Igreja Universal
07 de julho de 2026
11min
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O que fazer quando o coração do seu filho para de bater por 13 minutos e a medicina só prevê sequelas graves ou o pior desfecho? Conheça a emocionante história de superação da Beatriz Freire e de seu marido Cleverton, que transformaram a dor em um testemunho vivo de fé e sacrifício. 🔥 ACOMPANHE HISTÓRIAS REAIS DE FÉ QUE MUDAM VIDAS 00:00 — O nascimento do Samuel e os primeiros dias saudáveis em casa. 00:30 — A descoberta: Vermelhidão na mama direita e febre preocupante aos 21 dias. 01:05 — Internação urgente e 9 dias de antibióticos na veia que não resolviam. 01:55 — O diagnóstico de bronquiolite e o esforço extremo para conseguir respirar. 02:46 — A pior notícia: Samuel precisa ir às pressas para a UTI. 03:21 — O procedimento delicado do acesso central e o desespero na sala de espera. 04:30 — O momento de maior dor: A parada cardíaca e os 13 minutos desfalecido. 05:25 — Nova intubação, crises de convulsão e o pulmão tomado pela enfermidade. 06:25 — Lembranças de fé: A oração de Beatriz no banheiro da UTI clamando a Deus. 07:35 — A decisão de agir: Cleverton vai ao Altar entregar o seu tudo. 08:35 — A reação imediata após a entrega e a surpresa dos médicos com os novos exames. 10:01 — Samuel hoje: Um bebê forte, feliz e completamente livre de qualquer sequela. Há momentos na vida em que as nossas forças acabam e só nos resta fazer do banheiro do hospital, ou de onde estivermos, o nosso próprio Altar de entrega e sinceridade. Se você também crê que o impossível pode acontecer quando depositamos nossa confiança em Deus, digite nos comentários: "SOU FRUTO DO MILAGRE!" 👇 Quero ler a sua mensagem. Compartilhe este vídeo com alguma mãe, pai ou família que precisa renovar as esperanças diante de uma dificuldade hoje: https://youtu.be/E0_PhUnqzoc #TestemunhoReal #MilagreDeDeus #Superacao #HistoriasDeVida #ParadaCardiaca #CuraInexplicavel #FeEAltar #SamuelNasceuDeNovo 📌 Precisando de ajuda? ☎️ Ligue para: (11) 3573-3535 📱 WhatsApp: (11) 3573-3500 📌 Fale com um pastor agora mesmo: 👨💻 www.pastoronline.com ============================= Não se esqueça de dar seu like no vídeo e se inscrever no Canal da Igreja Universal: https://www.youtube.com/igrejauniversal ------------------------------------------------------------------------------------------ Converse com um Pastor agora mesmo: https://www.pastoronline.com ============================= Siga o Bispo Macedo nas redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/BispoMacedo Twitter: https://twitter.com/bispomacedo Instagram: https://instagram.com/bispomacedo/ Canal no Youtube: https://youtube.com/user/CanalBispoMa... Blog: https://blogs.universal.org/bispomacedo/ ============================= Siga a Igreja Universal nas redes sociais: Facebook: https://facebook.com/IgrejaUniversal/ X: https://twitter.com/igrejauniversal Instagram: https://www.instagram.com/igrejaunive... Site: https://www.universal.org/0786
Imagine vir ao mundo já com uma sentença de morte. Com 41 semanas, né, Samuel nasceu, era muito querido, esperado, né, por todos. Aqui ele nasceu saudável, ainda estávamos no hospital, aqui já estávamos em casa, já tínhamos recebido alta, estávamos bem, só que com 21 dias de vida, nós prestamos atenção que na mama dele direita, eh, tava essa vermelhidão e aí e ele ficava incomodado, tava sentindo febre. Chegou o momento em que a gente mediu a temperatura dele, tava 38, quase chegando a 39. Aí a gente entrando em contato com o médico, ele falou: "Ó, não é normal para um bebê recém-nascido, então é melhor vocês levarem ele na urgência. E chegando na urgência, aí a médica fez exames e aí ele precisou ficar tomando antibióticos na veia internado no hospital durante 9 dias. E cada dia que passava aquele tumorzinho ia crescendo e aí só ia ficando mais vermelho, ficava quente ao redor. A gente fazia compressas e ficava aquela vermelhidão. Ele chorava muito de dor. E os médicos falavam: "Ai, mãezinha, tenha paciência que realmente isso dói, porque a mama já é um lugar bastante sensível, né, do ser humano. Imaginem de um bebê, né? E aí um um um um dia a gente dando banho nele, o eh o peitinho dele estourou e aí ficou saindo essa secreção, colocaram um curativo, ele continuou tomando medicação medicação e aí as enfermeiras prestaram atenção que ele tava fazendo o esforço para respirar. E aí já começaram a olhar, mãezinha, ele [música] tá fazendo um esforço e isso aí deve ser bronquiolite, porque ele ele respirava tanto forte que a barriga dele entrava para dentro, mostrava as costelas, né, dele. E aí a gente levou, é, ele, trocamos ele de hospital e aí é quando chegou os médicos, eu já cheguei já no hospital e as enfermeiras, a saturação dele tava baixinha, as enfermeiras já, qual é a, qual é a mãe que chegou com o nenzinho e já tomaram ele do meu colo, já colocaram ele em uma maca e começaram a fazer uma série de de exames. Aí vieram a uma das piores notícias, nós vamos precisar levar seu filho pra UTI porque o caso dele é grave e lá ele vai ser melhor acompanhado, mais de perto. E aí no outro dia chamaram meu esposo, a médica responsável da UTI chamou meu esposo e falou: "Olhe, eh, nós vamos precisar pro bem do seu filho intubar ele". Porque a gente já tentou colocar outros equipamentos com oxigênio para ajudar ele na respiração, mas nada resolveu. Ele ainda continua fazendo muito esforço e eu ainda não sabia das coisas que estariam por vir, né? demorou um pouco na troca de plantão. Aí o médico chamou novamente, eu e meu esposo. Aí disse: "Olha de pais, eh, como seu, o filho de vocês é muito novinho, as veinhas normal dele do braço, né, não vai suportar a quantidade de antibióticos que era forte, a gente ia precisar est furando ele direto." Então, para que isso não aconteça, a gente vai precisar fazer um acesso central de uma veia que liga do pescoço ao coração e ali já foi um choque, né? Aí a gente não tinha o que fazer. saímos da sala para o médico poder fazer o procedimento. E nisso eu lembro que a sala e a gente ficou sentado em duas poltronas de frente à sala dentro da UTI e eu só com meu esposo via o movimento, um movimento muito desesperado, os médicos eh chamando pessoas de fora, equipamentos entrando dentro da sala e o Cléton, aconteceu alguma coisa com Samuel, aconteceu alguma coisa. Aí eu chorava. E aí o médico veio conversar com a gente. Aí sentou na nossa frente, falou: "Olhe, pais, a gente por um momento perdeu seu filho. Aquela linha eu lembro como se fosse hoje, pastor. As linhas que batem ali, o coraçãozinho do seu filho ficou retinha, zerou. >> Ele teve o quê? >> Parada cardíaca. Ele ficou 13 minutos desacordado, morto. >> 13 minutos. Diante de um diagnóstico cada vez mais grave, os pais perceberam que já não lutavam apenas contra uma doença, era a batalha pela vida de Samuel. Só que aí o médico falou ali, eh, como ele ficou 13 minutos, né, desacordado, morto, a gente precisa que ele dê algum movimento, mexer um dedo, o a perninha, pra gente ter certeza que ele não ficou com sequelas. E aí quando tiraram o o tubo dele, não demorou, ele teve convulsão, ficou convulcionando na cama. E aí, eh, nesse período, foram tirar novamente outro raio X do pulmãozinho dele e tava completamente um lado do pulmão preto. Aí a a a médica do plantão disse: "Ó, vamos precisar entubar novamente." Fizeram de tudo, de tudo para não precisar entubar ele ele pela segunda vez, mas nada resolvia. Eles eles falavam, os médicos, eles falavam muito em sequelas. Segundo os médicos, ele poderia não não ser uma criança normal, né? Não não caminhar, não ter interativo, né? Eh, ficar acamado. >> Eu me perguntava muito, muito se um dia eh eu pegaria meu filho no colo novamente. A gente já tinha a eh conhecimento, né, da fé, do altar, do sacrifício, né? Já sou, já somos da igreja. E eu lembro que eu eu orava a Deus e eu dizia eh lembrava muito daquela passagem, né, do pai que chegou ao Senhor Jesus pedindo para curar o filho dele, né? E ele pediu ao Senhor Jesus para ajudar na falta de fé dele. E eu orava, eu eu eu pedia a Deus, meu Deus, que esse essa enfermidade, né? Eu com a com a Bíblia na sentada na na poltrona ao lado dele, eu disse: "Essa enfermidade será paraa glória do Senhor". Foi muito difícil, muito difícil mesmo. Mas assim, a gente precisava agir, né? Não era só oração, né? Deus ele ele queria ver a nossa ação, né? Naquela época não era fogueira santa, mas por a gente já saber o caminho do sacrifício, a gente sabia que o que o o que o nosso filho precisava, só Deus o altar poderia dar, só Deus poderia devolver. Eu lembro que foi, eu cheguei à noite na na UTI, né, para dormir, disse bem, amanhã de manhã, logo cedo, eu vou vou voltar, vou fazer o que eu já devia ter feito. >> Falou isso, já sei o que eu vou fazer. Entrou no banheiro, deitou no chão e foi dormir. No outro dia cedinho ele saiu e foi. E eu lembro que eh a minha mãe, ela falava: "Bia, faça eh do banheiro da UTI o seu altar". E eu fazia, comecei a fazer, entrava lá, me ajoelhava, me ajoelhava lá minha, é, no vaso e eu falava: "Meu Deus, Samuel, ele é do Senhor, ele pertence ao Senhor." >> Lembro que cheguei no altar, fiz minha parte, desci, falei com o pastor: "Pastor, agora tá na [música] mão de Deus". >> Quando decidimos subir no altar com o nosso tudo, né? Nós falamos: "Meu Deus, ou o Senhor cura, ou o Senhor leva o nosso pequeno." Quem é esse daí? >> É o nosso pequeno milagre, Samuel. >> Esse é o Samuel >> que Deus restaurou a saúde, a vida através do sacrifício no altar. quando desentubaram ele da segunda vez, eh, os médicos já viam que ele reagiam, ele reagia diferente. Assim que desentubou, ele deu aquele aquele grito e os médicos já ficaram já animados porque viram, né, totalmente diferente. E ele já não quis mais saber de ficar, não quis mais saber de ficar na maca, não quis mais saber do do sapepe do do da do caninho de oxigênio. Ele já não quis. Ele só queria ficar no braço, só queria mamar o tempo todo, né? Mãe? E os médicos refizeram os exames pouco tempo depois, então constataram, a pai, mãe é outra criança. A criança que a gente fez os exames ontem é totalmente da criança que a gente tá fazendo exames agora, né? Então, eh, não demorou muito. Quando a gente decidiu de fato entregar o 100% Deus, ele não demorou. Ele, eh, de imediato já agiu e houve uma transformação muito rápida, né? >> E hoje quem vê ele, quem olha para ele, não imagina o que ele passou. Não tem uma sequela, uma sequela. Ele é fruto do altar. Eu digo que além de Samuel ter nascido de mim, ele nasceu do altar. >> Alegria imensa. Todo, todas as manhãs quando a gente acorda, assim que ele acorda, ele já acorda sorrindo, olhando pra gente. Então, para mim é sentimento inexplicável, né? Eh, ser pai, pai ainda tem uma criança saudável, sorridente, alegre, passa o dia todo brincando. Então, eh, tem explicar, >> ele é um milagre, [música] né? Está aqui a importância de depender do altar, de viver do sacrifício, porque se não fosse o sacrifício, se não fosse o Espírito Santo, a gente não teria suportado tudo isso, né? E hoje ter Samuel todos os dias é é me lembrar do milagre, né, que o Senhor Jesus fez, assim como ele fez no passado, ele fez um presente também.
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