Igreja Universal
10 de agosto de 2026
1h 5min
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Uma mensagem de esperança para famílias destruídas, ancorada em testemunhos reais e no convite a um compromisso com Deus, biblicamente aceitável mas com espaço para maior profundidade teológica.
Análise baseada na tradição Neopentecostal · Igreja Universal do Reino de Deus
Analisado em 10 de agosto de 2026 · como funciona a análise →
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Onde [música] a dor da traição e do abuso mora, a justiça costuma falhar. E quando a dor dentro de casa ultrapassa qualquer limite humano, o que resta? Para milhares de brasileiros, a resposta tem sido uma palavra sombria, perigosa e devastadora, vingança. vingança. >> Eu tava feliz por encontrar ele, porque eu gostava muito dele. >> E aí, quando tudo começou a mudar? Quando eu disse não. >> Em Coité do Noia, no interior de Alagoas, uma jovem com futuro todo pela frente teve a história destroçada. Maria Daniela Ferreira Alves, de 20 anos, foi brutalmente abusada por Vittor Bruno da Silva Santos, de 19 anos, filho de uma família rica da região. >> Perguntou quanto nós estava precisando. Em nenhum momento eu aceitei o dinheiro dele. Quer dizer, ele quis me comprar 10 do início. do início. >> Acabou com a vida da minha filha. >> Ela o conheceu na escola. Vítor a levou para um sítio da família e ali cometeu os abusos. Maria Daniela foi dopada, asfixiada, agredida e abusada. As sequelas físicas e psicológicas foram graves e irreversíveis. O agressor acabou preso, mas as marcas, essas nunca mais vão embora. Ela tem uma certa dificuldade de relacionamento, tem dificuldade para falar, ela tem dificuldade de se movimentar e isso é uma coisa que ela pode até melhorar alguma coisa com a reabilitação, mas voltar ao normal ela não volta mais não. >> E a dor não escolhe idade. No Rio de Janeiro, Aila, uma bebê defesa de apenas 1 ano e 3 meses, foi vítima de um adolescente de 13 anos. Aa era deixada pelos pais aos cuidados de vizinhos enquanto eles iam trabalhar. O Instituto Médico Legal confirmou a morte por abuso sexual e asfixia. O crime foi cometido pelo adolescente, filho da família contratada para cuidar da bebê. >> Uma dor muito forte, porque a gente tá falando de um bebê, entendeu? foi destruiu a família, destruiu a mãe que não consegue nem a gente não consegue nem raciocinar. O Tribunal do Tráfico, por assim dizer, que domina a localidade, é, chegou inclusive a inquirir o pai desse jovem, se ele havia de fato feito aquilo para, enfim, sofrer alguma reprimenda. Os dados oficiais mostram que o horror não é exceção. O Senado Federal divulgou que só nos primeiros 6 meses de 2026, o Brasil registrou mais de 115.000 mil ocorrências de violência contra crianças e adolescentes. Uma tragédia classificada por especialistas como uma verdadeira pandemia silenciosa. Os registros de abuso sexual triplicaram em uma década, atingindo quase 60.000 vítimas por ano. São mais de 120 crianças e adolescentes abusados por dia no nosso país. E para entender como esse ciclo começa, é preciso olhar para onde muitos desses dramas se desenvolvem. Ambientes hostis marcados pela extrema vulnerabilidade social, onde a falta de dignidade de moradia se soma a desestruturação familiar, casas de risco, convivência diária com o vício de drogas e bebidas e a presença constante da violência doméstica. Padrastos, parentes, amigos da família, homens de confiança, pessoas que se aproveitam do livre acesso à casa para cometer atrocidades. Um crime difícil de denunciar porque vem acompanhado de ameaça, medo e vergonha. O trauma do abuso não distingue classe social. Figuras públicas, como a influenciadora VTubatam publicamente ter sido vítimas de abuso, ainda jovens, convivendo anos com a dor do silêncio. >> Já sofri um abuso. Eu nunca tinha falado nada para ninguém, até porque a única pessoa que sabia era uma amiga que estava no dia do que aconteceu. Então, naquela época por eu ser muito nova, eu me culpei por muitos anos, achando que ele tava certo, eu tinha dado liberdade, ele podia fazer o que ele quisesse comigo, com o meu corpo e pronto, né? Então, por muito tempo, foi isso que eu foi dessa forma que eu enxerguei. [música] >> Quando a casa se torna um inferno, a fuga vira a única saída e o preço dessa fuga é alto demais. Sem apoio psicológico nem acolhimento, muitas vítimas terminam nas ruas, entregues às drogas e a marginalidade para tentar anestesiar a dor da infância roubada. O trauma da infância e os abusos recorrentes na vida adulta não destróem apenas a saúde mental, eles transformam radicalmente a forma como a pessoa enxerga o mundo, os relacionamentos e, de forma muito direta a figura masculina. Quando a dor do abuso, da traição ou da agressão não encontra acolhimento na família e nem na justiça no Estado, ela se transforma em algo ainda mais sombrio, a revolta. E é aí que nasce a sede de vingança. [música] Quando a vítima ou a família sente que a justiça formal é lenta, falha ou omissa. A tentação de fazer justiça com as próprias mãos se torna um caminho sem volta. volta. No Paraná, Samuel Gonçalves descobriu que o homem acusado de abusar de sua sobrinha de apenas 8 anos continuava solto, revoltado com o que considerou impunidade, Samuel resolveu fazer justiça com as próprias mãos, pegou uma arma e matou o acusado. Foi uma sensação que no momento era como se tivesse eh ficado cego, assim, desse um branco na minha mente, assim, fosse realmente só extinto, nada pensado ou memorizado ali, a emoção mesmo tivesse conta da tivesse tomado conta da razão ali quando o vício já tava feito. Antônio Josimar, de 32 anos, já havia sido preso pelo menos três vezes por roubos à mão armada e tinha dois mandados de prisão em aberto na justiça do Paraná. do Paraná. Samuel e os três amigos que o ajudaram a executar Antônio foram levados a júri popular e confessaram o que fizeram. Mas diante da comoção e dos detalhes estarrecedores do abuso, o júri terminou com uma decisão histórica. Eles foram absolvidos por clemência. Os jurados tiveram compaixão e entenderam que eles não mereciam uma punição. Hoje Samuel se arrepende do que fez. >> Ter feito justiça com as próprias mãos não vai ter apagado esse episódio trágico da nossa vida. Então só traz mais dor, né? independente de para que lado seja ali. Eu me arrependo do que aconteceu. Não devia ter feito isso. Se eu pudesse voltar no tempo, eu não teria feito com certeza. >> Em Belo Horizonte, um caso semelhante ganhou repercussão nacional. Uma mãe flagrou o próprio namorado abusando da filha dela de apenas 11 anos de idade. Em um ato de desespero e fúria, Érica Pereira da Silveira Vicente atingiu o homem com uma faca e golpes de madeira, cortou o órgão genital e ateou fogo ao corpo dele. Ele tava em cima dela com as calças abaixadas e tampando a boca dela. E eu tava com nojo, com ódio de ter visto aquela cena, uma sensação horrível. E eu me transformei ali naquela hora e eu faria tudo de novo pela minha filha. Eu faria tudo de novo. >> A defesa alegou o estado de choque e violenta emoção diante do horror sofrido pela filha. As advogadas que não cobraram pelos serviços sustentaram que Érica fez o que qualquer mãe faria. A decisão tomada pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri foi a absolvição que considerou a réente. >> Ela não responde mais nada pra sociedade. É uma pessoa livre para poder recomeçar a sua vida, para poder cuidar da sua filha e para poder voltar pro lugar que ela nunca deveria ter saído. >> A dor de uma mãe ou de um parente que vê uma criança ser violentada é imensurável. Mas quando a sociedade decide que cada um pode ser juiz e algóz, nós cruzamos uma linha muito perigosa. A vingança pode trazer um alívio imediato para a revolta, mas quase sempre deixa um rastro de mais morte, prisão e tragédia. No complexo do alemão, no Rio de Janeiro, dois homens acusados de abuso sexual contra uma criança foram sumariamente executados pelo Tribunal do Tráfico Local, sem direito à defesa, sem investigação formal, sem processo legal. O ciclo da violência parece não ter fim. O ambiente hostil gera a vulnerabilidade que abre espaço para o abuso. O abuso destrói mentes, gera revolta e rompe laços afetivos. E a falta de resposta do Estado transforma vítimas e parentes em justiceiros. Mas será que a vingança realmente curador? Todo mundo sabe que não. Vingança num curador. Injustiça gera dor. Nós sabemos a dor [música] busca algum tipo de reparação. E muitas vezes a pessoa busca vingança para reparar a dor, para aliviar a dor. Só que a vingança raramente traz justiça. Ela promove mais injustiça e com mais injustiça, mais dor. E o ciclo continua. E é por isso que a sociedade está, como você está vendo aí, só a dor só aumentando, as injustiças só aumentando e as pessoas perdendo as esperanças. Porque aonde que vamos parar? Houve uma época, Espadilson, que quando nós ouvíamos notícias como estas que vimos aí, apenas uma pequena fatia, uma parcela do que acontece diariamente na nossa sociedade, aquilo ali como comovia o país, né? causava uma comoção nacional, às vezes internacional, todo mundo ficava estarrecido, comentava assim: "Roda de amigos por dias. Hoje não se consegue acompanhar, não se consegue selecionar um caso. Qual foi pior?" Não sabe-se, porque são tantas tragédias e tantas atrocidades acontecendo que as pessoas estão se tornando insensíveis e anestesiadas. E o pior é que essas notícias elas acabam promovendo ainda mais eh a o mesmo tipo de violência. >> É porque as pessoas vão como que se acostumando, né, como se aquilo fosse normal. Por se tornar algo comum, muita gente já acaba considerando normal. Mas a verdade é que eh a cada dia que passa, as pessoas elas estão mais desestruturadas emocionalmente, as famílias desestruturadas e cada vez mais por conta disso, a sociedade vai tendo como resultado uma crescente violência. Por exemplo, nós vimos aí vários casos envolvendo crianças e as crianças têm como protetores, né, em primeiro grau, os pais, a família. Como é que uma criança vai crescer tendo proteção se ela não tem família? Se a família não tem estrutura? Se hoje muitos crescem sem sequer saber quem é o pai ou sem a presença da mãe, muitos são criados por parentes. Então, eh isso tudo vai favorecendo esse tipo de crime que abre feridas. E as pessoas, por não saberem usar o remédio, porque existe um remédio certo para isso, né? Para curar esse tipo de trauma, esse tipo de ferida, existe um remédio que o próprio Deus criou. Mas porque não conhecem o remédio, as pessoas apelam para a vingança, que traz um prazer momentâneo, mas que não cura essa dor. >> Os nossos convidados de hoje aqui, nós temos aqui a Simone com a sua filha Jamile, que sofreu um abuso quando tinha 6 anos de idade e o o marido Mateus. Vão contar um pouquinho aí dessa dor sofrida, a dor da injustiça que fez com que a Simone buscasse vingança, inclusive através do Tribunal do Crime. Daqui a pouquinho eles vão falar sobre isso e como foi que essa dor da injustiça foi definitivamente curada e resolvida. Eu gostaria da sua atenção a esta palavra, a este versículo que você vai ver agora das escrituras sagradas no livro de Jeremias. Está escrito assim: "A minha tenda, a minha casa, né, refere-se à sua casa, está destruída e todas as minhas cordas se romperam." Quer dizer, as cordas aqui se refere ao que sustenta a tenda de pé. Então, em outras palavras, no português moderno, a casa caiu. Os meus filhos foram-se de mim e não existem. Ninguém há mais que estenda a minha tenda, nem que levante as minhas cortinas. Ou seja, esta expressão é expressão de alguém que viu a sua casa literalmente cair, desmoronar, a perda de filhos, a perda de familiares e a perda principalmente da esperança. Talvez você está vivendo exatamente esta realidade aí na sua casa. Você tem visto a sua casa cair, seus filhos serem levados por vícios, por más amizades, por coisas desse mundo, que você nem entende bem no que eles se se meteram. Você nem sabe o que os seus filhos fazem fora de casa, mas você sabe que seja o que for que eles estejam fazendo, eles estão sendo levados de você. Você tem perdido a sua família, perdido o seu casamento, perdido a sua vontade de viver. Se a sua [limpando a garganta] família está assim, a sua casa está caindo ou já está caída, então vamos buscar ajuda. Só Deus pode levantar de volta essa sua tenda, essa sua casa, a sua família. Você pode ligar aqui agora para nós para o o Entrelinhas no número 11 3573535. A nossa central de atendimento aqui do templo de Salomão hoje vai ser uma central de atendimento às famílias, atendimento a você que está com a sua família destruída, a sua casa eh completamente transtornada, casamento, relacionamento, pais e filhos e você não sabe o que fazer. Pode ligar a Raiane com a nossa equipe. Já estão ali à sua disposição, Raiane. >> Sim, nós já estamos, bispo, aqui com todos os nossos atendentes prontos para ir ao encontro dessas famílias que têm estado destruídas, seja por um sentimento de mágoa, de vingança, de destruição. Há brigas no seu lar, na sua família. Quando você olha, você só enxerga destruição. Se esse é o momento em que você se encontra, seja você pai, filho, hoje foi o dia dos pais, muitos comemoram o dia dos pais, mas talvez você não teve o que comemorar com a sua família. Foi motivo de dor para você, de tristeza? Então, liga agora pra nossa central do 113573535. Você vai encontrar aqui na nossa central pessoas prontas para te atender, orar por você, te dar uma orientação que vai mostrar para você a saída e a transformação pro seu lar e pra sua família. família. >> Exatamente. Obrigado, Rayane. O o número está aí na sua tela, 1135733535. Pode ligar, desabafar, falar. Em vez de você fazer qualquer besteira, bobagem que está vindo à sua cabeça agora para fazer, para o que você está fazendo, pegue o celular que está na sua mão ou aí perto de você e ligue para cá. Fale com alguém, desabafe, tire esse sentimento ruim. Talvez você está aí chorando agora. Você está aí pensando: "O que que eu vou fazer da minha vida? Meu marido foi embora, minha mulher foi embora, eu não sei onde está meu filho. Esse versículo que nós vamos colocar de novo para você, ele retrata exatamente a sua situação. Você que diz assim: "Olha, a minha tenda está destruída, a minha casa está destruída, os meus filhos foram-se de mim". Essa palavra é é sua, é para você. Seus filhos se foram, sua filha se foi, seu filho se foi. Você não tem contato com seus filhos mais. Seus filhos não querem saber de você. sua casa, seu casamento, o sonho que você tinha de formar uma família desabou. Então ligue agora, porque Deus está fazendo você assistir essa programação, porque ele sabe o que está acontecendo aí na sua casa e ele quer reconstruir a sua família. 113573 3535. Ligue, nós vamos voltar daqui a pouquinho para falar aqui com os nossos convidados. Mas antes, vamos aí ao destaque da semana. Imagens impressionantes marcaram a semana no Brasil e no mundo. Ciclone bomba tornado vulcão em erupção e incêndios que destruíram centenas de imóveis. Veja agora os principais destaques. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta para a formação de um ciclone bomba no centro-ul do país. O fenômeno trouxe previsão de temporais, granizo e ventos fortes com maior risco no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no sul e oeste do Paraná e no sul de Mato Grosso do Sul. As rajadas podiam superar 90 km/h em algumas áreas e o granizo já provocou estragos em cidades gaúchas. Na tarde de quinta-feira, um tornado foi confirmado em Pedro Osório e Pelotas. Houve destelhamentos, queda de árvores e falta de energia. Depois da passagem do sistema, a previsão era de avanço de uma massa de ar frio e queda nas temperaturas da região. Na Guatemala, o vulcão de fogo entrou em uma fase de forte atividade e lançou lava, cinzas e fluxos piroclásticos. Uma mistura rápida e altamente destrutiva de gases vulcânicos super aquecidos, cinzas e fragmentos de rocha. Esse fenômeno atinge temperaturas entre 300º e mais de 1000º e velocidades que podem ultrapassar 700 km/h. As autoridades elevaram o nível de alerta e retiraram cerca de 1700 pessoas de comunidades próximas. Escolas foram fechadas, uma rodovia foi interditada e moradores precisaram se proteger da cinza vulcânica. A atividade diminuiu depois de aproximadamente 50 horas, mas o risco continuou por causa da possibilidade de chuvas provocarem correntes de lama nas áreas atingidas. Até a última atualização, não havia registro de mortes ou de estruturas destruídas nesta ocorrência. No estado de Washington, nos Estados Unidos, incêndios florestais destruíram cerca de 600 imóveis e obrigaram milhares de pessoas a deixar suas casas. Mais de 5.000 residências foram evacuadas com o avanço das chamas que atingiram mais de 21 km². O governo decretou o estado de emergência, enquanto bombeiros combatiam vários focos na região de Ispoken. A seca, o calor e os ventos fortes ajudaram a espalhar o fogo. Até a atualização divulgada pelas autoridades, não havia registro de mortes, mas o cenário foi descrito como um dos maiores desastres naturais da [música] história do condado. Esses foram alguns dos fatos que marcaram a semana no Brasil e no mundo. >> Outro tipo de notícia que também está virando corriqueiro, né? Esses desastres, estas essas situações naturais, climáticas estão trazendo aí um à mente um versículo que também a palavra de Deus fala. Porque sabemos que toda a criação geme está juntamente com dores de parto até agora. Parece realmente que a criação, a terra, a natureza está gemendo e com dores de parto. Nós sabemos o que vai acontecer quando esse parto eh realmente chegar a hora. Eh, e para aqueles que dizem que o mundo sempre teve problemas relacionados a tragédias naturais, ao clima, nós temos visto nos últimos dias que até os especialistas estão espantados, né? Meteorologistas falando que nunca viram nada parecido, que, por exemplo, esse superaquecimento que a gente tá tendo eh no planeta, eles dizem que nunca, desde que há registros nunca se viu nada igual. Então, eh, tá muito longe de ser normal tudo que vem acontecendo. >> E aí a palavra de Deus, as profecias mostram que no final dos tempos a natureza vai convulsionar contra o ser humano, contra a humanidade. E nós estamos vendo isso se realizar, se concretizar diante dos nossos olhos. E se isso não está servindo ainda para você como aviso de que você precisa se voltar para Deus. Você que tantas vezes Deus te chama, Deus fala através de várias formas e ele fala, ele fala também através dos céus, ele fala através da natureza, ele fala através dos acontecimentos mundiais. Se você não está ouvindo a voz de Deus, talvez através da Bíblia, da palavra, daquilo que você conhece, e Deus está falando através dos noticiários também, que coisas estão piorando, estão passando o tempo e vão continuar piorando, porque as profecias dizem que assim será. Isso não há como evitar, mas quem tem juízo se volta para Deus enquanto é tempo. Eu quero convidar inclusive você para estar conosco no estudo bíblico, o estudo da palavra para você que tem sede, não de conhecimento, mero conhecimento. Conhecimento você pode obter de várias formas, mas você tem sede de relacionamento com Deus. Você quer ter a presença de Deus na sua vida. E presença não se adquire por pela internet. É presença não se adquire com uma mensagem. Presença é só você comparecendo. Então, se você quiser a presença de Deus, compareça na casa dele nesta quarta-feira. Mostre que a presença dele é importante para você e você vai mostrar isso com a sua presença na casa do pai. 8 da noite no estudo da palavra. Inclusive, o bispo Adilson estará fazendo uma visita especial na nossa catedral de Campinas. >> É, e é importante frisar isso, né? Uma coisa é você participar de uma reunião para conhecer a palavra de Deus e outra coisa é você conhecer a palavra de Deus e conhecer o Deus da palavra. E é isso que eu tenho certeza vai acontecer nessa quarta-feira. Nós vamos estar visitando a nossa catedral em Campinas, que fica na Avenida João Jorge, número 256. Você de Campinas é o nosso convidado. Vamos estar juntos às 7:30 da noite. >> Bom, bem-vindos a vocês, Simone, Jamile, Mateus. Vocês estão aqui para contar um pouquinho aí sobre essa dor, essa esse desejo de vingança que consumiu você, Simone, por muitos anos. Como é que isso começou? começou desde, para falar a verdade, desde a minha vida de criança, né, onde eu comecei ouvir da minha mãe, né, sobre abuso já que já vinha de família, então já ouvia muito sobre irmãs abusad, minha mãe e isso começou a surgir um conflito dentro de mim, porque a minha irmã sempre falava, né, que eu ia acontecer comigo também. E eu determinei, eu falei: "Comigo isso não vai acontecer". >> Sua irmã falava que ia acontecer com você. Era uma coisa como se fosse natural, normal na sua família. >> Era, >> era, era normal, né? Essas coisas acontecer na minha família. Então, para eles tudo isso era normal, acontecer, né? E eu aquilo eu já comecei a determinar que comigo não iria acontecer de jeito nenhum. Só que na força do braço a gente não consegue, né? A gente não consegue fazer nada. Eu fui crescendo e realmente eu olhava já pros homens com um olhar diferente. Eu já não conseguia [tosse] eh [limpando a garganta] olhar pro homem e e tipo assim, eu olhava para pros homens e pensava: "Todo homem tem que morrer, homem não presta". Então, nisso eu pensei, eu falei, ao invés deles me machucar, quem machuca sou eu. sou eu. Eh, então eu perdi minha mãe muito jovem ainda. Para mim foi isso também já veio um conflito grande de não ter mais a mãe, né? Famílias de mulheres, era só mulheres. Então eu decidi, não, vou morar com uma pessoa para para sair da situação que eu me encontro. Fui morar com uma pessoa e dentro do relacionamento eu me tornei o homem, né? Eu, como eu tinha aquela visão de que não podia acontecer nada comigo, eu me tornei homem, tive filhos e e eu comecei a sair, era eu que saía, né? Era eu que traía. E nenhumas dessa, eu tive meus filhos, deixei, abandonei com meu ex-marido. Você disse que não gostava de homens. Por que que você foi se envolver com o homem? homem? >> Então, era para sair sempre da Eu só me envolvia com as pessoas por um benefício. Eu eu precisava de algum >> Uhum. >> E naquele momento eu precisava sair da rua. Naquele momento eu tinha que sair da rua. Então, para sair da rua, eu decidi me relacionar. Fui me relacionar para não viver mais na rua. rua. >> Mas maltratava também. >> Maltratava. >> É você, digamos assim, maltratava antes de ser maltratada, pelo medo que você tinha de ser maltratada. >> Exatamente. Antes de me bater, eu batia. Então era aqui um pensamento, se se me agredir, eu agredrido primeiro. Se me trair eu traio primeiro. Se tentar fazer algo que eu não quero, eu mato. Era sem, eu sempre estava na defensiva, não podia me tocar. Então eu em uma dessas eu abandonei, deixei meus filhos com a com o pai e vi embora para São Paulo e tinha deixado uma pessoa que eu confiava dentro de casa, né? Deixei uma pessoa da assim muita confiança jamais. E pensei que essa pessoa ia fazer o que fez com a minha filha. Então assim, depois de muitos anos, né, dois anos depois eu voltei, busquei meus filhos, só que até então já o mal já tinha entrado, né, na minha filha, já tinha, não aconteceu comigo. >> Você descobriu >> ao longo dos anos, com quando ela tinha de 11 para 12 anos, ela começou, nós já não, nós já não tinha, eu e a minha filha, nós brigava muito mesmo. Depois que eu abandonei e fui e busquei, nós brigava demais. Mesmo ela pequena, ela me enfrentava. >> Você só descobriu depois de um tempo. >> Depois de um tempo. Quando ela começou a namorar aos 11 anos, foi aí que eu descobri, porque eu fui até o rapazinho com uma faca e quis matar o rapaz. E aí foi na onde ele falou: "Eu não fui primeiro e eu vou fui até ela para descobrir". Eu falei: "Você vai morrer". Ela falou e foi a pessoa que eu tinha deixado dentro da minha casa. >> Você ocultou isso da sua mãe por por alguns anos? >> Sim. >> Qu você não tinha o que ela tinha te deixado? Você não tinha talvez intimidade, confiança ou tinha medo? O que que foi? Então, através do abuso aos 6 anos, eu comecei a ter ódio dela, porque ela colocou a pessoa dentro de casa e aí eu tomei aquilo como uma culpa dela, que tinha acontecido por ela ter colocado a pessoa dentro de casa. E aí dois anos depois ela se separou do meu pai e aí foi uma outra decepção para mim. porque ela foi embora com outra pessoa e aí o ódio cresceu mais ainda. E quando ela voltou, eu até achei que seria bom, mas eu não consegui olhar pra minha mãe com amor. >> Uhum. >> E aí foi aonde o ódio foi crescendo cada vez mais. Eu debatia muito com ela, eu brigava muito com ela. E aí depois de um tempo, com os meus 11 anos, através e do relacionamento que eu tive, eu revelei para ela que eu tinha sofrido esse abuso. E aí, até aí eu achei que ela ia compreender todo aquele meu ódio, toda aquela minha rebeldia de brigar com ela, de não obedecer. E aí não, e a minha mãe mergulhou no nos vícios que ela fumava e aí ela começou a fumar mais ainda e ela se fechou. Quer dizer, porque aquilo que você temia, não é, que iria acontecer com você, aconteceu com a sua filha. >> Aconteceu com a minha filha. E e para uma mãe é pior, né? A mãe sempre deseja que qualquer coisa de ruim aconteça com ela, com com a gente, não com o filho. >> A culpa deve ter sido muito dura em você. >> Muito começou a vir a culpa no momento em que ela me revelou como eu, né, tinha esse esse tipo de comportamento de usava as pessoas. né? Então, dentro da minha casa andava muita gente dentro da minha casa, namorados, amigos. Então, começou a passar pela amigo que ela falou assim: "Ai, foi uma pessoa que você gosta." E eu: "Fala quem foi?" E começou aquela aquele ódio, aquela raiva dentro de mim. E aí ela falou o nome da pessoa, né? E realmente uma pessoa muito próxima, né? Uma pessoa que eu não esperava que seria. Eu naquele momento eu rolava pelo chão. Eu queria me rasgar, eu queria que o chão se abrisse e que acabasse ali, porque começou que eu era culpada, que eu tinha abandonado eles, que eu tinha colocado aquela pessoa dentro de casa, que o pai deles tinha me avisado, que eu não prestava. Então, esses pensamentos começou a tomar conta de mim. E onde surgiu? Ali começou o desejo de vingança. Eu vou me vingar. pensou: "Não, isso não vai ficar assim, >> não". E eu falei: "Isso não vai ficar assim, eu vou me vingar". >> Quer dizer, a gente vê que a dúv vai aumentando, né? Começou lá com a sua mãe, com a sua irmã, as mulheres na sua família que já passaram para você o medo delas, o sofrimento delas tentando prevenir. prevenir. >> Sim. >> O que elas conseguiram foi criar em você um trauma, um medo de homens, um ódio de homens, >> sem nunca ter sofrido, só de ter ouvido falar. Sim, >> você foi lá e com esse trauma machucou, você tratou mal antes de ser tratada, teve filhos, deixou o relacionamento, abandonou os abandonou, quer dizer, deixou os filhos com o pai e com outra pessoa dentro de casa, voltou e ali aconteceu o pior. Quer dizer, a dor veio e só aumentando pra sua filha, agora sua filha tava com raiva de você e você agora com raiva dessa pessoa. Quer dizer, só aumentava. E é isso que a gente vê, o que a gente tem que entender, que você tem que entender, que essa bola de neve de ódio, de mágoa, essa bola de neve de culpa, sabe, de injustiça, de desejo de vingança, isso só vai crescer enquanto você não tratar da raiz, enquanto você não cortar isso pela raiz. Porque veja como a Simone tentou resolver essa dor. Tudo que ela fazia pensando que iria resolver a dor só aumentava, só causava mais dor. E talvez seja isso que você está fazendo. Com a dor que você tem, você tenta curar essa dor, mas você tem atitudes que aumentam a dor, aumentam o problema. Você causa mais dor à família, mais dor a si mesmo, mais culpa, mais erros acumulados em cima de outros erros. E você tem que parar um momento você tem que parar e dizer assim: "Isso não está funcionando. Eu não estou fazendo bem a mim e nem as pessoas da minha família". E é isso que as pessoas precisam entender, que não é a questão ao estado, o psicólogo, é é a viagem, é, tem que dar educação, tem que Não é isso. O problema está dentro da pessoa, o problema é interno e se não houver uma cura interna, não vai resolver nada que você tenta fazer pelo lado de fora para resolver o problema que começou na alma, >> né? Me fez lembrar uma música antiga que tem uma parte da letra que diz isso, né? Que um erro não conserta o outro. E é verdade, né? você eh, se alguém errou com você, você não tem como controlar as outras pessoas e evitar que alguém erre com você, mas você pode ter controle sobre a sua reação. E é isso que faz toda a diferença. A maioria das pessoas pessoas age por instinto. Todos nós temos instintos, mas nós não podemos tomar decisões com base naquilo que nós sentimos. E quando a pessoa é instintiva, é reativa, então se entrega as emoções, aquilo que já é ruim se torna ainda pior, não resolve o problema, cria um outro problema e enquanto a pessoa não descobrir, aliás, a o objetivo do programa é ajudar as pessoas justamente fazendo com que elas encontrem a raiz, descubram qual é qual é a raiz e cortem o mal na raiz. E eu tenho certeza que você vai entender isso já já. >> É, Simone, você chegou a procurar o Tribunal do Crime para tentar resolver esse problema. Sim, isso. E e em uma outra situação também, porque como eu fui afundando, cada vez, cada dia que passava, eu ia afundando. Ao invés, eu achava que eu estava arrebentando, né, que não, eu vou procurar agora, vou me misturar com o pessoal do crime agora, porque eu quero ter poder, porque eu quero ajuda deles. Mas não, cada vez eu ia só me afundando. tive outros relacionamentos. Aí fui tendo filhos e trazendo gente para dentro de casa até eu pegar novamente ela mais uma vez, né, com uma pessoa também dentro de casa. Então daí eu peguei faca para essa pessoa, esfaqueei essa pessoa e essa pessoa por achar que eu tinha esfaqueado ele e ele estava na razão, então ele foi, né, pro Tribunal do Crime e chegou lá, eu fui com ela, né? Então, chegando lá, realmente e nesses lugar não tem perdão. >> Você foi buscar a justiça através do Tribunal do Crime. Quer dizer, que é uma expressão, né? Porque tribunal sugere justiça, mas crime é injustiça. >> Exatamente. >> Como é que pode ser tribunal do crime? Não é? É, é, é a forma que as pessoas encontram quando se perde a esperança nos tribunais do mundo. Então, se criam os próprios tribunais e aí vão vão, como nós falamos, a vingança raramente traz justiça, ela traz ela traz mais injustiça e mais dor. >> Sim, sim, sim. Realmente, porque a gente passou noites, né, lá, chamava, ela me chamava, chamava a pessoa e ficava falando para mim, para ela o que iria acontecer. né? E eu não fui, a gente não vai na justiça, né, naquele momento ali. Por quê? Porque eu pensava comigo, se eu ir, vai ser preso, vai sair e vai fazer de novo. >> E eu não quero isso. Eu quero que eu quero que a pessoa morra. E não era assim. Eu não queria que a pessoa só morrisse ali. Ah, matou, pronto, acabou. Não, eu eu tinha desejo assim que a pessoa que eu amarrasse a pessoa numa cadeira e ali eu ia fazendo aos pouquinhos, >> torturar. É, >> fazia a pessoa sofrer. >> Exatamente. Era aos pouquinhos. A pessoa não podia morrer de uma vez, tinha que ser aos poucos. Aquilo cada vez e ia me tornando uma pessoa pior. Pior, porque eu não tinha mais controle de nada. Eu não me relacionava mais com meus filhos em casa, porque até então eu já tinha perdido o controle totalmente dos meus filhos. Eu era uma pessoa totalmente autoritária que eu tinha que manter eles ali porque eu a ao meu ver eu tava protegendo para não sair. E aí ela eu e ela começou os conflitos porque ela saíaum >> ela ia para as baladas e eu ia atrás e eu ia com fio e eu batia e aí ela falava assim: "Eu te odeio". Ia pras casas da amiga e eu falava: "Eu sou sua mãe, eu te coloquei no mundo, então eu te tiro". Era assim que eu falava. >> Quer dizer, você fez tudo isso para tentar proteger sua filha, >> mas ela te odiava. Sim. >> Você odiava a sua mãe? >> Sim. >> Claro. Só havia ódio na sua família, na sua vida, né? >> Sim. Eu me vi presa dentro de mim, porque eu não confiava na minha mãe, eu não conseguia ter segurança nela e eu só olhava para ela com ódio. Eu não conseguia ficar na presença dela. Eh, a maioria das vezes eu ficava na rua >> Uhum. >> ou na casa de amigas. Você, você naquele momento, naquela época, você amava a sua mãe ou não? >> Não. >> Não amava? Que que você sentia por ela? >> Ódio >> mesmo ela sendo sua mãe. >> Sim. >> Você não entendia que ela também não teve, não tinha amor para te dar? Ela tinha também ódio, ela tinha também dor. >> Sim. É que eu pensava que ela a pela culpa, né? que eu coloquei sobre ela. Eh, eu pensava que ela sabia, né, enxergava isso, mas aí eu comecei a a tentar entender >> Uhum. >> O porqu que ela era daquele jeito também. também. E eu via que ela também tinha muita mágoa no coração. >> Quer dizer, não tinha outro motivo a não ser a dor que estava dentro dela que se derramava. derramava. >> Ela tinha muita mágoa, >> mas mesmo vendo que ela sofria também, eu não conseguia conversar, não conseguia ter uma conexão de mãe e filha. filha. >> Impossível, né? Vocês nunca criaram isso, né? Não, não existia isso. >> Não conseguia, não conseguia. E sempre que ela tentava fazer alguma coisa para me agradar, eu não conseguia olhar para ela com amor, não conseguia eh permanecer na presença dela por muito tempo. Eu sempre procurava um jeito de sair da presença dela. >> Agora, Mateus, eu queria saber como é que você entrou nessa história. Você provavelmente não sabia desse passado aí quando você começou a se relacionar com a Simone? Não, quando eu cheguei, [limpando a garganta] eu cheguei no meio de tudo isso, né? Eu tava procurando alguém como aí fora, as pessoas até falam, né? Casar para sossegar, né? E e esse foi o intuito que eu entrei no casamento, né? Eu eu tinha eh já tinha eh curtido, já tinha zoado bebidas, drogas. E chegou um momento na minha vida que eu queria parar com tudo isso, né? eh, de uma forma na força do braço também, como ela colocou, né, que na força do braço a gente não consegue do nosso jeito. E eu encontrei ela pelas redes sociais, né, e ali foi conversando, a gente foi gostando, ela não colocava muita muito crédito em mim, porque ela tinha sempre essa rejeição de homens, né? E comigo, eh, eu tinha uns pontos, umas técnicas de de conversa que, eh, eh, as pessoas queriam me conhecer assim pelo que eu passava, né? >> Uhum. >> E eu eu usava muito, eu mentia muito para ter as pessoas perto de mim. Então isso eh eh as pessoas queria criava esse essa essa esse querer conhecer, querer saber se era isso mesmo que eu fal o que eu falava, se era verdade. Então eh muit das vezes eu eu lembro que eu conversava com ela, a gente combinava, até que chegou um dia que a gente se conheceu e aí a gente foi conversando até chegar o namoro. E aí no meio do namoro já começou os conflitos, já começou já porque ela tem essa, ela tinha autode defensiva, ela era uma pessoa muito muito muito brava mesmo, né? Com tudo ela, ela achava que alguém tava falando dela. Se alguém desse risada tava falando dela, se alguém conversasse baixo, tava falando dela. Ela achava que o mundo girava em torno só dela. Então era muito difícil. E eu era uma pessoa calma, né? Tranquilo. Eu já tinha um eh eu já venho com uma bagagem já que meu pai era um homem que ele maltratou muito a minha mãe, né? Ele saía com várias outras mulheres, ele traiu a minha mãe, batia a minha mãe e ele abandonou a família. Minha mãe com três filhos, né? Eh, e aí minha mãe criou os três filhos, né? Então eu vim com essa essa capa, eu coloquei sobre mim que eu não ia ser igual ao meu pai. Então, qualquer pessoa que eu fosse eh me relacionar, eu ia ser diferente do meu pai, eu não ia agredir, eu ia suportar tudo. Então, foi isso que eu coloquei dentro de mim. Então, eu suportei tudo. Eu >> e quando vocês começaram a relacionar, como é que foi esse relacionamento? Porque você estava procurando pais. E seria cômico se não fosse trágico, né? Porque você [risadas] procurando pais foi se relacionar. É, se foi se relacionar com a Simone, eu tô eu tô só imaginando como é que foi esse relacionamento. >> Ele ele procurava paz, mas hoje olhando eu falo, ele foi procurar paz no inferno, porque logo no começo, como eu falei, eu só me relacionava para tirar a proveito de algo, seja no relacionamento, seja amizade, eu tinha que tirar um proveito daquilo. Então, a minha estratégia com Mateus era: "Ah, eu sou uma pessoa sozinha, tenho tenho quatro filhos, então vou me olhar sempre para me ajudar nas contas, né?" Então, quer vir, vem, venha. >> E veio e nesse veio começou os conflitos, porque eu saía pras baladas, ele ele queria impedir. Eu falei: "Homem, não manda em mim, você fique sabendo disso, não manda". Aí eu trazia os ex para dentro de casa para fazer festa e ele chegava, ficava assim no logo nos primeiros dias ele já viu que ele tinha entrado numa furada, mas não mas não >> que sossego, hein? [risadas] >> Queria sossegar. >> Ele não tinha força para sair. >> E por que que você ficou? Eu sei que eu ia perguntar, por que que você ficou? Porque você não fugiu logo? Eu pensei várias vezes em sair, assim, confesso, mas tinha algo ali mais forte que eu que eu acabava ficando, né? O, ah, vai mudar, vai mudar, né? E e muit das vezes nesse intuito aí vai mudar, acabava acontecendo alguma coisa que ela até se acalmava, né? Eu falava: "Ah, vai mudar". Mas no decorrer do tempo as coisas iam só piorando, né? O declínio, né? Total. Eu digo assim, né? presença de ex, essas coisas, eu tinha que aceitar tudo, investimento de de roupas inadequadas. Então, aquilo ali foi me entristecendo de tal forma, mas eh eu fui acomodando aquilo, né? Se acomodando aquilo. Então, eu se acomodei de tal forma que para mim aquilo ali uma hora ia mudar. Era só eu aguentar mais um pouquinho, eu segurar mais um pouco, né? É, até que eh chegou um certo ponto da da nossa vida que que chegou para mim, eu falo que ali foi um fundo de poço na minha vida, né, que eu a gente tava vivendo numa na pandemia, né, e no momento na mais difícil assim da nossa vida, no a pandemia. Eh, e aí ela tava no pé da vida de brava, de estressada com tudo isso que vinha acontecendo, de de família, né, de de problemas familiares. Então, isso eh eh agregava muito no no nosso relacionamento de forma que ela não confiava em mim de forma alguma, né? Então, na pandemia eh a gente ela deu um cheque mate, ela não queria mais nada, né? Chegou um momento que ela não queria mais nada comigo, aí eu fiquei 4ro meses dormindo no sofá, né? E ali para mim foi um declínio, né? Então naquele momento ali eu eu lembrei um pouco do que minha mãe falava, né? Fato que ela já tava na fé, né? Minha mãe e alguns da minha família já frequentava a igreja, já era da igreja. Então eu lembrei do que eles falavam sobre perdão, essas coisas. Então eu me deparei quando eu peguei o celular dela, eu me deparei ela se envolvendo já com outra pessoa. Então isso para mim foi o fundo de pouso, porque minha esposa era um mais que Deus na minha vida, era o meu Deus na, né? Então eu colocava ela acima de Deus. Então ali para mim foi o fundo de poço e eu lembrei e foi difícil, mas eu decidi naquele momento que eu tinha que perdoar porque passou um filme na minha cabeça, eu naquele sofá e eu falei: "Meu Deus, eu fiz tudo até aqui, eu fiz na minha vontade, do meu jeito. E olha só onde eu cheguei, né? Eu buscando paz, ter uma família, que eu sempre quis ter uma família do meu jeito. E olha só o que eu passei, tudo que eu aonde eu cheguei. Então eu fui até ela, pedi perdão para ela de tudo e falei para ela que eu perdoava, que eu já tava sabendo de tudo, né? Na primeira instância ela não precisa do seu perdão, aquela autodefensiva ainda, mas eu falei: "Faz eu te perdoo", né? e fiz um desafio para ela, né? Eu eu tava na naquele momento que eu tava no sofá, eu vi a uma programação passando na TV, né, inclusive da palestra da terapia. E aí eu fiz um desafio para ela. Eu falei: "Ó, descobri um lugar e eu faço um desafio para você. E se nossa vida não mudar, cada um segue o seu rumo e você topa". topa". primeira instância, ela meio que rejeitou, mas eu consegui levar ela. >> Quer dizer, então ele chegou para você e fez um um desafio tentando salvar isso aí que não prestava, né, para nada. Você prestou porque ele trouxe Deus para você, né? Hoje a gente sabe que Deus usou isso aí, mas na situação que tava não prestava. >> Mas ele fez um desafio com você. >> Fez. Que que fez você aceitar esse desafio? >> Hum. O que me fez aceitar foi que antes, né, dele fazer esse desafio, eu já tinha planejado contra ele, contra a vida dele, né? Então já tava tudo tudo certo para para tirar a vida dele, porque ele não queria sair de casa. Ele já estava 4 meses dormindo no sofá e aí toda noite ele ia no meu quarto, sabe? Tentar voltar e eu falava: "Não quero mais". >> Você tinha mandado ele embora e ele não queria ir embora. >> E ele não queria ir embora. >> Então você tava planejando a morte dele? Exatamente. >> Olha o que você foi se meter, né, para buscar sussegoo. >> [risadas] >> E aí, né, né, exatamente nessa noite ele não foi. Nessa noite o meu plano era, eu coloquei uma faca embaixo do travesseiro e pensei: "Se hoje ele vi, eu coloco a faca que quando ele deitar em cima, ele vai morrer". E depois eu cavo um buraco embaixo da cama, coloco, enterro e se perguntava, não sei, mandei embora e eu não sei. E nessa noite não aconteceu, ele não veio. Ele ficou lá e da brecha da porta, eu via ele baixava a cabeça, ele levantava as mãos como se tivesse clamando a Deus. Eu não entendia nada daquilo que ele tava fazendo, mas naquele momento começou a ouvir uns pensamentos em mim que falava: "Por que que eu sou assim? Por que que eu não dou certo com ninguém? Por que a minha família é destruída? Por que eu sou infeliz? Por que que eu não posso ser diferente? E ali realmente, né, pensando lá no no que ele tinha feito atrás, eu falei: "Eu vou com ele na igreja". Então, tomei a decisão que no outro dia eu iria. Então, comecei primeiro escondida, né? Ali era não dar o braço a torcer. Comecei escondida e foi na onde eu cheguei na igreja e fiz um voto com Deus. Eu falei que se Deus me mudasse, eu eu iria servir a ele. >> Você fez um voto com Deus? Como assim? Como é que foi? >> Eu cheguei à igreja e comecei a falar, ó. Eu falei: "Ó, Deus, >> de onde você tirou essa ideia? Fazer um voto com Deus? Surgiu na hora? Como é que foi?" que foi?" >> Na hora ali eu eu cheguei eu cheguei à igreja muito perturbada. Eu lembro que eu cheguei muito, mas muito perturbada na igreja. a sensação que eu tinha que meu corpo doía muito, muito. Então ali eu já não tava aguentando mais. Eu não aguentava mais viver daquele jeito. Eu sofria demais. Então eu falei, eu ouvi, eu ouvi o pastor falar lá na frente. Era, eu me sentia muito longe do altar. Eu eu sentei nas últimas cadeiras, sim. Mas eu ouvi ele falar paraa sua vida tem jeito. Então foi naquele momento que eu falei: "Ó Deus, eu eu sou uma pessoa que eu sou assim, eu não presto mesmo. Eu sou uma mãe que agrida meus filhos. Eu cheguei aqui com dois relacionamentos. Mas se o Senhor mudar a minha vida, me mudar, se o Senhor me mudar, eu não quero mais nada. Eu não quero mais relacionamento, eu não quero mais ninguém. Eu vou te servir, me muda. Então dali eu saí e fui para casa, foi na onde ele chegou, né? E aí ele falou que ele me perdoava, né? E que dali paraa frente ia ser diferente. Então para mim foi a confirmação de Deus e nós começou indo. E eu comecei a ir nas palestras, eu comecei a ir nas sexta-feira, eu comecei a igreja e cada vez eu queria mais. >> E Deus foi mudando você. E Deus foi me mudando. Deus foi me mostrando onde mudar. >> Quem em quem você se tornou? Nós ouvimos aí quem era Simone, a mulher que odiava, que se culpava, carregava enorme culpa, que odiava homens, que planejou a morte do Mateus que tá aqui do teu lado. Por uma noite você não morreu, né? Por uma noite. Mais uma uma noite você morreria. Você não estaria aqui para contar a história. Mas quem é a Simone que que foi transformada? Como que aconteceu essa transformação? >> No num decorrer ali eu buscando e ouvindo, né, fazendo tudo que eu ouvia, meditando na palavra, buscando muito, me livrando das coisas que naquele momento eu tinha. E o primeira coisa que eu falo é foi o perdão. Eu Deus me falou que era necessário perdoar >> para muita gente, né? Porque você tinha mágoa de muita gente. >> Muita gente. Muita gente. Eu tinha raiva até de pessoas que já tinha morrido. >> Dos abusadores da sua filha. >> Dos dos abusadores da minha filha. Eu tinha raiva das minhas irmãs. Eu tinha porque falava aquelas coisas para mim. Eu tinha raiva porque tinha me colocado na rua. Então eu tinha raiva de muita gente. Então naquele momento, eu comecei a falar, eu tudo que tiver que fazer eu vou fazer. Não era mais por sentimento. Eu não queria mais saber de sentimento. Eu queria saber do que a palavra dizia. E a palavra falava perdoa. Então eu falava, se a palavra tá dizendo perdoa, é isso que eu vou fazer. Não importa o que eu tô sentindo. Se eu tô sentindo raiva, eu chegava lá e falava: "Ó, Senhor, eu ainda sinto raiva, mas a tua palavra diz que é para perdoar. Eu perdoo. Então eu decido nesse momento perdoar. Eu decido nesse momento que da agora pra frente vai ser diferente. E sempre fui e Deus foi me limpando. Deus foi me limpando dia após dia e eu buscando e eu querendo. E eu ouvi falar sobre o Espírito Santo. Então eu falei: "Se então se tem algo a mais, é isso que eu quero. Eu quero o Espírito Santo. O que que tem que fazer?" Então falava: "É acordar de madrugada". Eu acordava de madrugada. É jejum, então vamos pro jejum. É de desligar do mundo, então eu vou desligar do mundo. E fui fazendo e fui buscando. >> Você recebeu o Espírito Santo? >> Até recebi o Espírito Santo. >> Foi curada, limpa, perdo, foi perdoada e perdoou. Eu me perdoei, primeiramente. Me perdoei. Eu perdoei e graças a Deus, graças a Deus eu posso dizer, eu recebi assim a maior de todas as bênção, santo, né? Hoje eu tenho alegria. >> E quem é hoje a Simone, Mateus? >> Hoje minha esposa é é maravilhosa, né? É uma pessoa, uma parceira, né? a gente costuma sair junto, conversar junto, coisas que era impossível, né? A gente se comunicar, eh, falar verbalmente da mesma forma, da falar a mesma língua, né, digamos assim. Então, hoje a gente sai, a gente >> todo lugar a gente tá junto, >> a gente conversa até tanto às vezes que até a hora passa, a gente acaba perdendo horário de trabalho, essas coisas quanto eu digo que a gente conversa. >> Saiu do sofá, >> saiu do sofá, graças [risadas] a Deus. Tão casados agora, né? Deus >> casaram também na terapia do amor. >> Eh, você perdoou >> sua mãe? >> Sim. >> Vocês receberam o Espírito Santo? >> Sim. >> Então, a vida está restaurada. >> Restaurada. >> E ele hoje também é um homem diferente, porque você não tinha respeito nenhum por ele, admiração nenhuma por ele. >> Não, não tinha. Hoje, hoje o Mateus é, eu falo que é um grande homem, né? Eu tenho um total respeito por ele, admiração enorme. Admiro muito a força dele de ter ficado, porque falei para ele, olha, eu não tinha ficado. >> É, >> eu não tinha ficado. Então eu falo tenho muito mesmo. >> No mínimo ele foi a pessoa que te trouxe para Jesus. E só isso já é uma grande >> uma grande vantagem, né? >> Quer dizer, do que Deus fez na vida de vocês, né? na essa família aí que não podia nem se chamar de família. É o que é o que se chama de milagre. Isso aqui que você está assistindo, que aconteceu com a Simone, com o Mateus, com a Jamile, pessoas que vieram de relacionamentos abusivos, pessoas que eram destruídas, quebradas, não tinham nada para oferecer, a não ser dor, a não ser mais injustiça, sofreram dores e passavam dores para outras pessoas. Mas Deus foi o remédio. Deus curou, perdoou e capacitou-os para perdoar e para serem reconstruídos. Então, hoje eles dão amor, eles vivem bem, convivem bem, porque o amor está dentro deles. E é isso que você tem condições de receber também. Veja que o passado dela, o passado dele não foi um impedimento para Deus reconstruir a vida deles, mas eles tiveram que aceitar. Que que a que que a Jamile fez? Aliás, que que a Simone fez? Um voto. Um voto com Deus. Ela deu a palavra. Ela tinha o quê para oferecer? Nada. Mas ela tinha a palavra. Se o Senhor mudar minha vida, eu vou te servir. Eu vou deixar tudo que eu tô fazendo de errado e vou te servir. Por que que você não faz um voto com Deus também? Faça um voto. Dê a sua palavra. Nós estamos agora vivendo exatamente esse voto na igreja. E se você quiser, você pode chegar lá diante do altar ou aí mesmo onde você estiver e fazer um voto com Deus. Senhor, muda minha vida. Não quero mais essa vida. Apareça para mim. Faça alguma coisa e eu vou te servir. Eu vou fazer tudo diferente do que eu tenho feito até aqui. Faça esse compromisso com Deus e Deus pode começar essa mudança agora se essa pessoa der essa palavra. >> É. E você que tem vivido em busca desse prazer da vingança, você é aquela pessoa que, sabe, briga com todo mundo, você vive na defensiva como se o mundo conspirasse. Tudo tá contra você, todos estão contra você e você fica buscando e esse prazer na em se vingar de cada pessoa que pisa no seu calo. Mas na verdade quando você perdoa, você se cura ou Deus te cura como a curou e transformou a família. E a gente vê um prazer neles aqui, né? Quando eles falam um do outro, a gente vê que hoje eles são uma família. Então esse é o prazer verdadeiro que você deve querer, mas que só vem quando a pessoa decide fazer a parte dela. Eu acredito que o primeiro passo agora, como foi também para ela, é você estar em uma igreja universal, porque de repente parece até absurdo alguém falar para você que você tem que perdoar. Mas o primeiro passo é vá a uma universal. Lá você vai aprender a se relacionar com Deus, vai aprender a usar a sua fé e a condição para praticar isso. É, hoje eles conhecem o amor, só conheciam o ódio antes, mas hoje eles conhecem o verdadeiro amor. E nós vamos ter essa bênção do verdadeiro amor nesta quinta-feira na terapia do amor. E eu quero convidar você para vir receber uma unção. Nós vamos ungir na entrada do templo a partir das 18:30. Nós estaremos ali na entrada do templo, já ungindo as pessoas com o nardo, que é esse perfume sagrado que tem ligação com o verdadeiro amor. Nós vamos explicar sobre isso nesta quinta-feira. Casais, solteiros, você que é uma pessoa que nunca conheceu o amor, só o ódio, mas você quer conhecer. Se existe, você quer conhecer. Venha participar nesta quinta-feira, 8 da noite. Chegue cedo, porque Cristian e eu estaremos na entrada do templo, ungindo você com o nardo, com a unção do amor verdadeiro. E vocês participam na Universal de Paraisópolis. Qual o endereço lá vocês sabem? >> A rua da Jangada 32. 32 aí em Paraisópolis. Rua da Jangada 32. Você pode participar aí também. Muito obrigado pela história de vocês. Que história! [risadas] Tenho certeza que ajudou muita gente. E mais informações, você pode ligar para o 1135733535, se você quiser saber onde você pode participar, onde há uma universal perto de você ou se algo que você assistiu aqui tocou em você e você quer receber a mesma ajuda que eles receberam. 1135733535. Você pode ligar. Deus te abençoe e até a próxima com mais uma interlink. Qual a sua maior necessidade? Jacó tinha muitas quando estava em uma condição [música] muito adversa, no deserto, sozinho. E embora não tivesse nada, usou a única coisa que tinha, a palavra, e fez um voto com Deus. Eu disse que se o Senhor for comigo e me guardar nesta viagem que faço e me der pão para comer e vestes para vestir e eu tornar a casa de meu pai em paz, ele me será por Deus. E a pedra que coloquei por colunas era a casa do Senhor. De tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo. >> E de um homem sozinho no deserto, ameaçado e sem futuro, se transformou em um homem próspero e pai de uma grande nação. Este é o poder de um voto, um recurso que você também pode usar para transformar a sua vida. Seja você quem for, use este poder. Um voto muda uma vida. Para saber como praticar, procure o templo de Salomão ou uma universal. Pela primeira vez, só lutando contra medo. Co?
‘Ela deu a palavra. Ela tinha o quê para oferecer? Nada. Mas ela tinha a palavra. Se o Senhor mudar minha vida, eu vou te servir. (...) Faça esse compromisso com Deus e Deus pode começar essa mudança agora se essa pessoa der essa palavra.’
Problema: A formulação pode sugerir que o voto é uma condição que move a mão de Deus, beirando uma mentalidade transacional. Embora haja ressalva de soberania (‘pode começar’), o peso recai sobre a ação humana como gatilho.
Risco pastoral: Pessoas em desespero podem entender o voto como uma ‘fórmula mágica’, e se a mudança não vier, podem cair em culpa ou decepção.
Sugestão: Enfatizar que o voto é uma resposta de fé à graça de Deus, não um instrumento para obrigá-lo. Destacar que a transformação é obra divina, recebida por arrependimento e confiança, não por barganha.
‘Nós vamos ungir na entrada do templo a partir das 18:30. (...) ungindo você com o nardo, com a unção do amor verdadeiro.’
Problema: A menção à ‘unção do amor verdadeiro’ através do nardo pode ser interpretada como se o óleo tivesse poder em si mesmo, o que extrapola o simbolismo bíblico da unção.
Risco pastoral: Criar uma dependência de rituais em vez da fé pessoal.
Sugestão: Esclarecer que a unção com óleo é um gesto simbólico de consagração e oração, e que o poder transformador vem de Deus, não do elemento material.
‘Faça esse compromisso com Deus e Deus pode começar essa mudança agora se essa pessoa der essa palavra.’
Equilíbrio bíblico: Ressaltar que a graça de Deus é incondicional e que o voto é uma resposta de gratidão e confiança, não um pagamento adiantado. A transformação é fruto da fé, não de um ritual verbal. (Ex.: Ef 2:8-9; 1Jo 1:9.)
‘...ungindo você com o nardo, com a unção do amor verdadeiro.’
Equilíbrio bíblico: Explicar que o amor verdadeiro é fruto do Espírito Santo (Gl 5:22) e que a unção com óleo é um ato de oração, não uma transferência automática de virtude. (Tg 5:14-15; Mc 6:13.)
Denúncia do ciclo vicioso de violência e vingança, apontando para a necessidade de perdão e cura interior.
‘A vingança pode trazer um alívio imediato para a revolta, mas quase sempre deixa um rastro de mais morte, prisão e tragédia.’
Impacto: Ajuda o ouvinte a reconhecer a ineficácia da vingança e a buscar soluções espirituais.
Testemunho autêntico de transformação, mostrando que a mudança real é possível com Deus.
‘Hoje minha esposa é maravilhosa... a gente costuma sair junto, conversar junto, coisas que era impossível.’
Impacto: Oferece esperança concreta a famílias despedaçadas, ilustrando o poder restaurador do evangelho.
Convite ao arrependimento e a um novo começo com Deus, com passos práticos de engajamento na igreja.
‘Por que que você não faz um voto com Deus também? Faça um voto. Dê a sua palavra. (...) Deus pode começar essa mudança agora.’
Impacto: Direciona o desespero humano para uma decisão de fé, incentivando a busca por comunidade e acompanhamento espiritual.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem é fiel aos grandes temas bíblicos de perdão, restauração e compromisso com Deus. O uso de Jeremias 10:20 é ilustrativo, mas não deturpa a Escritura. Nenhum ensino antibíblico central.
Hermenêutica
Dentro da tradição pentecostal, a aplicação experiencial do AT é aceitável. A abordagem não é exegética, mas a intenção pastoral é clara e não viola o sentido original. Romanos 8:22 é bem usado.
Precisão Teológica
Doutrinariamente correto no essencial. A ênfase no voto não chega a ser heterodoxa, embora precise de contrapeso. Não há negação de doutrinas cardeais.
Compreensão Contextual
O texto de Jeremias é usado fora de seu contexto histórico imediato, mas de forma consciente como metáfora, o que é legítimo. Não houve tentativa de exegese aprofundada. A aplicação é pastoral, não acadêmica.
Aplicação Prática
Oferece passos concretos (voto, contato com a igreja, participação em evento) que podem auxiliar pessoas em crise. A ressalva é a possível instrumentalização do voto, mas o direcionamento é positivo.
Clareza do Evangelho
Público misto, gênero exortativo/testemunhal. O evangelho não é explicitado (morte e ressurreição de Cristo, justificação pela fé), mas está implícito no apelo ao arrependimento e à nova vida com Deus. Não há distorção. Em um formato curto de TV, o objetivo de direcionar à igreja local é compreensível.
Risco de Eisegese:
Praticamente nenhuma eisegese forçada. A aplicação de Jeremias não introduz significados estranhos ao texto. Não se inventam sentidos de palavras ou se importam conceitos alheios.
Risco de Heresia:
Risco mínimo. Nenhuma doutrina essencial é negada. A mensagem está alinhada com o cristianismo histórico.
Tema principal:
Deus pode restaurar famílias destruídas pela dor e pelo ódio; o caminho é fazer um voto com Ele e buscar transformação na igreja.
Tom pastoral:
Exortativo, encorajador, evangelístico-convidativo
O ciclo de injustiça e vingança só aumenta a dor; tentativas humanas de resolver fracassam.
Suporte: Testemunhos de Simone e Jamile, comentário do apresentador sobre o ciclo de violência.
Só Deus cura e restaura completamente, como ilustrado em Jeremias 10:20 (a tenda destruída).
Suporte: Jeremias 10:20 e a transformação testemunhada.
Textos:
O voto com Deus é a chave: comprometer-se a servi-Lo para que Ele opere a mudança.
Suporte: Testemunho de Simone: ‘Se o Senhor mudar minha vida, eu vou te servir.’ Apelo do apresentador.
O passo prático é participar da Igreja Universal, especialmente da Terapia do Amor e do ungimento com nardo.
Suporte: Convite ao 11 3573535, à presença no templo e ao evento de quinta-feira.
Uso Contextual
Aplicação ilustrativa legítima. O texto original é um lamento pela destruição nação após o juízo; usá-lo como imagem de uma família destruída é uma extensão pastoral aceitável, sem distorcer o sentido fundamental.
Questões Exegéticas
Nenhum erro grave. A aplicação é superficial e não exegética, mas não contradiz o contexto.
Leitura Sugerida
O texto descreve a desolação do profeta diante do exílio; a igreja pode se identificar com o clamor e buscar a restauração em Deus.
Uso Contextual
Usado corretamente para comentar desastres naturais como sinais da criação que geme, em harmonia com a expectativa escatológica.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
A criação anseia pela redenção final; os fenômenos naturais são lembretes da fragilidade humana e da necessidade de voltar-se para Deus.
Diagnóstico geral:
Boa com ressalvas
Reforçar o ensino sobre o voto como resposta de fé, não como barganha, destacando a graça soberana de Deus.
Esclarecer o simbolismo da unção com óleo, evitando sugestões de poder mágico no nardo.
Incluir, mesmo que brevemente, elementos centrais do evangelho (arrependimento, cruz, ressurreição) nos apelos.
Equilibrar o testemunho de mudança radical com a realidade de que o processo pode ser gradual e nem sempre envolve prosperidade visível imediata.
Manter a prática de oferecer canais de apoio (telefone, igreja) para aconselhamento continuado.
Resumo em uma frase:
Uma mensagem de esperança para famílias destruídas, ancorada em testemunhos reais e no convite a um compromisso com Deus, biblicamente aceitável mas com espaço para maior profundidade teológica.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Neopentecostal (Igreja Universal do Reino de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.