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Mais um passo da caminhada da fé rumo à fogueira santa no monte Sião. [música] Shalom. Tudo bem? Nós estamos em Jerusalém. Se estivéssemos [música] exatamente na época do profeta Joel, o que você veria ali onde está a cúpula dourada seria o tempo. E a Bíblia diz que depois que o povo tocou a trombeta, rasgou o coração diante de Deus, jejuou, orou, clamou, se voltou para ele, Deus se compadeceu da terra. Deus se compadeceu [música] do povo. E então ele responde. Você sabe que ele responde? Em hebraico está escrito e o Senhor respondeu. Rinene. Rinene também aparece [música] no livro de Samuel. Quando Deus chama Samuel, Samuel responde: [música] "Rinene para Deus". Rinene quer dizer: "Eis-me aqui". Você já imaginou Deus [música] responder para você: "Eis-me aqui". E ele não para [música] por aí. Ele disse: "Rinene, eis-me aqui e te darei o trigo, te darei o mosto. Seus cestos serão [música] fartos. Não temas aos inimigos." Chegou a hora da restituição. Deus ele restitui tudo que o povo havia perdido e ainda [música] dá muito mais. Porque aí ele fala: "E darei também a chuva na [música] medida certa, a chuva seródia e a chuva temporâa." [música] Falar sobre colheita para o povo de Israel era falar a linguagem deles, era o que eles entendiam. Então, quando o Senhor falou que daria a chuva Seródia e a chuva temporã, eles entenderam rapidamente a mensagem, que era nada mais, nada menos do que voltar a depender de Deus. Porque nós estamos falando de uma época em que não haviam irrigações, não havia as irrigações que que existem hoje em dia para a agricultura. Então, o povo literalmente dependia da chuva em um país que só se chove três meses ao ano. Como sobreviver de agricultura dessa forma? Somente dependendo de Deus. Deus permitiu [música] toda a seca, toda fome. Permitiu que até os animais clamassem, [música] rugissem, sofressem, para que o povo viesse entender a necessidade [música] que eles tinham de se voltar para Deus. Deus não quer que a gente passe pelo sofrimento. Mas para que isso não aconteça, nós temos que rapidamente voltar para Sião, [música] voltar para Jerusalém. Somente quem estiver em Sião e em Jerusalém, somente aquele que entender que ele não tem que depender do solo, da semente e nem das suas próprias condições e sabedoria, mas simplesmente depender de Deus, porque é ele quem vai dar o solo, é ele quem vai dar a semente, é ele quem vai mandar a chuva na medida certa e na hora certa. Isso é estar em Sião, a confiança no Deus Altíssimo, [música] a vida entregue no altar vivo que é o monte. Ali está [música] escrito, está a presença de Deus. Volte para Sião, volte para Jerusalém rapidamente. Que Deus abençoe e nos vemos lá em Sião. Tchau, tchau. [música] Rinene é a palavra em hebraico que Deus usou quando ele disse, como você acabou de ouvir a explicação da Je. E o Senhor respondendo Rinene disse ao seu povo: "Eis que vos envie o trigo e o mosto e o azeite, e deles serei sereis fartos, e vos não entregarei mais ao opróbrio entre os gentios". Em resposta ao clamor do povo, Deus disse: "Eis-me aqui". que é a expressão máxima da disposição de atender mesmo aquele povo Adadilson que tinha dado as costas para Deus. aquele povo que estava embriagado, que estava tinha abandonado o altar, tinha abandonado a a fé, a prática da fé, em um gesto de volta para Deus, já recebeu de Deus o eis-me aqui. >> É interessante porque é diferente. expressão eis-me aqui é parece, mas é muito, parece semelhante, mas o sentido é muito diferente, por exemplo, de dizer: "Estou aqui". Se, por exemplo, alguém chama o seu nome e você diz assim: "Estou aqui", a pessoa entende que você tá pronto para ouvir, mas não quer dizer que você vai atendê-la. Agora, quando você, se alguém diz o seu nome e você diz: "Eis-me aqui", então você já embutiu nessa frase o seguinte: "Eu estou pronto pro que der e vier. O que precisar conta comigo". Então, a gente vê que eh Deus não tem dificuldade de atender o ser humano em qualquer uma das suas necessidades, de dizer: "Eis-me aqui". Mas é preciso que primeiro a pessoa diga: "Eis-me aqui para ele". >> E foi isso que a mãe da Marcy Gle fez quando ela clamou pela filha. A palavra de Deus diz que Deus quando respondeu e disse: "Eis-me aqui", prometeu ao povo, dizendo: "O meu povo nunca mais será envergonhado". E vergonha era o que a mãe da Mar se sentia. Imagine, você está na igreja, você crê num Deus forte, um Deus poderoso, um Deus grande, mas a sua filha está no estado que você vai ver aí agora. Então, a mãe da Marce vivia vergonha diária, vergonha. Mas Deus tirou a vergonha dela. E hoje aqui, agora nessa programação, a mãe dela é honrada pela fé e pelo testemunho da filha e pela resposta do Deus vivo em que em quem ela creu. Vamos acompanhar. Já já voltamos para orar por você aqui direto do altar do templo de Salomão. A imagem é forte. Mas essa era a realidade diária dessa mulher. Essa é uma das crises que eu tive. Eram crises de pânicos frequentes. Por dia eu tinha mais ou menos quatro a cinco vezes. Tudo começou quando eu soube que tinha que fazer uma cirurgia. Eu sou da área da saúde e eu pensei que eu mesma poderia me curar aos poucos, tomando um remédio por conta própria. À noite para dormir, eu não conseguia mais dormir por conta de que eu fui ficando cada vez mais ansiosa, muito ansiosa. E o dia da cirurgia se ia se aproximando e eu ia ficando mais angustiada, mais aperreada, porque eu tinha medo de acontecer alguma coisa e de eu não voltar mais. né? E esses eram eh foram os remédios que o psiquiatra passaram para mim. São seis tipos de medicações. Eu tomava oito por dia e nenhuma delas servia. servia. Aí foi no dia da minha cirurgia [roncando] e eu comecei a sentir o pânico pelas dores, porque como é osso, cirurgia de osso, é uma cirurgia muito traumatizadora e dolorosa. E mesmo operando o segundo, eu já não tinha mais a eh força de reagir. Depois do segundo foi cada vez pior. Eu ficava feito louca, gritando na rua. Eu moro, meus pais moram num condomínio. Eu fiquei esse período todo, foram mais de um ano na casa dos meus pais, que foi quem me acolheu, [roncando] e eu já não me dominava mais. Aí começou a crise de depressão, né, onde eu escutava as vozes e essas vozes me ensinavam como eu tinha que me matar. O psiquiatra passava medicação para a cada 3 meses e eu tomei mais de 100 comprimidos. E quando a equipe do SAMU chegou para me socorrer, socorrer, eu já tava desacordada. Eu tava em coma e fui encaminhada pra UPA do Jacintinho, que é o bairro mais próximo, onde eu fiquei entubada. Mas o médico disse a minha minha família que eu poderia acordar no outro dia, poderia acordar com uma semana, poderia acordar com um mês ou não poderia acordar. Marcle sobreviveu, mas ao retornar para casa, as crises cada vez mais eram constantes e assustadoras. >> E a SAMU chegava e me socorria, me levava pra UPA. E acho que durante a semana eu dava acho que umas sete, oito entradas na UPA. >> Já até conheci senhora, >> né? Sim. Eu não tomava banho, não queria escovar dente, não queria mais nada. Comecei a meolar, só quer queria ficar deitada, não queria confessar com ninguém. Tinha minha filha que sentava do meu lado, eu olhava para ela e meu filho pequeno. [música] E nesses isolamentos eu me espancava, comecei a me espancar. Eu mesmo me socava, me agredia nos braços. estava [música] acabada. Quando eu tava lúcida, eu chegava e dizia, olhava paraa minha mãe e dizia: "Minha mãe, não me deixe, deixe, porque assim eu não vou ter como pensar em nada, nem ouvir voz nenhum". Acho que questão de 20, 30 minutos depois começava [música] tudo de novo, as vozes que não era para eu pensar assim. E [roncando] tinha uma dor, eu senti uma dor no coração que não é dor física. Era uma dor pesada da alma, doía que eu gritava: "Minha mãe, tá doendo". A dor que eu sentia na minha alma era maior do que a vida. Quando eu saí do de uma das vezes que eu fui pra UPA, aí já não saí mais para casa. Um médico, por já me conhecer, a equipe médica, né? E disse: "Não, ela não vai mais para casa. Vamos mandar ela pro hospital psiquiátrico. Eu lembro que a psiquiatra, a doutora, disse: "Você sabe onde você tá?" Eu disse: "Sei. Você vai ficar, você sabe que vai ficar amarrada. A princípio, a gente tem uma sala onde fica os pacientes como você, que tá [música] em crise, que não pode ficar só, nem pode ir para banheiro, tem que ficar contida no leito, porque você agora, agora tá numa fase perigosa [música] que sozinha você não pode ficar. [limpando a garganta] E fiquei a fia, fiquei amarrada. Aí para comer desamarrava, ficava um vigilante, um técnico, a gente comia, voltava de novo. Dos gritos de morte que saia daqui, saia daqui. Eu creio que as as pessoas ouvindo a mesma coisa que eu, né? E eu também entrava naquela neura. Quando eu saí, quando eu recebi alta, um dia que eu recebi alta, a psiquiatra olhou para mim e disse: "Quer alta?" Eu disse: "Quero". Ela olhou para mim e disse: "Tem certeza que não vai tentar mais? Se tentar vai voltar." Eu disse: "Tem." Mas depois Mas depois comecei a ter crises e nesse ano e meio eu ia cada três meses pro psiquiatra e ele passava medicação para 3 meses. Então, nesse tempo, nesse meio tempo, minha mãe já tava na Universal e [roncando] começou a lutar por mim. Minha mãe me levava pra igreja, eu ia, mas mesmo assim no culto, no culto de libertação, eu ia, mas ficava inquieta. Basta. Foi quando eu vi minha mãe sofrendo na madrugada. Ela com o rádinho dela ligado, ela tava ouvindo a rede aleluia e ela chorando. Foi quando eu acordei e vi aquela cena, minha mãe ajoelhada e ela dizendo que não queria perder a minha filha. E aquilo foi [música] impactante para mim, né? Foi quando eu disse: "Não, eu vou ter que lutar com ela". Quando foi no outro dia, eu disse a minha mãe, minha mãe, eu vou pra igreja com a senhora agora. Eu vou por mim. Eu não vou porque a senhora quer me levar, que antes eu tava indo porque ela queria que eu fosse a pulso. Ela me levava a pulso, mas depois eu disse: "Agora basta". E quando eu cheguei na Universal, foi dessa forma. E também como passei, como a minha mãe não aceitar aquela situação, me revoltar, né? Passei a me revoltar, que eu [música] não aceitava aquilo que eu tava passando, aquela dor que eu sentia que me matava, não aceitava mais ouvir a voz de demônio na minha cabeça. Aquilo vá, vá, vá, vá. Por que que eu tenho que obedecer essa voz? Foi quando eh minha mãe fez a minha mãe fez a fogueira santa por mim, porque eu tava nesse processo, não tinha como eu fazer. foi minha mãe que lutou por mim, né, que fez o sacrifício dela. E quando eu decidi fazer a fogueira santa, porque eu entendi que só o Espírito Santo ele podia me curar, que eu só ia ter paz na minha vida se eu conseguisse obter o Espírito [música] Santo. A minha vida botei no altar. Eu tinha que primeiro buscar a minha salvação, a minha alegria, minha paz de espírito. [música] Quando eu subi no altar, eu disse: "Jesus, eis-me aqui. O que é velho, o que eu passei vai ficar. [música] minhas angústias, meus medos, minhas aflições, a minha insegurança, minha ansiedade, [música] a depressão. Quando eu desci do altar, eu desci tendo a certeza de que ali eu tava [música] liberta. Eu estava liberta, que ali eu tinha forças agora para lutar. Eu comecei a orar e disse: "Jesus, eu não aguento mais. Eu preciso aguento mais. Eu preciso que o Senhor me abrace. É, é algo sem explicação, porque porque quando eu senti aquela alegria, comecei a orar, orar, de repente o Espírito Santo me tomou de uma forma de que hoje eu tô pronta pro mundo, tô pronta para vencer qualquer coisa com ele. >> E quantas crises a senhora teve mais depois desses dias aí? Nenhuma. Nenhuma. Não teve nem mais uma crise, >> pânico. >> Não, porque eu deixei tudo lá no meu altar. Deixei tudo lá. Eu acreditei. Eu cri um Deus um Deus que levou tudo por mim, né? E que me deu nova vida. >> Então, esses remédios aqui para que estão aqui então? Para ir pro lixo. >> Não serve mais para nada. >> Para mim não. Não faço uso mais de Para mim não. Não faço uso mais de nenhum remédio desses [música] aí não. Essa mulher aí ficou no altar. [música] E hoje essa sou eu, a Mass Glade, que faz parte desse grupo. Depressão tem cura. Porque eu fui curada através do Espírito Santo. Deus usou a minha mãe grandemente para tirar a filha dela da cova dos leões. Voltei o meu trabalho. Hoje eu eu ajudo o que eu sempre fiz a salvar vidas, né? Tanto no profissional como na igreja do grupo Depressão Tem [música] Curas. Não tomo mais medicação não. não. Hoje eu não preciso de nada disso, só preciso do meu alimento diário, do Espírito Santo. [música] Ou seja, a Mass Glade era uma gadarena dos dias atuais. E eu fico pensando, bispilson, quantas pessoas hoje nós vivemos uma epidemia, uma pandemia de saúde, problema de saúde mental no mundo inteiro. Milhões e milhões de pessoas com depressão, com ansiedade, com transtornos psiquiátricos como ela e que estão sendo designadas como pessoas loucas fora de si, que só podem ser contidas numa unidade onde elas vão ficar dopadas. às vezes amarradas como ela ficou. E os familiares que sofrem junto, como a dona Maria Célia, mãe da Massigle, que sofreu por tanto tempo com a sua filha nessa situação, mas que não aceitou aquele diagnóstico, foi pro altar e Deus foi o ex-me aqui dela. >> É. E ela disse que sentia uma dor, mas ela não sabia dizer onde era a dor. E na [roncando] verdade essa é a dor que se localiza no centro das emoções do ser humano, que é o coração. Quando a gente fala eh de coração na Bíblia ou quando a gente lê sobre o coração na Bíblia, não diz respeito ao órgão que pulsa sangue pro corpo, mas é esse centro das emoções. Tem pessoas, eu já atendi uma senhora que ela disse que tinha a impressão que uma mão estava apertando o coração dela. Quer dizer, essa parte que a pessoa não sabe onde é, porque é é uma parte que vai além da matéria, vai além do físico. E é por isso que a pessoa pode tomar, ela toma, chegou a tomar oito medicamentos por dia e tem gente que toma muito mais. Mas qual é a química que pode tocar nessa parte do ser humano? Então, os remédios anestesiam a pessoa, mas não há como curar, porque é uma parte da pessoa que nenhum medicamento pode tocar. >> E a prova foi a história da Marc Glleade, que quando ela clamou, nunca mais ela teve aquelas crises, nunca mais ela teve nenhum dia aquele problema, nem precisou mais daqueles remédios. Tá normal? Você talvez ouviu que você é uma, você tem que aceitar que você é uma pessoa doente. Você tem que aceitar que o seu filho, a sua mãe, seu marido, a sua esposa, seu pai é uma pessoa doente e que o melhor que você pode fazer é mantê-lo debaixo desses tratamentos fortíssimos e que você tem que esperar que o pior não aconteça. Você aceitou essa palavra e você já passou a falar: "Não, ele é doente, ela é doente, eu sou doente." Você aceitou isso. Mas a Marcle falou que quando ela ouviu a palavra de Deus, que diz que o Senhor Jesus levou sobre si as nossas dores e nós não precisamos mais levá-las, ela creu e essa crença resolveu o problema dela. Essa crença abriu o caminho para a promessa de Deus se manifestar dentro dela. O altar está à sua disposição. Você já levou a pessoa a tantos lugares? Você já passou tanta vergonha? Você já deu tantos remédios, já pagou tantos especialistas, mas você ainda não foi para o altar. Você não colocou a sua causa nas mãos de Deus. A fogueira santa é para isso, é para os casos impossíveis, para situações que ninguém nesse mundo vai resolver. Você tem uma escolha. Ou você aceita que o seu sofrimento é normal, ou você crê que a palavra de Deus é o que ela diz ser e coloca essa palavra a prova. O altar é para isso. O monte Sião é para isso. A fogueira santa do monte Sião está acontecendo agora em todas as igrejas do Universal, inclusive aí em Maceió, onde vem o testemunho da Marcle, no bairro Mangabeiras, bispo Cloves, que está ligado conosco agora. Todos que nos assistem aí podem conferir a história da dona Marc Glle, da sua mãe Maria Célia e participar aí das reuniões nesta sexta-feira e buscar essa libertação que só o altar pode dar. >> É verdade, bispo Renato. E nós podemos ver que esse testemunho da dona Marcle prova o poder de Deus. É a prova viva de que não existe casos impossíveis para o nosso Deus. E não existe casos também irreversíveis, porque quem olhava para ela e via ela no na situação que ela estava, impedida de voltar para casa, impedida de trabalhar, não acreditava que um dia ela ia se recuperar. E hoje nós podemos ver a mudança viva. E eu quero me dirigir a você que tá nos assistindo, que está assim, sem saída, pode vir nessa sexta-feira em uma Universal, porque vai mudar tudo isso e a sua vida vai ser recuperada. Aqui, bispo, em Maceió, no nosso templo maior, Avenida eh Comendador Antônio Paiva, número 30 7:30. E os horários são às 7 às 10 ao meio-dia, às 3 da tarde e também às 19 horas e em toda a Universal aqui no estado de Alagoas. >> E ainda aí no Nordeste em em Natal, Rio Grande do Norte. Muita atenção você que nos assiste. O bispo Jadson estará aí nesta sexta-feira na nossa catedral de Natal aí na rua Coronel Áuros Coelho 66, Lagoa Nova, nesta sexta-feira. 19 horas, o bispo Jadson aqui direto do templo de Salomão numa reunião especial aí na Catedral de Natal nesta sexta-feira e aqui no templo nesta sexta. >> Inclusive nós vamos estar iniciando é a primeira sexta-feira desse segundo semestre do ano e nós vamos iniciar o novo propósito do ponto de luz. O ponto de luz é uma arte que tem pressa nele a palavra de Deus, inclusive a palavra que fala a respeito do coração. Está escrito: "Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem". Ou seja, o mal sabe que se ele dominar o coração de uma pessoa, ele vai dominar a vida dela em todos os sentidos. E existem pessoas que têm um mal dominando as emoções dela e ou delas, desculpe. Nessa sexta-feira, nós vamos ensinar como é que você vai fazer a oração, colocando essa promessa ou essa passagem bíblica sobre o seu coração e vai haver uma desobsessão, a sessão de descarrego aqui no templo de Salomão às 7, às 10, ao meio-dia, às 15, às 20 horas e ainda uma reunião às 22 horas na Catedral do Braz, o templo de Salomão, na Celso Garcia, número 605. >> Vamos agora clamar a Deus. É momento de oração. [música] Nosso Senhor, Deus de Israel, criador dos céus e da terra e de tudo que neles há, nosso criador. O Senhor nos criou e de certa forma, como Pai, o Senhor é responsável por nós. Nós que somos teus filhos pela fé no nosso Senhor Jesus, nós clamamos a ti, ó Pai. Clamamos a ti em plena consciência de que não merecemos, não temos nada em nós que possa dizer: "Ah, nós merecemos a tua [música] bênção". Mas temos a fé que o Senhor nos deu e essa fé nos faz merecedores. A tua promessa nos faz crer que nós não estamos clamando ao vazio, não estamos falando para o nada, nós estamos falando com o nosso pai. Então, ó Pai, em nome do Senhor Jesus, nós clamamos a ti agora por esta pessoa que não tem ninguém por ela. Ela está vivendo uma humilhação, um sofrimento que não tem fim, meu Pai. Esta pessoa que não sabe mais o que fazer, ela não tem mais esperança de médicos, de remédios, dinheiro para para comprar algum tratamento, para pagar alguém que vai ajudá-la. Ela não tem ninguém, meu pai. Ela só tem o Senhor e ela está clamando. Nós estamos clamando a ti agora. Nós clamamos como os teus servos, como os teus sacerdotes, teus ministros do altar. Nós clamamos por essas pessoas, meu Deus, que precisam de um socorro urgente, precisam te conhecer, estão vivendo alheias, estão vivendo longe de ti, não conhecem a tua palavra. Ó Deus, nós clamamos agora por essas pessoas e te pedimos, Senhor, poupa o teu povo. Poupa, Senhor. Remova vergonha, remova a humilhação. Não entregues o teu povo à humilhação, a vergonha, mas resgata o teu povo, meu Senhor. Resgata a dignidade dessa pessoa que tem crido em Ti. Que não tem ninguém em quem confiar, a não ser o Senhor. Nós cremos em nome de Jesus e oramos, meu Pai, por todos os que estão nessa fé do monte Sião, que estão se preparando para se entregar no altar. Como a Marcle disse, eu deixei toda aquela vida velha no altar. Todo o sofrimento da minha vida eu deixei no altar. Senhor, quando essas pessoas subirem no altar, elas deixem aqui suas dores, seu passado, sua vida velha, sua velha identidade, os as suas mágoas, os seus temores, tudo de ruim, meu Deus, fique nesse altar e o fogo consumidor queime e dê a luz aos filhos de Sião, aqueles que serão gerados desse altar, gerados da palavra, gerados da promessa. >> [música] >> e eles venham glorificar o Senhor com suas vidas. Meu Pai, em nome do Senhor Jesus, nós oramos e já temos a certeza de que fomos atendidos. Por isso, te glorificamos e quem crê diga amém. E graças a Deus. [música] Graças a Deus. Nós estaremos de volta aqui amanhã com mais uma história do poder de Deus, o poder transformador de Deus, que é despertado através dessa campanha de fé, a maior campanha para a transformação de vidas que acontece na Igreja Universal do Reino de Deus, a fogueira santa, que agora é rumo ao monte Sião, onde estaremos no dia 2 de agosto fazendo a oração com o bispo Macedo direto de Jerusalém e começar Amos o jejum nesse dia 13 de julho. Até amanhã com mais um passo rumo à fogueira santa. Deus te abençoe e até lá. [música] O calendário [música] diz que a primeira metade do ano já passou. O tempo está além do que podemos controlar. [música] E talvez você esteja pensando no que perdeu e tenha medo de nunca recuperar. [música] Mas o segundo semestre pode ser de recomeço e [música] restituir-vos ei os anos que comeu gafanhoto. Deus é senhor do tempo e promete restaurar anos perdidos a quem se voltar para ele e o colocar em primeiro lugar. >> [música] >> Neste domingo, 5 de julho, o domingo da restituição, às 7, [música] 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia [música] 605, BRAS, e em todas as igrejas Universal. Para mais endereços, [música] acesse universal.org/localizar.