Vamos lá, gente. Segundo livro das Crônicas. Crônicas, capítulo 16. Segundo livro das Crônicas, capítulo 16. O versículo é o 12. E no ano 39 do seu reinado, Asa caiu doente dos seus pés. A sua doença era extrema grave. Contudo, na sua enfermidade, não buscou o Senhor. Mas antes, aos médicos, caiu asa doente dos seus pés no ano 39º 39º do seu reinado. grande por extremo era sua enfermidade. Contudo, na sua enfermidade não buscou o Senhor, mas antes aos médicos. Senhor, eu te dou graças mais uma vez. A tua palavra, sim, é poderosa. E nós nos sujeitamos ao senhorio da tua palavra, porque cremos que o Senhor tem uma porção pro nosso coração. O Senhor ainda sim quer falar conosco. O Senhor vem falando desde o início, mas de um de forma tão pontual agora, mais uma vez a tua palavra vai ser exposta, que ela venha expor o nosso coração a nós a nós e que possamos sair por uma dessas portas daqui a pouco bem melhor bem melhor do que entramos. fala conosco mais uma vez. Te louvamos, bendizemos o teu nome, acima de tudo. Glorificamos o Senhor para todo sempre. Amém. Amém. Amém. E amém. Guarda isso dentro do seu coração. Chamado, precisa de cura. E uma vez eu dizendo que o chamado precisa de cura, eu preciso lhe fazer uma pergunta. Ah, retenha a resposta. Der apenas ao seu coração mediante a pergunta que eu faço, como estão os seus pés? Hum. Pode a princípio não fazer a nenhum sentido, sentido, mas fará daqui a pouco. E eu pergunto outra vez, como estão os seus pés? A história de Asa não é, em primeiro lugar a história de um rei enfermo. Eu não posso olhar na perspectiva apenas de definir de definir o histórico do rei Asa, como a ideia de um rei enfermo. É a história de um homem que permitiu que sua dependência de Deus adoecesse antes que o seu corpo sofresse. Veja, a, eu não posso, a partir da ideia primária de que este indivíduo está extremamente enfermo, concluir o rei enfermo. Eu preciso me inclinar ao fato de que essa é uma história de um homem que permitiu que sua dependência de Deus adoecesse. É possível que a nossa dependência de Deus adoeça. >> Aleluia. >> E por consequência isso aflora no corpo. O que há de aflorar no corpo é consequência de uma dependência de Deus adoecida. A história de Asa não é apenas uma narrativa narrativa da enfermidade de um rei, é um diagnóstico do adoecimento silencioso de uma espiritualidade que deixou de depender de Deus. O cronista não pretende apenas informar que um rei morreu enfermo. Não olha pra perspectiva do cronista apenas tentando desenhar uma imagem de que um rei morreu enfermo. Ele pretende revelar um coração. Pode se afastar lentamente de Deus sem ninguém. ninguém. perceber. Existe uma tragédia que nunca começa no corpo, começa na alma. Antes que os pés parem de caminhar, o coração deixa de confiar. Antes que os membros enfraqueçam, a comunhão já enfraqueceu. Antes que a enfermidade se torne visível, a autossuficiência já ocupou o lugar da dependência. Asa começou sua história de maneira extraordinária. Rusça foi um dos maiores reformadores de Judá. removeu os altares pagãos, destruiu os postes e ídolos, quebrou as imagens, restaurou o altar do Senhor e conduziu uma geração inteira a voltar a aliança. Enquanto muitos reis faziam concessões à idolatria, a asa enfrentou a corrupção espiritual sem negociar princípios. >> Seu reinado nasceu de joelhos dobrados. O reinado de asa nasceu de joelhos dobrados. sustentado pela confiança absoluta ao Senhor. Quando um exército etípe, infinitamente superior marchou contra Judá, Asaão confiou na ideia de contar soldados. Ele contou com Deus. >> Aleluia! Glória a Deus! Não apresentou estratégias, apresentou oração. >> Não confiou em recursos, confiou na soberania do Senhor. >> Que Deus lhe deu uma vitória que a lógica jamais poderia explicar. Jamais. A lógica dent de um padrão de clareza. pudesse explicar. Sabe, a Bíblia, a Bíblia revela uma verdade desconfortável. Um grande começo nunca garante um final fiel. Um grande começo, nunca garante um final. fiel. O mesmo homem que no início do reinado corria para Deus diante das crises, terminou sua vida correndo apenas para os recursos humanos. O rei que um dia colocou sua esperança no Senhor, passou a administrar suas dificuldades como se Deus já não fosse necessário. A dependência foi lentamente substituída pela autossuficiência. Nada é tão poderoso do que depender de Deus. >> Aleluia. >> Eu vou repetir. Nada é tão poderoso do que depender de Deus. >> Independentemente do acúmulo das experiências que a vida com a caminhada cristã tem lhe proporcionado acumular. Nada é tão poderoso do que depender de Deus. >> Sabe, a Esse é um texto que registra um detalhe que dificilmente é acidental. O rei cujo nome significa médico. Grita médico. >> Médico. >> Grita médico. >> Médico. >> Terminou sua história dominado por uma doença e não por qualquer doença. A enfermidade atingiu exatamente os pés. Grita pés. >> Pés. >> Na linguagem bíblica, os pés representam muito mais do que uma parte do corpo. Eles simbolizam caminhada, direção, perseverança, missão, progresso e relação com Deus. Os pés falam da maneira como alguém percorre sua jornada espiritual, os pés. É por isso que esse detalhe possui, no meu ponto de vista, uma enorme profundidade teológica. Permita-me expressar assim: "A doença não atingiu suas mãos, símbolo de serviço. Não atingiu seus olhos. Símbolo de visão, não atingiu sua boca, símbolo da palavra. Ela atingiu justamente aquilo que sustenta sua caminhada, como se Deus disesse tivesse dizendo assim: "Seu corpo apenas está revelando aquilo que a sua vida espiritual já experimentava havia muito tempo. O texto ainda faz questão de afirmar que a enfermidade era gravíssima. Grita gravíssima, >> gravíssima. >> Contudo, em crônicas rapidamente desloca a nossa atenção da intensidade da doença. Dobre a sua atenção. Intensidade da doença para algo ainda mais sério, tão mais sério do que a doença dos pés. É você ler na sua enfermidade, não recorreu ao Senhor, mas aos médicos. Esse é o centro da narrativa. As escrituras não condena medicina jamais. A própria Bíblia reconhece o valor dos médicos, como por exemplo Lucas, o autor do terceiro evangelho, era médico. O pecado de asa nunca foi procurar tratamento. Seu pecado foi excluir Deus do processo, >> Jesus. Não é sobre as ter procurado um consultório específico para que houvesse um diagnóstico, para que a partir daí o tratamento intensivo começasse. Não há problema em procurar a medicina. O problema é tirar Deus do processo da minha dor. Fala comigo, Jesus. Seu pecado foi excluir Deus do processo. Veja, ele transformou os médicos em seu último recurso. Retirou o senhor da equação. Não foi a ciência que ocupou o lugar errado, foi a confiança. Não foi o tratamento que se tornou pecado. Foi a independência. Jesus me guarda. Não foi a medicina que falhou, foi a devoção que desapareceu. Asa conhecia o Deus que cura. Já havia experimentado sua intervenção, já havia visto o seu poder, mas terminou vivendo como alguém que acreditava que podia. administrar a própria vida sem depender continuamente da presença de Deus. Como é possível alguém chegar aonde chegou e criar uma estrutura em volta de si, fazendo com que ele mesmo, a partir dessa estrutura estabelecida, passe a crer que é possível. Administrar a vida sem Deus é impossível. >> Administrar a vida sem Deus, eu repito, é impossível administrar a vida sem Deus. Sabe, eu julgo que aqui, aqui talvez, aqui talvez esteja uma das maiores tragédias do ministério, continuar falando sobre Deus sem continuar dependendo de Deus. Pera aí. É possível É possível no exercício ministerial falar de Deus tão teologicamente dentro do padrão interpretativo, sem depender dele. Falar dele sem depender dele. falar dele sem depender dele. Continuar liderando pessoas enquanto o próprio coração se distancia do Senhor. É possível. Eu est liderando tanta gente, o meu coração está tão distante porque o mecanismo operacional de aplicação de lições. Aqueles que eu lideram são imperceptíveis quanto quem lhe der está longe de Deus. me ajuda continuar sustentando uma agenda ministerial intensa enquanto a vida secreta se torna cada dia mais vazia. Agendas expressivamente, agendas numericamente, agendas semanalmente, agendas mensalmente, agendas, agendas. agendas, agendas. Mas quem exerce tantos dias aplicando-se a horários marcados, semanas marcadas, dias marcados, meses marcados, o coração tá vazio. Por isso eu juro que esse texto ultrapassa completamente a biografia de um rei. Não é, não é a biografia de um rei. Ele se transforma em um espelho para que todos aqueles que caminham com Deus se enxergue. É um alerta para quem continua servindo, mas não o buscando. Servindo. Servindo. Não o buscando. É um chamado para quem ainda está em movimento diante das pessoas, mas já parou de caminhar diante de Deus. Movimentalmente eu estou diante dos olhos de tanta gente, mas a minha caminhada com Deus já paralisou há muito tempo e Deus trouxe alguém aqui para dizer isso. >> Aleluia. Eu sei aonde você parou. Eu sei da pausa que você deu, mas você continua nutrindo essa imagem tão corporativamente falando, mantendo essa imagem de que alguém precisa estar caminhando presencialmente diante de tanta gente, mas separou diante de Deus. Olha o que eu já fiz asa na tua vida. Olha o quanto eu já te usei. Aa. Olha o que eu já operei através das suas mãos. Senhorasa, Jesus me ajuda. >> Existem doenças que paralisam os pés, mas existe uma enfermidade infinitamente mais perigosa. Rafael, eu esqueci tudo que você disse. Então, guarde isso aqui. Diga. É aquela. Não, não, não. Mais alto. Diga aquela aquela >> que paralisa, paralisa >> a dependência de Deus. >> Dependência de Deus, >> enquanto >> preserva a aparência de uma caminhada saudável. >> Aparência de caminhada saudável. >> Você já parou, mascarou. Você já parou, mas está se travestindo como? Você já parou, mas continua entrando e saindo como se nada tivesse acontecido. Aa, sabe? O maior drama de asa não foi morrer doente, foi morrer conhecendo a Deus que cura, sem voltar a depender dele. Não é possível que você vai se entregar com o histórico que eu fiz você adquirir com experiências comigo. Olha as guerras que nós já enfrentamos juntos. Olha as batalhas que eu já te entreguei, medalhas. Olha o que eu já fiz na tua casa. Olha o que eu já operei na tua cidade. Olha o que eu já fiz na tua família. Aa >> Jesus. >> O problema não é ô asa essa doença te matar. matar. Não. O problema é você decidir morrer sabendo que existe um caminho de um Deus que tá pronto a curar você. Mas a sua dependência com Deus tá adoecida. Seus pés só revela teu coração. Seus pés só revela a sua mente. Seus pés só revelam o seu estado. Distante de mim, diz o Senhor. >> Misericórdia. Sua estrutura está excelente. Eu eu eu tenho algumas lições. Eu prometo. Guarda uma lição. O chamado não é imunidade. Eu vou repetir. O chamado não é não é imunidade. imunidade. >> A vocação nunca foi uma garantia de vulnerabilidade espiritual. Veja o fato de você ser alguém hã vocacionado, isso não lhe dá invulnerabilidade. Deus chamou a Asa, levantou-o como reformador, transformou-a em um dos reis mais piedosos de Judá. Ele derrubou altares pagãos, removeu ídolos, restaurou adoração, experimentou vitórias extraordinárias, porque dependia do Senhor com tudo. O mesmo homem que conduziu uma nação à reforma permitiu que a sua própria alma adoecesse silenciosamente. Sabe, isso revela que ninguém está acima da necessidade de vigilância. O ministério pode florescer enquanto o interior se torna um deserto. Jesus me ajuda. É possível conduzir uma multidão sem perceber que o próprio coração já deixou de caminhar com Deus. O chamado não elimina batalhas espirituais. Ele apenas aumenta a responsabilidade permanecer aos pés do Senhor. Senhor. >> Aleluia. >> Diga comigo: unção. >> Unção. >> Não, não, não, não. Diga unção. >> Unção >> não é vacina. >> Não é vacina. >> É responsabilidade de vigilância contínua. contínua. >> Unção não é vacina, reino. É responsabilidade de vigilância. contínua. Tá na guerra, vai pros pés. Tá na batalha, vai pros pés. Tá com dor, vai pros pés. Tá com caroço, vai pros pés. Tá doendo, vai pros pés. A porta fechou, vai pros pés. Tá difícil, corra para os pés. Volte a depender de Deus. Jesus me ajuda. >> Levante as suas mãos. Jesus, que que é isso? >> Hum. Há uma voz dentro dessa casa e a voz é pesada. Eu sei o peso que Deus me entregou para essa noite. Deus está dizendo dentro dessa casa: "Eu quero vocês voltando a depender de mim como na casa pequena. Eu quero vocês dependendo como no cachotinho, quando tinha 130 pessoas, 160 pessoas, volta a minha >> levante as mãos. Jesus, que que é isso? Hum. Hum. Deus trouxe alguém aqui para falar: "Volte a depender." As experiências não pode competir com a dependência. Eu vou repetir. As experiências não podem competir com a dependência. Eu vou repetir, as experiências não podem competir com a dependência. Repito, as experiências não tem o poder não estar autorizada a competir com a dependência. Volta a depender. Ah, Jesus. Deixa eu lhe dar a segunda lição. Pés doentes revelam alma cansada. Dois microfones aqui. >> Pés doentes revelam alma cansada. Eu vou repetir nas escrituras. Os pés representam caminhada, perseverança, direção e missão. Deus permitiu que a enfermidade atingisse exatamente essa região, porque queria revelar uma realidade muito mais profunda profunda do que uma limitação física. Antes que seus pés adoecesse, sua dependência já havia enfraquecido. O corpo apenas manifestou aquilo que o espírito carregava há muito tempo. da crise exterior normalmente denuncia uma desordem interior. Deus frequentemente permite que o visível revele aquilo que permaneceu escondido durante anos. Diga os pés. Apenas expõe distância que o coração já percorreu longe de Deus. Dê nome aos pés aos pés >> que você quiser. Esse caroço, essas dores, essas portas fechadas. Deixa eu lhe dar a terceira. Diga o silêncio. >> Ah, meu Deus do céu. Digue mais alto. O silêncio. >> O silêncio >> diante de Deus. >> Diante de Deus >> é infecção mais letal. Veja quem quem aqui se sente deveras, incomodadíssimo quando Deus decide fazer silêncio. silêncio. Não, eu vou vou falar de novo. aqui se sente muito desconfortável quando percebe que Deus silenciou e quando você faz silêncio, o texto não destaca apenas a doença de asa desta está com a sua ausência de busca. Tá escrito: "A maior enfermidade não estava em seus pés, mas no fato de que ele já não recorria ao Senhor. O clamor deu lugar à autossuficiência. Quando o homem deixa de levar suas dores à presença de Deus, cria espaço para que o orgulho governe silenciosamente a sua alma. O silêncio espiritual é uma das formas mais perigosas de adoecimento, porque ele mata lentamente sem produzir alarme imediato. A ferida mais perigosa é aquela que o orgulho impede de ser apresentada a um médico eterno. Veja, você você tá fazendo pirraça com Deus. Você você tá você tá batendo, você tá batendo o pé para Deus. Você tá dando, você tá de mal com Deus. E aí você diz que no pé da cama você não vai mais. Você na sua revolta não procura mais o chão da casa para pôr a boca nele. E aí você construiu orgulhosamente uma espiritualidade sabotante. Você tá vestido de uma espiritualidade para camuflar o quanto você tá orgulhoso. E aí, esse orgulho camuflado por esse cara tão espiritual que você carrega aqui fora, tá dizendo que você não tem necessidade de apresentar essa enfermidade, que orgulho tá camuflando. Veja, é uma é uma roupagem de uma espiritualidade que camufla um orgulhoso. É uma roupa orgulhosa que camufla uma enfermidade. E aí você, ao invés de ouvir Deus, você se revolta, você se isola e Deus tá dizendo: "Eu tô te esperando." >> Aleluia. Permita-me aos detentores da teologia local, quanto mais o pastor Eduardo permita-me e que eu fale a besteira que tem que falar, o dono da fala é é aqui. Joga aqui. Veja, é possível que Asa não morresse. morresse. Não é sobre apresentar um pé enfermo, é sobre apresentar um coração que deixou de confiar. Não tem problema de você procurar o consultório. Não tem problema de você bater na porta do psiquiatra. Eu falo isso por conhecimento de causa. Não tem problema de você procurar um psicólogo. Não há problema de você procurar um endócro. Sei lá o que você vai procurar. Não há problema de você se sujeitar ao processo da medicina local desde que antes. >> Nenhuma ferramenta nossa, bem administradamente por nós, está autoridade autorizada a substituir o quanto nós precisamos voltar a confiar em Deus. Gente, com tudo tá escrito, eu termino contudo, na sua enfermidade, decide não buscar ao Senhor. Não é sobre ter a certeza que ele vai responder ou não. É sobre se manifestar com certeza de que é para esse lugar que eu tenho que sempre ir. sempre ir. >> Aleluia. >> Se Deus vai me responder ou não, problema é dele. Eu não saio daqui. >> Olhe pro seu histórico. Nem vivo era para você tá. E agora que de um tempo para cá começaram as coisas fugir do seu controle, fugir por entre os dedos, você decidiu ficar revoltadinho. Veja que Deus não tá permitindo uma doença nos olhos, porque visivelmente a gente enxergaria. Deus não tá permitindo uma doença nos seus ouvidos. Visivelmente a gente enxergaria. Deus não tá permitindo uma enfermidade no seu nariz. Visivelmente a gente enxergaria na língua. Visivelmente a gente perceberia nos braços, possivelmente a gente notaria notaria num tórax. num tórax. A gente perceberia anomalia. Deus tá entre os seus dedos dos pés dizendo, dizendo, eu eu tô me comunicando de uma maneira. que ninguém precisa perceber. Você sim. Você sim. >> Aleluia. Isso que você carrega debaixo da sola do pé. É Deus dizendo: "Eu quero, por isso que não é sobre mãos, olhos, boca, nariz, ouvido, cabeça, braços, cintura, não, não. É sobre pés. Deus tá dizendo: "É, é, é. "É, é, é. Eu Eu eu tô tocando em um mecanismo de afastamento ou de aproximação. Você decide ou você se distancia mais usando os pés, ou você começa a se aproximar voltando a depender de mim. Glória a Deus. Será que você se esqueceu? Eu tô todo arrepiada. da madrugada comigo. Você não tinha nome, mas eu te achava ali. Jesus, eu tô toda arrepiada. Será que você se esqueceu? Porque eu não me esqueci de você. Eu quero você de volta. Eu espero você de volta. Os pés estão enfermo, mas dá para caminhar de volta. >> Eu sei que você tá revoltada, mas dá para caminhar de volta. >> Eu sei que você tá fazendo as suas pirraças, mas dá para caminhar de volta. >> De volta. Eu tenho que ser mais específico, caminhar de volta. Senhor, >> você só morre se você quiser. Você só morre se você quiser, mas dá para caminhar de volta. Hum. Eu tô todo arrepiado aqui, gente. Quem é da intercessão, vem comigo, por favor. O teu tempo de ficar irritadinho acabou. O teu tempo de nutrir uma revolta comigo acabou. acabou. Caminho de volta antes que morra. Caminha de volta antes que morra. Caminha de volta antes de que morra. Eu não construí essa história para te ver morrer. morrer. Jesus, que presença. Tem gente lá atrás escondido no escuro. Eu quero você de volta. Eu vou ficar Eu quero você de volta. Eu vou ficar repetindo. Eu quero você. de volta. Eu quero Eu quero você você de volta. de volta. >> Eu quero você voltando a depender como dependia. >> Eu ainda sou o Deus que cura. Eu ainda sou o Deus que abro. Eu ainda sou o Deus que restauro. Eu ainda sou o Deus que restituo. Eu ainda sou o Deus que toco. Eu ainda sou o Deus que opero. Eu ainda sou o Deus que faço. O meu nome é já. O meu nome é já. O meu nome é agora. Sai do teu lugar. Mesmo doendo, mesmo doendo, >> eu estava longe. Estava perto. >> Tem gente muito distante aqui dentro. Tem gente longe demais aqui dentro. >> Há uma unção, >> há uma unção de recomeço. >> Tem julgo sendo quebrado. Eu vou repetir. Tem julgo sendo quebrado. quebrado. Jesus. Que que é isso, gente? Quem é de guerra dessa casa, entra comigo, pelo amor de Deus. >> Quem é de intercessão, entra. >> Tem gente do seu lado que o diabo tá gritando. Você não precisa disso. Eu te dou uma ordem, Satanás. Cala a sua boca agora. Espírito de Deus. Tem gente numa guerra terrível aqui dentro. Jesus, que que é isso? batizado com o Espírito Santo ora em línguas. línguas. Nós estamos dentro de uma guerra. Ah, Espírito de Deus, sopra dentro desta casa, traga esse homem de volta, arranque essa mulher da onde ela tá agora e traga ela de volta pro altar, independentemente das dores, saia. Jesus, Jesus. Canta, canta, canta. Oh.