Peço para abrir ligeiro. Olha pra frente, >> gente. Vamos chamar a tia Vanessa. Um, dois, dois, três. três. >> Tia Vanessa. [grito] >> Olá, minha gente. Boa noite. >> Oi, Gigi. Oi, Samuca. Que coisa boa ver vocês aqui na igreja hoje. Vem cá. Que coisa tão linda. Deixa eu ver esses livros. Meu Deus. Olha só para cá. Vamos lá. Eu acho que a igreja vai ajudar a gente a ler que livros são esses? Vamos lá. Nós queremos ver somente as meninas, as mulheres. Como é o nome desse livro? >> E agora os meninos vão me ajudar. Que nome é esse? >> E então eu acho que esses livros são muito legais. As crianças elas amam, não é? Então, eu vou ler aqui. Eu queria que você ficasse muito atento. Olha só, presta bem atenção. Lá diz assim: "Então, Deus criou o ser humano a sua imagem. A imagem de Deus o criou. Homem e mulher os criou. Ela é >> de novo comigo. Ela é >> ela. >> Ela é ela. Mesmo antes de nascer, Gigi, todos já podiam saber. É uma menina. Um dia triste ou feliz não muda quem ela é. Sua aparência ou personalidade também não. Não importa. O que pensem ou que digam, ela é sempre >> isso. Vocês são sabido, viu? Ela não é ele, ela é >> ela. Meninas e meninos não são iguais, nem melhores, nem piores. Os dois são especiais. Ela Ela não é uma boneca ou um ser inanimado. A vida dentro dela é Deus que tem soprado. Ela não é um animal nem nada semelhante. Ela é muito mais importante. Quando fez a natureza, Deus viu que era bom, mas quando criou a mulher, então disse: "É muito bom". Ela recebeu muita criatividade para crescer e viver na verdade. Não importa o que queira fazer, ela é uma menina. e sempre vai ser. Ela pode ser médica ou uma grande construtora, pode ser empresária ou até aviadora. Pode escolher ser política ou uma admirável professora. Pode ser uma mãe e uma filha amável, ser a melhor irmã do mundo e uma amiga formidável. Mas nada disso muda seu real valor. Sua maior importância é ser a imagem do criador. E quando souber dessa verdade, viverá com alegria, em plena liberdade. Diga assim: Vamos aqui, Gigi, ajudar o pessoal aqui. Nós queríamos agora que todas as meninas ficassem de pé. Vamos lá. Podem ser as meninas grandes também, tá gente? E aí agora você vai repetir comigo e com o Gigi. Diga assim: Eu sou >> eu sou >> uma menina. >> Uma menina. >> Diga: "E nada >> E nada >> vai mudar isso. >> Vai mudar isso". >> E aí, Gigi? Elas falaram bonito. Então vamos dar uma salva de palmas para elas. Podem sentar. Aí também Aí também a gente tem os meninos. Olha, Samuel, este livro é muito legal. Vamos ver aqui junto comigo. Aqui vai falar algumas coisas sobre os meninos. Agora vocês vão me ajudar. Ele é >> se ela é ela, então ele é >> ele. >> Ei, vocês estão demais, viu? Mesmos antes de nascer, todos já podiam saber, é um menino. Um dia triste ou um dia feliz não muda quem ele é. Sua aparência ou personalidade também não. Não importa o que pensem ou digam, ele é sempre. Ele não é Ele não é >> isso. E aí ele não é um boneco ou um ser inanimado. A vida dentro dele é Deus que tem soprado. E aí olha para cá, Samuel vem dizendo muitas coisas que diz que quando Deus criou o homem viu que era muito bom. Disse que não importa o que é que ele queira fazer, ele é um menino e sempre vai ser. Ele pode ser médico ou um grande construtor. Pode ser soldado e até aviador. Pode escolher ser político ou um admirável professor. Pode ser um pai e um filho amável. Ser o melhor irmão do mundo e um amigo formidável. E nada disso muda seu real valor. E quando souber dessa verdade, viverá com alegria e em plena liberdade. Então, vamos lá, Samuel. Agora a gente queria pedir que os meninos ficassem de pé. Cadê você? Todos os meninos. Os meninos grandes, os meninos mais experientes também, tá? E aí você vai repetir junto com o Samuel. Diga assim: "Eu >> eu >> sou >> um ." >> um." >> O que é que você é? Um >> menino. >> Diga: "E nada >> E nada >> vai mudar isso." >> Vai mudar isso. >> E aí, Samuel? A gente, eles foram bons, foi? Vamos dar uma salva de palmas para eles. eles. Você pode sentar. E então, Gigi e Samuel, e aí, vocês gostaram desse livro? É legal, é bacana. Então toca aqui, toca aqui você, toca aqui você. Muito obrigada. Uma salva de palmas para Samuel e para Gigi. Olá, queridos. Graça e paz. Amém. Você viu aqui que a gente tá no departamento infantil da nossa igreja? E você sabia que o departamento infantil da nossa igreja tem uma visão, tem uma missão e tem uns valores que fundamentam o nosso departamento? E hoje nós vamos ter a oportunidade vocês também de conhecer quais são os valores do nosso departamento. E o primeiro valor do nosso departamento, qual é o nosso primeiro valor? proteger. >> Não, você pode falar mais alto. >> Proteger. Proteger as crianças na sua integralidade, para que elas se desenvolvam em todos os âmbitos e para que as ideologias deste mundo não sejam introduzidas nas suas mentes. Queridos, deixa eu dizer algo para você. Nós precisamos entender que as crianças elas precisam de agentes condutores. As crianças elas não têm maturidade para tomar suas próprias decisão decisões e decidir seu próprio destino. E aí é importante que você eu, enquanto adultos, enquanto igreja, nós estejamos aqui para proteger as nossas crianças. E é por isso que o nosso primeiro valor é esse, é proteger. Porque nós entendemos, queridos, inclusive nós não só entendemos, inclusive a própria lei fala sobre isso, que é responsabilidade da sociedade, é responsabilidade do poder público, é responsabilidade das famílias, proteger as crianças na sua integralidade. E o que é integralidade? em todos os aspectos da vida dela. Você sabia que o próprio ECA fala que a criança ela tem direito ao desenvolvimento? E ele vai apontando todas as áreas, mas ele fala uma área específica espiritual. Você sabia que você e eu enquanto igreja nós estamos aqui garantindo o direito das crianças para que elas possam se desenvolver espiritualmente. >> Olha pra pessoa di que tá do seu lado, diga assim: "Que bção!" né? Eu queria que você abrisse a sua Bíblia comigo, por gentileza, aqui em João, no capítulo 17. Abre aí comigo, por favor. Capítulo 17. Aleluia. João capítulo 17, você encontrou >> versículo 11 diz assim: "E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo e eu vou para ti, Pai Santo, protege." Em algumas versões dizem: "Guarda em teu nome aqueles que me deste, para que seja um assim como nós somos". Queridos, às vezes se nós não tivermos cuidado, a gente sempre vai fazer a referência de tudo que a palavra fala sobre os adultos. Mas, queridos, todos aqueles que me deste, sabe quando Jesus está orando ao Pai, nesse momento é uma oração de Jesus para com o pai dele e dizendo: "Olha, protege-os, guarda-os a cada um deles que o Senhor me deu." Então, queridos, isso também inclui as crianças, mas você sabe que a criança por si só, ela não pode se proteger. Ela precisa de adultos, ela precisa de pessoas de responsabilidade como eu e como você e como a nossa igreja que entende a importância e a relevância das nossas crianças. Amém. Amém. [risadas] Então, queridos, que nós possamos continuar propagando essa visão, porque tudo isso que eu tô falando aqui com você, queridos, não é uma novidade, é algo que a nossa igreja já preza por isso. Então, o primeiro valor que nós temos dentro do nosso departamento infantil é proteger, proteger as nossas crianças das ideologias satânicas que esse mundo apresenta. E é por isso que propositalmente nós começamos com o livro Ele é ele e ela é ela, porque é isso que nós ministramos nas salas do departamento infantil. Não importa, querido, o que o mundo tá tentando deturpar lá fora. Nós temos uma palavra, nós temos uma visão e as nossas crianças, elas não serão corrompidas. Elas vão aprender desde cedo, desde o bersário, de 4 a 11 meses, que elas são meninos e meninas e que nada pode mudar isso. Amém. Diga assim comigo. Diga: "As nossas crianças nossas crianças >> não serão >> corrompidas. >> Corrompidas. >> Amém. Olá. Olá. Me chamo Ester. Fui preparada para um momento como este. Olá. Como eu falei para você, nós temos cinco valores do nosso departamento infantil. E você sabe qual é o segundo valor que nós temos dentro do nosso departamento infantil? Nossa querida Talita falou para você, representando aqui a rainha Ester. E qual é o nosso valor? >> Preparar. Nós estamos aqui, queridos, para preparar as crianças através do ensino e da pregação da palavra da fé de forma lúdica e de forma acessível. Sabe por quê, queridos? Porque deixa eu dizer uma coisa para você. É algo que talvez você já tenha ouvido, se você participou da conferência, mas se você não ouviu ainda, você vai ouvir essa noite. Departamento infantil, queridos, não é um depósito de criança. As nossas crianças, elas não estão no departamento infantil para que a gente possa manter a ordem do culto e elas ficarem guardadas lá dentro. Amém? >> O dei não é uma dispensa que a gente bota os meninos lá dentro, diz assim: "Segura, depois a gente abre e solta". Não. Lá dentro, queridos, elas estão sendo preparadas. Assim como você que é pai e mãe, precisa também absorver essa responsabilidade que provavelmente você já faz de preparar o seu filho. E nós temos aqui uma preparação para as nossas crianças. Queridos, os professores aqui, eles nós temos todo um zelo e todo cuidado para que eles estejam realmente arraigados dentro da nossa visão, porque nós estamos aqui para que as crianças sejam ministradas e que a palavra de Deus seja pregada para elas de forma lúdica e acessível. Você viu aqui, Macla, brincando com tio Ferreira? Tio Ferreira, essa roupa não tá legal. Você vai ver a gente sempre assim. Tudo que você vê aqui, queridos, é proposital. É intencional, porque as crianças elas amam cores, elas amam ludicidade. E é através desses meios que nós conseguimos ministrar a palavra de Deus para as nossas crianças. São tantas e tantas as experiências que eu não conseguiria contar para você aqui nesse tempo, mas a palavra de Deus, querido, tem feito efeito nas nossas crianças e elas têm sido preparadas. Sabe, você viu aqui, né, uma das nossas crianças do di, porque veio mesmo essa nota no meu coração. Coloca elas, colocam elas lá, porque, queridos, elas têm talento. Amém. Você concorda comigo que elas são maravilhosas? >> Então, aqui hoje eu tô como quadjuvante, tá? [suspirando] E elas brilham, queridos, elas são maravilhosas. Então assim, Talita, ela veio até aqui, você viu, e ela veio até esse lugar e ela falou uma frase, né, que ela era a rainha Esté, porque ela tinha sido preparada para um tempo como este. E, queridos, nós estamos preparando as nossas crianças para um tempo como este. Amém? Porque nem todas, nem todos os conflitos, nem todas as questões, elas vão se resolver, quase nenhuma delas na força do braço. Mas Esté foi alguém que marcou a sua geração porque foi preparada e conseguiu vencer e conseguiu livrar um povo por causa da preparação, da coragem e da sabedoria que ela carregava. Então, queridos, a palavra de Deus enxertada na vida dessas crianças vai livrar elas desse mundo tenebroso. E não vai livrar somente elas, vai livrar as outras também. Vai livrar as suas famílias também. Existem inúmeras famílias dentro da nossa igreja que hoje elas estão aqui congregando, firme, servindo, porque os filhos amam estar no departamento infantil. E aqui em Efésios capítulo 6, no versículo 15, talvez você já conheça esse texto que fala lá sobre a armadura da fé. E ele fala: "Olha, calçai os pés com a preparação do evangelho da paz. Porque, querido, pé é aquilo que gera base, é aquilo que dá sustentação. Então, é muito bom a gente conseguir agradar as nossas crianças, você como pai. Mas deixa eu dizer uma coisa para você. O que vai preparar? O que vai solidificar e o que vai fazer com que seu filho fique firme e convicto é a palavra de Deus. Amém. Então, diga assim comigo. Diga: "Eu vou, >> eu vou." >> Não, mais animado. Vamos lá. Diga assim: Eu vou. Eu vou. >> Eu vou >> investir >> tudo que eu puder >> na preparação preparação >> das crianças. >> Amém. Mamãe, >> cadê você, [grito] rei de Israel, que possa me derrotar? Não há um você para acaso? Você >> quem é esse amostrado? Eu vou derrotar você. >> [aplausos] >> Uhu! Uh! [aplausos] >> Aqui, aqui, aqui, aqui. >> Aleluia! Eu disse para você que eles são, ó, bravo, viu? [risadas] Amém, queridos. E então você vibrou, não foi? >> Porque, queridos, é essa coragem. Eh, o nosso terceiro valor do departamento infantil, eu vou pedir para colocarem aqui, é o promover. promover a conexão do coração das crianças com o coração de Deus, conduzindo-as a terem um relacionamento profundo com ele. E aí eu queria que você pegasse mesmo a sua Bíblia e eu queria que você abrisse em Mateus, capítulo 19 versículo 14. Vai lá comigo. Aleluia. Você encontrou? >> [roncando] >> E lá diz assim: "Deixem que as crianças venham a mim, não as impeçam, pois o reino dos céus pertence aos que são como elas". elas". E queridos, esse é um texto sempre que você vê, né? que fala sobre as crianças, que fala sobre departamento infantil. É um texto que comumente ele é lido, mas ele precisa mesmo ser muito real na nossa vida. Eu sei que quando às vezes a gente fala sobre crianças, parece que dá uma conotação que é apenas direcionada para os pais. Mas deixa eu dizer para você, você enquanto igreja, independente do lugar onde você atua e você vai lidar com crianças. E sabe, as crianças, queridos, elas não são um peso. Diga assim comigo: as crianças, as crianças não são não são >> um peso. >> Sabe, já aconteceu situações e circunstâncias de eu ouvir pessoas dizendo: "Ah, porque eu não gosto de criança". Você já parou para prestar atenção que ninguém tem coragem de falar uma frase dessa envolvendo um outro público? Então, queridos, deixa eu dizer uma coisa para você. O próprio Jesus repreendeu os discípulos porque eles achavam que as crianças estavam incomodando o mestre. E na verdade o que Jesus estava dizendo para eles era justamente o contrário. Jesus estava dizendo: "Olha, deixe elas virem a mim e não as impeçam, porque delas é o reino." Ferreira tava falando algumas coisas hoje pela manhã aqui sobre as crianças, sobre o universo infantil. E eu vou dizer uma coisa para você. Se eu e você começarmos a observar de forma mais minuciosa, a nossa convivência com as crianças, vai nos ensinar tanto. Porque se você vê o coração de uma criança, queridos, uma vez eu tava lendo um livro que inclusive eu indico para você, não tem nada a ver com a ministração, com o tema em específico, mas é sobre, é um livro de Joyce Meer e ela fala, né, sobre os 12 pensamentos poderosos e ela fala uma coisa interessante, porque ela disse que nós precisamos ser como as crianças. E ela disse que uma vez ela precisou disciplinar o filho, colocou o filho para varrer a calçada como uma disciplina. E ela disse que quando olhou tava o menino dançando com a vassoura. [risadas] [risadas] [suspirando] Eu não sei se já aconteceu com você, que às vezes a gente quer fazer algum tipo de disciplina, alguma coisa, e a criança ela consegue ter a sensibilidade de perceber, queridos, e de conseguir extrair aquilo que é bom, mesmo em meio uma situação adversa. Talvez eu e você tivesse com ódio segurando a vassoura, né, varrendo com raiva e assim era uma atitude que para o pai, a mãe que tava disciplinando era uma coisa séria. E pra criança ela tava lá. Por quê? Porque ela entende. A criança tem essa essência. Deixa eu dizer uma coisa para você, não é para te confrontar, é porque faz parte da natureza dela. A criança, mesmo no meio de situações difíceis, ela consegue ter a sensibilidade de perceber e enxergar algo de bom dentro daquilo. As crianças, você dá uma reclamação nela, um carão nela agora e daqui a pouco tá aqui na sua perna lhe dando um abraço, lhe dando um cheiro. Por quê? Porque faz parte da essência das crianças. Então, queridos, deixa eu dizer uma coisa para você. Quando Jesus está falando sobre isso, Jesus está falando de uma coisa muito séria. Jesus estava dizendo: "Olha, não seja muro, não seja bloqueio, não seja aquele que aparta, mas seja aquele que ajunta, seja aquele que traga para perto." E sabe, queridos, nós podemos levar isso para todos os âmbitos da nossa vida. Porque eu digo uma coisa para você, quem tem habilidade, quando eu tô falando de habilidade, não é só um chamado específico, não, mas quem tem seu coração doado e consegue lidar com as crianças, ela consegue lidar com qualquer pessoa. Amém. Quem é que já teve a oportunidade de ministrar para as crianças? Levante sua mão. É massa, não é? Não >> diga que é. É, [risadas] gente, é muito legal. Eu tô aqui ministrando para você. Você tá aí sentado. Você tá me observando? você tá me olhando. Você vai para uma sala do departamento infantil, você fala um negócio, ele fala: "Por quê? Explica aí". [risadas] E assim, eles são curiosos, eles querem saber, eles sabem também. Eu tava contando aqui uma experiência que uma professora teve num dia desses que disse que ela foi na sexta-feira e ela disse que tava dando a aula e uma criança disse: "Tia, deixa eu falar uma coisa". Aí a tia fez: "Espera um momentinho, deixa eu terminar a aula." Aí ela fez: "Tia, deixa eu falar". Aí ela fez: "Mas você não pode esperar não aula terminar?" Ela fez: "Tia, é porque tem um negócio aqui subindo e descendo, subindo e descendo. E eu tenho que falar, queridos, a criança sendo impelida pelo ter sendo incomodada pelo próprio espírito. Porque quando a professora deu vez para ela falar, ela disse: "Tia, o Senhor falou comigo sobre o salmo 100". E sabe, querido, se a gente não tiver cuidado, a gente vai estar como os discípulos. A gente vai estar bloqueando a passagem, achando como se dissesse: "Será que vem alguma coisa boa daí, queridos?" E vem, porque se você subir, se você se deparar com as nossas crianças, você vai ver tesouros preciosos. Sabe o que nós precisamos? correr menos, aumentar a sensibilidade, ter tempo de qualidade e dar crédito ouvindo aquilo que elas têm para falar. É claro que as crianças precisam serem orientadas, disciplinadas. Eu não tô falando sobre essas coisas, mas eu tô falando sobre parar para ouvir, sobre não ser impecílio, sobre não ser barreira. E, queridos, nós estamos aqui para promover as crianças. Esse culto aqui a gente sabe que primeiramente, claro, que a estrela daqui é Jesus. Amém, minha gente. Amém. Mas é só para você entender também esse espaço da nossa conferência e esse domingo, ele é justamente para que você possa ver a atuação das nossas crianças. Elas estão servindo, elas colocaram água, elas estão aqui atuando. Você viu Davi, minha gente? Arrasou ou não arrasou? arrasou? Foi top. E era isso que Jesus estava dizendo. Ei, vamos promover, queridos, no reino de Deus a gente trabalha com promoção. O mundo já tem gente demais para denigrir, para abafar, para bloquear. Nós estamos aqui, queridos, para promover. Isso faz parte da nossa visão. Você sabe que a edificação de pessoas é um dos valores do ministério Verbo da Vida Edificar pessoas. Não tá falando sobre edificar adultos. está falando sobre edificar pessoas e criança é pessoa. Olha que bção. Amém. Então, queridos, tá dentro da nossa visão e nós estamos aqui para promover as nossas crianças, porque nós entendemos que elas são um tesouro valioso. Amém. Oi, Maria. O que você tem? Por que você tá tão triste? Estou pensando em jogar esse pé de morango fora. >> Mas por que você quer jogar ele fora? >> Porque até agora não deu nenhum morango. >> Maria, deixa a tia te contar uma história. Você sabia que no mundo, na vida da gente, existe tempo para tudo? Existe o tempo de o tempo de plantar, existe o tempo de colher e existe o tempo de semear. Então, se você esperar tudo vai dar certo, tá bom? >> Então, não vou mais jogar mais. >> É isso aí. Então, queridos, esse é o pé, o famoso pé de morango. Alguns de vocês não o conhecem, mas alguns já conhecem. Ele tá aqui na conferência desde o ano passado e essa história é verídica, tá gente? um ano e este pé de morango só deu um morango. E aí esse pé ele já morreu, ele já ressuscitou. Porque, queridos, eu sou boa com crianças, mas não com plantas. [risadas] E aí um dia o pé tava lá amortecido, coitado, só tinha um galho. Ferreira fez: "Eu vou tomar conta desse morango". Como um bom sacerdote da casa, né, gente? Ele disse: "Me dê esse morango que eu vou tomar conta desse desse pé de morango". E aí ele começou a regar, começou a organizar. E aí o pé de morango cresceu. Olha que coisa linda. Mas aí, gente, nada de morango. Nada de morango. E aí teve um dia que eu tive uma semana meio difícil. Você que já teve uma semana difícil, levante sua mão para eu não me sentir sozinha. Pronto. E aí teve um dia que eu acordei, eu disse, menina, quando eu olhei pro pé de morango, gente, tinha um morango. Eu tenho certeza que aquele morango foi Jesus que botou lá para dizer: "Mulher, não desista não". [risadas] Mas aí quando eu olhei aquele pé de morango, o Senhor me lembrou. E aí o Senhor me lembrou justamente, eu queria pedir pros meninos colocarem o nosso quarto valor, que é perseverar. Gálatas capítulo 6, querido, versículo 9. Portanto, não nos cansemos de fazer o bem. No momento certo, teremos uma colheita de bênçãos se não desistirmos. Então, queridos, quando o Senhor falou comigo naquele dia, foi algo que me alcançou no meu âmbito pessoal, mas perseverar é um dos nossos valores. Sabe por quê? Porque nós precisamos perseverar no desenvolvimento das crianças, independente das suas limitações ou das suas habilidades. Nós não estamos aqui para fazer acepção de crianças. Toda criança ela é bem-vinda no nosso meio, independente de qualquer circunstância. Eu queria pedir para os meninos soltarem, por gentileza, um vídeo que nós passamos essa manhã e eu queria que você prestasse bem atenção. atenção. Eles vão estar colocando aqui eh de dois. >> Eu me chamo Daniele. >> Eu me chamo Jesse. >> Meu nome é Edson. Essa aqui é minha esposa France. Nós temos um filho, o nome dele é AV, tem 9 anos. Ele tem o nível do suporte dois, né? Grau dois de autismo. autismo. >> Nós somos os pais do Davi, ele tem 10 anos, síndrome de Dal e autismo, e da Radaça, [música] que é autista severo e ambos são nível de suporte três. >> Nós já conhecíamos o Verbo da vida, né, só que congregávamos em outra igreja local, mas aí começamos a sentir essa falta do suporte, né, para acolher nossos filhos. E então fomos convidados para um evento aqui de família e trouxemos eles ali com coração na mão, sem saber se eles iam ficar. Tá? E quando eles vieram aqui, eles acabaram assim amando o di, amaram a igreja. Eles escolheram aqui porque se sentiram acolhidos. A gente até brinca, né, que geralmente os pais é que escolhe onde congregar, mas foi nossos filhos que escolheram congregar aqui no verbo sede, >> lado a lado, é [música] uma resposta de Deus ao meu coração. Quando eu cheguei aqui no Verbo da Vida em 2021, fiquei surpreendida quando fui acolhida, né, [música] pel uma equipe que me apresentou à brinquedoteca. E eu fiquei tão feliz quando eu soube que tinha um lugar que se preocupava, que dava atenção às crianças [música] autistas. E eu fiquei impactada e me senti extremamente acolhida. >> Conhecer esse projeto, conhecer o lado a lado é para mim que eu [música] tava muito magoada por não conseguir congregar, [música] por ser cristã há muitos anos e ter a minha família. E de repente eu senti como se tudo caminhava e eu tinha que ficar de lado com a minha família. E aí eu fiquei muito triste, frustrada e já fazia um ano que eu não ia para nenhuma igreja. Eu sinto como se pegaram na nossa mão para dizer: "Vamos andar lado a lado com a igreja". Nós não ficamos de lado, mas nos trouxeram para o lado do corpo. >> As primeiras reuniões do lado a lado era aquele momento onde a gente desabafa e contava suas dores e chorava junto e aprendia com o testemunho dos irmãos com os outros. E até hoje tem sido nesse nível de crescimento, tem aquele acolhimento, né? Você se sente acolhido por Deus, aconchegado desde a entrada, quando você é recebido pelos irmãos e sempre tem aquele lanchinho que você sente o carinho, sempre tem aquela lembrancinha feito com tanto capricho. [música] Isso foi, eu costumo dizer que aqueceu meu coração. independente das necessidades, das dificuldades, a gente, eu tenho encontrado um lugar de apoio, não só para nós, mas pros nossos filhos de amor. Eles são amados nesse lugar. Eles não ficam só num lugar sendo entretido pra gente assistir um culto que era o que mais me doía, [música] mas eles têm aprendido, eles têm ouvido da palavra. João, no capítulo 13, no versículo 35 fala, né? vão saber que nós somos seus discípulos pelo amor. E é isso que a gente tem recebido aqui, amor. >> A gente se sente realmente >> Aleluia. Então, queridos, esse foi um trecho do vídeo, certo? E foram duas famílias, né, que fazem parte do lado a lado. Você que não sabe o que é lado a lado, é um projeto que nós temos na nossa igreja para acompanhar as famílias atípicas e seus filhos. Porque, queridos, nós entendemos que todas as pessoas, todas as famílias e todas as crianças, elas são bem-vindas nesse lugar. Amém? Então, diga assim comigo. Diga: "Nós iremos iremos >> continuar >> fazendo bem. >> Fazendo bem". >> Amém. Agora não Jesus, a multidão está com fome já. é tarde e não temos como alimentá-los. O que faremos? Despedimos eles para que eles voltem para casa e se alimentem? Dai-vos voz de comer. Eita, pai, graças te dou. Aleluia. Olá, gente, de novo. [risadas] Tá vendo isso? É tudo tio do viu, gente? Porque diga assim comigo, o departamento infantil infantil não é um lugar só de mulheres. >> Amém. Glória a Deus. Agora a gente vai fazer uma peça. A gente tem homens para fazer Jesus, para fazer os apóstolos, os discípulos. E, queridos, o nosso quinto e último valor do departamento infantil é o potencializar, potencializar os dons e a unção que as crianças carregam para despertar avivamento nessa geração. E sabe quando nós falamos sobre isso aqui, queridos, e nós trouxemos essa encenação, ela foi proposital. Sabe por quê? Porque potencializar é você pegar algo que já tem e fazer crescer e fazer multiplicar, assim como aquela criança que talvez ela estivesse despercebida no meio daquela multidão, mas ela era a portadora da alimentação de todas aquelas pessoas. Então, deixa eu dizer algo para você. Potencializar é você tornar grande, é você dar espaço para que haja crescimento. E esse é um dos nossos valores aqui do Departamento Infantil, queridos, porque nós acreditamos que as crianças elas carregam dons, elas carregam talentos, elas são muito boas e elas precisam ser conduzidas e acreditadas por mim e por você. Amém. Amém. >> Olhe pra pessoa que tá do seu lado, diga assim: "As nossas crianças, as nossas >> elas são uma bênção. >> Elas são uma bção. E sabe, queridos, nós estamos aqui nesse lugar e nós estamos mesmo para despertar, para potencializar, para fazê-las crescer. Porque nós entendemos que as crianças elas não são somente a igreja do amanhã, elas são a igreja do hoje. Elas estão fazendo a obra hoje, elas estão transformando as suas casas hoje. Sabe, queridos, elas têm testemunhos profundos de intimidade com Deus. Às vezes, se nós não tivermos cuidado, sabe, na nossa mente natural, a gente vai achar que as crianças elas não estão entendendo, que elas estão alheias. Deixa eu dizer uma coisa para você. Teve um dia que eu tava ministrando na sala do departamento infantil no Rema Kids e elas estavam bem animadas, você entendeu? Bem animadas, né? Bem animadas. animadas. E aí veio a uma nota no meu espírito. Você começa a orar em outras línguas. E aí eu comecei a orar em outras línguas e aí elas pararam como se assim que é que tá acontecendo? E elas pararam e eu disse: "Vamos orar em línguas, queridos. Rapidamente elas começaram a orar em outras línguas e o ambiente daquele lugar mudou. Sabe por quê? Porque as crianças elas são rápidas em obedecer, >> elas são rápidas em atender um comando. A gente que é adulto, às vezes a gente fica meio milindroso, meio bicudo, com muitas reservas. Mas, querido, se você conviver com crianças de perto, você vai ver o quanto elas são intensas, o quanto elas são profundas naquilo que elas se dispõem a fazer. fazer. Eu, meu marido, aquele ali, ó, José Ferreira, comprou um álbum de figurinha da Copa lá em casa. Mas, minha gente, só era no que se falava. A capa já descolou do álbum, porque para onde o menino vai é com álbum de lado. Ele quer ir pra igreja, pra escola. Porque quando a criança ela tem algo, ela consegue mergulhar profundamente dentro daquilo. Mas você sabe que não se resume só a isso. Se você fizer as outras provocações certas, me entenda como eu tô falando, como provocação. Se você trouxer para o seu ambiente sobre todas as outras coisas, eu vou dizer uma coisa para você. Você vai ser impactado com a profundidade que as crianças têm. Tem dia que eu tô cansada com o olho assim, ó, para cima e o outro para baixo e chega no com a Bíblia, diz: "Bora lê". Como é que eu, a mãe não vou dizer que não vou ler, minha gente? Vamos ler. Sabe por quê? Porque quando você coloca intencionalidade naquilo que você tá fazendo, você vai colher dos frutos. Uma vez eu tava num culto privilégio e Maneco tava ministrando e ele tava falando sobre experiências sobrenaturais com as crianças. E eu fiquei tão apaixonada por tudo aquilo que foi ministrado que eu disse: "Meu Deus, eu quero viver isso na minha casa". E eu lembro que eu cheguei em casa e meu filho de 5 anos, eu cheguei para ele, o que tava aqui dirigindo o culto, você viu, né, mãe? né? Disse: "Mãe". E eu cheguei para ele, eu disse: "No vem cá no quarto dele". E eu falei para ele sobre batismo no Espírito Santo e eu disse: "Noa, eu vou impor as mãos sobre você e você vai orar em línguas". E ele fez: "Amém". [risadas] Gente, aquele dia ficou marcado na minha vida porque eu lembro que eu expliquei para ele o que era o batismo no Espírito Santo. Eu impus as mãos sobre ele e ele começou a orar em outras línguas. E quando eu botei a mãozinha, o coração tava e desde aquele dia ele continua fluindo no batismo, continua orando em outras línguas. Mas sabe o que eu quero trazer para você, querido? Eu quero dizer que nós não podemos subestimar. Nós precisamos entender que aquilo que nós conduzimos é aquilo que vai acontecer, seja na nossa casa, seja com os nossos filhos, seja com a nossa própria vida. Do que que você tem se enchido, do que que eu tenho me enchido? Quais são as provocações que nós temos feito sobre a nossa própria vida? Sabe porque nós estamos aqui num ajuntamento, nós estamos aqui na nossa igreja local para sermos instruídos através de uma palavra e de uma palavra poderosa que faz efeito na minha vida, na sua vida, na sua casa e na vida do seu filho. seu filho. Eu e você, a gente não pode estar entrando, querido, e saindo por essas portas dessa igreja todo domingo e ter uma vida da mesma forma. O Senhor não nos chamou para viver uma vida medíocre. Eu sei que essa palavra é forte, mas medíocre significa na média. Deus nos chamou para viver uma vida acima da média. >> Deus nos chamou para viver uma vida de paz. Sabe, Deus não tá te provando. Deus não tá querendo que você sofra. Deus não tá botando enfermidade na sua vida. Querido, Deus é bom. >> Diga assim: Deus é bom. >> Deus é bom. Qualquer situação, querido, que se levante dentro da sua casa, que seja com hâmbito de roubar, de matar ou de destruir, vem de Satanás. E você não pode aceitar, você não pode ficar inerte a todas essas situações. Queridos, nós temos uma palavra que salva, nós temos uma palavra que liberta. E essa mesma palavra, queridos, que tá fazendo efeito na vida das nossas crianças. Porque nos cultos nós fazemos o apelo de salvação, batismo no Espírito Santo, o apelo de cura. E voltando para aquela história que eu contei, que a gente começou a orar em outras línguas dentro da sala, eu lembro que elas começaram a orar e aí teve uma que chegou para mim que eu também nunca esqueci desse fato. Ela fez: "Tia, eu digo, pode falar." Ela disse: "Eu queria pedir a senhora para orar pelo meu avô." Eu disse: "Vamos orar." Eu disse: "Pelo quê?" Para ele parar de falar palavrão. Eu disse: "Bora orar". As crianças percebem, as crianças se importam, elas percebem a atmosfera do ambiente. Ela tá lá num canto, mas ela tá ouvindo tudo que você tá falando, tudo que você tá fazendo. Então, queridos, que nós possamos, sabe, ser esse agente condutor que o Senhor nos levantou, seja como pais, seja como professores do departamento infantil, seja como igreja, nós precisamos ser aqueles que acreditam. acreditam. Amém. Amém. O nosso slogan, né, se podemos chamar de slogan, é servir ao Senhor, servir as crianças. É um privilégio, porque nós entendemos, queridos, que departamento Fin é um lugar de chamado, é um lugar de desenvolvimento, é um lugar onde os dons operam, é um lugar onde a palavra tá sendo ministrada, é um lugar onde as coisas estão acontecendo, que experiências espirituais, queridos, e sobrenaturais estão acontecendo e milagres também. Amém. >> Então, queridos, Deus ele é muito bom. E quando eu tava orando sobre esse evento, veio uma nota no meu coração e Deus me falou sobre pessoas que estão aqui essa noite, que foram decepcionadas, maculadas maculadas na sua infância e sobre pessoas que elas vêm caminhando, elas vêm andando, mas parece que a todo momento vem um gatilho ou vem um reflexo de coisas que aconteceram na sua infância que tem travado você até hoje. Alguém que devia proteger você e não protegeu. protegeu. Alguém que deveria ter cuidado de você e não cuidou. Mas deixa eu te dizer uma coisa, essa é uma noite para você sair daqui, querido, livre de todos esses traumas. traumas. Deus tem um bom futuro para você. É um tempo de seguir com a novidade de vida que Deus tem para você, porque o Senhor tem guardado a sua vida e ele reserva um bom futuro para você. Eu sei que algumas pessoas elas elas precisam por causa de algumas situações da vida, elas precisaram fazer algum tipo de acompanhamento médico e tá tudo bem, querido, nada contra isso. Mas deixa eu dizer uma coisa para você, nós não podemos caminhar dentro dessa dentro dessa visão de que, ah, eu tenho um trauma e eu vou levar esse trauma para sempre. Querido, Jesus Cristo já levou naquela cruz tudo que precisava levar para você ser livre. E essa é uma noite, sabe, de você sair daqui diferente, de você sair daqui com uma perspectiva de futuro que talvez você tivesse perdido, porque algo aconteceu com você. Amém. Diga assim comigo. Diga: "Eu tenho um bom futuro. Diga: "Eu tenho um bom futuro." Quando o meu, o meu primeiro filho que é Deric, ele é autista nível de suporte dois. E quando eu recebi esse diagnóstico, sabe, queridos, deu uma mexida, mexida, mas aí eu me lembrei que lá no livro de Provérbios fala que a mulher sábia, que a mulher virtuosa, é aquela que sorri diante do seu futuro. E sempre as primeiros pensamentos que vinham era como é que vai ser, como é que vai se desenvolver, [música] como é que vai pra escola, como é que vai ser quando crescer e vai casar e vai pra faculdade, pensamentos. E o Senhor disse para mim, Vanessa, sorria sorria diante do seu futuro. E é essa palavra que eu quero trazer de forma muito específica para você essa noite. Sorria diante do seu futuro. E hoje quando as pessoas chegam para mim e dizem assim: "Vanessa, como é que você pensa? Como é que vai ser?" Derck. Eu disse, eu não penso sobre o meu futuro, eu apenas sorrio. Para de pensar, para de ficar com esses pensamentos atropelando a sua mente, roubando a sua paz, tirando o melhor de Deus nos seus dias. Querido, sorria diante do seu futuro. Deus tem um bom futuro para você. Deus tem cuidado de você, tem cuidado da sua casa, tem cuidado dos seus filhos. O Senhor abençoava, querido, aquele povo no deserto todos os dias, durante todos aqueles anos. Nunca faltou. Nunca faltou. Todo dia maná fresco, todo dia comida fresca, querido. E você acha que você numa nova aliança, numa aliança superior, sendo ministro numa nova aliança, Deus não vai cuidar de você, querido? É claro que sim, sabe? Sorria diante do seu futuro. Fica em paz. Diga assim comigo: Tudo vai bem. Diga assim: Tudo vai bem. Amém. Se você tá aqui, querido, essa noite e você ainda não entregou sua vida a Jesus, se você ainda não confessou Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, eu queria estender esse convite para você hoje. Eu não tô te apresentando uma religião, eu não tô te apresentando uma igreja. Eu tô te apresentando uma novidade de vida que se chama Jesus. Existe alguém nesse lugar que deseja hoje entregar a sua vida a Jesus, fazendo dele seu Senhor e Salvador? Se você tá aqui nesse lugar, eu queria que você levantasse sua mão. Aonde? Aleluia. Vem cá. Aleluia. Se alegra. Vem. Amém. Existe mais alguém que tá aqui e deseja fazer de Jesus seu Senhor e seu Salvador? Talvez você ame Jesus. Talvez você já tenha ouvido falar sobre Jesus. Jesus. Mas queria diz, não é o suficiente. [música] É importante que você dê voz, que você o reconheça [música] como o seu Senhor e o seu Salvador. Então, se você nunca fez um reconhecimento dessa forma, se você nunca fez um reconhecimento público, se você nunca confessou que ele é o Senhor da sua vida, você pode fazer isso essa noite, como essa, como essa jovem. Existe alguém aqui que ainda deseja entregar sua vida a Jesus? Venha cá, chegue. Ih, [música] coisado. Deu um abraço. Vem para cá. Aleluia. Você também. Um abraço. Mais alguém? Opa, opa, aleluia. Você tem mais alguém? E então, queridos, mais alguém apontou. Aí volta >> [risadas] >> vem para cá. Chega mulher aqui. Abraço. Abraço. Aham. Pode ficar aqui, tá? Amém. E o abraço. [música] Amém. E então, queridos, [roncando] vamos contar. Amém. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 vidas para Jesus. Amém. Você se alegra. Pronto. Vão acompanhar os tios. Beijo. Vocês vão com esses tios aqui, tá bom? Segura a mão aí e sair para ninguém se perder. Tio Daniel e a tia vão ajudar aí por ali, por ali, por ali. [suspirando] Existe alguém aqui essa noite que já entregou sua vida a Jesus, mas ainda não, quer dizer, já entregou a vida a Jesus, mas ainda não. Fiquei emocionada, gente. Calma, viu? [roncando] [risadas][suspirando] Mas existe alguém aqui que já entregou sua vida a Jesus, já é crente, já é nascido de novo, mas ainda não