Igreja Presbiteriana do Brasil
02 de julho de 2026
1h 11min
190 visualizações
Participe do Congresso APECOM 2026 (26‑28 junho/2028, Águas de Lindóia‑SP)! Com preletores como Rev. Roberto Brasileiro, Rev. Hernandes Dias Lopes, Rev. Ronaldo Lidório e Rev. Jeremias Pereira. Tema: “FAÇA DISCÍPULOS: Comunique o Evangelho em todo tempo e lugar” Momentos de louvor com Rachel Novaes, Júlio Filho e Trio Tris SÁBADO - MANHÃ Dia 27 de Junho 08:00 hs – Abertura, louvor e adoração 08:40 hs – Palestra 02 09:20 hs – Intervalo – coffee break 10:20 hs - OFICINAS - Divisão 12:00 hs – Almoço Compartilhe, inscreva‑se e ative o 🔔 para acompanhar cada transmissão e impactar sua fé na santidade! --------------------------------------------------------------- Igreja Presbiteriana do Brasil - Instagram: instagram.com/ipboficial - Facebook: facebook.com/ipb.org.br - Site: https: ipb.org.br - Multi IPB: https://multi.ipb.org.br/ #CongressoAPECOM2026 #ipb
Pode sentar. Vamos aproximando. Quem quiser sentar paraa frente aqui, pode com absoluta tranquilidade. Quem tá mais ao fundo, quiser vir para cá, será muito bem-vindo, muito bem-vinda. É a hora da gente começar a nossa oficina. Por gentileza, vamos falar juntos um bom dia bem alto, só para acordar quem tá a caminho. É só um aviso que vai começar. Vamos lá. 1 2 3 e >> bom dia. >> Maravilha. Tá muito bom. Agora vamos fazer de forma estratégica, de pé e virado para lá, tá bom? Que eles estão vindo de lá. Então vamos lá. Aí vamos fazer o seguinte. 1 2 3 é bom bom dia. Vou contar 1 2 3 de novo e vai começar. Combinado? Tá combinado? Tão, tão prontos aí? Respira fundo. 1 2 3 e >> bom dia. >> 1 2 3 e >> bom dia. >> Não, gente, é primeiro é 1 2 3. Bom dia. Depois é 1 2 3, vai começar. Tá combinado? combinado? >> Podemos de novo, então? >> Tá. Vamos. Tá ensaiado agora. Pelo amor de Deus, hein? Um, dois, três e >> bom dia. >> Olhando para fora. Um, dois, tr e >> vai começar. >> Uma salva de palmas. >> Testando o som. Tudo bem aí no áudio aí com vocês? Tão ouvindo bem? Tão ouvindo bem? Tá tranquilo. Ouvindo bem. É o meu. Esse >> não tem uma aqui. Já >> quer mais uma. >> Aham. Sim. >> Bom dia para as meninas. >> Bom dia. >> Bom dia para os rapazes. >> Bom dia. >> Deus abençoe a sua vida, a sua casa e a sua família em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Amém. >> Quero convidar você a ficar de pé, por gentileza. Dá uma olhada quem tá atrás, quem tá do seu lado, cumprimenta. Bom dia. Entrega uma palavra boa. Deus te abençoe. Deus te abençoe. Deus te abençoe. >> Ó, coisa boa. Que cena linda. Bênção. Bom dia. >> Bênção. Pode sentar, por gentileza. Bom dia, povo de Deus. >> Ô, bênção. >> Palavra boa. >> Amém. >> Uh, que palavra boa, hein, minha gente? Louvado seja Deus. >> Estamos junto em nome de Jesus. Meus irmãos e minhas irmãs, ao longo dos últimos anos, eu tenho apresentado uma menina que caminha ao meu lado. Essa menina é uma menina muito inteligente. Ela é muito abençoada, ela é piedosa, ela é sábia, ela é empenhada, ela é ensolarada, ela é colorida, ela é minha amada. Flávia, >> bom dia. Eu também vou apresentar a vocês o meu marido. Ele é uma bênção. Ele é lunar. >> É o Júnior. >> Muito bom. >> Em casa Júnior. Casa Júnior. >> É, eu tô apresentando meu marido para vocês que vocês não conheciam. O Revr Vargas vocês já conhecem. Então, nós somos uma família. >> É, eu queria pedir a vocês para vocês entenderem que nós vamos ter o nosso papo aqui hoje. Eventualmente vai ter o, né, vocês são alguns aqui sabem como é que é a conversa, às vezes dá uma esquentada. Então, pedir primeiro oração. >> Orem por mim. Oração por mim. Vocês vão entender porquê. Segunda coisa, eu dizer para vocês o seguinte, que nós somos um casal, uma família real, certo? Real, real, porque >> de realeza >> não, de realeza não, de realidade, >> de bem, realidade, porque o que nós estamos entendendo é que normal, normal não tem ninguém. E eu queria pedir esse esforço a você. Dá uma olhada pro lado, pessoa tá do seu lado. Vê se você acha que que você acha. Normal, normal, normal. Olha para trás. Se olhar para trás, você vai vai ver que piora ainda mais. Olha para trás. Você acha que essa pessoa, olha para, fala para mim, essa pessoa é normal? É normal. Então, normal, normal, normal não tem ninguém. Por isso que nós somos pessoas reais, >> reais. Eu vou aproveitar essa oportunidade que ele me deu uma deixa. Eu vou contar uma história nossa. >> Uma história >> real ou normal, vocês decidem, tá? Nós temos um amigo oculto lá na igreja anualmente no final do ano. Tiramos os nossos aqui, não sei se é amigo secreto lá no Rio, amigo oculto. Tiramos os nossos amigos, fomos ao shopping. >> Funcionários da igreja, né? >> Funcionários da igreja, sempre com os funcionários da igreja. Fomos ao shopping comprar o presente. Eu não queria que ele soubesse quem era o meu amigo. Aí eu falei para ele: "Olha, >> obviamente >> você vai para um lado, eu vou pro outro". Por quê? Porque a gente tem um grupo de WhatsApp que coloca lá qual é o presente. E esse ano foi chocolate. >> Chocolate. Coisa boa, né? >> E foquem nisso. Chocolate R$ 40, tá? Era o valor do amigo secreto. >> Chocol é o amigo secreto. Lembrem-se disso. Chocolate. >> E a minha amiga se >> R$ 40 na palavra dela. Na minha palavra foi até R$ 40. >> Não, não é para contar. >> Foi não. >> R$ 40. Tá vendo? Já começa ruim no início. Aí é isso aí. Eu chego lá, compro. Cheguei o meu, a minha amiga oculta pediu ferreiro rochê, eu vi que o ferreiro rochê tinha de R$9,90. Eu falei: "Não, vou comprar, não vou comprar R$ 39,90, R$ 40. Comprei o maior. Fui toda feliz. Amo muito a funcionária da igreja. Vou levar esse ferreiro rochê de R$ 80 para ela. Até eu avistar. >> Era 40. [risadas] caminha comigo. >> Aí eu encontro o meu marido já indo pro estacionamento. Gente, eu falei: "Ué, ele não comprou o presente? Cadê o presente?" Quando eu olha, era um saquinho desse tamanho. Eu falei, gente, será que o amigo oculto dele pediu um bombom? Não é possível. Mas >> eu falei, eu não vou ser uma mulher normal, vou ser uma mulher sábia. Eu não vou falar >> nada. Não é assim, meninas. Vamos. >> É o chamado princípio das dores. >> Eu vou fazer o quê? >> O silêncio da mulher é o princípio das dores. >> Eu vou viver o evangelho. Eu vou viver o evangelho. Tá tudo bem. Ele comprou lá o presente do amigo. Só que chega no dia do amigo oculto. Estamos lá todos. E ele foi tão abençoado que ele foi o primeiro a ser tirado. E quando deram o presente, aquele chocol aquele aquele saquinho tava ainda dentro de mim, sabe? Eu tava vivendo um evangelho com aquele saquinho aqui. Aí eu olhei, ele recebeu o presente dele, várias barras de chocolate. >> Foi >> várias barras de chocolate. Aí eu falei, gente, gente, >> e ele vai na sequência falar quem é o amigo oculto dele. Ele começou a elogiar muita pessoa, uma pessoa abençoada, criativa. E a gente tem lá na igreja a nossa secretária Angelina, que é uma bênção. Quem conhece Angelina sabe. tipo anjo na nossa vida. Aí eu falei assim, gente, graças a Deus, ele tirou Angelina porque a nossa amiga depois eu complemento um presentinho pra Angelina. Aí ele, aí eu grito logo para acabar com aquele meu sofrimento, que eu queria saber quem ia receber aquela sacolinha. Aí eu falei: "Angelina". A ele não, a Flávia. Como viver o evangelho? [risadas] Eu levantei. Que lindo. E a gente, não sei se isso é pecado, né? Você, [risadas][suspirando] eu muito obrigada. Tudo bem, essa história podia acabar. Aí eu falei, gente, preciso viver o evangelho. Vamos para casa, não vou tocar no assunto, não vou falar nada. Entramos no carro em oração, cheguei em casa, mas cheguei em casa e o que que aconteceu? O que que acontece quando a gente chega em casa? A casa é o nosso lugar de intimidade. É onde eu sou eu. >> Aí é que corre o perigo. >> E é esse o problema. Aí eu não me contive. Eu olhei para ele e falei assim: "Eu espero que esse chocolate >> oi >> tenha custado R$ 40. >> Oi! Foi isso aí. >> E essa história podia terminar aqui, não podia terminar aqui essa história? Só que na semana seguinte eu fui a uma farmácia no Rio de Janeiro, uma farmácia conhecida e eis que lá estava o meu presente. [risadas] Observem, observem o presente. [roncando] E nesse momento eu poderia ter avançado, né, vivendo o evangelho. Gente, ele pagou, né, outro valor. Mas aí eu, que que eu fiz? Que que eu fiz? A mulher não sábia que não viveu o evangelho, ela tirou uma foto e enviou pro WhatsApp dele. [risadas] >> Meus irmãos, eu quero explicar. >> Eu vou [risadas] deixar ele explicar. >> Volta a foto aí. Volta a foto aí. Volta a foto, a foto, meus irmãos. Era era até R$ 40, certo? >> Vocês já viram, amig? >> Eu comprei, eu comprei por R$9,90, mas o inimigo se levantou. O inimigo se levantou e lançou uma promoção só para me envergonhar. É ou não é verdade? Eu, hein? Isso não é sobre chocolate, >> isso não é sobre ele. Ele é uma bção, bênção de Deus na minha vida. Vive me presenteando, não só materialmente, >> isso é sobre desafios que a gente tem para vencer a nossa carne, principalmente dentro de casa. Nós fomos forjados desde a nossa infância e é importante que a gente saiba que a gente traz heranças, heranças emocionais, heranças físicas, genéticas. A gente ouve muito falar hoje em genética, epigenética, que é justamente o que eu faço para transformar a minha genética. E muitas vezes as nossas reações estão ligadas a dores, a situações que mesmo eu conhecendo o evangelho, eu não sou capaz de vencer. de vencer. Eu vou no automático, eu reajo muitas vezes naquilo que eu não podia ou gostaria de fazer. E quando a gente para para pensar na nossa infância, a gente lembra que a infância traz muitos, muitas lembranças. Nós tínhamos propósitos desde a nossa infância. Um grande propósito que foi colocado pra gente desde a nossa infância era, por exemplo, o sonho da casa. Quem fazia desenho de casa? Eu não sei a casa de vocês. Tem até uma música, né? Não tinha chão, não tinha teto, não tinha nada. A minha casa, ela tinha sempre duas coisas. Isso eu não me esqueço. Chamé, não sei por, porque hoje eu fujo da cozinha, mas a minha casa tinha chaminé e ela tinha casa do cachorro, sendo que eu não sabia desenhar cachorro, então nunca tinha cachorro. cachorro. Mas a casa tava lá, o cachorro tinha do passear e eu não sei. Só que hoje a gente tem aqui um desenho e esse desenho é recente. Eu desenho uma casa. Para quem não me conhece, eu sou advogada na área de família, mediadora de conflitos na área de família e acadêmica em psicologia. E hoje dentro da psicologia a gente estuda a personalidade através de desenhos. E existe um teste projetivo chamado HTP, que é House Personal. Ele analisa a casa, a árvore e a pessoa que você desenha. Isso que a gente vai viver hoje aqui não é sobre um propósito de casa material. A casa material é algo lícito, válido. A gente vê em inúmeros momentos da Bíblia, Deus dizendo pro povo: "Vai pra terra que eu te darei, que eu te mostrarei a terra, a casa, o nosso lugar é muito importante também. também. Mas o evangelho é muito mais do que isso. Viver o evangelho é muito mais desafiador. Aqui a gente tem essa frase: A casa abriga as pessoas, o lar acolhe os corações e a vida, a e a família une vidas. Casa a gente pode pensar como um grande propósito material. A gente tem um lar como um grande propósito emocional. O lar precisa ser o lugar de acolhimento e relacionamento. O teu lar tem sido um lugar de acolhimento e relacionamento. Para eu viver o propósito do evangelismo, eu preciso entender que o meu lar precisa ser um lugar de acolhimento e de relacionamento. Só que existe um propósito muito maior de Deus na nossa vida, um plano de Deus que é lá desde Gênesis, na criação do mundo, que é a família. A família é o nosso propósito espiritual. A família ela é composta por pessoas e pasm. A família também é composta por uma única pessoa. Hoje a ciência no nos fala e nos apresenta modelos de família. Só que quando a gente para para pensar, todos esses modelos de família já estão na Bíblia. Nós temos um modelo de família da origem, que é Adão, Eva e seus filhos como família nuclear. Nós temos também a família ampliada, que a gente pode pensar em >> família ampliada. A gente tem exatamente esse exemplo de Abraão, Sara, de Ló, seus servos, a figura de Gênesis 12, Gênesis 13, que aponta a saída de Abraão. E depois a gente já vê no capítulo 13 aquela dificuldade que envolve LW, exatamente por conta dessa ideia da família ampliada ou extensa. >> A gente tem a família monoparental e hoje nós temos muitas pessoas vivendo em família monoparental. Essa família é formada por uma uma única pessoa, um único genitor com seus filhos ou filhas. Pode ser mãe ou pai, mas essa família também já existia na Bíblia. >> E nós temos esse exemplo de Agar e de Ismael. A gente conhece essa história bíblica. É uma história dura, sofrida, mas é a realidade de muitas pessoas. No bairro onde a gente mora, tem mais de 60% de lares que estão envolvidos nessa configuração. E você deve conhecer na sua própria igreja pessoas que vivem assim, ou ou é em geral, a boa parte é a mãe e o filho ou uma filha ou até filhos, né? Então é essa a realidade apresentada nessa configuração. >> Nós temos a família reconstituída. Todo sonho nosso é de casar, ter filhos, ver os netos, se possível viver até 100 anos com o marido. Que nenhum dos dois morra antes. >> Quero morrer com você. >> Amém. Eu também. >> E aí a gente, mas é sempre assim que acontece. Então hoje a gente tem essa configuração inúmeras vezes de família reconstituída e isso também é plano de Deus porque tá na Bíblia. E essa >> e a família reconstituída, ela não é só formada por pessoas que estão novo casamento pelo divórcio, mas ela também em caso de vivez. É, a gente tem no caso aqui Rute e Boaz como exemplo bíblico para que a gente possa enxergar o texto bíblico. Essa é a proposta aqui a partir dessas realidades que nós temos, porque essa realidade também está na nossa igreja, essa realidade também está no nosso relacionamento. A maneira como a gente enxerga, a maneira como a gente vê, a maneira como a gente acolhe, mostra aquilo que Deus tem realizado. Então, a luz da da palavra de Deus, Rute Boaz, >> a gente tem, olha que interessante, a família unipessoal é uma família formada por uma única pessoa. Pro mundo é uma família formada por uma única pessoa, mas a gente sabe que uma única pessoa não é sozinha. Então, essa família unipessoal é aquela casa em que ou a pessoa ficou viúva, ou passou por um divórcio, ou ela nunca casou e ela mora sozinha. E isso hoje é considerado família pela ciência. Mas será que isso tudo é fruto da ciência? Não. Não. Tudo é Deus. Tudo vem de Deus. Tudo é plano de Deus. E essa família unipessoal é uma família que carece de muito acolhimento. E a gente como igreja precisa avançar nesse olhar para todos os tipos de família que já existiam na Bíblia. >> É, nesse caso o apóstolo Paulo, né? E esse é um exemplo muito emblemático. Se você avaliar e as os textos do apóstolo Paulo, ele sempre cita várias outras pessoas. Paulo tem, dentre suas inúmeras qualidades, uma qualidade de acolhimento. Então, é provável que, por conta dessa questão dele, ele tenha sido uma pessoa tão acolhedora que conseguia ver qualidades eh nas pessoas e trouxesse as pessoas para perto, validasse as pessoas. Veja que esta é uma qualificação que ali está que aponta para essa família unipessoal. A gente tem a família, desculpa, a gente também tem a família adotiva, que é do vínculo da da adoção, de relacionamento, de amor. E a Bíblia também relata a família adotiva. >> Exatamente. Aí a gente tem essa essa ideia de Ester, criada por Mordecai ou alguns chamam de Mardoqueu. Moisés também criado pela filha de Faraó. Tudo isso para que você possa enxergar no texto bíblico a realidade do tempo que a gente vive, vendo que isso já acontecia lá. A gente também tem a família Ana Parental. É a família composta por parentes sem os pais. Então a gente pode falar de irmãos morando junto, de primos morando junto. E a gente também tem isso na Bíblia. Marta, Maria e Lázaro. Um exemplo clássico exatamente dessa realidade. A gente viu como vínculo de Cristo com eles. A a maneira como Cristo se relacionou com eles traz também essa ideia da família Ana Ana Parental. Parental. >> Ana Parental. A gente também tem a família sem filhos, o núcleo conjugal. Vocês acreditam que durante um tempo houve discussão se quando um homem e uma mulher casam, eles podem ser considerados ou chamados de família e buscavam um termo para isso? Isso é tão absurdo. Claro que o casal ou que decide não ter filhos ou que passa por um processo de esterilidade, ele também é família e hoje é chamada família sem filhos ou núcleo conjugal. E essa família a gente também tem na Bíblia. >> Priscilia Áquila dos relatos bíblicos. Não há nenhuma inferência. de que havia a possibilidade de ter filhos. A realidade dos dois mostra exatamente essa percepção e talvez para muitos de de nós ainda essa ideia ah continue acontecendo. Marido e mulher sem filhos, eles não seriam entendidos como família. Estamos sendo agora orientados, ensinados desse caminho que aí está. Quando a gente olha pros modelos de família, a gente olha pra Bíblia, a gente entende que nada é sobre forma, nada é sobre modelo, tudo é sobre conteúdo, tudo é muito maior do que nós, é o plano da redenção. Mas eu não posso viver em casa, lá, em família, se, primeiramente eu não for casa, morada do Espírito Santo de Deus. Então, [roncando] eu posso, devo, quero ser um evangelista, ser um discipulador, mas antes disso eu preciso saber o que que eu estou fazendo com a minha casa. Eu tenho sido evangelizado? Eu tenho sido discipulado? Como eu posso evangelizar se há muitos anos, desde a minha conversão, a gente precisa entender que que é que a conversão ela não termina no momento do batismo? Ela ela se prolonga, é diária todos os dias, como a gente trouxe no exemplo que eu vivi com ele. É desafiador. A gente tem inúmeros desafios a viver uma verdadeira conversão. E além de viver essa conversão, a gente precisa buscar ser evangelizado ainda. A gente precisa buscar ser discipulado ainda para eu ser exemplo na minha casa, pros meus filhos, paraa minha família, pros meus pais. Eu preciso viver o evangelho. E não é um evangelho, eu vou vivendo o evangelho. Não. Para você alcançar a sua família, você precisa transbordar o evangelho. A gente precisa se alimentar tanto do evangelho, da palavra de Deus, do evangelismo, do discipulado, a ponto da gente está transbordando e muitas vezes os nossos filhos olharem e reconhecerem a transformação que Deus tem feito na nossa vida. A gente quando pensa naquele povo, e eu sempre tenho essa sensação do povo que Deus tirou do Egito, dos israelitas que estavam cativos, estavam presos nos delitos, nos pecados, prisioneiros. Deus tira aquele povo da terra do Egito. Deus transforma aquele povo livre. Deus abre o mar pro povo passar. Deus leva o povo sendo conduzido pelo deserto por Moisés. Deus derrama o alimento diário. Deus faz tudo isso. Deus faz com que o povo entre em Canaã. E quando a gente olha para lá e pensa, gente, mas aquele povo murmurou o tempo inteiro. O povo murmurou quando tava preso. O povo murmurou quando foi livre. O povo murmurou quando viu o mar. Aí Deus abre o mar. O povo deve ter ficado feliz. 5 minutos. Ai que lindo. Deus abriu o mar. Eu passei. Eu passei. Minha família passou. O povo chega no deserto, continua murmurando. Ainda que Deus derrame o alimento maná. E ele entra na terra prometida ainda murmurando. Quando a gente olha para isso, e lá em Josué 23, é muito claro, Deus trabalhou na vida daquele povo, tirou do cativeiro, trouxe a terra prometida, cumpriu as promessas e o povo não reconheceu. Eles estavam num estágio de ingratidão constante, num estado de ingratidão constante. E aí a gente olha pra nossa vida. Será que a gente não faz um pouco isso? Será que Deus não tirou a gente de um cativeiro? Deus fez a gente atravessar o mar inúmeras vezes. Deus nos deu livramento. Deus nos entregou a promessa. Deus derrama o maná. Não se engane. Deus derrama maná todos os dias. Deus fez a gente passar pelo deserto derramando maná. E Deus muitas vezes nos dá a terra prometida, as nossas bênçãos, mas o nosso coração tá preso na ingratidão. A gratidão precede a transformação. A transformação precede obediência e a obediência precede as bênçãos de Deus. Um coração que não é grato, não é capaz de viver o evangelho na sua intensidade. Um coração que não é grato, não é, é capaz de transbordar a graça, a misericórdia e o amor de Deus. E é nesse momento de transbordar que a gente precisa ter buscando ao Senhor, começando pela gratidão. Senhor, muito obrigado. Eu tô numa família ano aparental, eu tô numa família sem filhos, eu estou numa família unipessoal. Primeiro, a gente tem que entender que é uma responsabilidade nossa nesse processo, no lugar que eu estou. Mas acima de tudo há um grande plano de Deus. Seja grato no lugar que você está. Seja grato pelo lugar que Deus te deu, porque é ali que ele vai te usar. Eu sou, eu fui a primeira a ser convertida na minha família e hoje muitas pessoas foram alcançadas. A gente não sabe muito bem às vezes como Deus nos usa, mas a gente precisa ser mais intencional. E é vivendo o evangelho, é matando a carne, é transbordando de alegria. Gente, não há nada melhor para um crente do que ele ser alegre. Como eu vou transbordar pros meus filhos, pra minha casa, se eu soumorador? Como eu vou viver o evangelho? Se eu tô à vida, ao céu, a dia, olha, eu não tenho marido ou eu tenho marido, mas eu não gosto. Olha, mas os meus filhos não são crentes. Louvado seja o Senhor. Deus quer usar sua vida para evangelizar a vida dos seus filhos. Deus quer usar você. Seja grato. A gente tem inúmeros exemplos na igreja de filhos que evangelizaram pais. Olha, se você é pai ou mãe aqui nessa manhã e você tem algum parente, algum filho, seja grato, porque Deus, olha só, ele começou por você. Ele começou por você. Ele poderia ter começado pelo teu filho, mas ele quis começar por você. Se você é filho como e ainda não tem pais crentes, a minha irmã já veio pro evangelho, agora o meu pai, mas minha mãe ainda não foi alcançada. Eu sou grata a Deus porque Deus quis começar por mim. E eu quero sair desse lugar de ficar remurmorando porque o meu filho, porque minha filha, porque minha mãe, Senhor, louvado seja o Senhor que o Senhor me deu a salvação e começou por mim. Você é casa, você é morada do Espírito Santo, você é lar, você é família com Deus. Então, uma família unipessoal, ela não é uma família de uma pessoa. A gente já larga na frente o crente. A gente tem Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo conosco. Em nome de Jesus, que a gente tome posse dessa verdade. Seja grato. Não importa qual seja a sua família. E que você que está na igreja é líder, abrace os tipos de família. Não pensando em tipo, mas lembrando que é amor é plano da redenção, é plano de Deus. Abrace e coloque para dentro. A gente precisa ser igreja, família espiritual, que põe para dentro, que dá liderança para as pessoas, mesmo que chegam sozinhas, quebradas, quando tratadas e se elas forem levantadas por Deus, não crie preconceito. Não crie preconceito. Deus usa qualquer família, qualquer pessoa, porque nós não podemos ter vaidade sobre nada. Deus não nos deu essa ousadia de termos famílias perfeitas para que a gente não se soberbe disso. Ele conhece o nosso coração e muitas vezes a transformação que eu quero ver no meu lar vai precisar começar em mim, senão eu não vou ver. A gratidão ela precede a transformação. A transformação precede a obediência. E a obediência precede as bênçãos. Você tem recebido bênçãos, mas você precisa crer que Deus tem abençoado a sua vida no lugar que você está. Josué, ele passou, o povo sai do Egito, os israelitas saem do Egito, passam por tudo isso. E lá no capítulo 23, já no final, Josué ainda precisa lembrar eles. Olha, vocês receberam isso, vocês receberam aquilo, Deus fez isso. E tá tá Josué com 100, mais de 100 anos, eu não sei a idade exata, mais de 100 anos. A Bíblia não relata, mas ele tá ali exortando aquele povo, o a descendência daquele povo que saiu de lá, ou seja, foi passado por de geração em geração essa herança de desobediência, de idolatria. idolatria. O que que a gente vai passar paraa nossa geração? O que que a gente vai transbordar? E olha, naquele tempo, o povo via Deus através dos profetas, através da manifestação de Deus, quando Deus queria, porque eles não eram casa, morada do Espírito Santo. E nós, como quando paramos para julgar ou ler a Bíblia, meu Deus, que povo desobediente, que povo idólatra. E a gente sabe, muitos já se ouviu, nós temos um coração para idolatrar a Deus. Se você não idolatra Deus, se você não vive isso, você tá idolatrando outras coisas ou pessoas. Então, que a gente possa entender que o lugar que a gente vive hoje, a casa, o lar, a família, é exatamente o lugar do plano de Deus na sua vida. Tome posse disso. Comece em você. Passe por evangelismo para você evangelizar. Passe por discipulados para você discipular. Faça um propósito sempre com Deus, emocional, espiritual, de obediência, de transformação, de gratidão. Não abra a mão daquilo que Deus quer fazer na sua vida para alcançar a sua família. Josué Josué diz ao povo no 2415, no 23 Josué exorta o povo. No 24:15 ele fala em nome do Senhor. E esse texto que a gente vai colocar aqui é lindo. Se porém não agrada vocês servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir. E aos deuses a que seus antepassados serviram, além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Eu, porém, e a minha família serviremos ao Senhor. Amém. >> É essa palavra que eu quero deixar com vocês essa manhã. Não importa sua história, não importa a sua herança, seja ela emocional, espiritual, financeira, não importa os propósitos que foram ensinados pelos seus pais, importa o que você decide e escolhe fazer com tudo isso. Escolha fazer diferente, não para julgar os nossos pais, porque a gente precisa colher, a gente precisa colher a história das pessoas, mas porque o Senhor te chamou. E se você tá aqui, você é esse escolhido, esse eleito do Senhor, para viver o evangelho primeiro em você, depois para que esse evangelho transborde na sua família, em nome de Jesus. Amém. >> Essa menina que está aqui ao meu lado tem me ensinado muitas coisas e recentemente, numa reflexão, ela disse que de vez em quando ela vai para pra igreja com algumas dificuldades, com algumas lutas, batalhas e ela chega à igreja e ela faz uma oração. Senhor, me ajuda que hoje eu tô impaciente raramente acontece isso, irmãos. Eh, eu preciso de calma, preciso de tranquilidade ou sabedoria para resolver alguma coisa e tal. E aí ela vai e Deus abençoa e é uma bênção lá na igreja, no dia a dia. Aí ela trouxe a seguinte reflexão. Eu vou dar, >> eu vou dar esse testemunho sobre isso que a gente conversou vindo para cá. Quantas vezes, quantas vezes eu saio domingo porque eu trabalho, né, e tô estudando ainda, eh, ainda não, mais uma vez. E aí eu chego domingo na igreja, assim, indo pra igreja, eu falo: "Meu Deus, eu não vou aguentar hoje. Eu estou exausta. E eu, né, sou casada com o pastor e a gente sabe que domingo é o momento de você se doar." E eu começo a orar falando: "Senhor, me renova. Santo Espírito de Deus me mata. Mata meu cansaço, a minha carne, que seja o Senhor a partir daquelas escadas." E eu sou renovada de uma maneira tão extraordinária que eu consigo derramar sobre aquelas pessoas o fruto do Espírito de Deus, porque não podia vir de mim, não pode vir de mim. que às vezes eu chego de uma tal forma que seria impossível eu fazer o que eu faço nos domingos na igreja. Só que eu fiquei refletindo isso e conversei com ele. Eu faço isso quando eu volto para casa. A gente faz isso quando a gente sai do trabalho? >> H >> ou sai da igreja ou de algum desafio? >> Hum. >> Você faz isso voltando para casa, você chega e fala assim: "Senhor, me renova. Olha, hoje eu vou entrar em casa. Eu quero ser amável com meu marido, com meus filhos. Tira todo o peso do trabalho, vai renovando Espírito Santo de Deus. de Deus. >> Hum. >> Porque é desafiador viver o evangelho no lar. Nós temos uma máscara social. Não fiquem com raiva de mim. Isso é real. É uma é um filtro, vamos colocar assim, porque tem filtro de Instagram. >> Então, é o filtro social. Socialmente eu quero ser mais aceitável. Socialmente eu preciso parecer bem na foto, mas o nosso desafio é viver muito mais o evangelho dentro do lar, é ter muito mais filtro, porque isso não tá errado não. Ai, mas a gente tem que ser quem a gente não é não. Não é sobre isso, é sobre melhorar, porque não é síndrome de Gabriela, né? A gente não nasceu assim, não vai viver assim, não vai morrer assim. Então a gente precisa melhorar. E essa esse lugar de eu orar, reconhecer as minhas falhas e entender que dentro de casa é mais desafiador para mim, me leva para esse lugar de falar: "Não, eu vou botar o meu filtro". Aí a gente pode falar: "Eu vou pedir ao Espírito Santo, >> amém. Me esvazia, Senhor, e me encha de ti para que eu possa fazer dentro da minha casa muito mais e bem melhor do que eu faço lá fora na minha igreja, do que eu faço no meu trabalho. Quantas vezes a gente tem paciência com amigos e com filho dentro de casa? Você pode ser você, mas que a gente possa ser o nosso eu muito melhor a cada dia, começando com gratidão ao Senhor, transformação, obediência, pra gente reconhecer a bênção de Deus de ser família em qualquer modelo. Família e principalmente como a gente aqui é hoje, a grande família espiritual, a família que se une através de Cristo Jesus. A gente falou sobre acolhimento, que é algo muito importante na nossa vida. Acolher as pessoas que chegam à nossa igreja, acolher as pessoas que chegam pro nosso relacionamento, a maneira como a gente olha, a maneira como a gente fala, o espaço que a gente oferece. Se a gente analisar assim de maneira eh clara as programações das nossas igrejas em geral, elas estão apontando para a família margarina, que é aquela que não existe, nunca existiu e nem existirá, porque ela é uma ficção. A família real, que é a nossa, que não é de realeza, mas é de realidade, é a família que tem problemas. problemas. Evidentemente você e eu não queremos contar para ninguém os nossos problemas e algumas vezes nós fingimos não ter problemas. É ou não é verdade? Só que Uhum. Uhum. Uhum. Não é verdade? A gente às vezes a gente não quer contar, a gente não quer que os outros saibam, mas em alguns momentos a gente finge. O problema do fingimento é o não tratamento. Este é o problema. Fingir que está tudo bem é fugir de uma análise mais profunda, mais séria, mais realista do momento que a gente vive e do estado que a gente está. Quer ver uma coisa que acontece muito nas nossas igrejas? A gente programa, a gente organiza, a gente realiza coisas que são que são exclusivas para um grupo e excluem outros grupos. Curiosamente, faça você mesmo, você mesma, uma análise das programações que você oferece e veja se elas não estão sendo oferecidas para apenas um determinado tipo de grupo e outros grupos estão sendo indevidamente lamentavelmente excluídos. Mas eu queria reforçar um ponto que é muito importante para nós. Quando alguma coisa não dá certo na nossa casa, a gente tende a buscar culpados. Culpados. E talvez a palavra culpa não seja a palavra ideal para isso. Às vezes você, como pai e mãe, você evangeliza os seus filhos, você discipula os seus filhos e eles chegam numa certa idade, tomam uma decisão diferente daquela que você ensinou. Talvez você tenha essa experiência aqui. Você tá aqui com a gente hoje dizendo: "Poxa, isso aconteceu lá. Aonde foi que eu errei?" A pergunta é sempre essa. Pergunta é sempre aonde foi que eu errei? Quando a gente pode colocar a culpa no outro, a gente coloca a culpa no outro, não é verdade? Como diz alguém, se a culpa é minha, eu ponho em quem eu quiser. Então, tem muita gente que põe a culpa no outro, né? Quando a coisa esquenta, a família do outro ainda sofre. Nós estamos falando sobre alguma coisa que é para alguém que não está ou nos acompanhando pela internet ou não presente nesse auditório? Será que o assunto que nós estamos colocando aqui, esse é um assunto para nós que estamos aqui e sendo alcançados por essa palavra? Por isso eu quero dizer a você o seguinte, olha só, não é sobre o outro, mas é sobre você. É nessa hora que eu que eu faço assim, ih, porque não é sobre o outro, é sobre quem? Você. Você lá eu, hein? É sobre você. Então, nós vamos entender algumas coisas dentro daquilo que nós já estamos estudando aqui juntos, que tem a ver com a nossa própria vida, o nosso próprio comportamento, a nossa própria realidade. Como é que eu trato isso e como é que eu desenvolvo isso? Veja bem, não se trata de quem você é, e sim quem você pode ser em Cristo. Pode falar comigo essa frase? Não se trata de quem você é, e sim de quem você pode ser em Cristo. Alguém que é fáho, levanta a mão só poder ver. Alguém que erra, levanta a mão só para poder ver. Alguém aqui é pecador, levanta a mão. De vez quando lá na igreja eu faço isso, tem gente que não levanta a mão. Mal informado. Mal informado. Aí eu informo: é pecador, sim. Pecadora. Pecador. Nós todos somos. Então, não se trata de quem nós somos, mas de quem nós podemos ser em Cristo. E aí que vira a chave na nossa vida. Como viver o evangelho dentro da nossa casa? Como viver o evangelho dentro do nosso lar? Como viver o evangelho dentro da nossa família? E nós buscamos um texto bíblico extremamente conhecido, maravilhoso, extraordinário, que é o fruto do espírito lá de Gálatas. Você conhece esse texto e sabe o quanto ele é aplicável à nossa realidade de vida. nosso dia a dia. Mas eu queria, eu e Flávia, nós queríamos trazer para você esse entendimento do fruto do espírito aplicado à família, aplicado à nossa casa. Só que o fruto do espírito não é sobre o outro. Olha que coisa doida. O fruto do espírito é sobre nós. Então eu não posso pedir a Deus que alguém na minha casa tenha o fruto, enquanto eu também não estou clamando ao Senhor para que esse fruto seja realidade na minha vida. Então, nós vamos ter agora alguns momentos de oração. E a nossa primeira oração é para que a gente viva dentro de casa a bênção do amor. Você vai ler aqui na nossa tela. Se você puder, leia junto comigo, por favor. Você descobrirá que é >> amado, conseguirá amar corretamente a si mesmo e será capacitado a amar outras pessoas. E esta é uma realidade maravilhosa. Nós somos amados. Amém, meus irmãos. >> Amém. >> Nós somos amados pelo Senhor. O Senhor nos amou. O Senhor nos amou >> primeiro. Antes de nascer, eu e você já éramos amados pelo Senhor. Ainda que você tenha nascido no mesmo ano que eu, 1519. 1519. que é de lá que eu que eu venho. Esse amor que é o amor de Deus por nós, ele nos ajuda a lidar com nosso amor ao próximo. Nós somos capacitados a amar. Pergunta para que não haja resposta visível. Você conhece alguém muito difícil de amar? >> Ih, [risadas] ó. Ó, mas veja, nós somos amados pelo Senhor e amados pelo Senhor são capacitados a amar. Então, nós vamos orar e nós vamos pedir ao Senhor assim: "Senhor, eu quero pedir que o Senhor me capacite a amar a pessoa quando ela não está tão amável assim". Tem gente que é uma pessoa que nós amamos, mas pode estar num dia, num tempo, numa fase não tão amável assim. Quem já viveu essa realidade na sua casa, erga a sua mão. Você ama a pessoa, mas hoje se você pudesse, hum, graças a Deus, você não pode, nem você. Nós somos aperfeiçoados, nós somos amados pelo Senhor. Ele nos capacita amar. Olhe comigo. Diga assim: Senhor, >> Senhor, >> eu quero amar. >> Eu quero amar. >> Me aperfeiçoe. >> Me capacite, >> me capacit >> Me habilite, >> me habilite >> a amar. amar >> a quem >> não está >> tão amável assim . >> tão amável assim. >> Misericórdia, Jesus. Amém, irmãos. >> Vocês estão animados? Estão gostando de ver. A segunda palavra do fruto do espírito é alegria. Alegria é bom demais. Alegria é bom demais. Leia comigo, por gentileza. Você desfrutará de um contentamento >> ó, ó. contentamento >> profundo , não é superficial, não é raso, >> profundo, não é superficial, não é raso, não é passageiro, ele é profundo. Continue comigo. E apesar das circunstâncias adversas, uma satisfação espiritual centrada em Cristo. É difícil aplicar o apesar das circunstâncias adversas, não é verdade? Porque quando tudo vai bem, alegria, alegria pura. Nossa casa é alegre, festiva, tem música. tem sorriso, gargalhadas, mas quando a nossa casa passa por uma adversidade, quando você passa por uma adversidade, sentir-se alegre não é a coisa mais habitual. É por isso que muitas pessoas quando vão a um sepultamento de um cristão e eles enxergam lá o sepultamento e vejo as pessoas alegres celebrando a vida, agradecendo, honrando a Deus pela história da pessoa que que ali está. É ou não é verdade que as pessoas ficam impressionadas? Que alegria é essa? E a questão sempre é: o que que esse povo sabe que eu não sei? Uma alegria, apesar das adversidades. Eu preciso dessa alegria. Você precisa dessa alegria? Vamos orar juntos. Senhor, Senhor, >> Senhor, >> em nome de Jesus, >> eu preciso dessa alegria. >> Eu preciso dessa alegria. >> Porque quando as circunstâncias adversas chegam, >> Quando as circunstâncias adversas chegam, >> eu fico amargo. >> Eu fico amargo >> e muito triste. >> E muito triste. >> Tenha misericórdia. Ajuda-me. >> Tenha misericórdia. Ajuda-me. >> Ajuda-me. >> Para que lá em casa >> eu tenha alegria >> e a partir de mim a partir de mim >> o meu lar se alegre. >> O meu lar se alegre. >> Em nome de Jesus. >> Ô bênção. Graças a Deus por isso. A terceira palavra é paz. A terceira palavra é paz. Quem não quer chegar em casa e estar tudo em paz? Sempre está não. Então vamos ler juntos. Você vivenciará um sentimento de plenitude e bem-estar. É a paz com Deus, >> a paz de Deus e a paz entre as pessoas. E aí nós temos uma distinção bastante importante, porque pela graça de Deus nós temos paz com Deus. Ah, o Senhor Jesus Cristo nos reconciliou com o Pai. Nós temos acesso a Deus, acesso ao Pai por meio de Jesus. Esse relacionamento foi pacificado. Segundo, nós temos uma paz de Deus. de Paulo, que é uma pessoa tão especializada, um intelectual, uma pessoa preparadíssima, ele declara que a paz de Deus, ela é excede a todo >> entendimento. Quem é que consegue explicar se excede a todo entendimento? Ou seja, Paulo, que era Paulo, declarava que não conseguia entender a paz de Deus, porque a paz de Deus é um milagre. A paz de Deus é um milagre. Aonde que a paz está? A paz tá em nós. A paz tá em nós. Eu já compartilhei isso. Vou compartilhar mais uma vez. Há alguns anos eu tive um linfoma e precisei ser internado numa intercorrência. Eu estava na UTI no isolamento do isolamento. Quem entrava no meu quarto tinha que entrar paramentado com aquela toda estrutura. Eu não podia ter contato com com ninguém, nem com o mundo externo. Até que entrou uma enfermeira no meu quarto, toda arrumada, e ela olhou para mim e fez a seguinte pergunta: "O que você tem?" E eu pensei, se ela não sabe, concorda comigo? Hospital, enfermeira, paciente. paciente. O que é que você tem? paciente. E eu disse: "Por quê?" Que é a pergunta que você faz quando você não entende. Por quê? E ela disse: "Porque aqui nesse quarto tem uma paz. Ah, essa resposta eu sei. É Jesus de Nazaré, o príncipe da paz, o meu amado, o amado da minha alma. Passo o tempo, encontro com uma médica e a médica me disse: "Olha, estive lá no seu hospital que agora". E eu disse: "E aí?" "Não, eles estavam lá, eles estavam te ouvindo na rádio, que eu trabalho com rádio há muitos anos. Eu tava, eles estavam te ouvindo na na rádio, eu disse: "Olha, ele é meu amigo, eu conheço ele". Aí eles disseram: "É, ele ficou ali naquele quarto e depois que ele passou naquele quarto, ninguém mais morreu naquele quarto. quarto. E quando tem alguém mais ou menos, a gente joga para aquele quarto." [risadas] A questão óbvia é que eles não entenderam. A questão não era o quarto, a questão era aquilo que Deus tinha feito na minha vida, que apesar das adversidades, eu estava sentindo paz. E a paz entre as pessoas, essa é a parte mais fácil, não é verdade? Porque a parte mais difícil foi a paz com Deus. Jesus resolveu. A paz de Deus em nós é também a parte divina. Ele já resolveu. Só nos resta uma coisa. A paz entre as pessoas. Não é fácil >> não. Amor, tô surpresa, amor. Ih. I vocês gostaram, né? Vai, vai faz isso lá na sua igreja. Você vai ver que que o que vai dar. Seu pastor vai falar assim: "Ih, o conselho animado reunido. Ih, então, no que depender de vós, lembra o texto bíblico? É difícil falar, né? Eu sei. É duro falar, né? No que depender de vós, tende pares com todos os homens. Vamos falar comigo. No que depender de vóz tem de paz com >> todos >> e mulheres. Pode botar mulheres também aí. Ah, reverendo. Não, a Bíblia não diz isso. A Bíblia diz só com os homens, que aquelas mulheres, que ela miserável, a paz entre as pessoas. Eu sou o pacificador. Não é o outro que é. Não, não vem quente que eu tô fervendo não. Nós somos da paz. Amém, meus irmãos. >> Então, a nossa oração agora é para que Deus nos faça gente de paz na nossa casa. Quando o negócio tiver esquentando e você também tiver esquentando, você vai dizer: "Jesus, me dá essa paz, Senhor, a paz, Senhor. A paz, a paz, a paz." E canta e louva e adora e ora. E Deus vai ministrar sobre a sua vida a bênção da paz. E aquele estresse que era normal, porque você respondia ou que você esquentava, ele será pacificado paraa glória de Deus, em nome de Jesus. >> Amém. >> Vamos orar. Senhor, >> Senhor, >> enche o meu coração, >> enche o meu coração >> com a tua paz. >> Com a tua paz. >> Que eu seja >> a agente de pacificação. >> agente de pacificação. >> Em nome de Jesus. Seguindo, meus irmãos e minhas irmãs, longanimidade. Fale comigo essa palavra. Longanimidade. >> Fale devagar. >> Longaimidade. É isso. Nós já aprendemos mais cedo. Estamos aprendendo agora. Por algum motivo, você tá ouvindo duas vezes essa palavra. palavra. Ah, Ah, leia comigo. Você viverá. Desculpa, eu não ouvi. Você viverá com >> paciência. >> Desculpa, eu não ouvi. Você viverá com >> paciência. >> Precisa gritar também, né? Diante das dificuldades, especialmente diante de pessoas >> difíceis. >> Olha para mim. >> Fala. Olha bem. Pessoas difíceis. Tem pessoas difíceis. >> Ele não é difícil. Ô amorzinho, >> ele transborda. Ele transborda Cristo. >> Você viverá com paciência diante da dificuldade, especialmente diante pessoas difíceis. É uma demora para se irar. Lê comigo. Mesmo em meio a ofensas, ofensas, provocações e dificuldades. A longanimidade reflete o caráter divino. Eu conversei com pastor uma vez e adorei a fala dele. Ele falou que ele tava orando indignado como ovelha. Não sei se algum pastor já teve essa oração. A oração dele é: "Senhor, eu não aguento mais essa pessoa. Senhor, me livra dessa pessoa, promove essa pessoa, me afasta dessa pessoa." O pastor, o pastor ando, hein? O pastor ando, pastor ando. Ele, ele, ele me contou. Aí ele disse: "Senhor, eu não aguento mais essa pessoa, Senhor". Aí ele esperou porque Deus também fala. A gente fala, mas Deus também fala. E Deus ministrou ao coração dele a seguinte palavra: "Já pensou se eu agisse assim também >> com você?" Ih, Ih, imediatamente o coração dele amoleceu, ele entendeu, acolheu, abraçou e para a glória de Deus o relacionamento foi resolvido. Longanimidade, nós precisamos resistir em meio aos ataques, às dificuldades, aquilo que nós recebemos. Meus irmãos e minhas queridas irmãs, nós precisamos resistir. Longanimidade é aquele tempo a gente, ah, no lugar de reagir, a gente guarda isso, ora e pede ao Senhor. Eu não sei se você tá precisando de longanimidade. Alguém aqui tá precisando? Levanta a mão só para poder ver. Então, vamos orar. Senhor, >> Senhor, >> eu preciso >> Eu preciso >> de longanimidade, >> de longa, >> encha o meu coração >> Encha o meu coração >> de paciência, >> paciência, >> que eu possa acolher, >> que eu possa acolher >> e caminhar >> ainda que com dificuldade, >> mas recebendo da parte do Senhor, >> mas recebendo da parte do Senhor >> a bênção da benignidade. A benção da benidade benidade >> e da longanimidade >> em nome de Jesus. >> Em nome de Jesus. >> Benignidade tá na tela, meus irmãos. Você se expressará com >> Olha que coisa linda, né? Você vai retornar para casa e a pessoa vai dizer: "O que é que fizeram com você lá? Nunca vi tanta gentileza. Você agora é um lord. Você agora é uma leide. Sua palavra doce. Leia comigo. Você se expressará com gentileza, mas o quê? Suavidade, mas o quê? Acessibilidade, além de demonstrar disposição para ajudar e cuidar. Maridão deitou no sofá, controle remoto, Copa do Mundo, jogo importante. >> Aí você escuta aquela voz doce, amor, [risadas] [risadas] pega para mim não sei o quê. Maridão alegre, feliz, responde: "Claro, amorzinho. amorzinho. Tô indo agora. Quer mais alguma coisa? Se precisar de mim, estou aqui. E a sua mulher vai falar: "Tomou algum remédio? Bateu a cabeça? Que que houve com você?" Mas tem também o outro lado. Tem também o outro lado. A gente acaba sendo um tanto quanto duro com as pessoas que nos rodeiam, estão mais próximas de nós. a gente acaba sendo duro e grosseiro com pessoas que trabalham no meio onde a gente mora, com os nossos colegas de trabalho ou de pilates. [risadas] Tô lendo meu auditório e a gente depois quer evangelizar a pessoa. Pessoa: "Meu Deus do céu, a igreja todo mundo lá na sua igreja é assim você orgulhoso". É, professor. Não vou lá não. Deus me livre e guarde. Nós precisamos orar por benignidade. Vamos orar. Senhor, Senhor, >> Senhor, >> dá-me a bênção da gentileza. >> Dá-me a bênção da gentileza >> da suavidade. >> Da suavidade >> da amabilidade >> da benignidade. >> Da benignidade. >> Em nome de Jesus. >> Caminhando pro final. Bondade, bondade. Leia comigo. Você será movido à generosidade. É a disposição para promover o bem conforme a vontade de Deus. Pode envolver correção e confrontação quando necessário. Bondade não pode ser confundido com ausência de limites. Em alguns casos, a bondade é revelada na disciplina, porque Deus ama a quem ele disciplina. Ele é zeloso. Então, existe uma uma característica maravilhosa desse zelo que a gente precisa ter com as pessoas que estão à nossa volta. Mas a generosidade é uma das marcas mais preciosas que o cristão precisa ter. É fruto do espírito. É fruto do espírito. Olha que coisa linda. Como nós podemos melhorar também nesse assunto. E com certeza a mistura, o mix de todo, de toda essa ação de Deus por meio do fruto do espírito tornará a nossa casa um lugar onde o evangelho será ainda mais vivido. Vamos orar por isso, irmãos. Senhor, >> Senhor, >> em nome de Jesus, >> dá-me um coração dá-me um coração >> cheio de bondade, cheio de bondade, >> que eu seja movido >> a generosidade >> em nome de Jesus. >> Fidelidade, você será confiável, leal e responsável. Amor, olha as crianças, amor, onde estão as crianças? que crianças você será você será confiável, você será leal, você será responsável, é fruto do espírito. Você será leal ao seu cônjuge. Você será leal aos seus amigos. Você será leal aos seus filhos. Há uma relação linda, maravilhosa, construída na palavra de Deus para que a gente viva a bênção da fidelidade. É bom de dizer: Deus é fiel. Os não corintianos não gostam dessa frase, não é verdade? Os corintianos adoram. Deus é fiel. Mas quando a gente pensa na fidelidade de Deus, nós entendemos que Deus é fiel o tempo todo. O tempo todo Deus é fiel. Assim como Deus é bom o tempo todo, o tempo todo Deus é bom. A fidelidade de Deus é para sempre. Nunca questione a fidelidade de Deus, porque Deus é fiel. Ele é fiel até o fim. Ele é fiel até o fim. A gente precisa orar para que a gente seja a pessoa, uma pessoa mais leal, mais responsável e mais fiel. Vamos orar. Senhor, >> Senhor, >> em nome de Jesus, >> dá-me a bênção de ser >> Dá-me a bção de ser >> uma pessoa fiel. >> Uma pessoa fiel, >> leal. >> Leal, >> confiável. Responsável. >> confiável. Responsável. >> Responsável. >> Em nome de Jesus. >> Por fim, meus irmãos e minhas irmãs, duas últimas palavras. >> Leia comigo. >> Mansidão. >> Leia comigo. >> Mansidão. Você se perceberá. Lê. Menos propenso à ira e com uma força interior disciplinada, acompanhada de preciosa gentileza. Amém, meus irmãos. >> Amém. Continue. A mansidão bíblica, ela é humildade diante de Deus, moderação diante dos homens e ausência de arrogância. ausência de arrogância, mansidão. A gente precisa viver essa realidade porque a palavra a palavra branda, a resposta branda, ela desvia o furor. E quando nós temos um coração manso e Jesus se apresentou, Jesus nos convocou pra mansidão, a gente precisa levar essa mansidão para dentro da nossa casa, sermos menos propensos à ira. Tem pessoas rançosas. Conhece alguém guarda ranço de uma pessoa? Guarda ranço da pessoa. Ih, é ou não é verdade? Guarda ranço da pessoa, passa o tempo e a coisa continua guardada no coração. Em nome de Jesus, Deus nos chamou para não sermos propensos à ira, para sermos pessoas mansas. Vamos orar. Senhor, >> Senhor, >> em nome de Jesus, >> dá-nos a bênção, >> Dá-nos a bção >> de sermos mansos, >> menos propensos à ira, >> menos propensos à ira. de Jesus. >> Domínio próprio. >> Vamos ler juntos. Você exercerá >> controle sobre suas paixões. Haverá moderação, por exemplo, no uso da bebida, da alimentação e na sexualidade. É o autocontrole sobre pensamentos, palavras, desejos e impulsos. Eu e você precisamos de domínio próprio em qualquer área da nossa vida. Nós precisamos pedir a Deus que nos dê essa graça e essa bênção maravilhosa. Eu preciso. E se você precisa, faça comigo a sua oração. Senhor, >> Senhor, >> em nome de Jesus, >> nome de Jesus, >> dá-me a bênção, >> dá-me a bção >> do domínio próprio. >> Domínio, domínio próprio. >> Enche o meu coração >> Encho o meu coração >> dessa moderação >> desse autocontrole >> sobre os meus pensamentos. sobre as minhas palavras, >> sobre as minhas palavras, >> sobre os meus desejos, >> sobre os meus desejos >> e sobre os meus impulsos. >> Em nome de Jesus. Amém. Irmãos queridos e amados, dentro do nosso lar, o evangelho precisa ser vivido. E através do nosso lar, outros lares serão abençoados, outros lares serão edificados, outros lares serão evangelizados, outros lares serão discipulados através do nosso lar, seja qual for o nosso modelo de família. Se depender da gente, fale por você. [risadas] Se depender da gente que é real, que tem uma briga horrorosa entre a carne e o espírito, onde as obras da carne do texto anterior traz pra gente clareza de quem nós somos. das nossas fraquezas, mas com a ajuda do Espírito Santo nós conseguiremos. >> E com ajuda do Espírito Santo, o seu lar pode viver o evangelho de verdade. Veja que nenhum momento a nossa palavra e o texto bíblico diz que quem tem que mudar é o outro. é o outro. Para de cobrar mudanças do outro quando a mudança tem que começar em você. Vamos ficar de pé, meus irmãos. >> Pai misericordioso. >> Amém. Jesus, >> Deus de amor, Deus da família. Obrigada, Senhor, pela tua palavra. Obrigada, Senhor, pela tua verdade, Senhor. Nós queremos declarar nessa manhã que nós somos casa, Senhor. >> Nós somos lar, nós somos família. >> Nós temos o Espírito Santo que o Senhor Jesus nos deixou. >> Glória. >> Para que a gente possa viver verdadeiramente o Teu evangelho. >> Amém. >> Para que a gente possa discipular, Senhor, mas que a gente também possa receber mais e mais de ti. >> Amém. Guarda o nosso coração, guarda a nossa mente, nos ajuda, Senhor, a melhorar a cada dia. Amém. >> Que haja, Senhor, no nosso coração um fogo de gratidão por tudo que o Senhor nos deu. >> Amém. >> O Senhor nos deu a salvação, Senhor. >> Obrigado, Senhor. >> Aleluia. Nós te agradecemos, Pai. Queremos seguir >> com coração alegre, cheio de esperança, que o Senhor irá e continuará derramando sobre a nossa casa. sobre a nossa família, sobre os nossos descendentes, sobre os nossos ascendentes, sobre os nossos irmãos, no nome santo de Jesus. Nós cremos, Senhor, e declaramos nessa manhã, mais uma vez, eu e a nossa casa, Senhor, servimos ao Senhor. Eu e a nossa família, Senhor, serviremos ao Senhor, Senhor. Que a gente possa viver essa verdade diariamente. que a gente não se acostume, Deus, que a gente possa a cada manhã te buscar e orar antes de sair de casa, mas também, Senhor, antes de chegar em casa, que a gente seja renovado para que a gente possa viver um evangelho que transborda, transborda o fruto do teu espírito para que a gente possa ser testemunho dos nossos filhos, dos nossos pais e de todas as pessoas que estão compostas nas mais diversidades de família. Em nome de Jesus, nós oramos e te agradecemos. >> Senhor querido, nós sabemos o quanto cada pessoa aqui será ainda mais tentada para viver uma vida longe da tua palavra, para quebrar tudo aquilo que tem sido compartilhado nesta hora. A tentação virá, mas em nome de Jesus nós resistiremos a ela e faremos como o Senhor Jesus fez para resistir à tentação. Responderemos com a tua palavra. palavra. Pai, nós oramos em nome de Jesus e clamamos para que cada família seja fortalecida no poder do Senhor, >> para que o evangelho do Senhor Jesus Cristo, para que o fruto do espírito seja vivido a partir de nós, que nós sejamos os primeiros a assim viver. Nós, nós sejamos os primeiros. Que não haja da nossa parte cobrança do outro, que haja uma realidade linda, tranquila, em que nós viveremos mudanças e essas mudanças começam hoje. >> Em nome de Jesus, >> que os familiares que estão aqui presentes possam viver essa realidade hoje. Aqueles que estão nas nossas casas, que ao receberem mensagens nossas hoje, já percebam mudança em nós. Em nome de Jesus, os frutos do fruto, esses frutos virão. E nós vamos dar ao Senhor honra, glória e louvor em nome de Jesus. Amém. >> Amém. >> Deus abençoe a sua casa. >> Deus abençoe. >> Deus abençoe a nossa casa. Em nome de Jesus. Em nome de Jesus.
Pontuação Geral
87
/100
Análise baseada na tradição Reformada / Calvinista
Sermão prático e encorajador sobre viver o evangelho no lar através do fruto do Espírito, com ênfase na gratidão, transformação pessoal e acolhimento de todos os tipos de família, mas que poderia clarificar melhor a base da graça e fazer distinções mais precisas sobre os modelos familiares bíblicos.
Tema principal:
Como viver o evangelho dentro de casa, com foco no fruto do Espírito e na transformação pessoal para impactar a família
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Fiel ao ensino bíblico central sobre transformação pelo Espírito e vida familiar, com pequenas imprecisões na aplicação de alguns princípios.
Hermenêutica
Uso geralmente contextual dos textos, mas a abordagem dos exemplos de família tende a ser descritiva sem critérios claros de avaliação moral.
Precisão Teológica
Não há desvios doutrinários graves; as afirmações sobre Deus, salvação e santificação estão dentro da ortodoxia reformada.
Compreensão Contextual
Excelente conexão com a realidade das famílias modernas, suas dores e desafios, e resposta pastoral sensível.
Aplicação Prática
Altamente prático, com exemplos concretos e orações que engajam a audiência na aplicação imediata.
Clareza do Evangelho
O sermão pressupõe o evangelho, mas não o apresenta com clareza; a ênfase recai sobre a conduta cristã, sem explicitar a base da justificação pela fé. Pode ser complementado com anúncio da obra de Cristo.
Nestas dimensões, pontuações menores indicam melhor resultado.
Nível de Eisegese
Leves extrapolações na definição dos frutos e no uso de Josué, mas baixa leitura de sentidos alheios ao texto.
Risco de Heresia
Nenhum sinal de heresia; as marcas de erro grave estão ausentes. Possíveis ambiguidades são pontuais e não afetam doutrinas essenciais.
Tudo é Deus. Tudo vem de Deus. Tudo é plano de Deus.
Problema: A afirmação de que toda configuração familiar (incluindo as marcadas por pecado, abandono ou morte) é diretamente 'plano de Deus' pode ser mal interpretada como negação da realidade do mal e da quebra do ideal edênico.
Risco pastoral: Pode levar à resignação passiva ou à justificação de situações que exigem arrependimento e restauração.
Sugestão: Dizer que, na soberania divina, Deus redime e usa toda situação, mas que Seu plano original é a família conforme a criação, e que a igreja acolhe a todos na jornada de restauração.
A gratidão precede a transformação. A transformação precede obediência e a obediência precede as bênçãos de Deus.
Problema: A sequência é apresentada como princípio universal, mas a teologia bíblica mostra que transformação e obediência são respostas à graça, não etapas que controlam as bênçãos. Pode sugerir uma lógica de mérito.
Risco pastoral: Crentes podem cair em ativismo espiritual achando que sua obediência condiciona a ação de Deus.
Sugestão: Enfatizar que a graça de Deus é o fundamento tanto da gratidão quanto da transformação, e que as bênçãos vêm da livre iniciativa divina, sem subordiná-las à nossa performance.
Viver o evangelho é matar a carne, é transbordar de alegria.
Equilíbrio bíblico: Destacar que o evangelho não é primeiramente um esforço humano para matar a carne, mas a confiança na obra consumada de Cristo, da qual brota o fruto do Espírito como evidência.
Isso tudo é fruto da ciência? Não. Tudo é Deus. Tudo vem de Deus. Tudo é plano de Deus.
Equilíbrio bíblico: Reconhecer que a presença desses modelos na Bíblia nem sempre indica aprovação, mas frequentemente reflete a realidade de um mundo caído, onde Deus age redentivamente. O ideal da criação (Gênesis 2) permanece normativo.
Ênfase no fruto do Espírito a partir de si mesmo, não como cobrança ao outro, promovendo humildade e autocrítica.
Veja bem, não se trata de quem você é, e sim quem você pode ser em Cristo. […] O fruto do espírito não é sobre o outro. Olha que coisa doida. O fruto do espírito é sobre nós.
Impacto: Tira o foco do julgamento e coloca no arrependimento pessoal, gerando ambiente familiar mais saudável.
Acolhimento de todos os tipos de família na igreja, com base na diversidade bíblica, combatendo o preconceito e a exclusão.
A gente precisa ser igreja, família espiritual, que põe para dentro, que dá liderança para as pessoas, mesmo que chegam sozinhas, quebradas… não crie preconceito.
Impacto: Prepara a igreja para ser verdadeira comunidade inclusiva e redentora, sem abandonar os princípios bíblicos.
Oração guiada durante a mensagem, envolvendo a congregação na dependência de Deus para viver o ensino.
Senhor, me renova. Tira todo o peso do trabalho, vai renovando Espírito Santo de Deus.
Impacto: Modela uma espiritualidade prática que não separa a devoção pública da vida privada.
Tema principal:
Como viver o evangelho dentro de casa, com foco no fruto do Espírito e na transformação pessoal para impactar a família
Tom pastoral:
Encorajador, pessoal e prático, usando testemunho e oração para engajar a audiência
Viver o evangelho dentro de casa exige superar a carne e reconhecer heranças emocionais, começando por uma gratidão que precede a transformação e a obediência.
Suporte: História do amigo secreto; reflexão sobre a infância e desenhos de casa; citação de Josué 23 e 24:15 para mostrar a ingratidão de Israel e o chamado para escolher servir ao Senhor.
Todas as configurações familiares existentes hoje já aparecem na Bíblia e fazem parte do plano redentivo de Deus, portanto a igreja deve acolher a todos sem preconceito.
Suporte: Enumeração de modelos bíblicos (nuclear, ampliada, monoparental, reconstituída, unipessoal, adotiva, anaparental, sem filhos) e suas respectivas referências.
O fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23) deve ser vivido primeiro em nós mesmos, não cobrado dos outros, e cada aspecto do fruto é essencial para testemunhar o evangelho em casa.
Suporte: Oração guiada por cada elemento do fruto (amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio), com definições práticas e aplicação familiar.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente como exortação para escolher servir ao Senhor no contexto familiar, aplicando o princípio da decisão pessoal em aliança.
Questões Exegéticas
Nenhum significativo; a passagem é aplicada de forma geral, sem distorção do sentido original.
Leitura Sugerida
A leitura está adequada ao chamado do crente para compromisso familiar.
Uso Contextual
Citado indiretamente como lista de virtudes, com definições expandidas para a vida familiar; uso apropriado e didático.
Questões Exegéticas
Algumas definições (ex.: bondade inclui confrontação, domínio próprio cita bebida, alimentação, sexualidade) extrapolam o sentido imediato do termo, mas sem prejuízo doutrinário.
Leitura Sugerida
Manter a aplicação, mas lembrar que o fruto é obra do Espírito, não mero esforço humano.
Uso Contextual
Usados de forma descritiva para mostrar a diversidade de arranjos familiares na narrativa bíblica.
Questões Exegéticas
Risco de nivelar todas as configurações como igualmente desejadas por Deus, sem diferenciar entre o ideal original e as consequências do pecado.
Leitura Sugerida
Enfatizar que, embora Deus acolha e redima toda situação, alguns modelos são resultado de queda e carecem de redenção, não apenas de aceitação.
Diagnóstico geral:
Boa com ressalvas
Tornar explícito o evangelho da graça como fundamento da transformação, mencionando a obra redentora de Cristo.
Ao citar modelos bíblicos de família, diferenciar entre descrição histórica e aprovação divina, para não relativizar o ideal criacional.
Evitar sequências condicionais (ex.: gratidão → transformação → obediência → bênçãos) que possam sugerir mérito, enfatizando a soberania e a graça de Deus.
Na aplicação do fruto do Espírito, reforçar que se trata de obra sobrenatural do Espírito, não apenas de esforço pessoal.
Incluir um chamado ao arrependimento e à fé em Cristo para aqueles que ainda não experimentaram a salvação.
Resumo em uma frase:
Sermão prático e encorajador sobre viver o evangelho no lar através do fruto do Espírito, com ênfase na gratidão, transformação pessoal e acolhimento de todos os tipos de família, mas que poderia clarificar melhor a base da graça e fazer distinções mais precisas sobre os modelos familiares bíblicos.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.