[música] Olá, seja bem-vindo ao programa Bem-Estar com a Direção de Deus. A paz do Senhor Jesus a todos vocês que estão aqui conosco. A paz do Senhor, Mara. >> A paz do Senhor Jesus, Flávia. Que alegria estarmos mais uma vez juntas. Uma grande bênção. >> E você que ainda não conhece o nosso programa, o que nós falamos aqui? Nós falamos sobre questões ligadas ao nosso dia a dia, principalmente ligadas aos nossos pensamentos, às nossas emoções, aos nossos relacionamentos, sempre trazendo ações práticas para que você aí dentro do seu dia a dia possa ir aplicando e no final do programa sempre uma maravilhosa reflexão bíblica. E hoje então vamos pro nosso tema. Nós vamos falar sobre um lugar onde muitas pessoas têm se colocado, que é o isolamento, o afastamento das outras pessoas. E é um lugar difícil, é um lugar onde as pessoas normalmente carregam sofrimento, mas o nosso objetivo aqui com o programa é conversar sobre isso e te mostrar que existe um caminho de volta. Existe um caminho da reconciliação, do convívio, da harmonia, da comunhão. Talvez você que está aqui conosco já tenha pensado assim: "Quando estou mal, prefiro me afastar". Ninguém realmente me entende. É melhor resolver tudo sozinho. Cansei de me decepcionar com as pessoas. Mesmo rodeado de gente, me sinto sozinho. >> De verdade, né? Isso é mais comum do que nós imaginamos, não é mesmo, Flávia? É verdade. E algumas pessoas então começam a recusar convites, não responder mensagens, começam a evitar estar em eventos sociais, estar em contato com outras pessoas, né? No início pode parecer um alívio, mas depois de um tempo isso vai trazendo um sofrimento, vai aprisionando a pessoa. Então hoje nós vamos falar um pouco sobre isso, entender melhor por que uma pessoa muitas vezes escolhe esse caminho de se isolar, o que que isso traz para ela. E para essa explicação, para compreendermos melhor esse assunto, esse assunto, nós vamos ouvir a nossa amiga Pérola. Ela vai nos trazer essa contribuição, essa reflexão sobre o assunto. >> Paz do Senhor, Flávia. Paz do Senhor Mara. Paz do Senhor é você que está conosco no programa. O isolamento social é um comportamento voluntário ou involuntário que nos leva a nos afastarmos do contato das outras pessoas. É importante você começar a entender o que ocorre por trás do que faz com que você tenha necessidade de se isolar. Na maioria das vezes não começa porque falta amor ou interesse pelos outros, mas costuma começar por sentir dor. Aquele tipo de dor que quando você se sente ferido, rejeitado ou incompreendido, a tua baixa estima diz que você não está bem e você começa a se sentir inferior às outras pessoas. E aí é esperado que a sua primeira reação seja se proteger. E aí nós podemos perguntar: [limpando a garganta] que perfil de pessoas geralmente tem essa tendência a se isolar dos outros? Na maioria das vezes, nós percebemos esse comportamento em pessoas mais tímidas, que se sentem inseguras e expressam sentimentos de inferioridade que, por algum motivo, foram vivenciados com sofrimento através de problemas de relacionamento durante a infância ou adolescência. Por esse motivo, os isolados, normalmente eles não têm amigos ou relações mais fortes de confiança. Constantemente eles são invadidos por pensamentos que bloqueiam a ação, como por exemplo, se eu não me abrir, eu não vou me machucar. Se eu não criar expectativas, eu não vou me decepcionar. E se eu resolver tudo sozinho, eu não vou depender de ninguém. E assim eles vão se acomodando e crendo numa ilusão de que não vão sofrer e que a dor vai ser menor. ser menor. E aí vem uma pergunta bem interessante. O isolamento pode ser uma forma de proteção? proteção? Sim, pode. O problema é que aquilo que começa como proteção pode se transformar em prisão. Porque ao tentar impedir a entrada da dor, a pessoa também vai estar impedindo a entrada do cuidado, da amizade e do acolhimento. Eu gosto de dizer que muitas pessoas constróem muros para se proteger, mas esses mesmos muros são os que impedem a entrada das pessoas e do afeto. E também eles impedem a saída da solidão e do se sentir só. Além disso, existe algo para se pensar. O isolamento, ele nem sempre significa o estar se eh sozinho sozinho fisicamente. Existem pessoas que vivem cercadas de familiares, de amigos, de colegas de trabalho e mesmo assim eles se sentem profundamente sozinhos e desconectados. E por que que isso acontece? Porque o isolamento ele acontece primeiro no coração, no que você sente. E [roncando] mesmo tendo pessoas ao seu lado, muitas vezes o que você sente é que você não é visto, você não é compreendido ou até conhecido. E quanto mais tempo você permanece nesse isolamento, mais difícil se torna confiar novamente. E você começa a acreditar que ninguém vai te entender, que pedir ajuda eh é pesa, é um peso pros outros que você precisa dar conta de tudo sozinho. Existe mais um ponto a ser dito. O isolamento costuma alimentar exatamente aquilo que você tá tentando evitá-lo. Isso mesmo. Eu vou até repetir. O isolamento costuma alimentar exatamente aquilo que você está tentando evitar. Como é que isso funciona? Para não sofrer, você se afasta e ao se afastar, a solidão aumenta. Com medo da rejeição, você se esconde. E quando você se esconde, você impede que as pessoas se aproximem e vira um círculo que te deixa sem saída. Vivemos em uma época em que nunca estivemos tão conectados pelas redes sociais, não é mesmo? e ao mesmo tempo tão distantes emocionalmente e fisicamente das pessoas. pessoas. E aí vem outra pergunta para pensar. [limpando a garganta] Coração Coração vem se fechando aos poucos? Sim. E muitas vezes isso acontece tão lentamente que a gente nem percebe. Quando nos damos conta, já estamos vivendo de uma forma isolada e enfrentando muitas coisas sozinhos e há muito tempo. Mas existe uma boa notícia. Aquilo que foi aprendido também pode ser desaprendido, pode ser reconstruído, é possível voltar a confiar e é possível construir relações saudáveis. [roncando] É possível você permitir que outras pessoas caminhem ao seu lado. O isolamento ele nos enfraquece, mas a comunhão com o Senhor e com os irmãos nos fortalece. Elias, um grande profeta, ele sentiu tanto medo e sofrimento que ele se isolou e foi pro deserto e sentou debaixo de um zimbro e desejou a morte. Se você ou alguém que você conhece está com Elias no deserto do isolamento hoje, lembre-se de que Jesus quer trazer você de volta pra presença dele e pro calor e o convívio da comunhão do corpo de Cristo. Cristo. Pensa nisso. E agora Mara vai trazer algumas ações práticas que vão te ajudar a sair do isolamento. Vamos ouvir. Bom, excelente contribuição de pérola para conosco. E agora então vamos lá a nossa aplicação prática. Que passos você aí que de repente está se identificando com essa situação, você pode começar a dar dentro da sua rotina, dentro do seu dia a dia para melhorar essa questão do isolamento social. algumas ações. Primeira, reconhecer que nós não fomos criados para vivermos sozinho. Verdade. O homem não foi criado para viver sozinho. O homem é gregário e o homem precisa sempre estar se relacionando. O nosso estado humano precisa ser relacional. Por quê? Porque muitas questões, não só de ordem mental e emocional, acontecem quando a gente se relaciona, mas também de ordem fisiológica. Então, precisamos uns dos outros. Os vínculos afetivos, os vínculos sociais, eles são muito importantes pra nossa saúde e para no mínimo quatro situações. Primeira, pertencimento. Sim, as pessoas precisam pertencer. Segundo segurança, é muito importante que nós nos relacionamos, relacionemos uns com os outros para que a gente se leve para um lugar mais seguro. Terceiro, acolhimento. Quando nós nos relacionamos, nós temos a oportunidade de acolhermos o outro e de também de nos sentirmos acolhidos. E quarto, apoio nos momentos difíceis. Isso não significa que eh vamos depender emocionalmente das pessoas, mas que nós precisamos estar em convivência. Isso vai ajudar muito a nossa caminhada. Ter pessoas com quem podemos contar sempre vai nos ajudar muito, não só nos momentos felizes, os momentos bons, mas também em algum momento de alguma dificuldade emocional. Inclusive as dificuldades elas são muito melhor superadas quando nós estamos ali, ó, nos relacionando. Outro outro passo para você que porventura tá percebendo que você está se isolando socialmente, uma pergunta que você deve se fazer por aí. Há quanto tempo eu estou enfrentando minhas lutas sozinha ou sozinho? Você faça essa pergunta. Você já faz algum tempo, talvez seja a hora de você começar a dar pequenos passos. Não precisa ser algo grandioso. Pode ser uma mensagem, uma conversa, um pedido de ajuda, um convite aceito ou até mesmo um passinho em relação a convidar alguém, fazer alguma coisa junto com você. Essas ações são muito importantes. Pequenos passos também são passos. Então, por onde começar com esses pequenos passos, tá? era alguém que se isolou durante muito tempo, até mesmo um pequeno passo pode significar uma importante mudança. E essas pequenas ações vão tirando você desse estado de isolamento e vão te levando para esse lugar de maior segurança, onde você, assim no começo, como a gente sempre diz em outros temas por aqui, pode ser bastante desafiador, mas se empenhe e acredite, confie nessas ações que todas elas somadas vão fazer muitas diferenças. Nós não precisamos mudar tudo de uma vez. A reconexão, ela pode acontecer de uma forma gradual, respeitando o tempo e o limite de cada pessoa. Mas o importante é a decisão, não é mesmo, [limpando a garganta] Flávia? >> É isso mesmo. E muitas pessoas, né, Mara, pensam assim: "Eu vou primeiro ficar melhor, vou primeiro fazer algo aqui por mim, vou primeiro melhorar para depois voltar a me relacionar com as pessoas". O caminho é esse mesmo? >> Então, isso é muito comum. É muito comum que isso aconteça. Ou seja, a pessoa tem essa sensação, essa impressão de que assim, ela estando melhor, ela vai se relacionar melhor. Mas muitas vezes acontece justamente o contrário. Nós melhoramos porque nós nos aproximamos. E dentro dessa proximidade nós vamos perdendo aquela resistência em nos relacionarmos. aquele contato humano vai nos levando para um lugar de ainda mais segurança, menor desconforto ali dentro daqueles relacionamentos. E como Flávio disse, né, como ela perguntou dentro da pergunta dela, já existe uma resposta, ou seja, a medida que nós nos relacionamos é que nós nos curamos. Então você não precisa estar pronto por aí. Apenas decida e comece com esses pequenos passos. A presença de pessoas seguras ao nosso lado podem nos ajudar em três coisas, a assim, a começar por três situações, a organizarmos aquilo que nós estamos sentindo. Sim, nós estarmos ao lado dos outros ou nos relacionarmos, nós pensamos: "O que que eu estou sentindo? Eu consigo organizar isso?" você vai conseguir organizar melhor os seus próprios sentimentos, depois diminuir a sua sensação de solidão, que muitas vezes ela pode estar aí te acompanhando, mas sabe o que acontece? você não sente mais o incômodo porque você já se acostumou com ela. Então, quebrar essa inércia, esse contato é muito importante, justamente para que você comece a se sentir menos sozinho. Depois perceber que você não precisa enfrentar tudo sozinho, que você pode contar sim com outras pessoas e se sentir muito mais seguro para dividir às vezes os seus os seus desafios. Por isso, não espere estar completamente pronto para começar a se reconectar. Outras são, terceiro passo, procurar pessoas maduras e de confiança. Muito importante que você encontre pessoas onde você se sinta seguro, pessoas maduras, pessoas da sua confiança para que você eh comece a se relacionar. Nem todo mundo precisa conhecer a sua história. Muitas vezes as pessoas falam: "Eu, ah, eu tenho eu me isolo porque eu não quero me expor". Mas nem todo mundo precisa conhecer a sua história. É se é importante que você escolha com cuidado as pessoas com as quais você vai conviver, com as quais você vai conversar, né? Dividir determinadas situações. Mas é imprescindível que você tenha pessoas para caminharem ao seu lado. Às vezes nós não precisamos de muitas pessoas, né? Muitos amigos, muitas pessoas. Nós precisamos de pessoas seguras e das pessoas certas, pessoas que pessoas que saibam ouvir, pessoas que saibam acolher, pessoas que saibam respeitar e pessoas que saibam preservar aquilo que nós compartilhamos. Quarto passo, entender que vulnerabilidade não é fraqueza. O fato, de repente, de você eh expor alguma situação, se relacionar com alguém, dividir algumas questões, não significa que você de repente é uma pessoa fraca. Muito pelo contrário, quem expõe uma vulnerabilidade ali dentro está demonstrando uma ação de coragem. Às vezes dizer: "Eu não estou bem, eu preciso de ajuda, eu estou cansado". Pode ser o início de um processo de cura. pode ser o início de um processo, de um lugar muito melhor mentalmente e emocionalmente para você. Quando conseguimos colocar em palavras aquilo que nós estamos sentindo, nós conseguimos compreender muito melhor as nossas emoções, inclusive organizarmos melhor os nossos pensamentos. Nem sempre ser forte significa enfrentar tudo sozinho. Em alguns momentos, reconhecer que nós precisamos de ajuda também é uma expressão de força. E o quinto passo, permitir-se acreditar novamente. Olha, permita-se acreditar novamente. Você se sentiu decepcionado, você porventura teve alguns relacionamentos que não foram tão positivos, né? Nem todas as pessoas irão te machucar. É muito importante que você entenda isso. Existem boas pessoas, ainda existem pessoas confiáveis, não é verdade, Flávio? Existem pessoas boas, pessoas confiáveis. Inclusive, isso deve ser até assim alvo das nossas orações. Senhor, coloca as boas pessoas no meu caminho, pessoas confiáveis no meu caminho. Então, se você teve aí uma uma decepção, se você teve aí uma dor, alguma situação que de repente você compartilhou, não foi bem acolhido, não foi bem entendido, existem pessoas boas. Se dê essa chance, dê a outras pessoas a oportunidade de fazerem parte da sua vida, tá? Uma decepção não significa que vai existir outra no caminho. Muito pelo contrário, aquela situação que de repente aconteceu ali com alguém que porventura tenha te decepcionado, vai te trazer um aprendizado. Não deve te levar para um lugar de repente de dor, de um completo isolamento, tá? Importante nós entendermos que aquilo que aconteceu no passado não está mais agora no presente, né? A vida é movimento. Só nós olharmos assim as estações do ano, como as fases da lua, ah, tão, tão bonito a gente olhando as coisas passam, o tempo passa e com o tempo passando isso vai trazendo para você também um lugar novo na vida e novas pessoas, tá? E uma outra situação também, Deus, como nós falamos, Deus continua colocando pessoas boas no nosso caminho. Isso é é importante, tá? Então, não deixe de acreditar nisso. Faz sentido, Flávio? >> Sim, às vezes, né, Mara? Assim, um primeiro passo pode ser simplesmente deixar o outro se aproximar. >> Exatamente, >> né? Deixar que alguém se aproxime de você, alguém que tentou um contato e você permitir. Então agora nós vamos conversar um pouquinho sobre a palavra de Deus, trazer uma contribuição aqui sobre a palavra. Então, primeiro eu quero ler um versículo que ele é um versículo até um pouco duro, mas a palavra do Senhor faz isso também, nos ensina, nos corrige, nos aconselha. Então, eu quero ler Provérbios 18:1, que diz assim: "Busca o seu próprio desejo aquele que se isola". Ele insurge-se contra a verdadeira sabedoria. Então, a palavra tá nos dizendo que se isolar, sair, se afastar do convívio não é sábio. Isso vai contra a sabedoria, vai contra aquilo que o Senhor tem nos ensinado. Rejeitar uma ajuda muitas vezes nos leva a rejeitar um bom conselho, nos leva a rejeitar uma ajuda de alguém que quer o nosso bem, que quer nos dar um apoio, de igreja, dos irmãos, de pessoas próximas que querem orar por nós, que querem nos ajudar, não é verdade? E a palavra também ela nos ensina algo que é precioso e é para o nosso benefício. O Senhor nos fala e nos ensina a vivermos no corpo, no corpo de Cristo, em comunhão com os nossos irmãos. A palavra diz assim, ó, em primeiro Coríntios 12, 25 e 26, para que não haja divisão no corpo, pelo contrário, cooperem os membros com igual cuidado, em favor uns dos outros, de maneira que se um membro sofre, todos sofrem com ele. E se um deles é honrado, com ele todos se regozijam. É maravilhoso estarmos com pessoas que querem o nosso bem, com pessoas que nos amam, com servos do Senhor na igreja, que estão ali orando por nós, nos ajudando. Isso é maravilhoso, é um benefício que o Senhor nos deu, que Deus nos deu. Lá em Romanos 12:10 fala assim: "Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. E nós devemos buscar isso do Senhor, né? Senhor, eu quero voltar me aproximar das pessoas. Eu quero viver em comunhão novamente, quero estar em harmonia. Deus pode te ajudar. O Senhor conhece o seu coração, as suas dores, o que você já passou, o que você já enfrentou, mas o Senhor pode curar cada uma dessas dores, cada ferida que você tem, o Senhor pode tratar essas feridas e te transformar, transformar o seu coração nesse sentido. E por último, o que é mais importante aqui de tudo é que o Senhor está com você. O Senhor está conosco todos os dias, em todos os momentos. Senhor nunca nos abandona. Olha a promessa que o Senhor nos fez lá em Mateus 28:20. E eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação do século. Então toda a nossa insegurança, toda a nossa dor, isso é amenizado quando nós estamos em Jesus com a operação do Espírito Santo na nossa vida. Então isso nos ajuda a ter esse coração transformado, a receber o benefício do corpo e a nos lembrarmos todos os dias que o Senhor Jesus está ao nosso lado. >> Amém, Mara. >> Amém. Que reflexão preciosa. >> Amém. >> Que reflexão preciosa. Estamos chegando ao fim do nosso programa, não é verdade? >> É verdade. Que assunto rico. >> É verdade. Que assunto rico. >> Você nos acompanhou até agora. Nós queremos agradecer e te pedir, você está conosco através do YouTube, deixe seu comentário. Você não sabe o quanto nos alegra sabermos que você assistiu, o que você achou desse tempo? O que você achou do programa? Contribuiu de alguma forma para você? Nós também te pedimos, deixe o like também compartilhe com alguém, o seu grupo às vezes de igreja ou com outras pessoas que você gostaria que tivesse acesso a esse conteúdo. Se você porventura nos assiste através da TV Amanaim, existe um carry code aí onde você pode estar escaneando e também nos deixar a sua sugestão, o seu comentário. Eu me despeço de vocês com a paz do Senhor Jesus. Não é isso, Flávia? >> Amém. A paz, Senhor, Mara. A paz do Senhor a todos que estão aqui conosco. Que Deus abençoe a vida de cada um de vocês >> e até o nosso próximo programa. >> Até.