Igreja Esperança
22 de maio de 2026
1h 59min
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Não fomos feitos para assistir de longe aquilo que Deus deseja derramar [música] de perto. Pentecostes é [música] um chamado para ser cheio, transformado e enviado. Assim como [música] em Atos dos Apóstolos, o espírito continua sendo derramado sobre corações [música] disponíveis. Entre portas fechadas [música] veio o soco e dali se espalhou pelo mundo. [música] restaurando, ardendo e transformando. A história da redenção continuou com línguas de fogo, vidas como altares e homens comuns incendiados por algo eterno, movendo como luzes na escuridão até [música] que Cristo expresse novamente: "Está consumado." Um mover que ainda coa, uma chama que ainda queima. Glória a Deus. Glória a Deus. Aleluia. Boa noite, meus irmãos. Estamos iniciando mais uma, não mais conferência, mas celebrações de Pentecostes. >> A Igreja Esperança já há alguns anos tem utilizado desse calendário que tanto nos edifica e forma como comunidade. Não podíamos, não, não podíamos deixar passar o momento de Pentecostes. ocasião bíblica em que nós observamos a igreja ou o povo de Deus desde o Antigo ao Novo Testamento, sendo reunido e ajuntado em um primeiro momento para que ao receberem poder do alto sejam enviados para serem testemunhas desse Deus que do alto desce. E é justamente por isso que estamos aqui, para que Deus de alguma forma mexa com algo dentro da gente e nos empurre para espalhar as boas novas em todo canto. E para isso eu convido que você abra a sua Bíblia comigo no Evangelho de João, capítulo 4, verso verso 7. 7. Essa é a perú que leremos inclusive o texto selecionado no lecionário. Curiosamente selecionado no lecionário. João capítulo 4 verso 7. A ocasião Jesus ensinava em um lugar quase quase quase inóspito daqueles que se chamavam judeus. junto ao posto de Jacó. O texto diz que Jesus estava cansado de longa caminhada. E o verso 7. Pouco depois, uma mulher samaritana veio tirar água e Jesus lhe disse: "Por favor, dei-me um pouco de água para beber". Naquele momento, seus discípulos tinham ido ao povoado comprar comida. A mulher ficou surpresa, pois os judeus se recusam a ter qualquer contato com samaritanos. Você é judeu e eu sou uma mulher samaritana, disse ela a Jesus. Como é que me pede água para beber? Jesus respondeu: respondeu: "Se ao menos você soubesse que presente Deus tem para você e com quem está falando, você me pediria e eu lhe daria água viva." Mas você não tem corda nem balde e o poço é muito fundo disse ela. De onde tiraria essa água viva? Além do mais, você se considera mais importante que nosso antepassado Jacó, que nos deu este poço. Como pode oferecer água melhor que esta que Jacó, seus filhos e seus animais bebiam? Jesus respondeu: "Quem bebe desta água, logo terá sede outra vez. Mas quem bebe da água que eu dou nunca mais terá sede. Ela se torna uma fonte que brota dentro dele e lhe dará a vida eterna. Por favor, Senhor, por favor, Senhor, dê-me dessa água, disse a mulher. Assim eu nunca mais terei sede, nem precisarei vir aqui para tirar água. Ou sea, meu irmão, essa mulher encontrou Jesus. O relato que temos diante de nós é o relato de uma samaritana que viu Jesus diante de si a prometendo água viva. E se não fosse o bastante, o texto diz que ao experimentar da presença de Deus e do próprio Deus encarnado diante dela, o verso, chamo sua atenção, e essa não é uma leitura do lecionário, verso de número 28. do mesmo capítulo. Como consequência, a mulher deixou sua vasilha de água junto ao poço e correu de volta pro povoado, dizendo a todos: "Venham ver um homem que me disse tudo que eu já fiz na vida. Será que não é ele o Cristo?" Então, as pessoas saíram do povoado para vê-lo. A reação imediata daqueles que vem o Cristo e o recebem, daqueles que experimentam, ainda que seja um segundo do lampejo da presença de Deus, é não conseguir conter isso que recebeu em ajuntamento e precisar ser enviado para pregar aquilo que viu e desfrutou. E é é por isso que estamos aqui, para que não percamos isso de de mente, para que essa celebração não perca o seu propósito e tudo que a gente faça seja mais uma reunião. Eu convido você que feche seus olhos. Pai, nós invocamos o nome precioso de Jesus de Nazaré e fazemos isso pelo Teu Espírito, Senhor. Senhor. Aquele que foi prometido aos pais e foi prometido pelos pais e profetas, profetas, aquele que é a própria água viva que flui trono de Deus, aquele que irriga a cidade santa, aquele que aquele que é cura para as nações. Pedimos em nome de Jesus e pelo teu espírito que o Senhor, que o Senhor nos dê o presente, Deus, de ouvirmos tua palavra e acreditarmos, crermos que tu és o Cristo enviado de Deus. Deus. que creamos de todo o nosso coração quando formos expostos a tal, expostos a tal mensagem e que assim sendo, não haja outra reação natural, senão o teu espírito nos impulsionar a sermos mais devotos a ti, mais apaixonados pelo teu filho, mais fiéis em nossas obras, mais dedicados na pregação. Dê-nos coragem e fidelidade que não temos, Senhor. E pedimos, faça isso pra glória do Senhor e pra honra do Teu filho, >> em nome de Jesus. Amém. >> Amém. >> Boa noite, sejam todos bem-vindos. Quero te convidar a ficar em pé por um instante pra gente poder adorar o Senhor e e te convocar, cumprimentar aí o irmão que tá do seu lado, cumprimenta ele aí, dá boas-vindas para ele. >> Nós temos grandes expectativas daquilo que Deus vai fazer esses dias aqui. Muito bem. Irmãos, esse texto que o Léo abriu é é maravilhoso, porque pensa que nós não temos mais um lugar para adorar o Senhor, porque o Espírito Santo habita dentro de você e agora o lugar da adoração é qualquer lugar, né? Então, sem Espírito Santo não tem adoração, não tem doxologia, sem Espírito Santo não tem missão, sem Espírito Santo não tem essas coisas. E o nosso convite nessa conferência é sair daqui cheio do Espírito Santo, >> cheios da graça e do Espírito de Deus. Então, quero te convidar a orar ao Senhor com alegria, porque ele tem muito para nós nesses dias aqui. Meu reino será para sempre. [música] Cantem [canto] ao eterno Deus, [música] pois nada consegue se comparar. Cantem [canto] ao eterno Deus. [música] >> Teu reino [canto] será para sempre. Cantem [canto] ao eterno Deus. [música] Pois nada consegue [canto] se comparar. [música] Cantem [canto] ao eterno Deus. [música][canto] Oh. >> [música] >> Louvor e honra, poder [música] e glória pertencem ao nosso Deus. Todos os povos, tudo o que existe louvem [música][canto] ao eterno Deus. Toda língua confessará [música] sua grande glória. Todo joelho se dobrará. Em louvor [música][canto] exaltado sempre serás. >> E o teu reino [música] jamais passará. Ó eterno Deus. Batem palmas [música] todos os povos ao Senhor. Senhor. Louvor e honra, [música] poder e glória pertencem ao nosso Deus. Todos os povos e tudo o que existe [música] louvem ao eterno [canto] Deus. Toda língua confessará sua grande [música] glória. Todo joelho [canto] se dobrará. Em louvor [música] exaltado sempre serás. E o teu [música][canto] reino jamais passará. passará. Ó eterno Deus, nós te adoramos [música] nessa noite, Senhor. Teu reino, [música] teu reino será para sempre. [música] Cantem ao eterno Deus. Deus, pois nada consegue [música] se comparar. Cantem ao eterno [música] Deus. Senhor, o reino será para sempre. [música] Cantem ao eterno Deus, pois nada [música] consegue [canto] se comparar. Cantei ao eterno Deus. Toda língua [música] confessará sua grande glória. Todo joelho se dobrará dobrará em loucás. [música] >> E o teu reino jamais passará. [música] Toda língua, >> toda língua confessará. Sua [música] grande glória. Todo joelho se dobrará. Em louvor [música] exaltado sempre serás. E o teu reino jamais passará, [música] ó. >> Levantai a portas das vossas cabeças [música] [música] [canto] [canto] >> e entrará o rei da glória. Quem é esse [música] rei da glória? Nós te adoramos nessa noite, Senhor. Nós te glorificamos, Espírito Santo. Nós te exaltamos porque o Senhor é o nosso consolador. é aquele que nos convence do pecado, da justiça e do juízo. juízo. Mais do que isso, tu, o Senhor foi enviado aos nossos corações e por isso nós clamamos: "Apai". É por causa do Espírito Santo que nós somos filhos de Deus e nós te adoramos, nós te bendizemos. Nós te bendizemos, Pai. Nós te bendizemos, Espírito Santo. Nós te bendizemos, Filho. Senhor, >> nós te adoramos, Trindade Santíssima. >> Senhor, adoramos. >> Nós bendizemos o teu santo nome, Deus santo. Aleluia. Somos teu povo, a tua igreja. Tua [música] luz brilha sobre nós. O mesmo corpo, um só espírito, um Senhor e Rei. e Rei. Faça a tua [música] vontade através de nós. Que o teu reino venha. [música] Que o teu reino venha. Faça a tua [música] vontade através de nós. [música] Que o teu reino venha. Que o teu [música] reino venha. Tu és a luz que brilha [música] sobre a [canto] escuridão. escuridão. Tu és a [música] paz que acalma [canto] todo coração. coração. És o pão do famino, a força [música][canto] do aflito. E nós somos teus pés e tuas mãos. >> [música] >> Tua verdade sempre permanecerá. [música][canto] O teu amor que poderá nos separar. [música] És fiel [canto] e para sempre. Teu povo sustenta, teu [música] mundo inteiro verá [música] o poder do grande rei. Aleluia. >> [música] >> Nós te adoramos, Senhor. Levante a sua voz [música] ao Senhor e cante: Justiça e paz e nasce a [música] alegria. Este é o teu reino. Este é [música] o teu reino de amor, justiça e paz com brão e nasce a [música] [música] alegria. [canto] Esse é o teu rei. >> Levante as suas mãos aos céus. Cada forte, grande esperança, [música] >> justiça e paz encontrão e nasce a [música] alegria. Este é o teu reino. Este é o teu reino de amor, justiça [música] em paz e [canto] contrão. Ináce a alegria. Esse é o teu reino. É o [música] teu reino. Tu és a luz que brilha sobre a escuridão. [música] Tu és a paz que acalma todo o coração. O caminho [música] a força do afligo. E nós somos teus [música] pés e tuas mãos. verdade, verdade, tua verdade [música] sempre permanecerá [canto] [canto] do teu [música] amor poderáos separar. És fiel [música][canto] e para sempre teu povo sustentar. Então [música] o mundo inteiro verá na tu és a luz que viha sobre [música] a [canto] escuridão. escuridão. Tu és a [música] paz que acalma todo o coração. [música] És o pão [canto] do flaminto, a força [música] da nós somos [canto] teus pés e tuas mãos. [música] A verdade, >> tu verdade sempre permanecerá. O teu amor [música] quem [canto] poderá nos separar. [música] És fiel e para sempre teu povo sustenta. [música] [música] Então o mundo inteiro verá o poder do grande rei. [música] [música] O poder do grande rei. >> Somente [música] as vozes. Tu és a luz que brilha sobre a escuridão. [canto] Tu és a paz que acalma todo o coração. És o pão do famino, a força [música] do aflito. [canto] E nós somos teus pés e tua espíritus, [música] >> tua verdade [canto] sempre permanecerá. [música] Meu amor que poderá [canto] nos separar. [música] E és fiel e para sempre [música] teu povo sustentar. Então o mundo inteiro verá [música] >> o poder do grande reeluia. [música] Senhor nós glorificados da tua igreja cânticos do teu povo, Senhor. >> Nós te adoramos senhor [canto] >> nós teizamos. Tu és o único digno. >> Nós teizamos, [música][canto] Senhor [música] Jesus. Jesus. >> Nós te adoramos. [música][canto] >> Glorificado. Senhor, >> nós te adoramos. [música] >> É o Senhor Jesus. É o Senhor, >> Senhoramos. Justiça [música] e paz se encontram e nasce a alegria. [canto] É o teu rei do amor. Esse é o teu reino >> justiça [música] e paz se encontram [canto] [canto] alegria. alegria. Esse é o teu [música] reino. É o teu reino. Justiça e paz [música] com alegria. Este é [música] o meu reino. Este é o meu reino. Injustiça [música] e paz e conão. Renasce [canto] a alegria. [música] Esse é o teu reino. É o teu rei [música] a luz que viha sobre a escuridão. escuridão. Tu és a [música] paz que acalma todo coração. És o [música] pão do família. Aleluia. >> A força, a [música] força, a só Deus em tuas mãos. tuas mãos. E tua verdade [música] sempre permanecerá. [canto] [música] [música] O teu amor que poderáamos [canto] separar. És fiel [música] e para sempre teu povo [canto] sustentar. [música] Então o mundo inteiro verá o poder [música] do grande [aplausos] louvado seja nome Adoramos o teu nome nessa noite, Senhor. Recebe as nossas vidas. Bendizemos o teu santo nome. Quem não te [música] temerá e não glorificará teu [música] nome. [canto] Tu és teu nome será. grande entre as [música] nações. És um Deus [música] zeloso e não darás tua glória, nenhum [música][canto] outro. És um [música][canto] Deus zeloso e não dará. dará. Tua glória, [música] [canto] um outro. um outro. [música] Quem não te temerá? Cante. Quem não te temerá? [música] >> [música] >> Não glorificará teu nome. [música] Justo e poderoso és. Teu nome [música][canto] será grande só. [música] És [música] um Deus um Deus e não darás tua [música] glória, nem um outro. És um Deus. e não darás tua glória [música] ou tu [música] és o Deus e hoje [canto] não darás sua glória. [música] >> Nós queremos te conhecer a glória do Senhor. [música] Peço Peço Deus Deus e não darás tua glória, [música][canto] nem o povo. Tu és o mesmo [música] e não mudarás. Nos céus e [música][canto] terra ninguém se compara a ti. E com temor ao grande eu [música] sou, rendemos glória. [canto] [música] Senhor, Senhor, tu és o mesmo [música] e não mudarás. >> [música] >> Nos céus e terra ninguém se compara a ti. E com [música][canto] temor ao grande eu sou, rendemos rendemos glória. És o [música] Deus Deus e não darás tua glória, [canto] nem um [música] outro, outro, Senhor. És [música] o meu Deus [canto] e não darás tua glória [música] nenhum nenhum outro. outro. >> [música] >> Tu és o mesmo e não mudarás. Nos céus [música] e terra ninguém se compara a ti. E com [música] temor a grande eu sou, rendemos glória. glória. [música] Tu és o [música] mesmo e não mudarás. No céus [música][canto] e terra ninguém se compara a ti. Sou [música] rendemos [canto] glória. [música] Rendemos glória. [música] [música] As vozes. És [música] o Deus [canto] elos e não darás tua [canto] glória nenhum outro. [música] És [canto] um Deus e não darás sua [música] glória [canto] nenhum outro. Tu és o mesmo. Tu és o mesmo e não mudarás. [música] Nos céus [canto] e terra ninguém se compara a ti. E com temor ao [canto] grande eu sou, [música] [música] rendemos rendemos glória. glória. [música] >> Tu és o mesmo. >> Tu [música] és o mesmo e não mudarás. Nos céus e [música] terra ninguém [canto] se compara a ti, Senhor Jesus. E com temor ao grande eu sou, [música] rendemos [canto] glória. [música] >> Somente a igreja, somente as vozes. És um Deus e [canto] não darás sua glória a nenhum outro. És um Deus [canto] [canto] e não darás sua glória nenhum outro. Tu és o mesmo, Senhor. >> Tu és o mesmo [música] e não mudarás. Céus e terra ninguém [música] se compara a ti. a ti. E com [canto] temor ao grande o [música] rendemos [canto] glória. Tu és o mesmo e [música] não mudarás nunca. nunca. dos céus e terra se compara [música] a ti. E temor ao canto de cantemos [música] glória. [música] És um Deus é louco. És o Deus [música] hoje não darás tua glória, [canto] nenhum nenhum outro. [música] És um Deus hoje [canto] não darás tua glória. [música] Nem Nem o Deus é novo. És o [música] Deus e não darás tua glória. [canto] >> [música] >> Tu és um [música] Deus e não dará sua glória [música] no >> Tu és o mesmo que nãoá cant. Tu és o mesmo [música] e não mudarás. Os céus [música] e terra que se compara a ti. E com [música] temor ao grande, rendemos glória. [canto] É o mesmo. Tu és [música] o mesmo e não mudarás. Os céus e terra [música] ninguém se compara a ti. E com temor [música][canto] a grande a grande rendemos glória. [música] Rendemos [música] glória. [canto] [música] Temos glória. [música] Te adoramos, [música] Jesus. Jesus. Rendemos glória ao Filho. O Senhor é aquele que zela em cumprir a tua palavra. O Senhor é aquele que preservou durante todas as gerações a sua promessa [música] viva viva >> até o seu cumprimento. Quando o Senhor subiu aos céus, o Senhor enviou outro consolador. Nós te adoramos pela missão da igreja, Senhor. Senhor. Nós te louvamos pelo privilégio que temos de testemunhar a Cristo. Nós não podemos deixar de falar daquilo que vimos e ouvimos. Nós te adoramos, Senhor Jesus, por todos aqueles irmãos mártires que morreram adorando o teu nome em algum lugar desse mundo. Não houve império que pudesse calar o teu povo. >> Não houve doença, [música] peste. Não houve Não houveram cadeias. Não houveram, Senhor, nenhum tipo de impedimento que fizesse o teu povo se calar e deixar de proclamar >> a sua [música] morte e a sua ressurreição. Tudo isso é possível pelo poder do Espírito Santo. Nós queremos ser cheios do Espírito Santo. Senhor, derrama sobre a tua igreja. Nos ajuda a ser obedientes ao Senhor, Pai. nos dá, Senhor, sabedoria, coragem, nos ajude, Senhor, a ser forte em ti, Senhor Jesus. Ajuda-nos, ó Deus. Ajuda a tua igreja, Pai, a caminhar pelas pegadas dos mártires, Pai, sem temor, sem temer nada e nem ninguém. Capacita-nos, encha-nos, derrama sobre nós >> fogo do teu espírito e aquece os nossos corações paraa glória do teu santo nome. >> Nós te adoramos, Pai. >> Você pode se assentar. Glória a Deus. Glória a Deus. Glória a Deus. Sem mais delongas e sem muitas apresentações, nosso pastor e um amigo que tá cada vez mais chegado do que irmão, pastor Felipe Breder, assume esse púlpito, por favor. [roncando] >> Amém. Que coisa linda, meus irmãos. Quero começar esse tempo orando. Feche seus olhos, [roncando] eleve seus pensamentos ao Senhor. Pai, como é bom, como é bom estar aqui celebrando o Senhor, clamando pela presença do Teu Espírito, lembrando que o Senhor fez em Pentecostes, sabendo que o Senhor continua renovando a tua igreja. Fale conosco nesta noite, Deus. Nos ajude a entender o que o Senhor deseja fazer em nosso meio. Derrama o teu espírito nesse lugar. fale conosco e de alguma forma pela tua graça e misericórdia me use como voz do Senhor, Pai, por meio da tua palavra, no nome de Jesus. Amém. Amém. Avivamento. Avivamento é algo que nós temos orado, buscado, conversado nas reuniões da equipe pastoral. Algo que nós ansiamos, algo que nós desejamos. Quando nós, alguns ciclos, alguns círculos aí, algumas pessoas chegam a dizer que olha, nós estamos vivendo um avivamento no Brasil, tem alguma coisa acontecendo. Só que às vezes parece que as notícias que nós vemos a respeito da igreja brasileira são mais motivo de lamento do que de alegria. notícias de corrupção no meio da igreja, de igreja envolvida com escândalos de corrupção, de abuso, abuso de autoridade, da fé esfriando, das coisas meio estranhas, escândalos que fazendo com que a própria igreja se junte com ideologias políticas ou ideologias políticas use argumento da própria igreja. E quando nós olhamos pro Brasil, nós vemos uma situação muito parecida com Israel na época do profeta. Quando Ageu no capítulo um, ele já denuncia o povo dizendo que vocês semeiam muito e colheram pouco. Comem, mas isso não chega a matar a fome. Bebem, mas isso não dá para ficar satisfeitos. Põe roupa, mas ninguém se aquece. E o que recebe salário, recebe para colocá-lo numa sacola furada. O profeta Geu estava denunciando Israel justamente porque o povo estava se preocupando muito mais com o seu umbigo, com as suas necessidades, com as suas plantações, com seus alimentos, do que com a glória de Deus, com a casa de Deus. E foi justamente quando o povo deixou de se preocupar com as suas próprias casas para reconstruir o templo lá no contexto do profeta Geu. É que Deus traz uma mensagem de esperança, de encorajamento profético. Deus diz que segundo a aliança que eu fiz com vocês quando saíram do Egito, o meu espírito habita no meio de vocês. Não tenho medo, pois assim diz o Senhor dos Exércitos: "Daqui a pouco, mais uma vez eu farei tremer o céu, a terra, o mar e a terra seca. Farei tremer todas as nações e serão trazidas as coisas preciosas de todas as nações. E encherei este templo de glória, diz o Senhor dos Exércitos. Minim é a prata, minha é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos. A glória deste novo templo será maior do que a do primeiro, diz o Senhor dos Exércitos. E neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. E quando nós lemos essa história, nós sabemos que Deus não está fazendo uma profecia a respeito do templo físico. Ele tá fazendo uma promessa de que traria uma nova aliança, uma renovação, um avivamento. E é interessante que nós vemos esse ciclo durante todo o Antigo Testamento e vemos isso acontecendo no Novo Testamento, como Deus intervém trazendo renovação e avivamento. Nós estamos orando por avivamento. Essa profecia de Agu, como nós já estudamos os profetas aqui, as profecias no Antigo Testamento muitas vezes tem duplos cumprimentos, né? Tem um cumprimento telescópico. Será que isso pode acontecer conosco mais uma vez de Deus manifestar a sua glória? Quando nós observamos observamos com atenção não só ao Brasil, ao mundo, parece que tem alguma coisa acontecendo. Tem um trem aí acontecendo. Recentemente a gente tem publicado pesquisas que mostram que os jovens da geração Z, por exemplo, na Europa estão buscando o sagrado, experiências religiosas. Por mais que eu tenha muitas críticas críticas a grandes movimentos, como por exemplo, a desescend, que aconteceu agora recentemente aqui em Belo Horizonte, não dá para negar que tem alguma coisa acontecendo. Os jovens estão de certa forma sedentos, eles estão buscando, eles querem alguma coisa, existe algo acontecendo. Será que nós podemos ter uma esperança da chegada de um avivamento? Ou será que nós podemos provocar algum tipo de avivamento? Será que nós podemos pelo menos orar por avivamento? O que que significa avivamento? Será que é dessa forma que Deus trabalha? Deus trabalha realmente trazendo renovações ao longo da história, avivamentos ao longo da história? Sem dúvidas, quando nós olhamos ao longo da história da igreja, nós vemos que Deus é um Deus soberano que não perde o controle da história e nem mesmo da sua igreja. Quando nós olhamos para a Bíblia, primeiramente para o Antigo Testamento, o que nós vemos é realmente um padrão constante de renovação diante de declínios. Por quê? Porque, infelizmente, existe uma verdade que persegue a nós até hoje, que é o a gravidade do pecado. O pecado no nosso coração que naturalmente nos esfria, nos separa de Deus. Nós vemos nos ciclos do Antigo Testamento que sempre que surgiu uma nova geração, o livro de juízes é claro a respeito disso. Se você lê o livro de juízes, fica evidente que quando o líder, o juiz, ou o líder carismático ali que tinha ação de Deus sobre ele morre e aí vem uma nova geração, geralmente essa geração já não se lembrava do Deus de Israel. Não apenas o problema geracional, mas o próprio problema do pecado. pecado. É uma realidade que a nossa, nós temos uma necessidade vital de renovação constante do Espírito Santo, porque de forma natural nosso coração acaba sofrendo uma entropia espiritual. Eu nunca me esqueço de uma simples ilustração que o Keller trouxe, mostrando que o nosso coração é como um balde de água num frio abaixo de zero. Se você deixa o balde de água ali no frio abaixo de zero, ao longo do tempo, aquela água começa a congelar, começa a criar uma fina camada. E aí com o tempo, aquela voz do espírito que você chegava na igreja antes, qualquer era só falar o nome de Jesus, você já chorava, você já quebrantava. Você lembra dessa época da sua conversão, do seu primeiro amor? Só que com o tempo parece que essa água vai congelando e se tornando cada vez mais sólida, mais dura e que precisam de coisas ainda maiores para quebrar esse gelo. O nosso coração é dessa forma. Se essa água não é constantemente remida, né? Se essa água não está em constante movimento, se deixados a nossa própria sorte, o nosso coração entra numa entropia espiritual. Essa, esse, infelizmente, tem sido o padrão da história. A gravidade, o pecado é como se fosse uma gravidade que nos puxa para esse esfriamento, para essa necessidade de renovação. O pecado acaba fazendo na nossa espiritualidade uma religião formal, um moralismo sem vida. E aí no Antigo Testamento nós vemos essa constante renovação de Deus. E aí é interessante que parece que esse agir de renovação de Deus não é algo extra para cristãos super espirituais, mas parece que é o movimento de Deus para trazer o povo de Israel, a igreja pro seu lugar, pro lugar em que ela deveria estar. Isso acontece também no Novo Testamento, quando nós lemos a história do Pentecostes em Atos capítulo 2, que o Espírito Santo é derramado e ali nasce a igreja. E ao longo aqui da nossas nossos dias, nós vamos com certeza estudar mais esse texto de Atos capítulo 2. No domingo, inclusive já depois da conferência, que continua a conferência, né? Vai até domingo também o pastor Igo vai falar sobre Atos aqui também. Mas é óbvio que quando surge a igreja em Atos no capítulo 2, o espírito é derramado, nós vemos que esse padrão não cessa ali. Quando o Espírito Santo vem em Atos capítulo 2, uma realidade é estabelecida. A partir de agora, o Espírito Santo habita em nós e na igreja. Mas ao longo do próprio livro de Atos, nós vemos outras manifestações de renovação do espírito. É interessante que no capítulo 4 de Atos, no versículo 23, nós vemos mais uma vez o Espírito Santo trazendo uma renovação no meio dos apóstolos, dos discípulos que ali estavam quando eles foram soltos da prisão. E aí no versículo 23 diz que uma vez solto Pedro e João procuraram os irmãos e lhe contaram tudo que os principais sacerdotes e os anciãos lhes tinham falado. Ouvindo isso, unânim levantaram a voz a Deus e disseram: "Tu, soberano Senhor, fizeste o céu, a terra, o mar e tudo que neles há. Disseste por meio do Espírito Santo, por boca de Davi, o nosso pai, teu servo, porque se enfurece os gentios e os povos imaginaram coisas vãs. Os reis da terra se levantaram, as autoridades se juntaram contra o Senhor e contra o seu ungido. Porque de fato nessa cidade Herodes e Pôcio Pilatos, com gentios e gente de Israel se juntaram contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste, para fazerem tudo que a tua mão e o teu propósito pré-determinaram. Interessante que mesmo depois do Pentecostes, os apóstolos estão sofrendo perseguição, estão sofrendo problemas. A igreja tá sendo perseguida, a o império romano tá perseguindo a igreja. E aí os discípulos se reúnem e começam a orar e a pedir a Deus. Versículo 29. Agora, Senhor, olha para as ameaças dele e concede aos teus servos que anunciem a tua palavra com toda a ousadia. Interessante que eles não pedem para que Deus termine os problemas, né? Acabe com essa perseguição. Mata essa galera toda aí, por favor. Não. O que eles pedem é que Deus os dê graça para que eles tenham ousadia para pregar a palavra e anunciar o evangelho. Enquanto estendes a tua mão para fazer curas, sinais e prodígios por meio do teu nome e do teu santo servo Jesus. Olha agora. Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e com ousadia anunciavam a palavra de Deus. Depois de Atos 2, nós temos aqui mais uma manifestação de renovação, de um descer do Espírito Santo. Portanto, nós notamos que não é só, infelizmente, o padrão do Antigo Testamento, que o coração tem uma certa forma se deixado por si mesmo uma entropia espiritual e nós constantemente dependemos da ação do Espírito Santo, mas nós vemos que o Espírito Santo continua renovando a sua igreja. Pentecostes estabeleceu um padrão de dependência do Espírito Santo e não uma ação concreta, digamos assim, uma ação estática, que agora a igreja não precisa mais desse tipo de renovação. Muito pelo contrário, o que foi estabelecido em Pentecostes é justamente um padrão. Qual o padrão? que nós dependemos desses agires do Espírito Santo de renovação em nosso meio. O próprio apóstolo Paulo no livro de Romanos, no capítulo 8, perdão, no capítulo 8, a partir do versículo 26, ele diz que da mesma maneira também o espírito nos ajuda em nossa fraqueza, porque não sabemos orar como convém, mas o próprio espírito intercede por nós com gemidos inexpremíveis. E aquele que som do coração sabe qual é a mente do espírito, porque ele intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus. Veja que o Espírito Santo já habita em nós. O Espírito Santo já habita na igreja. Se você creu em Jesus Cristo, o Espírito Santo habita em você, mas ainda assim nós dependemos dele constantemente para que ele nos ajude a orar, para que ele traga renovação sobre nós. A renovação contínua é necessária ao coração humano, justamente por causa do problema do pecado do coração humano, do nosso pecado. O Espírito Santo. Nós precisamos que o Espírito Santo intensifique periodicamente a nossa obra, a obra dele na sua igreja. Jonathan Edwards presenciou um dos maiores avivamentos que nós vimos na história, o primeiro grande despertar, como é dito pelos historiadores da igreja. Ele fez, escreveu muito sobre as características do avivamento. E o Jonathan Edwards, ele diz que Deus envia renovação não para criar euforia, mas para restaurar a vida espiritual normal. da igreja que deveria ser. Essa é a razão pela qual Deus envia renovação. E nós vemos esse ciclo tanto no Antigo Testamento, no Novo Testamento e ao longo da história. Ao longo da história, nós vemos que mesmo diante das crises que a igreja vive, infelizmente, por causa do pecado do coração humano, mesmo diante das crises que a igreja vive por causa do nosso pecado, Deus não perde o domínio da sua igreja e envia renovação. A própria reforma protestante foi um desses despertares, um avivamento onde por causa da do legalismo da igreja e por causa da da das indulgências da igreja, Martinho Lutero se encontra com a obra justificadora de Jesus Cristo e a paz de Jesus que nos foi impultada a nós por meio do seu sacrifício na cruz e dá início a um grande despertar que foi a reforma protestante. Mas com o passar do tempo, infelizmente, a igreja volta a enfrentar problemas. Porque se Martinho Lutero descobriu que nós somos justos diante de Deus, um outro problema surge. A igreja passa a viver agora de forma libertinada, digamos assim. Já que eu sou perdoado, já que eu sou justo, já que Deus me salvou, então agora eu posso viver do jeito que eu quiser. E aí Deus levanta um novo despertar, que é o movimento do pietismo, do puritanismo no século X7. Depois nós temos um novo grande despertar no século XVI junto com o Jonathan Edwards e depois nós temos muitos outros despertares ao longo da história. E aí é interessante porque o Richards Lovis, Richard Lovis Lovlis, ele foi um historiador da igreja que estudou profundamente os grandes avivamentos da igreja. Ele tem um livro chamado Dynamics of Spiritual Life, eh, que inclusive na última edição agora, o Tin Keller escreveu um prefácio dele que ele mostra que o ministério dele foi moldado pela influência do Richards Lovl, que dos grandes avivamentos. E ele mesmo diz que muita coisa do que ele fala foi dali que ele tirou. E é interessante que eu tava lendo o livro e realmente tem muita coisa falar: "Ah, então é daqui que o Keller tirou essa ideia". Olha assim, ele foi muito influenciado por esse ministério. Ele estudou a histórias dos avivamentos e ele mostra que existe que a história da igreja, por mais que a história da igreja seja sim uma linha progressiva, ela não é uma linha progressiva reta. Ela é uma linha, digamos, com como se fosse uma curva seminodal, né? Que a igreja tem períodos de avanço e de pequenos declínios e avanço e pequenos declínios. declínios e avanço e pequenos declínios. A igreja está crescendo, mas nós temos uma linha curva, porque, infelizmente, por causa da frieza do nosso coração, do nosso pecado, que ainda que nós precisamos, que que infelizmente ainda está no nosso coração, a nossa rebeldia natural, faz com que a igreja enfrente problemas. Mas ao longo da história, nós vemos Deus intervindo com avivamentos e renovação paraa sua igreja. E é óbvio, é isso que nós desejamos no período que nós estamos vivendo, um avivamento. Mas antes de falar sobre quais são as marcas de um avivamento, eu gostaria de falar um pouco sobre o que não é um avivamento, porque muito se fala de avivamento. Um, uma definição de avivamento é o avivamento, digamos, das grandes campanhas evangelísticas. O T Keller vai chamar inclusive de avivamento de fronteira, influenciado aí por Charles Finner, por exemplo, das grandes cruzadas evangelísticas. Olha quantas milhares de pessoas foram, quantas almas foram ganhas para Jesus nas grandes cruzadas, multidões de evangelismo. Eh, eh, e e esse movimento acaba enxergando o avivamento como uma ação que nós podemos fazer de crescimento de igreja, de multiplicação, de pregar o evangelho. É uma obra nossa. O avivamento é algo que nós podemos realizar, mas eu não creio que essa seja a melhor definição de avivamento, porque eu nem creio que avivamento possa ser algo que nós possamos realizar. Existe uma segunda definição de avivamento aí, que é a definição, digamos, pentecostal. A definição pentecostal de avivamento é quando coisas espetaculares e carismáticas começam a acontecer no nosso meio. A igreja começa a viver manifestações de dons, de profecia, línguas, interpretações de línguas, curas e e e muitas pessoas se convertendo e crescimento de igreja e a igreja explodindo. Mas eu também não creio, por mais que em avivamentos é comum acontecer dons sobrenaturais do Espírito Santo. Nós gostamos disso. É óbvio que nós desejamos que o Espírito Santo aja com dons sobrenaturais. Essa não é a melhor definição bíblica de avivamento. A melhor definição bíblica que nós podemos dar de avivamento é, em primeiro lugar, que avivamento não é algo que nós possamos realizar, não é algo que o ser humano possa fazer. O avivamento também não é simplesmente ações extraordinárias do Espírito Santo ou um ambiente que começa a ter muito barulho ou muitas manifestações sobrenaturais. Por mais que isso possa acontecer, eu gosto muito da definição que o Tim Car deu de avivamento, baseado justamente no Lovl, que avivamento é quando nós temos uma intensificação das operações ordinárias do Espírito Santo. Olha que interessante. Avivamento é uma intensificação das operações ordinárias do Espírito Santo. O que que acontece no avivamento? No avivamento, os cristãos adormecidos acordam. Um dos maiores problemas dentro da igreja são os cristãos que receberam a graça de Jesus, que tm convicção da sua salvação, que creem no evangelho, mas eles não estão nem muito tristes, nem muito felizes. Eles estão mornos. Não existe um não existe uma plena convicção do seu pecado. Não experimenta um arrependimento profundo, ao mesmo tempo também que não experimenta uma segurança da salvação. São aqueles que creem na Bíblia, que creem que Jesus morreu por eles, que depositou a fé em Jesus, que sabe que Jesus é o filho de Deus. Mas o Espírito Santo ainda precisa testificar no coração deles que eles são realmente filhos de Deus. Filhos de Deus. E o avivamento, uma das consequências do avivamento é fazer com que cristões, cristões não, né, gente? Eu preciso falar mais devagar, né, amor? >> A definição, uma das coisas que acontece no avivamento é que cristãos adormecidos passam a acordar. É quando os cristãos têm aquela mesma experiência de Isaías, de ver a glória de Deus e dizer: "Ai de mim! Ai de mim! Porque eu sou um homem impuro no meio de um povo de de lábios impuros. Um homem de lábios impuros no meio de um povo de lábios impuros. O avivamento, um dos uma das consequências naturais de um avivamento é justamente cristãos mornos que se despertam. Foi isso que aconteceu, por exemplo, no grande despertar com Jonathan Edwards. Não começou com não crentes vindo pra igreja, começou justamente dentro da igreja dele com cristãos de anos na cadeira ali que já ouviam o evangelho e conheciam o evangelho. E ele descreve que quando o grande despertar aconteceu, essas pessoas tinham uma nova sensação da realidade de Cristo. Eles passaram a experimentar de verdade o que é que estava acontecendo. Não apenas isso, mas uma das consequências naturais de um avivamento são os cristãos nominais, ou sejam, os falsocrentes. A galera que acha que é crente, mas não é crente. Os crentes nominais passam a se converter de verdade. São aquelas pessoas que estavam há muito tempo dentro da igreja como um cristão nominal, batizado, e que finalmente passam a dizer: "Eu pensava que eu era crente, mas eu não era crente e agora, finalmente, eu contrei com Jesus Cristo, com essa graça maravilhosa. Eu percebi que eu nunca tinha entendido de fato o evangelho. Meus irmãos, infelizmente, infelizmente existe em nosso meio muitos desses crentes nominais. Como pastor não cabe a mim dizer quem é. Eu nem posso fazer isso de achar, olha, ó, esse aí não é crente mesmo, não. Esse aqui é crente de verdade. Não cabe a mim fazer isso. É uma ação do próprio Espírito Santo. Existem pessoas que eu conheço, estão próximas, que a gente convive, que assim, eu não tenho motivo bíblico nenhum para discipliná-las. tem nenhum motivo para discipliná-las, mas ao mesmo tempo não tem um gosto de Jesus, Jesus, não tem um cheiro de Jesus. Não sou eu quem vai dizer para você se é crente de verdade ou não é crente de verdade. É o próprio Espírito Santo que precisa causar algo no seu coração. E uma das consequências do avivamento é justamente esses crentes nominais se converterem de verdade. Se converterem de verdade. Enfim, o avivamento causa muitas transformações. Mas eu queria agora tirar um tempo para falar de algumas marcas teológicas do que é um avivamento. Bem palestra batista mesmo, se você quiser pode anotar. >> Marcas de um avivamento. Um avivamento. Quais são as marcas de um avivamento genuíno? Interessante que o Lov faz uma ampla pesquisa histórica. O Keller fala sobre isso. Os historiadores do avivamento falam sobre isso. O que é um avivamento? Como que nós podemos perceber que tem, cara, tem um avivamento acontecendo aqui? O que que é um avivamento? Primeira marca de um avivamento genuíno e real. O evangelho é recuperado e colocado no centro outra vez. Essa é a primeira marca de um avivamento, de um avivamento genuíno. O evangelho recuperado. Recuperado de quê? Porque, infelizmente, duas coisas acabam acontecendo com evangelho genuíno, sendo desvirtuado para um outro evangelho, pro falso evangelho. O primeiro deles é o evangelho ser transformado num legalismo religioso, numa confiança nas suas próprias obras, numa confiança de que a salvação é alcançada porque eu preciso fazer alguma coisa. Nós não temos mais a consciência da justificação que nos foi impultada na cruz do Calvário e passamos a viver por nosso desempenho religioso e confiar em nosso desempenho religioso. A disciplina a nossa, na nossa disciplina da oração, em quão pouco eu estou pecando hoje. Esse é um erro muito comum de uma de de um desvirtuar, né, de um descaminho aí do evangelho. transformar no nosso legalismo. O problema do legalismo religioso é que nós vivemos inconscientemente muito inseguros. Nós não conseguimos ter segurança. Quantos aqui trabalham por um chefe? Trabalha CLT, né? Tá, tem um chefe. Quantos aqui tem um chefe? Muita gente. Eu já tive um chefe desses, né? Que você chega no escritório de 8 às 6. Não sei se vocês vão se identificar com a minha experiência de ter tido um chefe. Você nunca tem segurança de como que você tá com ele. Tem dia que você acha que seu chefe te ama, ele tá feliz com você, ele te elogia, ele gosta muito de você. Tem dia que parece que seu chefe te odeia. Você se esforça o máximo para deixar ele feliz e contente. Você trabalha um monte para poder deixar os seus supervisores satisfeitos, mas você nunca tem segurança de fato de como você está diante dele. Essa é a realidade do evangelho legalista que depende das nossas próprias boas, das nossas boas obras. Nós inconscientemente vivemos como cristãos completamente inseguros. Nós nos tornamos orgulhosos, tratamos as outras pessoas que nós julgamos terem menos obras do que nós de forma hostil. E o avivamento quando ele chega, ele justamente traz uma ação do Espírito Santo que derruba a nossa justiça própria e coloca de novo a justiça de Deus no centro. Foi justamente o que aconteceu com Lutero no despertar da reforma protestante, de colocar o legalismo de volta e trazer a justiça de Deus outra vez no centro. Mas tem um outro problema que o evangelho muitas vezes é desvirtuado, que é o oposto do legalismo. É o que o Bonofer chamou da graça barata. Bom, agora que eu sou justificado, que eu sou salvo por Jesus Cristo, significa que eu posso viver de qualquer jeito. Eu nunca me esqueço, gente. E eu não eh eh eu nunca me esqueço que a que me encaminharam, me mandaram. Tem gente que gosta de mandar essas notícias fofoca no Instagram pra gente, né? Eu não sigo a pessoa, mas me mandaram um story de uma garota de programa famosa aí no Brasil que publicou dizendo a a pessoa falando: "Olha, você continua cristã mesmo fazendo o que você faz?" Aí ela: "Mas isso não influencia. Jesus pagou todos os meus pecados na cruz e eu sou salvo de qualquer forma." e continua vivendo uma vida de prostituição. É a chamada graça barata, onde o evangelho não causa mais ou não existe mais uma preocupação com santidade. É uma ortodoxia morta. E o avivamento, uma das marcas genuínas do avivamento, é justamente colocar a justificação no centro que nos traz arrependimento genuíno e uma vida santa. Uma vida santa. O avivamento real nos leva justamente pro evangelho no centro outra vez. Como diz Colossenses, quando Paulo, como Paulo falou em Colossenses, no capítulo 2, no versículo 6. Portanto, assim como vocês receberam, assim como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele. Foi o que aconteceu com John Wesley. Eu amo essa história. Não sei se vocês conhecem, John Wesley, ele era já ordenado, um pastor ordenado, fez seminário, tinha cargo de liderança na igreja viv, sabia tudo sobre Jesus. E aí ele entra numa campanha missionária, ele morava na Inglaterra e ele vem paraas Américas para evangelizar os índios. Gente, ele sai para ser para fazer missões. Enquanto ele estava vindo pros Estados Unidos, o navio que eles estavam sofre uma terrível tempestade. Isso foi no ano 1735. E é interessante que enquanto eles estavam numa terrível tempestade que parecia que o navio ia afundar, Lutero se encontrou com um grupo de moravianos. Oi. O John Esley. Eu falei: "Ah, perdão, gente, é muita coisa. Eu tô tô nervoso. John Wesley se encontra naquele grupo, naquele navio que estava sofrendo uma tempestade, um grupo de irmãos moravianos que estavam louvando e cantando enquanto o navio estava prestes a afundar". Ele fica impactado com aquilo, eles sobrevivem aquela tempestade. Ele se aproxima de um desses irmãos moráveis e pergunta para ele: "Olha, vocês não tinham medo? Vocês não estavam com medo?" Ele falou: "Medo de quê? Medo de quê?" E aí o irmão perguntou pro John Wesley: "Você conhece Jesus? Você conhece a Cristo?" Ele falou: "Não, eu conheço não. Mas você o conhece de verdade? John Wesley fala no seu diário que ele ficou sem resposta, inquieto com aquilo. A missão dele na América fracassou, infelizmente. Ele volta paraa Inglaterra. Ele escreve no seu diário seguinte: "Eu fui à América converter os índios, mas quem me converterá?" Quando ele volta paraa Inglaterra, ele vai numa dessas reuniões em que os moráveis se reuniam e ali o irmão começa a ler o prefácio do comentário de Romano, de Lutero. E ele vive uma renovação dentro de si. E ele escreve no diário dele por volta das 9 menos 1 qu4to da noite, enquanto ele escrevia, a mudança de Deus operava no coração mediante a fé em Cristo. Senti o meu coração estranhamente aquecido. Senti que confiava em Cristo somente para a salvação. E me foi dada a segurança de que havia tirado os meus pecados, os meus, e me salvou da lei do pecado e da morte. Aleluia! >> E eu não sei se vocês conhecem a história. Por influência do Espírito Santo através da vida do John Wesley, a Inglaterra viveu um dos grandes avivamentos da história. O evangelho colocado no centro outra vez, mas há uma segunda marca de um avivamento genuíno, que o arrependimento se torna comum, o arrependimento se torna normal. Nós vemos isso acontecendo no Pentecostes, [roncando] no primeiro derramar do Espírito Santo na igreja. A primeira coisa que Pedro faz é começar a anunciar o evangelho para os que estavam ali. E quando Pedro anuncia o evangelho, o que acontece é interessante. No versículo 37 do capítulo 2, quando ouviram isso, ficaram muito comovidos e perguntavam a Pedro e aos demais: "O que faremos?" E Pedro respondeu: "Arrependam-se, cada um de vocês sejam batizados em nome de Jesus Cristo". O arrependimento é uma marca de um avivamento genuíno. Inclusive o Keller vai dizer que é justamente uma vida de arrependimento que distingue avivamentos reais na história de apenas ecências emocionais que nós vemos por aí, que muitas vezes nós denominamos de avivamento. Denominamos de avivamento. Quando o avivamento acontece, o arrependimento se torna comum na vida da igreja. Perdão. Acontece o que nós vemos em Atos dos Apóstolos, no capítulo 19, quando uma renovação começa acontecer na cidade de Éfeso, quando Paulo tá anunciando o evangelho ali. E diz no capítulo 19, no versículo 18, que muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado magia, reunindo seus livros, os queimaram diante de todos. calculando o valor dos livros, verificaram que chegava a 50.000 denários. Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente. No século XX, a Coreia do Sul viveu um grande avivamento. Um país que era 0% cristão, saltou para quase 40% da população sendo cristã. Foi um grande avivamento. E é interessante que alguns historiadores contam que ali na Coreia do Sul, quando esse despertar começa, esse avivamento começa na igreja, ah, muitos chineses eram proprietários de terra naquele lugar. E os chineses ficaram assombrados porque quando o avivamento começou a se espalhar, os cristãos coreanos, que tinham se tornado cristãos, os coreanos que tinham se tornado cristãs, sob convicção do pecado, começaram a voltar aos proprietários e confessar que elas haviam roubado, furtado e enganado no negócio. Meus irmãos, arrependimento é uma marca de um avivamento genuíno. O arrependimento precisa ser comum na nossa igreja. Infelizmente, o que eu tenho recebido muitas vezes no gabinete pastoral não é arrependimento genuíno, é remorço. Sabe o que que é remorço? O remorço é quando sua esposa descobre a besteira que você fez e aí você não tá arrependido porque ofendeu a Deus. Você tá sentindo remorço porque você quer restaurar o estado que seu casamento estava antes. Isso não é arrependimento, isso é remorço, porque você perdeu algo que você amava demais. Arrependimento é ter uma visão da santidade de Deus e perceber que a sua vida tem ofendido diretamente a Deus. O arrependimento precisa ser uma marca comum da nossa igreja. E vocês não fazem ideia de como eu fui moído quando eu tava preparando essa mensagem aqui durante essa semana. E eu precisei ir atrás de pessoas para pedir perdão. Eu não não tinha como subir aqui em cima. O arrependimento precisa ser a mortificação do nosso pecado. Como diz Tiago no capítulo 4, versículo 8, "Cheguem perto de Deus e ele se achegará a vocês. Limpem as mãos pecadores, e vocês que são indecisos, purifiquem o coração, reconheçam a sua miséria, lamentem e chorem. Que o riso de vocês se transformem em pranto e que a alegria de vocês se transformem em tristeza. Humilhem-se diante do Senhor e ele os exaltará. Eu tava assistindo uma palestra do Tim Keller sobre avivamento e ele falou uma coisa interessante. Ele disse: "Olha, geralmente quando uma igreja tá vivendo um avivamento, o que nós vemos é silêncio. Não no sentido que não existe júbilo, existe culto de júbilo. O silêncio que ele tá falando é o seguinte: olha, os irmãos não estão brigando, brigando, a igreja não tá envolvida em polêmicas, tudo que nós vemos é um povo rendido aos pés do Senhor, demonstrando arrependimento genuíno. Terceira marca de um avivamento real é um culto ungido. Um culto ungido. Não sei se vocês se lembram em 2023 quando aconteceu o avivamento de Asbury lá e era um culto de jovens em que de repente sem planejamento nenhum, eles não tinham planejado aquilo. O Espírito Santo trouxe uma renovação naquele lugar e eles ficaram com aquele culto ininterrupto por semanas. E é interessante que no meio do culto jovens levantavam espontaneamente, começavam a falar: "Eu tô dormindo com a minha namorada". Começaram a confessar os seus pecados assim publicamente em voz alta. Foi um um movimento maravilhoso. Por mais que isso seja maravilhoso, não é exatamente essa definição de culto ungido que eu tô dizendo. Essas coisas acontecem, nós queremos que aconteça. Imagina como seria maravilhoso se hoje à noite o Espírito Santo se derramasse aqui, as pessoas começassem a se levantar e confessar os seus pecados. Mas a ideia de cunto ungido aqui é a consciência da presença de Deus. E existe algo interessante, eu não sei se você já notou, mas ultimamente nós nos organizamos para ir na igreja e muitos que vão num culto hoje, a última pessoa que esperam encontrar nesse culto é o próprio Deus. A gente vai pro domingo pro culto na igreja, a gente não tem expectativa de encontrar Deus. Nós estamos com a expectativa de ouvir um bom sermão. Se for o pastor Igor Miguel, eu vou. Se eu descobrir que vai ser o Felipe que vai pregar, não vou. Porque a minha expectativa é de ouvir o pastor pregar, um bom louvor, uma boa música, nós não vamos mais com a expectativa de encontrar a própria presença de Deus. Qual é a ideia de um culto ungido? que é uma marca de todo o avivamento. O culto ungido é quando uma pessoa entra num ambiente de culto, percebe Deus de fato está aqui. O próprio Deus de fato está aqui. O próprio apóstolo Paulo, quando ele tá lá na sua primeira carta aos Coríntios, no capítulo 14, falando sobre os dons, e ele fala sobre os dons de línguas e os dons de profecia, e ele fala que publicamente na igreja é melhor que seja dom de profecia, porque o dom de língua, ele fala, imagina que se uma pessoa chega na igreja e fala, vê um monte de gente falando línguas estranhas, sem nenhuma interpretação, aquela pessoa vai achar que esse povo é maluco. Agora, se ela entra no culto e recebem palavras proféticas, olha o que o texto diz. Porém, se todos, Primeira Coríntios 14:24, porém se todos profetizarem e entrar ali um não crente, não instruído, ele será convencido por todos e julgados por todos. Os segredos que ele tem no coração se tornarão manifestos. E assim, prostrando-se com rosto em terra, adorará a Deus, testemunhando que Deus está de fato no meio de vocês. Ah, meus irmãos, eu tenho orado e nós temos orado. A equipe pastoral tem orado. A gente toda terça-feira nós estamos nós temos orado para que isso aconteça, [roncando] para que isso aconteça, para que os nos crentes comecem a chegar aqui dentro e perceber Deus de fato está nesse lugar. Deus de fato está nesse lugar. E e quando nós vislumbramos a presença de Deus, naturalmente a nossa adoração é transformada. O culto se torna ungido. Isso independente do estilo, meus irmãos. independente do estilo, pode ser uma igreja um pouco mais pentecostal e, digamos assim, mais barulhenta ou uma igreja um pouco menos barulhenta. O a a questão do culto ungido tem pouco a ver com o estilo e com o barulho, mas com a real percepção da presença de Deus em nosso meio. Essa é a realidade de um culto ungido. Mas, infelizmente, nós vivemos numa época onde os cultos estão se tornando cada vez mais antropocêntricos. Nós estamos mais preocupados com a nossa felicidade, com a nossa alegria, com o nosso contentamento, com o nosso A gente vai pra igreja, gente, de verdade. A gente vai pra igreja porque a gente quer sentir o nosso coração quentinho, né? sentir que tá tudo bem comigo. A glória de Deus, a santidade de Deus tem sido deixado de lado. O Loblins, no livro dele sobre as dinâmicas da do avivamento, ele vai dizer que, infelizmente, ao invés de falar da santidade de Deus, muitos pregadores cantam uma canção de ninar sobre a santidade e a ira de Deus. ou trato isso com total desprezo. O conhecimento de Deus, a presença de Deus são précondições para nossa vida espiritual, para um despertar. Quando o evangelho de fato se torna real e o avivamento acontece [roncando] e nós temos certeza da presença de Deus no nosso meio, a nossa adoração muda completamente. Quarta marca de um avivamento real, os discípulos são multiplicados. E aqui eu tenho algo para dizer, inclusive em Atos 2, logo após a Pentecostes, o que que acontece depois do Pentecoste? Que que acontece com uma igreja que tá avivada? É interessante que a gente fala muito do Pentecoste, mas depois tem um texto de como uma igreja avivada vive. Uma igreja que tá renovada vive. diz que eles se reuniam diariamente, partiam o pão, eles estavam cheios do espírito e diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa, tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia do povo. Que que é contar com a simpatia do povo, gente? Eles estão proclamando, eles estão dizendo: "O evangelho tá sendo exposto e a cada dia o Senhor lhe acrescentavam os que iam sendo salvos". Não existe avivamento sem missões. A marca natural de um avivamento são não crente se encontrando com Jesus. E eu não tô falando da igreja se enchendo de pessoas vindo de outras igrejas. Não tem problema com isso. A nossa igreja de esperança tá aberta para pessoas que querem se encontrar com um evangelho sólido, real, bíblico, verdadeiro, com Jesus Cristo. Mas tem uma coisa que me deixa incomodado na nossa igreja. Eu tenho, desde que eu cheguei, eu tenho tive, tô estou tendo privilégio de liderar pastoral educacional. os nossos cursos do Confécio, que é o curso de membresia da igreja, mais de 90% das pessoas não são novos crentes convertidos, são pessoas que estão vindo de outra igreja. E uma marca genuína do avivamento não é só isso. Quando avivamento acontece, o evangelho passa a ser programado. Não cristãos passam a se converter. Uma marca natural do avivamento é a pregação genuína do evangelho. Isso tem mexido comigo. Porque quando nós contemplamos a presença de Deus, o nosso coração é renovado com a justificação, com o evangelho no centro. Quando nós descobrimos que não fomos nós que salvamos a nós mesmos e o poder do evangelho em nós, isso muda a nossa postura para com o próximo em anunciar o evangelho. O John Stort tem um livrinho poderoso, pequeno, mas poderoso, chamado Nosso Silêncio Culpado, em que ele fala que quando nós não proclamamos o evangelho aos não cristãos, é culpa nossa. O silêncio, o nosso silêncio, ele é culpado, é culpa nossa. Ele diz que existem várias possibilidades do porque nós não estamos pregando. Mas uma das possibilidades porque nós não estamos pregando é porque nós somos incrédulos. Nós não cremos no poder do evangelho, porque nós não estamos experimentando esse poder do evangelho transformando a nossa própria vida. A consequência natural de ser renovado pelo Espírito Santo é proclamar isso às outras pessoas, é pregar o evangelho. Eu não quero constranger você ou fazer você se sentir culpado, não. É um motivo de oração mesmo. Mas quantas pessoas você já falou claramente? Quantas pessoas você já anunciou claramente o evangelho esse ano para alguém? Gente, no Brasil isso é fácil, tá? É claro que existem muitas pessoas que estão na academia ou que tem questões mais filosóficas e teológicas, mas a maioria até hoje, até hoje, que que geralmente eu faço, né? Se você é fácil, se você chegar para alguém na rua que você não conhece e perguntar pro brasileiro: "Ei, desculpa, deixa fazer uma pergunta. Como é que anda sua vida com Jesus?" Pergunta simples. A maioria dos brasileiros recebe imensa pergunta, sabia? E aí você abre uma porta de comunicação, alguns vão falar: "Tá bem". Outros fala: "É, não sei, tá mais ou menos." Você abre uma porta. A maioria do povo brasileiro é um povo que crê, mas ainda precisa do evangelho. Não é difícil não. E uma marca natural de um avivamento genuíno é a pregação do evangelho. Por exemplo, eu fico encantado com a história do avivamento dos moravianos na comunidade. É um nome alemão, então Herhut. Hein Rut, não sei se é assim que se pronuncia, mas o Conde de Zisendorf e uma comunidade de pessoas que foram ali refugiadas, que se reuniram com eles, eles passaram 100 anos numa torre de oração orando constantemente por renovação. Orando constantemente por renovação. 100 anos, gente, orando por renovação. Até que um dia o Espírito Santo encheu aquele lugar e eles foram renovados. Um avivamento aconteceu, uma principalmente um avivamento de unidade, porque era uma comunidade que brigava muito entre si. Lê a história deles, é muito legal, não dá tempo de falar aqui. Eles tinham muita disputa entre si, eles brigavam entre si, não tinham unidade. Até que o Espírito Santo veio com renovação e trouxe uma unidade tremenda. Mas por que que eu tô falando isso? Porque é esse avivamento que é chamado dos moravianos foi o estopim de um grande campanha missionária ao redor do mundo. E uma história me chama atenção, uma vez que o Conde Zinderdorf levou um ex-escravo para falar ali na comunidade da Companhia das Índias Oentais, de nararquesas. E enquanto esse escravo falava que os escravos das que os escravos da ilha de São Tomás não conheciam o evangelho, não conheciam Jesus, dois irmãos moravianos se levantaram e falando: "Nós vamos e se preciso nós vamos nos vender como escravos para poder evangelizar os escravos da ilha de São Tomé. Eles realmente estavam dispostos a serem vendidos como escravos para pregar o evangelho. Eles não, acabou que eles não precisaram ser vendidos como escravos, porque uma pessoa branca não poderia ser escravizada, mas eles conseguiram apoio para poder ir até aquela ilha e de forma limitada pregar o evangelho. Mas depois de 4 anos, depois de 4 anos, 13.000 convertidos e batizados por influências deles. Todo o avivamento genuíno desemboca. em missões. E por fim, oração extraordinária. O que que é oração extraordinária? É oração além do ordinário. Infelizmente, muitos de nós hoje trata a oração como um protocolo a ser cumprido no começo de uma reunião, no final de uma reunião de oração ou de um culto na igreja, de um pequeno grupo. Mas o o avivamento faz com que a igreja ore, ore. súplica para receber graça e confessar os seus pecados. Compaixão pelo crescimento da igreja, anseio por conhecer a Deus. Inclusive, na história dos avivamentos, todo grande avivamento foi precedido por um período de oração. Oração por desejo por Deus, oração por desejo pela presença de Deus. É isso que acontece num avivamento genuíno. E aí você pode estar dizendo: "Beleza, essas são as cinco marcas de um avivamento real. Bora fazer, vamos sair daqui, vamos começar a colocar o evangelho no centro, confessar os nossos pecados, clamar por missões e evangelizar todo mundo. Parece que nós podemos fazer alguma coisa, mas e agora? O que que a gente faz? Existe algum método para que esse avivamento comece aqui na igreja esperança hoje? Não existem métodos. Na verdade, Deus usa métodos. métodos. E geralmente quando alguns movimentos e renovações acontecem, são métodos até pouco ortodoxos, diferente. Deus usa métodos, por exemplo, no grande avivamento do John Wesley lá no século X7, perdão, no século XVI, foi justamente qual era o método? Pregação ar livre. Eles não estavam tendo espaços para pregar o evangelho dentro das igrejas. E eles começaram então pregar o evangelho ao ar livre pros trabalhadores. E foi assim que o evangel que o avivamento começou. Então vamos começar a pregar o evangelho na rua. Mas não é um método propriamente dito. Porque, por exemplo, no grande avivamento que aconteceu em Nova York entre 1857 e 1859, em que alguns historiadores do avivamento vão dizer que basicamente 10% de Manhattan se converteu nesse avivamento, não tinha pregação ao ar livre, era justamente reuniões de orações em pequenos grupos. Então vamos fazer reunião de oração em pequeno grupo. Não, a questão não é um método. Deus usa métodos. O Tinkell mesmo usa analogia que não dá para voltar paraa Nárnia duas vezes pelo mesmo armar guarda-roupa, né? Não tem como. A questão clara em toda a história do avivamento, dos avivamentos e da Bíblia, [roncando] é que nós não temos poder de causar nenhum avivamento. Essa é uma obra exclusiva de Deus. Mas esses historiadores do avivamento nos dizem que nós podemos nos preparar para ele. Nós podemos orar, nós podemos nos preparar para ser como uma parteira, porque a parteira não dá vida pro bebê. Quem dá vida é Deus. Quem traz nova vida é o próprio Senhor. Mas o que nós podemos e devemos é orar e ter fome por avivamento. É óbvio que eu ore, nós temos orado para que Deus traga esse tipo de renovação em nosso meio. Um despertar profundo de arrependimento, do evangelho no centro, de pessoas confessando o pecado, de cristão se convertendo, de não crente se convertendo um movimento santo onde a presença de Deus seja percebida. Eu quero convidar a banda para voltar aqui para que nós possamos ter um tempo de oração. oração. Mas eu gostaria de encerrar citando o Salmo 126 como uma oração. E é muito interessante o Salmo 126, que é um cântico de peregrinação, que diz o seguinte: "Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então a nossa boca se encheu de riso, a nossa língua de júbilo. Então entre as nações se diziam: "Grandes coisas o Senhor tem feitos por eles." De fato, grandes coisas o Senhor fez por nós. Por isso, nós estamos alegres. Veja que essa oração do Salmo 126 começa com memória, lembrando o que Deus fez. E de fato Deus tem feito grandes coisas na história. Nós vemos no Pentecostes, nós vemos ao longo da história dos avivamentos na reforma, no grande despertar com Jonathan Edwards, John Wesley, no segundo grande despertar, nos avivamentos ao longo da história, avivamentos que já aconteceram aqui no Brasil, renovações que vivem acontecendo, nós podemos nos lembrar, grandes coisas tem feito o Senhor por nós, mas a oração continua. Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Negebe. Negueb é um deserto. O pedido de oração é aqui é justamente, olha, que as águas voltem ao deserto. Que as águas voltem a esse deserto. Interessante que esse fenômeno, esse fenômeno das águas do Negueb é um fenômeno que depois de muita chuva, rios transbordam ali imediatamente. Uma renovação quase que imediata restaura a nossa sorte. Para que os que com lágrimas semeiam, com um júbilo seifarão. Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes. Essa pode ser a nossa realidade hoje, que nós estamos com lágrimas semeando, >> que nós estamos aqui andando e chorando enquanto nós semeamos. Mas, Senhor, [roncando] restaura a nossa sorte como as torrentes do Neguebe. Vem, Espírito Santo, outra vez. Feche seus olhos e vamos clamar por isso. Ore, porque tudo que nós podemos fazer é orar. Tudo que nós podemos fazer é orar. Ore, fique à vontade, fica em pé de joelhos. Vem aqui à frente, se proste, se renda, mas juntos vamos orar. Eu navegarei no oceano do [música] Espírito e ali adorarei [música] ao [música] Deus do meu amor. Eu adorarei [música] ao Deus da minha [música][canto] vida, que me [música] compreendeu sem [música] nenhuma explicação. Espírito, espírito [música] que desce [música] como fogo, vem [música] como em Pentecostes e enche-me de novo. Eu [música] navegarei oceano do espírito. >> [música] >> E ali adorarei [música] ao Deus do meu amor, eu adorarei. [música] Nós te adoramos essa noite, Senhor. [música] [música] Deus da minha [canto] vida, >> que me compreendeu [música] sem nenhuma [canto] explicação. >> Se você puder f de pé agora no [música] seu lugar. Espírito, espírito que desce como fogo, [música] vem como em Pentecostes [música] e enche-me de novo. [música] Espírito, Espírito, espírito que [música] desce como fogo, [música] vem comente e enche-me de novo. [música] Espírito, espírito, [música] Senhor Jesus, se [música] desce como fogo, Senhor, [música][canto] vem como em Pentecostes >> e [música] enche-me de novo, Espírito [música] Deus que desce [música][canto] como fogo, vem [música] como em Pentecostes e [música] enche-me de novo. Somente as vozes, Espírito Deus. Deus. Jesus [música] que desce. >> E Jesus porque temos e sede do Senhor. Precisamos do Senhor. Ô Senhor, o que faremos? Para onde iremos? Sem o teu espírito, [música] Deus. >> Ah, Jesus. [música] Espírito, derrame sobre nós porque precisamos [música] desesperadamente do Senhor. Senhor. >> Nós não sabemos correr, [música][canto] >> nós não sabemos o que falar. Eu sei o Senhor. [música] Sabemos como agir, Senhor. >> Enche-nos, Espírito de Deus. faz de novo em nosso meio, pai. Nós clamamos e pedimos, Deus, renova-nos. Renova-nos diante de tantos escândalos que nós temos visto na igreja. Traz o teu espírito novamente. Enche-nos. Enche-nos. Que haja arrependimento genuíno, que nós possamos começar a ouvir notícias de pecados [música] sendo confessados, de vidas sendo transformadas, de pessoas se convertendo, da igreja crescendo, não pelos nossos esforços ou méritos, mas pelo poder do teu espírito. Que nós possamos ver notícias de uma igreja enviando missionários a todos os cantos do mundo. nós possamos testemunhar da tua glória sendo anunciada até os confins da terra. Renova-nos, Senhor. Enche-nos do Teu Espírito. Nós desesperadamente precisamos disso. Nós ansiamos, Deus, sem ti nós não damos conta de viver e de fazer nada, obra nenhuma. >> [música] >> Deus, [música] >> nós te louvamos por essa noite, por esse momento, Senhor. >> [música] >> Ó Deus, Eu mearei [música] >> no oceano do [música] espírito. [roncando] E alihe [canto] adorarei. Ao Deus do meu amor, eu adorarei ao Deus da minha vida. [música] que me compreendeu sem nenhuma explicação. [música] Espírito, espírito >> que desce como [música][canto] fogo. >> Vem como [música][canto] pentecost >> e enche-me [música][canto] de novo. Espírito, espírito [música] que desce [música][canto] como fogo. Vem como em Pentecoste e enche-me [música] de novo. Eu [música] navegarei [canto] no oceano do Espírito [música] e ali [canto] adorarei ao [música] Deus do meu amor. Pois agora vou fazer uma coisa nova e logo vai acontecer e de repente vocês a verão. Prepararei um caminho no deserto e farei com que [música] estradas passem terras secas. secas. Serei louvado pelos animais selvagens, pelos chacais e pelos avestruzes. Pois farei com que jorrem fontes no deserto e com que os rios corram para as terras secas [música] para dar de beber ao meu povo escolhido. Esse é o povo que criei para que fosse meu, a fim de que desse louvores ao meu nome. [música] Isaías 43:19 [música] em diante. Espírito, espírito [música] que desce como [música] fogo. como [música][canto] em Pentecostes >> e enche-me [música] de [canto] novo. Espírito, [música] Espírito que nasce como fogo, [música] >> vem como em Pentecoste, [música][canto] >> e [música] enche-me de novo. Deus quer que sejamos ousados no seu espírito. espírito. Deus busca um povo que clama e adora o seu nome. Deus está levantando no mundo toda uma igreja usada nele. Ele voltará nos dias de hoje com prodígios e sinais para que os corações distantes e frios contemplem a glória e a presença dele. >> Muitos pedirão, mas o que será dado é levanta e anda. Paralíticos coxos se levantarão, surdos ouvirão, mudos falarão, tristes serão consolados, desesperançosos verão a esperança [música] sendo derramados em seus corações. Aqueles que hoje não creem na igreja de Deus, verão [música] Deus através dela. Mas é necessário nascer de novo, ouvir a sua voz, discernir [música] a sua voz. Nem sempre em meio a barulhos e trovões, mas na brisa, nas águas calmas, [música] ele, o Senhor, trará refrigério, descanso descanso e uma grande unção para aqueles que o buscam. Chegou a hora de nos humilharmos diante dele, dele, de nos arrependermos diante dele, crermos diante dele, descansarmos diante dele, buscar a ele, andar e viver e se mover por meio do espírito de Deus. Pai santo, nós nós pedimos que o Senhor tenha misericórdia da igreja Esperança, Senhor. O Senhor nos deu tantos privilégios, Deus. A gente convive numa comunidade que nos alimenta. O Senhor tem dado tantas graças para nós, mas tem misericórdia, Deus. Não deixa a gente ser surdo pro teu espírito. Não deixa a gente resistir a servir e não ouvir a direção que ele tá dando para nós como igreja. Deus, não nos deixe nos ancorarmos, Deus, nas nossas capacidades. Não deixa a gente descansar, Deus, na graça que o Senhor já nos deu. Mas dê-nos fome, desejo pelo Senhor, que é o doador de toda graça. >> Ajuda a gente, Deus, porque a gente não consegue Deus. E tudo que o Senhor tá fazendo pela através da nossa comunidade, tudo isso, Deus é palha compável ao conhecimento que nós precisamos ter do Senhor Jesus. [roncando] Conhecimento esse que que só o Senhor só o Senhor é capaz de distribuir ao seu povo. Deus, pelo amor do teu nome, nós pedimos, não nos deixe desperdiçar a nossa vida. Não nos deixe desperdiçar a chance que temos de [roncando] gastela inteira para conhecer o Senhor. E não permita, não permita, Deus, que a igreja esperança, nossa comunidade, nós, nós deixamos de experimentar tua glória, Deus, por nossa própria conta, por nossos pecados, porque a gente tem outros deus no nosso coração. Derruba esses deuses, Deus. >> Nós imploramos. O Senhor sabe que nos falta força, Deus. Deus >> quebra os nossos deuses, Deus, e ajuda a gente a servir só o Senhor. >> Nós não conseguimos, Deus, mas o teu espírito que opera em nós faz maravilhas e por isso é capaz de fazer nosso coração ser entregue a ti. Que o Senhor vire nosso deleite, que o nosso prazer todos os dias esteja no Senhor. [roncando] Que o Senhor não seja um pensamento fugaz, mas que que o Senhor atrapalhe todos os nossos planos. Deus Deus >> que o Senhor Deus tire de nós aquilo que inclusive nos nos impede de deleitar no Senhor. Porque ainda que os nossos olhos não vejam a capacidade de nós cumprirmos a tua vontade e sermos fiéis a ti, se o Senhor tirar diante de nós todos os ídolos e pecados que sugam nossa vitalidade, nós encontraremos um manancial de águas vivas. Alguém que não pede uma vida sem ter uma eternidade para dar em troca. E alguém que não derruba falsos deuses, senão é Deus bom e suficiente de toda paixão e devoção do nosso coração. Deus ajuda a gente a ser uma igreja que busca uma só coisa. Por favor, Deus, nós imploramos a Ti, nós oramos, nós nós não queremos desperdiçar esse momento e nós pedimos. Ajuda a gente [roncando] >> e faça em nós aquilo que só o Senhor pode fazer pelo teu povo. >> Obrigado, Jesus porque a sua misericórdia dura para sempre. Obrigado porque temos esperança. Obrigado porque sabemos que todos esses pecados não são nada diante da tua graça e glória. >> Capaz de renovar teu fogo, [roncando] capaz de de renovar o teu povo, Deus. É aqueles que creem em ti, que acreditam que o Senhor faz ossos secos virem a vida. [música] Ajuda a gente. Essa é nossa oração, Deus. Se for preciso, nos humilha. tira de nós tudo, mas ajuda a gente a ter uma coisa só. Essa é a nossa oração. [música] >> Em nome de Jesus. E em nome de Jesus. E em nome de [música] Jesus. Meu irmão, [música] nós só estamos começando um processo de celebrar o Espírito Santo e a realidade dele na vida da igreja. E é por isso que [roncando] [roncando] esse culto acaba agora. Mas o Espírito Santo não não vive só em culto não, gente. Ele mora dentro da gente. Eh, e a gente vai lembrar disso amanhã de novo. E a gente vai lembrar disso sábado de novo. E a gente precisa lembrar disso enquanto ele tiver dentro da gente, por toda a eternidade. Então, aproveite essa oportunidade que como igreja nós temos de desfrutar o derramar desse Espírito Santo. Nós teremos agora um momento muito especial que você pode também participar. Nós estamos aqui não só pro recebimento do espírito, mas pro envio pelo próprio espírito ao mundo, a fim de anunciarmos as boas novas. E como Igreja Esperança, já temos sido encorajados, inclusive empoderados para anunciarmos esse evangelho. Temos irmãos em vários cantos, não só nosso trabalho aqui em Belo Horizonte, região, mas no mundo inteiro, pregando o evangelho, sendo mantido por essa comunidade. Gasto um tempo depois conversando com o pastor Igor nessa com o pessoal da missional Alisson, perguntando o que a gente tem feito. E a medida em que o Espírito Santo encorajar o seu coração, seja generoso e participe, doe, auxilie. Esse é o Pixo missionário. Toda e qualquer doação vai direto paraa pregação do evangelho e manutenção de irmãos espalhados no mundo inteiro. Contribua através da chave. Mas no próximo slide nós temos algo que que gostaríamos de compartilhar com todos. Anualmente nós nos comprometeremos nas celebrações de Pentecostes a auxiliar mensalmente com recorrência algum missionário ou alguma atividade missionária na igreja. Você pode de alguma forma se comprometer com algo que o próprio Deus colocar no seu coração. Eu sei, talvez, talvez a gente deixa de ser crente às vezes porque a gente a gente esquece. Às vezes a gente gente a gente esquece. Às vezes a gente tem, isso atrapalha também. Sim, mas a gente tá abrindo a possibilidade de você se comprometer com o o o valor que Deus colocar no seu coração e isso mensalmente ser uma oferta que vai cair ali no seu extrato bancário e você vai ser lembrado desse negócio exclusivamente para missões. Se você quer participar disso e se o Espírito Santo te encoraja para isso, se existe razões no seu coração para que o mundo inteiro conheça a glória de Jesus, então de alguma forma e participe disso. Você vai ter os três dias, o domingo para fazer isso. Nesse momento, nós ainda temos alguns minutos. Nós [roncando] vamos encerrar a nossa celebração, mas temos um café ali na entrada. Você pode ficar, não vai embora rápido, fica à vontade, converse com os irmãos, pode continuar sentado, orando, buscando a Deus. Eh, o Espírito Santo tá no seu coração e ele ele adora habitar aí. Então, de alguma forma, seja hospitaleiro. Seja hospitaleiro. Fecha seus olhos. Vamos orar. Pai, muito obrigado. O Senhor Deus nos deixa desajeitados. A gente realmente não não tem jeito diante de um Deus tão grande, tão belo, tão glorioso, com planos tão maravilhosos. Um propósito que parece dar dar sentido, coesão paraa nossa vida, faz a gente ter razões para existir. Acordar sabendo a quem dizer obrigado e terminar o dia sabendo a quem recorrer. Obrigado, Jesus. por ter morrido na cruz do calvário em obediência ao seu pai e a ao terceiro dia pelo Espírito Santo ser ressuscitado, inaugurar uma nova era. Obrigado, Jesus e obrigado por nos chamar a fazer parte disso. que o teu povo envia-nos, Deus, não nas nossas capacidades, não só com lágrimas no rosto, mas com voz ousada, disciplina, graça, poder do espírito para no máximo que pudermos imitarmos o filho de Deus, Jesus de Nazaré. Que o amor do Senhor, Pai, que a graça do Senhor Jesus e que a comunhão, a sua comunhão, Espírito Santo, seja conosco e com todos aqueles que invocam o nome de Jesus em BH, no mundo inteiro, >> para sempre, em seu nome. Amém. Amém. Amém. E amém.
Pontuação Geral
92
/100
Análise baseada na tradição Reformada / Calvinista
Uma pregação teologicamente robusta e pastoralmente contundente que define biblicamente o avivamento como uma obra soberana de Deus centrada no Evangelho, culminando em arrependimento, consciência da presença divina e zelo missionário.
Tema principal:
A natureza bíblica do avivamento genuíno e suas marcas na igreja.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem é profundamente enraizada no ensino bíblico sobre pecado, graça, Espírito e missão. Não há contradição de mandamentos explícitos.
Hermenêutica
Os textos são usados com boa consciência de seus contextos canônicos e tipológicos. O uso de Ageu, embora hermenêuticamente mediado, é feito com clareza sobre sua natureza de padrão bíblico.
Precisão Teológica
A teologia da soberania de Deus, da justificação pela fé, da santificação e da missão é tratada com alta precisão, evitando erros Nível 1 e navegando questões de Nível 2 com sensibilidade reformada.
Compreensão Contextual
O pregador demonstra amplo conhecimento da história da igreja e das discussões teológicas contemporâneas sobre avivamento, aplicando-as relevantemente ao contexto de uma conferência de Pentecostes.
Aplicação Prática
As aplicações são fortes no chamado à oração, arrependimento e testemunho. Peca apenas pela complexidade, que pode dificultar a assimilação prática por todos os ouvintes.
Clareza do Evangelho
O evangelho (justificação pela graça mediante a fé em Cristo, resultando em arrependimento e vida santa) é o fio condutor e o centro de toda a argumentação sobre o que é um avivamento genuíno.
Nestas dimensões, pontuações menores indicam melhor resultado.
Nível de Eisegese
Pontuação muito baixa, indicando alta qualidade. As inferências feitas (como a pergunta sobre Ageu) são apresentadas como probabilidades interpretativas, não como leitura forçada do texto.
Risco de Heresia
Pontuação muito baixa. O sermão é ortodoxo do início ao fim, defendendo ativamente as doutrinas essenciais e criticando desvios como legalismo e graça barata.
O avivamento também não é simplesmente ações extraordinárias do Espírito Santo ou um ambiente que começa a ter muito barulho ou muitas manifestações sobrenaturais.
Doutrina: Continuacionismo vs. Cessacionismo (Dons Espirituais).
Tensão: O pregador cautelosamente se distancia de uma ênfase exclusiva em sinais como a definição de avivamento, alinhando-se com uma soteriologia reformada que enfatiza conversão e santidade. Ele afirma que dons são 'comuns' em avivamentos e 'desejados', o que é uma posição aberta, mas ponderada, dentro do espectro reformado.
Correção sugerida: Não se aplica. É uma questão de Nível 2 tratada com equilíbrio e caridade dentro da própria tradição, sem desprezar ou afirmar dogmaticamente o cessacionismo.
Será que isso pode acontecer conosco mais uma vez de Deus manifestar a sua glória?
Problema: O pregador pergunta se a profecia de Ageu pode ter um 'duplo cumprimento' com a igreja atual. É uma inferência teológica comum na tradição reformada, mas não uma declaração exegética direta.
Risco pastoral: Muito baixo. O pastor não declara isso como promessa garantida, mas como uma esperança e um pedido de oração, alinhado com o tom de súplica da mensagem.
Sugestão: A formulação já é suficientemente cautelosa como pergunta e esperança, não como doutrina. Pode-se reforçar que o cumprimento definitivo está em Cristo, do qual a igreja participa.
Olha, tem um avivamento acontecendo aqui?... Essa é a nossa oração.
Equilíbrio bíblico: Embora o sermão brilhantemente defina o avivamento como 'intensificação das operações ordinárias', a maior parte dos exemplos históricos (Reforma, Grandes Despertares, Asbury) são eventos extraordinários e raros. Um equilíbrio pastoral importante seria afirmar que a vida cristã normal, cheia do Espírito (Ef 5:18), na qual há arrependimento diário, culto sincero e testemunho, já é a essência do que se busca, e que Deus pode ou não conceder períodos de intensificação comunitária.
Centralidade do Evangelho da Justificação pela Graça
O avivamento real nos leva justamente pro evangelho no centro outra vez... uma ação do Espírito Santo que derruba a nossa justiça própria e coloca de novo a justiça de Deus no centro.
Impacto: Ancora toda a expectativa de avivamento não em experiências subjetivas, mas na obra objetiva de Cristo, prevenindo tanto o legalismo quanto a 'graça barata'. Pastoralmente, isso gera segurança e humildade.
Ênfase na Obra Soberana de Deus e na Preparação Humana
Nós não temos poder de causar nenhum avivamento. Essa é uma obra exclusiva de Deus. Mas esses historiadores do avivamento nos dizem que nós podemos nos preparar para ele. Nós podemos orar, nós podemos nos preparar para ser como uma parteira.
Impacto: Remove a ansiedade do pragmatismo ('como produzir um avivamento') e a substitui por dependência orante e santificação, o que é biblicamente saudável e pastoralmente libertador.
Chamado ao Arrependimento Autêntico
O que eu tenho recebido muitas vezes no gabinete pastoral não é arrependimento genuíno, é remorso... Arrependimento é ter uma visão da santidade de Deus e perceber que a sua vida tem ofendido diretamente a Deus.
Impacto: Faz uma distinção pastoral crucial entre tristeza mundana e tristeza segundo Deus (2 Coríntios 7:10), elevando o padrão de santidade para além de um mero gerenciamento de consequências.
Vinculação Indissociável entre Avivamento e Missões
A marca natural de um avivamento são não crente se encontrando com Jesus. [...] O John Stott tem um livrinho poderoso... ele fala que quando nós não proclamamos o evangelho aos não cristãos, é culpa nossa.
Impacto: Corrige qualquer noção de avivamento como um fim em si mesmo (mero bem-estar espiritual interno) e o direciona para o propósito de Deus de salvar os perdidos, gerando uma exortação prática e incômoda, mas necessária.
Tema principal:
A natureza bíblica do avivamento genuíno e suas marcas na igreja.
Tom pastoral:
Exortativo, doutrinário e encorajador, com forte ênfase na dependência do Espírito Santo.
A necessidade humana e histórica de constantes renovações espirituais devido à 'entropia espiritual' causada pelo pecado.
Suporte: Ciclos de declínio e renovação em Juízes, a profecia de Ageu, o padrão de renovação em Atos (cap. 4 após o cap. 2).
Definição teológica precisa de avivamento como intensificação das operações ordinárias do Espírito Santo, distinta de mero crescimento numérico, emocionalismo ou sinais espetaculares.
Suporte: Citação de Tim Keller e Richard Lovelace; contraposição aos modelos de 'avivamento de fronteira' e 'definição pentecostal'; ênfase de que avivamento não é produzido por métodos humanos.
Cinco marcas de um avivamento genuíno: centralidade do evangelho, arrependimento comum, culto ungido (consciência da presença de Deus), multiplicação de discípulos, e oração extraordinária.
Suporte: Análise da Reforma (Lutero), do avivamento de John Wesley, do avivamento coreano, de Asbury (2023), da comunidade Moraviana e do avivamento de Nova York (1857-59).
Uso Contextual
Usado por um condutor inicial para ilustrar o impacto imediato do encontro com Cristo, gerando testemunho.
Uso Contextual
Usado para traçar um paralelo entre a infidelidade de Israel e a mornidão da igreja moderna, e a promessa de uma glória futura maior como profecia de avivamento. O uso é contextualmente sólido como um padrão de renovação, embora a aplicação à igreja seja tipológica e não exegética direta, o que é comum e aceitável em pregação reformada.
Questões Exegéticas
A promessa de uma glória maior que a do primeiro templo é aplicada diretamente a um avivamento espiritual contínuo, o que é uma extrapolação teológica legítima (cumprimento em Cristo e na igreja), mas deve ser reconhecida como tal.
Leitura Sugerida
A leitura cristológica canônica (Cristo e a Igreja como o novo templo) é a base dessa interpretação, suportada por Efésios 2:19-22.
Uso Contextual
Usado corretamente para demonstrar que o 'derramamento' do Espírito é um padrão contínuo de renovação para a missão, e não um evento único em Atos 2.
Uso Contextual
Usado corretamente para definir 'culto ungido' como a percepção manifesta da presença de Deus que convence e transforma.
Uso Contextual
Usado como oração de clamor por restauração e alegria após um período de semeadura com lágrimas, uma aplicação devocional e pastoral válida.
Diagnóstico geral:
Sólida
Continuar a enfatizar a distinção entre avivamento como ação soberana e extraordinária de Deus e a fidelidade diária cheia do Espírito, para que os membros não vivam apenas em expectativa de um 'evento futuro', mas na obediência presente.
Oferecer passos práticos e simples para uma vida de arrependimento diário e testemunho, para além do chamado ao clamor coletivo.
Considerar, em futuras mensagens, abordar mais diretamente como discernir entre as intensificações genuínas do Espírito e os meros emocionalismos, uma vez que o critério principal dado foi a presença de arrependimento e conversão, mas a aplicação prática desse discernimento pode ser expandida.
Resumo em uma frase:
Uma pregação teologicamente robusta e pastoralmente contundente que define biblicamente o avivamento como uma obra soberana de Deus centrada no Evangelho, culminando em arrependimento, consciência da presença divina e zelo missionário.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Reformada / Calvinista (Igreja Esperança). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.