lágrimas de crocodilo, mas lágrimas de um coração arrependido, sincero, e se entrega a ele, não importa o que ela tenha feito, ele se inclina para essa pessoa. E de pronto que nós temos visto nos testemunhos, bispo Adilson, o pastor Clodoaldo, nós temos visto que pessoas que chegaram na igreja quebradas depois de terem feito tantas coisas erradas, mas no momento em que elas se voltaram para Deus, que elas se derramaram no altar, elas foram atendidas. Deus procura os sinceros. É, e isso coloca às vezes uma pessoa que está há dias frequentando a igreja à frente de outras que já estão ali há anos. Por quê? A pessoa vem de uma vida completamente torta, errada, suja, mas quando ela chega diante de Deus, ela ela é sincera. Isso é rasgar o coração. Ela ela chega diante de Deus e diz: "Senhor, eu fiz isso, eu fiz aquilo, eu não mereço, eu sou esse nada aqui". Mas isso faz com que Deus se incline para ela, porque Deus tem essa inclinação, como o bispo Renato disse, enquanto que outras pessoas podem estar ali há muito tempo fazendo tudo por fazer. E e a gente entende bem isso porque até a gente é assim, né? Quando, por exemplo, dentro de um relacionamento familiar, nos laços de família ou na vida amorosa, não importa num relacionamento. Se a gente percebe que a pessoa não tá sendo sincera no que ela faz, no que ela fala, a gente fala também, você tá fazendo isso da falando isso da boca para fora. Você fez isso, mas não foi de coração. Ou seja, se nós que somos imperfeitos, cheios de falhas, queremos que as pessoas sejam sejam sinceras para conosco, só imagina Deus, né? >> É. E às vezes a pessoa não quer rasgar o coração, assim como a roupa, né? Se eu tivesse aqui com uma roupa rasgada agora, as pessoas iam achar estranho. Por que que o bispo tá com a roupa rasgada, né? Será que ele não tem roupa? Será que ele foi agredido? Alguma coisa tá errada, não é? Se bem que hoje em dia tem moda de roupa rasgada também, a coisa já perdeu completamente o sentido. Mas a a pessoa normalmente não quer ter a roupa rasgada porque é um sinal de vergonha, de a pessoa está mal cuidada, está mal apresentável. Agora, muitas pessoas não rasgam o coração porque elas também têm vergonha do que vão achar dela, que vão pensar: "Ah, não, se ficarem sabendo, se verem a minha nudez, não é? Se as pessoas verem, souberem do do que eu fiz de errado, então aí vão me julgar. Então a pessoa fica coberta, ela cobre o seu coração, ela cobre o seu pecado e não rasga o coração diante de Deus pela vergonha. E por isso ela continua deixando essa barreira entre ela e Deus, em vez de Deus se aproximar pela sinceridade dela. >> É, senhor vê, né, bispo, as pessoas elas têm elas têm preservado a tradição religiosa, mas elas não têm aquela disposição. Eu preciso de tirar essa veste de vergonha. Por exemplo, vou dar um exemplo pro senhor e para você que tá nos assistindo agora. Nós realizamos o trabalho dentro do sistema penitenciário. As famílias elas não vão com a roupa que ela quer, bispo. Tem uma roupa, uma roupa padrão. E elas andam com essa roupa dentro de um ônibus. Elas andam com essa roupa que todo mundo conhece, que é a roupa de um visitante de presidiário. Mas não é só a família do preso. Há quem precisa rasgar essa veste da doença, da religiosidade e chegar até o monte Sião para que Deus possa fazer na vida dela aquilo que precisa acabar definitivamente com a vergonha dela. É, ela tem que rasgar o coração, tirar a veste da hipocrisia. É isso que Deus precisa antes de agir na vida da pessoa. Você vai ver agora alguém que sabe, entende muito bem do que é roupa rasgada, mas foi o no dia que ele rasgou o coração que a vida dele mudou. E nós vamos mostrar o resultado disso. E preste atenção na história dele e a gente já volta aqui para orar por você. Prepare-se aí. Se você tiver uma Bíblia, pegue a sua Bíblia e deixe preparada para o momento da oração, porque nós vamos nos curvar aqui diante do altar e orar juntamente com você. >> Nós estamos em São Vicente, litoral paulista, à procura deste homem. O que nos passaram é que ele andava aqui pelas ruas do centro da cidade. Nós vamos sair para conversar com as pessoas e tentar saber mais. a respeito dele. Conhece esse rapaz aqui, ó? Não, >> não. >> Eu já vi ele por aqui. >> É, ele dormiu lá no abrigo. É casa de estar onde eu tava. >> Já, rapaz, já vi. >> Já vi. Aí, ó. >> Quem é? >> Ó lá. Eu conheço ele porque ele ficou aí com nós com nós >> na rua. >> Na rua. Danila, essa pessoa da foto é você? >> Sim. >> Como é que você chegou nessa situação? Nesse dia aqui eu nem me lembro. Minha irmã aqui me mostrou essa foto. Provavelmente nesse dia aqui eu tava muitos dias na rua. Foi a partir dos 14 anos, né? Comecei a usar droga, a beber, a fumar. Comecei a ir para baile, tava no vício maior, já tinha chegado na cocaína onde perdi o emprego. Depois dessa época aí perdi o emprego e não consegui mais deixar de usar. vendia as coisas de casa, tipo, eu começava a pegar minhas roupas novas, boné, computador que eu tinha dentro de casa, arrancava fio, cheguei tirar fio de dentro de casa, de uma casa que a minha mãe morava, eu cheguei a arrancar o fio, não podia ver nada com valor, podia haver uma carteira, não podia haver um celular. até o momento que depois eu me ajuntei com a mulher, ela só ela trabalhava, eu ficava dentro de casa furtando as coisas, mesma coisa, tirava de tudo dentro de casa e ela sempre foi dando oportunidade. Foi 11 anos ela aguentando isso, minha filha vendo a situação que nem minha filha sempre presenciou isso daí. Aí foi assim, aí nós terminou, foi aonde nós terminou que as coisas piorou, aonde como eu gostava muito dessa pessoa, aí eu me joguei mesmo na rua. Aonde tinha droga, eu tava fazia alguma coisinha ali para ganhar um dinheiro ou ia buscar, porque eu não queria ficar em casa. Porque eu sabia, se eu ficasse em casa nessa situação, eu ia tirar de novo alguma coisa dentro de casa. Então eu preferia muitas vezes ficar na rua, até mesmo porque eu não conseguia me controlar. andava ali a baixada praticamente toda, né? A situação que eu cheguei nesse nesse dia, a situação que eu cheguei em casa, não sabia nem da onde tinha vindo, como tinha chegado nessa situação, quantos dias eu tava sem tomar banho. Teve vez que eu fiz nesse [música] urinei na roupa que onde eu eu não tinha nem roupa para me trocar, porque as roupas que doava pr para mim pegava e vendia para usar droga. Então, só andava com a peça da roupa para ver como não tomava banho mesmo. Só tinha uma peça de roupa. Eu mesmo não me aguentava. Eu mesmo levantava o braço assim, não aguentava o cheiro, olhava pro meu pé. Meu pé todo preto, cascudo. Tinha uma vez eu tava com chinelo, com chinelo não tinha nem mais a parte do dedo de tanto andar na praia ali no sol. O chinelo se corroeu. Ia em lixo pegar comida. Teve uma vez que eu peguei, não tinha nada para comer, tinha uma comida cheia de cabelo, só tirei os cabelos assim, como eu tava com muita fome, acabei comendo. Situação, Situação, várias outras situação de pegar resto de comida assim, teve uma vez que eu fui beber um, achei que era um guaraná, quando eu dei uma golada era logo urina. >> Você chegou a beber urina, então? >> Cheguei a beber urina. >> Você se sentia como ali na rua? >> Ah, senti um lixo, né? Já não tinha, eu mesmo já não tinha mais esperança de ter uma vida transformada. Eu achava que aquilo dali ia ser meu fim. Hum. achava que já era. Não, para mim não tem mais jeito. Para mim vou terminar nessa vida, essa situação que eu vivia, minha família, ela sofria muito e eu vi ali, principalmente minha mãezinha que sempre criou e minha irmã sozinha, nós não teve pai e ela sempre criou nós. Então, pensa uma decepção para ela, ver um filho que ela criou sozinha, entrar no mundo das drogas, se morar numa [música] situação de rua. O que marca a vida do Danilo é justamente esse período em que ele viveu na rua, muitas vezes dormindo assim, ó, ao relento, em colchões colocados em praças, em diversos locais da [música] cidade, dividindo refeições com os colegas, fruto de doações que ele recebia de algumas pessoas que se sensibilizavam com a situação dele. [música] [música] Teve um dia que minha filha começou a ir pra igreja com a minha mãe frequentar, aonde todo dia que ela ia na EBI, ela chegava. Minha mãe, tipo, eu não gostava quando minha mãe vinha meir, minha filha ia lá, meia, orava ali para mim, sempre falava: "Para de fumar, pai, para de beber, eu preciso do senhor comigo". [música] [música] Então, ali foi aonde eu vi ali que ela tava lutando ali, tipo, fazendo um propósito para a mudança através da IBI. Quantos anos a sua filha tinha? >> Ela tinha de sete para 8 anos. E ela na EBI começou a fazer um propósito [música] junto com a minha mãe. Minha mãe na igreja e ela na EB começou a fazer um propósito. Aonde ela viu que aquela vida que eu vivia não era certa. >> [música] >> Um dia ela chegou, mostrou um desenho, tipo um propósito ali que a tia da EBI tinha dado para fazer ali um desenho de uma pessoa que ela queria que [música] mudasse, que tivesse numa situação não boa. E ela pegou, ela fez um desenho e me mostrou, falou: "Pai, isso daqui é o Senhor". Todo propósito que ela fazia, ela falava: "Um dia eu vou te ver bem, pai. Um dia eu vou te ver fora dessa vida, pai, no totalmente transformada". Ela sempre vinha numa numa palavra. Tu via ali que não era de uma criança, era [música] espiritual mesmo. Tu via que era um anjo mesmo, um enviado de Deus mesmo para falar, que ela sempre via ali e eu ficava, eu parava assim, ficava olhando, eu falava: "Não, não é possível, [música] é Deus mesmo". usando a boca dela para tá passando para mim, aonde eu fui comecei a ficar no abrigo. E nesse dia que eu cheguei no abrigo foi numa terça-feira, aonde [música] os anjos da madrugada foi lá de noite. Eu sou esse daqui, ó, camisa do Corinthians. aqui aonde eu escutei um testemunho muito maravilhoso, dois testemunhos de dois rapais que chegou morar na rua e outro que era traficante, aonde eu abriu ali abriu minha visão. Então, foi aonde eu prestei atenção na palavra, aonde [música] que eu me lembro da palavra que foi até hoje, que sempre essa palavra falou comigo e nesse dia ali eu vi que era para mim, aonde foi Salmos [música] 37:5, que fala: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará". Aonde eu fiquei meditando nessa palavra, perguntando para Deus: "O que quer entregar tudo, Senhor?" Quando eu levantei no dia 8, tava com droga, com dinheiro no bolso, mas eu acordei numa sensação tipo de largar essa vida que eu peguei, joguei tudo fora. Eu falei: "A partir de hoje eu não uso mais nada disso daqui." >> [música] >> Peguei e fui pra [música] igreja 6:30 da manhã. Foi até no dia 18 de maio do ano passado. Sentei [música] lá tudo sujo, ninguém queria sentar do meu lado, todo fedido. Eu falei: "Não vou ligar para nada, não quero, quero só Deus". E fui, cheguei no pastor, pedi uma Bíblia para ele, ele falou: "Vai ali no altar e faz um volto com [música] Deus". Nesse momento eu cheguei no altar, eu me entreguei, me arrependi de tudo que eu tinha fazendo. Eu falei: "Senhor, eu não sou nem digno de estar aqui, Pai. Tô aqui do jeito que eu tô, [música] Pai. Eu não tenho nada para te dar, mas eu vou me oferecer, Pai, a minha vida pro Senhor. Eu não aguento mais viver nessa vida, Senhor. Daí pegou aí o pastor, depois que eu fiz essa entrega, me deu a Bíblia, que eu sabia que eu precisava de uma Bíblia, até mesmo porque eu tava ali na rua, só ia ter, não ia ter nada que prestasse. Então eu precisava da Bíblia até mesmo para mim se isolar. Aí dia 8 foi o dia que eu cheguei na igreja. 10 dias depois fui me batizar nas águas. Nisso aí já eu [música] já fui já vendo que ali mesmo eu tava sendo mudado. Já comecei a tomar banho, já chegava, era o primeiro em tomar banho. Antes de sair do abrigo, tomava outro banho. Comecei a ler, comecei a jejuar. Fui até o tempo que teve o jejum de Daniel. Eh, acordava de manhã, tinha um lugar que dava um lanche, eu falava: "Não, Senhor, primeiramente eu vou me alimentar da tua palavra". ia direto paraa igreja depois que ela terminava o culto, nem tinha mais este lanche. Mas eu falava: "Não, Senhor, minha prioridade é o Senhor". Aonde eu entendi ali que, primeiramente buscar o reino dos de Deus, né? E as demais coisas irão vi, aonde eu entendi, aonde eu comecei a me entregar pro reino de Deus, aonde eu comecei, eu falei: "Não, eu quero buscar esse reino de Deus". Aí até que veio a campanha da fogueira santa, aonde ali o pastor ensinou que quem não tinha um Espírito Santo que priorizasse o Espírito Santo. No domingo, que foi o domingo principal para entregar o voto, eu tinha trabalhado no sábado, onde comecei fazendo teste no sábado. Nesse dia da de subir no altar, eu me entreguei ali. Eu falei: "Senhor, toda essa esse lixo que eu sou, tô te entregando, pai". Eu fiz uma oração tão sincera para Deus, falei: "Não, Senhor, hoje eu quero o teu Espírito Santo. Se eu não receber o teu espírito nesse hoje, pai, eu não vou conseguir, Senhor. O Senhor sabe como eu que somente o Senhor que vai sustentar eu de pé, Pai. Somente se eu tiver o teu Espírito Santo, eu vou conseguir. Eu não quero nada além disso. Eu, primeiramente eu quero, Pai, ter um encontro real contigo. E depois da oração ali, foi um dia tão maravilhoso, aonde falou: "Tu é meu filho agora, agora sim tu tá batizado. Agora sim tu é meu filho. Agora tu tá liberto, curado. Agora sim, eu sou o teu pai". Não tinha pai, nunca tive pai. aonde eu tive o amor do pai verdadeiro, do amor do [música] pai celestial. [música] A minha história só tá começando. Um novo homem, um novo caráter, um pai, um filho, um irmão. Nunca mais coloquei nada na minha boca dos vícios que eu tinha. amizade mesmo, já nem já nem mesmo eles vão me procurar, né? Que Deus mesmo afasta de você. Em menos de um mês eu já tinha voltado para casa mesmo sem eu pedir. Deus mesmo fez isso. Minha filha fala: "Não, o senhor é o melhor pai do mundo". E teve nesse dia aqui, dia 3 de abril, família ao pé da cruz, aonde eu e minha filha tivemos no Itaquera. Foi uma bênção, >> Danilo. Graças a Deus, hoje em dia, tá longe da rua, trabalhando. Ele vai pra igreja e traz a palavra também até para mim, pra minha mãe e pra minha sobrinha. >> O que aconteceu em um ano na sua vida que não aconteceu nos 18 que você passou aí na rua? aí na rua? >> Ah, primeira coisa foi ter a presença [música] de Deus, né? E a segunda é a paz que eu tenho dentro de mim. É viver essa paz, é viver na presença de Deus. E que nem fala, que nem eu falei aquela passagem, né, que falou muito comigo, entrega o caminho, entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele falar, ele tá preparando tudo. Isso é só o começo. Hoje eu faço parte dos anjos da madrugada, daquele que um dia eu fui acolhido, hoje eu faço parte para acolher. acolher. >> Toda terça-feira ele vai no no abrigo aqui, ó, fazer oração. Ele é da igreja, como é que é o nome? >> É Universal. Nós nós crê que um dia nós também vamos a ser como ele. >> Eu nunca imaginei isso. Nunca. Nunca imaginei que eu ia estar assim bem, que eu mesmo já não tinha mais esperança. Eu deixei no altar essa vida aqui e Deus me deu essa vida. [música] A promessa de Deus através do profeta Joel é: "E restituir-vos ei os anos que comeu o gafanhoto, todas as pragas, todas as desgraças que roubaram os anos da sua vida, eu vou restituir." Assim como uma mulher grávida que depois de 9 meses aquelas dores, aquele parto doloroso, quando ela segura o filho nos braços, ela esquece dos 9 meses. Assim está o Danilo agora neste último ano que faz com que ele esqueça os 18 que ele morou na rua. Deus restituiu, está restituindo tudo na vida dele. Vai fazer muito mais. como ele disse, está só começando. E essas pessoas que estão assistindo precisam crer nessa promessa. Restituir-vos. Ei, domingo agora vai ser o domingo da restituição para quem crê. É, e uma coisa é restituir horas, meses, dias, outra coisa é restituir anos. Ou seja, não importa quanto tempo você esteja sofrendo, não importa quantos erros você cometeu e por quanto tempo você cometeu. Deus ele promete restituir os anos que você perdeu. Então não fique olhando para trás. Há uma promessa que vai se cumprir se você fizer a sua parte. E interessante, né? Tem muita gente, bispo Renato, eu tava pensando aqui que quando elas olham para nas ruas e vem alguém na condição que ele vivia, tem gente que diz assim: "Poxa, Deus não faz nada. Por que que Deus não dá uma roupa nova para essas pessoas?" Olha, elas estão mal trapilhas, mas a gente vê que na verdade isso é pequeno. Deus não dá uma roupa nova pro homem, ele dá um homem novo para aquela roupa. Ou seja, ele entrou com a roupa velha, mas saiu sendo um novo homem, >> porque ele rasgou o coração, né? Ele foi sincero. Pastor Claldo, fale com essas famílias que tem alguém dentro do presídio, essa pessoa que está nos assistindo no presídio agora, que diz assim: "Eh, para mim acabou". Ele achava, para mim é o fim. Quando ele estava lá na rua, ele pensava assim: "Acabou, eu vou morrer assim, acabou. Para mim é o fim da minha vida é essa aqui." E essa pessoa tá no presídio, o familiar tem um familiar no presídio e ela pensa que esse é o fim. Fale para essas pessoas o que Deus quer fazer na vida delas. É porque de repente a sua tristeza ela ela tem sido tão grande quanto a dor daquela criança de ver o pai 18 anos na rua mendigando, bebeu lá urina. A senhora colocou um filho, uma filha no mundo para est dentro de uma cadeia. E você diz assim: "Olha, será que isso tem jeito?" Tem jeito, tem jeito. E nós temos mostrado aqui para você todos os dias. em breve será o seu. E se você quiser, você quiser, nós podemos ajudar você, ô bispo Renato. >> Essa é a fé. Então, você que nos assiste onde você estiver, a fogueira santa do monte Sião é para isso, é paraa restauração da vida. Agora você tem que decidir, ah, eu intercedo por mim ou intercedo por meu familiar? Qual é, qual é a minha, a minha posição? Eu faço por mim ou eu faço por um familiar que está perdido? Bispo, você viu a história do Danilo? A filha dele e a mãe dele estavam no altar. Elas já estavam no monte Sião, já estavam com Deus, já tinham a presença de Deus. Então elas podiam interceder pelo Danilo que não tinha. Quando ele veio pra igreja, o pastor falou para ele: "Você tem que priorizar o Espírito Santo". Então ele batizou nas águas, se arrependeu e logo buscou o Espírito Santo, foi para o altar por ele, porque ele ainda não tinha a presença do Espírito Santo. Então você tem que se decidir, você tem que se posicionar. Você faz a fogueira santa, você vai ao altar por um familiar, porque você já está no monte Sião, você já é de Deus, você já está cheio do Espírito Santo, então você pode interceder por alguém que está vazio ou você ainda está vazio. Portanto, não adianta você querer encher alguém, você tem que ir pro altar por você mesmo. Decida qual é a sua fé e qual é a sua necessidade. Faça isso. E já neste domingo aqui no templo de Salomão, nós estaremos nesta fé da fogueira santa do monte Seão, a maior campanha para transformação de vida que acontece na Igreja Universal está acontecendo agora neste domingo, 7 da manhã, 9:30 e 18 horas na Celso Garcia 605 no Bras. E você que está aí no Pará com o pastor Valdir, Belém do Pará, neste domingo, pastor Valdir, as pessoas que nos assistem devem participar aí na nossa catedral em Belém do Pará. >> Com toda certeza, bispo. E haverá um antes e um depois. O mesmo Deus que agiu na vida do Danilo vai agir na sua vida. Você que está sofrendo desesperado nesses mesmos horários na BR316, km1, número 318, aqui no Entroncamento aqui em Belém, região metropolitana, interior do Pará, no Marajó, nessa mesma fé, bispo, subindo ao monte Sião. >> Exatamente. e também em São Vicente, onde o Danilo participa aqui na Baixada Santista, você pode participar aí na Universal de São Vicente, na rua Campos Sales, 269, no centro de São Vicente. Participe aí e em qualquer endereço da Universal, em qualquer parte do Brasil. Agora é momento de oração. Se você tem a sua Bíblia, pegue aí e nós vamos clamar. Coloque a sua Bíblia aí aberta, se possível, no livro de Joel, e nós vamos clamar a Deus agora. [música] Senhor, nosso Deus e nosso em nome do Senhor Jesus, aqui está a tua palavra. Não é palavra de homem, não é palavra de teólogo, nem de religião, é a palavra [música] do criador, do Senhor dos céus e da terra. O Senhor disse que se nós nos humilharmos, te buscarmos, rasgarmos o nosso coração, meu Pai, e voltar-nos para ti, o Senhor ouvirá do céu. O Senhor restituirá os anos que o gafanhoto do vício, o gafanhoto da miséria, da droga, da separação, da depressão, consumiu. O Senhor restituirá. Então, meu Pai, como o Senhor restituiu a vida ao Danilo, o Senhor ouviu o clamor da sua mãe, da sua filha, e o Senhor honrou a fé, honrou a tua palavra, porque ele creu. Ele ouviu uma palavra lá no abrigo onde ele estava, a palavra que diz: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará". Ele creu nessa palavra, meu Pai. Então, que essa pessoa que ouve a tua palavra, que recebe esta oração, participa desta programação agora, meu Deus, que a tua palavra entre nela, que ela creia que sim tem jeito para ela. Ela achava que era o fim, mas não é o fim, meu Pai. O Senhor pode transformar essa situação impossível num milagre maravilhoso, no em algo que vai glorificar o teu nome, que vai fazer com que todos digam: "Grandes coisas fez o Senhor". Ó meu Pai, é isso que nós te pedimos, grandes coisas. A fogueira santa é para grandes coisas, não é para coisas pequenas, mas para coisas maravilhosas, espantosas. Faz essas coisas espantosas, meu Pai, na vida daqueles que creem, aqueles que estão se preparando para subir o altar, seja por si mesmos ou por um familiar. Que o Senhor, meu Deus, abençoe a vida dessas pessoas e seja glorificado nelas com os testemunhos em nome do Senhor Jesus. É o que pedimos e cremos que o Senhor já nos atendeu, meu Pai, pois é a tua palavra que está em jogo aqui. Não somos nós, nem os nossos méritos, mas a tua promessa em o nome do Senhor Jesus. E você que crê no seu coração, diga amém. E graças a Deus. [música] Graças a Deus. Nós nos vemos domingo aqui no templo de Salomão e você que vai participar em qualquer universal e nesta segunda-feira de volta aqui neste horário nesta emissora com mais um passo rumo à fogueira santa do monte Sião. Deus te abençoe. [música] O calendário diz que a primeira metade do ano já passou. >> [música] >> O tempo está além do que podemos controlar. E talvez [música] você esteja pensando no que perdeu e tenha medo de nunca recuperar. Mas o segundo semestre pode ser de recomeço e restituir-vos [música] ei os anos que comeu gafanhoto. Deus é [música] senhor do tempo e promete restaurar anos perdidos a quem se voltar para ele e o colocar [música] em primeiro lugar. >> [música] >> Neste domingo, 5 de julho, o domingo da restituição, [música] às 7, 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia 605, [música] [música] Pras e em todas as igrejas Universal. Para mais endereços, [música] acesse universal.org/localizar. >> [música]