Assembleia de Deus Belém
16 de agosto de 2026
1h 43min
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87
pontos de 100
Exposição histórica bem articulada de Daniel 8, com forte ênfase na soberania de Deus e boa contextualização, mas com ressalvas quanto a dados históricos, atribuição incorreta de Elias e algumas aplicações pessoais.
Análise baseada na tradição Pentecostal Clássico · Assembleia de Deus
Analisado em 18 de agosto de 2026 · como funciona a análise →
CULTO DA FAMÍLIA COM ESCOLA DOMINICAL - CULTO 9H | 16/08/2026 TEMPLO CENTRAL DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM-PA ESTUDO 8
Teu nome Jesus. você tá sobre Alleluia. เฮ [música] >> [música] >> O mês de agosto prossegue e a Assembleia de Deus avança. Em oração e comunhão. Participamos do culto da família com a escola dominical e do culto da Assembleia de Deus. O templo central foi o local da celebração dos 3 anos da Academia Evangélica [música] de Letras do Pará, a Elpa. A entidade reúne autores e escritores paraenses que trabalham a teologia e a literatura cristã. E a igreja em Belém encerrou a semana de maneira especial em dois grandes momentos de aprendizado e de fé. A escola e a conferência de missões [música] trouxeram ensinamentos e incentivo para que jovens e adultos promovam a propagação do evangelho no Pará, no Brasil e no exterior. E mostrou [música] também o resultado do trabalho missionário feito por homens e mulheres dedicados à obra. A paz do Senhor, igreja. Fique de pé. Vamos louvar ao Senhor com o hino da Arpa Cristã. Hos de número 115. Aleluia. Eu [música] [canto] quero trabalhar para o meu Senhor, levando [canto][música] a palavra com amor. Quero [canto] eu cantar e orar e ocupado. Eu quero estarse na vinha [canto][música] do Senhor. Trabalhai [música] e orai [canto] na será e na vida do Senhor. Meu desejo [canto] é orar e ocupar o que está na vinha [música] do Senhor. Eu quero cada dia [música] trabalhar. [canto] Estamos no pecado libertar. Conduzimos a Jesus. [canto][música] Nosso dia, nossa luz e na vinha [canto] do Senhor. Trabalhai Trabalhai e ora [canto][música] seara e na vida do Senhor. Meu desejo é orar [música][canto] e ocupar eu quero estar. na vida [música] do Senhor. Eu [canto] quero ser obreiro de valor, confiando no poder do [música] Salvador. Se quiseres trabalhar, acharás também lugar na vinha [música][canto] do Senhor. Trabalhai Trabalhai e orai [música][canto] na seara e na vida do Senhor. Meu desejo é orar [música][canto] e ocupar. Eu quero estar assim na vinha [música] do Senhor. >> Aleluia. Aplauda ao Senhor Jesus nessa manhã. manhã. Glória a Deus. Mas dê paz, Senhor, pro seu irmão nessa manhã de bênção. Diga que alegria estarmos aqui reunidos hoje para louvarmos juntos ao Senhor, aprendermos mais da sua palavra. Pela sua maravilhosa graça é que nós estamos aqui nesta manhã. Amém. Então, louve e celebre na presença do Senhor nesta manhã. Glória a Deus. Maravilhosa [música][canto] graça, graça, teu amor que não para, [música] [canto] tomou o meu lugar. Diga. Levou a [música][canto] minha cruz. cruz. Teu sangue me salvou. [música][canto] Minha dívida pagou. Jesus, eu canto [música][canto] porque hoje livre sou. [canto] >> [música] >> Ele é poderoso. Quem [música] tem poder sobre o pecado, o seu amor [música][canto] é poderoso. O rei da glória, o poderoso Deus. [música] [música] [canto] Deus, a terra treme [música] com sua voz e nos [canto] maravilhados. [música] O rei da glória, o poderoso Deus com toda força. Maravilhosa [música][canto] graça, teu amor que [música] não falha. [canto] Tomou o meu lugar. Levou Levou a minha [música][canto] cruz. Meu sangue me salvou. E a dividou ele [música] falou, ele falou: "Jesus, eu [música] canto o que eu sou". [canto] [música] Ele é a nossa paz. [música] [canto] És quem traz paz [música][canto] ao caos dos homens. És escudo aos indefesos. O rei da [música] glória, [canto] o poderoso Deus. Ele reina [música] em justiça sobre as nações. A luz que brilha na escuridão, o rei da glória, [música] o poderoso Deus. [canto] E a sua voz: casa, [canto] teu [música] amor que não falha, tomou [música] o meu lugar. [canto] Levou a minha cruz. Meu sangue [música][canto] me salvou e a divida pagou. [música] Jesus eu canto porque hoje livre sou. [canto] Ele é digno. [música] Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte [canto] venceu. [música] Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro [música][canto] que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. [canto] Ele é. Digno. É o cordeiro [música] que a morte [canto] venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Deus, ele é [música] divida, [canto] graça. [canto] Teu amor [música] que não falha. Tomou o meu lugar, [canto] levou a minha [música] cruz. Teu sangue me salvou e a [música] dívida pagou. >> [música] >> Jesus, eu canto porque hoje livre sou. Que a igreja [música] declara maravilhosa graça, teu [canto][música] amor ele não falha. [música][canto] Tomou o meu, ele tomou, ele levou sobre si. >> Ele me salvou. A [música] dívida. [canto] Jesus, eu [música] canto porque hoje livre sou para encerrar. [música] Maravilhosa graça, teu amor que não falha. Tomou [música] o meu lugar, [canto] levou a minha cruz. Teu sangue me [música][canto] salvou e a me pagou. Jesus eu canto o que hoje livre sou. [música] [música] [canto] Glória a Deus. Aplauda Jesus [música] nesta manhã de bênçãos. Oh, glórias ao Senhor. Quantos aqui podem adorar a Jesus? Levante [música] as suas mãos nessa manhã e diga: "Senhor, obrigado por estar na tua presença em breve [música] nós cantaremos com ele para sempre. Em breve nós seremos arrebatados. Quantos aqui estão [música] se preparando para este dia? Aleluia! Vamos adorar o Senhor. Cante assim, [música] ó. Ó, se você rasgar o céu apenas [música][canto] mais uma vez. Aleluia. Você pode declarar isso nessa manhã. Ó, se [música] você descer e fizer teus grandes [canto] feitos novo. [música] Oh, aleluia. Declare isso como [música][canto] nos tempos passados. Mostra teu braço forte, ó grande rei. [música][canto] E nós clamamos a ti, Jesus. Mostra [canto] a esta geração [música] teus prodígios e sinais. Ele a sua voz e diga: [música] "Vem mais uma vez e faz tudo novo. [música][canto] Vem mais uma vez e [música] agita [canto] [canto] todo o meu ser. Faz a [música][canto] eternidade se alinhar com o natural". Quantos é que podem clamar isso nesta manhã? e da [música] terra nós que somos [canto] clamamos. [música] Aviva-nos. Aviva-nos, Senhor. [música] Diga, fere. Fere meu [canto] coração coração com uma [música] ferida de Oh, aleluia. por ele. Diga: "Fere em meu [música][canto] coração com uma ferida de sede por ti. Ensina-me [música][canto] a clamar e a suplicar até que o Senhor [música][canto] venha. Diga fé o nosso coração, Jesus. Oh, Oh, meu coração [música] com a ferida de fome por ti. Fere meu coração [música] com materidade sede de forte. Diga: Ensina-me [música] a clamar e a suplicar [canto] [música] até que o Senhor venha. Só quem aguarda por ele erga [música] a sua voz e diga: "Até que o Senhor venha, eu vou clamar [música][canto] até que o Senhor venha, eu não vou descansar [canto] [música] até que o Senhor venha, eu vou gastar a [música] minha vida [canto] diante do teu altar, [música] Deus diante do teu lar. [canto] Diga: "Fere meu coração". E fere meu coração coração [música] com a ferida de fome por [canto] fere meu coração com a [música] ferida de sede. Você pode dizer: "Ensina-me [música] a clamar e a suplentar até que o [música] Senhor [canto] venha. Até que o Senhor venha, [música][canto] eu vou clamar [música] até que o Senhor venha, eu não vou descansar. [canto] Diga: "Aé que o Senhor [música] venha, eu vou gastar a minha vida diante [música] do teu [canto] altar". Levante as suas mãos aos céus mais uma vez [música] e diga: "Até que ele venha, até que o Senhor venha, eu vou clamar [música] até que o Senhor [canto] venha, eu não vou [música] descansar, não, não. Até que o Senhor venha, eu vou gastar [música] a minha vida [canto] diante do teu altar, Deus. [música] diante do teu altar. [canto] Em breve, [música] Jesus, o céu vai aparecer aparecer e todo [música] o joelho se dobrará e toda língua. Onde está a igreja que será arrebatada? >> [música] >> Mas a igreja será arrebatada no piscão. [música] >> Só quem vai com ele levanta a mão lá no céu e declara confida, mas [música] a igreja [canto] será arrebatada. [música] Olhos acontecerá. Vamos ouvir o sono da igreja declarar. Você pode dizer [música] [música] [canto] [canto] o Messias aguardado. Só quem espera por ele. Levante as suas mãos nessa manhã. Você pode levantar as suas mãos aos céus e entronizá-lo [música] neste lugar. Você pode dizer: "Ó Pai, nós estamos aqui te adorando porque em breve, muito em breve, nós cantaremos santo 24 horas [música] por [canto] dia. E nós queremos declarar a nossa adoração a ti. Nós queremos bendizer o teu nome, Jesus, [música][canto] porque não existe belo como o Senhor, não existe [música] grande como o Senhor, não existe bendito como o Senhor, não existe forte como o Senhor. Tu és o nosso Deus, tu és o nosso tudo. [música] Ensina-nos a confiar em ti. Ensina-nos a colocar em ti o nosso coração. [música] Ensina-nos a buscar ao Senhor. Ensina-nos a te clamar com sinceridade. Oh Oh Deus Deus Yeshua [música] Yesu [limpando a garganta] [música] [música] o Messias. [canto] Só quem espera por ele diga: "Ele vem me [música] buscar. Yesu [música] [canto] o Messias [música] aguardado, ele [canto] vem e o clamor da igreja será. Vamos declarar, mas a [música] igreja diga será. >> Só quem tem essa [música] esperança >> acontecerá. [canto][música] Mas a igreja [música] [música] será arrebatada [canto] no pescade. [música] Oh, clame ao Senhor. Diga: Mas a igreja [música][canto] será arrebatada. Declare: Declare: >> Não [música] está olhos acontecerá. [canto] Mas [música] a igreja será arrebatada. [música] Visca de olhos acontecerá. [canto] [música] [canto] [canto] O Messias aguardado. Diga: Ele vem, [canto] ele vem me buscar. [música] Yes o [canto] Messias [música] aguardado, ele [canto] vem me buscar. [música] Se você pode, adore a Jesus nessa [música] manhã, porque ele virá nos buscar. Aleluia! Prontou. Bom dia a todos. A paz do Senhor Jesus. Quem tá feliz aí, dê um brado de glória a Deus, de aleluia. Eu sei que você já fez isso, mas vou dar para você 30 segundos para você cumprimentar duas pessoas novas perto de você. Gente que você não conhece. Faça isso rapidamente se você puder. Isso. Dê um bom dia. Diga. É bom vê-lo. Nós estamos voltando a de um período de férias, todo mundo chegando. É bom ver a os rosts conhecidos aqui de volta. E que alegria nós temos de poder receber cada um de vocês aqui nesse lugar. Coisa boa é estarmos reunidos aqui nessa casa. Levante suas duas mãos para os céus comigo. Pai, nós queremos te engrandecer nessa manhã. Nós queremos te louvar na tua majestade. Nós queremos te louvar na tua glória. Nós queremos te pedir, [música] Senhor, que a tua mão esteja estendida sobre esse lugar. Nós amamos a tua presença, nós reverenciamos a tua presença. [música] Nós queremos pedir que a tua presença venha invadir os nossos corações. Nós não estamos aqui, Senhor, para ouvir algo que vai ficar no nível do intelecto. Nós queremos te pedir que a nossa alma, que o nosso espírito seja transformado por ti, que a tua bênção possa se manifestar sobre cada casa, cada lar. Pedimos agora sobre aqueles que nos acompanham por TV, por [música] rádio, Senhor, que haja um verdadeiro encontro. Usa, Pai, essa palavra para [música] transformar o nosso coração. É o que nós te pedimos e te agradecemos no nome forte de Jesus. Amém. [música] Amém e amém. Abre comigo sua Bíblia no livro de Daniel, capítulo de número oito. Daniel, capítulo de número oito. Hoje nós vamos mergulhar num texto muito diferente da Bíblia. Nós vamos falar hoje sobre a visão do carneiro e do bode. E nós estamos estudando no livro de Daniel alguns textos que são textos diferentes, difíceis, desafiadores da Bíblia. E eu gosto de olhar pra Bíblia a e entender a Bíblia como um todo. Eu estudo aviação, tô tô devo agora nesse ano, tô fazendo as últimas matérias para tirar a minha licença final de piloto. E tem algumas disciplinas que eu não gosto, por exemplo, meteorologia, né? Para que estudar meteorologia, né? Fonia, por exemplo. Oi. Por que que tem que estudar tudo isso? O problema é que a vontade que a gente tem de entrar no avião e pilotar, mas se você não souber comunicar no rádio, não souber as condições meteorológicas, como dizem aí, vai dar ruim, não vai dar certo essa jornada, né? Quando a gente vai viajar, a vontade que você tem é entrar no carro e fazer a viagem. Só que para isso você tem que checar documento, ah, como é que tá o líquido do radiador, se o óleo tá trocado, se os pneus estão bons. Às vezes a gente pega alguns trechos do que a gente gosta e a gente abre mão de outras passagens que são importantes. E na vida espiritual acontece da mesma forma. Às vezes no estudo bíblico, nós somos profissionais, estudamos os Evangelhos, salmos, provérbios, conhecemos algumas porções da Bíblia, mas deixamos de estudar outras. E domingo de manhã aqui na nossa igreja nós estudamos o texto da forma que ele vem, do jeito que vier. Em ordem cronológica, nós estamos estudando Jeremias, Ezequiel, estudamos Lamentações de Jeremias, estamos agora estudando o livro de Daniel e hoje nós chegamos no capítulo oito, que é um capítulo simbólico. Nós vamos falar, como eu disse, sobre essa visão que Daniel teve. Nosso texto auro hoje se encontra em Daniel, capítulo 8, versículo 16. Nós vamos ler juntos daqui a pouco, mas ele diz assim: "E ouvi uma voz de homem entre as margens do lai. Foi o local onde ele teve essa visão, a qual gritou e disse: "Gabriel, dá a entender ele esta visão." Nós vamos ler agora que visão foi essa e nós vamos tentar aqui entender um pouco disso. E a nossa verdade prática é que Deus revela o futuro para fortalecer a fé do seu povo no presente. Quantos aqui creem que essa história já passou, ficou para trás, mas hoje ela inspira o nosso coração e abençoa a nossa vida. Nós vamos falar aqui de visões que muitas já se cumpriram nos tempos antigos, mas algumas estão reservadas pro tempo do fim. E vamos mergulhar. Quero convidar você a abrir comigo a sua Bíblia no livro de Daniel, capítulo 8, versículo 1. Nós vamos ler toda essa porção. Eu vou ler o primeiro versículo, você lê o segundo versículo. Nós não teremos aqui a na leitura, nós não usamos o dat. Durante a aula eu vou usar o datow aqui, os textos, mas eu quero convidar você a abrir comigo agora a sua Bíblia ou se você tiver no seu celular Daniel capítulo 8 e vamos ler do versículo 1 ao 21. Diz assim: "No terceiro ano do reinado do rei Belsazar, eu, Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera no princípio." Então levantei os olhos e vi, e eis que diante do rio estava um carneiro, o qual tinha dois chifres. E os dois chifres eram altos, mas um mais alto que o outro. E o mais alto subiu por último. Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre a terra, mas sem tocar o chão. Esse bode tinha um chifre notável. entre os olhos. Viu chegar perto do carneiro e enfurecido contra ele, o feriu e quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir. E o bode lançou por o lançou por terra e o pisou aos pés. E não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele. De um dos chifres saí um chifre pequeno que se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército. Ele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. Depois ouvi um santo que falava e disse ao santo aquele que falava: "Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão aceladora, assoladora, visão da qual a entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?" Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la e eis que se me apresentou diante um com aparência de homem. Veio pois, para onde eu estava, ao chegar a ele, fiquei amedrontado e prostrei-me com rosto em terra. Mas ele me disse: "Entende, filho do homem, pois a visão se refere ao tempo do fim." e disse: "Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira, porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim. Mas ode peludo é o rei da Grécia. O chifre grande entre os olhos é o primeiro rei. Só isso. Mantenha sua Bíblia aberta, tome seu assento nessa manhã. Bom, hoje nós vamos estudar esse texto. Não é um texto simples de se entender. Então vou pedir que você ah me acompanhe. Talvez a minha minha ministração hoje ela traga alguns contextos de histórica. Por quê? Porque esse texto por si só ele é magnífico. Nós olhamos para algumas interpretações da Bíblia e elas parecem estranhas, mas quem ama história e quem ama correlacionar o que acontece na Bíblia com a história sorri. E foi e é o que a gente consegue aprender nesse texto. O livro de Daniel, ele é dividido em duas partes. E eu queria que você tomasse na sua mão, se você tiver aí seu guia de estudos. Ah, o livro de Daniel pode ser dividido em dois momentos. Nós temos do capítulo um ao capítulo seis. E se você abrir aí o sumário da sua revista, fica muito claro a primeira parte do livro de Daniel. É uma parte autobiográfica, aonde Daniel registra um pouco do que aconteceu na sua vida. E é uma parte fantástica, porque nós aprendemos algumas histórias. Capítulo um, Daniel decide não se contaminar. Daniel é levado à Babilônia como cativo. Capítulo dois, ele interpreta um sonho que Deus dá para Nabuco Donos. E o sonho nós vamos falar daqui a pouco, é essa estátua que resume todos os reinos que dominaram a terra. Tá tudo aí. Há muito tempo atrás, antes de tudo acontecer, antes desses reinos se manifestarem, Deus já havia dado a interpretação para Daniel do que iria acontecer. Capítulo 3, o livramento da fornalha ardente. Porque Nabuco Donozô agora se achou um deus, um rei. Ah, no capítulo 4 nós temos aqui o resultado desse orgulho de Nabuco Donzou, a humilhação, como Deus tratou isso com ele. Capítulo 5, o juízo escrito na parede pro neto de Nabuco Don Nozô, Belsazá, que nós estudamos aqui ao longo dessa jornada. Capítulo 6, Daniel na cova dos leões. E do capítulo 7 paraa frente, se você perceber, nós vamos ter agora algumas profecias, algumas visões que Deus deu para Daniel. A primeira pergunta que surge é: quando essas visões aconteceram? Aconteceram justamente nesse período do capítulo 1 ao capítulo 6. Durante essa jornada, Deus foi dando para Daniel algumas visões e ele explica muito bem, se você olhar no versículo um, tanto no capítulo ah na no capítulo 7, no capítulo 8, que são duas visões distintas. Se olhar aí no versículo um do texto, ele já vai dizer no terceiro ano do rei Beltsazar, ou seja, enquanto essa história acontecia, Deus ia dando eh capítulo versículo um aqui na tela. Me acompanhe, por favor. Daniel, capítulo 8, versículo 1. Ele explica muito bem. Perfeito. No primeiro ano de Beltsazar, rei da Babilônia, nós já estudamos sobre Belsazar. Nós estudamos o juízo, a mão na parede, a como seu reino caiu. Mas durante esse período Deus foi explicando, ele foi esmiuçando para Daniel um pouco dessas visões que ele recebeu. Talvez a visão mais conhecida de Daniel mais uma vez seja a estátua que ele mostrou para Nabuco Donosor. E eu toda vez que prego, toda vez que ministro sobre isso, eu amo essa porção da Bíblia. Porque isso aqui, gente, não é só Bíblia, isso aqui é história. Isso aqui não é só fé, isso aqui é arqueologia, é tudo que nós temos ao nosso redor. Algumas pessoas reputam a Bíblia como sendo um livro de fé, o livro de um segmento, mas talvez o livro de Daniel seja a porção da Bíblia que que nós mais conseguimos conferir com a história. E ontem eu parei um pouco, eu não peguei nenhuma enciclopédia nova, nada disso. Ontem eu parei para ler a enciclopédia britânica. Quem é que lembra da enciclopédia britânica? Vocês lembram, né? Aqueles volumes enormes. Naquela época tinha que se fazer um financiamento, era o preço de um carro, uma enciclopédia daquela. É fantástico. Por quê? Porque hoje a gente tem muito conhecimento sendo gerado por IA. Mas eu parei para conferir tudo isso numa enciclopédia que tem a minha idade. Olha só, a gente consegue enxergar e compreender alguns desses dados. Deus deu a Nabuco Donozor essa visão, tá bom? Nabuco Donzor representa a cabeça, o império babilônico. Quando essa visão foi dada a ele, Daniel interpreta essa visão, nenhum desses reinos parecia ser possível. Por exemplo, reino Medopea, que é o segundo reino, impossível. A Grécia naquela época mal existia e muito tempo antes isso já foi profetizado, isso foi dado e essa foi a visão que Nabuco Donosô teve. Qual é a diferença dessa visão pra segunda que nós estudamos na última semana? O pastor Samuel dos animais é que essa aí é como o homem enxerga os reinos da terra. Note que aí você tá vendo uma estátua, né? E a estátua tá bonita, né? A pose dela parece uma estátua forte, né? Que não cai, que não se movimenta, algo fixo, algo em que você pode depositar alguma confiança. Um reino vem após o outro. Isso é como o homem enxerga o poder humano. Agora, como é que Deus enxerga todas essas estações? Notem que a cada uma dessas tem aí Império da Babilônia, tá aí embaixo o leão que vai aparecer. Depois disso o urso, depois o leopardo. Eh, deixa, deixa eu voltar lá, já vou chamar essa segunda, tá bom? As feras de chifre, tá? E são todos os reinos aqui da terra. Deus deu uma segunda visão para Daniel agora explicando esses reinos e um pouquinho das transições que aconteceram. E a segunda visão é Daniel capítulo 7, que é essa que nós temos aqui agora, aonde nós temos os animais. Nós estudamos aqui isso na última semana e essa aqui agora aqui é como o homem enxerga, mas aqui é como Deus enxerga, porque aqui você vai ver que Deus enxerga o poder humano como se fossem feras incontroláveis. Não há quem possa dominar uma fera dessa. E as características, né? Por exemplo, o império da Babilônia, ele fala aqui de Nabuco Donozor, que se levantou, as asas foram tiradas, a gente leu na última semana. Por quê? Porque Deus tirou a glória dele, depois teve que devolver o urso, que é o impédio medopeça, os reinos que ele conquistou, que são as três costelas na boca, Lídia, Babilônia, o Egito, o leopardo. E nós vamos aprender hoje sobre o império grego. Isso aqui é fantástico. Por quê? Porque Deus dá para a Daniel a interpretação do sonho de Nabuco Donosô, mas antes disso dá para ele uma outra visão sobre o império de Alexandre Grande, que iria se dividir em quatro impérios. Por isso que o leopardo tem quatro cabeças. E por último, o Império Romano. Então, a gente tem aqui toda a história. Então, isso aqui é só um relato do que nós estamos estudando pra gente se posicionar um pouco disso. O que que nós vamos estudar hoje? Hoje nós vamos aprender um pouquinho a transição, justamente, se puder colocar aqui para mim, por favor, e daqui a pouco a gente tira da estátua rapidinho, a transição entre o império Medope e o império grego. Bem aqui. E nós vamos ser apresentados a uma nova figura aqui. E é muito importante você acompanhar. Agora nós vamos conhecer um pouco da ascensão da Grécia. Nós estamos aqui no ano 382 antes de Cristo e agora Alexandre o Grande surge na história e aparece nas páginas da Bíblia. Quem aqui estudou na escola sobre Alexandre Grande? Levante a mão. Todos nós. O que a gente não sabia é que isso estava na Bíblia há muito tempo. Tudo isso já tá dito, já tá descrito na Bíblia. Alexandre o Grande, ele se levanta e ele se torna um dos maiores conquistadores daquela época. E nós vimos aqui e vamos aprender na visão como isso aconteceu. Mas olha como a história é interessante. Ele começa da Grécia e ele vai conquistando todos os reinos. Asia Menor, que nós conhecemos hoje como Turquia, Líbano, Síria, passa por Israel e vai até o Egito. Ele conquista tudo que havia. Se você pegar o mapa no tempo de Alexandre Grande, tudo que havia no mundo conhecido daquela época foi conquistado por ele. Mas a história interessante, por quê? Porque quando ele chega em Jerusalém, isso aqui tá nas páginas da história, você pode conferir depois também tá na história do povo judeu. A história conta que Jerusalém não foi destruída. Olha que coisa interessante. Várias cidades foram conquistadas e destruídas, mas Jerusalém não. A história judaica conta que quando Alexandre Grande ele cerca Jerusalém, ele prepara tudo que tá ao redor para destruir e conquistar a cidade, o sumo sacerdote da cidade chamado Jedua, ele pega justamente Daniel capítulo 8, partes de Daniel capítulo 8. Ele vai ao encontro de Alexandre Grande e ele mostra para Alexandre Grande o que foi escrito 200 anos. antes de Alexandre Grande nascer, ele olha para aquelas páginas e tão impressionado ele fica de ver a história, como os reinos se sucederam, como as coisas aconteceram, que ele decide não destruir a cidade de Jerusalém. Ele continua, ele segue adiante, mas ele não destrói a cidade de Jerusalém. Por quê? Porque ele consegue se enxergar nessas páginas da Bíblia. Bom, isso acontece, a história se escreve. Daniel tem uma visão em Daniel capítulo 8 que fala justamente sobre isso. E qual é a visão que Daniel tem? Nós acabamos de ler. Primeiro, Daniel ele enxerga um bod. Esse bod ele tem dois chifres e um chifre fica mais alto do que o outro. Eu vou mostrar uma foto aqui para vocês, tá bom? E essa foto aqui, ela tem todos os elementos de Daniel capítulo 8. Tem uma foto de inteligência artificial. Então tem muita coisa aqui. Mas só pra gente tentar entender um pouco do que acontece, pode colocar aqui para mim na tela, por favor. Então nós temos a história Daniel tá aqui estão todos os elementos aqui não é cronológico. Daniel tá na na perto do rio o Lai ele tem uma visão, OK? Qual é a visão que ele tem? A primeira coisa que ele vê é esse cordeiro aqui. Um cordeiro com dois chifres. Nós acabamos de ler. Um dos chifres se torna mais alto do que o outro. O que que é isso? São os impérios da Medo e da Persa. Império, Medo a Persa. São dois impérios que haviam lá. Então ele tá mostrando aqui o que que aconteceria com a parte do meio da estátua, o império medopeça. No meio do caminho nós temos um bod e esse bode ele vem voando em cima, a visão que ele tem em cima da água e ele não toca o chão, ou seja, ele vem muito rápido. E novamente a história prova isso por quê? Porque o avanço do império grego foi surpreendente. É como se esse bode tivesse velocidade, tivesse força. E no meio da cabeça desse bode tinha um chifre muito grande, muito forte, que feriu, que batou, bateu contra esse carneiro, venceu o carneiro. Mas esse chifre forte do bode, ele se quebrou. E quando ele se quebrou, ele caiu no chão, nasceram quatro outros chifres. Essa é a visão que Deus deu para Daniel. E um dos chifres apontava pra cidade gloriosa que tá aqui, ó. Jerusalém, que na Bíblia é chamado de cidade gloriosa pro templo. Então isso aqui é um resumo básico do que aconteceu. E ao fim da visão ele pergunta: "O anjo vem? Gabriel vem?" E dá ele a revelação do que aconteceu aqui nesse texto. Então isso aqui é um resumo muito simples, tá? Só para facilitar um pouco o nosso entendimento. Vamos lá. Quando Daniel tem essa visão, pode voltar. Por que que isso é surpreendente? Por quê? Porque Daniel tá no auge agora entre a Babilônia e o império Medopeça. O império Medopeça não havia assumido ainda. Foi no último ano do rei Belazar. A peça não estava no poder. E quando a gente fala de Grécia, ninguém nem imaginava que a Grécia poderia ser alguma coisa. É como se hoje eu dissesse assim: "Qual é a cidade mais importante do mundo hoje?" Alguém diria: "Nova York, Londres, Paris? Vamos deixar Nova York". Se eu subisse aqui nesse púlpito e dissesse para você, dentro de 100 anos, 150 anos, Belém do Pará vai ser a principal cidade do mundo. Você acreditaria nisso? Não acreditaria. As pessoas vão olhar e vão dizer: "Pastor, tá ficando louco, não tem condições nenhuma do centro do mundo passar para Belém do Pará." É o que Daniel tá vendo nessa visão. Daniel tá dizendo, ó, tá surgindo aí um novo reino. A medo peça não havia nem assumido. Os gregos estão vindo aí e eles vão vir com muita velocidade e eles vão ocupar o mundo todo. Essa visão, ela tem várias impossibilidades. Primeiro porque ele fala do carneiro. Então o carneiro é o império da Medo e da Peça. E ele tá dizendo: "Esse reino ele vai cair pra Grécia". Tá vindo aí um novo reino, tá vindo aí um novo momento. E tudo isso é dado para Daniel mais de 200 anos antes dessa história acontecer. Eu sei que isso pode parecer um pouco complicado, mas é bonito a gente ver como Deus é soberano com toda a história. Como às vezes a gente observa na história, algumas coisas acontecem, reinos se levantam, reinos caem, líderes se levantam, líderes caem, alguns líderes se exaltam, como fez Nabuco Donozor, como fez Beltaz, como fez até Alexandre Grande. Todos eles se levantam e cai, a gente se assusta. Mas a palavra de Deus já disse que isso ia acontecer há muito e há muito tempo atrás. e de uma forma muito difícil. Eu quando vejo um texto como esse, não tem como não comparar com a história de Eliseu. Eu amo a história de Eliseu. Quando Eliseu desafia os profetas de Baal, a Bíblia diz que ele restaura o altar, que ele bota tudo em ordem. Ele chama todos os profetas de Baal, centenas deles estão naquele lugar. E no final, antes do fogo cair, Eliseu dificulta o cenário. Ele coloca o sacrifício em cima do altar e ele diz: "Olha, o Deus que que responder com fogo, esse é o Deus verdadeiro." Ótimo. O que que ele manda colocar em cima do sacrifício? O que é antagico ao fogo, o que apaga o fogo, água. Ele fala: "Pode trazer água. Traga 12 cântaros, traz quatro de uma vez, enxarca bem". A Bíblia diz que tinha um reco em volta, ficou cheio de água. Quando isso terminou, faz isso uma segunda vez para dificultar bem. Veio uma segunda vez colocado. Faz isso uma terceira vez quando tava tudo molhado, encharcado, água ao redor, água no sacrifício. A Bíblia diz que Eliseu ora, o fogo desce do céu e a descrição é: "E desceu o fogo, lambeu a água, consumiu o altar e o holocausto que estava em cima do altar". Quanto mais difícil fica, mais poderoso fica a revelação daquilo que Deus tem. Daniel tá dizendo 200 anos antes, agora como é que isso vai acontecer em detalhes. E eu não não quero ser cansativo com a história, mas hoje eu tenho que dar aqui um um um pequeno relato histórico. O primeiro ponto que nós estudamos aqui e vamos olhar é o carneiro. Ele fala aqui, ó, do império medopeça. Leia comigo, por favor, versículo 3 e 4. Vai aparecer aqui na aqui atrás também na tela. diz assim: "Então, levantei os olhos e eis que vi diante do rio estava um carneiro, o qual tinha dois chifres. Aí o Império Méd peça, dois chifres eram altos, mas um era mais alto que o outro e um subiu por último. Que que é isso? Começou com o império Medo, Dário Medo, e terminou com Xerches, o rei da peça, que a gente vai estudar novamente, que vai reaparecer nas páginas da Bíblia. Então eles lutaram juntos, mas um império ficou mais forte do que o outro. Até aqui nós entendemos. Versículo 4atro. E vi que o carneiro dava murradas para o ocidente, para o norte, para o sul. Nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder. Ele, porém, fazia tudo segundo a sua vontade e assim se engrandecia. Assim aconteceu. Aquele império cresceu, dominou o mundo ao seu redor. Ninguém podia resistir. Se alguém dissesse que aquele império um dia cairia, cairia, ninguém acreditaria. E aí tem a visão, que é o segundo ponto que nós temos aqui, que é a visão do bod que tem aqui, que surge com grande velocidade, que agora vem o próximo império. Eu não quero cansar você com com muitas imagens, mas volta de novo a imagem da estátua. Tudo como foi dito antes, né? Império da Babilônia, império medopeça e agora vem o império grego. A transição desses impérios começa a acontecer. E o versículo 5 diz: "Estando eu observando o carneiro que tava lá andando, eis que se levantou um bode que vinha do ocidente sobre a terra sem tocar o chão. Ou seja, é como se ele viesse voando, flutuando em alta velocidade, como foi o avanço do reino grego e de Alexandre Grande. E esse bote tinha um chifre notável entre os olhos. Ou seja, chifre na Bíblia, gente, fala de autoridade, fala de poder, fala de governo. Havia um líder, havia alguém notável que comandou, que liderou toda essa expedição. E foi justamente o que aconteceu. Isso aqui a Bíblia demonstra, a história conta. E se você gosta de história, eu amo história, é impressionante, porque Alexandre Grande conta a história que ele lutou contra a Pérsia e foram várias batalhas, várias, mas uma delas haviam algo em várias, mas uma delas haviam algo em torno de 800.000 soldados do lado peça e com Alexandre Grande menos de 100.000. Isso tá na na página da história, você pode olhar. E ele conseguiu vencer uma batalha com menos de 100.000 soldados, enquanto o outro lado tinha quase 1 milhão de soldados. Foi a batalha de Alexandre Grande contra Xches. Por isso ele se tornou grande. As pessoas tinham medo dele. Se ele conseguiu vencer com 10% aquilo que o outro exército tinha, quem é que vai impedir? Quem é que vai segurar esse homem? Então essa autoridade, esse chifre representa essa liderança. Qual é o problema? Ponto de número três. A Bíblia vai explicando tudo. A queda desse grande chifre, a queda desse grande líder. E tá no versículo oito, o bode se engrandeceu de sobremaneira, cresceu e na sua força, tá aqui o texto atrás, você pode ler comigo, ou seja, no auge do seu poder, no auge do seu domínio, da sua autoridade, quebrou-se-lhe o grande chifre e no seu lugar saíram quatro chifres notáveis, um voltado para cada vento do céu. Eu quero que você entenda que a cena ficou claro para vocês o que eu tô tentando explicar? Porque é um cenário difícil, né? Nós temos aqui o cordeiro que representa um carneiro que representa a medopeça. Vem agora um bode com chifre grande no meio que representa esse líder que nós temos aqui. Luta, vence. Só que assim, na sua força, no auge do seu domínio, diz o versículo 8ito, esse chifre ele quebrou-se. E a história novamente conta isso. Alexandre Grande, ele morre com 33 anos de idade. A tradição, isso não é Bíblia, novamente a história, diz que ele dominou tudo que havia para ser dominado, que ele entra em depressão porque ele pergunta: "Será que não existem mais reinos na terra que eu possa conquistar?" Um dia numa festa como essa, ele bebe um pouco mais, dorme no relento, pega uma gripe, essa gripe vira uma pneumonia e com 33 anos de idade, prematuramente esse líder ele morre, esse chifre ele se quebra. Eu acho interessante, e eu quando leio uma história como essa, é impossível não traçar um paralelo de certa forma oposto com outro homem da Bíblia que tinha 33 anos de idade, nosso Senhor Jesus Cristo. Nós temos aqui esse Alexandre derramou o sangue de milhões de pessoas para exaltar o seu único nome. Do outro lado, nós temos Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que derramou o seu sangue para exaltar milhões de pessoas, eu e você que estamos aqui nessa manhã. Esse homem conquista, chega no auge, seu poder tá forte, no auge da sua força, diz, ele morre. E quando ele morre, o seu reino agora ele se quebra em quatro reinos. Gente, a gente olha pro texto, né? Nós temos aqui Daniel capítulo 8 que fala sobre isso perfeitamente. Daniel capítulo 7, que também fala sobre isso. Bota os animais novamente. E tá aqui, ó. Quando Deus dá uma visão para ele sobre o império grego, o império grego na visão de Daniel tem um só dos animais, Rubens, para ficar maior. Se tiver, coloca para mim. Ele mostra esse império. Tem como abrir aqui a parte do leopardo? Como se fosse um leopardo, tá aqui. E é tão simbólico. A gente vê na Bíblia às vezes algumas coisas, né, que tem sete cabeças, que tem não se tem quantos olhos. Tudo isso tem um significado muito claro, tá na sua revista, tá bom? No encarte aí, mas diz assim, ó. O leopardo já é rápido, ninguém tem dúvida disso. O leopardo é o animal mais rápido da Terra, mas com quatro asas simboliza a velocidade multiplicada sem precedentes da das conquistas de Alexandre Grande. As quatro cabeças representam os quatro generais: Cassandro, Lisímaco, Pitolomeu e Celeuco. Ou seja, ele morre. O reino de Alexandre agora se divide em quatro reinos. A história prova tudo isso e tá tudo isso na Bíblia há muito tempo atrás para nossa edificação. Meu irmão, eu posso dizer uma coisa para você nessa manhã. Deus está no controle de todas as coisas. coisas. >> A gente olha tudo isso. Eu eu sei que fica cansativo a gente olhar as páginas da história, a gente saber de Alexandre Grande, a gente ouvi falar de Nabuco Donosor, de Belto Sazá e a gente estuda isso na história. Agora a gente volta pra Bíblia, mas uma certeza você pode ter nessa manhã. Não são os homens que governam, não são os reinos que governam. Reinos se levantam e caiam, mas o nosso Deus, ele permanece para sempre. Há um plano de Deus sendo escrito e governado ao longo da história. E tá aqui diante dos nossos olhos. Nós olhamos às vezes até quanto tempo vai durar. Eu imagino essas pessoas olharam e Deus avisou, tá aí o período, tá aí como as coisas vão-se acontecer, porque o nosso Deus ele governa, o nosso Deus ele dirige a história. Eu parei ontem para perguntar ao chat GPT, tá? E aí novamente é um é um insite que chat GPT, gente, não cria muita coisa, ele reúne as informações que existem. E é interessante só a gente entender como é que como é que a internet, né? O que que tá andando aí sobre isso. Aí eu coloquei a seguinte pergunta. Coloca aí para mim, por favor. Após a morte de Alexandre Grande, qual foram os quatro generais que assumiram o reino? Eu perguntando, né? E aqui ele fala, olha, após a morte de Alexandre Grande, o reino não foi dividido imediatamente em quatro generais, mas olha o que tá aqui embaixo. Com a consolidação do conflito após a batalha de ipsos, a profecia bíblica contida no livro de Daniel. Gente, até o chat GPT já tá crendo nisso. Até ele tá aceitando as profecias. As a profecia bíblica contida no livro de Daniel também se refletiu historicamente. Se refletiu historicamente significa aqui numa linguagem mais polida, se cumpriu, é verdadeira, aconteceu, como foi escrito no livro de Daniel, também se refletiu historicamente com a divisão do território em quatro generais principais. Os quatro que eu li agora pode passar a próxima aí. Ptolomeu, Celeuco, Cassandro e Lisímico. Ou seja, o reino se divide. É por isso que no texto tá dizendo: "Aquele chifre quebra, cai no chão e nascem quantos daquele chifre?" Que que o texto diz? Quatro. Tudo certinho. Toda a história figurada tá aí. Você pode aplaudir ao nosso Deus, a palavra dele, dar glória ao nosso Deus pela história. Tá aí diante dos nossos olhos. Como é que isso se desenvolve no restante desse texto? Um desses homens Celeuco e nós vimos aí e fica, Cassandro fica com a parte da Grécia, que era a principal parte do quatro, dois cresceram muito. Cassandro ficou na Grécia, Atenas, toda aquela região lá macedônica e pro lado da Ásia, lado da Síria, lado da da do da do Egito, aquele lado, ficou um outro homem, um outro general chamado Seleuco. Por que que isso é importante na história? Porque o texto fala aqui no ponto dois, e nós vamos dar uma olhadinha novamente no no nesse, né? O chifre pequeno, ou seja, cai no chão, se divide em quatro, mas um dos chifres ele cresce, não é isso que o texto disse? E ele começa a apontar pra cidade gloriosa. Bota a imagem de novo aí do Daniel, capítulo 8, aquela que tem o texto todo para mim, por favor. Eh, Rubens, e desculpa o trabalho aí, gente. Vamos aplaudir nossa equipe da mídia. Hoje nós vamos botar esse pessoal para trabalhar. Tem muita coisa. Obrigado. Eu sei que é é muita informação ali, mas a foto toda de Daniel capítulo 8 novamente, tá? Só pra gente voltar. Se tiver como colocar. O chifre cai e ele se quebra em quatro. Um deles cresce, um deles se destaca e ele se destaca e ele começa a apontar em direção à cidade gloriosa. Temos aí a imagem ou não? Ô, deu, né? aquela que tem o o bode, o carneiro, aquela que é que é completa aí, por favor. Perfeito, né? O chifre se quebra, tá, gente? Isso aqui é uma, tá bom? Não é uma imagem só para ajudar o entendimento. E ele começa a apontar um para cada direção, mas um chifre pequeno começa a apontar em direção à Terra Formosa, o santuário. Qual é o significado disso? Pode voltar lá no esboço para mim. O texto, a lição vai falar e o texto vai falar da ascensão do pequeno chifre. Versículo 9 de Daniel, capítulo 8. Um dos chifres saiu e dos chifres, perdão, de um dos chifres saiu um chifre pequeno que se tornou muito forte para o sul, para o oriente e paraa terra gloriosa. Terra gloriosa, nós sabemos, é a terra de Jerusalém. Esse termo sempre foi usado e sempre se referiu a Israel. Versículo 9. De um dos chifres saiu um chifre pequeno que se tornou muito forte para o sul, para o oriente. Versículo 10. Cresceu até atingiu os exércitos dos céus e alguns dos exércitos das estrelas e lançou por terra e os pisou. Ou seja, esse chifre cresceu, cresceu, cresceu em direção a Jerusalém até os céus e começou a afrontar o exército dos céus. É o que o texto tá dizendo aqui. E aí nós temos o segundo ponto, como é que essa afronta se deu? profanação do culto. Daniel capítulo 8 versículo 11. Ó o que diz versículo 11. Sim, se engrandeceu a até o príncipe do exército. Dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. Isso aqui diz respeito ao templo que havia em Jerusalém. O sacrifício diário no templo foi interrompido. Todas as regras e leis do templo foram quebradas e colocadas abaixo. Tá dizendo aqui o versículo 11. Versículo 12. O exército lhe foi entregue, a cidade lhe foi entregue, o sacrifício diário, tá dizendo aí, também lhe foi entregue por causa das transgressões e deitou por terra a verdade e o que fez prosperou. Gente, isso aqui é exatamente o que aconteceu na história. Um dos quatro chifres cresce e agora começa a se afrontar contra a cidade gloriosa da raiz de Celeuco. E dessa família toda saiu uma pessoa famosa ou infame, né? o nome que vai aparecer aí, você pode olhar depois, que talvez nós tenhamos visto e que ele representa várias coisas, porque de fato que tá aqui já aconteceu, mas isso também é um anúncio de coisas que vão acontecer. Isso aqui diz respeito ao que aconteceu novamente, esse texto ele já se cumpriu, tudo isso já aconteceu, mas essa mesma história vai acontecer com o anticristo. É o prenúncio exatamente de como as coisas vão se dar. Em 175 antes de Cristo, levanta-se ao poder um homem chamado Antíoco Epifano. E você pode olhar a história e pode olhar nas páginas da britânica, não é nem as enciclopédias novas, não. Vá na britânica que você vai ver que essas informações estão lá. Etío, Antíoco, Epifânio dominou a Palestina e ele começou a perseguir violentamente o povo hebreu, violentamente. Ele começou uma caçada, ele começou uma incursão. E esse cara era um cara brutal, um sem princípios, sem escrupulos, sem valores. E Epifânio, o nome dele antigo, Epifo significa o que se manifesta, a glória que se manifesta. Ele se deu esse nome, ou seja, ele chega num lugar e o desejo dele era ser reconhecido como Deus. Eu cheguei e eu quero ser glorificado, eu quero ser recebido. Esse cidadão, ele ele surge e ele toma o poder e ele conseguiu expandir o reino. É por isso que no versículo 9 novamente diz: "De um dos chifres saiu um chifre pequeno que se tornou muito forte. Ele assumiu e ele realmente cresceu." Versículo e continua dizendo: "E esse chifre apontou pro sul e pra cidade gloriosa." Por que Jerusalém? por várias questões, questões proféticas, pela adoração. Jerusalém era um centro de adoração. As pessoas vinham do mundo todo. Então ele queria ser adorado como Deus. Que melhor lugar para ser adorado como Deus do que o templo em Jerusalém? Essa história parece familiar para você, sim ou não? Do que vai acontecer na frente? Quem é que vai querer ser adorado no templo? Vai querer sinonizar? Tá tudo aí. A história tá anunciada já. um prenúncio já aconteceu, mas é um anúncio de coisas que vão eh acontecer mais para frente. Esse cara chegou e ele obrigou, ele entrou, conquistou Jerusalém, obrigou que ele fosse adorado como Deus. Primeira coisa que ele mandou fazer, queimar todos os escritos que haviam. Eu quero ser Deus. Então, a primeira coisa é acabar com todos os escritos, com tudo que existe sobre Deus, a lei, a Torá, não só sobre Deus, mas qualquer religião, queima tudo. Por quê? Porque agora só eu posso ser Deus. Segunda coisa que ele fez, ele construiu uma estátua sua pessoal e colocou em cima do altar no templo em Jerusalém e demandou que as pessoas adorassem a ele. Terceira coisa que ele fez, ele pegou porcos e ele sacrificou porcos no altar do templo em Jerusalém e pegou o sangue e espalhou pelo templo todo e obrigou os sacerdotes daquela época a beberem o sangue desses porcos. da revolta foi tão grande, e aqui não é Bíblia, não é história. Enciclopédia britânica diz desse jeito, que naquele dia 40.000 pessoas foram mortas dentro do templo. Quase 1 milhão de pessoas foram mortas como resultado de tudo isso que aconteceu aqui. E tá tudo nas páginas da Bíblia. Ele obrigou, né? Isso aqui aconteceu. É um tipo, é o que vai acontecer paraa frente. Mas vamos lá, vamos sair da história que aconteceu e vamos pra história que vai acontecer. Quando o anticristo aparecer, o que que ele vai querer? Ele vai querer ser adorado aonde? Hein? No templo. Ele vai construir uma estátua sua e vai colocar onde? No templo. Pode anotar. Ele vai perseguir tudo aquilo que nós cremos, tudo aquilo que nós escrevemos, tudo aquilo que nós temos como formação. Tudo desse jeito vai profanar, vai levantar uma perseguição. Tá tudo colocado aqui exatamente como vai acontecer. Então essa história toda nós temos. Só que aí no versículo 13 a história vai contando, né? E aí eu já vou concluir, gente. Tô correndo aqui para poupar o tempo. O limite divino da perseguição, versículo 13 e 14 diz assim: "Depois ouvi um santo que falava e disse outro santo aquele que falava: "Até quando durará durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão da qual é entregue o santuário e o exército e a fim de serem pisados?" A pergunta dele é: até quando isso vai acontecer? Porque quando isso aconteceu, sabe o que que fizeram? pararam o tempo, pararam de de oferecer sacrifícios no templo. A pergunta é: até quando isso vai acontecer? Versículo 14 diz: "Até 2300 tardes e manhã e o santuário será purificado." Aqui no texto, né? Esse ser celestial tá dando um tempo, um prazo, tá dando uma quantidade que nós acreditamos ser uma quantidade de dias que dá quase seis anos e meio, que foi o tempo de fato em que o templo não foi usado para oferecer sacrifícios, porque o templo ele precisou ser purificado. E tanto foi purificado que Jesus apareceu no templo do Novo Testamento. As páginas da Bíblia relatam que Jesus foi e ele compareceu no templo. Então isso aconteceu. Mas por que que eu quero pegar aqui esse ponto aonde a Bíblia fala aí dos 2400 dias? É isso. Deixa eu ler aqui de novo para não errar o dado certinho. Eh, será purificado eh 2300 tardes e manhãs. Por quê? Porque o ser humano ele ama números. O ser humano gosta de pegar alguns números, alguns dados e criar doutrinas e criar algumas profecias acerca disso que nunca estiveram na Bíblia. Gente, desse número de 2300 já se criou tanta coisa que não aconteceu. Teve gente que pegou essa data e diz: "Olha, daqui a 2300 anos Jesus vai voltar e paz, meus senhores, contaram a data e deu, acho que deu 1000 eh eh 988, algo do tipo, e as pessoas pararam, venderam tudo porque, de fato, acreditavam que Jesus ia voltar, que a glória ia ser restaurada naquele momento, quando o próprio Jesus disse: "Olha, não compete a vocês saberem a hora e o tempo que está reservada pra vinda do filho do homem". A pergunta que fica, quando é que Jesus vai voltar? Eu não sei quando ele vai voltar, mas eu posso garantir para você quando ele não vai voltar. Pastor, quando é que Jesus não vai voltar? O dia que alguém estabelecer uma data que dizer que ele vai voltar, marcar no relógio, dizer vai ser desse jeito, ele não vai voltar porque não nos compete saber a hora e a data da sua vida. A Bíblia diz que vai ser como um ladrão à meia-noite. Se você soubesse a hora que o ladrão vem, teria roubo? Não teria. A gente não saberia, não teria criminalidade. O ladrão tá chegando, mas a criminalidade acontece por quê? Porque você não sabe, não tá esperando. É igual história das virgens. Umas estão prontas, outras não. Achavam que ele não ia vir, ele não chegaria naquele tempo. Então ele dá um dado que de fato se cumpre. 6 anos e meio depois. O templo volta tudo certinho, como tá escrito antes da história acontecer. E eu concluo com isso dentro do meu tempo, tá bom? Obrigado por emprestarem a atenção de vocês para um tema que é até mais difícil da gente tratar, mas o ponto três da nossa lição diz: "A interpretação e a certeza do triunfo." Primeiro, a revelação de Gabriel. Deus manda um anjo emanas de Daniel, tudo isso. E tem gente que olha pros animais, se assusta e Deus não deixa nada disso sem uma interpretação. Tudo isso tem uma interpretação para que você saia animado, inspirado de que Deus te guarda e te protege ao longo dessa jornada. Primeiro ponto, a certeza da revelação que Deus dá a Gabriel. Segundo ponto, e eu vou correr para cumprir o tempo, eh, tá aqui no ponto dois, a ascensão e a queda dos impérios. humanos. E aqui é importante a gente salientar que ao longo de toda essa história, Nabuco Donozor passou, Belsazar passou, Babilônia passou. Alguém lembra aqui do reino da Babilônia? Pouca gente. Dário passou, Xerches passou, Medopeça passaram, tudo isso se cumpriu. O império grego passou, Alexandre Grande passou, o império romano passou, César passou, Jesus chegou, Jesus permanece, a igreja permanece, o reino de Deus permanece. Isso aqui é a história da nossa fé, de um reino inabalável que permanece. E a melhor notícia é que nós estamos no finalzinho desse filme. A melhor parte ainda está para acontecer e nós vamos escrever essa parte juntamente com Jesus. Tudo isso passou. A gente olha pra história e às vezes as pessoas, eu amo textos como esse novamente, porque o tempo todo eu sou confrontado. As pessoas escrevem, falam da Bíblia e questionam a Bíblia. Ah, porque a Bíblia é isso? Porque a Bíblia me mostre uma contradição. Não tem, não tem. Ao longo do período todo que foi escrito, a história toda tá aí. Tem um vídeo na internet de um menino que tá num museu e e esse museu eu acho que é o Museu de História Natural de Londres. E o guia tá lá. E o guia tá mostrando justamente a a o código de Hamurab, Cirindo de Ciro, ele tá mostrando tudo isso. E ele ele começa a falar, né, de vários documentos arqueológicos, históricos e ele vai mostrando. Aí no cantinho tem uma Bíblia antiga, né? E aí o menino chega e começa e ele fica olhando pra Bíblia e é como se o guia dissesse: "Não, isso aqui não não é importante. Isso aqui não não tem importância. O importante é isso aqui da história". E o menino começa a dizer: "Pois é, mas tudo que tem aqui nesse museu tá contido dentro desse livro, tá explicado dentro desse livro. E é verdade. A gente volta pra Bíblia para descobrir que toda a história tá registrada na mão de um Deus poderoso que disse que iria acontecer, aconteceu e nos presenteou essa revelação. Daniel quando viu isso, ele ficou tão desconcertado. Coloca o último versículo para mim, eu nem sei qual é, Rubens, do texto. O último versículo diz que essa visão mexeu tanto com Daniel que ele ficou indisposto. Diz assim: "Eu, Daniel, enfraqueci. Estive enfermo durante alguns dias. Então, me levantei e tratei dos negócios do rei e espantava-me com a visão e [música] não havia quem entendesse." Daniel, ele viu aquilo e aquilo mexeu com ele. Mexeu com ele. Algumas coisas nós enxergamos e de alguma forma elas mexem conosco. E a Bíblia diz que o anjo chega da interpretação para Daniel. Daniel agora tem o entendimento de que reinos se levantam e caem, mas [música] o reino de Deus permanece para sempre. para todo momento. E qual é o impacto dessa visão, né, que Deus deu para Daniel? Eu eu tem várias coisas, eu vou ressaltar duas e com essas duas eu termino. Nós falamos do reino babilônico, de Nabuco Donozor, de como Deus tratou, OK? E quando aconteceu Nabuco Donozor, ele invadiu Jerusalém, levou cativo. A gente tá estudando desde Jeremias que Deus já disse que isso ia acontecer. Por que que isso aconteceu? Por desobediência. Não vou voltar. Nós já estudamos isso. Passamos por Ezequiel, acontece Babilônia, passa a ser Babilônia medopeça, né? E o império Medopeça, a gente viu algumas coisas e algumas manifestações de Deus no império Medopeça, dentre elas a história de Ester. Qual é o rei que tá mencionado na história de Esté, hein? Hein? Justamente qual cidade? Susan, aonde Daniel teve a visão de Daniel capítulo 7, o império Medopeça. Então, a gente vê toda essa história sendo escrita dentro desse contexto e a gente vê o império grego. O que que é interessante do império grego? Quando Jesus chega, e aí bota para mim a imagem da da estátua novamente, porque essa aqui é a melhor parte. Quando Jesus chega, tá bom? Olha, olha, olha o que diz a história. Império babilônico. Isso aqui é a história da humanidade. Caiu império medopeça, caiu império grego, caiu império romano, caiu. Aonde é que Jesus surgiu na sua primeira vinda aqui nesse texto? Hein? Hein? Aqui, ó, no Império Romano, Roma governava o mundo. Embora Roma governasse o mundo, a mentalidade era grega, igual existe hoje. Hoje a gente tem o mundo, o mundo hoje tá dividido, tá esfcelado. Nós estamos aqui nessa fase aonde termina o império romano, [música] entram-se agora os reinos divididos. E a visão que Deus deu para Nabuco Donozor, que Daniel interpretou, é que aparecia uma pedra que não foi cortada por mão humana e ela batia no pé daquela estátua e feria aquela estátua. E nós conhecemos essa pedra. Nós conhecemos essa pedra. É a história que nós estamos esperando acontecer, meu irmão. Se isso aqui aconteceu, se isso aqui aconteceu, se isso aqui aconteceu, que isso aqui aconteceu, qual é a probabilidade? Pode ter certeza que essa última parte ela vai acontecer. Nós estamos aguardando agora. Escute a mentalidade. O governo era romano, mas a mentalidade era grega. Trazendo pros dias de hoje, nós temos Brasil, seu governo, né? Temos aí Canadá, seu governo, Londres, seu governo, África, o governo, os países. [música] Mas a mentalidade hoje que rege o mundo tradicionalmente é uma é uma mentalidade ocidental americana. Isso. Qualquer lugar do mundo que você for, qual é a língua franca que todo mundo se comunica no mundo todo? em inglês. As músicas que você escuta no rádio, você pode ligar rádio no Brasil, você pode vir. Eu tive agora na China há um pouco tempo atrás, mesma coisa, não muda. No Brasil, a maior parte das rádios toca música no quê? Inglês. Por quê? Porque a língua franca que nós temos hoje é o inglês. Na época de Jesus, o governo era romano, mas a mentalidade era grega e a língua era o grego. Olha que coisa interessante. A Babilônia tinha uma característica. A Babilônia gostava de juntar o conhecimento. Por que que Daniel foi para lá? Porque todo mundo que tinha inteligência, todo mundo que tinha ciência, os melhores arquitetos, os melhores médicos, ah, os melhores músicos, eles eram trazidos pra Babilônia. Porque o interesse da Babilônia era aglutinar conhecimento, [música] era centralizar conhecimento, era ser muito forte, muito inteligente. A Grécia não. A Grécia não tava interessada em aglutinar conhecimento. A Grécia tava interessada em empurrar o conhecimento e aquilo que eles tinham. Tanto que quando a Grécia domina o mundo, qual é a primeira coisa que a Grécia faz? O idioma do mundo todo vai ser qual? Grego. E o grego? Coiné, que foi usado na época por Jesus, que foi usado por Pedro. E aí a gente começa a entender porque que no dia de Pentecostes, claro que no dia de Pentecostes muitos ouviram, gente todo tava lá, mas quando eles chegam e eles ouvem aquele barulho todo, Pedro se levanta e Pedro diz: "Olha, esses homens não estão bêbados como vocês pensam, não é? 9 da manhã, não tem como tá bêbado. Isso aqui não é álcool, isso aqui não é mosto. Aqui se cumpre o que foi dito por intermédio do profeta Joel. Eis que nos últimos dias, diz o Senhor, derramarei do meu espírito. Atenção, sabe que língua ele tava falando? Grego. Coiné. Por que que todos entenderam essa primeira direção que ele deu, gente todo? Por quê? Porque a língua franca que se falava no mundo naquela época era o grego. Sabe o que que nós descobrimos? A história vai sendo escrita e Deus vai usando a história para manifestar o propósito, a glória e o poder dele ao longo da história. Normal. Como é que nós tratamos e lidamos com tudo isso? Me desculpem de de esticar um pouco, né? Primeira coisa, eu anotei três coisas aqui. Entendermos e descansarmos na soberania absoluta de Deus na história. Você vai dizer para duas pessoas perto de você: "Diga Deus, diga para essa pessoa: Deus é soberano". Deus é absoluto sobre a história. Deus governa a história. Primeira coisa, nós estudamos isso para entender a soberania absoluta de Deus ao longo da história. Nada foge da mão de Deus, nada escapa do [música] domínio de Deus. Não há canto da terra que Deus não esteja vendo, observando. E na hora certa os reinos se prostrarão diante da manifestação da glória de Jesus. [música] A a o domínio soberano. Segundo vigilância contra engano e apostasia. Isso aqui existe também para nos alertar. Por quê? Porque isso aconteceu aqui com Epifânio e vai acontecer de novo com o anticristo. Nós temos que estar o quê? Vigilantes. Nós temos que estar observando toda vez que reinos se levantam, que isso acontece, a gente tem que estar observando. E por fim, eu acho interessante porque no versículo 13 tem uma pergunta. Bota para mim o versículo 13 para mim. A pergunta é até quando? E eu quero aqui tirar um pouco de contexto, né? Naquele caso, a pergunta foi: "Depois viha um santo que falava e outro santo que dizia até quando?" Tá vendo aí? Deixa eu pegar aqui minha canetinha, fazer a pergunta: "Até quando, né? A pergunta que que era naquela época é: até quando o templo vai ser desolado? Até quando não hav não vai haver sacrifício no templo? Até quando aquela estátua vai ficar lá profanando o templo? Ok? Deixa eu tirar de contexto. Muita gente tá aqui hoje perguntando: "Até quando eu vou passar por essa dificuldade? Até quando a minha família vai ter uma dificuldade tão grande? Até quando eu vou ter que me submeter a esse sofrimento? E eu amo o texto porque no texto a resposta que existe para essa pergunta, ela tá no versículo de número eh, deixa eu ver aqui, tá no mesmo eh a resposta que existe, versículo 25. 25 diz assim, olha o que diz o versículo 25 no meio de tudo aquilo, né? Pôr astúcias nos seus empreendimentos fará prosperar o engano. Isso aqui falando daquele líder que profanou o templo, né? Fala, fará prosperar o engano. No seu coração, engrandecerá, destruirá muitos ah que vivem despreocupadamente. Levantar-seá [música] contra o príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mão humana. Até quando? Posso dizer algo para você? Descanse, porque tem coisas que vão ser quebradas sem o esforço de mão humana. Descansa teu coração nessa manhã. A gente olha para uma história dessa, parece uma loucura. Como é que Deus permite? Como é que acontece? Como é que alguém entra profano o templo? Como é que faz? E a palavra é: até quando? Até quando? Fique tranquilo. Por quê? Porque isso será quebrado [música] sem o esforço da mão humana. Pai, nós estamos aqui diante da tua presença nessa manhã. O Deus de Daniel é o nosso Deus. É o Deus que nos guarda mesmo passando pela Babilônia, Senhor. É o Deus que [música] nos livra da cova dos leões, Pai. Mas é o Deus que nos ensina e que revela o seu plano, o seu projeto e a sua vontade. E a tua palavra nessa manhã é até quando? Até quando que nós possamos descansar, que essa [música] dificuldade será quebrado, Senhor, sem o auxílio da mão humana? grave essa mensagem no nosso coração, que possamos sair daqui cheios dessa certeza, dessa convicção, pai, essa convicção que consolou Daniel, assim como naquele ambiente o anjo chegou com Daniel e explicou [música] para ele o que ia acontecer, o teu Espírito Santo, Pai, possa guiar e explicar o nosso coração, Pai, tudo aquilo que vai acontecer paraa glória do nome de Jesus. Amém. Amém. [música] Que Deus te abençoe e seja edificada com essa mensagem. Sou todo poderoso que abre para mim para passar. [música][canto] Eu sou todo quarto queimar no pode contemplar. [música][canto] Eu sou a mão misteriosa que esteveu na parede. Menque eu sou o [música] Deus queou. Deus forte poderoso eu soual [música] de guerra. Eu sou todo poderoso. Eu sou sou tremendo na guerra. Eu sou do outro e o todo poderoso. Eu sou general de guerra [canto] eu sou. [música] Sou tremendo na guerra eu sou forte como um trovão. trovão. Sou aquele que livrei a Daniel na cova dos leões. Sou aquele que pego o gravato quebrado e faço um vaso novo em minhas mãos. Sou a coluna de fogo que guiei o meu povo lá no deserto. Eu sou que sou o Deus criador [música] todo poderoso. Eu sou general de guerra. Eu sou todo poderoso. [música] Eu sou sou tremendo na guerra. Eu sou forte como outra voz. E o todo poderoso [canto][música] eu sou general de guerra. Eu estouendo na guerra. Eu sou forte como um trovão. Mas as águas estão a [música] se agitar e o varão do movimento está neste lugar. Mas as águas estão acreditar e o varão [música] movimenta neste lugar. >> O varão do movimento vai abençoar você. Nessas águas que você vai ver. O varão do movimento vai abençoar você nessas águas. Você descerá e nessas [música][canto] águas você mergulhará. E nessas águas você deserá. E nessas [música] águas você desará. Áua água vocêará é para matar a é para marchar a é [música] para marchar. Acha [canto] a marchar a ordem é para [música] marchar. Ara é para marchar e não [canto][música] para recuar. Marcha irmão, marcha pastor, marcha a igreja [música] do Senhor, marcha irmão, marcha pastor, marcha [música][canto] a igreja do Senhor, marcha irmão, marcha pastor, marcha a igreja [música] do [canto] Senhor. A igreja [música] do Senhor. Marcha, pastor, marcha a igreja do [música][canto] Senhor. A obra é para marchar. A obra é [música] para marchar. A obra [canto] é para marchar [música] e não para recuar. A obra é [canto] para marchar. A obra [música] é para marchar. A obra é para marchar e não [música][canto] para recuar. A bandeira da vitória, receba aí. A [música][canto] bandeira da vitória receba aí. A bandeira da vitória, receba aí. A bandeira da vitória receba aí. A bandeira da vitória, receba [música] aí a bandeira [canto] da vitória. Receba aí a bandeira da vitória. Receba aí [música] a bandeira da vitória. [aplausos] >> Feira do livro cristão 2026. Venha conhecer de perto escritores, editoras e produções que abordam a vida cristã e os ensinamentos da palavra de Deus. O que há de mais importante na produção teológica, no Brasil e no mundo? E durante o evento, você vai poder participar da conferência teológica que vai reunir pastores e líderes de todo o país com estudos para potencializar o impacto da teologia pentecostal no Brasil. Inscrições em 91980582801 e ainda no Instagram @cetade. Belém. Feira do livro cristão, 2026, dia 22 de agosto, a partir das 8 da manhã, no templo central da Assembleia de Deus. Venha participar deste momento de aprendizado e de fé. Coisa boa. Fantástico. Gente, vamos ficar de pé. Te convidar você para ficar de pé nesse momento. Quantos podem aplaudir a Jesus pelo nosso coral da missão 60 mais, geração 60 mais? Isso. Eu vou convidar você agora a cantar junto com eles. Eu achei que vocês ficaram muito parado observando, né? Eu tava ouvindo aqui. A vontade que eu tinha era de cantar junto. Eu ia pegar um instrumento desse, tocar junto com eles, né? Mas vamos cantar uma estrofa. Vou pedir ao nosso nosso eu vou pedir cadê Ed para vir aqui rapidinho. Sobe aqui Edino, né? Você vai regir agora a gente eles já sabem. Você vai regir a igreja agora. A gente vai cantar junto agora com toda a igreja, né? Mas se tiver a nota aí, dá a nota aí pra gente, por favor, do início. Vê o microfone aqui, ó. Isso, né? Bota a letra aqui pra gente rapidinho. Qual foi a primeira que eles cantaram, né? E eu quero ouvir a voz do tempo central agora, né? Aleluia. >> Pode soltar, Robinho. Aí é o playback para dar uma ajuda aqui no ritmo. Agora >> vamos louvar aí. Profetize na vida da sua família essa semana. Quantos crê que vai ser bênçãos na nossa vida? >> No mundo tereis aflições, mas t de bom ânimo. Vamos cantar com alegria. Aleluia. Glória a Deus. Aleluia. Receba aí a bandeira da vitória. Aleluia. Se você poder, aplauda junto conosco. >> Aleluia. Quarto homem, sou todo poderoso que abriu o caminho para o meu povo passar. Eu sou, sou o quarto homem que na boca donoso pode contemplar. Eu sou sou a mão misteriosa que escreveu na parede. Menete que eu passei. [música] Eu sou o Deus criador. Deus forte, poderoso. Eu sou general de guerra. Eu sou [canto][música] e o todo poderoso. Eu sou tremendo na guerra. [canto] Eu sou muoderoso. [música] Eu sou general de guerra. Eu [canto] sou, sou tremendo na [música] guerra. Eu sou forte como um trovão. Sou aquele que livrei a Daniel da cova dos leões. dos leões. Sou aquele que peço, faz o quebrado e faço vaso novo em minhas mãos. Sou aquele [música] que guiei o meu povo lá no deserto. Eu sou o [música][canto] que sou o Deus criador, Deus forte e poderoso. [música][canto] Eu sou general de guerra. Eu sou vivo todo poderoso. [música][canto] Eu sou tremendo na guerra. Eu sou [música] [música] e o todo poderoso. Eu sou general de [música] guerra. [canto] Eu sou. Sou tremendo na guerra. Eu sou forte como um trovão. [música] Mas as águas, mas as águas estão a se agitar. E o varão do movimento está neste lugar. Mas as águas estão a se agitar e o varão do movimento está neste lugar. Mergulhe nessas águas que você vai ver. O varão do movimento [música] vai abençoar você. E nessas águas você descerá. E nessas águas você mergulhará. E nessas [música] águas você descerá. [canto] E nessas águas você mergulhará. A ordem é para [música][canto] marchar. A ordem é para marchar. Não desanime. >> Aleluia. >> O inimigo levanta para cair. Aleluia. A ordem é para [música] marchar. Marcha, marcha em cima da tribulação. Aleluia. Deus vai te dar vitória. Aleluia. [música] Aleluia. Vaso emborcado não recebe poder. Desemborca o vaso para Deus te encher. [canto] Vaso emborcado não recebe poder. Desemborca o vaso para Deus te [música] encher. Se você perdir, ele vai te dar. Se você bater, a porta vai se abrir. Se você bater, ele vai encher. Encher o vaso de fogo e poder. Se você pedir, ele vai te [música] dar. Se você bater, a porta vai se abrir. Se você encher, vai encher. Este é um vaso de todo poder. [música] Receba aí a bandeira da vitória. Receba [música][canto] aí a bandeira da vitória. Receba mais uma vez. Receba. [música] Receba aí a bandeira da vitória. Receba aí a bandeira da vitória. Receba aí a bandeira da vitória. [música] Receba aí a bandeira da vitória. Quantos crem [música] que vão sair daqui abençoados em nome de Jesus? Ô glória. Obrigada [música] pastor. Aleluiaes. Tom seu assento por um instantezinho só. Aí na frente do seu banco tem um envelope. Quero convidar você a tomar ele nas suas mãos. Nós vamos servir a Deus com dízimos. com ofertas enquanto você prepara sua semente. Gratidão. Eh, recebi aqui um recado aqui, ó. Amanhã estão dizendo que é o aniversário da Diná, que é a nossa maestrina. Sobe aqui, Diná, por favor. Nossa maestrina da missão, a Geração 60 mais. E hoje é o aniversário da Chiquinha. Cadê a Chiquinha também, né? Tá aqui no meio. Vem aqui, Chiquinha, por favor. A gente vai cantar parabéns para vocês. Tem mais alguém que tá fazendo aniversário? Claro, eu quero ser. Pode vir, quem tiver aqui, ó. Pode chegar aqui. A gente quer orar por vocês. Cantar >> cantar parabéns. Só me passaram esses aqui, mas tem um monte de gente que tá fazendo aniversário. Isso. Olha só quanta gente querida nós temos aqui. Nós queremos orar por vocês. Tem aí um parabéns na nossa orquestra aí? Se tiver, solta aí pra gente. Pode chegar aqui, minha querida, por favor. Tem mais alguém? Pode chegar aqui, ó. Quem tiver fazendo aniversário. Quando é que é o aniversário, Ed Wilson, hein? Dia 10, foi, né? Ah, tá certo. Então, Ed Wilson vai pagar o churraspe depois do culto. Pode procurar ele, tá? E eu e eu pago o açaí porque o meu foi dia 13, então. Pronto. Coisa boa. >> Parabéns, pastor. >> Obrigado. Obrigado. Vamos cantar parabéns para eles bem forte. >> [música] >> Parabéns para você nessa [música] pai, nós abençoamos a vida dos seus filhos, rogamos sobre eles toda sorte de bênçãos, bênçãos materiais, bênçãos espirituais, bênçãos relacionais paraa glória do teu nome. Como nós somos, Senhor, presenteados de ter tê-los servindo nesse lugar. E que esse dia seja um dia de bênção, Pai, de proteção sobre eles e todos os seus. É o que nós te pedimos e te agradecemos no nome de Jesus. Amém. [música] Amém. Deus abençoe. Parabéns. Eh, hoje à noite nós estamos fechando nosso Congresso Brasileiro de Missões e hoje nós vamos ter a oportunidade aqui no tempo central de poder ouvir culto das 17:30 e 19 horas. Eu quero convidar você às 17:30 nós vamos a receber o pastor Cláudio Castelo. Ele vai trazer um panorama da obra missionária que a nossa igreja faz no Equador. Trabalho fantástico, um trabalho há mais de três décadas que a nossa igreja realiza na Equador. Então, se você tem curiosidade de conhecer tudo isso, nós vamos abrir um segmento do culto e vamos apresentar um pouco do trabalho que é feito na Equador. E quando for à noite, às 19 horas, nós teremos a a o pastor Elionai Moura. Ele vem do Timor Leste. Timor Leste, gente, é o local mais distante do Brasil que fala português. Fica perto da Indonésia, entre a Indonésia e Austrália. Trabalho lindo que a nossa igreja faz. Houve uma guerra civil naquela, naquele país e há 20 anos nós temos uma base missionária com missionários que estão naquele lugar e nós vamos conhecer um pouco do trabalho que é feito, tá bom? queria compartilhar com você eh as bênçãos e as vitórias do campo missionário. E para fechar, próximo sábado nós teremos a feira do livro que vai acontecer aqui no tempo central. Nós vamos a falar um pouco, claro, sobre vamos ter lá embaixo uma feira com várias publicações, várias editoras estarão conosco, mas aqui no templo das 8 às 21 nós vamos ter também a um momento para avaliar o impacto da teologia pentecostal no Brasil. E nós vamos receber a minha mãe, pastora Rebeca, pastor Josué Brandão, pastor Eliseu Rodrigues e pastor César Moisés. Quem acompanha sabe que talvez nós temos aqui esse lineup aqui para falar de teologia pentecostal. Nós temos aqui talvez a melhor representação no meio assembleano. Vai ser um dia, um evento diferente que nós estamos promovendo pelo nosso CED. E nós queremos convidar você a participar, tá bom? Quando terminar o culto, QR Code vai ficar aí. Você pode rapidinho fazer a sua inscrição, participar. Eu sei que às vezes não dá para participar o evento todo, mas se você puder pegar um segmento, um pedaço da manhã ou um pedaço da tarde, eu tenho certeza absoluta que vai abençoar muito o seu coração. E é uma iniciativa nova que nós desejamos trazer todos os anos, tá bom? Nós tivemos um pedaço disso com o congresso do PEC e esse vai ficar marcado na nossa história. Tome na sua mão sua oferta, sua semente de gratidão nessa manhã. Pai, nós te louvamos, te agradecemos pelo privilégio de servir na tua casa, de ver o teu reino avançar a despeito de nós muitas vezes, mas também nos incluindo nisso. E uma das formas que nós nos incluímos nesse mover é semeando na tua obra. Nós não fazemos isso porque somos obrigados. Tu não nos obriga a isso. Nós fazemos isso porque o nosso coração te reconhece. É um coração agradecido, é um coração generoso. Recebe agora, Pai, a semente de gratidão que cada filho e filha deposita no teu altar. É paraa glória do teu nome que nós fazemos isso, no nome de Jesus. Amém. Amém. roupa do seu lugar, traga a sua semente aqui à frente. >> [música] >> เ >> [música] >> เฮ [música] เฮ [música] Aleluia! Glórias a Deus! Pode aplaudir bem forte. que é para o Senhor. Vamos ficar de pé, queridos. Já estamos encerrando. Depois de termos sido alimentados pela palavra de Deus, vamos orar ao Senhor na confiança de que o Senhor controla todas as coisas. Ele está no controle de tudo. tudo. Deus controla todas as coisas. E como ele está em você, está em mim, está na nossa vida, está na igreja, nós temos a garantia, a garantia da vitória, a garantia da bênção de Deus, porque nós adoramos o cordeiro de Deus. Quantos podem dizer glória a Deus? Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O único que é digno, que merece toda honra, toda glória, todo louvor e toda adoração. Curve a sua cabeça. Adore. Adore ao cordeiro de Deus. Adore a ele. Aleluia. Glórias ao nome do Senhor. Adore a ele. Nós vamos para casa agora e o único que é digno vai continuar na nossa vida. Ele vai continuar conosco. Aleluia. Vai continuar com você. João [roncando] sentindo no seu coração não havia quem pudesse abrir os os sete selos. Mas aí ele olhou e viu o cordeiro, aquele que morreu e ressuscitou. Esse vai abrir os sete selos. Aleluia. Esse controla todas as coisas. Esse tem dignidade. Esse é digno de morar no teu coração, morar na tua vida. Ele morreu por você. Ele é o Salvador. Ele tem a dignidade, merece ser louvado e adorado para sempre. O Senhor Jesus Cristo. Cristo. Aleluia. Você pode adorá-lo, você pode agradecê-lo, você pode chorar na presença dele, você pode sorrir, você pode saltitar, você pode comemorar, porque ele é o Salvador. Ele tem o controle de todas as coisas, ele controla todas as coisas e ele tem todo o poder nos céus e na terra. E todo joelho vai se prostrar, toda língua vai confessar o nome dele e vai reconhecê-lo, mas você já o reconheceu. E por isso, nessa manhã, ele prometeu: "Onde dois ou três estivessem no seu nome, ele estaria presente. Se dois na terra concordassem acerca de algo, ele responderia do alto: "O que ligarmos na terra terá sido ligado no céu." Pegue na mão da pessoa que está ao seu lado rapidamente, diga: "Eu concordo com a tua vitória e com a tua bênção nessa manhã. Eu ligo aqui na terra a tua bênção, a tua vitória. Eu não sei o que tu estás precisando, mas eu concordo. E agora nós vamos orar. E aquele que já entrou no santo dos santos nos céus, ele prometeu que realizaria em favor do seu povo e derramaria as suas bênçãos sobre nós, porque ele controla todas as coisas. Senhor, nós louvamos o teu nome. As tuas promessas estão lançadas no nosso coração, na nossa vida. O teu Espírito Santo está em nós. E nós nessa manhã queremos te adorar, te glorificar. Tu és o Senhor, tu és o Salvador, tu és a razão de tudo. Tu és o cordeiro de Deus que retira o pecado do mundo. Tu és aquele que morreu por nós, mas tu ressuscitaste e está vivo à direita do Pai. Só tu é digno, Senhor, de toda adoração e de todo louvor. E nessa manhã nós invocamos o teu nome para pedir a tua bênção sobre toda a tua igreja. Oramos, Senhor Deus, pedindo por milagres indisíveis, milagres impossíveis, situações que não podem ser resolvidas, mas nós cremos que tu és o Senhor. Tu és Reis dos Reis, tu és Senhor dos senhores. Por isso, o Senhor vem curar agora em nome de Jesus Cristo. Vem repreender essa enfermidade. Vem sarar as feridas [grito] da alma. Vem resolver os problemas. Vem restaurar casamentos. Vem abençoar famílias, vem trazer filhos que estão desgarrados, vem libertar das drogas, vem abençoar aqueles que não têm, Senhor Deus, com que se sustentar. Abençoa, Senhor Deus, todo o teu povo. Realisa esse milagre para testemunho e glorificação do teu nome. Assim nós te pedimos, Senhor, no nome de Jesus de Nazaré. E quantos podem dizer amém? >> Amém. Olhe pra pessoa que está ao seu lado e diga: "O Senhor te abençoa nessa manhã. Ele te abençoa nessa manhã. Ele é o teu Senhor. Ele é o Senhor dos senhores. Ele está acima dos reinos, de todos os reinos. E ele estabeleceu o reino de Deus no teu coração. E que a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus nosso Pai, a comunhão do Espírito Santo de Deus seja sobre você, minha irmã. Seja sobre você, meu irmão, seja sobre as nossas famílias e a igreja do Senhor espalhada por toda a terra. E aqueles que acreditam dizem: >> Deus abençoe. Vai em paz.
A história conta que Jerusalém não foi destruída... o sumo sacerdote Jedua... mostra para Alexandre Grande... ele decide não destruir a cidade de Jerusalém.
Problema: A narrativa de Alexandre e Jadua é relatada por Josefo, mas considerada lendária por muitos estudiosos. Apresentá-la como fato histórico pode passar uma impressão de certeza além do que as fontes sustentam.
Risco pastoral: Ensinar como fato incontestável uma tradição extra-bíblica pode enfraquecer a credibilidade do sermão caso os ouvintes pesquisem.
Sugestão: Dizer: 'A tradição judaica, registrada por Josefo, conta que Jerusalém não foi destruída...' em vez de afirmar como fato histórico comprovado.
Enciclopédia britânica diz desse jeito, que naquele dia 40.000 pessoas foram mortas dentro do templo. Quase 1 milhão de pessoas foram mortas.
Problema: Números elevados sobre as perseguições de Antíoco Epifânio variam nas fontes e são difíceis de verificar. Apresentá-los sem nuance pode ser impreciso.
Risco pastoral: Pode gerar desconfiança se os números forem questionados; também pode desviar a atenção do ponto teológico.
Sugestão: Citar as fontes e admitir variações: 'Fontes antigas falam de dezenas de milhares de mortos, embora os números possam ser exagerados'.
Essa dificuldade será quebrada, Senhor, sem o auxílio da mão humana?
Problema: A aplicação de Daniel 8:25 às dificuldades pessoais pode sugerir quietismo ou ausência de responsabilidade humana.
Risco pastoral: Pode levar pessoas a não agir, esperando intervenção divina sem fazer sua parte em decisões, oração e obediência.
Sugestão: Equilibrar: 'Deus pode intervir soberanamente, mas também nos chama a orar, agir e perseverar; nossa responsabilidade não anula a soberania de Deus'.
A melhor parte ainda está para acontecer e nós vamos escrever essa parte juntamente com Jesus.
Problema: A expressão 'vamos escrever essa parte juntamente com Jesus' pode dar a impressão de que a igreja é coautora do decreto soberano de Deus na história.
Risco pastoral: Pode inflar o papel humano e obscurecer a soberania divina na consumação.
Sugestão: Dizer: 'participamos como testemunhas e cooperadores, mas é Deus quem escreve e consuma a história'.
Momento de Ministração
O que ligarmos na terra terá sido ligado no céu... Eu concordo com a tua vitória e com a tua bênção nessa manhã. Eu ligo aqui na terra a tua bênção, a tua vitória.
Quem falou: não identificado
Problema: A citação de Mateus 18:18 é deslocada de seu contexto de disciplina eclesial e autoridade apostólica. Usá-la como fórmula para 'ligar' bênçãos pessoais sugere um mecanismo automático de decretar bênçãos, o que pode obscurecer a soberania de Deus.
Tem coisas que vão ser quebradas sem o esforço de mão humana. Descansa teu coração.
Equilíbrio bíblico: Deus é soberano e pode intervir milagrosamente, mas a Escritura também convoca à perseverança, oração, obediência e ação (Tg 2:17; Fp 2:12-13). Não promover passividade.
Desse número de 2300 já se criou tanta coisa que não aconteceu...
Equilíbrio bíblico: Evitar criar novas certezas interpretativas absolutas sobre números simbólicos; reconhecer a dificuldade e focar no propósito teológico (Deus limita o mal).
A história conta que Jerusalém não foi destruída... o sumo sacerdote Jedua... mostra para Alexandre... decide não destruir.
Equilíbrio bíblico: Distinguir claramente entre Escritura e tradição histórica, citando fontes com cautela para não equipará-las à autoridade bíblica.
Até quando? Posso dizer algo para você? Descanse... isso será quebrado sem o esforço da mão humana.
Equilíbrio bíblico: Aplicar a certeza do juízo de Deus sobre o mal sem transformar promessas específicas em garantias automáticas para cada problema pessoal.
Forte contextualização histórica da visão de Daniel 8, mostrando a correspondência entre profecia e história.
Tudo isso já está dito, já está descrito na Bíblia. Alexandre o Grande, ele se levanta e se torna um dos maiores conquistadores daquela época.
Impacto: Fortalece a confiança na veracidade bíblica e no governo de Deus sobre a história.
Ênfase clara na soberania de Deus sobre reinos e líderes humanos.
Não são os homens que governam, não são os reinos que governam. Reinos se levantam e caem, mas o nosso Deus permanece para sempre.
Impacto: Consola e orienta a igreja a confiar em Deus em meio a instabilidades políticas e sociais.
Contraste bem elaborado entre Alexandre e Cristo, apontando para o sacrifício de Jesus.
Esse homem derramou o sangue de milhões para exaltar seu único nome. Do outro lado, Jesus Cristo, nosso Senhor, derramou o seu sangue para exaltar milhões de pessoas.
Impacto: Mantém a centralidade do evangelho e do sacrifício de Cristo em um sermão histórico-profético.
Aplicação pastoral da pergunta 'até quando?' convida ao descanso e à esperança.
Até quando eu vou passar por essa dificuldade? Descanse, porque tem coisas que vão ser quebradas sem o esforço de mão humana.
Impacto: Oferece conforto e encorajamento à igreja, embora precise de equilíbrio com responsabilidade humana.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Alta fidelidade bíblica: Daniel 8 foi exposto com seriedade e correspondência histórica correta. A penalidade deve-se à atribuição incorreta do episódio do fogo no altar a Eliseu (quando foi Elias) e a alguns dados históricos apresentados sem ressalvas.
Hermenêutica
Hermenêutica geralmente sólida: respeita o gênero apocalíptico-simbólico e a tipologia profética. A interpretação de 2.300 tardes e manhãs é apresentada como certeza, ignorando a complexidade do texto, o que reduz um pouco a nota.
Precisão Teológica
Doutrinariamente preciso: enfatiza a soberania de Deus, a veracidade das Escrituras e a obra de Cristo. Não nega doutrinas essenciais. Algumas aplicações pessoais e a citação do 'ligar bênçãos' no momento de ministração não comprometem o conteúdo principal, mas merecem cautela.
Compreensão Contextual
Excelente contextualização histórica do período intertestamentário e dos impérios. Pontos negativos: a narrativa de Alexandre e Jadua é apresentada como fato histórico sem reconhecer seu caráter lendário, e números podem ser imprecisos.
Aplicação Prática
Aplicações práticas saudáveis: confiar na soberania de Deus, vigilância contra o engano e descanso na esperança. Penalização leve pela possível sugestão de quietismo na aplicação de 'sem esforço de mão humana'.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes. O conteúdo é coerente com o evangelho, conecta a história à obra de Cristo e menciona seu sacrifício. A ausência de apresentação evangelística completa não penaliza, pois o público é crente.
Risco de Eisegese:
Pouca eisegese: não há invenção de significados de palavras ou distorção grosseira. A aplicação de Daniel 8:25 a lutas pessoais e a confusão entre Elias e Eliseu constituem problemas menores, mas não eisegese grave.
Risco de Heresia:
Risco de heresia muito baixo: não há violação das doutrinas essenciais nem ensino transacional ou manipulação. O único ponto arriscado ocorre no momento de ministração, com a fórmula de 'ligar bênçãos', mas não reflete o conteúdo do sermão.
Tema principal:
A visão do carneiro e do bode em Daniel 8: a soberania de Deus sobre a ascensão e queda dos impérios, com aplicação à vigilância, esperança e descanso no governo divino.
Tom pastoral:
Expositivo e didático, com forte contextualização histórica e arqueológica, encorajando a confiança na soberania de Deus e a vigilância diante do engano.
A visão do carneiro e do bode apresenta simbolicamente a transição do império Medo-Persa para o império grego.
Suporte: Leitura de Daniel 8:1-8; explicação do carneiro com dois chifres como Medo-Pérsia e do bode com chifre notável como Grécia.
Textos:
O chifre notável do bode representa Alexandre, o Grande, e sua conquista extraordinariamente veloz.
Suporte: Comentário sobre o bode que vinha sem tocar o chão e o chifre notável entre os olhos; comparação com a história de Alexandre.
Textos:
A quebra do grande chifre e o nascimento de quatro chifres representam a morte prematura de Alexandre e a divisão do reino entre quatro generais.
Suporte: Versículo 8 explicado; referência aos quatro generais Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco.
O chifre pequeno que cresce e profana o santuário prefigura Antíoco Epifânio e, tipologicamente, o anticristo futuro.
Suporte: Versículos 9-12; descrição da profanação do templo por Antíoco Epifânio.
Textos:
As 2.300 tardes e manhãs indicam um limite divino para a perseguição, ensinando que Deus controla o tempo da desolação.
Suporte: Versículos 13-14; explicação de quase seis anos e meio e purificação do templo.
Textos:
A visão convida à confiança na soberania de Deus, vigilância contra o engano e descanso, pois o opressor será quebrado sem esforço humano.
com ressalvas na aplicação
Suporte: Versículos 25, 27; aplicação pastoral sobre soberania, vigilância e descanso.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto simbólico e histórico; identificação dos animais com impérios e de Alexandre é bem fundamentada.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo.
Leitura Sugerida
Manter a leitura histórico-profética, ressaltando o caráter simbólico da visão.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto da visão; identificação do chifre pequeno com Antíoco Epifânio e aplicação tipológica ao anticristo é legítima na tradição.
Questões Exegéticas
A interpretação das 2.300 tardes e manhãs como 2.300 dias literais é uma leitura possível, mas debatida; apresentar como fato absoluto pode não refletir a dificuldade do texto.
Leitura Sugerida
Reconhecer as diferentes leituras (dias literais, 1.150 dias, período simbólico) e enfatizar que o ponto principal é o limite divino da desolação.
Uso Contextual
Usado para concluir que o opressor será quebrado sem esforço de mão humana; aplicação às dificuldades pessoais é feita por analogia, mas deve ser feita com cuidado.
Questões Exegéticas
O versículo se refere ao opressor escatológico/histórico (Antíoco/anticristo), não diretamente às lutas pessoais do crente; aplicar como promessa geral pode sugerir passividade.
Leitura Sugerida
Aplicar à certeza de que Deus julga o opressor e vindica seu povo; não prometer ausência de esforço humano nas dificuldades pessoais.
Uso Contextual
Resumo correto da estátua e dos quatro reinos; usado para contrastar a visão humana com a divina.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo.
Leitura Sugerida
Manter a correlação com os impérios históricos.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar como Deus enxerga os impérios como feras; a identificação do leopardo com a Grécia é adequada à tradição.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo.
Leitura Sugerida
Manter a leitura simbólica dos animais.
Uso Contextual
A alusão ao episódio do fogo no altar como exemplo de que Deus age quanto maior a dificuldade é legítima como ilustração.
Questões Exegéticas
O pregador atribui repetidamente o episódio a Eliseu, mas o profeta que desafiou os profetas de Baal é Elias.
Leitura Sugerida
Corrigir a identificação para Elias e usar o texto como ilustração, preservando a precisão bíblica.
Uso Contextual
Usado corretamente para refutar a datação da volta de Cristo e ensinar vigilância.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo.
Leitura Sugerida
Manter a ênfase na imprevisibilidade da volta de Cristo.
Uso Contextual
Usado corretamente como pano de fundo histórico: o grego koiné era a língua franca, o que explica a comunicação no Pentecostes.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo.
Leitura Sugerida
Manter a correlação histórica.
Diagnóstico geral:
Boa com ressalvas
Corrigir a atribuição do episódio do fogo no altar de Eliseu para Elias (1 Reis 18).
Citar tradições históricas extra-bíblicas, como a de Alexandre e Jadua, com a devida ressalva de que são tradições, não fatos bíblicos comprovados.
Evitar números históricos sem fonte e reconhecer a variação nas fontes antigas.
Apresentar as interpretações sobre as 2.300 tardes e manhãs de forma mais matizada, reconhecendo a dificuldade do texto.
Equilibrar a aplicação de Daniel 8:25 com a responsabilidade humana, para não sugerir quietismo.
No momento de ministração, evitar a fórmula de 'ligar bênçãos' com base em Mateus 18:18, que pode sugerir manipulação da soberania de Deus.
Manter a forte ênfase cristocêntrica e na soberania de Deus, que são destaques positivos do sermão.
Resumo em uma frase:
Exposição histórica bem articulada de Daniel 8, com forte ênfase na soberania de Deus e boa contextualização, mas com ressalvas quanto a dados históricos, atribuição incorreta de Elias e algumas aplicações pessoais.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Pentecostal Clássico (Assembleia de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.