Igreja Presbiteriana do Brasil
13 de agosto de 2026
1h 55min
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pontos de 100
Sermão celebrativo fiel, que usa Neemias 8:1-12 para exortar a igreja a viver sua identidade em unidade, Palavra, contrição, alegria no Senhor e missão, com ortodoxia reformada e aplicação pastoral saudável.
Análise baseada na tradição Reformada / Calvinista · Igreja Presbiteriana do Brasil
Analisado em 14 de agosto de 2026 · como funciona a análise →
Culto de Gratidão pelos 167 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil Com alegria e gratidão a Deus, convidamos toda a comunidade para celebrar os 167 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil em um culto especial de ações de graças. Será um momento de louvor, adoração e reconhecimento pela fidelidade do Senhor ao longo dessa história, marcada pelo compromisso com a proclamação do Evangelho e o serviço ao Reino de Deus. Teremos a participação especial do Grande Coro Presbiteriano do Distrito Federal e a mensagem será ministrada pelo Rev. Juarez Marcondes Filho, Presidente do SC-IPB (2026–2030).
Mais hoje ainda nesse momento, então vamos nos preparar pro início do culto. Obrigado, >> [música] >> Meus irmãos, mais uma vez, boa noite. graça e a paz de Jesus sejam multiplicados na vida, multiplicados na vida de cada um dos queridos aqui, cada uma das igrejas representadas essa noite de festa, em que nós nos reunimos para comemorarmos como povo presbiteriano do Distrito Federal e região os 167 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil. Eu queria então, como pastor da igreja, dar as boas-vindas a todos os queridos irmãos que aqui se encontram em nome da nossa igreja e do conselho da da IPN, como nós chamamos carinhosamente a nossa igreja. São todos muito bem-vindos. E quero cumprimentar então a todas as autoridades aqui presentes, as autoridades da nossa igreja, na pessoa do Revenjo Juarez Marcondes Filho, que é o presidente do nosso Supremo concílio nessa nova gestão da nossa igreja. E ao cumprimentá-lo, cumprimento todos os demais membros da mesa do Supremo Concílio, os presidentes de sínodo, que estão aqui também conosco, e os demais eh líderes de diversas autarquias, de órgãos da igreja que passaram o dia que hoje ah já trabalhando, fazendo as suas eleições. são também todos muito bem-vindos e bem como pastores, presbíteros, diáconos, membros da Igreja Presbiteriana do Brasil em nossa região e também aqueles que nos visitam. É uma visita que eu digo assim que talvez não sejam da IPB, são também todos aqui muito bem-vindos. Nós queremos dar graças a Deus também pela disponibilidade de várias igrejas de enviarem seus coristas para formar esse grande coro presbiteriano do Distrito Federal. São mais de 100 vozes, ou pelo menos essa tinha sido uma das últimas contas, aproximadamente mais ou menos. Depois alguém vai me confirmar a quantidade certa. Temos também alguns músicos. Nós louvamos a Deus pela disponibilidade de todos. Nós temos um programa do culto ampliado que você pode acessar a talvez tenha uma arte aí para divulgar pra gente, um QRcode aí. Se você acessar esse QRcode ou esse endereço ipn.org.br/ipb167, você tem um programa do culto com mais informações do que este que está aí na sua mão. Como nós estamos aqui num grande ajuntamento, nós queremos dizer também que nós temos um posto de saúde bem ali naquela janelinha atrás. Se alguém precisar de um atendimento, temos médicos de plantão, um bersário ali também para as mamães, se precisarem eh utilizar. utilizar. E queremos informar também que esse culto está sendo transmitido pelo nosso canal na no YouTube, canal da igreja local IP nacional e também pelo canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. Então você pode entrar num dos dois canais aí, acessar o link e compartilhar com a sua igreja, com a sua família, para que eles também participem desse momento. E eu encerro então ou eu concluo aqui essa saudação dizendo mais uma vez da alegria que a IPN tem tido ao longo de toda a sua história de ser uma igreja em favor do reino de Deus e procurando então servir ao povo presbiteriano aqui no Distrito Federal. E aonde mais o Senhor nos dê essa oportunidade, nós então iniciaremos ah o nosso culto nesse momento e eu passo a palavra então ao presbítero George que nos conduzirá na leitura bíblica. Igreja de Cristo reunida neste lugar, graça e paz vos sejam multiplicadas do pleno conhecimento de Deus. e de Cristo Jesus, o nosso Senhor. Queremos ouvir o Espírito de Cristo que fala por meio da escritura. Eu quero então convidar a todos, evidentemente, se você pode, a ficarem de pé para que a gente faça uma leitura alternada no Salmo 126. São apenas seis versículos e eu iniciarei e na sequência a congregação fará a leitura. Então, o primeiro verso comigo, o segundo com a congregação e assim sucessivamente. E diz assim o espírito de Cristo falando por meio da Escritura: "Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então a nossa boca se encheu de bismo e a nossa língua de júbilo. Então entre as nações dizia: "Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. >> Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós. Por isso estamos alegres. Resta senhoras do eterno. >> Os que com lágrimas semeiam, com júbilo seifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com seu júbilo, trazendo os seus feixes. Amém. Vamos orar, irmãos. Querido Deus, nós te agradecemos pelo privilégio de estarmos aqui nesta noite reunidos, prestando culto a ti, Senhor. O privilégio é nosso. é nosso. Te agradecemos, Deus, pela bênção da existência da igreja, da igreja de Cristo, Cristo, visível e invisível, aquela que se reúne em lugares confortáveis e aquela que também se reúne em lugares onde nem sequer o endereço pode ser conhecido. conhecido. Nós te agradecemos pelo privilégio de termos no Brasil uma igreja que tem a liberdade para te adorar livremente, convidar pessoas, proclamar convites, anunciar convites. Nós te louvamos pela vida dos nossos pais, dos pioneiros, dos primeiros, os que vieram, Deus, e sofreram por causa do evangelho nesta terra e deixaram para nós a preciosa semente. A nossa oração, o nosso pedido é que o Senhor receba o nosso culto, o louvor, o louvor, o sentimento do coração, a oferta, o desejo de que o teu evangelho prospere cada vez mais. Nós o fazemos somente por causa de Jesus Cristo, hoje e sempre. Amém. >> Podem sentar, queridos. Meus irmãos, nós iremos, irmãos e irmãs, iremos cantar o hino 21 ao Deus de Abraão, com a regência da nossa maestrina, nossa irmã maestrina Maria Natália. Vou pedir a igreja mais uma vez colocar em pé pra gente cantar com pleno pulmão. >> [música] >> A Deus [canto][música] de Abraão, pai, vós no [música][canto] É o Senhor eterno e poderoso pai [música] de Deus te amou. Jeová [música][canto] sempre minha alma [música][canto] não me exaltará do grande [música] eu sou. [canto] Ao Deus de Abraão, pai. [música] do [música] céu. Minha alixa [canto] a terra e vai [música] goar [canto] do céu. do céu. O [música][canto] mundo despre seu lucro e seu [música] louvor. [canto] [canto] E Deus E Deus [música] que e [música] [canto] [música] meu dia [canto] Deus será seu [música] infinito amor amor feliz [música][canto] em Tudo meu [música] povo [música] [música] e e mão mão nas terras [música] deus e na [canto] eterna eterna salvação [música] Deus Jesus, [música] Deus jurou, [música] eu confiei confiei [música] [música] E para o céu e eu sou [música] sua paz eu [música] tirei com seu [música] amor e para sempre [música] teu [música] querido. Queridos irmãos, eu convido a todos que abramos a Bíblia em Daniel, capítulo 9, para este momento de confissão, contrição, a partir do versículo 3. Eu lerei aqui os irmãos, acompanhem sua Bíblia. Daniel capítulo 9 a partir do versículo 3, nos diz assim a palavra do Senhor: "Voltei o rosto ao Senhor Deus para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza." Orei ao Senhor meu Deus, confessei e disse: "Ah, Senhor, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos." Temos pecado e cometido iniquidades. Procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos. E não temos ouvido aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós o corar de vergonha, como hoje se vê. aos homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tem lançado por causa das suas transgressões que cometeram contra ti, ó Senhor. A nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti. Ao Senhor, nosso Deus pertence a misericórdia e o perdão, pois nós temos, pois nos temos rebelado contra ele e não obedecemos a voz do nosso Deus para andarmos nas suas leis que nos deu por intermédio dos seus servos, os profetas. Amém. Feche seus olhos. Enquanto nós vamos ouvir aqui um louvor ao nosso Deus, nós faremos um momento de oração silenciosa. >> [música] >> Existe um lugar [música] [música] de Jesus [canto] bendito. Já te [canto][música] eu sinto seu amor [música] por mim e v e v [música] meu [canto] Eu vi [música] [canto] mão e traz ao coração [música] [música] a a fazer [música] não há nesse [música] meu [canto] contra vos amor amor [canto] que meu [canto] Jesus [música] lugar >> [música] >> Jesus [canto] sozinho. [música] Eu sinto [canto] seu amor por mim. [música] Deus [música] se tem [música] que traz [canto] o coração a nossa [música] amar. [música] >> [música] >> amor de Deus de Deus [música] Deus assim. >> [música] >> am [música] Jesus [música] me me [canto] [canto] da [música] Oremos ao Senhor mais uma vez. Santo eterno Deus, graças te damos, ó Deus, pela alegria, pelo privilégio de estarmos em tua casa e nessa hora bendita, ó Deus, nós nos quedamos diante do Deus da cruz. Fiados, ó Deus, não na nossa justiça, mas na obra salvadora do nosso Salvador, pela para a remissão e o perdão dos nossos pecados. Te damos graças, Senhor, porque em ti podemos recomeçar a nossa caminhada, ó Deus, dia após dia. Ó Deus, o nosso Salvador não só nos assegurou a nossa entrada nos céus, mas no nos garante uma vida cristã da maneira que tu queres para aqui e agora. Ó Deus, imprime essa verdade no meu coração, no coração da tua igreja, que aqui se reúne e faz de nós, ó Deus, verdadeiros imitadores do nosso Salvador. Ó Deus, é com perdão dos nossos pecados, fiado, ó Deus, na obra salvadora que nós oramos a ti nesta hora. E é no nome dele que nós pedimos esse milagre em cada um de nós. Que assim seja. Amém. Senor. Amém. Amém. Graças, paz, meus irmãos. Louvado seja Deus que mais uma vez nos traz a sua casa para assim o adorá-lo. [roncando] Palavra de Deus lá no livro de Primeira Coríntios, capítulo 9, versos 13 e 14, assim nos ensina: "Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento. Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho, que vivam do evangelho. Esse é o momento da liturgia do nosso culto que nós destinamos a trazer uma oferta especial que será conduzida e destinada aos nossos missionários, as nossas ações missionárias. conduzidas pela Igreja Presideriana do Brasil através dos seus órgãos missionários, a PMT, Junta de Missões Nacionais, eh PMC eh PMC e Apecon. Então você poderá contribuir eh através também do Qcode. Queremos disponibilizar aqui no nos telões. Eu só peço aos irmãos que as que o fizerem coloquem eh nas suas ofertas a o valor de 67 centavos, que é justamente a última dezena e a última unidade dos nossos anos eclesiásticos de organização da IPB. Então, quando você fizer essa oferta, eh, você possa colocar a quantia de 67 centavos do final para que a gente possa identificar que essa oferta tem destinação exclusiva para as ações missionárias de nossa igreja. Iremos louvar ao nosso Deus nesse momento também, cantando o hino de número 62. >> [música] >> Vamos nos colocar de pé para adorar ao Senhor. [música] Graças por esta. [canto] Eu rei [música] que revelou. Graçasou Graçasou [música] pelo futuro e por tudo que passou [música] pelas mesmas derramadas, [canto] pelo amor, [música] pela aflição, [canto] pelas graças reveladas. reveladas. Graças [música][canto] perdão. >> [música] [música][canto] >> Graças Deus o celeste o celeste e por tudo [música] que tem. pelas rosas [canto] do caminho e os [música] espinhos [canto] que eu pelas amores [música] da família pela estrela que brilhou [música] pela prece irrespondível e [música] a esperança [canto] que parou. que parou. Oh Oh oh oh oh oh [música] >> [música] >> oh [música] seu [canto] sofrimento [música] e a final ressurreição pelo amor [canto] que sem medida. [música] Pela paz [canto] o coração, [música] pela lágrima [canto] [canto] mentira [música] que o consolo quer sem p da eterna [música] minha sempre graças de dar. Eu Eu [música] [música] não mereço não mereço tão a graça que me livrou [música] da escravidão. O meu passado não tem poder. A tua glória eu viverei. [música] Eu não mereço tamanha [música] graça que me livrou da escravidão. [música] O meu passado não tem poder. [música] Paraa tua glória. [canto] Eu [música] vierei. [música] >> [música] >> Vamos orar, meus irmãos. Ó Deus, nós te damos graças porque tu és bom em todo tempo. >> Amém. >> E nós temos visto a manifestação da tua bondade sobre nós, nos sustentando, cuidando de nossas casas, nos dando a provisão de todo aquilo que é necessário. Nós temos visto a tua provisão em nossas igrejas, no sustento da obra da causa de Jesus. E quando temos momentos como este da manifestação do teu povo com generosidade, com alegria, com sinceridade, nós pedimos, ó Deus, que o Senhor mesmo multiplique estes recursos para que pessoas possam conhecer a Jesus, para que a obra missionária possa chegar em outros lugares, para que as igrejas que nós aqui representamos sejam igrejas empenhadas na proclamação do Evangelho. Evangelho. Ó Deus, nós queremos consagrar estas ofertas a ti e que o resultado de tudo aquilo que levantamos não seja apenas uma expressão de valores financeiros, mas a expressão do nosso coração entregue ao Senhor. Nós oramos também pelos nossos missionários. Intercedemos por eles. Muitos daqueles que estão aqui em nossas terras, tantos outros em países diferentes. Ó Deus, que seja o teu espírito a companhia presente de todos os momentos e que nesse instante, enquanto cultuamos a ti, enquanto oramos ao Senhor, eles se lembrem que a igreja de Jesus está ali também ao lado deles, está participando da obra com eles e fazemos isso quando contribuímos. Fazemos isso quando enviamos, fazemos isso quando oramos. Recebe a nossa gratidão e o nosso louvor. Fazemos isso em nome do nosso redentor, o Senhor Jesus. Amém. >> [música] >> É teu [canto] povo [música] aqui presente. [canto] Todos uma só voz, declarando [canto] [música] que só tu és grande. Exaltamos [música] teu doce nome [música] pelo amor pela cruz por teu filho Jesus. Pois é [canto] santo, sim [música] és digno de louvor [canto] e de ser adorado. [música] [música] És bondoso, pai querido. [música] [música] Todas as coisas, tu és verdadeiro. >> [música] >> É [música] teu povo aqui [música][canto] presente. uma sua voz declarando [música] que só tu és grande. Exaltamos [música] teu [canto] nome. [música] Teu amor, pela cruz com teu [canto] filho Jesus. Pois és santo, sim, [música] és digno de louvor. de louvor. de ser [canto] adorado. És bondoso, pai querido. [música] [canto] [canto] Dentro todas as coisas, tu és verdadeiro, Senhor. [música] Pois és santo, [canto] sim, és digno de louvor e de ser [canto] adorado. adorado. [música] És bom. Pai querido, [canto] todas as coisas [música] tu, tu, Senhor. Senhor. [música] Aleluia. >> [música] >> Amém. Glória a Deus. Ainda em pé, oremos ao Senhor. Ó Deus bendito, nesta oração de intercessão, queremos suplicar o teu favor soberano sobre este país. A tua palavra nos ensina feliz é a nação cujo Deus é o Senhor. Como igreja presbiteriana, confessamos a tua soberania. Cremos que tu és o Deus que governa céus e terra. Por isso, Deus, intercedemos em favor deste país, para que o Senhor, ó Deus, derrame um grande avivamento, para que possamos, ó Deus, experimentar um verdadeiro quebrantamento, rendição ao teu senhorio, ó Deus querido. Ó Deus, oramos também pela Igreja Presbiteriana do Brasil, que completa 167 anos. anos. Ó Deus, queremos louvar ao Senhor pela existência desta igreja, pela firmeza doutrinária, litúrgica, ó Deus, pela Igreja Presbiteriana Conciliar, ó Deus, que tem ao longo deste tempo todo, ó Deus, sido regida pelos concílios, mas sobretudo pela ação do Teu Espírito Santo. Ó Deus, queremos louvar ao Senhor, mas suplicar ao Senhor, ó Deus amado, que o Senhor continue a conduzir a história desta igreja, preservando, ó Deus, na fidelidade das Escrituras Sagradas, ó Deus, confessando a sua, a soberania do Senhor na dependência total do teu Espírito Santo. Ó Deus, abençoe a Igreja Presbiteriana do Brasil. Tantos foram os ventos de doutrina, mas a igreja do Senhor foi preservada fiel à tua palavra. Obrigado, Senhor, porque o Senhor a tem sustentado e nós suplicamos que tu continues a sustentar e que haja um grande mover de um crescimento, ó Deus querido, quantitativo, mas também de um crescimento, ó Deus querido, ah, numérico. Que a igreja venha expandir, ó Deus, que os teus eleitos sejam alcançados, ó Deus, nesta geração para a glória do Senhor. Ó Deus, os projetos missionários, ó Deus, as obras missionárias, os missionários espalhados pelo campo neste país, ó Deus, o os missionários também espalhados por por todo canto, ó Deus, deste mundo, ó Deus, que o Senhor venha abençoá-los, usá-los, guardá-los, ó Deus, e livrá-los de todo mal, Senhor. Queremos louvar ao Senhor porque houve um tempo atrás, há 66 anos, ó Deus, que é veio o pioneirismo para cá. E os homens, ó Deus, quando na vinda do Jcelino Cubicheque entregaram a Bíblia com a seguinte dedicatória: se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalhos que a edificam. E aqui, ó Deus querido, foi então estabelecido as casas, a casa da lei, do executivo, do judiciário. Nós temos o centro do poder, ó Deus, das decisões. E nós pedimos, ó Deus querido, por estas casas, para que elas sejam instrumentalizadas pelo Senhor. Que a tua soberania venha governar, ó Deus querido, estas casas e esta nação. Cemos, ó Deus querido, nesta data, celebrar com júbilo, Senhor, ó Deus, o aniversário da Igreja Presbiteriana Nacional, que completa nesta data 66 anos de organização. Queremos tributar ao Senhor a glória devida ao teu nome pela história desta igreja, ó Deus. E que o Senhor continue a abençoá-la, ó Deus querido, juntamente com o conselho, os membros desta igreja, o pastor, ó Deus querido, que o Senhor os agracie, ó Deus, com a tua bênção. Louvamos ao Senhor, bendizemos o teu nome, Senhor, pela existência da Igreja Presbiteriana Nacional e de todas as igrejas espalhadas no Distrito Federal. Pedimos ao Senhor a tua bênção e uma grande expansão para o alcance do dos teus eleitos e que assim a igreja do Senhor venha servir ao Senhor, ó Deus, com dedicação, com fervor, ó Deus, em nome de Jesus Cristo. Amém. O que estamos vivendo aqui nesta noite teve início numa manhã de inverno da Baia de Guanabara, Guanabara, quando um jovem de 26 anos, um missionário estrangeiro, deixou a embarcação em que viajara por semanas a fio e colocou os seus pés em terras brasileiras. Este foi o primeiro passo para que tantos fossem dados depois dele, a fim de que hoje a Igreja Presbiteriana do Brasil estivesse representada em todos os estados da Federação e do Distrito Federal. Nós louvamos a Deus por esta comemoração do 167º do 167º aniversário de nossa denominação. Agradecidos que somos a igreja hospedeira, não só do culto, mas de todo o dia de hoje, em que os órgãos da igreja foram acolhidos aqui, ocuparam os espaços, puderam fazer as suas reuniões, foram diplomados e também porque a igreja nos chama a comemorar o seu próprio aniversário, como foi lembrado há pouco na oração, 66 anos de organização da Igreja Presbiteriana nacional. A nossa gratidão a esta igreja hospedeira, nossa gratidão a esse belíssimo coral que ainda vai ter participações nesse culto. Nosso muito obrigado pela sua presença aqui entre nós, pastores, presbíteros, diáconos, líderes de tantos ministérios, os representantes dos órgãos que foram nomeados na 41ª reunião ordinária do Supremo Conselho. recentemente realizada na bela capital do Amazonas, a cidade de Manaus. Que Deus possa abençoar a cada um com a sua bondade, com a sua benignidade, com a sua abundante graça. Quero convidar a todos para que possamos abrir a palavra de Deus no livro de Neemias, capítulo 8. Nós vamos ver do verso 1 ao 12. Neemias, capítulo 8. de 1 a 12. E convido a todos para que postemos-nos em pé. Assim diz-nos a palavra de Deus. Em chegando o sétimo mês e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem na praça, diante da porta das águas. E disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel. Esdras, o sacerdote, trouxe a lei perante a congregação, tanto de homens como de mulheres e de todos os que eram capazes de entender o que ouviam. Era o primeiro dia do sétimo mês. E leu no livro diante da praça que está fronteira à porta das águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender, e todo o povo que tinham os ouvidos atentos ao livro da lei. Esdras, o escriba, estava num púlpito de madeira que fizeram para aquele fim. Estavam em pé junto a ele à sua direita. Matitias, Sema, Anaías, Urias, Iuquias e Maaseéias. E a sua esquerda, Pedaías, Misael, Malquias, Asum, Asadana, Zacarias e Mezulão. Esdras abriu o livro à vista de todo o povo porque estava acima dele. Abrindo ele, todo o povo se pôs em pé. Esdras bendisse ao Senhor, o grande Deus. E todo o povo respondeu: Amém. Amém. E levantando as mãos, inclinaram-se e adoraram o Senhor com o rosto em terra. E Jesua, Bani, Cerebias, Jamim, Acube, Sabetai, Odias, Maaseéias, Quelita, Azarias, Josabade, Anã, Pelaías e os levitas ensinavam o povo na lei e o povo estava no seu lugar. leram no livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações de maneira que entendessem o que se lia. Neemias, que era o governador, e Esdras, sacerdote escriba. E os levitas que ensinavam todo o povo lhe disseram: "Este dia é consagrado ao Senhor vosso Deus, pelo que não pranteieis nem choreis, porque todo o povo chorava os ouvindo as palavras da lei. Disse-lhes mais: "Ide, comei carnes gordas, tomai bebidas doces e enviai porções aos que não têm nada preparado para si, porque este dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força." Os levitas fizeram calar todo o povo, dizendo: "Calai-vos, porque esse dia é santo e não estejais contristados. Então, todo o povo se foi a comer, a beber, a enviar porções e a regozijar-se grandemente, porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas. Traz ao Espírito Santo que inspirou essa porção a lumiar nossas mentes e corações enquanto meditamos na sua palavra. Rogamos a ti, ó Deus amado, que nos tem acompanhado ao longo de toda esta celebração, em que louvamos, bendizemos o teu nome, suplicamos as tuas bênçãos agora, o Senhor tire as escamas dos nossos olhos e o Senhor possa comunicar-nos as verdades aqui contidas. é o teu povo aqui reunido, como cantamos e queremos ouvir a tua voz. Em Cristo Jesus te suplicamos. Amém. Pode sentar, meus irmãos. Aqui estamos nós, o povo de Deus, a nação santa, o sacerdócio real, real, os eleitos do Senhor, a igreja, simplesmente sendo igreja. Se hoje temos alguma coisa de mais especial, congregação repleta, visitantes, belíssimo coral, pregador convidado, a mesa do Supremo Concílio, os presidentes de sínodo, as autarquias e órgãos da igreja aqui presentes, isso é só um detalhe, apenas um detalhe, porque o que nós estamos vivendo aqui é a nossa condição. condição. de ser igreja, a igreja sendo igreja num tempo de celebração, uma festa espiritual. Nossa memória agora se volta para essa trajetória histórica que remonta a Simon que nos traz à mente os pioneiros, que nos faz lembrar inclusive da chegada da igreja presbiteriana aqui nessa região central do país, o desenvolvimento da obra. Mas em tudo isso nós louvamos, nós bendizemos ao Senhor, mas queremos continuar sendo simplesmente a igreja, a igreja que foi chamada das trevas para a maravilhosa luz do Senhor. E a igreja, uma vez na luz do Senhor, agora ela é remetida às densas trevas que estão ao nosso redor para alumiar com a chama da esperança, a chama do evangelho a todos os corações. É a igreja sendo a igreja num tempo de celebração. A passagem que escolhemos para meditar nesta noite, ela tem um paralelo muito grande com o que nós estamos vivendo aqui. Não poderíamos avaliar isto apenas pelo fato de estarmos num templo moderno, numa capital federal, em comparação com a Jerusalém que estava sendo reconstruída. os seus muros. Não estamos no século XX, estamos aqui no século V antes de Cristo. Mas o balizamento que a palavra de Deus nos propõe aqui fatalmente nos leva a entender. Lá estava a igreja sendo igreja, aqui está a igreja sendo igreja. Senão, vejamos. Quero levantar aqui cinco aspectos muito pontualmente para que depois nós possamos celebrar com muita alegria a ceia do Senhor que nos remete à história da salvação. É a igreja sendo igreja num tempo de celebração, primeiro de tudo, porque estamos congregados em unidade. Somos um só, um só corpo. Temos um só espírito que habita o nosso coração. Há um só senhor, há uma só fé, há uma só esperança da vocação com que fomos chamados. Há um só Deus e Pai de todos, que age por meio de todos, está em todos. Esta é a igreja do Senhor, única igreja. Nossas placas denominacionais, nossa estrutura de governo que nos faz chamar esta congregação pelo nome de uma cidade, de um bairro ou até mesmo um nome bíblico. Isso é circunstancial. O que nós sempre temos que ter em mente é que o Senhor Jesus é o cabeça de um único corpo chamado corpo de Cristo. E esta igreja se manifesta em unidade. Pelo menos é como nós podemos perceber já no primeiro versículo, naquele local aprasado para o encontro do povo de Deus, onde lemos assim: "Naquela dada ocasião, todo o povo se ajuntou como um só homem. Eu não consigo aqui dimensionar o volume da congregação reunida nesta noite, mas eu estimo que nós temos mais de 1000 pessoas aqui com coral, congregação e muito mais aqueles que estão nos assistindo à distância. Mas todos nós estamos aqui como um só homem. Estamos ungidos, estamos reunidos, estamos conectados. Aqui caem todas as nossas separações, todo e qualquer partidarismo, todo e qualquer predileção ou preferência que convenhamos, nós temos. Nós estamos mais de um estilo musical ou de outro. Preferimos uma indumentária ou outra. Temos uma modo particular de ser e de agir, mas na presença do Senhor nós somos um só homem. Estamos todos unidos. Estamos aqui revelando esta condição essencial da igreja que é única, que é a igreja do Senhor Jesus. E só isto já nos leve levar a uma reflexão a respeito das vezes tantas em que nós discrepamos disso, em que nós insistimos naquelas condições mais particularizadas. individualizadas, que preferimos o que é nosso interesse pessoal em detrimento daquilo que é a vontade do Senhor e a manifestação do seu corpo, revelando esta unidade. Unidade que é marca essencial da igreja. Como aprendemos desses pilares da igreja, ao lado da sua santidade, ao lado da sua apostolicidade, ao lado da sua universalidade. A igreja é una. A igreja é uma só. E, portanto, devemos reconhecer isso e louvar ao Senhor por estarmos aqui reunidos como um só homem. É a igreja sendo igreja num tempo de celebração, porque estamos congregados em unidade. Mas em segundo lugar, nós estamos sendo igreja realmente nesse tempo de celebração, porque nos achamos fundamentados na palavra, na palavra do Senhor, na Escritura Sagrada, aquela que o Espírito Santo inspirou, aquela que nos foi preservada ao longo dos séculos e que caminhos misteriosos da divina providência para trazer-nos de maneira tão atual, contemporâne a mesma e eterna palavra do Senhor, porque ela é a base da nossa doutrina, ela é o fundamento da nossa fé. É por intermédio dela que nós conhecemos a história da salvação. É aqui que nos é anunciado o mistério de Cristo, nosso Salvador. É quando nos debruçamos nela, que conhecemos o grande amor de Deus revelado em Cristo Jesus, nosso Salvador. É por isso que nós temos que sempre ir às escrituras, como estamos fazendo agora no momento do sermão, mas como já o fizemos desde o início do culto em todas as suas partes, como quando cantamos os hinos e os cânticos que de alguma maneira nos remetem à palavra de Deus. E o que sucedeu lá com Esdras e Neemias nesse endereço muito peculiar na praça diante da Portas das Águas. que agora se transmuda para este lugar. Estamos fazendo a mesma coisa. Primeira providência que sucedeu lá, ordem de Esdras, o sacerdote, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel nesse tempo, 5º século antes de Cristo, o livro da lei de Moisés era o que nós podíamos chamar da Escritura Sagrada. Quando o Senhor Jesus faz referência a irmos à Escritura Sagrada, porque elas se referiam a ele, Jesus está falando, evidentemente, do Antigo Testamento. Ou como algumas vezes os evangelistas se referem à lei e os profetas, uma forma resumida de se apontar para o que nós chamamos os 39 livros do Antigo Testamento. Em uma outra passagem, a lei, os profetas e os escritos. Quando o apóstolo Paulo escreve a Timóteo dizendo, toda a escritura inspirada por Deus e é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra. Paulo está se referindo da mesma sorte ao Antigo Testamento. Mas hoje, quando nós lemos aqui em Esdras o livro da lei de Moisés, ou lemos nos Evangelhos os profetas, a lei, os escritos, ou lemos na carta a Timóteo, a escritura sagrada, nós sabemos que se refere ao Antigo e ao Novo Testamento, porque a nós foi dada esta revelação plena. E o que fazemos a cada encontro do povo de Deus? Sejam os especiais, sejam os regulares, regulares, cercamos-nos da palavra de Deus, nos abeberamos dela, nos alimentamos das Sagradas Escrituras, aprendemos a doutrina. E é tão rica essa parte do texto que faltarnosia tempo para descrever os aspectos aqui colocados. Foi preciso assistentes ali para ajudarem nessa leitura, porque eles começaram simplesmente no alvorecer do dia até o meio-dia. Eu me propus aqui pregar uns 30, 35 minutos, porque eu sei que a paciência dos senhores não é muito grande. Aquele povo ficou ali pelo menos umas 6, 7 horas ouvindo a leitura da Bíblia. Coisa maravilhosa. Fizeram até um púlpito para que Esdras pudesse ficar numa certa elevação. E tudo isso manifestou a oportunidade de saber qual é a vontade de Deus. a igreja, sendo igreja num tempo de celebração, porque nos nós estamos fundamentados na palavra do Senhor. Porque se não fosse isso, se a base da nossa realidade como igreja fosse as notícias do dia, o telejornal, as informações aí que colhemos na vida comum, nós não seríamos igreja. Nós só igreja porque estamos embasados, estamos fundamentados na palavra de Deus. Mas vamos avançar mais um pouquinho. A igreja sendo igreja nesse tempo de celebração, porque nós somos tocados tocados pelo Espírito, Espírito Santo, o Espírito de Cristo, o Espírito de Deus. Quando nós abrimos as escrituras sagradas, nós não estamos apenas diante de uma literatura sagrada, de um texto que vamos aqui fazer uma avaliação, vamos fazer uma ah comparação, vamos procurar até entender em detalhes, vamos chegar até mesmo a decorar. Nós estamos ouvindo Deus falar e na medida em que vamos aprendendo o falar de Deus, o Espírito Santo vai aplicando ao nosso coração as verdades contidas, vai descrinando diante de nós aquilo que precisamos entender e compreender para andar nos caminhos do Senhor. vai igualmente desnudando diante dos nossos olhos a realidade do nosso próprio coração, muitas vezes carregado de pecado, mágoa, rancor, rancor, malquerência, lembrando-nos das coisas que dissemos e não deveríamos ter dito, recordando-nos das coisas que fizemos que não deveríamos ter feito. O momento da contrição que inserimos no culto reformado, o culto comum das nossas igrejas, não é apenas uma convenção, não é apenas para dar sequência ao culto, é essencial, é vital para que nós nos compreendamos nesta oportunidade em que o Espírito Santo vai quebrantando o nosso coração, vai abrindo os nossos olhos. espirituais vai movendo a nossa alma para reconhecermos os nossos pecados. Pecados esses que devem ser confessados e devem ser deixados, devem ser abandonados, devemos ser apartados dele e sermos então lavados pelo precioso sangue do Senhor Jesus, que nos purifica de todo o pecado e de toda a injustiça. Promessa feita, promessa cumprida pelo Senhor. É por isso que o momento de contrição não deve ser a distrito oculto de adoração. A nossa vida tem que ser uma vida de contrição. De pouco vale no culto, culto do domingo à noite, diga-se de passagem, ficarmos tão quebrantados, chegamos ao ponto de demolharmo-nos em lágrimas, mas no dia seguinte nós voltamos à mesma vidinha de pecado. Nossa vida tem que ser uma vida de contrição. Contrição tal que muitas vezes nos leva a chorar, a fazer brotar lágrimas não só dos nossos olhos sobre a face, mas inundar o nosso coração de lágrimas pelo reconhecimento do toque do Espírito Santo, aplicando a palavra do Senhor ao nosso coração. Foi o que aconteceu com Israel naquela longa manhã, tarde adentro, quando enquanto a palavra do Senhor era lida, era explicada, era assistida por muitas pessoas ali que podiam trazer explanações mais específicas e de repente foi um choreiro só e começou a ver até alguns a a algumas manifestações mais exaltadas. ficou incontido o choro de um arrependimento, de uma consciência de pecado, do toque do Espírito Santo, trazendo a sua igreja a um tempo de renovação espiritual, um tempo de mudança, um tempo de verdadeiro avivamento. avivamento começa na contrição. Uma igreja viva e rede viva é aquela que ao ouvir a palavra de Deus é quebrantada e chora na presença do Senhor. E foi o que sucedeu. Choraram, choraram tanto, choraram muito, choraram transbordantemente porque estavam sendo tocados pelo Espírito Santo, mas choraram tanto que aprove aos que estavam lendo a palavra dizer: "Agora vamos parar um pouquinho com o choro". Já deu para chorar, já deu para perceber que o espírito tocou, já deu para sentir que vocês estão arrependidos dos seus pecados. Porque a igreja, ela está sendo igreja quando ela não apenas está revelando esta unidade, está fundamentada na palavra, mas quando é tocada pelo Espírito Santo para um tempo de renovação. E então em quarto lugar, a igreja sendo igreja num tempo de celebração, porque então somos fortalecidos no Senhor. no Senhor. Naquele ponto em que se percebia uma mudança de cenário, os que liam a palavra do Senhor disseram assim: "Não planteeis, nem choreis, porque todo o povo chorava ouvindo as palavras da lei." Não foi uma recriminação, não foi aqui uma contestação ao choro. Foi apenas para dizer: "Tá bom, tem que chorar mesmo. Vocês estão tocados. A palavra falou o coração de vocês. Só não esqueçam que agora vocês estão colocados diante do Deus que supre todas as necessidades, daquele em quem o nosso contentamento precisa estar estribado. Naquele em que nós somos chamados a sempre alegrarmnos nele. Outra vez é repetido, alegremo-nos no Senhor. E por quê? Porque a alegria do Senhor é a nossa força. A alegria do Senhor é a nossa força. Nós estamos sendo igreja num tempo de celebração porque somos fortalecidos. Não pelos bons resultados que tivemos na nossa vida denominacional nos últimos tempos. Sempre em momentos como esse nós fazemos um balanço, vemos o avanço, vemos também os desafios. ou porque hoje os nossos órgãos se reuniram e recompuseram as suas forças. Ou estamos alegres porque alguns vão ocupar postos, outros vão assumir demandas ou porque agora estamos vendo um novo horizonte diante de nós. Tudo isso é circunstancial, tudo isso é acidental, tudo isso tem o seu lugar, tem a sua hora, mas passa. O que não passa é a alegria do Senhor que nos fortalece a cada dia. A alegria do Senhor que nos robustece. A alegria do Senhor que nos impulsiona. A alegria do Senhor que nos motiva até mesmo nas horas de lamento, de dor, de aflição, de sofrimento. O Senhor nos só ergue e o Senhor nos lança para novos desafios. Por isso, Por isso, somos convocados nessa noite de celebração, de adoração, de comunhão, de unidade, de debruçarmos diante da palavra do Senhor, que há de ser um instrumento do espírito para tocar o nosso coração, para dizer: "Senhor, nós estamos confiados em ti. Nós estamos estribados na tua força. Nós dependemos do Senhor e nós haveremos de porviar essa luta na força do teu Espírito Santo, porque a alegria do Senhor é que nos fortalece. Por fim, Por fim, a igreja sendo igreja nesse tempo de celebração, porque em meio a tudo que colocamos aqui, nós reconhecemos que fomos comissionados para o mundo, comissionados pelo Senhor, comissionados pela sua palavra, comissionados para um dever missional, mas que se dirige a um endereço muito Certo? O mundo perdido, o mundo que está em trevas, o mundo que não conhece a verdade, um mundo que está carente, que está sequioso, um mundo que está aflito, um mundo que não consegue discernir as coisas, um mundo completamente sem parâmetros, sem valores, sem princípios. É para isso que nós estamos sendo comissionados, porque no meio de toda esta realidade acontecida, então, há 26 séculos, o povo que estava unânime, o povo que estava ouvindo a voz do Senhor, o povo que estava sendo tocado pelo Espírito, o povo que agora é animado pela alegria do Senhor que fortalece, foi lembrado. Só não esqueçam os que estão desprovidos, os que estão sem nada, os que não têm nem o que comer. Enquanto eu lia o versículo 10, uma diretriz muito enfática do texto sagrado, eu lembrei do jantar de hoje à noite, agora é pouco, né? Disse-lhes: "Mas ide, comei carnes gordas". Um contrassenso, né? em tempos de dieta, mas o povo presbiteriano é um povo que come bem, né? Já me disseram várias vezes que essa é uma religião que engorda, né? É difícil a gente fazer dieta. Não tem reunião que não tem comida, né? E hoje nós não passamos fome nenhuma, nós comemos muito bem aqui. Eu fiz muito mais refeições que eu costumo fazer normalmente. Eu acho que você também, né? Manhã, então é dieta geral. Só que nesse ponto, a palavra de Deus diz assim: "E enviai porções aos que não têm nada, aos que não têm nada preparado para si." E de novo, quando eles são retomados dessa força do Senhor, desta alegria, calai-vos, porque esse dia é santo, não estejais contristados. Então, todo o povo foi, todo o povo se foi a comer, a beber e a enviar porções aos que não tinham nada. E aí a sua alegria foi completa. Porque se nós nos fecharmos aqui dentro, nesse nosso mundinho reformado, reformado, presbiteriano, presbiteriano do Brasil, né? Tá bom aqui. Maravilha. Que coisa gostosa, que música agradável, que tempo memorável. Vai ficar marcado na nossa alma. alma. A nossa alegria não vai ser completa, porque nós sabemos o que nos espera lá fora, porque nós estamos sendo enviados a este mundo que carece da palavra de Deus, que precisa da voz do Senhor, que precisa conhecer por nossa instrumentalidade o evangelho de Jesus Cristo. Então nós aqui grande todas essas graças maravilhosas, celebramos com muita alegria este aniversário da nossa igreja, mas nós não vamos ouvidar de remeter porções aos que estão famintos, aos que estão sequiosos, aos que não têm nada para si. E nós temos tudo para oferecer a eles. Nós temos a palavra do Senhor. Curve a sua fronte. Vamos orar por um instante enquanto o coral vai se preparando para cantar nesse momento. Fique em atitude de oração. Boa noite, meus irmãos. Gostaria de convidar a igreja a se juntar ao grande couro presbiteriano para entoarmos juntos a uma só voz o hino 155 Castelo Forte. A igreja fica de pé, por favor. >> [música] >> nos [música] com o seu poder [música] de o >> [música] >> comás [música] cruel [música] seu Deus que é. [música] >> [música] [música] >> Senso [música] tu és nosso Deus. Deus. [música] [música] Eu Eu vi escolhido. Amém. Quem é Jesus? [música] O que venceu a cruz, Senhor [música] dos céus céus e ser [música] próprio Deus Deus e e [música] a batalha >> [música] >> sema [música] [música] demónios [música] e e asustos [música] O princípe [música] do mar do mar com [música] seu eternal já [música] [música] está uma [música] >> [música] >> Se Deus convidar, sabemos [música] >> [música] >> Cristo [música] sei a minha [música] se acabar. >> [música] >> che [canto] Meus irmãos, nós temos o privilégio de fechar com chave de ouro essa noite de celebração, participando juntos da ceia do Senhor. Nós queríamos ter tido nessa noite a honra de ter aqui o reverendo Roberto Brasileiro, vice-presidente do Supremo Consílio, presidindo a ceia, mas os irmãos já foram informados que ele está adoentado adoentado e e a mesa, na pessoa do seu presidente, secretário executivo, nos deram então essa confiança, essa honra de poder ministrar a ser do Senhor como pastor da Igreja Anfitriã. Eu queria convidar para que nos auxiliassem nesse momento, inicialmente eu queria chamar os presbíteros da IPN, porque eles já estão mais acostumados com a nossa eh rotina aqui. Por gentileza, venham à frente. E seguindo aos presbíteros da Igreja Nacional, os demais presbíteros que estiverem aqui, que possam nos auxiliar, nós precisamos, precisaremos de 15 presbíteros. Então, nós já temos aqui sete, isso. Os membros da mesa também podemos ter mais alguns, mais quatro também, 19 para para o pão eh sem glú. E eu convido a igreja, então, meus queridos, para que nós possamos ler aquele texto clássico de instituição da ceia do Senhor, da palavra do apóstolo Paulo em Primeiro Coríntios, capítulo 11, 23 até o verso de número 30. Primeiro Coríntios, capítulo 11, 23 a 30. 30. Eu convido a igreja a participar alternando comigo nessa leitura. Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão à igreja. E tendo dado graças, parti disse: "Isto é o meu corpo por vós, fazei isto em memória de mim". Por semelhante modo, depois de haverseado, tomou também o cálice, dizendo: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Fazei isto todas as vezes que o beberdes em memória de mim. Todas as vezes se beberes cáis, anunciais a morte do Senhor até que ele vem." Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será répois o homem a si mesmo. É assim como do e >> pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. >> Eis a razão que vós dois. e não poucos. >> Amém. Meus irmãos, nós ouvimos há pouco uma palavra que nos edifica sobre as marcas, as características de uma igreja, quando ela é de fato igreja. E os reformadores diziam também que uma das marcas da verdadeira igreja é a observância dos sacramentos com os critérios biblicamente estabelecidos. E o texto bíblico que nós lemos, ele inicia dizendo: "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei". é uma marca da verdadeira igreja, porque não é uma invenção humana, é uma instituição divina, um sacramento instituído pelo Senhor Jesus Cristo. Cristo. E eu poder posso afirmar, meus irmãos, e eu sei que os irmãos hão de concordar comigo, que participar da ceia do Senhor é uma bênção. Há pessoas que hoje em dia acham que pode seguir carreira solo como cristãos, como evangélicos, sem precisar da igreja, se privando da ceia do Senhor. Mas é uma bênção. E nesse texto bíblico nós encontramos, eu quero mencionar muito rapidamente, porque a ceia do Senhor é uma bção para que você desfrute dessa bênção nessa noite. É uma bção participar da seia do Senhor, porque nós temos a oportunidade de adorar ao Senhor pelo que Ele fez por nós. No verso de número 24, Jesus diz que este é o meu corpo que é dado por vós. E no verso de número 25, este cálice é a nova aliança no meu sangue. Jesus morreu, se sacrificou, derramou seu sangue por amor a nós. Pense nisso. O nosso redentor deu a sua vida por nós. Nós não podemos acostumar com essa verdade a ponto de não senti-la, a ponto de não valorizá-la. Mas Jesus morreu por nós para estabelecer essa nova aliança, para nos redimir, nos reconciliar com o Pai, perdoar nossos pecados, restaurar em nós a imagem, a semelhança de Deus, que é basicamente aprender a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. que você possa então se possa desfrutar na ceia dessa noite adorando o Senhor com muita gratidão, porque não tem prova maior de amor do que essa. Aquele que nunca pecou tendo dado a sua vida por nós pecadores. O texto bíblico também, meus irmãos, nos encoraja a participar da ceia, não perdermos essa bênção, porque quando participamos da ceia do Senhor, nós proclamamos o Evangelho, fazemos isto de uma forma palpável, eh, onde tudo está envolvido, o tato, ah, o tato, o paladar, o cheiro, a visão. Quando nós tomamos o pão, tomamos o cálice, nós estamos dramatizando o evangelho. E é isso que o Senhor diz. Todas as vezes que comerdes esse pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha. Nós proclamamos que no passado Cristo se deu por nós e no futuro ele há de vir para nos levar para estar com ele para todo sempre. Esse é um testemunho que nós damos que aquece o nosso coração. Mas é também, meus irmãos, uma oportunidade abençoada nós participarmos da ceia, porque o fazemos comendo e bebendo. Essa é a orientação do Senhor. E ao comermos o pão e ao bebermos o cálice, meus queridos, de uma maneira que o nosso cérebro talvez não acompanhe. Ao fazermos isso externamente, ah, fisicamente, internamente, nós somos alimentados pela fé do corpo e do sangue de Jesus. Em outras palavras, alimentados de Jesus. E se tem um alimento que a nossa alma precisa, e só isso satisfaz a alma humana, é Jesus. E na ceia do Senhor, ele está presente de uma maneira especial, embora esteja sempre presente, mas presente para abençoar-nos, para fortalecermos, como ouvimos hoje na sua palavra. E por fim, meus irmãos, a ceia do Senhor é uma bção, porque é uma oportunidade para que nós possamos nos arrepender. Isso fica muito claro na orientação. Examine-se, pois um homem a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, senão poucos que dormem. É muito sério, meus irmãos, muito sério o desafio, a vocação que nós temos para uma vida de santidade. Por isso, devemos nos examinar e lavar o nosso coração na presença de Deus, confiados no sangue de Jesus. Jesus. Ah, examinar a si mesmos, meus irmãos, é nós abrandarmos o nosso coração em relação a Deus, em relação ao próximo. Ao invés de sermos tomados por sentimentos de animosidade, de amargura, de falta de perdão, é hora de nós nos quebrantarmos, porque a ceia é comunitária. Ninguém aqui vai participar da ceia sozinho. Nós estamos juntos nessa. Por isso, não termine a ceia do jeito que você está começando ou como começou nesse culto. Participar da ceia do Senhor é bênção. Você é grato a Deus. Adore. Você tem esse compromisso e entende que é uma testemunha. Vamos testemunhar nessa noite e continuar testemunhando, saindo daqui da morte de Jesus. Você de fato sente carente da graça do Senhor, do fortalecimento. Então coma e beba para o seu fortalecimento e nos arrependamos, meus irmãos, para que não adoeçamos no corpo e na alma pela falta de quebrantamento do nosso coração. Vamos seiar ao Senhor. E inicialmente nós vamos orar consagrando esses elementos ao Senhor. Vou pedir ao nosso querido Revend Robson para nos dirigir nessa oração. >> Oremos, irmãos. Senhor Deus Altíssimo, nós te agradecemos por este momento tão sublime em que somos alimentados na nossa alma quando lembramos que esse meio de graça nos faz nos faz conscientes cada vez mais da nossa fragilidade, limitação, da nossa dependência de ti e da suficiência daquilo que Cristo, teu único filho, fez por nós no calvário. é privilégio, como o teu servo acabou de falar, mas é também de grande responsabilidade. Por isso, nesta hora, ó Pai, nós retiramos retiramos esses elementos do pão e do vinho, do uso comum e corriqueiro que fazemos em nossas casas ou em qualquer outro lugar. E os consagramos, ó Pai, como verdadeiros meios de graça, símbolos memoriais, sacramento, realidade visível daquilo que nós cremos de modo invisível pela fé regeneradora que o teu filho nos deu. Queremos louvar o teu nome, porque sabemos que este pão que ainda continuará sendo pão e este vinho que continuará sendo vinho, no entanto, se tornará para nós meio de graça. quando consagramos para o uso nesse sacramento. E é assim que nós te agradecemos e assim consagramos em nome para glória de Jesus. Amém. Senhor, pode passar meus irmãos, nós queremos convidar então a todos aqueles que são membros da sua igreja em plena comunhão com ela. Você que já se batizou em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e congrega numa igreja verdadeira, uma igreja bíblica. ser convidado a sear conosco. Se você ainda não é membro de uma igreja, não se batizou ainda, não participe. Não porque nós queiramos excluí-lo, nós queremos abençoá-lo. E é bênção participar do sacramento da ceia depois de ter participado do sacramento do batismo e podemos ajudá-lo com isso. Procure qualquer um das lideranças e certamente seremos orientados. Nós temos também algumas bandejas de pão sem glúten. Eu vou pedir aos ao presbítero César que fique com uma delas. Ah, do lado de cá, o presbítero eh Georges, se você precisar do pão sem glúteo, aguarde um pouquinho mais em pé para que Presbítero César e Presbítero Jorge possam visualizá-lo e levar até você. Por favor, vamos servir o povo de Deus. Vamos aguardar até que todos sejam servidos. Você pode se servir, se assentar em seguida e se recolher na presença de Deus em oração silenciosa. >> [música] >> somenteas ó >> [música] [música] >> amoução que [música] O teu sangue, Senhor. [música] E neste sangue lavado [música] mais alto que alegosa [música] de Jesus nosso [música][canto] ó quão profundas as chaas [música] que nosam quando tem [música] amor. Eis essas [música] chagas pureza. para [canto] o maior o maior pecador. pecador. [música] O teu [música] sangue transa, transa, Senhor, [música] mais se alegre. [música] [música] Algo Algo mais se alegre. Se este [música] sangue la mais que estou >> [música] >> mesmo sentados. Senhor Jesus, na noite em que ele foi traído, ele tomou um pão, ele partiu e deu aos seus discípulos, dizendo: "Este é o meu corpo que é partido por amor de vós. Comei dele todos", disse o Senhor. Comamos. Em seguida, Jesus tomou um cálice e ele disse: "Este cálice é o cálice da nova aliança no meu sangue. Bebei dele todos, disse o Senhor. Nosso Deus e Pai querido, nessa noite tão festiva, tão especial, nós queremos honrar o teu nome, Deus Pai. Honrar o teu nome, Deus Filho, nosso redentor. Honrar o teu nome, Deus espírito, nosso consolador. >> Amém. E o fazemos nessa hora da ceia, Pai, reconhecendo que bênção, que privilégio o Senhor nos dá de fazer parte da família da fé, de sermos irmãos e irmãs em Cristo e juntos reconhecermos todo mérito, todo valor da pessoa e do sacrifício de Jesus em nosso favor. Muito obrigado, Senhor. A nossa vida seria outra completamente diferente, tomada de vícios, escravizados pelos pecados, mas em Cristo nós somos libertos. Temos um novo coração, uma nova vida, ainda lutando com a nossa natureza para que ela seja crucificada cada dia. Mas é por momentos como esse, Pai, em que nós somos aqui fortalecidos pela graça do Senhor. É que nós seguimos para continuar lutando a batalha da santificação e indo a esse mundo, ó Deus, proclamar que em Jesus há esperança, a salvação e a vida eterna. Recebe, Senhor, assim a nossa adoração, a nossa gratidão por Jesus e pelo privilégio de estarmos na tua presença, tendo ele como nosso mediador. Em nome dele oramos e para a glória dele. Amém. [limpando a garganta] >> Meus irmãos, nós vamos ser abençoados mais uma vez com a participação do grande coro presbiteriano com mais um hino. E os presbíteros, eh, por gentileza, podem retornar aos seus lugares. Os pastores também. Amen. >> [música] [música] >> jamais pode me separar [canto] dos amores [música] celestiais que eu vou [canto] ver ver Meu Deus [música] e esperança [canto] são novo lar. So So como, [música] vou com ele glorar. [canto] Céu e do céu. [música] Céu e no céu. [música] Deus céu e no céu. [música] Céu e no céu. do céu [música] e no céu [canto] iso vou morar no céu [música] já estão [canto] alegri nunca fou nunca fou eu não tenho [música] mais pecado, pois Jesus [canto] me derramou com vitória [música] transida [canto] nas alturas dos céus Cantarei [música] a história do cordeiro de Deus. de Deus. Céu e do céu. [música] Céu e do céu. Todas feitas do [música] céu [canto] e no céu. Céu e do céu. Eu vou pro céu. [música] No céu Cristo vou morar do lindo céu. [música] Suave [música][canto] Jesus Jesus convidando. [canto] Chama [música] por ti e por [canto] mim. [música] Eis que porta te [canto] espera pelando. [música] [música] Sela [canto] por ti e por mim. [música] Vem já, [canto] vem. [música] Alma [canto] cançada. [música] Não [música] se suave se suave Jesus. [música][canto] Sal [canto] [música][canto] [música] cé lindo céu céu lindo [música] céu celestias feitas por [música] Deus. Céu lindo céu. Céu lindo [música] céu. No céu do céu com moral [música] do céu. culto não se encerra, porque a nossa vida, tudo que venhamos a comer, beber ou fazer, é louvor e adoração a Deus. Não existe da nossa parte algo litúrgico e algo não litúrgico, algo espiritual ou algo secular. Por isso, ao final desta celebração celebração conjunta e comunitária, nós iremos sair pelas portas deste lugar para continuar a cultuar. com o melhor do nosso tempo, com o melhor do nosso talento, com o melhor do nosso tesouro. E é assim que a igreja do Senhor continua edificando por meio dela o seu reino, o reino do Senhor, para a glória do Senhor. Convido a todos a se colocarem de pé e nesse instante vamos orar e receber a bênção dos apóstolos, após a qual, cantando junto com o coral tríplice amém, iremos nos despedir uns dos outros para continuar na missão nos próximos tempos e oportunidades que Deus nos dê. Oremos. Senhor, nosso Deus e nosso Pai, a ti seja toda honra, toda glória e todo louvor. A ti, Pai, Filho e Espírito Santo, a nossa adoração e a nossa celebração como tua Igreja, teu povo, raça eleita, sacerdócio santo. Ó Deus, nós que éramos afastados de ti e pelo teu filho Jesus fomos aproximados pelo sangue do Calvário, nós que não éramos povo e nos tornamos povo da aliança. A ti, ó Deus, seja a honra e a glória por tudo que tens feito em nós, por nosso intermédio e apesar de nós. Louvado seja o teu nome por esses 167 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil, que está tão bem representada neste lugar, pelos teus oficiais pastores, presbíteros, diáconos, pelo teu povo, homens e mulheres que te adoram e te servem porque te amam, Pai. Nesta hora, ao sair deste lugar, leva-nos em paz, debaixo da tua bendita mão protetora, provedora e dirigente sobre nossas vidas, decisões, caminhos e necessidades. Que o Senhor nos guarde e nos proteja. Que o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Tenha misericórdia de nós, nos dê a paz, que o Senhor nos use. Não nos deixes cair em tentação. Livra-nos do mal, Senhor, e dá-nos oportunidade de ser igreja, de ser povo do Senhor no dia a dia da nossa existência. Usa o nosso tempo, talento e tesouro que nos deste para tua glória, para que quando estivermos reunidos, espalhados por este Brasil imenso, em pequenas congregações ou grandes igrejas, possamos continuar fortalecendo a nossa fé para a missão que o Senhor tem para cada um de nós, de te fazer conhecido na terra, de glorificar o teu nome, de chamar à salvação os teus eleitos, de servir às nações, de acolher o necessitado e o carente, a revelar o amor de Cristo que a nós também foi revelado. Ó Deus, dá-nos a tua bênção, a bênção do Deus triuno, pai, filho e espírito santo, em nome para a glória de Jesus. Amém. E que a graça excelsa do nosso Senhor e do nosso Salvador Jesus Cristo, o amor do nosso bendito e amoroso Pai, o poder, a comunhão, a consolação do Santo Espírito de Deus repouso em [música] você, meu irmão, [canto] minha irmã, no povo de Deus, na face da terra, desde agora e para todo [música] sempre. >> [música] >> Amen. >> Meus irmãos, acompanhemos o póslude em oração silenciosa e aguarde um pouquinho antes você sair. Nós temos dois rápidos comunicados a fazer de interesse para todos os irmãos. [música] >> [música] >> O primeiro comunicado, irmãos, nós temos aqui à frente, na saída do templo, no nosso hall, há seis stands de órgãos da nossa igreja, que nós queríamos convidar você a passar por lá para prestigiá-los. o seminário presbiteriano de Brasília, a Junta de Missões Nacionais, a Agência Presbiteriana de Missões, Missões Transculturais, a nossa editora Cultura Cristã, o Plano Missionário Cooperativo e a Comissão de Seguridade Social. Então, pode ser do seu interesse saber o que os irmãos estão fazendo, enfim, passe lá para você saber. E a segunda, é o segundo comunicado. Hoje é dia de festa, aniversário da IPB e aniversário da IPN. E nós queremos, com o apoio dos sínodos do Distrito Federal, oferecer uma singela recepção aos irmãos também ali no rol principal. Nós temos uma tradição nessa igreja de décadas de comer bolo gelado no dia de aniversário da igreja. Você vai se deliciar com essa guloseima. Temos refrigerantes também. Então todos estão convidados para antes de ir nos dispersarmos, termos um momento de Vocês gostaram assim do bolo gelado? Não sabia [limpando a garganta] que era tão famoso. Meus queridos, antes de nos sairmos, antes de sairmos, vamos cumprimentar uns aos outros e nos dirigir ao R. Deus abençoe. Muito obrigado pela presença de todos.
“Aqui caem todas as nossas separações, todo e qualquer partidarismo… somos um só homem.”
Equilíbrio bíblico: A unidade do Espírito é mantida no vínculo da paz (Ef 4:3), mas não dispensa a pureza doutrinária nem a disciplina eclesiástica (1Co 5; 2Jo 9-11). Unidade não é uniformidade nem compromisso com erro.
“uma igreja viva e rede viva é aquela que ao ouvir a palavra de Deus é quebrantada e chora na presença do Senhor.”
Equilíbrio bíblico: O Espírito age pelos meios objetivos: Palavra, oração e sacramentos. A contrição genuína não deve ser buscada como experiência emocional autônoma, mas como resposta à verdade do evangelho que aponta para Cristo.
Centralidade da Palavra como fundamento da igreja e da celebração.
“nós só somos igreja porque estamos embasados, estamos fundamentados na palavra de Deus.”
Impacto: Reforça a autoridade e suficiência das Escrituras na vida eclesiástica.
Equilíbrio entre contrição e alegria, evitando emocionalismo vazio.
“avivamento começa na contrição… a alegria do Senhor é a nossa força.”
Impacto: Apresenta o arrependimento como caminho para a verdadeira alegria, não como fim em si mesmo.
Ênfase missionária e de partilha com os necessitados.
“nós não vamos ouvidar de remeter porções aos que estão famintos… nós temos a palavra do Senhor.”
Impacto: Conecta a celebração à responsabilidade social e evangelística da igreja.
Aplicação contextual sensível ao momento histórico, sem manipulação.
“aqui está a igreja sendo igreja… porque estamos congregados em unidade… fundamentados na palavra.”
Impacto: Usa o aniversário como ocasião de exortação bíblica, não de triunfalismo denominacional.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O sermão cita Neemias 8 com exatidão e usa os demais textos canônicos de modo coerente com o contexto, sem distorções.
Hermenêutica
A leitura de Neemias 8 respeita o cenário pós-exílico e aplica legitimamente o relato como exemplo para a igreja, sem eisegese.
Precisão Teológica
Não há violações de doutrinas essenciais; as ênfases em unidade, Palavra, Espírito, alegria no Senhor e missão estão alinhadas com a tradição reformada.
Compreensão Contextual
O pregador situa Neemias 8 no século V a.C., reconhece a função da Lei e transpõe com cuidado para a realidade eclesiástica contemporânea.
Aplicação Prática
Aplicações pastorais claras e relevantes: unidade, leitura da Bíblia, arrependimento, alegria em Deus e missão.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes. O conteúdo é coerente com o evangelho, conecta a celebração à história da salvação e aponta para Cristo e para a missão, sem obscurecer a graça.
Risco de Eisegese:
Quase nenhuma eisegese: não há invenção de significados de palavras nem uso de textos como slogan. As aplicações tipológicas são legítimas.
Risco de Heresia:
Risco mínimo: nenhuma negação ou distorção de doutrina essencial foi identificada no sermão.
Tema principal:
A igreja sendo igreja num tempo de celebração, a partir de Neemias 8:1-12
Tom pastoral:
Celebrativo, exortativo e de gratidão, visando edificar a igreja em unidade, fidelidade bíblica, contrição e missão
A igreja reunida manifesta a unidade essencial do corpo de Cristo, como o povo se ajuntou como um só homem.
Suporte: “todo o povo se ajuntou como um só homem… Aqui caem todas as nossas separações… somos um só homem.”
A igreja deve estar fundamentada na Palavra, lendo e explicando as Escrituras, como fez Esdras.
Suporte: “Esdras, o sacerdote, trouxe a lei… leram no livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações… é o fundamento da nossa fé.”
Ouvir a Palavra sob a ação do Espírito leva ao quebrantamento e à contrição.
Suporte: “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da lei… avivamento começa na contrição… tocados pelo Espírito Santo.”
Textos:
A alegria do Senhor fortalece a igreja para além das circunstâncias.
Suporte: “Não pranteieis nem choreis… porque a alegria do Senhor é a vossa força… O que não passa é a alegria do Senhor que nos fortalece.”
A igreja celebrada é comissionada a repartir com os necessitados e a proclamar o evangelho ao mundo.
Suporte: “enviai porções aos que não têm nada preparado para si… nós temos a palavra do Senhor… enviados a este mundo que carece da palavra de Deus.”
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto; leitura fiel do relato, com aplicação tipológica/exemplar legítima para a igreja hoje (cf. 1Co 10:6,11).
Leitura Sugerida
A passagem narra a leitura da Lei no pós-exílio, levando o povo à contrição e depois à alegria e à partilha; a aplicação à igreja é coerente com o princípio de edificar a comunidade da aliança pela Palavra e pela celebração.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto eclesiástico, ressaltando a unidade do corpo de Cristo.
Leitura Sugerida
O texto fundamenta a unidade da igreja a partir de realidades teológicas objetivas, sem negar a diversidade organizacional.
Uso Contextual
Usado corretamente para apontar a suficiência e a autoridade da Escritura.
Leitura Sugerida
O apóstolo ensina a inspiração e a utilidade das Escrituras para formar o homem de Deus; a aplicação ao sermão é apropriada.
Uso Contextual
Aludido corretamente para descrever a identidade da igreja como nação santa, sacerdócio real.
Leitura Sugerida
Pedro aplica Êxodo 19 à igreja, povo de Deus em Cristo; a alusão reforça a eleição e a vocação da comunidade.
Uso Contextual
Alusão legítima à exortação paulina de alegria no Senhor.
Leitura Sugerida
A alegria no Senhor não é otimismo circunstancial, mas ânimo enraizado na comunhão com Cristo e na soberania de Deus.
Diagnóstico geral:
Sólida
Manter o rigor exegético e cristocêntrico, mostrando ainda mais explicitamente como Neemias 8 aponta para Cristo, a Palavra viva.
Em sermões celebrativos, evitar idealizar a unidade invisível sem exortações concretas à reconciliação e à disciplina saudável.
Explicitar que o Espírito age pelos meios objetivos da Palavra, ancorando experiências de contrição na verdade do evangelho.
Conectar a missão de “enviar porções” com a proclamação do evangelho, para que a ação social não seja separada da redenção.
Em celebrações da ceia, continuar esclarecendo a presença espiritual de Cristo conforme a confissão reformada, evitando linguagem que soe a transubstanciação ou mero memorialismo.
Resumo em uma frase:
Sermão celebrativo fiel, que usa Neemias 8:1-12 para exortar a igreja a viver sua identidade em unidade, Palavra, contrição, alegria no Senhor e missão, com ortodoxia reformada e aplicação pastoral saudável.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.