ADVEC
07 de outubro de 2026
44min
524 visualizações
Nota deste sermão
70
de 100 pontos
É um sermão pentecostal encorajador, ancorado em Ezequiel 37, mas que precisa de equilíbrio por conter extrapolações prosperistas, declarações quase técnicas e algumas imprecisões exegéticas.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo)
Análise gerada por IA em 12 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
Somos a Assembleia de Deus Vitória em Cristo — a Igreja da Palavra! Nossa missão: Pregar a Palavra de Deus Ganhar vidas para Cristo Fazer discípulos Promover a unidade Glorificar a Deus INSCREVA-SE NO NOSSO CANAL E JUNTOS FAÇA PARTE DA FAMÍLIA ADVEC! ? Semeie em Terra Fértil: https://www.advec.org/ofertar ? Entre no nosso Canal no Telegram: https://www.advec.org/telegram ? Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/advecoficial ? Curta nossa Página no Facebook: https://www.facebook.com/advecoficial Agradecemos aos nossos colaboradores e voluntários pela dedicação. #SomosUm | #CultoAoVivo | #advecsede
Paz do Senhor, irmãos. >> Amém. >> Quantos estão felizes? Diga: Glória a Deus. Deus. >> Glória a Deus. >> Abre a sua Bíblia, por gentileza. Ezequiel, capítulo 37. Livro do profeta Ezequiel, capítulo de número 37. Eu quero agradecer a Deus pela oportunidade de estar aqui, é óbvio, mas também deixar aqui registrado minha gratidão ao pastor Silas, ao pastor Silas Filho, que me concedem a oportunidade de estar aqui falando para vocês. Para mim é uma honra, uma alegria e um desafio também, né? Sempre é, né? Quero também apresentar para vocês agora, eu tô com a última caixa, graças a Deus, de maio para cá, a gente bateu o recorde de venda do livro Avivamento de Honra, né? Esse livro foi prefaciado pelo pastor Jarmut Jordão, eh, que foi um grande incentivador para que eu pudesse escrevê-lo e tem abençoado muitas pessoas, tem transformado a vida de muitas pessoas e eu tenho recebido inúmeros retornos com relação aos resultados, né, de uma vida prática daquilo que se aprende pode gerar. E eu tenho certeza que não será diferente na vida daqueles que tm o interesse de buscar o conhecimento sobre esse assunto que é tão importante. sobre esse assunto que é tão importante. Avivamento de honra, né? É um avivamento nessa área de liberalidade, generosidade, que a gente acredita que Deus tem estabelecido um tempo novo paraa nossa vida e tem a intenção de derramar muita riqueza e prosperidade no meio do seu povo. E ninguém pode chegar a esse nível de prosperidade se não entender o que é honra. E honra não é dinheiro, né? Oferta não é dinheiro. Oferta não é dízimo, né? Oferta é honra de um coração rendido ao Senhor. Então eu vou estar ali, tô com algum e só. Vai ser uma bção poder te receber. Ezequiel capítulo 37. Você achou? Diga amém. amém. >> Amém. >> E veio sobre mim a mão do Senhor e o Senhor me levou em espírito e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. Me fez andar ao redor deles e que eram muito numerosos sobre a face do vale e estavam sequíssimos. Repita comigo, sequíssimos. e me disse: "Filho do homem, poderão viver estes ossos?" E eu disse: "Senhor Jeová, tu sabes." Então me disse: "Profetiza sobre esses ossos e dize-lhes: Ossos secos ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Jeovara estes ossos: que farei entrar em vós o espírito e vivereis. Poi nervo sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele, porém em vós o espírito e vivereis e sabereis que eu sou o Senhor. Então eu profetizei como se me deu ordem, e houve ruído enquanto eu profetizava, e eis que se fez um reboliço e os ossos se juntaram osso ao seu osso. Olhei eis que vieram nervo sobre ele, cresceu carne, estendeu a pele por cima, mas não havia neles o espírito. E ele me disse: "Profetiza ao espírito, profetiza ao filho do homem e diz ao espírito: Assim diz o Senhor Jeová: Vem dos quatro ventos, [roncando] ó Espírito e ara sobre esses mortos para que vivam. Eu profetizei como ele me deu ordem." Então o espírito entrou neles, viveram e se puseram em pé. um exército grande em extremo. Então me disse: "Filho do homem, esses ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: "Os nossos ossos se secaram, pereceu a nossa esperança, nós estamos cortados". O livro de Ezequiel tá dentro de um período muito difícil para a história dos judeus, que é o cativeiro babilônico, né? O cativeiro babilônico, ele mudou a história não somente do povo presente, mas de toda a realidade do povo de Israel no futuro. Foi um período muito difícil. Por quê? Porque houve uma grande, mas uma grande destruição na cidade e isso acabou gerando consequências direta ao povo e também aqueles que permaneceram. Nós temos aí o livro de Neemias, o livro de Esdras, nós temos o livro de do profeta Jeremias também que é contemporâneo. Jeremias começou a profetizar antes, nos mostrando que Deus de fato queria evitar de todas as formas o cativeiro. E não é à toa que o próprio Deus enviou profetas como Jeremias para o tempo todo alertar, direcionar, mas eles não ouviram. No capítulo de número sete do livro do profeta Jeremias, ele fala uma coisa que nos dá a entender. Por que que o povo ficou tão duro a palavra de Deus? Por que que ele ficou tão duro, insensível ao que Deus estava falando? Porque a Bíblia diz que toda vez que Jeremias se levantava para profetizar contra a cidade de que a cidade seria invadida e sitiada, o texto nos diz no capítulo número sete de Jeremias que o povo dizia: "Não, templo do Senhor, templo do Senhor". Eles acreditavam que Deus nunca permitiria que a cidade fosse enviada por causa do templo. Então, na verdade, eles confiavam mais na estrutura do templo do que no deus do templo. Então, eles passaram a ficar tão religiosos que para ele culto se tornou algo normal, comum, como se fosse simplesmente uma reunião social. E aí Deus falou assim: "Já que vocês estão duros o suficiente e vocês não ouvem a minha palavra, eu tenho que colocar vocês num lugar aonde vocês estejam suficientemente vulneráveis e sensíveis ao ouvir a minha voz". Então, o problema é que vocês estão se sentindo muito seguro no lugar que vocês deveriam estar buscando a minha face. E o problema é que vocês já não me amam mais. Vocês não mais o templo. Vocês acreditam mais que existe alguma sorte em vir aqui do que de fato ter a sede de ter uma relação comigo. E aí, irmãos, tem uma coisa muito interessante, é que existe um problema em nós. A gente pode entrar nootismo, o automatismo, tão grande que pra gente o culto e as coisas que estão envolvidas no culto se torna religiosa. Então a gente acredita que a gente vai ter mais sorte de vir com uma quantidade maior de culto. E aí a gente começa a dar mais atenção ao culto do que tem quem tá sendo propriamente cultuado. E às vezes a melhor forma de Deus tratar quem tá muito duro, religioso demais para ouvir a sua voz, o seu mandamento, a sua relação com ele, ele vai colocar numa situação aonde essa pessoa se torne suficientemente dependente de ouvir uma palavra, de uma direção, de um destino. Por quê? Porque todas as vezes que nós nos tornamos eh muito religiosos, Santa Ceia vira petisco, batismo vira banho e culto vira reunião e encontro social. E quando isso acontece, Deus tem que enviar a sua palavra para restabelecer um tempo de avivamento, de olhar para dentro de si mesmo. Mas como que a gente vai olhar para dentro de nós mesmos se estamos nós muito envolvido com distrações que estão nos levando a ficarmos duros e insensíveis? Então Deus, por sua vez falou: "Já que você não me ouvem aqui, eu vou ter que colocar vocês numa situação em que vocês estejam prontos, sensíveis, preparados para ouvir a minha voz". E aí a Bíblia fala que Ezequiel vive esse momento porque ele se torna profeta dentro do cativeiro babilônico, porque ele faz parte dos judeus que foram transportados e deportados para Babilônia na segunda leva da invasão, da expansão do reino babilônico. E nesse nesse nesse meio foram com eles 10.000 judeus. E aí quando Ezequiel chega na Babilônia, quem já tá lá é Daniel. Só que Daniel foi escolhido e selecionado para est estar na presença do rei, na corte, no palácio, no alto escalão da política da Babilônia. Enquanto isso, está Ezequiel junto ao rio Quebar, no meio dos exilados. E se você quiser ver o que tá acontecendo no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, como está no capítulo de número um do livro do profeta Ezequiel, é só você ler o que está escrito em Salmos 137, quando ele diz: "Junto aos rios da Babilônia nos assentamos e choramos lembrando-nos de Sião, né? E no meio, né, nos salgueiros, no meio que está no meio dela, pendurava as nossas arpas. E aquele que nos destruíram nos pediu uma canção, aqueles que nos levaram cativeiro, falava: "Alegrem-se". Mas como que nós vamos cantar se estamos longe da cidade? Parece que Deus já tá começando a trabalhar no coração do povo enquanto todo mundo tá pendurando as suas arpas, né? Talvez aí numa numa linguagem mais abrasilirada, né? pendurando a sua chuteira, dizendo: "Acabou, ponto final, pra gente não tem mais jeito." Aí Deus resolve abrir os céus para chamar Ezequiel para ser um ponto de esperança no meio de um povo que não tem mais esperança. Porque enquanto todo mundo tá desistindo, Deus está vocacionando, Deus está redirecionando, dando um novo destino. Deus tá pegando os planos, os planos pessoais de Ezequiel e tá dizendo: "Tô rasgando na tua frente e agora vai começar o meu plano." Mas Senhor, eu me preparei a minha vida toda para ser sacerdote, a minha história de sacerdote, a minha casa de sacerdote. Aí Deus falou: "Não, não, não. Eu não preciso de um sacerdote, porque sacerdote fala dos homens para mim, o profeta fala de mim para os homens." E tem hora que Deus rasga os nossos projetos pessoais por causa da necessidade do momento. Talvez Deus só permitiu que você estudasse tanto para ser o que você desejou, até para não deixar você ocioso demais e muito vulnerável. Mas isso não quer dizer que Deus vai fazer até o final aquilo que você planejou. Porque melhor do que viver os seus sonhos é viver os sonhos de Deus. Melhor do que você viver os seus projetos é viver os projetos de Deus. Melhor >> é melhor, muito melhor. Só que, cara, para para pensar comigo aqui. Se Ezequiel era sacerdote, a mentalidade dele ainda tá presa às ideias de sacerdote. E aí, no capítulo de número 37, nós temos uma descrição daquilo que parece ser desafiador para o próprio sacerdote, para o próprio Ezequiel, para o próprio profeta. Por quê? Porque Deus vai pegar um cara que foi estudado, modelado e para ser sacerdote colocou ele no meio de um cemitério a céus abertos. Lembra da parábola do samaritano que Jesus conta para dar uma instrução e uma lição pro doutor da lei que perguntou com ele sobre quem era meu próximo? Jesus falou que descia o homem de Jerusalém para Jericó. E o texto diz que enquanto ele tá descendo, foi pego no meio do caminho por homens. E o texto diz que roubaram. Parecia até o Rio de Janeiro. Assaltaram, deixaram ele quase morto. E o texto diz que veio da mesma direção, saindo do mesmo culto, talvez receberam a mesma palavra, receberam a mesma bção apostólica. Aleluia. Tô conjecturando aqui, a gente sabe que não é isso. Receberam tudo. E o texto diz que vem o levita, passa largo. Vem o sacerdote, passa largo. Agora, por que que o sacerdote tá passando a largo? Porque o homem parece está morto, mas não está. Ele julga que o homem está morto por causa do estado do homem, mas só quem sabe se o homem está morto ou não é o samaritano que tá livre da religiosidade e se aproxima para identificar, porque não dá para saber que alguém tá morto de longe. Para de dar atestado de óbito para quem ainda tá vivo. >> Quando outico caiu do terceiro andar, todo mundo tava desesperado dizendo: "Tá morto". Aí Paulo falou: "Não, a alma ainda está lá. Só precisa de um abraço, só precisa de uma mão estendida, só precisa de ajuda. Ô meu Deus! Ô glória! Aleluia! Eu não sei você, mas precisamos entender isso. A religião não afasta as pessoas de nós, afasta a gente das pessoas. pessoas. Esse é o grande problema. E a Bíblia diz: "Pensa na cabeça de Ezequiel". Aí você diz assim: "Mas pastor Rafael, tem um problema. O quê? é uma visão. E por ser uma visão, não é algo que transcorre no mundo natural. Então, não existe um vale aqui necessariamente e também não existe ossos aqui. Tá tudo bem? Mas aprenda uma coisa, um arrebatamento de espírito não tira o conjunto de ideias da subjetividade do indivíduo da visão. Porque o fato de ser uma visão não quer dizer necessariamente que não esteja vivendo o drama da visão. Eu vou te falar isso, tá na Bíblia. A Bíblia fala que em Apocalipse capítulo número 5, João foi arrebatado na ilha de Pátimo. Todo mundo sabe, visão das sete igrejas, depois o capítulo 4, a visão do trono, o capítulo número cinco, a Bíblia fala que uma porta se abre, ele sobe e ele vê uma coisa que deixa ele abismo. Por quê? Ele viu um livro, um rolo selado com sete selos escrito por dentro, por fora. E o texto diz que um anjo bradou: "Quem é digno de abrir o livro e desatar os seus sete selos?" Ninguém foi achado no céu, nem na terra e nem debaixo da terra. E o texto diz: "E eu, disse João, e eu chorava muito". Como é que o cara chora no céu, irmão? Como é que o cara consegue chorar? Como é que esse João consegue chorar estando no céu? Como é como é como a glória faz ele chorar? É porque ele está arrebatado lá, mas a mente dele ainda tá presa aos valores da sua humanidade. Então, ele está preso aos seus valores. Quando Deus leva Ezequiel no meio do vale, Deus está dizendo: "Eu vou lá, vou te confrontar, mas aprenda, eu não tô te levando para te contaminar pela morte, eu tô te levando para contagiar pela vida que sai da tua boca". Glória a Deus. [risadas] >> E aí você diz assim: "Tá bom, pastor". Então, eh, Deus está levando ele no meio de um vale cheio de ossos, um cemitério e ar livre. Mas se você retroceder capítulo de número três, versículo número 25, 26 do próprio livro de Ezequiel, você vai perceber que não é a primeira vez que Ezequiel esteve num vale. Não foi primeira vez Deus falou para ele pessoalmente: "Levanta-te e desce ao vale, porque lá eu falarei contigo". Ele se levanta, desce e quando ele chega lá, ele vê a glória que estava com ele no no rio Quebar. E o texto diz que ele caiu como morto, caiu diante de si sobre as pé. Eu tiro que o espírito entrou nele, ele se colocou de pé e Deus falou com ele. Isso quer dizer o quê? é que antes de Deus levar ele para pregar para uma multidão num vale, Deus levou ele pro particular no vale sozinho. sozinho. >> Porque a tua autoridade é construída com base nas experiências que você tem com Deus. Deus. Porque ninguém vai te ouvir no vale se você ainda não teve uma experiência particulare. Se você ler o texto do capítulo 3, versículo 25, 26, você vai perceber que Deus falou para ele: "Vai pra tua casa e tranca-te". Só isso. Isso quer dizer Deus, Deus não podia falar com ele na casa. Isso é algo tão simples. É por que que Deus tem que levar alguém pro vale, para uma topografia que é na verdade nada mais nada menos do que montanhas do lado, uma depressão no meio, um lugar que o vento não acessa com facilidade. E aí você para para pensar, por que que Deus vai levar lá? Não sei. É porque talvez ali é o único lugar aonde todas as distrações não vão conseguir capturar a sua atenção e ele vai conseguir ouvir a voz de Deus. Tem hora que a gente para ouvir e entender a mensagem de Deus tem que descer na casa do olheiro. E o problema é que a gente acha que Deus tem que falar com a gente onde a gente acha que ele tem que falar. Ah, irmãos, mas eu dou graças a Deus porque você não quis que Deus falasse na sua casa. Você veio aqui para atender o convite dizendo: "Eu quero [grito] ouvir a tua voz". >> Você tá entendendo porque que Deus está te levando a essas circunstâncias que parecem ser desafiadoras? É porque na verdade no primeiro vale Deus falou com ele, no segundo vale Deus falou por intermédio dele. >> Você entendeu agora? Hã? Porque tem horas que a gente passa por circunstâncias que parecem totalmente desproporcionais, mas na verdade Deus tem um propósito com base na sua vontade. Porque às vezes para Deus preparar um Moisés para caminhar no deserto com o povo, tem que deixar ele sozinho 40 anos lá. Então, quando Moisés entra no deserto, ele tá dizendo: "Eu já conheço esse lugar". lugar". [risadas] [risadas] E é aqui que você tem que entender que o que Deus está te dando não é uma dor, é um ministério. >> O que Deus está te dando não é uma porta fechada, é uma autoridade. O que Deus está te dando não é um problema. Deus está te dando uma forma de ter autoridade, lugar de fala onde você estiver. >> Ô, glória a Deus. Meu Deus do céu. Mas aí você tá dizendo, Senhor, mas por que que eu tô passando essa depressão? Deus tá dizendo, eu tô permitindo. Por quê? Porque na verdade um dia eu vou te usar como aquele que resgata a gente do poço. >> Alguém aí já teve a sensação que às vezes tem lutas que são desproporcionais ao contexto que nós estamos passando? Você nunca passou por isso, não, né? Eu tava em Lisboa pregando na nossa igreja e aí eu fui comer lá no no shopping. Oló que loucura que aconteceu comigo, pastor. Eu tô lá comendo, rapaz. Tô lá, comprei meu pratinho de picanha, feliz porque era só 5€ felizão. Falei: "Cos você compra prato de picanha?" Aí eu fui lá, então lá eu tranquilo. Quando eu peguei o prato, pastor Dilton que tinha do lado esquerdo, do lado direito, tinha dois grupos de pessoas. Do lado direito, o pessoal até para comer, eles viravam a cabecinha de tão educado que eram. Bebia o copinho, bebia assim de ladinho. Desse lado de cá tinha uma família só, mas dividida em cinco núcleos e estavam em cinco cadeiras. Os filhos estavam em cima do sofá do shopping, jogando copo de carta e brincando de bolinha um com o outro. uma bagunça. Falei, vou para cá, eu vou para cá. Falei, acho que eu vou para cá que parece mais com meu pomado. Fiquei aqui, sentei, tô lá parado, sentado, tranquilo. Daqui a pouco eu olhei, tinha um cara todo de preto, cara. Mas todo de preto mesmo, de boné preto. Boné, aquele boné chapeuzão que igual antigamente da Assembleia de Deus, chapeuzão preto, todo de preto, sapato preto, blusa preta, calça preta, terno preto, tudo preto. Um barbão desse tamanho assim, ó. maior que a tua, pastor Fredo. Grandon assim, preta, mas pretinha, pretinha, pretinha. Eu olhei assim, eu falei: "É judeu". Só que eu fui reparando, eu vi que não era porque tinha, não tinha aquela, tinha aquele aquela, aquela roupa com as pontinhas, né? Falei: "Não é judeu não." Só que aí não era judeu, mas eu fiquei curioso para saber porque eles tinham uma eles tinham uma um estereótipo diferente de manchadas assim com com um rosto, um nariz diferente. E eu tô lá olhando, tô lá tranquilo, comendo meu pratinho de picanha. De repente fui atingido na cabeça. cabeça. Eu fui atingido na cabeça, mas uma coisa bateu na minha cabeça assim. Eu virei uma moeda de 1 € bateu na minha testa. Quando eu olhei pra frente, o menino que era o filho do cara todo de preto jogou uma moeda de 7 m e acertou a minha cabeça. cabeça. Eu pensei: "Esse menino tá achando que eu sou o quê?" Golias. Eu Eu olhei assim, o cara português veio chegar para mim e falou assim: "Posso perdão, perdão, perdão, perdão." Tentando se explicar, pastor, tentando se explicar. Perdão, perdão. Eu peguei a moeda de um de um euro numa calmaria, irmão. Peguei a moedinha de 1 €o na maior calmaria, entreguei na mão dele. Todo mundo ficou esperando eu fazer um prata de um de um de um escândalo. Aí peguei a moeda, dei para ele e falei assim: "Cara, fica tranquilo, toma aqui. Moro no Brasil, no Rio de Janeiro, e de vez em quando a gente é atingido por coisas perdidas lá. Ah, mas ele entendeu a piada Rio. Aí eu virei e falei assim: "Rapaz, o que me assusta não é saber que tinha uma moeda que bateu na minha cabeça, saber que o dinheiro voa na Europa e eu não trouxe uma gaiola para prender ele." Aí tranquilo, ele virou as costas, riu demais, me agradeceu pela gentileza e a família toda foi se aproximando de mim. Aí eu já sabia que o cara não é judeu. Joguei um verde para saber. Falei: "Tu é judeu?" Ele: "Eu não sou judeu não, mas você é servo do meu Senhor Jesus Cristo." Aleluia. um montão de código na minha cabeça. Falei: "Da onde você tirou isso, irmão?" Aí ele falou assim: "Cara, o teu semblante quando você falou, >> eu vi que isso não era uma resposta comum. Só podia vir de alguém que conhece o Jesus que eu sirvo." >> Aí eu falei: "Agora você me deixou encabulado." Ele: "Nós somos ciganos." E eu falei: "Cigano, vivendo e aprendendo. Nós somos uma família de cigano e esse aqui é o meu pastor. Ele tava na minha frente. Aí ele virou para mim: "Pastor, senhor da onde?" Eu falei: "Do Brasil, do Rio de Janeiro." Ele: "Que bom te conhecer aqui, rapaz". Tudo bem? Falei: "Tudo bem". Então, você sabe por que eu tô aqui? Eu falei: "Por quê?" "Porque eu trouxe ele para conversar com ele, para convencer ele a largar a giotagem". Eu falei: "Como assim?" É porque o meu povo não tem crédito com banco. banco. Então dentro do nosso povo se levanta gente com dinheiro para emprestar juros. Então ele ganha muito dinheiro e eu não concordo com essa prática. Então para batizar ele, eu só batizo se ele renunciar a essa prática. Aí foi falar logo com aí e toma lhe oferta, toma dízimo, toma generosidade, honra, liberalidade, toma, toma. Meia hora ele começou a chorar. Ele olhou pro pastor e falou: "Pastor, a partir de hoje eu vou largar tudo, quero me batizar amanhã." [aplausos] Aí eu virei para que? Por que que você tá tomando essa decisão assim, rapaz? O meu filho teve que acertar uma moeda na tua cabeça. Você é do Brasil, do Rio de Janeiro, tá aqui como pastor pregando. Não existe coincidência. Isso é propósito de Deus. Vou te falar, tem hora que a gente não sabe porque que passa por algumas situações, porque talvez não tem a ver com você, tem a ver com quem que você vai se encontrar no caminho. Quando você entregou a sua vida para Jesus, você falou: "Senhor, me usa". Só que para te usar, às vezes tem que te colocar no cárcere interior para você para dar. [grito] Não te faça nenhum mal, crê no Senhor Jesus e será salvo tu e a tua casa. Olha pra pessoa que tá até lá, diga assim: Deus tá te dando autoridade. [risadas] Deus tá criando circunstâncias para você ter experiência com ele. [risadas] [risadas] >> E um dos maiores desafios é a gente entender o nosso momento, porque às vezes a gente tá passando por algo que tá nos preparando para algo muito maior, muito mais relevante, muito mais grande horroroso na frente. E aí a Bíblia diz no capítulo de número 37 ainda que o próprio Deus, aleluia, pega ele, leva ele, porque no primeiro vale ele convida, no segundo ele leva. Qual é a diferença? É porque no primeiro é treinamento. Para treinamento Deus te convida. Mas depois de você treinado, aí é obrigatório. Ele pega você e leva. Porque Deus investiu muito tempo em você >> para você pensar que você pode fazer o que quer e ir para onde você quer. Aí Deus, já que você não consegue ir sozinho com as tuas pernas, eu pego com a minha mão e levo você. Mas eu não quero ir, Jeová. Mas vai, [risadas] mas vai. Ah, eu não posso, mas vai. Não tenho tempo. Não tem problema não. Fecha as portas. Tem problema nenhum. Fecha as portas. Aí a Bíblia diz que Deus vai, levou ele e ele chega lá. O problema é que diferente desse agora quem ele tá vendo caído não é ele. Agora que ele tá vendo caído são ossos que um dia foram corpos. E aí o interessante é que Deus começa a dizer para ele algo interessante, não falar, mas levar ele. O texto diz que Deus fez ele andar ao redor dos ossos e ele percebeu que estavam sequíssimos. Estavam o quê? >> Sequíssimos. superlativo absoluto no português é isso. No hebraico seria é seco mais seco como santo mais santo. São é qu superlativo sequíssimo. O Dr. Russ Normachamp no seu comentário, versículo por versículo, diz uma coisa interessante, é que se essa visão fosse real, real, os ossos estariam num estado tão fragilizado que se botasse o pequeno toco nele quebraria. Isso quer dizer o quê? é que a exposição ao tempo ao tempo foi fazendo com que ele perdesse sua densidade e a sua propriedade mais dura, mais sólida. Quando a Bíblia diz que o que ele vê que os ossos estão sequíssimos, Deus faz uma pergunta para ele. Eu posso partir desses ossos secos, deteriorados pelo tempo. Eu posso trazer vida novamente? Aí ele falou: "Senhor, a coisa tá tão complicada que eu não consigo nem te dar uma opinião sobre isso". E aí fica a dica, cuidado para que você não fique não fique surdo para o que Deus está falando por aquilo que você está vendo. Porque aquilo que está você tá vendo, pode te deixar surdinho porque Deus está falando. Porque Deus não veio aqui para falar a linguagem do vale. Deus veio aqui para falar a linguagem dele. >> A linguagem do vale não tem mais jeito. A linguagem do vale não tem mais condições. A linguagem do vale não tem mais probabilidade de melhor que a linguagem de Deus tem sim. Aleluia. [risadas] [risadas] Porque pode ser que a tua vida esteja numa situação tão complicada que a única linguagem que você entende é: não tem mais jeito pro casamento, não tem mais jeito pra empresa, não tem mais jeito pra minha vida emocional, não tem mais jeito pra minha vida financeira. Deus está dizendo: "Essa é a linguagem do teu caso, mas a linguagem que vem [grito] do seu é diferente." >> Ô, glória a Deus. Só que você tem que parar para pensar que os ossos estão sequíssimos. Repita comigo de novo aí. Sequíssimos. >> Sequíssimos. >> Você já não sei se você já prestou atenção nisso dentro do contexto bíblico nas circunstâncias, principalmente na vida do patriarca Abraão. Deus às vezes permite chegar no limite do limite. Eu viu isso? Não entendi, pastor. É como assim? O que o que o o que eh tá tá tentando descrever é que assim, ao leve toque vai quebrar. Ou então o que Deus está dizendo? Ezequiel poderia dizer: "Senhor, deixa que eu monte aqui de que eu vou montar. Eu sou bom de eu sou bom de anatomia humana, eu vou montar." Deus falou: "Não pode montar não, porque se você botar a mão vai estragar mais ainda, vai ficar pior." Tem coisa, irmão, que não é para você colocar a mão, que se tentar colocar a mão piora. Não, não, não tem como, piora. Aí Deus falou assim: "Não, sequíssimo é, está quase quase no quase quebrando, mas não quebrou. Quase, mas não quebrou. Quase." E existem coisas que a gente tem que entender que Deus às vezes ele permite o limite para propagar o nome dele. Porque que a Bíblia diz e eles saberão que eu sou o Senhor? Então, Deus falouando, eu tô levando eles lá para que eles possam saber quem eu sou em autoridade. >> E às vezes para você conhecer o Senhor da autoridade, você tem que chegar no limite do limite. Deus falou, Deus falou para Abraão, Abraão, ainda, Abraão, sai do Abraão, Abraão, ainda, Abraão, sai do meio da tua terra, da tua parentela, eu vou te fazer um de uma grande nação. Só que a mulher dele já era estéril, Sarai. E não sei se você já recebeu promessas que não tm nada a ver com o presente contexto da sua vida. Ela não se encaixa nem pela na frente, atrás, esquerda, direita, frente, trás, não encaixa. Por toda a promessa de Deus tá baseada na realidade dele e não na realidade da sua vida. vida. >> Aleluia! >> É, parece uma loucura. Parece até que Deus não tá falando. Na verdade é que se você tentar encaixar o que Deus falou com você na sua vida hoje, não encaixa. É porque na verdade você tá se vendo hoje, mas ainda não se viu amanhã. >> Aí Deus falou para ele: "Tu vai ser pai de uma grande nação". Aí todo mundo sabe que ele tentou dar um jeitinho com com Ismael. Ismael. Não deu muito certo. No capítulo número 17, Deus falou para ele: "Rabrão, eu tenho um concerto contigo. Farei de você uma grande nação. Eu não desisti do projeto. Mas do capítulo do capítulo 12, capítulo 17, se passaram 24 anos. Quantos anos? 24, cara. É tempo demais. Aí Deus falou para ele: "Eu vou mudar o teu nome de Abraão para Abraão". E todo mundo sabe que Abraão é pai exaltado. Abraão é pai de muita gente. Não tinha cartório naquela época para oficializar a troca de nome de alguém pro documento. Então, a partir do momento com uma autoridade maior do que a teu pai. E aprende isso aqui. Quem muda nome na Bíblia de alguém é porque tem mais autoridade do que aquele que colocou o primeiro nome. Hum. Deus mudou o nome de Abraão, mudou o nome de Jacó, mas não mudou o nome de Isaque, porque Isaque foi ele que botou o nome. E como não tem uma autoridade maior do que ele, não pode tirar. Ah, poxa, brincadeira. Lembra quando, lembra quando Raquel, Raquel tá morrendo e aí o texto diz que ela tá morrendo no trabalho de parto, pastor. E o texto diz que que ela em dor tem Benon. Benone, filho da minha dor. Ela colocou o nome do menino, filho da minha dor. Aí quando Jacó falou, filho da minha dor, não, beijam, filho da minha força. Sabe que tá dizendo? Você não tem autoridade para dar nome nele. Isso aqui é dever meu, é o meu papel. Não usurpa de mim por causa da tua dor para colocar no menino um algo que você tá carregando. Ele é filho da minha força. força. Lembra quando foram colocar o nome de João Batista? O go escreveram: "Não, o nome dele é João. Mas quem que tem que dar a palavra final? Juão." Quando Jesus [limpando a garganta] encontrou com o Simão, falou assim: "Teu nome não será mais Simão, será Pedro, porque eu sou maior do que o teu pai". É mais ou menos isso. E aí quando o texto vivo falar que Deus mudou o nome dele, pensa para mim. Pensa aqui. Ele tinha que falar para todo mundo a partir de agora que alguém chamasse ele de Abraão, tinha que chamar ele agora de quê? Abra. Abraão era o futuro dele, pai de muita gente. Então, todo mundo que gritava falava: "Ô pai de muita gente". Aprende, porque quando Deus estiver preste a cumprir uma promessa na tua vida, ele vai aumentar a frequência daquilo que ele falou com você na boca de muita gente. >> Você não tá entendendo. Tem muita gente tá falando que você tem cara de rico, mas não é rico. É porque na verdade é o teu futuro. >> Pô, nem assim tu dá glória a Deus. [risadas] Tem gente que tá falando assim: "Nossa, mas você tá crescendo aí você: "Mas eu não cresci nada". É porque na verdade já estão enxergando, já estão gritando, já estão profetizando, já estão falando, já estão chamando o teu. Ô meu Deus, porque a tua identidade no mundo espiritual já mudou. Glória. Levanta a tua mão para dar glória. Por quê? Porque Deus já tá dizendo, eu tô botando na boca de gente por aí. O teu [grito] futuro é Abraão. >> É Abraão. >> Abraão é Abraão. Aí Deus falando, tem que fazer mais um ajuste. Tira o nome Sarai. Não será mais Sarai, será Sara. Então, no nome de Abraão, ele coloca uma letra. No nome de Sarai, ele tira. Aí no capítulo 18 verso do livro de Gênesis, e cessou-se os costumes das mulheres em Sarai. Aí Deus vai faz ela engravidar. Por que que tem que ter essa essa palavra de cessor dos costumes? É porque os ossos tem que ficar sequíssimo. É que as possibilidades têm que ser encerradas. é que as portas todas elas têm que se fechar, as possibilidades humanas têm que ser riscadas, porque nessa história só tem um que vai ser glorificado. >> Então, aprendam isso. Antes de melhorar muito, piora demais. [risadas] Alguém já viu isso? Não sei se você já percebeu. Então, não reclama porque tá piorando. É porque, na verdade, a piora é o prefácio, prelúdio, da melhora. Então, pega na mão da pessoa, dá uma sacudida, diga: "Se você quiser, fala para ele, antes de melhorar muito, fala: "Piora demais". Mas se tá piorando é porque a melhora tá chegando. Aleluia. [aplausos] >> [aplausos] >> É assim mesmo. >> Deus tem que esperar secar tudo. Deus teve que esperar que as portas fecham todas. Deus podia falar para Josué: "Josué, espera um pouquinho." O quê? Quando você passar um Jordão, vamos esperar o tempo da seca chegar. Aí Deus falou: "Não, tem que passar agora o quê? Tá no tempo da colheita, chuva para todo lado e as margens estão acima do nível normal". Aí Deus falou: "Não, mas é assim que eu gosto". Quanto pior para mim, melhor. >> Aleluia. >> Quanto mais desastroso para mim, é melhor. Quanto maior e mais e pior for o diagnóstico para mim é melhor. Porque não é sobre milagre, é sobre chamado, é sobre testemunho, é sobre propósito que você vai carregar. >> E às vezes Deus nos permite secar. Por quê? Porque às vezes tem que chegar até um nível mais profundo. Por quê? Tem horas que Deus permite algumas circunstâncias na nossa vida para expor partes que a gente protegeu a vida toda de ser curada. Todo mundo aqui esconde uma dor que não gostaria de revelar, mas existe momento que Deus coloca a gente em situações que ele nos obriga a colocar para fora o que a gente escondeu e protegeu. >> Deus está dizendo: "Para eu passar você pro próximo nível, tem que apresentar você para você mesmo. Mas o problema é que você não vai gostar muito de saber que você não é aquilo que você acha, que você não tá com tanta bola assim como você acha, que você não é tão calmo como você acha. Então bota para fora aí. Isso tá te matando. Por quê? Porque Deus tá te empurrando para lá. Porque ele quer falar teu coração, ele quer curar o teu coração. Oséas capítulo 2 verso número 14. Deus pega o drama da vida de Oséias no seu casamento. No versículo número 14 do capítulo 2, ele disse: "Eu atrairei para mim e a levarei [grito] para o deserto e ali eu falarei ao seu coração". Ô meu Deus! >> Oh, glória a Deus! A palavra deserto é mais bem traduzida como lugar da palavra. termo hebraque seriabar, lugar da palavra. Foi onde Deus deu a palavra para o povo. Aí pastor, eu entendi, pastor. Tá tudo bem. Então, os ossos estão sequíssimos a qualquer ponto, tá? Enquanto Ezequiel está profetizando, o texto diz: "Enquanto eu profetizava, houve um ruído. Se existe um lugar silencioso no mundo, se chama cemitério. E quando o ruído começa, um barulho muito alto, um estrondo muito alto, é porque algo grande está para chegar. Aleluia! >> Lembra o que Deus, Lembra o que Elias falou para Acab? Sobe, come e bebe, porque eu ouço o ruído de uma abundante >> glória! Porque antes de chegar uma grande promessa, uma grande, uma grande mudança, vai ter um estrondo que vai ser o precursor para avisar que o que tá chegando é grande. Diga pra pessoa que tá até lado que assim: "Esse tempo de silêncio acabou hoje." Ô, glória a Deus. Ô, glória a Deus. Ô, glória a Deus. levanta a tua mão, porque enquanto você profetiza, enquanto você glorifica, está acontecendo um ruído na tua casa, na tua vida, no teu ministério. E Deus está dizendo, se prepare, é ruído, é reboliço. Eu vou [grito] juntar as coisas. [aplausos] [risadas] >> Oh, aleluia. Aí, aí a gente volta ao conceito anterior, sequíssimos, se fosse verdade, qualquer toque, leve toque seria quebrado. Aí você diz: "Pastor, o que que você tá dizendo com isso?" O texto diz que houve um rebuliço, pastor Elson. E de repente o rebuliço, o ruído provavelmente é o barulho dos ossos se movendo no meio do fale. Os ossos estão se tocando, mas não estão quebrando. Mas os ossos estão se tocando, mas não estão quebrando. Eu não falei que eu leve toque, quebraria. Mas por que que ele se toca e não quebra? Porque existe uma diferença. Quando o homem toca, quebra. Quando Deus toca, restaura. >> Porque Deus tem a medida certa para tocar no problema certo, de forma certa. Deus. Pastor, tá bom, eu entendi, eu entendi a situação, eu entendi. Agora para para pensar no que tá acontecendo aqui. Vem nervo, aí depois vem a carne, depois são etapas, são processos de etapas. Depois que os corpos estão caídos, ele identificou uma coisa. O quê? Não tem espírito. espírito. Não tem. Não tem. >> Você já teve a sensação que às vezes um milagre de restauração ou alguns milagres na Bíblia foi feito em duas fases? Mas o problema é que a gente não entende o iato, o gap. Porque se você parar para pensar, foi um grande milagre que tá acontecendo do ponto de vista espiritual, do ponto de vista material, fosse a restauração dos ossos, a ligação, tendões, nervos, carne, pele, tudo, mas estão sem espírito. espírito. Mas aprende uma coisa, o que Paulo disse em Filipenses, capítulo 1, verso 6: "Aquele que começou a boa >> há de terminar". Aleluia! >> Tem gente aqui que entrou na primeira fase do milagre, mas tem gente que tá saindo da primeira fase e tá entrando na segunda. Mas tem gente que já tá entrando, tá saindo da segunda fase para entrar no milagre total, da restauração total. Capítulo 8ito, livro de Marcos. Jesus falou capítulo 8 do Evangelho de Marcos, versículo número 22. O texto diz que Jesus cura um cegoo. O texto diz que Jesus cuspiu no no nos olhos dele, colocou a mão e disse: "Que que você vê?" Ele: "Eu vejo homens ele como árvore que andam." Aí se você não vai embora. Mas assim, eu tô milpe ainda, tô com aigmatismo altíssimo. [risadas] Não, não, pera aí, calma aí. Ainda não acabou, não. É o, é o milagre da segunda fase. Agora Jesus colocou a mão nele de novo. Ele agora, agora estou vendo nitidamente e distintamente todos os homens. Lembra quando a mulher tocou no or de Jesus? Quando Jesus está indo pr pra casa de Jairo? Deus diz que quando Jesus está indo pra casa de Jairo, a mulher toca. Ela sentiu que foi, ficou curada. Jesus para perguntando, todo mundo conhece. Aí e sei o que me tocou porque alguém porque de mim saiu virtude. Aquilo que saiu de Jesus fez parar o que saía dela, fez um contrafluxo. Porque quando a verdude, quando a virtude chega, a vida tem que parar de sair. Aí a virtude o texto diz que imediatamente Jesus para a mulher com muito medo porque ela não podia fazer isso. Jesus era um rabino e não podia tocar. Ela tava num estado de impureza. E o texto diz que ela se propõe com medo e tudo a falar. E quando ela tá dando testemunho, porque porque quem tem que ouvir ali é Jário, porque Jairo também tem uma menina que a filha dele tem 12 anos e ela tem 12 anos de sofrimento. Isso é loucura, porque o que a vida a menina tem de vida, a mulher tem de sofrimento e a mulher que tem de sofrimento só tocou na orla de Jesus e foi curada. Ele tá dizendo: "E uma garantia do milagre já tá feita. Porque se ele curou ela só porque ela tocou, quando ele botar a mão na cabeça da minha filha, tá resolvido. >> Tá resolvido. A importância do testemunho. Aí o texto diz lá no evangelho de Marcos que Jesus ou falou: "Filha, não temas. Ser curada de todo esse ainda havia mal nela". Mas a segunda fase tava baseada no gap do testemunho. Quando o milagre aconteceu, efetivou, acabou. A segunda fase foi terminada. Agora eu termino te dizendo uma coisa maravilhosa aqui. O texto diz que ele profetizou, segundo o que Deus mandou, falou para ele e diz assim: "A sopra vem dos quatro ventos. Ó, espírito e sopra sobre esses mortos." Gente, é difícil demais. demais. É difícil demais vento chegar no fundo do vale, porque ele é uma depressão entre montanhas. montanhas. Isso aqui é um outro milagre. Por quê? Porque o o o vento para chegar ali embaixo e soprar ali, você percebe que não é o vento que tá fazendo milagre, é o vento que traz o espírito de vida soprando o espírito de vida. É porque às vezes tem hora que a gente tá numa situação tão complicada na vida que a gente acha que quando o vento chega na nossa história é para destruir. >> E nem sempre vento é para destruir. >> Vento é para trazer para perto que tá longe. longe. >> Porque a Bíblia fala que o povo tava reclamando que tava comendo maná empanado, maná frito, maná com salsicha, maná, maná com pamonha. Aí Deus falou: "Amanhã vocês vão comer carne para todo lado, mas o problema é como que come carne aqui". Aí o Moisés falou assim: "Nem todo o rebanho do mundo vai botar carne para esse povo comer." Deus falou assim: "Moisés, fala porque a responsabilidade é minha. Você não precisa tentar fazer nenhum tipo de cálculo cartesiano para explicar o que eu vou fazer. Fala que eu vou fazer. O te diz que Deus fez soprar um vento. Trouxe lá do mar mediterrâneo cordonize. Sabe o que que é cordonize? Cordonize. Cordonize vem da família da codorna. Alguns dizem por aí que ela veio da família do faizão. Você sabe o que que é faizão? Já comeu faizão? Eu também não, mas eu sei que é comida de gente rica. [risadas] [risadas] Eu sei que é comida de gente rica. Sabe o que é isso? A a carne é adocicada. Então eles não estavam no deserto. Deus não teve que pegar o povo pro deserto e botar na praia. Deus pegou o que estava na praia através do vento e trouxe para quem estava no deserto. >> Você não entendeu, né? E tem outra, cordoniza e voa alto. Então outro milagre estava 90 cm de altura, a dois côvados. Isso quer dizer o quê? O vento trouxe para perto que tá longe e trouxe para baixo que tava no alto. Ah, meu Deus. Aí >> tem vento que vem trazer coisas que estão fora. Não é, não fica olhando para dentro aqui não para ver. Ah, não. Ah, da onde que vai vir? Não, Deus tá falando. Vai vir de fora. Vai vir dos quatro quantos. >> Aleluia. >> Aham. Deus falou para Moisés, Moisés, diga ao povo que marche, estenda a tua mão. Todo mundo sabe. Êxodo capítulo 14. Aí o texto diz que quando Moisés estende a mão, Deus fez soprar um vento. Agora o problema é aonde, da onde tá vindo o vento, qual direção? Ele tá vindo do oriente e o povo tá saindo do ocidente para ir pro oriente. Isso quer dizer, se o vento é oriente, o vento tá vindo do lado de lá para cá. Então o mar não se abre daqui para lá, se abre de lá para cá. É por isso que no outro dia tava tudo seco, mas não dá, porque o vento ficou secando com aspirador o fundo do mal tempo todo. Isso quer dizer o quê? O vento tá do outro lado, tá vindo ao contrário. Mas aprende quando o vento é de Deus, até quando é contrário é a favor. Diga pra pessoa que tá a ti, não se assuste. Fala para ele: Deus tá mandando um vento no teu vale para trazer para perto que tá longe, para abrir caminho aonde não há caminho, para te dar vitória, onde nunca poderia ter vitória. Ei, se prepare. O diabo tá dizendo, pensando que você tá estranhando o vento de deixa vir o vento. O espírito também vem como vento. [grito] Quem crê nessa palavra dá glória a Deus. Eu agradeço a minha oportunidade.
Antes de melhorar muito, piora demais. Mas se tá piorando é porque a melhora tá chegando.
Doutrina: Providência e sofrimento
Tensão: O sermão sugere uma sequência quase automática entre piora e melhora, o que não é ensinado como regra bíblica.
Correção sugerida: Reconhecer que Deus pode trazer restauração, mas que o sofrimento nem sempre é prelúdio imediato de bênção; Jó, Paulo e os apóstolos sofreram sem garantia de mudança imediata.
Tem muita gente falando que você tem cara de rico... é o teu futuro.
Doutrina: Prosperidade e discipulado
Tensão: Há deslizamento para uma teologia de prosperidade, mesmo não sendo central.
Correção sugerida: Afirmar que Deus cuida, provê e abençoa, mas a Escritura não ensina que riqueza futura seja prova de promessa ou identidade espiritual.
Enquanto você profetiza... está acontecendo um ruído na tua casa.
Doutrina: Confissão, oração e soberania de Deus
Tensão: Pode parecer que a fala humana é gatilho para o agir divino.
Correção sugerida: Manter a confissão como concordância com Deus e oração de fé, não como técnica que move ou obriga o céu.
Tem gente aqui que entrou na primeira fase do milagre... segunda fase... milagre total.
Doutrina: Milagres e fé
Tensão: Pode sugerir que toda restauração segue fases previsíveis e que a ausência de segunda fase indica problema espiritual.
Correção sugerida: Reconhecer que Deus pode agir em fases, mas não como fórmula universal; evitar culpa sobre quem ainda espera resposta.
Tem muita gente tá falando que você tem cara de rico, mas não é rico. É porque na verdade é o teu futuro.
Problema: Associa a promessa de Deus à aparência de prosperidade financeira, algo que não está no texto de Ezequiel 37 nem é garantia bíblica.
Risco pastoral: Pode criar expectativa materialista, frustração em quem não melhora financeiramente e culpa em quem permanece em escassez.
Sugestão: Dizer que Deus pode prover, mas que a Escritura não promete riqueza como sinal automático de futuro espiritual; o foco deve ser Cristo, fidelidade e serviço.
Se tá piorando é porque a melhora tá chegando.
Problema: Transforma agravamento da dor em regra de bênção iminente.
Risco pastoral: Pode levar pessoas a não buscar ajuda adequada, a minimizar sofrimento ou a sentir culpa quando a piora não produz melhora.
Sugestão: Formular como: Deus pode trazer restauração mesmo em situações que pioram, mas a Escritura não garante que toda piora seja prelúdio imediato de bênção.
Quando Deus estiver preste a cumprir uma promessa na tua vida, ele vai aumentar a frequência daquilo que ele falou com você na boca de muita gente.
Problema: Cria um mecanismo não bíblico: frequência de palavras humanas como indicador do cumprimento da promessa.
Risco pastoral: Pode incentivar busca por confirmações externas e transformar promessas de Deus em técnica de confirmação social.
Sugestão: Dizer que Deus cumpre suas promessas em sua soberania e tempo, e que palavras de encorajamento podem ajudar, mas não são garantia mecânica.
Enquanto você profetiza, enquanto você glorifica, está acontecendo um ruído na tua casa, na tua vida, no teu ministério.
Problema: Pode soar como se a fala ou a glorificação do crente produzisse automaticamente o mover restaurador.
Risco pastoral: Risco de confissão técnica, em que quem não vê ruído ou resultado passa a se sentir culpado por não ter profetizado ou glorificado direito.
Sugestão: Manter a confissão como resposta de fé à palavra de Deus, não como técnica que obriga o céu a responder.
O que Deus está te dando não é uma dor, é um ministério. O que Deus está te dando não é uma porta fechada, é uma autoridade.
Problema: Embora possa ter valor pastoral, pode ser aplicado de modo absoluto a todo sofrimento.
Risco pastoral: Pode romantizar dor, negligenciar luto, aconselhamento ou tratamento médico, e pressionar a pessoa a produzir ministério a partir do sofrimento.
Sugestão: Dizer que Deus pode usar sofrimento para formar caráter e testemunho, mas nem toda dor é imediatamente transformável em ministério.
Tem muita gente falando que você tem cara de rico, mas não é rico. É porque na verdade é o teu futuro.
Equilíbrio bíblico: Deus é provedor e pode abençoar financeiramente, mas a Escritura não promete riqueza como sinal de futuro espiritual ou cumprimento automático de promessa. A bênção deve ser lida à luz de Cristo, contentamento, serviço e stewardship.
Se tá piorando é porque a melhora tá chegando.
Equilíbrio bíblico: Deus pode redimir o sofrimento e trazer restauração, mas não ensina que toda piora seja garantia de melhora imediata. A soberania de Deus permanece mesmo quando a dor não é removida no tempo esperado.
Enquanto você profetiza, enquanto você glorifica, está acontecendo um ruído na tua casa.
Equilíbrio bíblico: A fé fala e declara as promessas de Deus, mas a confissão não é técnica que obriga o céu a responder. A confiança deve estar na fidelidade de Deus, não na performance da fala humana.
Tem gente aqui que entrou na primeira fase do milagre, mas tem gente que tá saindo da primeira fase e tá entrando na segunda.
Equilíbrio bíblico: Deus pode agir em etapas, mas isso não deve virar regra universal nem gerar culpa em quem ainda não viu a segunda fase. A Escritura apresenta diferentes modos de agir divino.
Centralidade bíblica em Ezequiel 37
Abre a sua Bíblia, por gentileza. Ezequiel, capítulo 37.
Impacto: O sermão permanece ancorado em um texto profético que fala da soberania de Deus sobre situações sem esperança.
Crítica saudável ao formalismo religioso
Santa Ceia vira petisco, batismo vira banho e culto vira reunião e encontro social.
Impacto: Convida a congregação a examinar se o culto virou hábito sem relacionamento vivo com Deus.
Ênfase em ouvir a voz de Deus antes do mover público
No primeiro vale Deus falou com ele, no segundo vale Deus falou por intermédio dele.
Impacto: Estimula vida devocional, dependência e preparo espiritual, legítimos na tradição pentecostal.
Esperança cristã diante de situações secas
A linguagem do vale não tem mais jeito... a linguagem de Deus tem sim.
Impacto: Pode encorajar crentes em crises sem negar a dor, apontando para a palavra viva do Senhor.
Uso de narrativas bíblicas para ilustrar dependência
Deus fez soprar um vento... trouxe para perto que tá longe.
Impacto: Mostra que Deus pode agir de formas inesperadas, sem transformar a narrativa em fórmula mecânica.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O sermão usa Ezequiel 37 como texto-base de forma geralmente correta e mantém esperança bíblica diante de situações sem saída. Porém, há citações imprecisas, estudo de palavra duvidoso em Oseias e extrapolações materiais que reduzem a fidelidade.
Aplicação Prática
A aplicação encoraja fé, oração, dependência e esperança em crises. Porém, frases como se tá piorando é porque a melhora tá chegando e cara de rico é o teu futuro podem gerar expectativa irreal, culpa pastoral e foco materialista.
Compreensão Contextual
O pregador demonstra bom conhecimento do contexto babilônico, de Jeremias, Salmo 137 e de algumas narrativas. Mas erra ao citar Ezequiel 3:25-26 quando o vale está em 3:22-23, e usa etimologias e detalhes extrabíblicos que enfraquecem a precisão contextual.
Precisão Teológica
Não há negação de doutrinas essenciais. A ênfase na soberania de Deus, restauração, vida e dependência da palavra é correta. A precisão é reduzida por deslizamentos prosperistas, generalizações sobre sofrimento e possíveis confissões técnicas.
Hermenêutica
A aplicação tipológica de Ezequiel 37 à vida da igreja é legítima na tradição pentecostal. Contudo, algumas inferências são apresentadas como se fossem exegese, como o vale de preparação em Ezequiel 3, a frequência de promessas na boca de muita gente e a regra sobre mudança de nome.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes. O conteúdo é coerente com o evangelho ao apontar para Deus que dá vida e restaura, e não obscurece a graça central. A nota não é maior porque o sermão não conecta explicitamente a ressurreição em Cristo ao texto de Ezequiel, e há deslizamentos para prosperidade futura.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto menor, melhor. Não há violações centrais de Nível 1, nem negação de doutrinas essenciais. O risco vem de declarações exageradas e prosperidade periférica, mas não dominam a mensagem.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Há eisegese moderada: significados inventados ou imprecisos, promessas de riqueza futura, mecanismo de confirmação social e leitura de fases milagrosas como regra. Ainda assim, o texto-base não é torcido em seu sentido central.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
Deus pode trazer vida a situações secas e desesperançadas quando o povo ouve a sua voz e vive para a sua glória.
Tom pastoral:
Encorajador, exortativo e pentecostal, com ênfase em avivamento, dependência de Deus, propósito nas crises e restauração.
O formalismo religioso endurece o coração, e Deus pode usar circunstâncias de vulnerabilidade para restaurar a dependência da sua voz.
Suporte: O pregador usa a falsa segurança de Israel e a expressão templo do Senhor para mostrar que o povo confiava na estrutura religiosa, não em Deus.
Experiências particulares com Deus preparam autoridade espiritual para o chamado público.
Suporte: A partir de Ezequiel 3, o pregador afirma que Deus primeiro falou com Ezequiel no vale em particular e depois o levou ao vale público de Ezequiel 37.
O vale de ossos secos representa situações humanamente sem esperança, mas a palavra do Senhor traz vida.
Suporte: O texto-base é usado corretamente: ossos sequíssimos, pergunta de Deus, profecia, ruído, restauração e entrada do espírito.
Textos:
Deus às vezes leva situações ao limite para manifestar sua glória e cumprir promessas.
Suporte: O pregador conecta ossos sequíssimos, Abraão e Sara, passagem do Jordão e codornizes no deserto.
A restauração pode ter fases; corpo reconstituído sem o Espírito ainda não é vida plena.
Suporte: O pregador usa Ezequiel 37:8-10, o cego de duas fases em Marcos e a narrativa da mulher hemorroíssa com Jairo.
A esperança cristã está na fidelidade de Deus, não na linguagem do vale.
Suporte: O pregador contrasta a linguagem do vale, que declara impossibilidade, com a linguagem de Deus, que promete vida e restauração.
Uso Contextual
Usado corretamente como texto-base, com contexto do cativeiro babilônico e da esperança nacional de Israel.
Leitura Sugerida
Manter o sentido original de restauração nacional e, em seguida, aplicar tipologicamente à vida espiritual da igreja, sem transformar a visão em fórmula de prosperidade.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto da falsa segurança religiosa do templo.
Leitura Sugerida
A expressão templo do Senhor era usada como amuleto religioso; a crítica é à confiança na estrutura em vez da obediência a Deus.
Uso Contextual
Usado corretamente para descrever o lamento dos exilados junto aos rios da Babilônia.
Leitura Sugerida
O salmo expressa dor e saudade de Sião, preparando o terreno emocional para a esperança de Ezequiel.
Uso Contextual
Usado corretamente para situar Ezequiel junto ao rio Quebar entre os exilados.
Leitura Sugerida
O contexto histórico é a deportação babilônica; Daniel estava na corte, enquanto Ezequiel atuava entre os exilados.
Uso Contextual
O pregador cita como 3:25-26, mas a experiência do vale está principalmente em 3:22-23; o trancamento e a mudez vêm depois.
Questões Exegéticas
Há conflação de versículos e inferência de que o vale de Ezequiel 3 era treinamento particular antes do vale público de Ezequiel 37.
Leitura Sugerida
Citar Ezequiel 3:22-26 com precisão e distinguir entre a visão de comissão e a aplicação homilética de preparação pessoal.
Uso Contextual
Usado corretamente para ilustrar que, mesmo em visão celeste, João chora diante da dignidade do Cordeiro.
Leitura Sugerida
O choro de João expressa desespero por alguém digno de abrir o livro; Cristo resolve essa tensão como Cordeiro digno.
Uso Contextual
Uso ilustrativo da parábola do bom samaritano para criticar religiosidade que se afasta do próximo.
Questões Exegéticas
A ideia de que sacerdote e levita saíram do mesmo culto não está no texto, mas o pregador reconhece que é conjectura.
Leitura Sugerida
Usar a parábola para mostrar que a religião pode criar distância do necessitado, sem acrescentar detalhes extrabíblicos como se fossem exegese.
Uso Contextual
Usado corretamente para ilustrar que Paulo reconheceu vida onde outros viam morte.
Leitura Sugerida
Paulo abraça Êutico e afirma que nele havia vida; a aplicação sobre não dar atestado de morte espiritual é legítima.
Uso Contextual
Aplicação exemplar legítima sobre promessas de Deus em contexto humanamente impossível.
Questões Exegéticas
A etimologia Abraão como pai exaltado é imprecisa; o nome indica pai de multidão. A regra de que quem muda nome tem mais autoridade é inferência, não exegese direta.
Leitura Sugerida
Explicar a mudança de nome como sinal de aliança e soberania de Deus, sem transformá-la em técnica de prosperidade ou identidade futura.
Uso Contextual
Usado corretamente para contrastar Benoni, filho da minha dor, com Benjamim, filho da direita ou da força.
Leitura Sugerida
Jacó renomeia o filho, mostrando que a identidade não deve ser aprisionada pela dor.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que Zacarias e Isabel, sob direção divina, deram o nome João ao Batista.
Leitura Sugerida
O nome vem de Deus, não apenas da tradição familiar.
Uso Contextual
Usado corretamente como exemplo de Jesus mudar o nome de Simão para Pedro/Cefas.
Questões Exegéticas
A frase porque eu sou maior do que o teu pai não está no texto.
Leitura Sugerida
Manter apenas a mudança de nome como ato de autoridade de Cristo, sem acrescentar palavras não bíblicas.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que o Jordão estava transbordando no tempo da colheita.
Leitura Sugerida
A dificuldade máxima era o cenário da obediência e do milagre.
Uso Contextual
Aplicação legítima do vento que traz codornizes ao povo no deserto.
Questões Exegéticas
Detalhes sobre cordonize, faizão e comida de gente rica são extrabíblicos e humorísticos, não exegese.
Leitura Sugerida
Manter o texto: Deus usou vento para trazer aves; o foco é a provisão soberana, não status alimentar.
Uso Contextual
Aplicação legítima do deserto como lugar de fala ao coração e restauração do relacionamento.
Questões Exegéticas
Afirmar que o termo hebraico significa lugar da palavra e usar a forma seriabar é estudo de palavra impreciso e provavelmente inventado.
Leitura Sugerida
Explicar midbar como lugar de dependência, prova e restauração, sem etimologias forçadas.
Uso Contextual
Usado corretamente como exemplo de milagre em duas fases.
Leitura Sugerida
A cura progressiva do cego mostra a paciência e a autoridade de Jesus, mas não deve virar regra universal para toda bênção.
Uso Contextual
Aplicação tipológica das duas fases do milagre e do testemunho da mulher hemorroíssa.
Questões Exegéticas
Dizer que Jesus não podia tocar por impureza é impreciso; a mulher tocou nele, e Jesus não estava proibido de tocar impuros. A leitura de que o testemunho da mulher foi garantia para Jairo é inferência homilética.
Leitura Sugerida
Destacar fé, compaixão e autoridade de Jesus sobre doença e morte, sem transformar o testemunho em mecanismo automático.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que Deus completa o que começa.
Leitura Sugerida
O texto fala da obra de Deus na comunidade cristã, não de fórmula de prosperidade ou cura garantida.
Uso Contextual
Usado corretamente como chamada à fé em Cristo.
Leitura Sugerida
A salvação é pela fé no Senhor Jesus, não por participação em campanhas, rituais ou confissões técnicas.
Corrigir as citações bíblicas imprecisas, especialmente Ezequiel 3:22-26 em vez de 3:25-26.
Evitar promessas de riqueza futura ou sinais materiais como garantia de cumprimento de promessa.
Reformular declarações como se tá piorando é porque a melhora tá chegando, reconhecendo que Deus pode restaurar sem garantir timing humano.
Manter a confissão e a profecia como resposta de fé à fidelidade de Deus, não como técnica que produz o mover.
Explicar Ezequiel 37 primeiro em seu sentido original de restauração nacional de Israel e depois aplicar tipologicamente à vida da igreja.
Cuidar pastoralmente de quem permanece em ossos secos, evitando culpa por falta de fé, oferta ou participação em campanha.
Conectar explicitamente a vida prometida em Ezequiel 37 à ressurreição de Cristo e ao Espírito Santo como fundamento da esperança cristã.
Resumo em uma frase:
É um sermão pentecostal encorajador, ancorado em Ezequiel 37, mas que precisa de equilíbrio por conter extrapolações prosperistas, declarações quase técnicas e algumas imprecisões exegéticas.
🤿
Continue o estudo com reflexões da nossa biblioteca para aprofundar o que você ouviu.
Sete perguntas práticas para avaliar uma pregação com discernimento, fidelidade bíblica e disposição para obedecer ao que foi ouvido.
6 min de leitura
Como reconhecer quando a pregação sobre dízimos e ofertas abandona a graça e transforma a generosidade cristã em culpa, pressão ou barganha.
10 min de leitura
Ouvir uma pregação também exige responsabilidade: atenção, reflexão e comparação fiel com as Escrituras.
5 min de leitura