Igreja Batista da Lagoinha
11 de outubro de 2026
40min
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Nota deste sermão
86
de 100 pontos
Um sermão expositivo e pastoralmente saudável sobre Lucas 7, centrado na graça, no perdão e na adoração, com apenas pequenas ressalvas doutrinárias sobre juízo final e aplicação do perdão.
Critérios e notas consideram a tradição Batista Renovada / Carismática (Igreja Batista da Lagoinha)
Análise gerada por IA em 12 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Ó, aqui a palavra de Deus, ela diz assim, Lucas capítulo 7, a partir do verso 36, convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa. Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, uma mulher pecadora daquela cidade trouxe um frasco de alabastro com perfume e pôs-se atrás de Jesus aos seus pés. chorando, começou a molhar os pés dele com as lágrimas. Depois, ela os enxugou com os cabelos, beijou-os e ungiu com um perfume. Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: "Se este homem fosse profeta, saberia quem está tocando nele, que tipo de mulher ela é, uma pecadora." Então Jesus lhe disse: "Simão, tem algo para dizer a você?" Diz: "Mestre", respondeu ele. Dois homens deviam a certo credor. Um lhe devia 500 denários e o outro 50. Como nenhum dos dois tinhas como lhe pagar, ele perdoou a dívida a ambos. Qual deles o amará mais? Simão respondeu: "Suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior, você julgou bem", disse Jesus. Em seguida, virou-se para a mulher e disse a Simão: "Vê esta mulher? Entrei na sua casa, mas você não me deu água para lavar os pés. Ela, porém, molhou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os cabelos. Você não saudou com beijo, mas esta mulher, desde que entrei aqui, não parou de beijar os meus pés. Você não ungiu a minha cabeça com óleo, mas ela derramou perfume nos meus pés. Por isso digo a você, ela amou muito porque seus muitos pecados lhe foram perdoados. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama. Então Jesus disse a ela: "Os seus pecados estão perdoados". Os outros convidados começaram a dizer entre si: "Quem é este que até perdoa pecados?" Jesus disse à mulher: "A sua fé a salvou. Vá em paz. Fe seus olhos por um instante. Pai, esta é a tua palavra, Senhor. Clamamos a ti nessa noite de domingo, domingo de ceia, da mesa dos santos, para que o Senhor se digne a falar ao nosso coração. Nós estamos aqui confessando a nossa pequenez diante de tanta grandeza de ensinamento que o texto contém, Pai, e que por nós mesmos nós não conseguimos extrair essas pepitas de ouro que podem saciar a nossa alma. É por isso que clamamos pela mediação do Espírito Santo, para que ele abra os olhos do nosso entendimento, para que ele abra o nosso coração para receber essa semente da tua palavra. nos permita, pai, sermos tocados por ela. Nos permita sermos feridos por ela, nos permita sermos curados por ela, nos permita sermos avivados pela tua palavra, de modo que a partir desse encontro a nossa vida nunca mais seja a mesma. É o que nós te pedimos em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo de Deus. Amém. Amém. E amém. Irmãos, o tema que eu quero compartilhar aos irmãos é a mesa de Simão, o fariseu. Mas antes de eu começar pregar, deixa eu perguntar, tem algum pentecostal aqui hoje? hoje? >> Ele sempre vem, Ítalo sempre vem, [risadas] tá glória. Então nós vamos marchar. Eu já tô de terno. A toalha tá aqui, só falta o helicóptero. Não falta mais. Oh Jesus. Irmãos, é engraçado porque a mesa de Jesus é diversa. Semana passada, se não me engano, estava pregando sobre Jesus convidando um publicano para se assentar com ele. Ou na verdade um publicano convidando Jesus para se assentar com ele. Levi, um dos discípulos de Cristo, que outrora era um cobrador de impostos. Agora nós temos dois capítulos à frente. Aquilo era o capítulo 5, nós estamos no sete. Agora não é um publicano, alguém não quisto na sociedade judaica, agora é um fariseu. Agora é um homem que faz parte de um partido religioso judaico. Agora é um homem da nobreza, agora é alguém que tem princípios religiosos. Agora é alguém que é bem quisto frente às pessoas. É claro que Simão, esse fariseu, não está interessado em ter uma comunhão verdadeira com Jesus. Ele se utiliza de um instrumento de comunhão verdadeira para de alguma maneira julgar, para de alguma maneira analisar, para de alguma maneira tentar prescrutar qual tipo de mestre é Jesus. Afinal Jesus não vinha de uma escola rabínica como os outros mestres. Afinal, Jesus caminhava com uma multidão seguindo, operando milagres. Eles queriam entender se esse homem falava da parte de Deus ou falava da parte de algum espírito imundo. E essa era uma acusação que já havia sido trazido a baila para acusar Jesus de fazer os seus milagres em nome de demônios, em nome de Beusebu. Ele chama Jesus. O mais interessante, irmãos, é que Jesus aceita o convite, que Jesus não resiste. Imagina você, irmãos, uma pessoa que você sabidamente te persegue ou pretende te perseguir, te chama para jantar na casa dela, eu tenho certeza que você recusaria, ou pelo menos eu recusaria. Fala assim: "Tá doido, eu não vou lá não. Vai me dar comida envenenada". Todo mundo tem alguém desse tipo, né? Eu me lembro minha mãe tinha uma vizinha que ela de vez em quando se engalfinhava com ela e essa vizinha sempre me chamava para tomar um café da tarde na casa dela. E minha mãe fala: "Filho, você não vai, porque vai que essa maluca coloca veneno na comida lá, te envenena, você não vai de jeito nenhum". Falei: "Não, mas a gente repreende ela. Não tente o Senhor teu Deus, você não vai agora, mas Jesus não sou eu, né? Jesus é ele, é Deus. É interessante porque Jesus vai. E esse encontro é um encontro que tem três personagens que nós podemos nos identificar com ele. Jesus. Se você é perfeito e não tem nenhum tipo de pecado, se você é santo, imaculado, se há sobre a sua vida uma vida sem nenhum tipo de erro, eu acredito que não. Pelo menos as pessoas que eu conheço, a maioria delas tem lá os seus desvios e os seus tropeços. Começando de mim, cortamos Jesus da lista. Só há outras duas pessoas para nos identificar, porque essas são as duas pessoas que precisam e que são alvos do evangelho. A primeira é Simão, o fariseu, o religioso justo, aquele que acha que tá tudo certo, aquele que caminha pelos seus próprios méritos, aquele que desenvolve um relacionamento a partir da sua própria justiça. E é uma mulher, uma pecadora que não tem tradição religiosa, só tem ela, os seus pecados, a sua culpa e o seu desespero. Ambos encontram com Jesus. Agora é engraçado a maneira com que ambos reagem à presença de Jesus. É sobre isso que eu quero falar um pouquinho com você. A gente tá com uma mesa posta aqui. Jesus tá à mesa. Quem nós somos? Fariseu ou uma mulher pecadora? Olhe comigo o que o texto diz. O verso 36. Convidado por um fariseu para jantar. Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa. Primeira aplicação que nós podemos extrair daqui é que muitos até convidam Jesus, mas não o honram. Irmãos, era de prache que almoços ou jantares jantares entre mestres e rabinos era uma espécie de concílio teológico para definir o destino de uma sinagoga ou de toda uma região a partir de problemas reais que aquela comunidade vivia. Eles decidiam ali naqueles jantares, nessas refeições e os embates teológicos eram testemunhaos por várias pessoas. Então, era comum que a casa de fariseus de renome em determinados lugares fossem casas grandes, com salas grandes, portas grandes, janelas grandes, aonde a refeição podia ser acompanhada pelas pessoas na rua, porque aquilo era interessante, era uma espécie de debate teológico. Para isso, haviam cerimônias de honrarias que eram feitas para receber as pessoas, como, por exemplo, lavar o pé de alguém. Imagina um viajante que vem de uma cidade para outra, 12 a 3 km de caminhada a pé, chega com as suas alpargatas, não havia tênis, não havia sapato fechado, era sandálias, longas caminhadas debaixo de terra batida, chegando com pé sujo. Era comum que ao receber mestres em honraria ao conhecimento teológico, a importância social que aquela pessoa representasse, que você colocasse disponível para ele vasilhas, bacias, para que ele pudesse lavar os pés e pudesse comer com tranquilidade. A mesa, aca na sua casa, alta, que você se assenta em uma cadeira, não. Era uma espécie de tamburete no chão aonde as pessoas se reclvam, os pés ficavam perto da comida e ninguém quer comer uma comida que tá com pé imundo, não é verdade? Se olhar para uma pessoa, se olhou pro frango aqui e viu o pé dele com a unha encravada, inflamada, eu tenho certeza que seu apetite vai embora. Não é assim? A questão é que esse Simão, que era um nobre, um fariseu, um líder religioso, ao receber Jesus não recebe Jesus com honra. Ele até convida Jesus paraa casa dele, mas ele não está disposto a honrar a presença dele na casa. Isso aqui é assustador, irmãos, porque existem pessoas que até podem receber a presença de Cristo, mas não honram a presença de Cristo dentro da sua casa. Não basta só ter Cristo presente na sua vida se você não honrá-lo com a sua própria vida. Irmãos, imagine que nós estamos aqui na igreja e chamamos isso aqui de maneira figurativa como a casa de Cristo, porque ela é o centro desse lugar. Mas a gente não permite que Cristo seja o centro. a gente faz do nosso jeito. Nós não respeitamos, não zelamos, não veneramos a presença dele. Mas a casa de Cristo não é esse templo feito de concreto e cimento. A casa de Cristo é você. Por que você vive se Cristo ainda ou vive como se Cristo não tivesse presente dentro do seu coração? Porque não adianta ser crente dentro da igreja, irmãos. Você tem que ser crente dentro de casa. de casa. Você tem que ser crente no seu trabalho. Você tem que ser crente na sua faculdade. Sabe por quê? Porque a presença de Cristo tá lá na sua casa, tá lá no seu casamento, tá lá na sua faculdade, está em todos os lugares da sua vida. Talvez um dia até em uma oração nós convidamos a Cristo. Você cantou: "Entra minha casa, ô Jesus. Passa lá em casa, Jesus". E ele passou. Você não honrou e ele foi embora. Que vida miserável teremos se ao percebermos que Cristo está presente, não o tratamos com a honra que lhe é devida. devida. Ô irmão, porque quando Cristo tá, não tem espaço para mais nada, irmão. Porque quando a presença de Cristo preenche, todos os vazios da nossa alma começam a ser permeados pela presença dele. Não há espaço mais pra nossa ira. Não há espaço mais pro nosso egoísmo. Não há espaço mais pra nossa gritaria. Não há espaço mais para ouvir o que queremos, porque Cristo chegou e com ele os holofotes se voltam para ele. Nós queremos ouvir dele, nós queremos perceber ele, nós queremos nos relacionar com ele, porque ele não é só um convidado, ele é o convidado de honra. Que a partir de hoje Jesus seja o convidado de honra na sua casa. >> Que a partir de hoje Jesus seja o convidado de honra no seu casamento. Que a partir de hoje Jesus seja o convidado de honra nos seus negócios. Que a partir de hoje Jesus seja o convidado de honra na sua agenda. Que a partir de hoje Jesus seja o convidado de honra do seu coração. Meu irmão, nós damos toda a honra para ele. Simão não tava disposto a fazer isso. Só que Simão não tava, tinha alguém que tava. que é sempre assim, a gente tá no culto aqui, talvez alguém não tá disposto a dar honra a Jesus, mas se alguém não tá, tem outro que tá, irmão. Versículo 37 ao 38 diz: "Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, uma mulher pecadora daquela cidade trouxe um frasco de alabastro com perfume e se pôs por detrás aos pés de Jesus." Chorando, começou a molhar os pés dele com as suas lágrimas. Depois ela os enxugou com os cabelos, beijou e os ungiu com perfume. Segundo a realidade é que alguns diante da presença de Jesus se rendem em adoração. >> Irmão, Jesus não tá nem na casa dessa mulher, mulher, tá na casa de Simão. Mas essa mulher, sabendo que Jesus estava na casa de alguém, ela quer ir até onde a presença de Deus está. Porque tem gente que é caçador da presença de Deus. Eu oro para que você pare de caçar boa música. Eu oro que você pare de caçar boas palavras. Eu oro para que você pare de procurar coisa que vai massagear o seu ego. Que a sua principal preocupação seja aí aonde a presença de Jesus está. Se a presença de Jesus tá para cá, vamos correndo para cá, porque eu não posso viver nem mais um minuto da minha vida sem perseguir a presença de Deus. Se a presença de Jesus tá para cá, eu tô perseguindo a presença de Deus. Agora, sabe o que é interessante? Porque aqui há um tipo de pessoa perseguindo a presença de Jesus. Isso aqui não choca porque há um tipo de gente que a presença de Jesus atrai. Texto bíblico diz que ela era uma mulher da cidade pecadora. pecadora. E 100% dos comentaristas bíblicos vão dizer que a única profissão que poderia fazer Lucas, o mais refinado escritor do Novo Testamento, aquele que escolhe muito bem as palavras no sentido de evitar qualquer tipo de escândalo, ele tá sendo extremamente polido em falar de que tipo de mulher que é e justamente pela indignação de Simão. E ele troca o nome do pecado dela por um termo que é extremamente plural, pecadora. a gente vai dizer, né, que ela ganhava a vida por meios nada ortodoxos, não é assim, Mateus? Ou uma outra palavra, os mais antigos, ela era uma rameira, Hugo, uma prostituta que ganhava a vida vendendo o seu próprio corpo para dar prazer para alguém em troca de sustento. É essa mulher que quando percebe que Jesus tá em algum ambiente, ela decide sair da posição de prostituta e entrar na posição de adoradora. E quando ela entra na posição de adoradora, sabe aonde ela vai? Ela não entra no meio da mesa tentando ocupar o centro da discussão. Ela vai por trás aos pés de Jesus. Porque ela não quer chamar atenção, irmãos. Ela quer os pés de Jesus. Porque adorador sabe o seu lugar. E sabe qual é o lugar de um verdadeiro adorador? O lugar do verdadeiro adorador não é no centro da reunião. O lugar do verdadeiro adorador não é a luz do holofote. O lugar do verdadeiro adorador é aos pés de Cristo Jesus. Ai, irmão, nós precisamos voltar aos pés, irmão, porque hoje a igreja se tornou um grande centro de promoção individual. São homens que usam o nome de Cristo para promover o seu próprio nome. Muitos querem o trono de Cristo, mas não querem os seus pés. Muitos querem a destra de Cristo, mas não querem os seus pés. Muitos querem o lugar à direita e o lugar à esquerda, mas não querem os seus pés. Muitos querem a coroa do reino que Cristo vem estabelecer, mas não querem os seus pés. Mas essa mulher, uma verdadeira adoradora, não quer a coroa, não quer as mãos, não quer o trono, não quer status, não quer nome, não quer registro. Ela quer os pés. Eu creio que nesses dias Deus está levantando uma geração de verdadeiros adoradores que não se preocupam com plataformas, que não se preocupam com coroas, que não se preocupam com posição, que não se preocupa com divulgação, porque tudo que eles querem é os pés do Senhor Jesus, meu irmão. Vamos, igreja, volte pros pés. Vamos, adoradores, volte pros pés. O nosso lugar é aos pés do Salvador, meu irmão. irmão. >> Aleluia. Uh, meu irmão, ela não profere uma palavra, ela adora com a vida. Ela chora, ela quebranta. Agora é engraçado que aqui você tem um episódio adoração. Versículo 39 diz: "Ao ver isso, o fariseu que havia convidado, disse a si mesmo: "Se este homem fosse profeta, ele saberia quem está tocando nele e que tipo de mulher ela é uma pecadora." Terceiro ponto, quem não adora Jesus censura a adoração do outro. Tá aqui, irmão. Tá o fariseu ao invés de adorar Jesus julgando, porque Jesus aceita a adoração da mulher. Tá dizendo como que Jesus não tem nojo dessa mulher tocar no corpo dele? Como que Jesus permite que essa mulher beije o pé dele? Como que Jesus permite essa aproximação? Isso é promisco aqui na minha sala. Isso é nada ortodoxo, isso aqui é nojento. Mas há uma realidade inefável no evangelho. É que Jesus não tem nojo de pessoas. >> Não interessa se você chegou aqui sujo. Não interessa se você chegou aqui imundo. Não interessa se as suas mãos são pecaminosas. Jesus não tem nojo de você, meu irmão. >> Jesus se permite ser tocado. Para um judeu, o toque durante a refeição era algo extremamente delicado. Eles acreditavam que o que eles comiam poderiam contaminar a alma, o coração. Por isso, lavavam as mãos. Eram higiênicos para evitar que impurezas entrassem no corpo, contaminando a alma. Mas Jesus já havia ensinado, contradizendo esse ensino, dizendo que não é o que entra pela boca que contamina o coração. Na verdade, o coração que torna sujo, que sai da boca. É o coração que contamina as coisas. Esse judeu não quer ser tocado por ela porque ele tem medo de ser contaminado, mas ele não tá entendendo que quando aquela mulher toca em Jesus, não é ela impura que contamina Jesus, é Jesus santo que purifica uma pecadora que toca nela. Jesus não é desinteressado ao toque. Ele tá dizendo, quer ser purificado, toque nos meus pés. Quer ser curado? Toque nas minhas orlas. Quer se lembrar, toque nas feridas das minhas mãos. Toque na cicatriz do meu corpo. Jesus tá dizendo: "Eu quero uma experiência tão real que não é para tocar apenas o seu coração emocional. Ele quer que você toque nele e ao tocar nele, ele vai te purificar. Meu irmão, eu vejo pessoas leprosas emocionalmente sendo purificadas. Jesus está tocando em você nessa noite. Eu vejo pessoas condenadas pela culpa, sendo purificada. Jesus está tocando em você nessa noite. Eu vejo pessoas condenadas pelo passado, sendo perdoadas. Jesus está tocando em você nessa noite, meu irmão. Meu Deus. Aleluia. Ele tá vendo alguém adorando, mas tá censurando quem tá adorando. E ele não quer adorar. Quem que você é nessa noite, irmão? o que adora ou o que fica fiscalizando a adoração do outro. outro. Isso aqui é duro, porque a gente pode virar somelier de jantar de Cristo. Preste atenção, Jesus tá presente. O jantar tá na mesa, tem alguém derramando em adoração e tem alguém preocupado em saber a opinião de Jesus a respeito de quem o adora. Irmão, deixa eu te dizer, você não tá aqui como juiz, só tem um tá sentado no alto sublime trono. Para de preocupar se o do lado chora, se o da esquerda grita, se o outro pula, se o outro salta. Para de preocupar se um cruza o braço, o outro bate a cabeça. Irmão, aqui tem o Espírito e onde o Espírito Santo há, está ali a liberdade. Sabe qual a nossa preocupação? É não perder a oportunidade de adorar o adorado que merece est em lugar de evidência. Não perca a oportunidade. Você não vem aqui para ficar reclamando da vida. Jesus está sentado à mesa com você. Não vem aqui para ficar lambendo as suas feridas. Jesus tá sentado na mesa. Não veio aqui para ficar lembrando o seu passado. Jesus tá sentado à mesa com você. Quando Jesus tá na mesa, a gente vai pro pé e chora, porque entende que só aos pés de Cristo há perdão, a graça, a misericórdia, a salvação, a continuidade, a apontamento é ele, irmão, com a sua graça maravilhosa que nos alcança. Não há outro espaço. Você precisa ir para esse lugar. Perceba que Simão não falou, ele pensou. A Bíblia diz que ele olhou, ele foi julgando. Que negócio estranho. Esse esse Jesus é esquisito, irmão. Presta atenção. Porque nós estamos diante de um Cristo que purifica e prescruta até pensamento. O texto não tá dizendo, é uma inferência, mas boa parte dos comentários diz que esse homem estava com pensamentos impuros a respeito de Jesus e a respeito da mulher. Como Jesus sendo um mestre que diz ter boa fama, permite que uma mulher toque nele dessa maneira. Ela tá soltando os cabelos. O cabelo era algo de extrema intimidade na religião judaica. Era para ser solto dentro de casa e não na rua. Não a ao convidado que você nunca viu. É uma mulher que nunca viu Jesus, que apenas o conhecia de ouvir falar. Ela tá soltando os cabelos, ela tá secando os pés de Jesus com seus cabelos. Como que Jesus permite esse tipo de toque? Tá acusando Jesus de ser sujo como ela no coração. Ele tá julgando Jesus da iniquidade que na verdade não era a iniquidade de Cristo, era a iniquidade do coração dele. Porque quem tem um coração doente vê a partir da sua doença, não vê de maneira natural. Jesus então chama ele e começa a falar com ele. Simão, eu tenho algo para te dizer. Diz, mestre", respondeu ele. "do homens deviam certo credor. Um devia 50 denários e o outro 500 denários." Como nenhum dos dois tinha como lhe pagar, ele perdoou a dívida a ambos. "Qual deles o amará mais?" Simão respondeu: "Suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior, você julgou bem", disse Jesus. Uma quarta realidade, irmãos, é que todos são devedores que não tm como pagar. pagar. Jesus então coloca uma parábola no meio de um jantar. Era o método que Jesus usava para ensinar. Ele diz: "Olha, Simão, deixa eu te falar, deixa eu te contar uma história, deixa eu ilustrar para você. Jesus parece que tá tirando da cabeça daquele fariseu um senso de justiça próprio que ele tinha, atrelando a narrativa, a perspectiva, por exemplo, de Natã ao falar com Davi, um homem tinha uma ovelha, o outro tinham várias ovelhas. É uma parábola quantitativa. Um homem tinha uma dívida, 50 denários. Um denário era equivalente a um dia trabalhado. Quem deve 50 deve 50 dias de trabalho, 50 dias no ano trabalhando. A economia do trabalho da época dizia que uma pessoa que devia 50 denários, se ela trabalhasse o ano inteiro ganhando um denário pelos juros, ela deveria gastar entre 10 a 15 anos para pagar a dívida. O outro devia 500 denários. Essa dívida é impagável. Não tem como pagar. de um trabalhador comum que ganhava apenas um denário. Mas Jesus coloca uma observação que tanto aquele que devia 500 quanto aquele que devia 50, nenhum deles tinha como pagar a dívida. Jesus tá ilustrando a realidade do que é o evangelho. Sabe o que é o evangelho? É que a dívida não é em money, não é em dinheiro, não é em denário, não é em dólar, não é em real. Aida injustiça. E injustiça todos nós somos devedores. Alguns devem 50, outros devem 500. Mas tanto que deve 50 quanto que deve 500 deve do mesmo jeito e ninguém tem como pagar. Talvez alguém aqui teve o privilégio de nascer num lar evangélico. Cresceu obedecendo princípios, seguindo princípios que são bons, são maravilhosos, mas continuam devendo. Devem 50. Talvez tem outros aqui que já não nasceram, não tiveram o privilégio de nascer num lá cristão. Por exemplo, o Cris, né? Cris converteu. Tem quantos anos você converteu, filho? Tem quantos? 15 anos. Ele é velho, então ele gastou metade da vida dele no mundo. Deve 500, não deve só 50, mas deve. Não tem como pagar. Alguns tm marcas do pecado, do passado, que feriram a alma devem 500. Outros devem pouco, 50. Viveram uma vida dentro da igreja, eticamente, moralmente aceita, devem 50. Mas todos são devedores e todos precisam do evangelho. Nascer dentro da igreja não salva ninguém. Viver corretamente não salva ninguém. Viver é não salva ninguém. Sabe o que salva? Cristo Jesus. É só ele que salva. salva. >> Você pode ter nascido a sua vida inteira na igreja. Você pode ter nunca cometido um pecado aparente. Pode ter vivido eticamente, corretamente, participado do coral, participar do grupo de louvor, servir no diaconato, ser vice-pastor, vice-presidente. Se não crê em Cristo Jesus e não nasceu de novo, deve. deve e deve muito e não tem como pagar. E no final do dia, essa reunião aqui é uma reunião contável. E sabe qual é a contabilidade? Todos nós devemos. Não há um justo sequer. Não há ninguém que diga: "Eu mereço". Não há justiça própria. Nós somos devedores no que tange a justiça de Deus. Nós devemos. Isaías diz que a nossa justiça é imunda. É como um trapo de imundícia diante de Deus. Nós não temos como pagar, seja ela de 50, seja ela de 500. Todos nós somos devedores. Agora Jesus faz uma outra pergunta. Ele diz para Simão, Simão, o credor da dívida decidiu perdoar. Quem vai amar mais? Simão usa a lógica. Ama mais quem foi mais perdoado. Tem mais amor quem foi alcançado por mais perdão. Sabe o que Jesus tá dizendo? É que ninguém tem condição de pagar. Então é o credor que decide que tá essa dívida. E como ele decide que tá? Porque Deus amou o mundo >> de tal maneira >> que entregou o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Quem foi muito perdoado, muito ama. Jesus tá dizendo para Simão fariseu, sabe por você não consegue me adorar na mesma intensidade que essa mulher adora? Porque ainda não tem consciência do tamanho do meu perdão sobre a sua vida. Mas essa mulher não tem justiça nenhuma. Essa mulher não tem nada para me oferecer. Essa mulher entendeu que o tamanho do perdão alcançou ela agora é um perdão gigantesco de uma dívida que ela não tem como pagar. E quem é muito perdoado, muito ama. Quem não tem consciência do perdão, não consegue amar. Mas quem foi muito perdoado, ele não ama pouco. Ele ama muito. Ele ama muito porque sabe que não foi ele quem amou. Primeiro ele foi amado e depois de ser amado ele ama. Quem ama muito ama, porque o amor não vem dele. O amor vem do céu por meio de perdão, por meio de justiça, por meio de reconciliação, por meio de justificação. Ele entendeu e por isso a única maneira que ele tem é amar aquele que muito lhe perdoou. Irmão, eu não sei você, mas tem alguém aqui nessa noite que foi muito perdoado. >> Eu não sei você, mas tem alguém aqui nessa noite que ama muito Jesus porque foi muito perdoado. Irmão, eu não consigo olhar para uma noite como essa, uma noite quente de domingo do mês de outubro do ano de 2026, como mais uma noite na minha vida. Não, eu olho para uma noite como essa, como algo sobrenatural. Eu me lembrei que Jesus foi crucificado no meu lugar. Eu me lembrei que aqueles pregos eram meu. Eu me lembrei que o julgamento era meu. Eu me lembrei que ele me perdoou. E porque ele me perdoou, eu muito amo, meu irmão. >> Não dá para não amar Jesus. Não dá para estar diante desse amor e não amar, irmão. Jesus vira para aquela mulher e ele diz a Simão, Simão, vê essa mulher. Simão já tinha visto, mas ele manda ele olhar de novo. Vê ela agora. Você vai ver ela pela ótica do evangelho. Simão. Para de olhar essa mulher como uma prostituta com marcas do passado. Para de olhar com ela como um pedaço de coxa de frango. Para de olhar por ela como um bem de consumo. Você tá vendo essa mulher? Eu entrei na sua casa, mas você não me deu água para lavar os pés. Ela, porém, molhou os meus pés com as lágrimas e enxugou com cabelo. Você não me saudou com beijo, mas essa mulher, desde que entrei aqui, não parou de beijar os meus pés. Você não ungiu minha cabeça com óleo, mas ela derramou perfume nos meus pés. Por isso digo a você, ela amou muito, porque os seus muitos pecados foram perdoados, mas aquele a quem foi pouco perdoado, pouco ama. Outro ponto, irmãos, é que quem foi muito perdoado, muito ama. [limpando a garganta] Muito ama, muito ama. >> Preste atenção. Aqui é um julgamento. Simão tá julgando, ela tá julgando essa mulher, tá exercendo uma sentença sobre ela. E sabe qual é a sentença de Simão? Essa mulher é condenada porque é prostituta. Essa mulher é condenada porque é impura. Essa [música] mulher é condenada porque é suja. Essa mulher é condenada porque não merece estar nessa mesa nobre junto com líderes religiosos. Agora, sabe o que Jesus tá dizendo para ele e para ela? Simão, sabe porque ela tá me amando assim, beijando meu pé de maneira extravagante? Do jeito dela, porque é o jeito que ela sabe adorar. Sabe por quê? Porque ela entendeu que os seus pecados foram perdoados. >> Ela entendeu que não há mais condenação que pese sobre a vida dela. Isso aqui é a beleza do evangelho. Eu recebi uma pergunta uma vez de uma irmã falando: "Pastor, quando morrermos e nos apresentarmos diante do grande julgamento, eles vão abrir o livro das obras da glória". E lá no livro das obras vai aparecer tudo que eu fiz de bom e tudo que eu fiz de ruim. E aí Jesus, como é que vai ser? Pastor, me explica esse julgamento. Porque é o imaginário que a gente tem. O imaginário que a gente tem, pastor Hugo, chega alguém lá, vai est deus sentado num alto trono com a cara de bravo para você. Aí vai colocar no LED os seus pecados. Olha lá, o Isaías nesse dia no trânsito, xingou o rapaz. Pecado 1 a 0. Mas teve um dia que ele pregou até direitinho. Então, santidade um a um. Mas no outro dia ele pecou no coração. Pecado dois a um, mas teve um dia que ele foi generoso, santidade do a do cria na nossa cabeça esse placar. E talvez você vê aqui cheio de culpa. Ó, eu tô, eu tô em dívida com Deus. Eu tô em dívida com Deus porque eu fiz isso e eu tô devendo. Eu fiz, tô em dívida com Deus porque eu quebrei um voto. Eu tô em dívida. Eu tô em dívida. Irmão, presta atenção. Se você crê em Cristo, >> seu julgamento já aconteceu. >> Seu julgamento aconteceu há 2000 anos atrás, >> quando Cristo foi pendurado no madeiro. Seu julgamento aconteceu lá, porque ali não foram os pregos do império romano que prenderam Cristo na cruz. Ali foi o pai despejando uma eternidade de pecado sobre o filho. Sabe quais pecados ele lançou? o meu pecado, lançou, o seu pecado, lançou o nosso pecado, de modo que nós fomos perdoados definitivamente. De modo que para você que está em Cristo Jesus já não pesa mais nenhuma condenação. Ele pegou o escrito de dívida que era contrário, ele cravou na cruz e triunfou vitoriosamente, despojando sobre principados e potestades. Sabe o que Jesus tá dizendo para esse irmão fariseu? Ei, Simão, não olha para essa mulher para condená-la. Olha pra cruz. Foi absolvida, não pesa mais condenação sobre ela. Seus pecados foram perdoados. Ela foi santificada. O escrito de dívida foi perdoado. Os 500 denários foram quitados. Ela foi perdoada, Simão. Porque na cruz nos perdoou. >> [risadas] >> Na cruz Jesus os purificou. Na cruz os justificou. Na cruz nos deu uma nova oportunidade. Na cruz ele mudou o nosso destino. Na cruz ele selou a nossa estadia. na cruz ele anulou toda a condenação. Meu irmão, você não vai ser julgado porque Jesus já foi julgado no seu lugar. >> Sentença que pesa sobre a sua vida, crente, crente, é que você está puro diante de Deus. Quem deve 50 tá perdoado. Quem deve 500 está perdoado. Quem deve 1 milhão está perdoado. Eu não sei qual dívida você entrou diante de Deus, mas a realidade é que em Cristo Jesus ela é perdoada, meu irmão. Jesus vira para essa mulher e diz para ela: "Os seus pecados estão perdoados, mulher". Os outros convidados começaram a dizer entre si: "Quem é este que até perdoa pecados?" Jesus disse à mulher: "A sua fé te salvou, vai em paz." E o último ponto é que só Jesus pode perdoar pecados e nos dar paz. >> Que paz que é essa, meu irmão? Não sei. Porque talvez essa mulher voltou para casa depois desse encontro com as marcas de abuso no corpo ainda. Talvez essa mulher voltou para casa com as lembranças do passado, ainda tentando atormentar. Talvez essa mulher voltou para casa lembrando o julgamento desse irmão fariseu, mas sabe com que mais que ela voltou para casa? Com uma paz que excede todo entendimento. Ela encontrou com um príncipe da paz. Ela recebeu a paz de Deus que tá guardando o coração dela. Porque o encontro com Jesus nos garante perdão de pecados e nos garante paz com Deus. Talvez amanhã sua realidade não vai mudar. Tem luta, tem dificuldade, semana difícil, mês de outubro desafiador, mas encontrou com Cristo. Eu tenho uma boa notícia. Vai voltar para casa em paz, vai dormir em paz, vai viver uma segunda-feira em paz, uma terça-feira em paz, vai ter [música] paz na família, vai ter paz o casamento, vai ter paz o trabalho, vai ter [música] paz o culto e vai ter paz até que o príncipe da paz volte. E quando ele voltar, nós nos [música] encontraremos. com aquele que nos perdoou e que nos deu a sua gloriosa paz. Meu irmão, quantos recebem [música] essa palavra? Ah.
Se você crê em Cristo, seu julgamento já aconteceu... Você não vai ser julgado porque Jesus já foi julgado no seu lugar.
Doutrina: Justificação, condenação e juízo final
Tensão: A cruz remove a condenação para o crente, mas a Escritura ainda ensina juízo final e prestação de contas.
Correção sugerida: Distinguir entre condenação judicial e juízo de recompensas: 'Não há condenação para quem está em Cristo', não 'não haverá qualquer juízo'.
Quem deve 50 tá perdoado. Quem deve 500 está perdoado. Quem deve 1 milhão está perdoado.
Doutrina: Soteriologia e aplicação do perdão
Tensão: O perdão é universalmente oferecido em Cristo, mas não é automaticamente aplicado sem fé e arrependimento.
Correção sugerida: Manter a ligação clara com Lucas 7:50: 'A sua fé te salvou'.
Você não vai ser julgado porque Jesus já foi julgado no seu lugar.
Problema: Formulação absoluta que pode ser lida como negação do juízo final, embora o pregador esteja tentando afirmar a remoção da condenação.
Risco pastoral: Pode gerar confusão sobre a doutrina do juízo e, se isolada, alimentar uma falsa sensação de que nenhuma prestação de contas existirá.
Sugestão: Quem está em Cristo não sofrerá a condenação final, porque Jesus já foi julgado em seu lugar; ainda haverá juízo de recompensas e prestação de contas, mas não condenação.
Quem deve 1 milhão está perdoado.
Problema: Pode soar como perdão automático sem fé e arrependimento, embora o contexto diga 'em Cristo Jesus' e o texto termine com 'a sua fé te salvou'.
Risco pastoral: Enfraquecer a necessidade de resposta pessoal de fé e arrependimento.
Sugestão: A dívida é perdoada em Cristo quando a pessoa se arrepende e crê; o perdão é oferecido a todos, mas aplicado mediante fé.
Você não vai ser julgado porque Jesus já foi julgado no seu lugar.
Equilíbrio bíblico: A cruz remove a condenação para quem crê (Rm 8:1), mas a Escritura ainda ensina juízo final e prestação de contas (2Co 5:10; Hb 9:27). Dizer 'não há condenação' é mais preciso do que 'não será julgado'.
Quem deve 1 milhão está perdoado.
Equilíbrio bíblico: O perdão é oferecido em Cristo, mas aplicado mediante arrependimento e fé (At 2:38; Jo 3:16; Lc 7:50).
Jesus está tocando em você nessa noite.
Equilíbrio bíblico: Linguagem legítima na tradição carismática, mas pode ser equilibrada com a promessa objetiva da cruz e da fé, sem exigir sensação como prova do perdão.
Exposição fiel da narrativa de Lucas 7
Convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa.
Impacto: O sermão conduz a congregação a acompanhar o texto com clareza, mostrando contraste entre religião sem honra e adoração com quebrantamento.
Centralidade do evangelho da graça
Nascer dentro da igreja não salva ninguém. Viver corretamente não salva ninguém. Sabe o que salva? Cristo Jesus.
Impacto: Combate moralismo e confiança em méritos religiosos, apontando para Cristo como único Salvador.
Aplicação pastoral equilibrada
Talvez amanhã sua realidade não vai mudar... mas encontrou com Cristo... vai voltar para casa em paz.
Impacto: Evita triunfalismo e oferece esperança realista: a paz em Cristo não depende da remoção imediata de todas as dificuldades.
Contra o julgamento espiritual
Para de preocupar se o do lado chora, se o da esquerda grita... aqui tem o Espírito e onde o Espírito Santo há, está ali a liberdade.
Impacto: Promove um ambiente de adoração livre de censura humana, sem negar discernimento bíblico.
Ligação entre perdão e amor
Quem foi muito perdoado, muito ama.
Impacto: Fundamenta a santificação e a adoração na consciência do perdão, não na obrigação legalista.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Aplicação Prática
Aplicações fortes: honrar Cristo na vida diária, adorar com humildade, não censurar outros, reconhecer-se devedor e viver pela fé. A exortação é pastoral e edificante.
Precisão Teológica
A soteriologia central é correta: todos são pecadores, Cristo perdoa pela graça, a fé salva e a adoração nasce do perdão. Contudo, há leve imprecisão sobre juízo final e sobre a aplicação do perdão sem fé explícita.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes, avaliado pela coerência com o evangelho e conexão com Cristo. O evangelho aparece com clareza: pecado, dívida impagável, cruz, perdão, fé e paz. Não há condicionamento da graça a campanha, oferta ou rito. Nota apenas levemente reduzida por afirmações sobre juízo e perdão que precisam de maior nuance.
Compreensão Contextual
O pregador demonstra bom conhecimento cultural: hospitalidade, lavar os pés, denários, pureza ritual e adoração. Essas informações servem ao texto sem virar eisegese grave.
Fidelidade Bíblica
O sermão usa Lucas 7:36-50 de forma consistente e apoia o tema com textos legítimos. Há apenas pequenas formulações que precisam de maior precisão doutrinária, especialmente sobre juízo e aplicação do perdão.
Hermenêutica
A interpretação narrativa é sólida, com bom uso de contraste entre Simão e a mulher. A aplicação tipológica à vida da igreja é legítima. O ponto mais frágil é a frase sobre não ser julgado, que precisa ser qualificada.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Não há violações centrais de Nível 1. O sermão não nega doutrinas essenciais, não transforma confissão em poder criativo humano, não condiciona graça a oferta ou rito e não faz promessas que Deus nunca fez.
Risco de leitura imposta ao texto:
Baixo risco de eisegese. A maior parte vem do texto. Há inferências culturais e aplicações amplas, mas não há invenção de significados nem uso do texto como slogan.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A mesa de Simão, o fariseu: honrar a Cristo, adorar com quebrantamento, reconhecer-se devedor e receber o perdão e a paz de Jesus.
Tom pastoral:
Exortativo, devocional e evangelístico dentro de um contexto de edificação da igreja, com ênfase em adoração, graça, perdão e humildade.
Muitos convidam Jesus para perto, mas não lhe dão honra.
Suporte: Convidado por um fariseu para jantar, Jesus foi à casa dele... Você não me deu água para lavar os pés.
Diante de Jesus, o verdadeiro adorador se rende aos pés dele.
Suporte: Pôs-se atrás de Jesus aos seus pés... molhou os pés dele com lágrimas... beijou-os e ungiu-os com perfume.
Textos:
Quem não adora Jesus passa a censurar a adoração alheia.
Suporte: Se este homem fosse profeta, saberia quem está tocando nele... uma pecadora.
Textos:
Todos são devedores impagáveis e precisam do perdão de Cristo.
Suporte: Como nenhum dos dois tinha como pagar, ele perdoou a dívida a ambos.
O amor verdadeiro nasce da consciência do perdão.
Suporte: Ela amou muito porque seus muitos pecados lhe foram perdoados.
Textos:
Só Jesus perdoa pecados e dá paz ao pecador.
Suporte: Os seus pecados estão perdoados... A sua fé a salvou. Vá em paz.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente como narrativa central; o pregador extrai o contraste entre a negligência de Simão e a adoração da mulher.
Questões Exegéticas
Nenhum problema exegético grave. Há apenas leve risco de reduzir a narrativa a ilustração cultural, embora o texto também declare perdão e salvação pela fé.
Leitura Sugerida
Ler Lucas 7:36-50 como unidade: hospitalidade negligenciada, adoração extravagante, parábola do perdão e declaração de salvação pela fé.
Uso Contextual
Usado corretamente como resumo do evangelho ao explicar o credor que perdoa por amor.
Questões Exegéticas
Não é o texto principal; o uso é teológico de apoio, não exegese direta de Lucas.
Leitura Sugerida
João 3:16 sustenta que o perdão vem do amor de Deus em Cristo; Lucas 7 mostra sua aplicação a uma pecadora arrependida.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a insuficiência da justiça própria diante de Deus.
Leitura Sugerida
A justiça humana, mesmo religiosa, não remove a dívida moral diante de Deus.
Uso Contextual
Usado corretamente: não há um justo sequer.
Leitura Sugerida
Todos estão debaixo do pecado e precisam da graça justificadora.
Uso Contextual
Usado corretamente para explicar que a impureza vem do coração, não do contato externo.
Leitura Sugerida
Jesus purifica o pecador, em vez de ser contaminado por ele.
Uso Contextual
Usado corretamente contra legalismo e censura na adoração.
Questões Exegéticas
Aplicação legítima, embora o contexto imediato de 2 Coríntios 3 seja a nova aliança e a liberdade pelo Espírito.
Leitura Sugerida
Onde o Espírito do Senhor está, há liberdade para adorar, sem juízo humano sobre expressões legítimas de quebrantamento.
Uso Contextual
Usado corretamente para quem está em Cristo, mas a frase 'não vai ser julgado' ultrapassa o texto.
Questões Exegéticas
Romanos 8:1 fala de ausência de condenação para quem está em Cristo, não de ausência total de juízo ou prestação de contas.
Leitura Sugerida
Dizer: 'Não há condenação para quem está em Cristo', mantendo a distinção entre condenação final e juízo de recompensas.
Uso Contextual
Usado corretamente: Cristo cancelou o escrito de dívida e triunfou na cruz.
Leitura Sugerida
A cruz é o fundamento objetivo do perdão e da libertação.
Uso Contextual
Usado como aplicação legítima da paz que excede entendimento.
Leitura Sugerida
A paz cristã não depende da mudança imediata de todas as circunstâncias, mas da reconciliação com Deus.
Ao falar da cruz como substituição, diferencie 'não há condenação' de 'não haverá juízo', preservando 2 Coríntios 5:10.
Ao afirmar que a dívida é perdoada, conecte sempre a fé e o arrependimento, como Lucas 7:50 faz: 'a sua fé te salvou'.
Mantenha a ênfase na graça, mas evite linguagem que possa ser lida como garantia de sensação espiritual imediata.
Use a parábola dos devedores para combater tanto o moralismo quanto a ideia de que todos já estão perdoados independentemente de Cristo.
Aplique o tema da adoração com equilíbrio: liberdade no Espírito não elimina discernimento, mas impede censura humana sobre expressões legítimas de quebrantamento.
Reforce que a paz de Deus não remove automaticamente todas as lutas, mas sustenta o crente em meio a elas.
Resumo em uma frase:
Um sermão expositivo e pastoralmente saudável sobre Lucas 7, centrado na graça, no perdão e na adoração, com apenas pequenas ressalvas doutrinárias sobre juízo final e aplicação do perdão.
🤿
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