Olá, queridos. Graça e paz. Bem-vindos a mais um podcast Tema da Vez. E nesses meses de agosto e setembro na nossa igreja, nós vamos estar aprendendo mais sobre desejar os dons do espírito. E sobre esse tema inspirador, eu tô aqui com dois professores do Centro de Treinamento Bíblico Rema, Manuel Dias, Lucas Oliveira. Nós vamos falar bastante sobre esse tema. Muito obrigado por atender o nosso convite. >> Amém. Muito bom. >> Glória a Deus. Vamos lá. Amém. Em Primeira Coríntios 14:1, Paulo fala, né, sobre seguir o amor e procurar com zelo os dons espirituais. É esse procurar com zelo é o desejar, mané. Fala um pouco mais. >> Exatamente. Eh, Paulo tava instruindo aquela igreja a continuar com a abertura, esse desejo das coisas espirituais. A igreja de Corinto era uma igreja que tinha vindo de um contexto de espiritualidade eh das falsas religiões. Já havia um desejo. No entanto, ele queria canalizar aquilo com instruções de como ah se mover, como ter conhecimento e como entender o sobrenatural agora, debaixo da esfera do reino de Deus, o o sobrenatural, vamos dizer assim, santo. E é uma carta de correção onde ele não quer castrar o mover do espírito, mas ele quer canalizar e [roncando] quer que as pessoas continuem abertas para isso, né? Porque faz parte do plano de Deus que as manifestações estejam acompanhando a a pregação da palavra e onde o evangelho chega. desejar os dons do espírito. Então fala pra gente, Lucas, quais são os dons do espírito para esse ponto. >> Quem não aprendeu ainda, quem não fez o remo ainda, >> é bem fácil, simples, né? Irmão Rean, ele traz de forma didática, são nove dons do espírito, nove manifestações ali citadas em Primeiro Coríntios 12. E você vai ver que tem, ele divide por blocos em termos de atuação, de manifestações. Nós temos nove dons ali operando. Temos os dons que trazem uma revelação por parte do Espírito Santo. >> Nós temos [limpando a garganta] ali os dons de revelação, a palavra de conhecimento, palavra de sabedoria e também o discernimento de espírito. E o irmão Regan fala sobre a palavra. Não é a totalidade da palavra, não é todo o conhecimento, não é toda a sabedoria. é um trecho da mente de Deus, uma inspiração do espírito que acaba chegando e o discernimento de espírito. Temos também ali no outro ponto, um outro bloco, aqueles dons que operam algo, os dons de curar, a operação de milagres e o dom da fé, não necessariamente nessa ordem, nessa ordem de importância. E temos também aqueles dons que vão expressar algo, que vão trazer algo, que vão dizer algo, que aí nós temos o simples domar da profecia, temos a variedade de línguas e a interpretação de línguas também, o falar em línguas e depois essa interpretação em línguas que existe uma diferença aí. Então, o irmão Reg, ele traz de forma didática esses três blocos para canalizar os nove dons que o apóstolo Paulo traz em Primeiro Coríntios, no capítulo 12. >> Muito bom. A gente sempre cita uma frase do irmão Reigan, né, que ele dizia que o mover do espírito não pode se perder nas próximas gerações. Para isso, ele precisa ser ensinado >> por meio de preceitos e exemplos. E a gente sabe que a falta do conhecimento é um dos impecílios para que o corpo de Cristo, as pessoas desejem esses dons. Que outros, né, impedimentos você acha que podem existir para que os dons não operem ou para que não haja esse desejo dos dons? dos dons? >> Eu acredito que tudo vai partir dessa falta de conhecimento, até porque antes dele falar a respeito dos dons, ele fala sobre essa ignorância. >> Sim. Logo no primeiro versículo do capítulo 12, ele traz essa palavra ignorância que traz aquele sentido mesmo de falta de clareza, de iluminação, de trevas. E quando tudo tá apagado, quando tudo tá escuro, a gente não consegue se mexer e se mover da forma correta, não é? Eu acho que de alguma forma não só a nossa geração, mas a igreja acabou não dando tanta importância para aquilo que poderia ser operado em termos de mover do Espírito, de manifestar do Espírito Santo. O mestre Rick Henner, ele ele traz um dos seus livros, acredito que testando sobrenatural, um dado muito curioso. Ele diz que uma das doutrinas, na verdade, uma das ordenanças de Jesus, como a Santa Ceia e o batismo, aparece cerca de 24, 28 vezes em termos de citações do Novo Testamento, mas quando nós olhamos sobre os dons espirituais aparecem mais de 100 vezes. >> Uau! Muito bom. >> Ou seja, é um dado muito interessante que mostra como Deus ele dá importância e a sua igreja deveria também dar essa importância. tanto na busca do conhecimento, mas o desejar em termos de manifestações. Então, acredito que tudo parte por esse conhecimento. Como fé >> é gerada >> pelo ouvir, por permanecer ali escutando, eu acredito que para operar nos dons e principalmente para desejar os dons, tudo parte desse princípio também do conhecimento. >> É isso que Perilo falou, que a gente tá tocando aqui sobre conhecer a doutrina. Eh, é um começo, né? Eu lembro outros tempos de tomar uma Bíblia só para marcar os versículos sobre o Espírito Santo, os dons, unção. E é muito importante, mas chega um momento que a gente tem que conhecer a pessoa do Espírito Santo, conhecer a doutrina e a parte didática e é debaixo da unção. Quando fala conhecer o mover, tá mesmo em você aprender a discernir a pessoa dele em você num culto, eh, no momento em que, ah, você percebe que os dons vão operar. Isso lembra também uma fala de Jesus muito importante. É interessante esse texto porque em lá no livro de Mateus, no capítulo 22, 29, Jesus ele é eh, vamos dizer intimidado pelos saduceus. E a doutrina dos saduceus não criam no poder de Deus, no sobrenatural. E trazem aquela questão da mulher que casou com sete irmãos. E aí a questão era na ressurreição de qual dos sete ela vai ser esposa? E Jesus vai responder. Mas para mim a maior resposta de Jesus naquele contexto foi: errais, não conhecendo as escrituras nem o poder de Deus. Ou seja, Jesus deixa muito patente que existe algo que o cristão deve fazer, o discípulo deve fazer, conhecer a Bíblia, mas eu gosto desse outro lado que ele diz que é possível conhecer o poder de Deus. De fato, eu vou errar se eu não conhecer o poder de Deus. E você tomando as sombras do Velho Testamento, o poder de Deus era a unção, eram as manifestações, era a própria pessoa do Espírito Santo que Jesus em João 13 14 15 fala dele como uma pessoa, o outro consolador. Então ele tava falando da fonte do poder. poder. >> Eu vou errar se eu não conhecer nem as escrituras, nem o poder de Deus. Um só não basta, né? Às vezes pessoas são tão sensíveis ao espiritual, ao Espírito Santo, né, aos dons e não conhece as escrituras e pode errar também. Verdade. >> Eu digo que esse equilíbrio ele tem um fator maravilhoso. E Jesus naquela resposta responde sobre a ressurreição. Não se casam nem se dão em casamento. Mas eu digo que essa resposta ela vale para tudo. E nesse tema sobre desejar os moveres do espírito, a pessoa do Espírito Santo, né? O mover do Espírito Santo na nossa vida pessoal, devocional, na vida da igreja, né, de um culto, nós precisamos discernir em várias esferas o mover do Espírito Santo, os dons espirituais, como estamos enfatizando aqui. Então, tem um lado que é estudar e tem um lado que é me expor. Eu posso estudar sobre o sol e nunca me expor ao sol, nem sentir seu calor, né? nem ver sua luminosidade, nem perceber [roncando] [roncando] >> a grandeza do sol. E mas se eu vou lá para fora, se eu vou para um ambiente, né, para uma praia, aí o sol me esquenta, o sol me ilumina, eu tenho que botar um óculos, >> né? Então >> vai deixar marcas e >> exatamente, pastor. >> Então >> se me permite, >> claro, >> eh dentro dessa desse ponto aí que falou, né? É válido a gente ressaltar que os dons eles são do espírito. >> Isso. Isso. >> Às vezes as pessoas elas vão olhar pro manifestar, pro operar, mas elas acabam esquecendo a figura e a pessoa do Espírito Santo. As manifestações são do Espírito. É tanto que quando nós estamos ensinando ou a unção ou as manifestações do Espírito, existe um bloco inteiro dedicado à pessoa do Espírito Santo. essa comunhão. Nós, quando nós olhamos pr pra palavra em si, o apóstolo Paulo ele vai trazer todas essas direções pra igreja em Corinto, mas quando ele vai finalizar a segunda carta, ele vai falar sobre a graça de Jesus, ele vai falar sobre o amor de Deus, >> mas ele fala sobre a comunhão do espírito, ele fala sobre essa conexão. >> Exatamente. >> A igreja, ela acabou se acostumando, sim, se apoderar da graça. A igreja ela entende essa questão do amor que é derramado, mas acabou se negligenciando, eu vou colocar assim, ou não se deixando levar por uma influência maior do espírito e tudo está na mesma prateleira. Então, acredito que esse ponto ele seja muito importante da comunhão para termos a manifestação do espírito. Sem comunhão não tem, não tem como ter manifestação. >> Inclusive, inclusive nós temos um livro muito precioso, né? Eh, o Espírito Santo e você é a dupla dinâmica do Rick Renner, da nossa editora. Fica a dica aí para você ler e cultivar, né, esse pensamento e aprofundar nesse relacionamento. >> Muito bom. Eh, esse desejo pelos dons, eu acredito que envolve tanto o desejo pelo o ser alvo dos dons, mas principalmente o ser usado pelo espírito para operar nos dons, né? Sim. Eu queria ouvir dos dois assim alguns testemunhos pessoais. Primeiro dos dons eh em operação através de você, um mais marcante ou qual dom vocês têm fluído mais. Fiquem à vontade para falar o que vier no coração de vocês, como também uma experiência que vocês foram alvo desses dons ou de um desses dons e que marcou profundamente a vida cristã. Então, eh, lá na década de 90, quando eu fiz o centro treinamento, como foi marcante aprender sobre isso, mas eu digo que tem uma continuidade, né, você cultivar esse desejo, eh, estar estudando, eh, recorrentemente para manter essa verdade diante dos seus olhos. E eu lembro que na época eu fazia ainda o curso de direito e numa sexta-feira eu cheguei de casa de uma aula na noite e naquela aula foi bem cansativo. Cheguei 9, 10 da noite e aí eu eu cheguei em casa, eu desmaiei na cama enquanto minha mãe tava fazendo o jantar. E naquele momento eu tive uma visão e aquela visão eu tava na universidade e eu tava lendo um texto do livro de Salmos. em plena sala de aula e me vi. E eu lembro que naquela sexta-feira eu acordei assustado, fui jantar e eu lembro que eu coloquei uma Bíblia dentro da minha bolsa da universidade porque eu tinha tão certo que aquilo ia acontecer e deixei a Bíblia lá. segunda, terça, quarta, quando foi na quarta-feira, faltou um professor e aí eu tava na sala de aula de bobeira e aí uma pessoa da sala de frente foi lá e disse para mim: "Você pode dar uma palavra ali na outra sala? A gente tá tendo uma comemoração". E aí eu me lembrei do texto, me lembrei que a Bíblia tava dentro e fui naquela sala e ministrei exatamente o que eu tinha me visto ministrar. Irmão Reigan conta nos livros dele sobre ele chama o termo de miniões, sino vendo e conhecendo. Então Deus me deu eh uma uma parcela, os dons de revelação operando, né? De maneira que eu pude compartilhar a palavra naquele dia. Haviam professores, haviam eh juízes naquela sala. E no momento que eu abri a Bíblia e comecei a falar, de fato, eu percebi a mão do Senhor vindo sobre mim. Havia uma fluidez, havia uma graça, havia uma autoridade. E eu não sei cargas d'água. Aquela mina veio atravessar a sala. Eu não sei se ela me conhecia ou não. Eu sei que eu entrei e ministrei aquilo que eu me vi ministrando. >> Então, ah, desde então, os dons [roncando] de revelação têm sido ativos na minha vida. E quando Deus lidou comigo sobre a chamada profética, foi muito claro, né? Eu tive uma visão, um outro momento posso contar, mas eu vi os olhos do Senhor muito ativos, como aquelas visões lá de Ezequiel 1, os olhos nos querubins. Então isso fazendo parte da minha vida e do meu ministério. Desde então, eu percebo essa essa fluidez nos dons de revelação, operando em várias formas e maneiras. >> Muito bom. Teve alguma tem alguma experiência que você queira compartilhar de de algum outro dom, de alguma outra experiência mais marcante? >> Ah, sim, lembro. Ah, ainda fazia o centro de treinamento, essa coisa do desejar, que é o que a gente tá falando aqui, >> sim, >> né? a gente eh até quando começou aqui ele falando sobre a divisão dos dons, antes de Pentecostes eram sete dons. Eram três de revelação, três de poder e apenas o dom vocal que conhecemos, profecia. O advento de Pentecostes foram concedidos mais dois dons vocais. E eu vejo esses dons como dons que estreitam a comunicação entre os céus e a terra, entre o meu espírito e a mente, o coração de Deus como recurso. E é uma operação do Espírito Santo que eu vou receber coisas que minha mente não sabe, mas eu também posso interpretar. >> Muito bom. E nesse desejo dos dons, ainda na época eh do centreinamento 934, eu tinha lá meus 22, 23 anos, eu ia para o trabalho e uma caminhada de 15 minutos e [roncando] lembro que eu ia falando em línguas, mas no meio da rua, pela primeira vez andando, indo para o trabalho, [roncando] veio a operação de línguas e interpretação. E desde então isso ficou muito ativo na minha vida. Mas como estamos falando, né? Deus quer fazer, mas tem que ter um desejo. Eu já tinha algum conhecimento e eu desejei aquilo e no meio da rua, caminhando, lá tava eu, eu fluindo em línguas e interpretando e aquilo eh, vamos pensar, né? Os rios fluindo, então você precisa se entregar aos rios. Tem pessoas que até percebem os rios, mas elas brecam. Então, a operação dos dons, eu me movo junto com isso. E uma coisa que por muitos anos, quando eu ensinei sobre o mover do espírito na escola de ministros, eu dizia: "Nós precisamos juntar manifestações, unção, é como ser dirigido pelo Espírito de Deus. Essa matéria envolve isso." E eu dizia assim: "Quando o espírito tá movendo, eu tenho que saber quando ele começou a mover e se ele parar quando eu preciso parar." Porque muitas pessoas entram em extremos, extremos, >> né, do de do desprezar os dons e pensar que nunca vão tocar, como ir além dos dons e e tentar fazer alguma coisa onde o espírito não tá se movendo. Então você vai desenvolvendo essa sensibilidade paraa hora que começar, a hora que parar. E é maravilhoso isso. E cada um vai ter sua experiência. Eh, certa vez eu vi alguém dizendo que você não ensina a operar nos dons, você fala sobre aquilo, desperta na pessoa. Você inspira a pessoas colocarem os pés nas águas e perceberem isso na sua própria vida. >> Muito bom. Muito bom. >> Eu acredito que tá tudo conectado, né? Nós começamos a falar sobre essa questão do conhecimento bíblico revelado, né, das Escrituras a respeito das manifestações. Depois falamos da pessoa do Espírito Santo que se move sobre as Escrituras de uma forma muito poderosa. Isso vai realmente fazendo com que você fique mais fervoroso, mais desejoso e as coisas elas vão fluindo. Eh, agora, algo que eu aprendi é que os dons eles estão conectados porque o espírito é o mesmo. Apóstolo Paulo fala sobre isso. Então, quando você vê ali o operar de uma profecia, uma inspiração que vem vocal, os dons eles estão relacionados. Então, às vezes vem uma palavra de conhecimento, uma palavra de sabedoria sobre algo que tá acontecendo no momento ou sobre o projeto de Deus, o plano de Deus para alguém de forma específica, aquilo que vai acontecer e aquilo vai se manifestar através de uma profecia ou então uma visão. Então, existe uma conexão. Muitas vezes, eh, você pode ter uma palavra de conhecimento, uma situação que uma pessoa está vivendo, você fala ali, você é inspirado a falar, a profecia entra em operação e logo na sequência os dons de curar. Então existe essa conexão que a maturidade com o Espírito Santo, esse desenvolvimento desse relacionamento >> que vai logicamente tendo a base das escrituras, a gente vai conseguindo entender algumas coisas. Eu me lembro que uma vez, uma das primeiras vezes que isso aí aconteceu, eu estava vivendo numa outra cidade, numa outra estação na minha vida. Acho que tinha acabado de fazer o rema poucos meses depois. E num culto de meio de semana não tinha a mesma quantidade de pessoas que tem num domingo. E durante o louvor, eh, eu lembro que veio uma inspiração mesmo de falar algo, na verdade, me direcionar para uma determinada mulher, que eu sabia que fazia parte da igreja, mas eu não a conhecia. Eh, eu só sabia, só tinha essa informação. E no primeiro momento, acredito, porque esse desenvolvimento no relacionamento tava sendo construído, eu não quis. me levantar. Depois uma outra música, graças a Deus pelo grupo de música que não canta só um [risadas] louvor, né? Ainda bem por isso. Aí no segundo momento também não fui. Quando chegou no terceiro, aí eu fui até aquela mulher e fui completamente pela fé, porque não tinha mensagem nenhuma, foi um sopro do espírito para ir até aquela mulher. Quando eu fui me aproximando, >> aí sim veio uma ilustração. Eu disse: "Olhe, você está orando pelo seu marido. Eu não sabia que ela era casada. Você está orando pelo seu marido e Deus está dizendo que ele vai se converter." Aqui ele trouxe uma edificação, um dos propósitos da profecia, do manifestar ali, edificou a fé daquela mulher. [roncando] >> E eu acredito que o Espírito Santo poderia ter parado por ali, mas ele continuou. E eu disse, em até três semanas ele vai estar aqui na igreja. Eu entendo também porque é que Deus não me deu uma mensagem antes. Porque se ele tivesse dito, eu não teria me levantado, eu teria ficado lá. Daqui a pouco os dias foram passando e o marido dessa mulher se converteu dentro daquele intervalo de tempo de três semanas. Não foi uma coisa gerada pela minha mente. >> E são grande bênção. Fizeram rem. Acredito que ela é escola de ministros. estão firmes na igreja até hoje. Então, quando você tem uma experiência sobrenatural assim, você fica ainda mais impulsionado, >> você fica mais forte, mais desejoso para que as coisas aconteçam disponíveis. E nisso daí eu vejo também que os dons ali entraram em operação para um fim proveitoso, não pro meu benefício, uma inspiração que veio de Deus mesmo. >> Perfeito. Isso mesmo. >> É, é, eh, veio essa inspiração, esse sopro do espírito. E isso fez com que a fé daquela mulher naquele momento fosse edificada, porque ela recebeu, ela se alegrou com aquilo e na sequência isso acabou acontecendo. Então, esse essa experiência ela foi muito marcante para mim, até porque impulsionou que muitas coisas acontecessem. você fica mais confiante nesse manifestar. >> Foi muito interessante também. >> A palavra de conhecimento tem essa força, né? Porque >> sim, >> talvez ela não tinha compartilhado com ninguém que tava orando pelo marido, né? Mas isso Mas isso >> e aí [roncando] já aconteceu comigo também de coisas que que eu pensei, que eu orei eu e Deus ali e alguém usado na palavra de conhecimento. Você pensou isso, você falou isso? dessa experiência, pastor, dessa [risadas] experiência, eu também trago trago algo que Paulo ele fala aqui tanto no versículo eh 7 e 11, ele falando sobre essa questão da distribuição, porque às vezes a gente pode ir num culto ir e ficar pensando, não, se eu receber alguma palavra, vai sair do pregador ou vai sair do dirigente >> ou vai sair de um ministro mais experiente? Não, mas o apóstolo Paulo está dizendo aqui, inspirado pelo espírito, que houve uma distribuição e os dons estão sobre a igreja. Cada um tem pelo menos alguma coisa para contribuir. Uhum. Muito bom. >> Não necessariamente vai sair de um apóstolo, vai sair de um pastor. Eu estava sentado na minha cadeira, eu não estava escalado, eu não tinha nenhum tipo de perspectiva ministerial. E de repente veio um sopro, veio um impulso e a palavra que a irmã precisava não saiu da ministração do pregador escalado, saiu de uma pessoa. Então na igreja, se a gente tiver essa expectativa, nós teremos cultos bem mais fervorosos. >> É. E eu queria ressaltar também aqui o verso 4, 5, 6, primeiro Coríntios 12. Os dons são diversos, o espírito é o mesmo, os nove dons. [roncando] E também a adversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. Então fala dos dons ministeriais e cada lugar que a pessoa ocupa no corpo de Cristo, quer seja na linha de frente ou nos bastidores. Isso. >> E o verso seis, adversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. Duas coisas a gente pode ver aqui, né? O Espírito Santo, Jesus e Deus Pai, >> para manifestação envolve a trindade ou a divindade, não só é o Espírito Santo. Mas outra coisa, no final do verso 6 é que o ideal de Deus que Paulo revela nessa escritura é o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. Então, no plano de Deus, Deus gostaria, Deus quer que todos os filhos, todos os membros de uma igreja fiquem insensíveis para ser canal de alguma manifestação em algum momento. Não vai ser todo mundo ao mesmo tempo, vai ter uma [roncando] orquestração, mas eu tenho que saber eh sobre esse esses assuntos, eu tenho que estar sensível e disponível, como bem falou agora Lucas, né? Alguém pode fluir que não é o pregador. Então, às vezes nós perdemos muito do mover do espírito porque temos expectativa só que o pregador. O pregador deve se preparar para fluir, ficar sensível, administrar isso, mas ele também tem que entender, né? E todos precisam entender que qualquer pessoa na congregação pode ser o canal de um fluir. Para mim, quando Paulo escreveu isso, Deus é quem opera tudo em todos. É porque todos são candidatos a serem é um instrumento, um canal de Deus com respeito à operação dos dons espirituais. Todos vão fluir, não por ignorância, por medo, por resistência, por tá debaixo da influência da doutrina dos saduceus, no crer no sobrenatural, mas que é o plano de Deus que todos possam operar e fluir nos dons, é razão pela qual a gente tá com essa série mesmo para despertar essa consciência em cada pessoa na igreja local, no corpo de Cristo e você que tá aí assistindo >> e não só na igreja, né, mané? né? Os dons eles podem operar em qualquer lugar, lugar, >> qualquer lugar, >> né? O pastor Bud falava muito sobre a gente mesmo em casa, né? Orar em línguas e interpretar, né? Deus falar com a gente ali. gente ali. >> Mas eu lembro também de uma vez que a gente tava num restaurante, esse boneco lembra? Ele olhou assim para o garçom, [risadas] né? E você deu uma palavra de de conhecimento e aquele garçom se desmontou ali, né? Então são momentos do dia a dia que a gente pode estar sensível sensível >> e e >> basta conferir nos evangelhos, né? Jesus não se movia nem nas sinagogas e só no templo, todo lugar, qualquer hora, na estrada, a mulher samaritana no poço. É muito bom a gente falar que o os dons do Espírito, as manifestações do Espírito Santo, elas servem como uma grande ferramenta evangelística. Sim, porque a pessoa ela pode ser fechada a palavra, escutar a palavra, mas o Espírito Santo sabe de coisas que podem desmontar a pessoa. pessoa. >> Os evangelistas eh eh tocam em alguns pontos, a pessoa ela pode não querer escutar a palavra, mas se ela tá com um problema físico, >> os dons de curar entram operação, acontece um milagre, ela desmonta, >> quebrou. >> É, não, não, não, não tem o o que fazer. Então, acho que isso é, é, é bem interessante também. muito ferramenta, né? né? >> E como vocês estão falando, é para alcançar pessoas, né? Como Lucas disse, o fim proveitoso que Paulo fala em Coríntios, >> né? E Maneco também ensina uma matéria na escola de ministros, depois do REMA tem a escola de ministros, que é o equilíbrio entre os dons do espírito e o fruto do espírito, >> né? que às vezes as pessoas podem estar desejando, mas com a motivação errada desse desejo, né? Queria que você também falou. Então vou voltar aqui primeiro Coríntios 12, quando Paulo disse acerca dos dons espirituais, não quero que vocês sejam ignorantes. E estudando didaticamente a palavra dos dons, é muito mais do que só os nove dons, embora esteja ali no primeiro capítulo 12, né, na primeira menção, ele [roncando] fala ali dos assuntos espirituais. E se a gente for ver o que cobre aquela temática que ele começa em Primeiro Coríntios 12, vai até Primeiro Coríntios 14. Então ele fala sobre os dons espirituais, como Lucas falou, ele vai falar a partir do verso 12 de Primeiro Coríntios 12 sobre o corpo de Cristo, a igreja. Então isso são assuntos espirituais. Ele vai falar sobre os dons ministeriais. No final do capítulo 12, ele vai falar sobre o amor, que é onde entra o fruto. Eh, o fruto operante, se não tiver amor e tiver só os dons, do que isso vale, né? Então são questionamentos que Paulo fala. Aí ele volta a falar dos dons vocais na igreja local. Era mesmo a questão dos problemas que estavam acontecendo em Corinto. E ele queria regular o trânsito desse mover dos dons. Ele não queria cortar, ele queria que funcionassem bem. e traz uma inspiração para como conduzir isso. E quando pensamos sobre esse equilíbrio entre os dons e o fruto, ele fica mesmo no capítulo 12, o 13, porque ele vai falar dos dons. Aí ele disse: "Se não tiver amor". Então, uma vida no fruto, uma vida amadurecida, né? Uma vida onde eh você não se move eh carnalmente, egoísticamente para querer aparecer. Então você se move porque o amor te conduz, o amor conduz à operação dos dons ali em harmonia ou como eu gosto de dizer, uma vida no fruto, uma vida de caráter, sustenta a unção e o o a atividade dos dons sobre a nossa vida. Então esse equilíbrio ele precisa ser cultivado. E a gente vê Paulo inspirando aquela igreja a isso. Lembrando que no capítulo tr ele diz: "Não vos pude falar como a espirituais e sim como a carnais". Então a gente vê o grande Paulo eh puxando aquela igreja para uma maturidade no fruto, no caráter e de que elas eles continuassem a andar fluindo nos dons. É tanto que ele disse, né? Deus quem opera tudo em todos. Eu não quero como um pai, eu não quero que pare. Eu quero que vocês amadureçam e vivam essa vida de amor e no fruto e continue fluindo nos dons. Essa é a vontade de Deus. >> Amém. Muito bom. Quer comentar o coiso >> essa questão do amor, né, que Manec falou. Ano passado, nós tivemos a experiência, a oportunidade, rica oportunidade de ir até essa cidade de Corinto, no sítio arqueológico. A cidade ela não existe mais. Existe uma nova Corinto, mas e essa da Bíblia que o apóstolo Paulo tá mencionando aqui, só tem os restos, eh, o sítio arqueológico, algumas colunas. Mas o interessante é que quando nós chegamos nesse, nesse sítio arqueológico, dois templos chamam muita atenção da mitologia grega. Um templo que era destinado ao deus Apolo, que traz essa e esse culto a tudo que tinha movimento, a música, dança, a profecia, a fala. Então eles eram muito familiarizados com o sobrenatural, não com o divino, mas com o sobrenatural. Nem tudo que é sobrenatural é >> tem uma inspiração divina. Então, mas eles eram familiarizados. >> E um outro templo que chamava atenção era da deusa Afrodite, que era a rainha do amor, a deusa do amor. Então, os coríntios eles conheciam o amor simplesmente erótico, >> carnal. Eles conheciam manifestações espirituais, sabiam que o mundo espiritual era real, >> mas eles não tinham essa inspiração >> divina e o amor que eles conheciam era esse amor simplesmente erótico. Esse templo, por exemplo, nós tínhamos 1000 >> eh sacerdotisas, mulheres que estavam ali, que se prostituíam diariamente para poder manter esse templo. Então esse era o tipo de amor que os coríntios reconheciam, conheciam. Então, quando Paulo chega e fala que existe uma inspiração bíblica divina, algo que vem mesmo do Espírito Santo e apresenta o amor dessa forma, ele faz uma junção. Porque o amor simplesmente carnal, herótico ali que eles conheciam, a pessoa iria simplesmente se satisfazer. Quando ele apresenta o amor do tipo de Deus >> e traz todas essas características, busca os pró ele traz um equilíbrio completamente diferente, >> uma nova dimensão, >> uma nova dimensão do operar nos dons. >> Eh, o pessoal às vezes isola primeiro Coríntios 13 pensando que Paulo falou sobre o amor ali, mas está completamente relacionado por conta do contexto e trazendo isso e trazendo esse equilíbrio. E depois ele vai falar especificamente sobre a profecia, porque eles já tinham essa vivência, eles já buscavam, eles já conheciam isso, né? Fernando Leal, uma referência hoje em termos de voz profética mesmo do nosso ministério, ele diz o seguinte: "Você pode até dar uma palavra >> de exortação, você pode até trazer isso da parte de Deus, mas tem que ser no envelope de amor." >> Uhum. >> Pra pessoa receber e ela ser edificada. >> Excelente. Muito bom. Já que você falou no Fernando, fica aí a divulgação e a lembrança da conferência Avivamento e Milagres agora no final de setembro. As inscrições estão abertas e vai fechar esse tema da vez com chave de ouro, hein? hein? >> É verdade. >> Vai ser bom demais. E eu queria que vocês também falassem, né, sobre os nossos cultos do espírito nas terças-feiras, né, o propósito desse culto e das manifestações dos dons nesse culto e estimularse aí os irmãos a estarem presentes. >> Então, o culto do espírito, ele ele foi mesmo destacado para que como igreja local nós tivéssemos um ambiente eh favorável a isso, né? A gente vê momentos de culto onde [roncando] o ensino, porque o ensino é a base de tudo, mas eh o culto do espírito é para provocar, despertar, onde temos uma liberdade maior para essa essa disposição, perceber o vento fluindo, os rios sendo liberados, né, tocar pessoas e e trazer esse ambiente, né, onde pessoas vão ser despertadas a a ter coragem de colocar os pés nas águas e dar mergulhos, né, na na atividade do Espírito Santo. Eu creio que eh cada pessoa da igreja local deveria est se expondo nesse ambiente dos cultos do espírito, porque [roncando] vai manter ah de alguma forma o ensinamento, mas também a atmosfera. Então, é a mesma coisa que eu tenho em casa muita roupa de frio e nunca vou para um lugar frio para usar aquela roupa. Então, eu preciso me expor a um ambiente para que aquilo se torne usável, para que eu possa fluir, para que eu possa ser mesmo operar debaixo daquelas ferramentas espirituais. E o interessante, eh, nessa frase do irmão Reigan, que tem se popularizado, que tem sido bastante conhecido quando falamos sobre isso, sobre essa geração que pode perder um mover do espírito, >> sim, >> que precisa ser ensinado com preceitos, mas com demonstrações do poder. >> Sim. Então, algumas janelas, acredito eu, que de forma espiritual se abrem para que a gente tenha esses momentos, esses encontros como uma conferência, um avivamento e milagres, como outros eh conferências que nós temos nas nossas igrejas espalhadas pelo Brasil que levantam essa bandeira profética. Uhum. >> Eh, e o culto do espírito da igreja sede não é diferente. Sempre nós buscamos ensinar alguma coisa e depois temos um tempo mesmo de liberdade do espírito. Porque quando o irmão Hegan começou a fazer esses cultos lá nos Estados Unidos, ele tinha dois momentos. Um momento pela manhã onde ele ensinava a respeito do Espírito Santo. Isso gerava fé no coração das pessoas, mas num outro momento era para estar ali disponível. >> Isso. >> As pessoas tinham expectativa e depois as coisas elas fluíam. ele e as pessoas, o ministro e o restante da congregação. Então, acredito que isso é eh é uma oportunidade que nós temos em Deus para estar ali aumentando a nossa comunhão com o Espírito Santo de forma individual, mas também de forma coletiva. >> Uhum. >> Então, >> e essa esse contato coletivo começa a ativar na sua vida pessoal, né? E e vice-versa, né? Por tá ativado na vida pessoal, né? Chegando o momento de inspiração no coletivo e eu percebo a mão do Senhor sobre mim, eu tenho mais ousadia porque eu me exercitei numa esfera menor na vida pessoal, né? Então, um ajuda o outro. Agora, o perigo é a pessoa ficar seco nos dois, [risadas] né? Zera na vida pessoal, aí não tem coragem, fica só olhando. Não, Deus não nos chamou para ser só espectadores. Ele vai nos usar em algum momento. >> Muito bom. Muito bom. Então, todas as terças às 20 horas. >> Vai lá, >> vai lá. Eu quero encerrar com a última pergunta para os dois e deixar também vocês livres para deixar uma mensagem para quem tá nos assistindo. Citando Primeira Tessalonicenses 5, no versículo 19, Paulo diz: "Não apagueis o espírito, que é justamente não ficar seco. >> Aham. >> Não desprezeis a profecia, que é não ficar criticando, né? Aham. >> Mas ele também diz no verso seguinte: "Julgai todas as coisas, retende o que é bom". >> Uhum. >> Né? E eu queria que vocês falassem, né, dessa operação do espírito, ser julgada, mas também ser retida, >> certo? [risadas] Então, bem interessante e muito próprio isso, porque não no mundo espiritual não só existe manifestações divinas, originais, santas e sagradas. Há muitos anos eu lembro de uma pregadora dizendo que para cada domí o diabo tem uma imitação. E agora a pouco ouvimos o Lucas falando sobre um livro do Rick Henner. E eu aprecio grandemente aquele livro. Você deveria ler é testando sobrenatural. Então, nós precisamos ter essa capacidade de julgar pelo espírito. Então, julgar uma profecia, primeiro eu julgo pela palavra, mas o nosso espírito dá testemunho. >> Então, quando Rick Rena ele traz um entendimento, principalmente o capítulo dois, ele vai falar sobre receber revelações nesse livro, testando o sobrenatural, ele fala que nós precisamos provar a origem daquilo. Então, como é importante nós termos essa capacidade treinada. É um treinamento porque é pelo homem interior, é por você tá cheio do Espírito Santo. Eu tava dando aula ontem sobre o ofício do apóstolo e [roncando] trazendo a questão das manifestações do espírito na obra apostólica que Paulo pregava, né, lá em Atos 13. E depois de pregar, Elimas, o mágico, né, se opõe e a Bíblia diz que ele cheio do Espírito Santo, Paulo repreende aquilo que estava operando na vida de Elimas. E o o o côsular ficou chocado com uma demonstração do espírito conectada com a pregação da palavra. Mas ali Paulo discerniu porque ele trouxe um julgamento. O homem ficou cego três dias, uma temporada, exatamente porque tava operando debaixo de uma influência errada. Então vemos aqui ele julgando as palavras daquele homem no momento que ele estava sendo confrontado, pregando o evangelho. Então uma grande demonstração e aquele homem, né, aquela autoridade se abriu e disse que creu maravilhado, diz a escritura. Então não tem como ter pregação sem os dons operando juntamente. Mas vemos ali o que você falou, Paulo, julgando algo acontecendo. Então, [roncando] em Tessalonicenses, foi o que você leu, há um estímulo a desenvolvermos e a capacidade de julgamento pelo espírito, não o julgamento infantil, carnal, mental, >> julgar profecia é diferente de julgar o profeta. profeta. >> Exatamente. São >> Mateus 7, Jesus disse pra gente não julgar ninguém. >> Exatamente. [risadas] Perfeita. maravilhosa colocação. Então, é tudo desenvolvido, né? E e quem ministra, que influi com uma profecia, é muito elegante você dizer paraa pessoa quem você ministrou, confere isso com você, >> né? Você coloca o que foi falado a julgamento. Não é sua pessoa, mas é o que foi falado. Isso tá bem claro e patente em primeiro Coríntios 14. Eu acredito que, como o próprio irmão Regan falou, um grande profeta que nós tivemos, mas tinha esse equilíbrio como mestre. mestre. >> Uhum. >> E um homem que escreveu um livro Eu creio em Visões, onde ele diz que Jesus apareceu para ele em oito oportunidades, mas ele dizia mesmo Jesus aparecendo para mim, >> Aham. >> Eu tinha que ter pelo menos três versículos que embasassem aquela manifestação sobrenatural. >> Muito bom. Isso aí eu acredito que seja muito interessante para que a gente possa fazer isso também, >> esse filtro da palavra que Rick Ren traz nesse livro. Eh, mas a gente tem que lembrar outro ponto que hoje a igreja, o o crente do Novo Testamento, ele não é guiado por profecia. >> Perfeito. >> Ele é guiado pelo espírito. E por conta do espírito nele, ele pode profetizar. Existe uma diferença em Romanos 8, quando ele fala sobre ser guiado pelo espírito, esse testemunho interior. >> Uhum. >> Se é o mesmo espírito que está ali promovendo aquele manifestar, vai usar a pessoa e vai testificar no espírito dele também. Então, acredito que esse filtro ele é muito importante da palavra, do testemunho interior. >> Eh, e ao mesmo tempo esse espírito, você manter a a chama desse espírito é muito importante. Um dos nossos valores é fervor de espírito. >> Perfeito. >> Do [limpando a garganta] Ministério Verbo da Vida, das nossas igrejas é fervor de espírito. Até porque em essência o ministério Verbo da Vida, se você for olhar na sua origem, na sua base, ele é apostólico e profético. mesmo nosso. >> O farol fica, >> a bomba tá lá. [risadas] Exatamente. >> Nós somos sim um povo da palavra, mas também somos um povo do vinho, do espírito, do povo que se move ali de por essa inclinação, por essa por essa inspiração. >> Invento. >> Muito bom. Então, deixem uma mensagem final aí para os irmãos. >> Muito bom. Eh, a Bíblia diz em Coríntios 12:7, "A manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando um fim proveitoso." Essa palavra manifestação é faneroses, ou seja, é como se a gente tá aqui nesse lugar, é como se o Espírito Santo fosse o o ator no palco. >> Au. >> Então, nós somos o palco. Deveríamos estar disponíveis para ele fluir, se manifestar através de nós. Então, seja um canal do mover, do fluir e das operações do Espírito de Deus na sua geração. Não roube de você mesmo o privilégio de ser um [roncando] instrumento de Deus. Paulo diz que a excelência do poder é de Deus, mas nós somos os vasos. >> Amém. Vou usar essa mesma palavra, então, se me permitir. Essa palavra faneros traz esse sentido. E quando existe um ator se apresentando, existe uma plateia, existe uma expectativa que é toda gerada. E o Espírito Santo é exatamente esse elemento que faz com que as coisas elas entrem em movimento. Rick Henner no livro Porque precisamos dos dons do Espírito, ele diz que as manifestações do espírito, elas tiram Jesus de dentro da Bíblia, das páginas da Bíblia e colocam no meio da igreja. >> Uau! Então que a gente tem essa expectativa do Espírito Santo ali estar se apresentando, porque de fato ele quer se apresentar, independente de quem ele vai usar, existe uma expectativa nos céus para um grande manifestar na terra. >> Aleluia! Aleluia! Certamente você foi inspirado, motivado e queremos te ver em nossos cultos desejando os dons do espírito, né? Compartilhe esse link para que mais pessoas possam ouvir esse podcast, serem abençoadas. Confere se você já está inscrito no canal da nossa igreja e a gente se vê no próximo tema da vez. [música] เ