Boa noite. Vocês estão bem? Então, reforçando aqui eh a respeito da conferência, então, você que é membro aqui da família de COP, você está convocado. Não é um convite, se der, não tá convocado, porque é gratuito, avisado com 2 meses de antecedência, não tem motivo para não estar. Então, dia 25/07, anota aí na sua agenda. Você é obrigado a estar aqui. Por quê, Marcos? É o fundamento é de como nós, enquanto famíliacóp funcionamos. Porque às vezes, ah, mas como que é a igreja? Alguém te pergunta, você não sabe responder. Nós vamos ficar o dia todo materlando no evangelho de como nós funcionamos como igreja. Então, não há nenhuma justificativa para você não estar aqui nesse dia. Tudo bem? E quem é líder de DNA, mentor e auxiliar, no próximo final de semana, dia 20, nós temos lá em Guarulhos a conferência lidere com Jesus. Aí para esse público também é uma convocação. Nós estamos falando de liderança e a ênfase desse ano será discipulado. E discipulado é o é a grande necessidade da igreja dos tempos presente. Então você que lidera um DNA, que é auxiliar num DNA, que mentoria um DNA, está convocado aí. Aí você pode estar se perguntando: "Ô louco, o cara tá me convocando para ir numa conferência, mas ele não me deu a grana. Se grana é o problema, manda uma mensagem para mim no privado, porque você vai nessa conferência e não vai ter a justificativa de ser grana. Nós resolvemos o problema da grana. Ah, mas transporte é um problema, é Guarulhos. Eu tô sem carro, o meu carro não tá, não sobrevive a um trânsito da Fernão Dias, né, com seus percalços. manda uma mensagem para mim no privado, que também não será motivo eh você ficar de fora da conferência para nós tratarmos o dia todo sobre discipulado, sobre como pastorear e cuidar da igreja de Jesus. Porque você pode cantar que você ama Jesus, você pode expressar artisticamente, mas na conversa dele com Pedro é: "Tu me amas, Pedro?" É. Então, apacenta, meu povo. E apassentar implica em discipular. E o discipulado não é uma exigência daqueles que estão exclusivamente nas funções pastorais. É uma forma da igreja manifestar o seu amor para com o Senhor e para uns com os outros. Então, você que lidera, que auxilia e que mentoria uma igreja caseira, não tem justificativa para não ir. Amém. Amém. >> Boa noite. >> Começamos. Abram suas Bíblias. Carta de Paulo aos Romanos. Então, Romanos capítulo 12. Nós vamos ler do verso 1 ao verso 2. Enquanto você localiza aí o seu na sua Bíblia, eu quero ir contextualizando. Paulo escreve essa carta à igreja de Roma. E tem algo muito particular nessa carta, especificamente, porque Roma, a igreja de Roma, não é uma igreja plantada pelo apóstolo Paulo. Não foi Paulo quem plantou essa igreja, assim como ele plantou a de Éfeso, assim como ele plantou várias outras nas suas três viagens missionárias. A igreja de Éfeso, desculpem, a igreja de Roma foi plantada por alguém que não foi o apóstolo. E aí vocês vão observar que ele faz um trabalho bastante interessante, do capítulo primeiro até o capítulo 11, fundamentando a mensagem do evangelho e trazendo fundamentos pra igreja para que ela viva a experiência do evangelho na sua vida prática. Então ele vai tratar de questões básicas e vai enfrentar assuntos delicados que ele vem fundamentando o evangelho até que ele chegue aqui no capítulo 12. E também nessa fundamentação, ele vai agir de maneira muito clara, porque toda carta tem um um remetente, né? E tem um destinatário. Paulo é o remetente, isso a gente já conhece logo de início. E a igreja em Roma, que é a destinatária, era composta por várias pessoas, porque Roma era a capital do império. E Roma, uma cidade cosmopolita, tinha pessoas de vários lugares, de várias origens, tinhas pessoas que estavam ali voluntariamente, tinha algumas outras que foram levadas lá à força por meio do poder do Império Romano. E a igreja, assim como nos tempos de hoje, ela é uma representação da sociedade. Assim como nós encontramos pessoas e e comportamentos fora da igreja, esses comportamentos se achegam à igreja. E aí Paulo vai falar com judeus que compõe aquela igreja. Ele vai falar com não judeus, que ele chama de gentios. e dentro do gentismo. E aí ele também se refere a esse mesmo grupo como circunciso e incircunciso. Ele tá falando de judeu e não judeu. Ele vai falar entre os incircuncisos. Ele vai chamá-los também de bárbaros e de gregos, mas ele está falando com as mesmas pessoas. Então nós já tá claro para nós os destinatários dessa carta. E Paulo vai enfrentar alguns assuntos agora que é a ênfase paraa nossa conversa e paraa nossa reflexão e para nós pensarmos hoje à noite. Então eu gostaria que você lesse comigo Romanos no capítulo 12 o verso 1 e verso 2. E há uma expressão interessante, né? Ele começa assim, ó. Portanto, irmãos, supo suplico-lhes que entreguem o seu corpo a Deus por causa de tudo que ele fez por vocês. Que seja um sacrifício vivo, santo, do tipo que Deus considera agradável. Essa é a verdadeira forma de adorá-lo. Não imitem o comportamento e os costumes deste mundo, mas deixem que Deus transforme por meio da mudança do seu modo de pensar, a fim de que experimente a boa, agradável, perfeita vontade de Deus para vocês. Aí eu quero destacar até pra gente poder seguir adiante que Paulo começa aqui com uma expressão portanto e ele tá, esse portanto faz referência ao que ele vem construindo desde o capítulo primeiro. E ele veio falando, né, ele enfrenta o primeiro tema, que é a culpa universal, a universalidade do pecado. O pecado atingiu a todos. Independente se é judeu, independente se era não judeu, todos estavam debaixo do pecado. E Paulo vai enfrentar isso, né? E e fazendo esse contraponto com a mentalidade judaica e com a mentalidade romana. E Paulo, então, ele vai a esses irmãos e vai dizer o seguinte: "Olha, o que vocês observam aí são um testemunho da criação de que há um criador e todos se tornam indesculpáveis diante desse testemunho porque do que do que se pode saber de Deus, do que há de saber do Senhor, se é observável na criação. E a criação é um testemunho de que há um Senhor que tudo criou. E Paulo vai dizer também de que independente se você é judeu ou se você é não judeu, você foi afetado pelo pecado praticado por um só homem que estendeu a sobre todos. E todos se fizeram culpados diante de Deus. E todos estão sujeito ao juízo de Deus. Então Paulo começa a sua mensagem do Evangelho, assim como toda mensagem do evangelho deve ser ministrada. A boa notícia deve ser precedida de uma má notícia, de uma realidade, de que todos pecaram, se tornaram inimigos de Deus, vivem em seus pecados e iniquidades e precisam de um salvador. Então, Paulo já está nos permitindo aqui logo no início da carta e nos primeiros capítulos a entender como que a vida se dá distante de Deus. A vida distante de Deus é uma declaração pública de insensatez, porque no capítulo primeiro ele vai continuar e alguns vai e ele vai dizer que algumas pessoas vão tentar sufocar o conhecimento de Deus, vão tentar fazer com que o conhecimento de Deus não seja público, vão tentar fazer com que o conhecimento que se tem de Deus não se propague. vai fazer que o conhecimento que tenha sobre Deus, inclusive na sua interioridade, seja sufocado de tal forma que a pessoa torneo. Se nós formos falar em uma linguagem moderna, vai dizer que fé é uma questão subjetiva que você deve viver na sua particularidade. E sendo na sua particularidade, você pode, na sua expressão religiosa crer no que você quiser, da forma com que você quiser, porque não há algo sólido e concreto em que você deve crer. E é interessante que Paulo vai dizer que para essas pessoas que vivem dessa forma, Deus entregou aos juízos. E quando você lê esses juízos que Paulo tá dizendo aqui, vai parecer muito com que nos nossos dias é chamado de liberdade, porque cada um faz o que quer e manda no seu nariz e não presta conta para ninguém. Porque ao se tornar senhor de si, ao se assenhorar-se da própria vida, cada um agora está sobre o juízo de Deus. E cada um tá vivendo para os próprios prazeres, para os próprios deleites. E tem a e tem chamado isso de liberdade. E Paulo vai dizer: "Se tornaram inúteis ou nulos na sua forma de pensar, porque não há uma razão lógica e viável". Então, o primeiro aspecto que Paulo tá dizendo, olha, e Paulo, né? E eu me permito aqui eh eh lembrar de Davi que vai dizer: "O louco diz Deus não existe, né? O nésio diz Deus não existe. O insensato diz não existe." E logo quando ele diz que Deus não existe, então ele não está sujeito à obediência ao Senhor. Ele não está sujeito à adoração, à devoção a Deus, porque Deus não existe. E logo, como Deus não existe e há uma necessidade, né? eh eh inerente à nossa condição de ser humano. Isso nós encontramos ao autor aos Salomão escreve em Eclesiaste, melhor dizendo, que Deus colocou esse senso de eternidade, esse senso que tá para além do mundo físico, para além, né, da da das nossas percepções. Então, esse anseio poridade também nos faz, buscar o que é divino, buscar o que é transcendente. E aí as pessoas estão criando as suas próprias divindades. Nisso os romanos eram bons. Israel caía nesse pecado constantemente e nós damos os nossos tropeços com os nossos ídolos modernos. Mas Paulo está enfrentando isso também com a na igreja de Roma. O segundo aspecto é que Paulo também, para além da questão da universalidade do pecado, ele vai falar de um algo bastante interessante, que é da justificação pela fé. Não havia outro meio de mudar a forma com que as pessoas estavam diante de Deus, culpadas e destinada ao juiz eterno, por ser inimigas dele e por viver as suas vidas como se ele não existisse, se essas pessoas não fossem justificadas por meio de Jesus, sua vida, morte e ressurreição. e a vida e morte e ressurreição de Jesus, esse ato de Jesus não fizesse com que o Senhor imputasse, nos atribuísse e dissesse: "Vocês são justos". Mas não porque nós e as nossas obras são justas, mas porque nós estamos diante de alguém pagando uma fiança. Lembra os destinatários dessa carta, a mentalidade com que eles estavam funcionando? Agora nós estamos falando de romanos e do direito romano. Quando alguém está condenado, quando alguém era condenado pelo tribunal romano, ele cumpriria a pena ou se pagava a fiança? Alguém precisava pagar para que essa pessoa condenada fosse colocada em liberdade. E Jesus é essa pessoa que diante, né, de uma multidão condenada e escravizada pelo domínio do pecado, pessoas essas que agora eram impelidas pelo poder do pecado a fazer coisas que atraía a ira de Deus sobre ela, mas também coisas que faziam com que elas se destruíssem. Jesus oferece a si mesmo com sacrifício e paga diante do tribunal de Deus o preço necessário para que nós nos tornássemos livres. livres. Isso fazia todo sentido para aquela igreja, porque são os romanos o pai, os pais do direito moderno. E é interessante esse aspecto porque não havia outra forma. Então, não havia eh meios da prática, né, do outro público que tá ali recebendo essa carta, que era o sacrifício feito pelos judeus. Também o sacrifício feito em razão das divindades romanas seria suficiente para tirar o homem debaixo da ira do Senhor. Era necessário que alguém puro, santo, que não tinha culpa própria para espiar, que não tinha uma dívida própria para pagar, que não tinha uma condenação sobre ele, ao qual ele teria uma pena para cumprir, fosse entregue como pagamento dessa fiança. Então, a justificação, o ato de você e eu sermos justos diante de Deus, não tem nada a ver com as suas obras de justiça, mas tem a ver com a graça do Senhor, que por meio de Jesus, a fiança, a dívida, o papel da dívida que estava lá, determinado o seu destino separado de Deus no inferno, foi pago mediante diante a vida, morte e ressurreição de Jesus. Então, a justificação é por meio da fé e a santificação também é por meio da fé. Paulo vai falar também da santificação, porque uma vez que Deus nos torna justo, aí você pode se perguntar: "Para quê? Para que que ele me tornou justo?" Eles te torna justo para que você viva de maneira que a glória do nome dele se espalhe por toda a terra, que o nome dele seja santificado na terra até que ele venha e faça isso de maneira plena, de que você santifique o nome dele dando bom testemunho do nome dele. E a santificação é algo que se exige daqueles que pela fé vivem em obediência ao Senhor Jesus. E é interessante que aqui eu quero chamar a atenção de como que a lógica grega funciona. Paulo vai dizer o seguinte: "Olha, aonde abundou o pecado, agora por meio da obra de Jesus, morte, vida, morte e ressurreição, superabundou a graça. Como que a mentalidade grega funciona? Ah, então vamos pecar porque agora que se pelo pecado superabundou a graça, então vamos pecar para que a graça superabunde ainda mais, né? Quem estudou um pouquinho e quem leu um pouquinho vê. Essa é a mentalidade grega funcionando na igreja, representação do convívio da sociedade. Paulo vai dizer: "Não, "Não, não, não, porque vocês estavam mortos para o Senhor, agora vivificados para o Senhor, vocês estão mortos para o pecado. Então, não há nenhuma relação do pecado com vocês. O pecado não deve despertar nada em vocês a não ser a versão. Então, não há como imaginar de que Deus precisa do pecado de vocês para que a graça superabunde. Em Jesus isso é suficiente. Mas nós temos aqui uma mentalidade grega funcionando. Está na igreja. Porque Paulo ele escreve antecipando já os questionamentos, porque ele conhecia o público quem ele tava lidando. E isso é bastante importante nos nossos dias, porque às vezes nós estamos dizendo assim, ó, Deus é amor, logo ele aceita tudo. Não, porque os atos de juízo de Deus também é a manifestação do seu amor. O basta de Deus, o de Deus é Deus te amando, porque ele disciplina todo quanto ele ama. Eu não sei os pais presentes aqui, mas os meus dois estão por aí, não é? Estão por aí. E eles eram foram criados num período em que se a fala não funcionava, sin as cintas chegava no reforço, né? A su vinha. Falei uma, duas, na três a su vinha. E eu deixei de amar esses dois, esses dois homens, né? Jamais. Amo eles, amo os dois profundamente, mas a disciplina faz parte parte do da manifestação de amor. Não há, gente, não há, ou poucas, melhor dizendo, poucas são manifestação de desamor que um pai pode ter em relação aos seus filhos do que não discipliná-los, do que não corrigi-los, do que acreditar num negócio que chama educação positiva. Mas vira a página e vamos para outro assunto. E aqui nós estamos então diante de como a mentalidade grega funciona. Se eles, se Paulo tá dizendo que em razão, que aonde havia uma abundância de transgressão, uma abundância de pecado diante do Senhor, a graça vem e a graça chega de maneira abundante, então eu aumento aqui a massa, consequentemente eu vou ter mais graça. E não é assim que as coisas funcionam. E tem um outro aspecto que Paulo enfrenta também, que é um mistério que envolve Israel e os gentios. Deus desistiu de Israel? Não. Deus vai abandona Israel e agora a igreja se torna Israel de Deus, como se Deus estava se divorciando da sua primeira esposa e agora arrumando uma novinha. Não. Paulo fala de um mistério que a gente, né, crê determinada forma, mas Paulo tá dizendo, Deus não desprezou Israel para receber a igreja. E Paulo vai escrever isso aos diversos autores. Ele vai falar que a que o muro que fazia divisão entre os judeus e o gentios caiu. Vai falar da unificação. Há um mistério. E aí a gente precisa entender, senão às vezes você tá lendo algum autor ou ouvindo alguma coisa que vai dizer o seguinte: "Agora nós somos Israel de Deus. Agora as promessas de Deus é nossa. Aí agora a gente, ó, a o Douglas não tá aqui, né? Aí agora a gente toca um chofar, chofar, a gente coloca aqui um talite, coloca um que agora dependendo do mês que você nasceu, é da tribo de Israel que você pertence. Se você passou por uma dessas experiências, você já foi perdoado em Jesus e vamos seguir a vida. Mas não é não é questão de substituição ao mistério. E Paulo vai dizer o seguinte: "Olha, se Deus ama vocês que foram enxertado na videira, que dirá o amor que ele tem pela videira?" Que de lá o amor que ele tem pela videira. Então Paulo está lidando com essas questões na igreja. Mas agora eu quero falar de três aspectos fundamentais para os nossos dias. que eu acho que tem a igreja precisa se posicionar, que são visão de mundo. E Paulo vai também enfrentar a visão de mundo que eles tinham a respeito da vida e de como as coisas lidavam. Porque se no final dessa nossa dessa nossa reflexão, no final dessa ministração, você precisa lembrar de uma frase. Eu quero dizer que essa frase é: "Você é responsável pelos seus pensamentos. Essa responsabilidade é sua. Ah, mas os pensamentos eles vêm aqui na minha cabeça. Pegue-os, avalia-os avalia-os e leve o cativo ao Senhor. Você é responsável pelos seus pensamentos. Só que tem um negócio interessante, né? Da onde origina os seus pensamentos? Aonde os seus pensamentos, né? eh de que plataforma ele se apoia para ele projetar aí paraa sua mente, às vezes para tirar sua paz, às vezes para te enganar diante das coisas. Ele se ancora num negócio chamado cosmovisão, visão de mundo, de como você observa a realidade, de como você observa e eh como que as coisas funcionam na realidade e como você responde perguntas simples. O que é o homem? Você pode responder isso de uma maneira bem reducionista. O homem é um macaco. Ou você pode meio sofisticado o homem é esse arranjo aí de de de elementos químicos e biológicos e assim por diante. A cosmovisão vai te ajudar a responder: "Por que que eu sofro?" Você pode responder de maneira reducionista: "Você sofre porque você me ajuda se tiver errado, né? os seus impulsos e as suas compulsões e os recalque da vida, os seus traumas, é o que faz causar sofrimento. Você tá reduzindo quem você é, é uma é uma dimensão meramente psicológica. Você pode dizer, mas por que que há guerras e há conflitos? Você pode dizer, há guerras e há conflitos, porque a a relação possível entre o ser humano é uma relação do opressor com o oprimido. E aí você olha para o mundo de uma comovisão marxista, aonde sempre há um oprimido e sempre há um opressor. E esse oprimido pode ser o seu filho mal educado que agora se levanta e fala: "Se me bater, eu chamo o Conselho Tutelar". Ai, se eu fizesse isso com a Clarinda, eu tinha que chamar o ML, mas tudo bem. Pode ser, né? O o o o o faz piada, esquece, né? Pode ser a esposa que em determinado momento está de fato falhando e precisa que o marido discipule no amor de Jesus. Pode ser o marido em relação que a esposa viu que precisa melhorar determinados pontos e tá ali também discipulando seu marido, ele vai dizer: "Dá um espaço para mim. Você tá me sufocando ou você tá me oprimindo a sua visão de mundo. Você não vai conseguir enxergar o mundo se não seja por meio de um conflito de classes. Sua cosmovisão vai fazer com que você enxergue a realidade e dê respostas para as questões essenciais essenciais da sua vida. Por isso que quando nós falamos de cosmovisão e parece um assunto distante, não é? Um assunto muito próximo, muito particular, porque várias das enfermidades dos nosso tempo é de uma cosmovisão doentia que projeta pensamentos doentios e que faz com que comportamentos doentios aconteçam. E Paulo vai lidar com a cosmovisão da igreja de Roma no seu tempo. Eu já vim adiantando alguns assuntos aqui e eu quero chamar a sua atenção porque também você lida nesses dias com esses aspectos. Então, olha, olha interessante quando Paulo, e aí eu repeti, enfatizei, vou voltar a falar. Quando Paulo fala que em razão da graça, o perdão veio de maneira abundante, uma coisa uma visão doentia vai dizer o seguinte: "Então peco mais". Porque uma coisa visão saudável iria dizer: "Bendito é o Senhor". Uma Uma coisa, uma visão doentia, essa visão distorcida de ver o mundo, mundo, não consegue ver que ele está sobre juízo e e tudo o que deseja ele ele faz. Porque a a cosmovisão doentia vai dizer, por exemplo, que você precisa viver para ser feliz. ser feliz. E aí você vem para cá, reúne com seus irmãos, levanta sua mão em adoração ao Senhor. Não porque o Senhor é digno, porque você precisa ser feliz. Assim como Paulo estava antecipando a maneira da dos irmãos em Roma pensar e contaminar o evangelho com uma coisa visão deturbada, assim a gente precisa olhar paraos nossos dias. Assim, a gente precisa observar quais visão de mundo nós estamos utilizando para interpretar a realidade à nossa volta. Porque o cristianismo ele é suficiente para interpretar a realidade em todos os aspectos da realidade. Em todos os aspectos da realidade. E aí tem uma algo interessante. Tem algo interessante. judeu, a visão de mundo do judeu, aliancista do pacto, filhos de Abraão, circuncidado, tudo aquilo que os fazia ficar arrogante. Então eles diziam o seguinte: o dia a dia, a relação do dia a dia tem pouca importância. O que vale são as festas, o que vale são os sacrifícios. Porque no dia a dia, no encontro com o Senhor, não tê-lo, isso é suprido pela aliança. Nós somos filhos de Abraão, nunca fomos escravos de ninguém. Era mentira que eles viviam em exílio, estava sob o império romano. A a visão distorcida não permitia que eles enxergassem a realidade. Nós somos filhos de Abraão, nunca fomos escravos de ninguém. Mentira. Assim como que hoje as pessoas dizem o seguinte: "Eu sou livre, eu faço o que eu quero da minha vida. Eu não sou esclavo de ninguém". Mentira. Mentira. Você é escravo de um poder do pecado que te domina, que se você falar não para isso que te viciou, você vai sofrer. Vai ter crises profundas de abstinência que talvez precisar de ajuda profissional. Você disse que é livre e não consegue deixar amante porque tem carências tão profundas que uma realidade que uma que um relacionamento verdadeiro e justo diante de Deus. Não preenche. Você é livre, mas é desesperado por aprovação de outros. Aí acontece aquela aberração. Eu também fui adolescente, viu, gente? Faz tempo. Faz tempo, mas eu fui adolescente, né? Aí acontece aquela berração. Tem um amigo seu que quer ficar com alguém e fala assim: "Você não fica com a outra pessoa ali para mim?" Ou isso só era na minha época? Você é tão livre, tão livre, tão livre, que você se submete a ficar com alguém, a beijar uma boca. Você nunca iria beijar, mas assim, você precisa ser aceito pelo seu amigo, seu amigo, você precisa ser aceito pelo seu grupo. Aí você decide, né, nessa liberdade que você afirma ter, ferir pessoas que te amaram profundamente, que é deshonrar os pais. pais. Essa visão de mundo, essa visão de mundo distorcida, que despreza o evangelho como a melhor e a única visão de mundo que te faz verdadeiramente livre. E aí Paulo está escrevendo para uma igreja que era o centro do mundo até então, que estava, melhor dizendo, no centro do mundo até então. Os romanos Os romanos reivindicava o direito de conquistar as nações, né, de estender o seu poder por meio da força. Alexandre Grande era um conquistador assim espetacular. conquistava o seu os povos, subjulgava as nações, estabelecia novas lideranças. Os judeus se sentiam no direito porque eles eram o povo da aliança, o circuncidado. Então, todos eles tinham direitos. Os gregos, olha o poder dos gregos. Os gregos não venceram os romanos militarmente, mas corroiram por dentro. Influenciou a cultura romana de tal forma que ela que os romanos se deleitavam com a forma grega de pensar, de enxergar a vida. E os não crentes e os chamados gentios também se sentiam no direito. Hora de que eles não estavam sujeito a nenhuma dessas divindades. E eles eram homens e mulheres livres, emancipados, responsáveel por si. Então, todas as vezes que as coisas aconteciam, eles estavam manifestando e exigindo os seus direitos. direitos. Vocês percebem alguma semelhança do nosso tempo? Paulo tá em algum canto mandando WhatsApp para nós. Porque os homens não mudam? Porque os homens não mudam. E os homens fazem isso que é terrível e que é particular aos homens fazer isso dessa forma, que é pegar algo que é sagrado, que é santo e profaná-lo para que ele se molde a sua cosmovisão, a sua maneira de ver o mundo. As suas orações, assim como as minhas, pode se tornar algo que Deus vai falar igual ele, se não me engano, Isaías 58, fala: "Ó, não quero as festas de vocês. Não cantem, não ora assim, ó, o o que deveria ser sagrado de vocês me aborrece". Paulo vai escrever, desculpe, Thago vai escrever. Vocês pedem, não recebe porque pede mal, porque pede para os próprios interesses. Pensou, esse é o meu caderninho de oração e eu tenho aqui, né, oração até como que é o nome do time que fez um gol na Alemanha. Falei, vai deixar sonhar e repetiu o nosso placar lá. >> Curaçalo. >> Curaçalt. Tinha até curaçal no caderninho de oração de alguns aí, né, para elas nos redimir contra a Alemanha e o seu caderno de oração ser um testemunho da capacidade de tornar algo santo e profano, porque ele se ancora numa visão egoísta, egocêntrica, uma oração que não expressa seja feita a sua vontade. Seja feita a sua vontade. Vê o teu reino e me faça servo, súdito nesse reino. Há uma hí, eu vou ter que ler aqui, tá gente? Isso que eu prometi que eu não ia usar nenhuma palavra difícil, mas essa eu preciso. Não, até que essa não, a outra é difícil. Esse hiperindividualismo. Individualismo. As suas orações é para você, você, as suas ações é para você. Os seus bens é para você, a sua existência é para você. De tal modo que algumas pessoas, se elas morrerem, ninguém vai sentir falta, porque ela não afetava positivamente a vida de ninguém. E é duro quando Paulo tá escrevendo isso e antecipando que poderia ter numa igreja. Se você, assim como eu, deixar de morrer, morrer, ó, deixar de morrer, volta. Se assim como eu você morrer, alguém deixará de ter um intercessor? É simples assim, ó. Se eu morrer hoje, alguém deixará de ter o seu nome apresentado diante de Deus? Ou não precisamos ter também, né, da de Elias, só fiquei eu, mas veio de ter 7.000, Agora serão 6999 joelhos dobrad e se eu morrer não há nenhuma, não altera o eco das orações chegando no céu. Se eu deixar de existir entre os homens, alguém vai ficar sem ser alimentado, sem ser aquecido, sem ser visitado no hospital, sem ser visitado no presídio. Alguém vai deixar de ser amparado, deixar de ser consolado. Se você morrer hoje, alguém vai deixar de ser abençoado até que o outro ocupe o seu lugar ou é indiferente, é irrelevante, porque essa é uma visão desse tempo, hiperindividualismo. Um outro aspecto que a gente precisa levar em conta nos nossos dias é esse cientificismo materialista. Se as ciências não explica, não é verdade. verdade. Deixa eu falar para você um pouquinho o que que é ciência, tá? Olha lá, arrumar alguns problemas. Mas as ciências é assim, ó. Diante de uma determinada dúvida, de uma dúvida, de uma hipótese, nós nos colocamos a estudar aquela hipótese para que a gente chegue em algum lugar. E quando nós chegarmos naquele lugar, que que a gente faz de novo? cria uma outra hipótese e vai chegando. Ciência não tem resposta absoluta, porque o que tem resposta absoluta não é ciência, não é método científico. Porque se ciência tivesse se ciência tivesse resposta absoluta e nada pudesse ser questionado a partir da primeira resposta, resposta, nós ainda estávamos usando vela, porque a vela é um conhecimento científico. Nós ainda estávamos, Douglas não tá aqui, fazendo cocô em latrina porque foi um avanço tecnológico, tiro direto, era um avanço tecnológico. Nós estávamos andando a cavalo, mas quando o avanço tecnológico nos permitiu o o a tração animal, alguém falou: "Olha, precisa ser assim". Eu acho que a gente pode ver uma outra forma. Ele levanta uma hipótese e aí vem a motor, propulsão a vapor, melhor dizendo. Aí quando chega a vapor, alguém fala: "Eu acho que dá para ser elétrico, sei lá". E agora nós estamos falando em nuclear. Isso é ciência. Não tem resposta absoluta. Sabe aonde tem resposta absoluta? Nas escrituras. Passarás os céus e a terra, e as minhas palavras não se passarão. >> E aí você vai dizer o seguinte: "Ah, mas a ciência, se alguém assumiu como absoluto, você precisa dizer para essa pessoa: "Então, querido, nós temos um problema. Você tá falando de uma outra religião, mas não de ciência, porque a ciência é esse ciclo de hipótese, sei o que lá, síntese e volta da hipótese. Eu não vou lembrar o nome certo, mas o caminho é esse, né? Então não é ciência, porque se a ciência tivesse absolutos, nós estávamos no primeiro descobrimento científico e parado a vida lá. Não tínhamos antibióticos, por exemplo, estaríamos resolvendo o problema da febre, colocando água na testa. E esse materialismo que olha, eu preciso, se eu não consigo tocar, se eu não consigo ver, não existe. Aí tem alguém que a galera aí da saúde mental gosta muito que um dos seus livros, ele vai dizer o seguinte: "Ó, me disseram que lá, eu tô tentando lembrar o nome da cidade, mas daqui a pouco eu lembro, tem um um lago." Aí eu fui lá e constatei que tinha um lago. Logo, eu creio que tem um lago. Aí eu não vou dizer o nome do Freud não. Aí ele vai dizer o seguinte: assim é o Senhor. Assim é as coisas em relação a Deus. Se eu não posso constatar, se eu não posso tocar, eu ia quase que eu já ia para o outro lado, né? Se eu não posso cheirar, não existe. E aí ele aplica isso sobre uma algo que é possível verificar e ele leva isso para uma dimens que algo que é de uma dimensão superior para uma dimensão inferior. tá dizendo, logo que eu não posso ir em um determinado lugar, ir com a minha vivência, com os meus sentidos, sensorialmente eu não posso comprovar, ele assume a prepotência de dizer que não existe. Mas alguém pode dizer para mim, quando você conseguiu tocar o amor que você tem pelo seu filho, alguém consegue dizer para mim como você conseguiu tocar o amor que você tem pelo seu cônjuge? Você consegue tocar? Você consegue saber onde ele tá? Não, porque tem coisas que não é possível. Preciso de muita arrogância para dizer que logo se eu, Marcos, não constatar e a partir da minha constatação aquilo existe. E o mesmo se aplica a questões de fé. E quando eu disse que você é responsável pelo que você pensa, aqui tem um assunto que você precisa pensar. Não é porque alguém foi lá e colocou um um selo ciência que a Bíblia vai se covar. Você quer ver um negócio pra curiosidade? A Bíblia diz que do pó da terra Deus formou Adão. A gente não sabe que Adão, que idade Adão tinha. Beleza? A gente não sabe, mas vamos aqui hipoteticamente, nós sabemos que ele foi criado adulto. Então vamos hipoteticamente que no dia seguinte alguém resolve fazer um exame para ver a idade celular de Adão. Adão. Quantos anos Adão tinha? Algumas horas, segundo os homens. Ou quantos anos ele tinha segundo a idade celular? Não sei, com certeza de um homem adulto. A ciência dá um bug, mas aí a gente se pede e a gente entrega os nossos pensamentos para essas pessoas que tá dizendo que ela não existe. Uma outra questão questão é eh importante que você tá tem que lutar para preservar sua mente, que é disso que nós estamos falando, é o secularismo terapêutico. Sabe o que isso quer dizer? A igreja é uma comunidade terapêutica. Você tá aqui buscando o seu bem-estar. Não, a igreja não é uma comunidade terapêutica. A igreja não é nem lugar de ser feliz. Tem um monte de slog aí. Igreja é lugar de ser feliz. Não, não. Vamos raciocinar. A igreja é reunião de pessoas confessadamente pecadoras, que diante de um Deus diz assim: "Ó, tem misericórdia de mim que sou pecador". Certo? Pessoas que foram alcançadas pela graça estão no seu processo de santificação. Estão de glória em glória se tornando mais parecida com Jesus, mas não são Jesus. O que que é óbvio que vai acontecer? Eu vou pisar na bola contigo, Vagninho, e tu vai pisar na bola comigo. E sabe por que isso precisa acontecer? Porque eu preciso te amar como Cristo me amou. E qual que é a maior evidência do amor de Cristo para comigo? Ele me perdoou. Se a igreja fosse lugar de ser feliz, não teria espaço para ter necessidade de perdão. Igreja não é lugar de bem-estar, gente. Igreja é lugar de resposta diante do trono do Senhor, sacerdócio de todos os santos e resposta diante dos homens. Então, não dá para ficar buscando um bem-estar em todos os lugares. Nós não encontramos. Seria loucura. Eu quero viver um bem-estar. E anda e a injustiça tá sendo esfregada na sua cara. A violência tá aí, ó, fazendo você mudar trajetos de rua. A fome faz você, se você é mais sensível, passar uns feed rapidinho ali no seu Instagram, ou sensível ou você já anestesiou. Como que você pode achar que dá para ser plenamente feliz, só se não for na expectativa da bendita esperança de Jesus vir e colocar as coisas no devido lugar, numa realidade em que o pecado ainda é presente? Mas alguém está dizendo que você precisa ser feliz a todo custo. A todo custo. E esse custo é seu casamento. Esse custo são seus filhos. Esse custo são seus amigos, esse custo sua honestidade a todo custo. Se eu ficar com o dinheiro de alguém, me proporcionar um instante de felicidade, fique. fique. Se eu macular o meu casamento com imoralidade sexual, me proporcionar estante de velocidade, faça. Ou então milite para que esse moralismo, esse patriarcado caia, que essa última barreira do patriarcado que é o incesto caia, que você seja plenamente livre, né? Seus poliamores. Gente, tem um negócio absurdo que eu gostaria que vocês refletissem e a gente já tá caminhando pro final. Deus é amor. Jesus vai dizer: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". E quando eu estava estudando essas expressões em que Deus se apresenta como tal e como que isso se dá nos nossos dias, tem algumas coisas que me deixa muito preocupado. Porque quando Jesus diz: "Olha, eu sou a verdade", ele tá assumindo para si de maneira pessoal e corpórea do que é a verdade, porque ela não pode ser mudada. Então, ela não é algo subjetivo, particular. A verdade é uma pessoa. E é como essa pessoa age, se comporta, que ela expressa verdade. Eu não tenho a minha verdade. A verdade é dele. Quando Deus fala que eu, né, quando a Bíblia fala que Deus é amor, é a mesma coisa. Ele é o referencial de amor. E o referencial de amor é Deus amou o mundo de tal maneira e doa. O que se tem se vivido nos nossos dias é uma divindade demoníaca chamada amor. Olha, uma coisa é Deus é amor, a outra coisa é fazer o amor de Deus. Quantos casamentos acabaram porque alguém amou a pessoa que não deveria amar? E aquele amor exigiu o fim desse casamento? Quantos filhos foram abandonados? Quantos corpos foram violados? amou tanto aquela mulher que não o quis e que, a exemplo de Aminon e Tamar, a possuiu, a violentou. Quando se assume uma relação com o amor e faz de amor uma divindade, ele se torna um demônio cruel e perverso. E aí nos nossos dias, alguém, de certa forma, para silenciar o discurso tem dado o nome de amor a comportamentos inadmissíveis, inclusive adultos maduros com atração sexual por crianças. Porque se eu vou dizer, eu eu agiria e combateria com todas as forças se alguém dissesse: "Olha, eu tenho uma atração pedófila". Eu nem sei se existe esse nome, sei lá. Mas vocês estão entendendo o que eu tô falando? Todo mundo aqui iria se levantar contra mim. Mas se eu falo o seguinte, eu estou amando uma criança de 12 anos e me sinto atraído por ela. E se eu usar o tom de voz certo, se o Jeff colocar a música correta, aquilo que deveria ser uma indignação santa possa ser considerada uma possibilidade plausível. Mas por quê? Porque a visão de mundo já foi alterada nessa visão que não é o cristianismo, que não é o evangelho. Considera isso como possibilidade. Márcia e eu somos casados há 26 anos. E se eu chegar aqui e dizer o seguinte: "Cansei da Márcia, 26 anos de casado, 29 de relacionamento, cansei. Ela já não é mais, né? A menina de 21, é 22, né? Quando nós começamos a namorar, agora já é uma menina, não vou falar, né? Cansei. Acho que agora eu tô me atrair para uma mais jovem. É aquela história toda, aí todo mundo vai olhar com crueldade. Mas acho uma música bonita com fundo. Aí eu vou dizer o seguinte, eu acho que há uma incompatibilidade entre a Márcia e eu agora e a intensidade do amor que eu tenho para dar essa relação não suporta. E não é a Márcia, sou eu. E esse amor que eu tenho não cabe nessa relação. Esses sonhos que esse amor vai me fazer viver, uma revelação de 26 anos não cabe. Vocês estão entendendo o que eu tô falando, gente? Paulo tá dizendo o seguinte para essa igreja igreja que vivia numa mentalidade grega romana, a forma deles pensarem justificou até Paulo antecipar absurdos que era multiplicasse o pecado no meio deles. Prepara as pessoas para ter os mais absurdos pensamentos. E esse tipo de pressão nós vivemos todos os dias. Todos os dias nós vivemos num constante discipulado. Todos os dias há uma proposta para você pensar de forma alternativa ao evangelho todos os dias. E agora nós temos um desafio esse ano. Nós estamos respirando, deveríamos estar, né, respirando esse um mês em relação a ao ao Mundial do futebol. Mas nós estamos no algo tenso, que é o último aqui que eu quero falar, que é o neutri tribalismo ideológico. Nós vamos ver crente, infelizmente, olhando pros seus irmãos e dizendo: "É fascista, é genocida, é não sei das quantas". Nós vamos ver crente dizendo: "Bandido bom é bandido morto." morto." Nós vamos ver crente olhando pro outro e desprezando a obra da cruz, porque a obra da cruz é incompatível com a maneira de pensar dessa forma de enxergar a realidade. Você todo dia vai ser pressionado a isso. isso. Se as suas relações foram afetados por causa da escolha da liderança política, você foi atropelado pelo espírito dessa era. Essa nova forma de tribalismo, dessa vida tribal. Se você estudar a história um pouco, os povos que foram escravizados, é certo alguns que eram vencidos em batalhas, mas normalmente não era não era as nações distantes, era as tribos vizinhas que se conflitavam, venciam e vendia os seus irmãos étnicos. A porque a proximidade étnica entre duas tribos vizinha é muito maior do que de uma outra do outro lado do Atlântico. E vendia os seus irmãos porque não pertencia à mesma tribo étnica. Então essa forma de ver o mundo, nós contra eles vai justificar a injustiça sendo praticada contra o outro. E você é chamado, você é responsável pelos seus pensamentos, não se comportando como costumes desse mundo. A pergunta é essa. Essa forma de pensar que está aqui ancorando os meus pensamentos, logo as minhas decisões e também os meus sentimentos. Ela encontra respaldo nas escrituras? Sim, então morra por ela. Não, então abandone-a imediatamente. Imediatamente. Porque isso pode justificar essa forma de pensar, que não é a forma que o Senhor deseja que nós pensemos. pode justificar a vida espiritual apática que você leva, que eu levo. Hoje pela manhã, o Douglas falou de intensidade. A intensidade é daqueles que gastam a vida para que a vontade do Senhor seja feita na terra, na terra, porque os seus pensamentos já se renderam aos pensamentos do Senhor. Ó que Paulo escreve a Filipenses. Por fim, irmãos, quero dizer só mais uma coisa. Concentre-se em tudo que é verdadeiro. Quem é o referencial de verdade? Jesus. Não é o político da sua preferência que diz o que ele diz. Referencial de verdade não é o último artigo científico da sua revista de preferência. E olha que elas tor o pau entre elas, né? Não é o referencial de verdade não é o filósofo que você curte mais. O referencial de verdade é Jesus. Concentre-se em tudo que é verdadeiro, em tudo que é nobre. Quem que é o referencial de nobreza? Referencial de nobreza, ele tá morrendo e tá dizendo assim: "Pai, perdoa-lhes, pois eles não sabem o que fazem". O referencial de nobreza, ele disse para Pedro, Pedro, se fosse esse o caminho mesmo que a gente ia seguir, você acha que já não poderia ter pedido pro meu pai mandar um exército de anjo aqui e como diz o carioca, passar o cerol, né? Não é verdade? O de o referencial de nobreza, mesmo sendo Deus, não se apegou sua condição de ser Deus. antes se fez homens, esvaziou a si mesmo, submeteu essa vida marcada pelo pecado entre os homens e não peca. Sofre os efeitos do pecado que habitavam nos homens, que age de maneira injusta com ele, que o agride, que o mata. Referencial de nobreza é Cristo. Gente, o referencial de nobreza não é o novo MC que fez milhões, porque os streams tá colocando a música dele lá. Não é o jogador que vai se destacar na competição agora. Referencial de nobreza é Cristo. >> É Cristo. E ele vai dizer o seguinte: "E tudo que é correto, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é admirável, concentre-se nisso. Esse seja o foco da nossa vida." E ele vai dizer da responsabilidade dos nossos pensamentos. Pense no que é excelente e digno de louvor. louvor. Você é responsável pelos seus pensamentos. Você Você há de prestar conta pelos seus pensamentos, porque os seus pensamentos determinam o seu comportamento. Você só se comporta como se comporta porque se permite pensar como pensa e só pensa como pensa porque se permite ter a visão de mundo que tem. E responde perguntas fundamentais da sua existência. distante das resposta que o evangelho dá. dá. O que é o homem? O homem é esse ser criado a imagem e semelhança de Deus para se deleitar no Senhor e para glorificar o nome dele. O que é a vida? A vida é esse dom de Deus por meio do qual o homem responde ao Senhor se deleitando nele e glorificando o nome dele. Por que nós sofremos? Sofremos porque a realidade que vivemos, ela é marcada pelo pecado de um homem só que se estendeu a todos. E nós estamos nesse período que nós chamamos de queda, que já foi alcançado pela redenção. E nós estamos aqui nessa tensão do já e do ainda não. O sofrimento tá presente porque a realidade que nós experimentamos, ela não é a realidade de Deus. Ela é a realidade que o homem escolheu para si ao desobedecer ao Senhor. É por isso que nós sofremos. Por que que nós morremos? E por que e por que que a morte ela é é assim nos causa uma dor tão profunda? Porque nós não fomos criados para morrer. A morte nos fere tanto, tanto, porque nós não fomos criados para morrer. Nós fomos criados à imagem e semelhança do Senhor. E quando nos criou, ele colocou o senso de eternidade em nós. Porque crianças passam fome, porque há pessoas que está de posse dos recursos e ele não visita o famino. Ele não aquece o que tem frio. Ele não dá água ao sedento. Não tem a ver com Deus. Tem a ver com o homem que decidiu viver a sua vida distante de Deus. Você pode estar chateado dizendo, mas por que que o meu pai morreu? Porque o seu pai tá vivendo, viveu na realidade marcada pelo pecado onde todos os pais morrem. Inclusive o meu há três anos atrás. A, o cristianismo tem resposta para todas as suas perguntas. O que não é possível é você fazer uma mistura, mistura, é você mesclar, é você não se assenhorar dos seus pensamentos e levá-los cativos ao Senhor. Porque com uma visão, visão de mundo, ele ela também não tem muito compromisso com a realidade, ela tem muito compromisso com afetos. Os pressupostos são todo muito doido. Tem uma cosisão de algumas pessoas é igual não igual não chupar a manga e tomar leite. Não tem nenhuma base real desse negócio. Mas tem gente que não faz. Você é responsável pelos seus pensamentos. Você é responsável pela visão de mundo que você tem. E o que eu posso lhe garantir é que não é possível uma compatibilidade. Leia a carta de Romanos nessa perspectiva. Todas vezes que Paulo antecipando o que ele já ouvia daquela comunidade e ele tá ali escrevendo essa possível compatibilidade. Não é possível. Os nãos, né? Paulo fala não de jeito nenhum. Ninguém. São expressões às vezes parece que ele tá gritando porque assim, tamanha é incompatibilidade e também pros nossos dias. É incompatível a vida do evangelho ser vivida só no domingo. Agora terminou, você sai ali, faz aquela foto da academia, tá pago, cheque e domingo que vem volta. É incompatível. Não é para isso. É incompatível. Não é para isso. É melhor viver de uma outra forma. Você precisa dar uma olhadinha, assim como eu dou uma olhadinha se toda essa liberdade que eu estou vivendo, se não é juízo de Deus, porque você tá dizendo o seguinte: "Ah, ah, eu tô fazendo e a minha consciência não não tá dizendo nada. Talvez ela já tá cauterizada, já tá sob. sai e se envolve sexualmente com outra pessoa pessoa e não sente nada, nem um remorcinho. Não fala nem de arrependimento, nem um remorcinho. É juízo de Deus. Essa insensibilidade, estar morto, embora caminhando entre os vivos, ser um transluente, isso é juízo de Deus. Se você agride a sua mulher e isso não te faz buscar confissão, arrependimento e abandono dessa prática miserável, você já está sobre o juízo de Deus. E o que o Senhor encoraja a sua mulher te denunciar, porque nós temos o ministério liberdade aqui. Vamos lá visitar você, te levar uma Bíblia, levar um devocional 40 dias com Jesus. Mas se isso é prática na sua vida e você acha que ah, foi porque ela me irritou, não é porque você tá morto, tá querendo fazer mistura de cosmovisão incompatível, porque a cosmovisão cristã você morre pelo outro. É o morrer para que outros possam viver. Não pensem como pensam as pessoas desse mundo. Não se entreguem a essas a esses modelos de pensamentos. Vamos colocar de pé. A minha oração e a nossa oração agora é uma oração que passa pelo caminho de do arrependimento. Do arrependimento que muitas vezes a gente se permite achar que o evangelho é insuficiente para responder. E aí a gente coloca na mesma mesa lógicas mundanas. E aí tem coisas que a gente quer responder com o evangelho e tem outras que a gente quer que os gregos responda. Tem outras a gente quer que os romanos respondam, respondam, tem outras que a gente quer que as lutas identitárias respondam. O evangelho é suficiente. Senhor, nossa oração essa noite é de arrependimento diante do Senhor. Arrependimento quando tratamos os nossos pensamentos como fossem entidades independentes, que eles poderiam vir e ir e fazer o que quiser e agir de qualquer forma sobre a nossa cabeça e dentro da nossa cabeça. Senhor, o que nós pedimos a Ti é esse senso de compromisso e responsabilidade de como lidamos com os nossos pensamentos. O Senhor assim chamou a responsabilidade Caim quando ainda estava em seus pensamentos o intento de matar a seu irmão. E o Senhor disse que era da responsabilidade dele, assim como é da nossa responsabilidade pensar no que é nobre, no que é verdadeiro, no que é correto, no que levanta louvor ao teu nome, Senhor. de nossa responsabilidade, Senhor, oferecermos resistência a todo e qualquer tipo de forças que tentam nos moldar segundo esse mundo, Senhor. E nós nos arrependemos por andarmos nesse mundo às vezes parecendo boneco de posto, Senhor, tocado por qualquer vento de doutrina ou por qualquer vento de ensinamentos. O que nós pedimos a Ti, Senhor, um coração que tema o Senhor, um coração que se debruça sobre as suas escrituras e se renda as suas verdades. Espírito Santo, nos leve a um arrependimento de achar que havia compatibilidade em uma vida santa com uma visão distorcida da sua santidade. Espírito Santo, que nós pedimos a Ti nessa noite, dobra-nos diante da majestade de Jesus. >> Dobra-nos diante da santidade de Jesus. O que nós pedimos a Ti, Espírito Santo, é responsabilidade. Porque muito daquilo que não sabemos e nos sujeitamos a qualquer coisa que nos diz, esse não saber não é porque o Senhor não disse, é porque nós, por meio de um outro pecado da preguiça, não nos colocamos a saber o que o Senhor tinha a dizer. Então, o que nós pedimos a ti nessa noite, no nome de Jesus, é o teu perdão e uma sede para te encontrar nas Escrituras e uma sede para encontrar respostas na Escritura e um desespero para estar diante de ti de maneira racional, um desespero para viver uma relação contigo que era diferente. ente da lógica hebreia, que o sacrifício era oferecido mediante a morte daquele objeto a ser oferecido como sacrifício. E o Senhor nos chama para mudarmos a maneira de pensarmos. E isso é a nossa expressão de sacrifício vivo. Diferente da mentalidade hebraica, o sacrifício tá vivo. Porque Davi disse que na morte não tinha expressão de louvor. Como poderia louvá-lo se eu tivesse na sepultura? Porque no sacrifício de uma mente transformada pelo poder do evangelho, suscita louvor, adoração, obediência, expressão da grandeza e da santidade de Jesus. >> Amém.