Igreja Presbiteriana do Brasil
04 de julho de 2026
3h 50min
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Conferência IPB na tarde de 3 de julho. Acompanhe nosso culto ao vivo com exposição da Palavra pelo Rev. Rodrigo Leitão e adoração com Rachel Novaes. Um tempo separado para renovação espiritual e graça. Inscreva-se! --------------------------------------------------------------- Igreja Presbiteriana do Brasil - Instagram: instagram.com/ipboficial - Facebook: facebook.com/ipb.org.br - Site: https: ipb.org.br - Multi IPB: https://multi.ipb.org.br/
interagir durante o período de conversa, você pode mandar sua pergunta a qualquer momento, pode votar a qualquer momento. Você pode ficar aí com o aplicativo aberto, interagindo à medida que os pastores vão respondendo. As respostas e perguntas serão todas pelo aplicativo, então é preciso que você se manifeste por aí. Jonathan, tudo certo? Então que vocêou amados irmãos, vamos então começar o nosso evento. Vou pedir para encostar a porta aí, por favor. Eu quero saudar a todos com a graça e a paz do Senhor Jesus. Boa tarde, irmãos. Boa tarde. >> Estamos aqui animados porque depois de um almoço maravilhoso, esse cafezinho especial, a nossa tendência é sonhar e nós precisamos estar despertos. E nada melhor do que termos perguntas e respostas e com pastores que Deus tem usado na sua graça para conduzir a sua igreja ali no Brasil. E nós louvamos a Deus pela presença deles aqui conosco. E antes de apresentá-los, nós queremos saudar não apenas aqueles que estão aqui, mas aqueles que também estão nos acompanhando pelas redes sociais. você é muito bem-vindo. Que Deus te abençoe grandemente e todos podem participar desse momento. Você aí na sua casa pode participar desse momento. Você que está aqui pode participar desse momento. O link está nos comentários e aqui para os presentes, o link está nas redes sociais da igreja e no telão atrás de nós, onde você pode interagir enviando a sua pergunta para um desses quatro pastores ou curtindo as perguntas que você quer que sejam feitas primeiro. Teremos basicamente 1 hora para responder todas essas perguntas e naturalmente já temos 29, então acredito que não serão todas, mas se existe alguma que é de preferência geral, nós temos que conhecê-la a partir do seu voto. Então vai lá, curta a pergunta que certamente ela vai acender rapidamente aqui no nosso sistema e nós vamos fazê-la para os pastores que aqui estão presentes. Então, eu quero saudar os pastores, reverendo Emílio Garófalo, que está ali. Reverendo, seja bem-vindo. >> Obrigado, pastor. Prazer estar aqui convosco. Espero servi-los bem. >> O senhor está pronto para responder? >> Eu estou prontíssimo. >> Ah, muito bom, rapaz. Não é um presbitério, mas tem perguntas interessantes. >> Então, vamos em frente, né? >> Também está conosco o reverendo Roster Guimarães, presidente da APCOM, pastor da Igreja Prestiana Unida. Seja bem-vindo, reverendo. >> Muito obrigado, reverendo Ângelo. Alegria estar contigo aqui nesse momento. >> É alegria. Mas se fosse com Pedro seria o quê? Uma alegria intensa, né, >> rapaz? O negócio é exponencial, né? Com certeza. >> Mas com você também é uma grande alegria, meu aqui. >> Mas seja bem-vindo, pastor. Deus abençoe. Está conosco o reverendo Antônio Sávio, pastor da IP das Graças, IPB das Graças em Recife. Seja bem-vindo, Reverendo. >> Muito obrigado. É bom estar aqui, poder participar com vocês. >> É, eu tô sabendo aí que o senhor tá bem feliz, né? feliz, né? >> Tô bem feliz. Tá bem tratado. >> Bem tratado. Muito bem tratado. Obrigado. Obrigado. >> Graças a Deus por isso, pastor, viu? É um prazer tê-lo aqui. >> Prazer também. Obrigado. >> Já passou por um momento assim de perguntas e respostas? >> Já algumas vezes >> ao lado de Roster? >> Roster sempre responde. É, é mais fácil. É, É, >> rapaz, não faço. >> Você diz assim: "Concordo com Roster, né?" né?" >> Exato. Pronto. >> E ao lado de Emílio >> é melhor ainda. É, >> é melhor subiu de >> Emílio. Emilor até combinou, né? >> É. Ai ai >> está conosco também revendo Rodrigo Leitão que é pastor e plantador da Igreja Pres Metropolitana lá em Campinas. Seja bem-vindo, reverendo. >> Uma alegria estar aqui mais uma vez aqui tendo essa oportunidade junto com esse pessoal maravilhoso. Obrigado, pastor Angelo. >> É um prazer tê-lo aqui conosco também, pastor. Deus abençoe, né? o senhor que é executivo da Pecon, a Pecon está aqui sendo uma parceira da conferência família e Missão. É uma alegria tê-los aqui conosco. Bom, nós vamos começar e há muitas perguntas e esperamos aproveitar o tempo que no nós temos nesse momento. E a primeira pergunta é a pergunta do nosso irmão Clenilson, ele é membro aqui da nossa igreja. Eu vou direcionar inicialmente essa pergunta para o pastor Emílio Garófalo. Reverendo Emílio, e ele pergunta: "João Batista, depois de preso, questionou se Jesus era o Messias mesmo depois da orientação do Espírito Santo e de ouvir a voz de Deus. O que aconteceu? Faltou fé ou foi algo parecido com depressão?" sem querer entrar nessa questão de como estava o coração dele precisamente, mas eu creio que todos nós cristãos conhecemos momentos de profunda dúvida. Mesmo mesmo quem crê de verdade, tem momentos em que a vida toma um rumo diferente, a gente fica assim, será que é isso mesmo? Acho que essa essa dúvida, essa esse dia escuro da alma, ele não é privilégio só de João e nem ele não é privilégio só de João e nem algo que significa falta de fé, mas nossa fé é pequena e vacilante e o Senhor tem que nos ajudar na nossa falta de fé também. Talvez uma coisa que estava acontecendo ali é você vê um pouco mais cedo no no Evangelho quando João fala sobre sobre o ministério de Cristo, ele fala: "O machado já está pronto". Então, talvez na cabeça dele, a vinda de Cristo já ocasionasse o julgamento imediato. E sendo que na perspectiva profética, Jesus viria primeiro fazer sua obra, depois o julgamento é mais paraa frente, talvez ele tivesse um pouco assim, mas cadê o julgamento? Porque tô preso aqui, que tá acontecendo seja com isso tudo. Mas também vale dizer que tem uma uma turma que que sugere que a quando ele manda os discípulos dele falarem com Jesus, seria mais para o benefício deles do que do próprio coração de João. Pode ser isso também. Os discípulos de João estão chateados, o mestre dele está preso e ele fala: "Vamos lá conversar com Jesus, pergunta se ele é o Messias, se é ele mesmo, devemos aguardar outro." E Jesus responde aquelas coisas e aquilo certamente fortaleceu o coração de todo mundo. Então eu acho que essas coisas andam juntas. Não sei se eu tenho uma resposta completa, mas eu iria nesse rumo. rumo. >> Sim, verdade, reverendo, né? Essa perspectiva inicial da questão de que os homens de Deus não são perfeitos ainda, né? Que que o senhor acha, reverendo Rodrigo? Excelente poder dizer, né? Faço o couro com >> som. Eh, excelente oportunidade para poder dizer faça o couro com reverendo, né? Mas eh eu acho que dentro dessa dessa direção, eu acho que é essa percepção, né, de que né, de que às vezes a gente passa por algumas situações, né, e a gente tem na Bíblia inúmeros casos isso, acho que a gente se atém a isso especificamente porque parece intenso, ele tá anunciando, né? Então pra gente é um ícone, né? Reverendo Hernandes hoje fez uma OD, né? João Batista aqui e toda essa questão. Então a gente fica meio assim, parece que algumas pessoas elas não podem titubiar, né, na fé. Então isso eh, por exemplo, nos chama mais atenção do que quando o Tomé ficou lá meio descrente assim, né? Mas se eu não colocar a mão, mas é a mesma dinâmica, né? um coração que tá apreensivo. Eu, como o Emílio disse, eu acho que a gente tá eh sempre eh passivo, né, de viver esse tipo de coisa, mas eu gosto muito dessa percepção de que eu acho que João também tá indo além, né? Vão lá e olhem e vejam, né? Isso é muito especial, né? Ele tá ele tá repassando, né? Ele tá repassando um direcionamento aquilo que ele fez com seus discípulos. Agora, ó, tem alguém para vocês olharem, né? Vamos lá conversar com ele. >> Muito bem. Mas aí vocês agora ficaram em cima do muro, né? E o clenils ele quer uma resposta porque vocês apresentaram duas teses. Então, eh, o Emílio falou de duas teses. Se você tivesse que optar por uma tese, qual que você escolheria, Emília? É, >> eu creio que seria realmente o coração dele esmorecendo e Jesus fala com ele e depois que o pessoal sai, Jesus vira pros discípulos e pergunta: "O que que vocês foram ao deserto ver?" Era um caniço sendo agitado pelo vento? Uhum. >> Então Jesus reafirma a fé de João. Essa não é uma cena projetada pra gente pensar pouco de João. Pelo contrário, é, vejam, esse é um grande homem, não se esqueçam disso, né? Porque ele tá com esse momento de de tristeza ou de dúvida ou fraqueza, ou depressão, seja qual for a palavra, que ele deixou de ser um servo do Senhor e e útil no seu caminho. >> Verdade. E você concorda com Emílio? É isso? isso? >> Eu eu sempre concordo com Emília, mas eu eu vou além. Eu acho que assim, eu acho que uma coisa não é excludente da outra. Eu acho que e de fato João, ele tá vivendo um momento de muita angústia e isso é notório, mas eu acredito que eh consciente ou inconscientemente é exatamente nesses momentos de angústia que eh Deus ele nos move algumas ações que elas apontam para isso. Então eu acho que de maneira talvez mais consciente ou menos consciente João tá falando isso, ele tá expondo a sua dor, mas ele também tá trazendo essa possibilidade de uma nova perspectiva, né? Acho que uma coisa não anula a outra, outra, >> graças a Deus. E nas nossa falta de fé, o Senhor roga por nós, né? Louvado seja o nome do Senhor por isso. Mas uma segunda pergunta que nós temos aqui é uma pergunta que nós não sabemos eh quem a fez e é uma pergunta muito pertinente porque se trata de um tema que todos estamos lidando que diz assim: "Qual é a razão pela qual alguns reformados t se voltado ao catolicismo romano? Qual é a opinião de vocês? sobre isso, Antônio Sávio, reverendo, como é que o senhor tem visto essas notícias de alguns pastores reformados e até presbiterianos voltad voltando ao catolicismo, né? Qual que é a sua opinião sobre isso? É, é tão difícil a avaliar a questão especialmente do coração. Então, vou preferir seguir pelo caminho mais da forma do que do que foi que aconteceu, né? é uma apostasia ou não sei. Mas algumas igrejas, especialmente igrejas reformadas, elas são cerimonialmente tão litúrgicas e tão eh ingessadas que arremetem mesmo a uma antiga tradição católica, uma formalismo católico. E e tem muita gente que se apega ao rito, como se o rito fosse a própria essência. Então, acredito que esse é um dos fatores mais fortes para levar pessoas a a esse tipo de inclinação e termina eh junto a isso tem a questão histórica mesmo. Algumas pessoas têm dificuldade não com a reforma em si, mas com o cisma que a reforma trouxe. Então, eh, se houvesse uma reforma, fosse possível haver uma reforma sem o cisma, esse certamente seria um mundo ideal, não é? Então, algumas pessoas protestam com isso e tem tem crises às vezes até por causa disso. E pode ser que estejam procurando um meio termo ser eh ser de Jesus, mas na igreja que foi a a primitiva, a primeira lá atrás, né? Então, acho que são são algumas possibilidades, eh, mas é muito difícil conseguir entender exatamente o que é que tá acontecendo ali, né? >> Sim, é complicado olharmos essa questão interna, né? Mas eu queria ver com o reverendo Hoster também a sua opinião, reverendo, e talvez fazendo um adendo eh sobre essa questão que o reverendo Sávio falou de pessoas considerarem a Igreja Católica como a primeira igreja de Cristo, né? Será que é verdadeiramente assim? Que que o senhor pensa sobre isso? >> Os reformadores já deixaram claro que a Igreja Católica Romana é uma igreja pagã. Ela não é uma igreja centrada no evangelho de Cristo e ela não tem compromisso com a palavra de Deus. E eu creio, pastor Ângelo, que o que acontece com muitas pessoas é porque, de fato, elas não têm a sua identidade centrada no evangelho. E pode ser um problema até de falta de regeneração, porque a pessoa pode estar na igreja presbiteriana, gostar do modo como ela funciona, funciona, vir aos cultos, mas não ter um coração transformado por Jesus. E quando você não tem o coração transformado por Jesus, você sempre procura o evangelho e mais alguma coisa. E é óbvio que nós, como reformados, temos uma tradição, mas até a nossa própria confissão de fé diz que a escritura nada se acrescentará. E a confissão de fé é muito humilde. Ela mesma nunca quer se equiparar as escrituras. Ela se coloca abaixo. A palavra de Deus é a nossa única regra de fé e prática inspirada, infalível, inerrante. E nós aprendemos o evangelho e a escritura. Mas também pode ser, né? pode ser, mas eu já acho que é algo menor, um problema na formação da teologia dessa pessoa. talvez na sua formação teológica, ela não teve um bom embasamento e foi treinada numa boa apologética para poder saber todas as heresias que a Igreja Romana tem e como ela se misturou com o pensamento filosófico e tomou tradições mundanas e colocou na vida da igreja, abrindo mão da palavra do evangelho. Então, pode ser falta de regeneração, falta de identidade no evangelho e falta de verdadeiro conhecimento da palavra de Deus e da nossa boa teologia reformada. >> Verdade, reverento. E quer esse? Sim, >> eu posso participar dessa também. aqui me metendo aqui um pouquinho, é porque ano passado a gente fez uma conferência lá na lá na igreja sobre esse tema, trouxemos um preletor da Itália para falar sobre isso. Foi um assunto muito importante mesmo. E realmente é uma grande tragédia esse esse caminho de protestantes, não só reformados, mas protestantes de várias linhas indo de volta para Roma, como o pastor Roster bem colocou, é voltar para uma igreja pagã, é abandonar a fé e ir para um caminho de morte, de destruição. Várias razões são apresentadas, uma delas é o apelo estético, saudade dos dos aromas e das cores e dos cheiros e e todas essas coisas que Roma tem. Parte disso também é é como Roster disse, uma questão do coração. É o é algo do legalismo mesmo. E o evangelho é simples demais, mas espera aí, eu não tenho que fazer uma peregrinaçãozinha, não tenho que fazer uma uma novenazinha, não tem que fazer nada, não tem que colaborar de forma nenhuma. E também um dos outros problemas é que nós evangélicos muitas vezes nós parecemos existir um vácuo histórico. Muitas igrejas dão a ideia de que elas são, o cristianismo começou ontem aqui com a gente nessa igreja aqui, sabe? Em vez de percebermos que nós temos a nós somos a verdadeira igreja original, nós temos o depósito da teologia dos apóstolos, não a igreja romana. A Igreja Romana abandonou o Evangelho dos Apóstolos. Ela seguiu numa outra direção. Como o Leonardo de Quirico, que é um dos grandes estudiosos do assunto, bem diz, o estado espiritual da Igreja Romana hoje é pior do que na época da reforma. É pior, porque muitas das coisas das teolog dos erros doutrinários que os reformadores combatiam ainda não eram cristalizados em dogmas. Hoje foram dogmas marianos, dogmas ligados ao Papa, a o Concílio de Trento e a afirmação da justificação pela fé, mais obras. Isso era tava no ar. Depois a reforma ficou cristalizada. Então estado de Roma hoje é ainda pior. Então é uma grande tragédia esse caminhar de evangélicos na direção de Roma. >> Sim. E interessante que essas perguntas ainda continuem emergendo, né? Apesar de todos os nossos eh ensinos em torno da palavra de Deus, a verdadeira igreja, as marcas da verdadeira igreja, né? A gente realmente precisa eh deixar eh estabelecido esse princípio, como vocês bem disseram, né? é uma distorção da igreja primitiva, não a primeira igreja necessariamente. E claro que a igreja protestante também tem passado por problemas, principalmente na região da Europa. E a próxima pergunta tem a ver com isso. Eu queria começar com o reverendo Antônio Sávio. Reverendo, eh, temos a pergunta que diz: Como reacas o evangelho na Europa? berço da reforma, lidando com a apatia secular atual, sem ceder aos métodos pragmáticos modernos.Qu >> como senhor trabalharia isso? >> Tranquila a pergunta, né? >> Como seria? >> Ainda bem que é fácil. Sábio, vai lá que a gente vai ficar torcendo por você. Eh, alguém já disse que é bem mais difícil você reacender do que você acender pela primeira vez, né? Eh, de fato, a a fato, a a Europa se secularizou totalmente, né? E hoje ela tá tomada por uma série de ideologias ideologias que não deixa mais, entre aspas, brecha pro evangelho, mas me parece que historicamente sempre foi a mesma maneira do fogo ser aceso de novo, não é? é? É pregação fiel do evangelho e a vida de oração, uma vida piedosa. Eu eu receio que, assim como na Europa, eh aqui no nos Estados Unidos e até chegando ao Brasil, a igreja foi esfriando à medida que ela foi perdendo o apetite por Jesus, por Deus. Ela ela se tornou quase que uma fábrica de de fazer programas, de fazer atividades, entretenimento, eh sem o sentido dela. O sentido dela é trazer o homem para Deus. Não é trazer o homem paraa igreja, é o homem para Deus. É a relação da pessoa com Deus dentro de uma comunidade de fé. E quando quando isso é trazido de volta, seja na pregação ou seja na vida especialmente, eh não tem como esse fogo não ser aceso, porque o próprio espírito quer fazer isso. Então eu diria assim que eh se alguém ousa fazer isso em qualquer lugar do mundo que Deus esteja mandando para lá, eh esse fogo será aceso. o próprio Deus é quem se encarrega de reacender a chama dele, né? E se me permite dizer, acho que aqui nessa região da Nova Inglaterra, né, eh precisa ser reaceso também esse fogo, né? Inclusive, se Deus permitir, eu quero falar sobre isso nessa conferência. >> Muito bom. É um spoiler realmente, porque o que acontece na Europa, em New England, também é uma é uma verdade. E são as igrejas imigrantes que realmente têm se levantado, né, para reacender que a City que unit siga nesse caminho em nome de Jesus. >> Isso. >> Mas Rodrigo, eh, pastor, como se houver essa questão? O pastor Sávio, ele mencionou essa questão que é a nossa base maior pela palavra, o nosso relacionamento com Deus, a oração. Mas como enfrentar o pragmatismo que tem se instalado muito fortemente entre a liderança geral da igreja, que às vezes opta pelo pragmatismo e não pelo que o pastor Antônio S acabou de dizer. Quando a gente desvia, pastor Angelo, os nossos olhos do evangelho, a gente passa a procurar outras coisas que a gente acredita que vão resolver, né? E às vezes a gente até consegue ver uma movimentação, né? Mas a gente não vê uma transformação. Então eu acho que alguns lugares que a gente chama hoje, né, da plantação é o movimento de igrejas em lugares difíceis por várias razões, ou pela perseguição ou pelo ah secularismo, né? né, regiões tidas como pós-cristãs. Eu acho que esse é um aspecto que a gente precisa levar bastante em consideração, né? Eh, esse retomar é algo que eu tava falando um pouco hoje, né? A gente tá falando do mundo contemporâneo, que é esse mundo, né? Esse mundo da secularização, da privatização, né? Do relativismo. Eh, esse mundo é um mundo que ele tem uma necessidade muito grande desse retorno a essa grande história, né? Então, a fidelidade do evangelho, ela é o ponto de partida. Isso não significa que a gente não deve pensar em estratégias. A gente não tá dizendo que, ah, é ruim você ter uma boa perspectiva da igreja, você ter bom espaço, você ter um planejamento, nada disso, né? Muito pelo contrário. Mas essas coisas elas eh emergem de uma compreensão clara do evangelho. O evangelho, estando no centro, ele nos movimenta a essa dinâmica de algo que também é funcional, porque o evangelho é funcional. O evangelho não é uma história antiga de um livro antigo que não faz sentido pra nossa realidade. O o evangelho é poder de Deus para salvação e resposta para as inquietações do coração das pessoas do nosso tempo. E como eu disse hoje mais cedo, eu acho que às vezes a gente até tem boas respostas, mas para pergunta que a gente não tá tendo mais. Então eu acho que o desafio seria eh associado ao evangelho. Como que a gente consegue fazer uma leitura, né? E a gente tem pastores missionários por aí. Eu acho que esse é o ponto de partida para todos. Como a gente consegue fazer essa leitura desses questionamentos do coração, né, para responder isso com a única resposta efetiva que é o evangelho? Acho que talvez eh esse seja o caminho. E como é Emílio disse, né, o evangelho é simples. Então, quando a resposta é mais simples do que a gente imagina, é a gente que enfeita, né? A gente não gosta de nada que é muito simples, né? Então, a gente enfeita, né? Eu queria falar também, posso? Essas respostas são muito impressionantes. E quando você vê os avivamentos na história da igreja, é impressionante você perceber que todos eles, ou quase todos eles, têm uma ênfase na pregação do evangelho. O grande avivamento foi a reforma protestante começou com a redescoberta da doutrina da justificação pela graça mediante a fé na obra de Jesus, o evangelho. Quando George Whitfield andava percorrendo toda essa região aqui, o que que ele dizia? É necessário nascer de novo. Então, nós temos que voltar pra simplicidade do evangelho, anunciando a obra de nosso grande redentor Jesus Cristo. Eu creio que isso é necessário fazer na Europa. É óbvio que hoje, como Sávio disse, já tem uma grande resistência. Mês de abril tive a oportunidade de conduzir uma viagem paraa Europa e foi uma viagem muito bonita, muito emocionante visitar os lugares da reforma. Mas Genebra foi um um tanto quanto triste, porque quando nós chegamos ali, o pastor, que era um pastor evangélico nosso guia, nos contava os posicionamentos que a igreja suíça tem tomado e se afastando totalmente do evangelho. Um fenômeno interessante aconteceu com a gente ali, que lá na igreja de São Pier tem a capela dos Macabeus, que quem entra lá pode falar com o seu povo na sua língua. Geralmente o pessoal entra com o iPad, eu entrei com a Bíblia. E eu tava pregando pro nosso povo. De repente entraram algumas pessoas hispânicas, entendem português, me ouviram pregar, mas entrou uma mulher chateada e eu com a Bíblia na mão e ela foi lá chamar o guarda e o guarda veio me parar na pregação da palavra dentro da igreja de Calvino. E eu tava pregando Jesus. Aí ele parou do meu lado, o guia foi conversar com ele. Eu não parei, preguei até o final, mas eu saí meditando daquilo ali, falei: "Meu Deus, essa foi a igreja na qual Calvino pregava para milhares de pessoas. E hoje a Igreja Suíça convidou, por exemplo, todos os pastores que discordavam de ideologia de gênero a se retirar da denominação, né? porque ela é uma igreja adaptada a aos ditames da pós-modernidade. Então, quando nós voltamos pro evangelho, é muito importante. Agora, eu acredito também que hoje a igreja já não é mais o centro cultural da civilização como era na época da reforma. Hoje, essas pessoas que são fiéis ao evangelho nesse país trabalham muito numa questão que o Rodrigo trabalhou na sua palestra, que é a questão dos relacionamentos. Então, é você pregar o evangelho envolvendo também a questão do discipulado e vivendo uma vida de fidelidade, preparando novos discípulos para honra e paraa glória do nome do Senhor. E dentro dessa palavra que o senhor mencionou, reverendo, concitando justamente essa questão eh da igreja de Calvino, que a gente tenta fazer essa associação entre doutrina, que a gente crê, a situação da Europa e a obra missionária. E nós estamos aqui justamente a conferência família em Missão. Nós somos uma igreja em missão. o o nosso lemês, missão e movimento. Mas apesar de tudo aquilo que a gente possa falar, quando queremos trabalhar uma questão prática, existe uma dificuldade. Então queria fazer essa pergunta para o reverendo Emílio Garofa nesse sentido que diz como a doutrina da soberania de Deus, né, que é a nossa doutrina, vamos dizer assim, por excelência das escrituras, como essa doutrina da soberania de Deus na salvação pode gerar essa urgência missionária para lugares como a Suíça e outros mais, como a soberania de Deus pode impactar urgência missionária, em vez de produzir crentes teologicamente acomodados, meramente intelectuais. >> Essa é uma questão sempre presente, né? Como que a gente concilia essas coisas? E eu creio que a Bíblia concilia maravilhosamente. Você vê o próprio apóstolo Paulo, ele tinha consciência da soberania de Deus. Isso deixava extremamente animado. Era o que impelia para cruzar mares, para ir para todo lado, porque ele sabia que o Senhor tinha seus eleitos e ele iria encontrá-los com a pregação da palavra. E a mesma coisa gente, a gente sabe que o Senhor tem seus eleitos espalhados pelo globo, a gente não sabe quem são. A gente sai falando para todo mundo e chamando todo mundo e quem o Senhor quiser, ele vai converter. Então o senso da urgência que a pergunta toca nisso, ele é presente porque nós queremos as pessoas vindo a Cristo. Nós queremos as pessoas dando glórias ao Senhor, se juntando à multidão dos adoradores pelo globo. Nós queremos ver vidas transformadas. Então, nós fazemos com urgência, mas não com desespero. Nós não fazemos com desespero missões achando que está tudo se perdendo porque nós não nos mobilizamos. Não. O Senhor está no controle disso tudo. E a própria mobilização vem da mão do Senhor. É o Senhor que tá levantando missionários, pastores, conferências, os meios financeiros para isso acontecer, o treinamento, os recursos de todas as formas. A gente se junta ao Senhor com alegria no que ele tá fazendo e a glória fica sendo dele e não a da gente que correu atrás. E o senhor Reverendo Roster, como o senhor tem visto essa questão da urgência missionária? O senhor tem viajado bastante, tem ido a muitas igrejas? O senhor tem visto essa urgência missionária? Que tipo de conselho o senhor daria às igrejas nesse sentido, sentido, >> pastor Ângelo, né? É impressionante relembrar que a nossa doutrina diz que Deus predestina não só os fins, né? Ele predestina os meios. E ele escolheu salvar os eleitos por meio da loucura da pregação. Então, como disse o reverendo Emília, é um grande estímulo saber que você vai sair para pregar o evangelho e o Espírito Santo soberanamente vai converter os eleitos. Eu, o meu professor e professor do Pedro, reverendo George Canelas, que era o nosso professor de evangelização, dizia: "F fho, vou, você não é do departamento de admissão, você é do departamento de divulgação." Nós não sabemos quem Deus escolheu. Hã, nós não sabemos quem são os eleitos. Então, a gente tem que pregar para todo mundo, pastor, que tá na nossa frente. E quando a gente é verdadeiramente eh reformado e tem essa doutrina maravilhosa, porque a gente sabe que a gente não vale nada, pastor. E se o Senhor não tivesse nos escolhido, a gente não estaria aqui. A gente é salvo por graça. E quando esse evangelho maravilhoso impacta a sua vida, é como diz Pedro diante do Sinédrio, nós não podemos eh nos calar diante daquilo que vimos e ouvimos. Quando o nosso coração foi impactado com essa grande salvação e suferito e a gente não consegue fechar a boca, a gente se levanta para pegar o evangelho de Cristo e a gente não pode só negar o evangelho a ninguém. Nós somos missionários no Chile, né? Se der 3 minutos, você me corta, tá bom? Eh, e tem um fenômeno interessante. Vou contar uma historinha aqui só para dar uma descontraída. Uma irmã da nossa igreja tinha um filho. Essa irmã trabalhava na TVN, que era a Globo do Chile. Ela se converteu de um esoterismo, veio pra igreja e trouxe seus filhos. Um era bem certinho, se tornou um missionário, um pastor. Mas o segundo, ele tinha brinco aqui, tinha brinco aqui, tinha brinco em tudo lugar que você imaginava, tatuado. Ele chegava na igreja com olho vermelho assim, eu falei: "Meu Deus, quanta droga esse menino". É. E eu falava assim: "Esse menino não vai dar em nada". De repente a gente foi pregando a palavra, de repente ele tirou um piercing, tirou outro, tirou outro brinco, tirou, mudou de vida resultado. Ele era muito roqueiro, alternativo, não ficou na igreja prepiteriana não, mas ele foi para outra igreja. Hoje ele é o pastor da igreja. Então é Deus quem converte soberanamente os eleitos. Nossa missão é sair e pregar o evangelho. >> Graças a Deus por isso. >> Eu vou pedir ao reverendo Emílio que abra para nós a palavra do Senhor. Primeira Timóteo 5:8. E a pergunta vai para o nosso irmão pastor Rodrigo Leitão. Eh, reverendo, se o primeiro ministério do cristão é sua própria casa, como evitar que o serviço à igreja se torne paradoxalmente uma forma de desobedecer a Primeira Timóteo 5:8? Rodrigo, por favor. Se alguém não tem cuidado dos seus, especialmente dos da própria casa, e se negou a fé e é pior do que o descrente. Pastor Ângelo, eu acho que esse é um desafio que a gente tem que lidar com muita seriedade, porque às vezes a gente tem a facilidade de elencar algumas coisas que elas são ruins e roubam o nosso foco daquilo que de fato é o nosso chamado, nosso papel, o direcionamento de Deus para conosco, né? Então, é fácil a gente, por exemplo, confrontar eh a igreja que ela não deve colocar o dinheiro, o trabalho antes das coisas, antes de Deus e antes da da família. Mas quando a gente fala de uma perspectiva ministerial, a gente tá falando: "Eu tô servindo a Deus", né? Só que aqui há uma inversão dos papéis, né? Porque quando a gente olha pro direcionamento das escrituras para nós, existe um direcionamento muito claro pro cuidado em relação à nossa esposa e aos nossos filhos, né? Eh, a gente vai ver Paulo trazendo isso de maneira muito efetiva, inclusive dizendo o papel de um, o papel de outro, mas geralmente o que que é mais comum a gente fazer? Deus. Ah, vamos fazer um negócio aqui. Eh, enquanto eu tô cuidando, né, da sua noiva, só cuida da minha casa, né? E a gente acha que tá joia, olha só, né? Casa tá ali. E é claro que o Senhor Jesus é aquele que sustenta a nossa casa, mas aquilo que nós seremos cobrados não é sobre o cuidado da noiva, né? E isso é interessante. A gente vai ser cobrado do cuidado, por exemplo, da nossa esposa. É a nossa esposa que a gente tem que apresentar sem ruga e sem mácula, né? Então, mulheres, né? Essa é a excelente deixa para você pedir pro seu marido comprar aquela skincare que você queria, né? Biblicamente falando, né? Você tem embasamento bíblico para dizer bem, eu preciso da minhas. Quem quer? quer? >> Será que precisa pedir? Você consegue perceber? Essa é uma responsabilidade que a gente tem e às vezes a gente inverte, né? Então é o desafio é a gente não fazer essa inversão e entender de que nós seremos de fato cobrados diante do Senhor. E quando eu penso nisso, meu amigo, isso dá um um frio na espinha, porque isso é muito sério, né? Eh, a cobrança do Senhor, o que ele vai pedir, essa prestação de contas tem a ver com esse cuidado. Então, eu acho que é necessário uma repaginação às vezes da nossa mente, no nosso coração, entender a o quão isso é importante, porque é o próprio Deus que tá trazendo, né, esse entendimento de que nós temos uma responsabilidade com aquele bem mais precioso que ele nos confiou, né, que é a nossa família. Eu quero aproveitar essa pergunta, então, pastor, e quero estender aos quatro irmãos que aqui estão. Queria saber a opinião de vocês. Acredito que todos já ouviram. ouviram. Que irei dizer, queria saber a opinião de vocês, se vocês concordam ou não, qual seria a alternativa? Porque essa pergunta talvez ela surja daquela perspectiva de que eu tenho que ter uma ordem estabelecida na minha mente. Em primeiro lugar, Deus. Em segundo lugar, a minha família. Em terceiro lugar, a igreja. Como vocês vem essa tripartição na cabeça das pessoas em relação à Bíblia? Então, o senhor primeiro, depois pastor Antônio Sávio Roster e Garófalo, por favor. por favor. >> Eu eu eu acho que é isso e eu até partiria eh isso em mais eh vezes, né? Eu acho que é essa compreensão eh da nossa responsabilidade e do nosso relacionamento, da nossa intimidade com Deus, com o nosso cônjuge, com os nossos filhos, com o nosso ministério e com o nosso trabalho, com a nossa vocação, com aquilo que Deus tem usado pro exercício da nossa vocação na história. Então, eu acho que eh é nessa nessa dinâmica. Eu acho que é é por aí. Eu eu até iria além. Eu acho que até essa compreensão da responsabilidade que nós temos para com os nossos cônjuges, né? Porque também existe essa essa inversão, né? tanto mulheres quanto maridos que às vezes invertem esse papel, elas dão atenção, eles dão atenção paraa família numa perspectiva dos filhos, mas se esquecem, né, do cônjuge, que é quem colocou, Deus colocou primeiro ali. Então, eu acho que esse é um aspecto que a gente precisa levar em consideração. É tão difícil eh fazer um tipo, na minha perspectiva, fazer um tipo de escalonagem. >> Pode discordar, ele tem problema não, tá? >> Fica à vontade, reverando sade numa, especialmente numa perspectiva de relacionamento direto com Deus. A gente quando se relaciona com Deus, a gente se relaciona com o absoluto e com o Senhor. E a gente é sempre o ponto que tá aprendendo, tá falho, tá em processo. E a gente também é sempre o servo, o que está submetido. E, portanto, na relação com Deus, eh, não, não há como colocá-lo, por exemplo, em primeiro lugar. Porque ele é tudo. Ele não é o primeiro lugar, ele é tudo. Ele é o centro, ele é a vida, ele é o Senhor, ele é o comando, ele ele é tudo. Ele é o provedor, ele é o sustentador, ele é Deus. E aí, a partir dessa relação, obviamente que a, como o leitão falou, a Bíblia coloca a gente diante de responsabilidades, mas não quer dizer que isso escalone prioridades, sim, responsabilidades. E aí Deus na dinâmica da vida e do que ele vai ensinando a gente nessa nesse amadurecimento, ele vai requerendo da gente posturas, aprendizados, crescimentos em relação à família, igreja, trabalho, eh seja lá qual for a área da vida. Segunda coisa ainda sobre essa essa questão da dificuldade de escalonar, eh, eh, para o judeu, especialmente pensando na cultura do Velho Testamento, o ponto central sempre era o coração. E o coração se referia ao homem interior na sua totalidade. Não havia uma separação de de áreas na vida. E o que Deus queria, e depois Jesus mesmo vai me montar isso, é que ame o Senhor Deus com toda a sua força, com todo o seu entendimento, com tudo que você tem. E aí você ama ao próximo como você ama a si mesmo. Ou seja, essa seria esse seria o o vamos dizer assim, a maneira de honrar a Deus na vida. E e quem é o meu próximo, né? Se eu fosse fariseu, fazer essa pergunta para o Senhor Jesus, né? E ele responderia com a sabedoria que ele que lhe é peculiar, né? Então, eh eh para mim é é difícil imaginar eh a vida em estanques, em áreas onde tenho que tá administrando o que é primeiro, o que é segundo. Eh, na relação com Deus, eu tô o tempo todo aprendendo, o tempo todo em formação. Ele está estabelecendo a partir das dinâmicas da vida eh como eu devo funcionar e como devo servi-lo em todas as áreas da vida. >> Pastor Ângelo, posso colocar uma pimentinha na conversa aqui? >> Uhum. Eh, eu acho maravilhoso, pastor Sávio falou, eh, eu acho que é isso, mas eu acho que a gente, eh, tem que ter uma perspectiva também de dinâmica prática, eh, porque muitas vezes, eh, o que a gente faz é trazer uma inversão do ministério até para cima do nosso próprio relacionamento com Deus. Então, há sim no dia a dia e na prática, a maneira como a gente vive, ainda que a gente entenda que eh não dá para você eh fazer essa divisão, porque há uma completude, né? E a gente falou sobre isso, a vida não é departamentalizada, mas existe uma questão que eh OK, talvez não seja elencar uma ordem prioritária, mas perceber como a gente tem uma tendência, uma vez que estamos no mundo instável, contaminado pelo pecado, a fazer algumas inversões que elas vêm de coisas eh muito práticas. E uma coisa que eu tenho visto no ministério é que muitos ministérios e eles estão à frente não só do relacionamento familiar, mas até mesmo do relacionamento com Deus. Você tem pessoas que elas têm, né, um baita ministério, até brinquei, não é nem mini nem estéreo, né, é big e é fértil, né, é um negócio sensacional, mas eh não é real aquele aquele relacionamento com Deus. Então eu concordo, eu acho que é difícil a gente fazer isso. A gente não vai departamentalizar, mas a gente tem que ter um um cuidado muito grande para que a gente não se perca nisso em relação a algo que a gente entende e tem certeza que é bom, né? Pregar o evangelho, servir ministerialmente, né? Abrir igrejas, tudo isso é maravilhoso. Mas como é que tá isso diante, né, do meu relacionamento com Deus e daquilo que Deus coloca? Eh, tem que estar junto, né? né? >> O senhor concorda? Reverendo Rost quem? Essa polêmica tá boa, >> vai tomar partido ou >> não? Mas eu acho que o Rodrigo já concordou um pouco com o Sávio quando ele disse que não dá para você criar. >> Aqui a gente discorda concordando e concorda família a caixinha da família. Agora a caixinha assim toda a nossa vida, nós aprendemos com os reformadores, é vivida diante da face de Deus e nós vivemos pra glória de Deus. Deveríamos viver pra glória de Deus o tempo todo. O grande problema é o que Calvino disse, que o nosso coração é uma fábrica de ídolos. E aí você tem que tomar cuidado porque, e eu ia fazer até uma pergunta para você, você tá querendo que essa pergunta se aplique mais a pastores ou a membros de igreja em geral? É, na verdade o Rodrigo ele caminhou nesse sentido, né, de falar de pastores, mas eu acredito que a pergunta envolva mais aspecto geral, >> porque porque no nosso caso, muitas vezes a gente tem que tomar cuidado para o nosso desempenho ministerial não se tornar uma idolatria e e também eh nós não tirarmos a nossa identidade do nosso desempenho ministerial, porque a nossa identidade vem de quem nós somos em Deus, do que Cristo fez por nós e do nosso relacionamento com o Senhor. Mas o nosso coração é uma fábrica de ídolos. Então, por exemplo, eh se alguém faz uma crítica para nós como pastor, nós somos homens, vai doer. Mas se você, se essa crítica te mata e te destrói, é porque talvez seu ministério seja um ídolo e o seu desempenho seja um ídolo. Porque nós não somos perfeitos. A a o desejo, o anseio de perfeição que nós temos é satisfeitos daquele que é perfeito, naquele que nos amou e deu a vida na cruz por nós. Tendo dito isso, vamos descer pro terreno prático, como Rodrigo disse, né? Eh, eu creio que se nós temos essa perspectiva de que toda a vida tem que ser vivida diante da face de Deus, a gente vive intensamente o ministério, mas a gente separa tempo para buscar o Senhor, porque a gente sabe que sem ele nada nós podemos fazer. Nós nossas esposas se casaram conosco, elas sabem da intensidade ministerial que nós temos, mas nós não vamos abandoná-las e e cada um tem sua realidade dentro de casa. Por exemplo, paraa minha querida esposa, é extremamente importante que eu tenha um momento de qualidade com ela durante a semana. Eu tenho a alegria de morar na cidade das melhores padarias do mundo. Então eu tento pelo menos uma vez por semana levar a Cleusa para tomar um café. >> Cleusinha, se você está assistindo do Brasil, né? Uma promessa agora toda semana fal isso em todo lugar. Eu f com ela nos encontros de casais. É óbvio que tem dia que ela que ela que não dá para ir, o dia que os pequenos estão ela fala: "Não, vamos semana que vem". Mas aí foi ela que me liberou. Mas eu tento, eu tento ter um tempo de qualidade, de pastoreio com ela pelo menos uma vez por semana. Um dos grandes desafios, né, na correria de São Paulo é mais desafiador, mas manter o culto doméstico. Eu não consigo estar com as crianças o tempo todo, mas eu me lembro quando as crianças eram pequenas em Brasília, culto doméstico todo dia, tô investindo na vida espiritual deles e tento tirar da cabeça da minha família essa dicotomia de família e igreja, porque às vezes se cria uma animosidade e e eu sento com os meus filhos, falo: "Meus filhos, vocês têm que amar a igreja. Jesus morreu por ela. Ela é a noiva do Senhor Jesus. Ela custou o sangue do eterno filho de Deus. Então vocês são filhos da aliança para vocês. É um privilégio fazer parte da igreja, é um privilégio ir aos cultos, é o privilégio consagrar a vida de vocês, porque eu tenho que ensiná-los a amar a igreja e tenho que discipulá-los, porque agora se o pai abandona a família e se atira pro ministério, tá em pecado. Precisa se arrepender e se voltar pro senhor. Pastor Emílio, não não >> tenho nada muito mais acrescentar, só lindo na linha do que Roster trouxe sobre idolatria. Nosso coração ele é realmente muito perigoso. Qualquer uma dessas áreas da vida pode se tornar idólatra. A gente pode amar o ministério acima do Senhor, tirar disso nosso valor. As pessoas podem amar a família acima do Senhor também e idolatria de filhos, idolatria de cônjuge, essas coisas acontecem. E a gente tem que estar sempre atento a essas coisas todas mesmo, para ordenar o nosso coração da forma correta. Bem, eh, Reverendo Roster, vamos falar mais um pouco sobre a questão do avanço missionário, mas pensando naquilo que temos visto aí no nosso dia a dia, porque nós como presbiterianos, geralmente entendemos, geralmente, né, geralmente entendemos que a nossa interpretação da palavra de Deus está correta. Geralmente é assim, né? Mas Mas às vezes, às vezes, às vezes a igreja ela realça muito isso, né? Realça tanto, mas tanto, mas tanto, que a gente não percebe eh um efeito missionário na igreja. Então a pergunta ela tem a ver com isso. Como confrontar ou como aconselhar, dependendo da perspectiva que o senhor queira adotar, biblicamente, igrejas, congregações que celebram as doutrinas da graça, que creem aquilo que nós cremos, né, mas são indiferentes à urgência da missão. Ou seja, há a ortopraxia, a a ortodoxia, mas não há a ortopraxia missionária nesse sentido. Como o senhor aconselharia uma igreja nesse sentido? Boa pergunta, reverendo Ângelo. E muitas vezes ocorre que as igrejas acabam tendo as ênfases dos principais dons dos seus pastores. Esse é esse é algo que nós vemos muitas vezes acontecendo. Mas uma das bênçãos que nós temos como igreja presbiteriana e nas últimas décadas no nosso país tem sido ressaltado isso. Eh, você geralmente entra numa igreja presbiteriana e você vê pregação bíblica expositiva. E se você for pregar a palavra de Deus de maneira expositiva, sequencial, inevitavelmente você vai ser levado à ênfase evangelística. Porque em determinado momento você vê Paulo confrontando um pecado de falta de unidade em Filipenses, um pecado de divisão de igreja em Corinto, mas daqui a pouco ele tá aplicando o evangelho, despertando a igreja paraa evangelização. Então, eu creio que a pregação fiel da palavra de Deus, expositiva, centrada em Cristo, ela educa a ponto de que as pessoas alimentadas pelo Senhor vão conhecendo o Senhor e elas se despertam cada vez mais para fazer a obra de Deus. Porque se você expõe o texto no seu contexto, todos nós sabemos que o centro da escritura é Cristo. E nós vamos inevitavelmente anunciar o evangelho em nossos sermões. Quando nós anunciamos o evangelho em nossos sermões, os crentes que estão ali eh nos ouvindo pregar, eles vão aprendendo com o nosso método de pregar. Então eu tive alegria, pastor Angelo, de lecionar a pregação no seminário do Chile e no seminário de Brasília. Mas um fenômeno muito interessante que Deus nos deu a benção de viver na igreja do Guardadores, que foi que depois de 10 anos lá, irmãos que nunca frequentaram a classe de homilética, aprendendo, aprenderam a pregar, ouvindo o pastor expor as escrituras. E elas se levantavam, expunha as escrituras porque elas estavam ali todo domingo ouvindo a pregação da dependência de Deus, fiel da palavra de Deus. Então, isso faz com que as pessoas sejam alimentadas. Mas eu acredito que também eh o testemunho do pastor e o exemplo do pastor e não só do pastor, dos presbíteros da igreja, do corpo de liderança da igreja, faz toda a diferença. Porque se o pastor tá lá na frente dizendo, irmãos, preguem o evangelho, mas a igreja nunca viu o pastor pregar o evangelho para ninguém, nunca viu ele se mover para entregar um folheto para uma pessoa, nunca viu ele numa visita no hospital falando de Cristo para ninguém. Então, no aconselhamento nós falamos de Cristo. Na visita no hospital nós falamos de Cristo. Na visita no lar nós falamos de Cristo. No públito nós falamos de Cristo. Na escola dominical a gente fala de Cristo, porque Cristo é o centro da escritura e da nossa vida. Então, quando a escritura está no centro da igreja, e eu não tô falando isso romanticamente, não, eu creio sinceramente que todas as áreas da igreja vão sendo despertadas, porque a palavra de Deus é viva e eficaz, né? E ela tem o poder de colocar as coisas nos seus devidos lugares. >> Amém, pastor. Eh, o senhor mencionou nessa questão de Cristo como centro, né? E a próxima pergunta tem a ver com hermenêutico, a interpretação. E eu queria fazer essa pergunta inicialmente para o reverendílio Garófalo, porque é uma pergunta bem comum da igreja, porque a gente costuma falar de que ah, isso se aplicou a Cristo, isso se cumpriu em Cristo e assim assado. Mas a dúvida ela parte desse pressuposto e pergunta: Como o senhor sabe quando um texto do Antigo Testamento ainda vale para hoje? E quando ele já foi cumprida em Cristo, como é que o senhor sabe? É, >> o senhor pode nos contar o segredo, porque porque >> a gente tem uma horinha para conversar sobre isso. >> Vamos resumir a matéria toda em 3 minutos. >> Aula completa de hermenêutica, né? É, esse assunto é muito importante mesmo. Acho que começa com a gente lembrar eh algo que até Rodrigo trouxe mais cedo na na sua oficina, lembrar que a Bíblia tem só uma história, não são um monte de histórias, uma grande história que tem um monte de grandes capítulos, pequenos capítulos, mas tudo interligado. Então, de alguma forma, toda e qualquer passagem do Antigo Testamento tá apontando para Cristo de um jeito ou de outro, mais explicitamente, mais implicitamente, por meio de uma promessa que é cumprida, por meio de uma sombra que é revelada, por meio de uma lei. De alguma forma sempre tem uma relação. Sim, eu imagino que que quem perguntou tá querendo mais saber é a questão das leis. Ah, isso aqui caiu em desuso, isso aqui ainda não, assim por diante. Eu acho que, >> por exemplo, a questão da barba, o que que o senhor acha? >> Eu sou pró pró barba. É, não dá para ver não. >> Eu estou fora da lei. Eh, Eh, eu acho que o grande, o guia seguro é a própria escritura. Quando você lê o Novo Testamento, você vê a forma que o apóstolo Paulo lida, por exemplo, com leis, com sombras, com tantas coisas. Tem várias passagens do Novo Testamento que explicam: "Ah, tal coisa era sombra do que viria, por isso não se aplica mais e assim e assim por diante." É, é mais difícil, principalmente na parte dos profetas, porque tem muita coisa, muitas das profecias têm cumprimentos múltiplos ao longo da história da redenção. Algumas coisas já se cumpriram, outras não. E e você vai ver entre os estudiosos mesmo, nem sempre tem concordância. Então não dá para te dar uma resposta segura e falar assim: "Se você fizer isso assim, sempre vai dar certo." Tem algumas coisas que a gente realmente fica em dúvida mesmo. Até até os próprios sermões escatológicos de Jesus, a gente fica em dúvida sobre o quanto já se cumpriu ou não. Temos diversas leis de interpretação e assim por diante, >> mas lembra disso. Primeiro, toda a escritura aponta para Cristo. Ela sempre tá se voltando para essa grande história da redenção. Segundo use o próprio Novo Testamento como um guia seguro disso. as cartas paulinas, os evangelhos, tantas e tantas vezes eles citam o Antigo Testamento explicando, ó, aconteceu em Cristo, aconteceu desse jeito e assim por diante. >> Amém. Pastor, eu queria fazer agora uma pergunta para o reverendo Rodrigo. >> Vamos lá, >> reverendo. Eh, o texto de Primeira Timóteo segundo, ele fala sobre a modéstia no vestir no vestir e no texto fala-se então da questão da vestimenta das mulheres. Mas como aplicar isso hoje sem que isso vire um legalismo ou um liberalismo? >> Boa pergunta. Vamos lá. vamos tentar olhar, né, para essa perspectiva. Eh, a gente não tá aqui numa dinâmica de colocar a vestimenta mais simples, não é isso, né? A dinâmica de de modéstia nesse nesse caso específico, mas talvez uma maneira sábia, né, de fazê-lo, né? E eu acho que assim, a gente tem alguns aspectos de bastante liberdade, algumas perspectivas, né, mas de muitos direcionamentos bíblicos também, né? Então eu acho que sendo muito prático quando uma mulher pergunta biblicamente falando, eu olho pro meu guarda-roupa, como eu devo me vestir? Eu acho que a Bíblia traz alguns direcionamentos claros, né? O que que isso, né, tá trazendo primeiro ao seu coração? Porque eu acho que o ponto de partida é a motivação. Então, primeiro é a motivação. Às vezes ela tá eh usando alguma coisa com uma motivação que é escusa e esse já é um primeiro problema. A motivação por detrás de colocar e de escolher aquela roupa qual é. E isso pode ser por si só um problema. Ah, não, pastor, mas eu escolhi essa roupa. Ela é um tanto quanto indecente, mas ela não é, a minha motivação não era essa. Tem um ditado que eu gosto bastante que é assim, né? A mulher de César não basta ser honesta, ela tem que parecer honesta. Então, se não é sua motivação, eh, pareça também transpareça a sua motivação. Então, sendo diretamente, né, eh, bem direto nessa resposta, então eu acho que é isso. Eh, olhe pra sua motivação e traga também eh essa percepção do que as pessoas estão olhando, né? Não apenas a sua honestidade, mas transpareça a sua honestidade. >> Amém. Pastor, agora tem uma pergunta aqui pro senhor reverendo Antônio Sávio. >> Ô, essa é boa, hein? Essa eu quero responder também. >> Essa aqui é interessante. Eu senti aqui uma preocupação, né? E como eu vi que o senhor ficou bem intrigado com a anterior, deixei essa aqui pro senhor, tá? tá? >> Essa essa é que eu tô pensando. >> Mas por que que a gente e gente deve se referir ao contexto da pessoa, né, e tal? Porque a gente segue tanto a confissão de fé de Westminster e não só a Bíblia pura e simples. Bom, se como como já foi dito aqui por Rost, a própria confissão, ela afirma a Bíblia, não é? A Bíblia é de fato a nossa única regra de fé e prática. A confissão é um sistema simplesmente da gente interpretar. Eu eu uso essa analogia quando tô ensinando discipulado lá na igreja. Eh, as nossas doutrinas elas são como fosse o cercado de proteção para o rebanho tá protegido. Mas a gente não se alimenta de cerca, a gente se alimenta do pasto. O pasto é a Bíblia, é a palavra de Deus. A nossa confissão, ela serve como se fosse esse cercado de proteção pra gente não tá comendo erva daninha, a gente não tá comendo coisa fora, coisa ruim, coisa que vai estragar a nossa vida. Então, mas a gente se alimenta da palavra de Deus. A palavra de Deus, de fato, é quem nos sustenta, quem nos fortalece, quem nos ensina, quem nos adestra, quem nos conduz ao Senhor. É a palavra e não a confissão de fé. Deixa eu dar uma parte tô bem conciliar hoje aqui. Não, eu gostei muito da analogia, né? Eu gosto de usar uma também e que é a baliza, né? Eh, pintar no chão o o lugar certo para você estacionar, né? Eh, eu acho que isso é uma é uma boa referência para nós, né? E aí eu lembro que eu comecei a pensar eh sobre isso e fazer essa comparação em uma situação que eu vivia. Eu tava eh numa cidade lá no Brasil, cidade de Vitória, no Espírito Santo, tinha ido falar num evento. E aí eu tava dirigindo e fui fui para um restaurante encontrar com o pessoal e aí eh quando a gente foi parar no restaurante tava vindo, né, em uma mão de um lado. E aí o restaurante que ficava aqui desse lado da rua tinha todas as ah marcações do jeito inverso. Então só se eu tivesse vindo de lá para cá eu conseguiria parar. tinha muitos carros e do jeito que eu tava, eu não eu não conseguia efetivamente eh enxergar ali muito bem, mas a marcação ali no chão ela ela me ajudou a colocar o carro pelo menos ali de uma maneira onde eu não batia em carro nenhum, né? Então, eu acho que isso é muito interessante. Você trouxe a ideia do cercado porque eh quando a gente pensa na confissão de fé como uma baliza, né, como a referência, ela nos ajuda muito a não colocar a roda toda pro lado de fora. Eh, parece algo, né, bem bem bem simples, esdruxulo, né, mas ela te ajuda muito a ter essa perspectiva. É claro que às vezes, se você fizer como eu fiz lá, vai chegar alguém, minha esposa fala assim: "Nossa, tá dá mais ou menos, né? Esse pneu aqui tá encostando". Mas tava dentro, né? >> Posso fazer uma parte da parte? >> A parte da parte. >> E a importância, >> a importância de cercas ou de balizas é porque simplesmente não tem duas pessoas no mundo que concordem com o que que é que a Bíblia ensina pura e simplesmente. >> Exatamente. >> Nós não não concordamos com isso. A gente poderia falar: "Não, vamos só crer no que a Bíblia diz, tá?" Mas é como as perguntas: o que é a Santa Ceia? O que é o batismo? Como deve ser o batismo? O que é o Espírito Santo? Como o Espírito age? O que é a justificação? Esses temas permitem inúmeras respostas. Então, quando a gente fala assim: "Ah, não, a gente só segue a Bíblia". A gente não concorda sobre o que a Bíblia diz em cada detalhe. Por isso que desde o início da história da igreja percebeu-se a necessidade de fazer credos e depois confissões, que são credos mais elaborados, justamente para definir qual é a cerca. Se alguém crê que o Espírito Santo não é uma pessoa, ele é crente, ele é cristão. Se alguém crê que Jesus é uma criatura e não Deus como Deus Pai, ele pode ser considerado um cristão. Então você tem que você teve que desde o início fazer essas cercas para saber o que que tá dentro da baliza, o que que o que que vai cair no abismo, o que que é comer da erva daninha e assim por diante. Posso falar também? Que bção maravilhosa, né? >> Não saia da baliza, por favor. >> Não vou não. E aqui aqui >> acordar disso agora. Pelo contrário, eu vou eu vou eu vou concordar e louvar a Deus, porque nossos símbolos de fé são maravilhosos e todos nós quando nos tornamos pastores da Igreja Presbiteriana do Brasil, nós juramos lealdade aos símbolos de fé. E eu mesmo já tive alegria nas igrejas que pastorei de ensinar a confissão de fé inteira e até ensinar chorando quando fala da predestinação dos santos, né? maravilhoso texto. E só que não obstante a palavra de sávei e a gente tem que tomar um cuidado porque a própria confissão de fé nos ensina a tomar. Eu já vi nos dias de hoje gente eh infelizmente ouvi falar de um professor de seminário certa vez que motivava os alunos a abrirem mão em sua devocional de estudar as escrituras para não ler as escrituras, ler a confissão de fé. Ele ao fazer isso, está atuando contra as escrituras e contra a própria confissão de fé. Porque a confissão de fé, ela não se propõe ser a palavra de Deus. Então, quem faz isso está se levantando contra a própria confissão de fé. E e quando alguém diga assim, diz assim: "Eu não posso interpretar a Bíblia sem a confissão de fé". Nós cremos que a confissão de fé é a melhor explicação das escrituras, mas só a palavra de Deus é inspirada, infalível e inerrante. A Bíblia é revelação de Deus. A conção de fé é a melhor teologia que existe, >> graças a Deus. >> Então, então assim, nós não podemos, temos que tomar cuidado com isso. Nós amamos nossa confissão de fé, mas nós não equiparamos nossa tradição à palavra de Deus. Porque se nós colocarmos a nossa tradição acima da palavra de Deus, nós vamos fazer o que que você falou no início. Vamos voltar pra Igreja Católica Romana. Romana. >> Justamente, >> porque o problema da Igreja Católica Romana é que ela coloca a tradição dela acima da palavra de Deus. Então, nós temos nossa tradição, nós amamos nossa tradição e a nossa tradição se submete à palavra de Deus. >> Uhum. >> E ao evangelho. Isso é algo que nós temos que estar atento. >> Graças a Deus. Ferendo. Nós estamos chegando ao final desse primeiro momento, irmãos. Amanhã teremos outro momento e todos estão convidados. Mas vamos encerrar com uma pergunta e considerando que nós temos eh uma ênfase muito grande na nossa igreja, incentivo a leitura, temos uma biblioteca, temos uma livraria missionária que queremos que você visite, inclusive conhecer os títulos, investir na sua vida, porque a Bíblia é a palavra de Deus. A confissão de fé é o melhor sistema de interpretação das escrituras, no nosso entendimento, e muitas outras literaturas, Deus nos dá graça de fazer e ter acesso para que o conhecimento de Deus esteja mais claro no nosso coração. Então, é importante investir, é importante nós fazermos isso. Então, queria que cada um de vocês, pastores, pudessem em um minuto indicar uma literatura, um livro importante, um livro que marcou a vida de vocês. Eh, é um, é um que não seja a Bíblia e a confissão de fé, OK? Mas um livro que vocês acham muito importante que o crente, que o cristão tenha acesso, estude, leia para o seu crescimento pessoal. Começando com Emílio, seguindo Roster, depois Sávio e terminando com Rodrigo. >> Eh, esse semestre fizemos na nossa escola dominical uma classe de chamada Clássicos da Teologia Cristã. A cada semana a gente lia trechos de algum dos grandes livros que o cristianismo produziu e o grande objetivo disso era botar a turma para ler os originais mesmo. O CS Luz dizia que eh cometemos um erro. Muitas vezes a pessoa que quer aprender sobre Platão, a última coisa que ela faz é pegar Platão para ler. Ela vai comprar um livro sobre Platão, em vez de pegar o primeiro, o próprio. E a gente comete esse erro na igreja. A gente quer aprender sobre Calvino e compra um livro, sei lá, que o Rodrigo escreveu sobre Calvino, o que escreveu sobre Calvino, é, ou alguma coisa assim, em vez de ler o próprio e e ele é bom e é um clássico justamente porque ele é muito melhor de ler do que os livros escritos acerca dele. Então, minha recomendação seria institutas mesmo. A gente fez um grupo de estudos lá, cara, você tinha que ver que delícia. Tinha adolescentes e senhorinhas lendo e falando isso aqui. Era muito mais fácil do que eu pensava, pastor. Eu achava que era difícil. E não é, Calvino? É extremamente devocional, extremamente profundo, extremamente interessante de ler e muito muito bom. Tem, a gente tem agora na uma edição da cultura cristã, que é um, acho que um dos problemas é que a nossa tradução era um português muito arcaico. Aqui a gente tinha hoje já tem um português bem legível, bem bem legal de lemeso da cultura cristã, que você certamente vai tirar grande proveito e vai ser muito bacana. Claro que se alguém quiser pode falar comigo que nós encomendamos, tá? Para você ter acesso a essa literatura. Reverendo Roster, >> eu acho é uma tortura. Reverendo senhor pediu a gente para indicar um livro só. Hã, é uma tortura. Tô me sentindo torturado aqui. Hã, então d Não pode repetir. Então, Emílio já falou não. >> Eu vou passar aqui pro Antônio Sávio. O senhor vai pensando aí. Passa. Vai pensando aí. sabe já tá na ponta da língua. língua. >> Tô revendo já sabe. Você vai pensando aí. Bom, eh, o meu é muito simples, apesar de ser muito profundo, pelo menos para mim, eh, um livro de Ronaldo Lidório, Liderança e Integridade. Ele é muito profundo e, ao mesmo tempo também muito aplicado. Então, fica ali cheio de ideias, de sugestões, de confrontações, de reposicionamentos. Esse livro de Ronaldo é um livro meio que de cabeceira para mim. Então, uma vez por outra eu preciso ler de novo e repensar de novo. É extraordinário. Além de ser para mim pelo menos muito devocional, me resgata, me traz de volta ao Senhor. Então, é um livro muito bom. Rodrigo, >> vamos lá. Eu eu costumo fazer essa separação por por áreas, né, para poder ficar com o meu coração mais tranquilo. Então, dentro das áreas, eh, como Emil já trouxe a teologia, eu vou paraas minhas áreas mais de atuação. Pensei aqui se eu falava de liderança ou se eu falava de eclesiologia, vou ficar na ecliseologia. Ah, tem um livro do pastor Tim Keller que chama Igreja Centrada, que teve uma importância muito grande, né, na minha compreensão ministerial, o jeito de ser igreja e principalmente a percepção de que o evangelho tá no centro, porque é o lugar do equilíbrio, né? Então, eh, eu vou de igreja centrada >> agora. É você, >> será que o Roster já descobriu qual é o número um? número um? >> Não, eu eu descobri. >> Ah, muito bem. >> Para mim, eu vou indicar um pros irmãos, mas para mim, >> olha só que ele arranja um jeitinho. >> Para mim, pastor, os comentários do Reverano Augusto Nicodemos Lopes, eles me ajudam muito na minha vida devocional. Eu eu amo expor as escrituras e e você pega os comentários de Augustos lá, o pessoal das editoras até reclama que vende pouco, porque cada um é um calhamaço, mas são livros que assim me alimentam espiritualmente porque o reverendo Augustos tem o dom de ensinar com clareza a palavra de Deus. Então, eu sou muito abençoado. Na pandemia, eu li uns dois comentários dele romanos bem grandão assim, me abençoou muito. Mas um livro para indicar que trouxe grande impacto paraa minha vida eh nesses últimos 10 anos foi um livro de Timoth Keller também chamado Deuses Falsos, né? Esse livro é muito precioso porque a palavra de Deus nos ensina que nós fomos criados para adorar. E não é por acaso que o primeiro mandamento diga: "Não terás outros deuses diante de mim". E quando eu li esse livro, o meu coração, pastor Ângelo, foi exposto. Eu não achava que eu era um idólatra. E quando eu lia esse livro, eu eu chorava cada capítulo. Eu falava: "Meu Deus do céu, eu sou um idólatra, mas que bção que Cristo é a cura paraa idolatria." Então eu quero indicar esse livro pros irmãos Deus falsos de Timoth Kell. Amém. Graças a Deus. Eu espero que todos que estão aqui presentes tenham sido edificados com as respostas dos nossos amados irmãos. Você que está online acompanhando esse momento, que Deus te abençoe. Você pode deixar aí também a sua pergunta. Vamos depois divulgar um link para o segundo momento amanhã, onde esses pastores também estarão conosco. Acredito que só Rosta. Roster estará >> que hora que vai ser? >> À tarde. >> Não, eu prego e vou embora. Aí Rós não estará, mas os demais irmãos estarão aqui conosco e será um momento edificante também como foi esse da tarde. Então que Deus abençoe. Muito obrigado, amados irmãos, pela cooperação. Que Deus abençoe vocês, nos abençoe, porque temos um culto logo a seguir e temos aí no dia cheio a conferência família e Missão só está começando. continue conosco. Jovens, jovens e adults, vamos ter um momento de reflexão para começarmos nosso programa de culto e a gente preparou um prelúdio, mais um para vocês. Ah. Ao sentir o mundo ao o mundo ao meu redor. Só um minutinho, gente. Obrigada. Ao sentir o mundo ao o mundo ao meu redor, nada vi que pudesse ser real. Eu percebi que todos buscam paz, porém em vão. vão. Pois naquilo que procuram não há solução. Não há solução. Em Jesus, a paz real eu pude encontrar. O seu amor pude experimentar. Me entreguei a Cristo e a vida eterna vou gozar. Posso ver que você não é feliz. Vou dizer que não pode ser feliz. Se continuar a procurar a procurar em vão em vão por caminhos que não trazem solução. Não trazem solução. Só em Jesus a paz real. Você vai encontrar o seu amor vai experimentar. Venha Jesus Cristo e a vida eterna vais gozar. Só em Jesus. Rapaz real, você vai encontrar o seu amor vai experimentar. Venha Jesus Cristo e a vida eterna vai gozar. Benção. Graça e paz a todos, amados. Amém. Ainda temos o culto agora e temos mais à noite, gente. Ainda tem que ter energia para muito. O que são as crianças, né? A Gemima começa a cantar ao sentir o meu mundo ao redor, ele vê o mundo, os pais aqui, ele vem procurar o mundo dele. Gemima, é isso. E quando nós certamente sentimos Jesus, nós sentimos ah que o nosso mundo está sendo sustentado, protegido por ele. Louvado seja o Senhor. Quero convidá-los a se colocarem de pé. Farei a leitura no Salmo 63, do versículo 1 até o versículo 7. Iniciando esse tempo de adoração ao Senhor, esse culto ao Senhor, continuemos louvando, bendizendo esse Deus tão gracioso, esse Deus que é o nosso Deus forte. Salmo 63 de 1 a 7 nos diz assim: "Ó Deus, tu és o meu Deus forte. Eu te busco ansiosamente, a minha alma tem sede de ti. Meu corpo te almeja como terra árida, exausta, sem água. água. Assim eu te contemplo no santuário para ver a tua força e a tua glória. Porque a tua graça é melhor do que a vida. Os meus lábios te louvam. Assim cumpre-me bem dizer-te enquanto eu viver. Em teu nome eu levanto as mãos. Como de banha e de gordura farta-se a minha alma. E com júbilo nos lábios a minha boca te louva. no meu leito, quando de ti me recordo, em ti medito durante a vigília da noite. Porque tu tens sido auxílio, a sombra das tuas asas eu canto júbilo. Louvado seja o Senhor. Baixa a sua cabeça. Vamos adorar o nosso Deus nesse momento. Deus, nós somos gratos ao Senhor porque tu és o nosso Deus forte, a quem nós podemos nos achegar e nos prostrar, confiando, ó Deus, que absolutamente nada vai nos faltar, porque a tua graça já foi derramado sobre as nossas vidas. Graças te damos por todo o tempo que aqui já passamos neste dia. Desde o dia de ontem temos ouvido a tua voz. Continue falando ao teu povo em nome de Jesus. Ó Deus, edifica a tua igreja, desperta a tua igreja, anima a tua igreja. Só o Senhor pode fazê-lo. Dê, ó Deus, força a cada um dos teus servos para que nesse tempo nós possamos louvá-lo e bendizê-lo. Em todo tempo, nós devemos bendizer ao Senhor com a nossa vida, com os nossos lábios, com o proceder da do nosso coração. Ó Deus, que em nome de Jesus este momento, esse tempo precioso seja dedicado somente ao Senhor. Que cada ato, cada louvor, cada palavra dita aqui pelo teu servo, certamente, ó Deus, seja gracioso diante do Senhor e que o nosso coração receba para edificação das nossas vidas. Graças te damos em nome de Jesus. Amém. Vamos louvar ao nosso Deus. Esse Deus que nos sustenta, esse Deus que tem sido gracioso todos os dias. Louve com toda a força da sua alma e do seu coração. Tu és santo. >> Tu és santo, >> poderoso. >> Poderoso. >> Tu és digno. >> Tu és digno de >> todo louvor. Todo louvor. >> Seguirei. >> Seguirei >> teus caminhos. >> Teus caminhos. >> Te amarei. >> Te amarei >> para sempre. >> Para sempre. Eu és o Senhor e o Rei dos reis. Todo poderoso, poderoso, o Senhor faz, Deus é um prócipa, paz e ressuscitou, venceu na cruz salvação. Hendra, Hendra, paz e libertação. Salva o ômega sempre fim. Salvador Messias, tu és tudo para mim. Tu és meu Deus de pai. Quero vibrar minha vida em ti. Mais uma vez início. Tu és santo. >> Tu és santo. >> Poderoso. >> Tu és digno. Tu és digno >> de todo louvor. >> De todo louvor. Seguirei, Seguirei, >> seguirei >> teus caminhos, teus caminhos. >> Te amarei, te amarei te amarei >> para sempre. >> Para sempre, para sempre. Tu és o Senhor. Tu és o Senhor e o Rei dos Reis. ao poderoso senhor das vezes eu me protecitou na cruz salvação vida, mas libertação simples, fim salvador Messias, tu és tudo para mim. Tu és meu Deus de paz. Quero viver minha vida em ti. Tu és meu Deus de paz. Tu és meu Deus de paz. Quero viver minha vida em ti. Posso ouvir mais uma vez a igreja declarando isso? Tu és meu Deus de paz. Quero viver minha vida em ti. >> Que seja assim todos os dias da nossa vida. Amém. Meus irmãos, tem uma canção que a igreja não conhece, mas que é uma canção muito abençoada, que tem a ver com o tema da nossa conferência. Eu queria cantar com vocês, ele é muito fácil e fala sobre nós estarmos preparados paraa vinda de Cristo. Nós não sabemos o dia nem a hora, por isso a palavra nos convida a vigiar. Presta atenção na letra dessa canção. Eu estou preparado com os olhos do alvo com meus pés sobre a rocha. Com as mãos no arado, eu estou eu estou preparado. Submissual cabeça. e ligado ao povo em serviço e amor. O refrão diz assim: "Já estou preparado, pois eu não sei o irá, nem sei a hora. que vem, meu Senhor, já estou preparando para a vinda de Cristo. Certamente, que serve ele vem. Eu estou Eu estou preparado, não amando o mundo, não tomando sua forma, não amando os prazeres. Eu estou preparado, pegando a mim mesmo, tomando a cruz, seguindo a ti, Senhor, seguindo a Jesus. Só estou preparado, pois eu não sei o dia, nem sei a hora em que vem, meu senhor, já estou preparado. para a vida de Cristo. Ele vem certamente ele vem. Que se ele vem. >> Já estou preparado. Vamos dizer mais uma vez. Já estou preparado, pois eu não sei o dia, nem sei a hora em que vem, meu Senhor. Estou preparado para a vinda de Cristo. Certamente ele vem. E que cedo ele vem. Se ele vem, certamente ele vem. Eis que cedo ele vem. E nós aguardamos por esse dia, Senhor, e clamamos para que o nosso coração realmente esteja ansioso por esse encontro, que nós estejamos preparados com os nossos olhos no Senhor, com o nosso coração em Ti, Senhor, ainda que neste mundo, mas com o nosso coração na eternidade, aguardando o dia maravilhoso da tua vinda, do teu retorno, desse reencontro, onde estaremos eternamente contigo, Senhor. Nós dissemos Maranata, hora vem, Senhor Jesus. Tu és Deus, nosso Senhor. Somos Deus criados para o teu louvor. Teras sendem a ti multidões se prostram em teu louvor, pois só tu és Deus e todo poder é teu rendemos louvor. A Cristo, o Senhor te exaltamos, Jesus. Exaltamos. Te adoramos, rei da terra, céus, céus, >> rei da nossa vida. Se tu és anjos, homens, todos todos cantam. cantam. Santo Santo és és Jesus. Tu és Deus, nosso Senhor. Somos Deus criados para o teu louvor, pois só tu és e todo poder. Teu Senhor nos louvou. A Cristo, Senhor. Exaltamos, te adoramos, rei da terra e o céu. Anjos, homens, homens, todos todos cantam. cantam. Santo Santo és és Jesus. Jesus. Todo joelho se dobrará e toda língua confessará. Tu és o rei. Tu és o rei, Jesus. Tua igreja se adora, Senhor. Todo o universo se rende em louvor. Tu és o rei. Tu és o rei, Jesus. te adoramos rei da terraus anjos, homens, homens, todos todos cantam cantam santo Jesus. Recebe a nossa adoração, Senhor. Aleluia. Vamos nos sentar, queridos. Vamos nos preparar para ouvir a palavra do Senhor. Quero convidar o verendo Rodrigo a Leitão. Tivemos a oportunidade de ouvi-lo numa oficina agora à tarde numa roda de conversa. Reverendo Maurício Nepomuceno, por favor, venha orar pelo nosso irmão. Amado Senhor, deste a vida por nós e nos chamastes a uma nova vida e nos deste a promessa de que estarias conosco e que a tua palavra permaneceria em nosso coração. >> E tua palavra nos guiaria em um mundo de trevas caído como filhos da luz. Mais uma vez, Pai, nosso coração colocamos em tuas mãos para que tua palavra seja semeada. >> Amém. >> Para que a luz dos céus venha brilhar sobre nós e em nós e através de nós. Dá este teu servo, pai, teu servo Rodrigo, a direção do teu santo espírito. Usa a sua vida nesta hora para falar a seu povo e nos guiar. Queremos ouvir a tua voz. Deixe-nos contemplar as maravilhas da tua lei. Nós te pedimos em nome do Senhor Jesus. Amém. >> Deus abençoe. >> Verdade. >> As crianças de 3 a 10 anos podem ir paraa sua clase. >> Três. É três. Podem se retirar. Reverendo Vinícius já está aguardando vocês lá. Temos a nossa família em Missão Kids também. Obrigado. A sua vida tem valido a pena. Quando você olha paraas suas escolhas, paraas suas decisões, para aquilo que você tem dedicado o melhor do seu tempo, da sua energia, do seu foco, você pode dizer que tem valido a pena. Eu gosto muito de cinema, venho da área de comunicação e tem um filme lá do início dos anos 2000 que rendeu inclusive uma indicação ao Oscar, ao ator Jack Nicholson, a filme pelo qual ele ganhou um Globo de Ouro, o filme que foi premiado como melhor filme do Globo de Ouro em 2002 chamado Confissões de Schmith. Confissões de Schmith conta a história de um homem, Warren Schmith, interpretado pelo Jack Nicholson, que depois de 30 anos, três décadas trabalhando na mesma empresa, no mesmo lugar, enfim chega ao tão sonhado dia da aposentadoria. Ele então vai para casa, sorriso nos lábios, feliz, mas logo na primeira semana ele percebe que as coisas na vida real, do lado de fora da sua empresa, não eram assim como ele imaginava. Ele percebe a distância da sua esposa ou até mesmo da sua filha, não apenas porque ela estava morando do outro lado do país, mas porque emocionalmente eles já nem se conectavam. E ele começa a perceber que aquele negócio é mais complicado do que ele imaginava. Então ele tem uma brilhante ideia. Se as coisas estão ruins aqui comigo, imagina como tá lá na firma. Então chega numa segunda-feira, ele veste a sua roupa de trabalhar e ele chega lá na empresa que ele devotou as últimas três décadas. Mas quando ele chega lá, ele toma um susto. Afinal de contas, tinham colocado um outro rapaz para fazer a mesma função que ele fazia, muito mais jovem, que já tinha implementado processos muito mais tecnológicos. E o pessoal, na verdade, não tava mais sentindo tanta falta assim. Para falar a verdade, a empresa tava indo muito melhor sem ele. Ele volta para casa e ele tem uma certeza. Ele viveu uma vida que não valeu a pena. Eu vou te perguntar de novo. A sua vida tem valido a pena? Hoje mais cedo eu disse que os reformadores falavam de vivermos uma vida corandeu, uma vida diante da face de Deus, uma vida que vale a pena. E eu queria exatamente falar sobre isso nessa noite. E acho que a gente tem aqui a projeção, né? E eu queria convidar você a abrir ou a ligar a sua Bíblia na carta do apóstolo Paulo aos Filipenses, capítulo de número 2, versículos de 12 a 18. Eu vou fazer aqui a leitura na nova versão internacional. Tá aí o os meus slides estão aí com vocês. Jonathan, me socorra. Tá com Jonath, viu? É culpa dele. Vamos lá, pessoal. Então, tá bom. Ah, abra aí a sua Bíblia em Filipenses, capítulo 2, versículos 12 a 18. Eu vou fazer a leitura na NVI, na nova versão internacional. Você pode acompanhar na Bíblia que você tem em mãos. Assim, meus amados, como sempre, você não é o meu slide, o meu slide tá todo aí, ele não passou para vocês. Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram, não apenas em minha presença, porém muito mais agora na minha ausência. Muito obrigado. Vamos ver aí. A gente vai junto aqui. OK. OK. Ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele. Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e repreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo, retendo firmemente a palavra da vida. Assim, no dia de Cristo, eu me orgulharei de não ter corrido, nem me esforçado inutilmente. Contudo, mesmo que eu esteja sendo derramado como oferta de bebida sobre o serviço que provém da fé que vocês têm, o sacrifício que oferecem a Deus, eu estou alegre e me regozijo com todos vocês. Estejam vocês também alegres e regozijem-se comigo. Vamos orar mais uma vez. Deus eterno, que a sua palavra venha como uma espada penetrante ao nosso coração, nos trazendo sabedoria, sensibilidade, discernimento para compreendermos aquilo que o Senhor quer fazer em nós e através de nós, no nome de Jesus. Amém. E amém. Graças a Deus. Queridos, a carta que o apóstolo Paulo escreve aos filipenses se dá em um momento de bastante tensão. Paulo não está de férias no ano sabático, curtindo um momento de lazer, mas ele tá na prisão. Ele consegue perceber, mesmo na situação adversa, as possibilidades que o Senhor tem eh oferecido para que o evangelho seja pregado. E também ele traz de maneira muito clara aqui uma compreensão, a luz de Jesus, quem nós somos e a necessidade de vivermos uma nova perspectiva de vida. Então ele tá ali tentando ajudar aqueles irmãos naquele momento a viverem uma vida que vale a pena. E isso chega a mim e a você também. Então eu queria que nós olhássemos para esse texto com essa perspectiva. Como que a gente pode viver essa vida que vale a pena? E o ponto de partida não poderia ser outro. Ah, senão Eita, hoje é o dia, hein? Tecnologia, tá vendo? Tecnologia é bom, mas é ruim também. Uma vida que vale a pena, colocando o evangelho em prática. Olha só. Porém, muito mais agora na minha ausência, ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor. E aqui tem um aspecto interessante, porque a expressão que Paulo usa aqui, traduzida na Nova versão Internacional como ponham em ação. Você, porventura está com a versão Almeida revista e atualizada, você leu ali desenvolvam a salvação. Tem a ver com fazer uma coisa de forma plena, completa, perfeita, de modo que se termine, que conclua. Muito diferente de muitas coisas que a gente inicia e para no meio do caminho. Você já percebeu que a gente tem uma facilidade de começar algumas coisas e depois parar? Às vezes a gente faz isso com uma língua estrangeira, às vezes a gente faz isso com algum esporte. Você já percebeu? Tem uns esportes que de tempo em tempos eles ficam e na moda, né? Aí todo mundo tá andando de bicicleta, aí você vai lá e compra uma bicicleta, né? E aí muda e você compra aquilo. Aí de repente você tem lá jogado em algum canto da casa aquela parafernalha toda, né? E eu nem vou falar de academia, porque você sabe que academia, né? Eh, uma coisa que a gente paga para poder ficar com a consciência tranquila, né? Ah, geralmente a pessoa chega e pergunta assim: "Como é que tá a academia?" A gente responde: "Obrigado, querida. Como é que tá a academia?" E a gente responde: "Tá em dia." Tá em dia não significa que você tá indo, significa que você tá pagando para ficar com a consciência tranquila, né? E aí tudo segue. A gente começa e para. Começa e para. Mas Paulo tá falando de uma outra perspectiva, de algo que é pleno, que vai até o fim. O comentarista bíblico William Barkley certa vez disse que ah Paulo tá querendo dizer aqui o seguinte, pessoal. Olha só, não fica na metade do caminho, não. Não, não se satisfaçam com uma salvação que é parcial. Continuem até que a obra da salvação chegue a realizar-se em vocês de uma forma plena e definitiva. Ué, pastor, agora ficou complicado. Como assim uma salvação parcial? Metade do corpo vai pro céu, a outra metade fica. Como é que é esse negócio? O centro eu tava falando da igreja do ônibus, né? Quem não tava aqui de manhã, eu tava falando que muitas vezes a gente embarca na igreja do ônibus. A gente tem o endereço no céu e a gente tem o motorista, né, do ônibus, que é o pastor, afinal de contas, ele sabe o caminho do céu. Tem o tesoureiro da igreja que é ali o cobrador. A gente dá o nosso dízimo e mantém o nosso lugar. O pessoal da música tá cantando Caminhando voo para Canaã. Se você não vai, o problema é seu. E a gente tá aqui, né, com ar- condicionado ligado, as janelas e portas fechadas e não tá nem aí com o que tá acontecendo ali. Mas os efeitos da salvação, eles nos impactam de tal maneira que eles transformam a nossa perspectiva, a nossa maneira de enxergar o mundo à nossa volta e de enxergar o nosso papel agora como discípulos e discípulas de Jesus nesse mundo instável. instável. O pastor Tim Keller, em um dos seus artigos, certa vez escreveu sobre a diferença que os cristãos poderiam fazer na cidade. Ele disse, por exemplo, que os problemas da cidade precisam efetivamente ser os problemas dos cristãos. É fácil a gente olhar pro que tá acontecendo ao redor e colocar a culpa em alguém, mas o que que Deus quer fazer através de nós para fazer a diferença? muitas vezes até para subverter estruturas que estão contaminadas pelo pecado. Ao longo da história, nós tivemos inúmeros cristãos em posições estratégicas que Deus usou para mudar o rumo da história. A gente lembra de William Wilberforce lutando contra o tráfico de escravos na Inglaterra. A gente lembra de William Buffy do Exército de Salvação. A gente lembra da enfermeira Florence Nightingale. Tantos nomes que a gente pode elencar. de pessoas que olhavam pros problemas ao seu redor e se sentiam movidos a isso. Um outro aspecto tem a ver com a comunidade cristã, de fato, sendo um espaço acolhedor. A gente vive esse mundo plural, mas o único lugar de verdadeiro acolhimento é a comunidade dos discípulos. Eu sou plantador de igreja, tô envolvido com isso há mais de 20 anos. E plantação de igreja, você sabe como que funciona, né? Algumas pessoas vão chegando primeiro, vão se aproximando, vão ganhando um pouco mais de intimidade, né? Então, eh, sempre acontecia de uma pessoa que tava mais tempo na igreja chegar para mim e perguntar assim: "Pastor, senhor viu aquele moço, aquela mulher, aquele rapaz, aquele senhor que tava na igreja no último domingo?" E eu dizia: "Claro, porque plantador de igreja também conta até as formigas que estão na porta para colocar no relatório do presité, né? E aí a pessoa diz: "Então, pastor, eu preciso falar uma coisa sobre essa pessoa pro senhor". Eu sempre respondia: "Que joia! O que de bom você tem para me falar dessa pessoa? E eu não sei por, mas isso gerava sempre um constrangimento. Então, pastor, o que eu tenho para dizer não é assim tão bom. Eu sempre respondia: Ah, é? Então faz o seguinte, não me conta, não. Não, não, não. O problema não é com você, não é, é comigo. Eu sou um pecador miserável, desgraçado, né, pastor Pedro? É assim que a gente é. É, >> se você me contar isso, eu vou começar a olhar para essa pessoa desse jeito. Eu vou começar a pensar dela exatamente isso e aí eu tenho um problema, porque eu creio em um Deus que é capaz de fazer novas todas as coisas. Se ele mudou a minha vida e a minha história, ele pode mudar a vida e a história dessa pessoa também. Ainda os cristãos precisam compreender, impactar a cultura. A gente falou hoje cedo de um mundo contemporâneo moldado pelos avanços tecnológicos. Olha que coisa especial a gente poder estar fazendo um evento como esse aqui, sendo transmitido aqui pros Estados Unidos, lá pro Brasil e pro mundo todo. E esses últimos anos lá, junto com o pastor Roster, pastor Jean e todo o pessoal da Pecom, a gente tem percebido os grandes desafios, mas também as inúmeras oportunidades que Deus tem nos dado para impactar a nossa cultura. uma vez que as pessoas precisam do evangelho. Mas você sabe como é, né? Paulo ele não para. Aí a gente deve colocar o evangelho em prática, mas a gente deve fazer isso com temor e tremor. Eu sei, todas as vezes que você ouve a palavra temor, a primeira coisa que vem na sua cabeça é >> medo. Talvez como eu, você cresceu indo à escola bíblica dominical ouvindo musiquinhas do tipo: "Cuidado pezinho onde pisa". Cuidado pezinho onde pisa. O Salvador do céu está olhando para você. Cuidado pezinho onde pisa. Porque na minha cabeça de criança, Deus era um cara sem serviço. Tinha nada para fazer, a não ser ficar me espionando o tempo inteiro para ver a primeira pisada de bola que eu ia dar e me castigar. E como, né, eu, eh, não queria viver isso, funcionava mais ou menos tipo o Papai Noel, né, e eu não queria entrar na lista de peraltas, eu procurava andar na linha, mas você pode perceber pelos meus poucos cabelos, né, que isso já tem tempo, né? Hoje as coisas mudaram, né? Hoje as pessoas não se relacionam com Deus mais por medo, né? Hoje tudo são business, né? Então, Deus não é mais o Papai Noel. Agora, ele é o gênio da lâmpada. a gente esfrega, ele aparece, realiza os nossos desejos. Ah, então como é que funciona esse negócio aí, pastor? A gente tem que ir na igreja. É, mas aí tem escola dominical também e tem que ir. Tem que ir. E e no culto também. E no culto também. E e tem que ir durante a semana. Eh, às vezes tem e e tem que servir também no ministério. Eh, e, e tem que dar o dízimo. Eh, eh, como é que funciona isso? É do bruto, do líquido? Eh, eh, Eh, eh, ah, tudo bem. Mas agora, Deus tá aqui a listinha da sua parte e Deus não inventa moda, só segue que é sucesso, né? A gente faz as coisas porque a gente acredita que Deus vai nos dar em troca, ou seja, a gente está em uma plena negociação com Deus. Essa muitas vezes é a motivação do nosso coração. Mas o que Paulo tá falando aqui não é um temor de medo nem negócio. Ele tá falando de um coração constrangido, um temor de amor. Porque quando nós entendemos que nós fomos amados por Deus em Cristo Jesus, apesar das nossas limitações, das nossas falhas, apesar da nossa infidelidade, que a gente era incapaz de encontrar um caminho de volta para Deus, que a gente estava morto no nosso delito e no nosso pecado, mas ainda assim Deus nos amou e em Cristo nós fomos reconciliados. Esse negócio mexe com o meu coração. A gente passa a viver uma vida em resposta a esse amor, tendo novas perspectivas e novos entendimentos e novas posturas, respondendo ao amor com o qual nós fomos primeiro amados por Deus em Cristo Jesus. Jesus. Mas você conhece Paulo e ele continua, né? Uma vida que vale a pena. É uma vida onde a gente se submete à vontade de Deus. Olha só, versículos 12, 13 e 14. Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram. Obedeceram a quem? A a Paulo, não, não apenas na minha presença, ah, mas ao Deus, aquele Deus que efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar. E isso é importante. Eu diria que é muito mais até do que obedecer, é se submeter. Porque às vezes a gente até obedece, mas a gente não se submete. Você já percebeu isso? É que nem aquela historinha que pastor gosta de contar, né, que uma senhora chegou na igreja com sua criança, o menino tava muito agitado e ele andava para lá e para cá e mexia nas coisas e corria e a mãe foi ficando constrangida e dizia: "Ah, menino, senta!" E o menino corria, mexia no púlpito, ia lá atrás e a mãe dizia: "Menino, senta". E o menino dava mais uma volta e corria mais um pouco. E a mãe perdeu a paciência, chamou o menino e falou assim: "Se você não sentar agora, eu vou levar você lá no banheiro da igreja, vou pegar um cinto, eu vou dar uma coça em você, um couro em você". Aí o menino sentou, olhou pra mãe e falou: "Por fora eu tô sentado, mas por dentro eu tô de pé e correndo". Ele até obedeceu, mas ele não se submeteu. Muitas vezes a gente obedece, mas a gente não se submete a Deus. E o grande problema é que quando a gente faz isso, a gente fica a mercê do nosso próprio coração. E a Bíblia é muito clara em dizer o quanto o nosso coração é enganoso, mas a vontade de Deus essa é boa, perfeita e agradável. Já que a gente tá falando de criança, eu lembro de um texto escrito por um presbítero da nossa igreja presbiteriana lá na região de Brasília, que durante muitos anos escreveu pra revista Ultimato, Ruben Amores. Em um dos seus textos, ele conta a história de que um dia o seu filho subiu no sofá, ficou mais alto que ele e perguntou assim: "Ô pai, quando eu tiver desse tamanho, como é que o senhor vai fazer para eu te obedecer?" E o Ruben, na sua sabedoria, que ele é peculiar, respondeu algo que mais tarde ele colocaria em um dos seus artigos. Ele disse assim: "Meu filho, enquanto as nossas relações forem tão vitais para você quanto são para mim, enquanto você precisar de mim o tanto que eu preciso de você, enquanto a gente sofrer, enquanto a gente tá longe um do outro, enquanto a gente sentir saudade, enquanto a gente se amar como a gente se ama hoje, eu vou dizer para você: vai e você irá. Eu vou dizer para você: "Fica e você vai ficar". Você vai fazer isso porque você me ama. Mas se algum dia uma parede de separação se levantar entre nós, seja da indiferença, seja da incompreensão ou até mesmo do ódio, então nem eu lhe direi nada, nem você precisará obedecer, porque não fará a menor diferença. Submissão não tem a ver com autoridade ou autoritarismo, tem a ver com relacionamento de amor e de respeito. É isso que acontece. Nós nos submetemos a Deus em resposta amorosa e com a compreensão de que a sua vontade é a melhor vontade. Mas o Paulo, de novo, não termina essa coisa fácil, né? Ele diz que a gente deve fazer isso sem queixas nem discussões. E aqui tem um aspecto interessante pra gente gastar mais um pouquinho do grego, né? Porque essa expressão que Paulo usa aqui é uma expressão emprestada de um contexto muito específico. Se a gente olhar paraa Septoaginta, a versão grega do Antigo Testamento, essa é a mesma expressão usada para se referir a um povo que tinha vivido coisas sobrenaturais da parte de Deus. Um povo que depois de 400 anos de escravidão vê o Senhor combater e vencer as divindade do Egito. Um povo que agora, caminho da liberdade entra em crise e pânico porque não tem para onde correr. Na frente tem um mar, atrás o exército faraó. Mas o Senhor faz o mar abrir ao meio. O povo passa com os pés secos, o exército fica. O povo chega no deserto e o deserto, você sabe como que é, né? Durante o dia, aquele calor escaldante, mas sobre eles uma coluna de nuvens. À noite o deserto é gélido, mas sobre eles uma coluna de fogo. Se eles tinham fome, caía pão do céu. Você queria um churrasquinho, f umas codornizes. Você queria água? A água que era ruim e amarga, ficava doce e boa para beber. E se não tinha água, Deus fazia sair da pedra. Mas mesmo assim esse povo murmurava. É exatamente essa mesma expressão que Paulo tá emprestando para mostrar pra gente que a gente deve se submeter à vontade de Deus, que é a melhor vontade e não ficar murmurando o tempo inteiro. Porque a gente até diz que se submete, mas a gente fala assim: "Deus, mas por que que com o meu irmão o senhor fez, né, diferente? Por que que com o meu cunhado o senhor fez de outro jeito? Por que que pro meu vizinho o senhor deu mais coisa? Por que que, né, para aquela pessoa lá da igreja o senhor fez de um outro jeito? Porque a gente murmura o tempo inteiro. Paulo tá dizendo: "Uma vida que vale a pena é uma vida onde a gente se submete à vontade de Deus. Por quê? Porque a gente não consegue entender muitas vezes o que tá acontecendo. Às vezes a gente não compreende, às vezes a gente nem gosta, mas a vontade de Deus continua sendo boa, perfeita e agradável. Paulo segue versículos 15 e 16. Uma vida que vale a pena. É uma vida que vai na contramão da cultura. Olha só. para que venham a tornar-se puros, irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo, retendo firmemente a palavra da vida. E aqui tem um aspecto muito especial, porque Paulo fala de nós sermos puros, irrepreensíveis, inculpáveis diante de uma cultura corrompida e na contramão desse mundo instável. E aqui tem um aspecto interessante, né? Porque ele fala de nós sermos puros, sem mistura. É o que o cristão é em si mesmo. O evangelho tá acima de qualquer outra coisa sobre qualquer ideologia, sobre qualquer outra possibilidade. Ele é o que nos define. Ele fala de sermos irrepreensíveis. E aí tem o aspecto do caráter, aquilo que nós somos no mundo. Irrepreensível não é aquela pessoa perfeitinha que só acerta. Irrepreensível. A pessoa que não precisa ser repreendida. E quem não precisa ser repreendido é aquela pessoa que procura fazer o que é certo e mesmo quando erra toma consciência do seu erro, se arrepende, pede perdão, tá perdoado. Porque o Senhor Jesus lançou os nossos pecados no mato esquecimento. É isso. E mais, ele fala de nós sermos inculpáveis, inocentes. E aí não tem nada a ver com a gente. Aí é aquilo que nós nos tornamos em Cristo. É verdade que a gente conta pra gente mesmo a falácia de que nós somos bons. A gente tem dificuldade com essa coisa de olhar pra nossa natureza depravada, né? A gente acredita que no fundo a gente é bom. A gente gosta de olhar pra nossa performance, principalmente em áreas que a gente desempenha bem comparado a outros pra gente se sentir bem. A gente sempre olha pro outro que tem uma performance inferior pra gente se sentir bem. A gente fez isso a vida inteira. A gente chegava da escola e tinha que apresentar lá o boletim pro pai e pra mãe, porque eles tinham que assinar. E a gente tinha uma boa estratégia para fazer isso. Pai e mãe, Pai e mãe, eu tirei dois na prova de matemática, mas a sala inteira foi mal. Foi uma catástrofe. Foi uma catástrofe. Todo mundo foi mal. Tem uma melhor que essa, né? A gente chegava dizer assim: "Ah, pai, mãe, eu preciso contar uma coisa". Então, eu tirei dois na prova de matemática, mas sabe o Pedro, aquele meu amigo, ele tirou zero. Eu pelo menos tirei dois, né? Mas ele tirou zero. Pedro era bom de matemática. Por quê? Porque isso dava pra gente a sensação de que a gente tá por cima, de que a gente é bom. Eh, aquele marido que é confrontado pela esposa, que tá sempre fora, que não dá atenção para ela e pros filhos. Aí ele responde pelo menos: "Eu não sou igual aquele marido da sua prima que vive no bar bebendo. Mas da onde apareceu o marido da prima? Mas a gente quer legitimar nós mesmos nos comparando a outros. A grande questão é que o padrão de bondade e referência de Deus é o próprio Deus. Nós, na verdade nada mais fazemos e a nossa bondade nada mais é do que uma extensão do nosso próprio egoísmo. Eu tava assistindo lá no Brasil um dia desses, um desses programas de sábado à tarde e contava bonita história de uma jovem que fazia um trabalho com crianças de uma comunidade carente e lá pelas tantas a repórter perguntou para ela: "Mas por que que você faz isso?" E ela com muita sinceridade respondeu: "Ah, eu faço isso porque quando eu faço eu me sinto bem". Verdade. Quando deixar de sentir, vai deixar de fazer, porque até essa nossa bondade é uma extensão do nosso egoísmo. E se você acha que eu estou sendo contundente, vá conversar com o profeta Isaías, porque o profeta Isaías disse que os nossos atos de justiça, ele não está falando dos nossos erros, dos nossos delitos, dos nossos pecados, ele diz que os nossos atos de justiça diante de Deus não passam de trapo de imundícia. Deixa eu traduzir isso para você. Trapo de imundícia era nada mais nada menos que o pano que a mulher usava para conter a sua menstruação. Então o profeta tá dizendo que o melhor que a gente tem para oferecer para Deus é pegar uma bandeja bem bonita, encher de absorvente sujo, fedido e usado e dizer: "Deus, toma esse meu melhor". Nós não somos justos, nós não somos inocentes, nós não somos inculpáveis. Mas todavia, entretanto, em Cristo Jesus nós fomos feitos justos. Em Cristo Jesus nós fomos justificados. E isso muda tudo. Isso muda a nossa maneira de enxergar o mundo à nossa volta. e a maneira da gente viver no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual agora a gente brilha como estrela no universo. E existe um aspecto interessante aqui, né? Porque quando a gente fala de transbordar disso, de brilhar, sempre vem uma situação na na minha cabeça, porque eu moro quase toda a minha vida ali na região de Campinas, no interior de São Paulo, e a gente tá um pouquinho distante ali, né, do litoral. E quando às vezes bate aquela vontade de ir pra praia, geralmente um dos caminhos mais fáceis e ir lá pra Baixada Santissa, talvez. Mas acontece uma coisa interessante, porque geralmente a gente pode fazer isso em algum feriado prolongado, aí todo mundo tem a mesma ideia ao mesmo tempo, né? E aí aquele trecho que era para fazer em 3 horas, a gente faz em ve, né? E aí a gente tá caminhando na direção da praia e depois de muito andar, você começa a sentir um uma brisa batendo assim, um vento diferente. Aí você fala: "Ó, ó, chegamos na praia, chegamos na praia". Seus olhos não estão vislumbrando a imensidão do mar azul. Seus pés não estão pisando na areia, mas aquela brisa que toca no seu rosto te comunica que você chegou. Na teologia a gente tem uma tensão que é a tensão do já e do ainda não. Em Cristo Jesus o reino se estabelece. Ele ainda não se deu de forma plena, se dará na eternidade. Mas eu e você, quando entendemos isso e vivemos em resposta ao amor de Deus, uma vida que vale a pena, nós somos como aquela brisa suave que toca o rosto das pessoas, que faz com que elas percebam: "O reino de Deus está entre nós." O reino de Deus está entre nós. O reino de Deus está entre nós. Caminhando pro fim. Versículos 17 e 18. Uma vida que vale a pena é vida também suportando as adversidades. Contudo, mesmo que eu esteja sendo derramado como oferta de bebida sobre o serviço que provém da fé que vocês têm, o sacrifício que oferecem a Deus, eu estou alegre e me regozijo com todos vocês. Estejam vocês também alegres e regozijem-se comigo. comigo. Eu já contei para vocês que Paulo escreveu essa carta de férias, né, lá sentado. na rede, olhando praia, tomando água de coco, né? Foi isso que eu falei? Não, não foi isso que eu falei. É, Paulo tava preso. Ele ele sabe que o negócio tá ficando complicado, o cerco tá se fechando. Ele usa aqui uma expressão interessante, né? Mesmo que eu seja derramado como oferta de bebida, de de libação, ele tá falando especificamente do momento final do sacrifício e ele entende para onde a sua vida tá caminhando, mas ainda assim ele escreve a carta que fica conhecida como a carta do contentamento, da alegria. Constantemente. Ele traz isso à tona. Ele traz essa perspectiva à tona. A gente muitas vezes acredita também em uma outra falácia, né? Que se a gente vier à igreja, fizer tudo direitinho, der o nosso dinheiro, tudo vai ser um mar de rosas, tudo vai est certo. Às vezes a gente usa até alguns textos bíblicos para legitimar isso, né? Costumo brincar lá no Brasil que tem um versículo muito conhecido que se você nunca leu na Bíblia, provavelmente você já viu em algum para-choque de caminhão, né? que diz que tudo posso naquele que me fortalece, né? Posso todas as coisas naquele que me fortalece. Não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono, né? >> Segue que é sucesso. A grande questão é que se a gente olhar com um pouquinho mais de atenção para esse texto, olha o que que a gente vai descobrir. Paulo tá dizendo o seguinte: "Eu sei o que é passar necessidade e eu sei o que é ter fartura. Eu aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação. Seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito ou passando necessidade. Tudo posso. Aquele que me fortalece independe das circunstâncias. Muito provavelmente ao longo da sua caminhada cristã, você já se deparou com algumas pessoas vivendo profundas dores, adversidades, lutas e perdas, mas que passaram por esses momentos com sorriso nos lábios e júbilo no coração. Eu vivi isso muito perto dentro da minha própria casa. No ano de 2005, o ano do meu casamento, a gente descobriu que a minha mãe havia sido acometida com o câncer muito agressivo. Ela teve que fazer uma grande cirurgia e fazer tratamento com quimioterapia, radioterapia por alguns anos. E ela se estabeleceu por um tempo. Anos mais tarde, a gente teve a notícia de que aquele câncer havia voltado em uma metástase, já tomado vários órgãos do corpo, inclusive toda sua estrutura óssea. Isso tem uma coisa que dói, é câncer nos ossos. A Bíblia até faz referência a esse tipo de coisa, mas apesar da minha mãe est grande parte do tempo medicada, base de morfina, às vezes todas as vezes que eu ia pra casa dela, eu nunca via um canto ou reclamando ou chorando, muito pelo contrário, ela tava sempre alegre, ela tava sempre feliz correndo atrás dos netos para lá e para cá. para cá. tava ali tava ali na cozinha fazendo comida para um batalhão como boa mineira que era, né? Eu tenho certeza que na cabeça da minha mãe, ela acreditava que um dia ia tocar campainha, ia ter um exército numeroso lá e ela sozinha ia ter que alimentar todo mundo. Então ela tava sempre preparada, ela tava sempre ouvindo lá o seu toca CD, né? ouvindo a Raquel Novais lá num volume que eu tenho certeza incomodava os vizinhos, né? Mas ela tava sempre feliz, sempre alegre, sempre com sorriso nos lábios, sempre com a palavra de carinho, de afeto, de encorajamento. Em março de 2019, os olhos da minha mãe se fecharam pra história. história. Sabe o que que aconteceu? Eles abriram paraa eternidade. Jesus estava diante dela e enxugou dos olhos dela todas as lágrimas. Não havia mais choro, nem dor, nem câncer. A antiga ordem havia passado. E eis que se fizeram novas todas as coisas. >> É isso que acontece. O nosso coração pode ter esperança independente das circunstâncias adversas. É uma paz que excede o entendimento e a razão. É por isso que a gente canta em velor de crente. Já te perguntaram isso? Às vezes me perguntam, porque vocês estão cantando? A pessoa morreu. É triste. A gente canta porque na nossa perspectiva, a morte não é o fim. Talvez ela seja só o começo. Parafraseando o escritor irlandês C Luz. Nossas aventuras aqui nada mais são do que a capa e a primeira página. da nossa verdadeira história >> que ecoa na eternidade. >> Amém. Essa é a nossa convicção, essa é a >> Amém. Essa é a nossa convicção, essa é a nossa certeza. É isso que enche o nosso coração de esperança, uma vida que vale a pena, suporta até as adversidades, porque nós sabemos que o Senhor Jesus está no controle de todas as coisas e ele nos enche de esperança. Eu costumo dizer pros meus alunos no seminário que toda reflexão bíblica deve nos levar à aplicação missão. O que que Deus quer fazer em nós e através de nós? E eu caminho pro final com algumas perguntas. Você tem levado a sério a sua caminhada com Deus ou apenas mantido as aparências? Lembre-se, a fé verdadeira não se acomoda. Ela cresce, amadurece, transforma todas as áreas da vida. Viva transborde do evangelho. Diante das dificuldades, você se rende à vontade de Deus ou insiste em fazer do seu jeito, acreditando que você é a última bolachinha do pacote, que você sabe o que é melhor. O meu coração, o seu coração é enganoso, mas a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Lembre-se, submissão é confiar que Deus sabe o que faz, mesmo quando o caminho parece contrário àquilo que esperávamos. Sua vida tem se destacado pela coerência, integridade no meio de uma cultura corrompida, depravada. Lembre-se, brilhar como luz não é sobre aparecer, tá? Mas é sobre viver com fidelidade, com caráter e esperança, mesmo quando muitos já desistiram. A sua alegria depende das circunstâncias ou ela de fato está firmada em Cristo? Lembre-se, a verdadeira alegria, ela não ignora as dores da vida. Nós cremos que isso é uma realidade, mas persevera mesmo nelas. A esperança cristã, ela não nega essa realidade, mas atravessa com os olhos fixos naquilo que é eterno. Então, coloque em prática a salvação que você recebeu graciosamente em Cristo Jesus. Se submeta à vontade de Deus com fé, com reverência. Rejeite a reclamação, escolha a gratidão, viva com integridade no meio do caos. E que a sua vida revele de forma visível e constante que tudo aquilo que você faz é pra glória de Deus, >> desde as coisas mais simples as mais complexas. complexas. Eu comecei com filme, vou terminar com outro. Esse um pouquinho mais antigo no Brasil fez muito sucesso pela sua trilha sonora que durante anos embalou as nossas corridas de São Silvestre. Carruagens de fogo conta a história de Eric Líder, atleta, medalhista, olímpico, campeão nas Olimpíadas de Paris em 1924. Eric Lidl era filho de missionários presbiterianos, viria se tornar um missionário presbiteriano, servindo na China, onde morreria na Segunda Guerra Mundial em um campo de concentração. Mas existe um momento num filme muito especial, onde ele é questionado pela sua irmã. Por que que você corre? E ele então prontamente responde: "Deus me fez veloz com propósito. Quando eu corta, eu sorri. Quando nós temos profunda compreensão da nossa vocação, quando nós fazemos aquilo que Deus nos chamou a fazer, o Senhor se deleita em nós e nós nos deleitamos no Senhor. >> Que você possa viver uma vida que vale a pena. Amém. >> Amém. Amém aqui, pastor Pedro. >> Amém. Então, tá bom. Ah, vamos orar. Queria convidar você a curvar a sua cabeça, fechar os seus olhos. Deus eterno, nós nos rendemos diante do Senhor. Essa conferência nós temos sido instigados instigados a compreender de fato o nosso papel na nossa família, na história, na missão que o Senhor nos concedeu. Que o Senhor abra os nossos olhos para que nós possamos perceber quem o Senhor é. é. E o que o Senhor está fazendo, Pai? >> Na nossa vida e através da nossa vida. Que o Senhor, Pai, possa nos dar essa consciência e esse entendimento do seu amor, da sua graça, da sua misericórdia revelados em Cristo Jesus. Que o Senhor nos ajude diante dos desafios, Pai, que nós temos. Que nós possamos viver o evangelho na prática. que nós possamos, Deus, de fato, nos submetermos à sua vontade, vivermos uma vida que impacta as pessoas, que voca perguntas cuja resposta é o evangelho, que mesmo diante das tribulações, das lutas e das adversidades, Pai, nós possamos ter a compreensão de que nós podemos perseverar e ter esperança, porque em Cristo Jesus, a vitória já foi decretada em Cristo. Cristo Jesus, nós somos mais que vencedores. Que isso nos leve, Pai, a refletir o teu caráter. Eu peço em nome de Jesus por essa igreja nesse momento, por essa liderança, por todos aqueles que o Senhor tem usado, ó Pai, aqui para serem instrumentos nas tuas mãos, para despertar o coração das pessoas para essa verdade, a verdade do evangelho, de uma vida que vale a pena. Que o Senhor continue, ó Pai, usando cada igreja, cada plantação de igreja aqui representada, a nossa igreja presbiteriana que nos acompanha lá do Brasil como instrumento nas tuas mãos para que nós possamos proclamar a mensagem que traz resposta aos anseios de cada coração. Nós oramos assim no nome de Jesus. Amém. E amém. Graças a Deus. Bom, que reflexão, né, sobre o que temos feito da nossa vida e uma alegria estar aqui em nome do Departamento de Missão para falar um pouquinho mais dos projetos missionários, mas eu acho que essa pergunta aí vai ecoar no coração de todos nós o que temos feito pelo evangelho, o que temos temos feito por missões na nossa igreja local ou até os confins da terra. E hoje o departamento de missões quer compartilhar com os irmãos um trabalho em que fizemos em Portugal com o pastor Fábio Mota. Ele já teve dois anos aqui seguidos com a nossa na nossa conferência. Eh, o pastor Fábio trabalha com a plantação da igreja Reviver, né? E paraa nossa alegria e satisfação, essa igreja já está plantando outra igreja. Então, para nós que nos envolvemos com missão, é uma alegria muito grande saber que eh temos as nossas igrejas parceiras plantando outras igrejas, né? Então isso aí é uma é uma alegria, uma satisfação muito grande. Os irmãos já tiveram que buscar um outro lugar, um espaço um pouco maior, porque a congregação tem crescido, graças a Deus, e estão agora trabalhando com a segunda congregação, uma plantação nova, né? Eh, o próximo projeto em que nós vamos falar, a gente procura sempre eh dar oportunidade ao pastor Thago. Enquanto ele vem aqui, nós vamos assistir um vídeo aqui do pastor Fábio Mota. Dá para rodar o vídeo aqui? E enquanto o pastor Thiago se posiciona aqui, vamos acompanhar o vídeo. Nada. Olá, Olá, irmãos e irmãs da City. É uma alegria muito grande poder falar um pouco do que a Cquei tem feito por nós lá em Lisboa, Portugal. Nós temos sido muito abençoados desde que há um ano e meio atrás a C passou a nos ajudar não apenas financeiramente, mas também com as orações. Eu sei que a igreja aqui é uma igreja que ora. Desde então, nesse período, nós temos tido a ajuda que nos ajuda bastante a pegar, a pagar o nosso aluguel. mas também a podermos crescer. E graças a Deus, nesse ano e meio que a igreja Cquei Pastor nos ajudar, nesse ano e meio nós dobramos de tamanho. Passamos de 25 pessoas praticamente para 60 pessoas. Então nós louvamos a Deus por isso. Somos muito gratos a Deus pela quem e claro pela sua ajuda. E continue orando por nós para que a bênção de Deus continue sendo sobre todos nós e que o Senhor nos ajude a continuar a fazer o seu reino crescer. paraa glória dele. Muito obrigado, que Deus abençoe e um grande abraço. >> Bom, e como eu dizia, pastorzão, acompanha aqui, como eu dizia, é sempre um privilégio ter os missionários aqui, né? Então, aproveite, meu irmão, eh, converse com o pastor Thago, todos os outros missionários que estão aqui conosco. Eh, saiba os pedidos de oração dos irmãos, as dificuldades que eles têm no campo missionário. Estejam orando eh pelos irmãos que trabalham com missões, orando também por esse departamento de missões, que Deus eh o dono da seara levante trabalhadores, que também levante recursos para que a gente possa sustentar esses e mais projetos, se for assim, à vontade do Senhor. Eh, pastorzão tá com o senhor. >> Graça e paz, igreja do Senhor. É um prazer muito grande poder estar aqui eh participando dessa conferência, sendo edificado pelas mensagens que estão sendo expostas aqui e tendo esse o nosso coração eh edificado e refrigerado pela palavra do Senhor. Eh, quero agradecer a City pela City pela parceria, por estar nos ajudando ali em a Laurinha Grande, no sul da Espanha, que na província de Málaga. E tem sido um desafio poder plantar a igreja ali. E graças à parceria que que a igreja City tem com a gente, nós estamos conseguindo avançar o reino do Senhor ali em A Laurinha El Grande. Não sei se tá preparado a a exposição, as dispositivas. Bom, a Laurinha El Grande, irmãos, é uma cidade que está nas montanhas de de Málaga. é uma cidade que tem aproximadamente 25.000 1000 habitantes e a economia da cidade gira em torno da plantação de oliva, da agricultura, além da da dos restaurantes que tem de comidas típicas da cidade. Então, a cidade gira em torno disso. Eh, e como nós começamos o trabalho ali em a Laurinha Grande, por que é uma cidade a Laurinha Grande, porque é uma cidade tão pequena. Porque justamente nessa cidade, assim como em outras várias cidades que nós podemos encontrar na Espanha, não há presença evangélica. Eh, então Deus colocou isso no nosso coração, isso ardeu no nosso coração, eh, para plantar essa igreja ali em Alaurim, El Grande. A nossa igreja é conhecida como igreja presbiteriana semia de vida. Nós fazemos parte da Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha, que é a denominação a qual nós estamos inseridos. E a Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha, ela está na Espanha há 35 anos, eh, fruto da plantação, fruto da APMT ali na Espanha. Então, nós começamos a plantação, em Alaurim em 2024, em fevereiro de 2024. E nós começamos justamente na nossa na nossa casa. Eh, eu, eu, a Samara e, e alguns irmãos que se juntaram a nós. E graças a Deus a igreja foi crescendo, foi crescendo. Nós alugamos este primeiro espaço que os irmãos vêm, que é muito, era muito simples o espaço, bem pequeno, não havia espaço para as crianças, era somente o banheiro e o espaço de, de culto. E com a graça de Deus, nós fomos crescendo e conseguimos alugar. E graças também à ajuda da da City, nós conseguimos alugar um espaço maior. Nós fizemos uma pequena um espaço maior. Nós fizemos uma pequena reforma nesse espaço onde nós temos a condição de poder dar aulas para as nossas crianças ali eh em Alaurim. E e com isso nós conseguimos também, com o espaço maior, nós conseguimos semear mais as sementes do reiro. Então, eh nós temos aqui na nessa primeira foto os primeiros batismos e profissão de fé que nós tivemos na nossa na nossa igreja, que foi com a irmã Maria. Ela foi a primeira pessoa que se juntou a nós através de uma conversa que nós tivemos em uma mesa tomando um café. Ela escutou a mensagem sendo exposta e se juntou a nós e foi a primeira irmã a ser batizada da igreja, juntamente com a irmã Luz, que é a esposa do rapaz do Eliu, que está ali me ajudando. Ela, ele eu conheci na academia, então foi justamente através desse desse, desse relacionamento pessoal que nós eh conseguimos alcançar as pessoas ali em Alaurin. Esse aqui é um é um projeto que nós temos com as crianças da nossa igreja. Nós fizemos uma uma EBD sobre a Páscoa, né? Então tem as crianças aqui em grande maioria são espanholas e e também temos o projeto de igreja no lar, né? Porque nós lá não temos a condição de ter culto ao longo da semana por devido ao trabalho do dos irmãos. Eh, então nós fizemos esse projeto de igreja no lar e durante a semana nós vamos a às casas dos irmãos expor a palavra do Senhor. Além disso, irmãos, nós temos também eh o grupo de mulheres e o grupo de homens da igreja para promover essa união eh entre os homens e as mulheres da igreja. E também nós temos, como já foi dito aqui no domingo passado, depois dos cultos de Santa Ceia, nós nos reunimos e e temos esse momento de comunhão, de almoço com toda a igreja. Além disso, nós também temos alguns projetos sociais. Eh, esses daqui são alunos do projeto social de música que nós temos para benefício da população local. Além disso, nós temos uma excelente excelente eh relação com a prefeitura de Alaurim, o senhor que está aqui no meu lado esquerdo, perto das bandeiras, ele é o prefeito. Eh, do outro lado está o pastor Inácio, que ele é também pastor da nossa igreja lá na Espanha. A esposa dele é é missionária da APMT, a Edilene. E nós tivemos uma conversa com ele, na qual ele foi muito amável, ele foi muito simpático e abriu as portas dos edifícios municipais para que pudéssemos fazer eventos caso nós precisássemos. E por último, nós temos também fizemos, estamos fazendo uma parceria com o Banco de Alimentos de Málaga para poder ajudar a população local ali de Alaurinha El Grande. Eh, mas também nós temos desafios ali na nossa igreja. E o primeiro desafio é que nós temos, bom, já temos a sala das crianças, porém nós ainda não temos eh a possibilidade de ter uma uma mesa, de ter uma as cadeiras adequadas para as nossas crianças. Então, elas fazem as suas atividades ali no chão. Nós também temos a dificuldade do som. Nós não temos agora que nós estamos com espaço maior, eh, é um pouco difícil de poder, temos que levantar a voz. Então, nós não temos não temos som na nossa igreja. E além disso, nós também sofremos ali perseguição. Isso já nós estamos eh calejados eh com isso. Nós estamos sofrendo perseguição por parte de seitas neopentecostais. Inclusive a nossa igreja tem recebido famílias que vêm do meio neopentecostal e nós temos feito um acompanhamento mais próximo a eles. Então peço que os irmãos estejam orando em favor da nossa da nossa igreja, em favor desses desafios que atualmente nós temos. E frente a isso, já para terminar, eh, se vai passar aqui, falta só um slide com um mapa, se a irmã puder passar, por favor, aí, esse é o mapa da Espanha, irmãos, na qual são cidades de cada comunidade autônoma, de cada estado que ainda não tem presença evangélica. O estado em que nós estamos, que é aqui embaixo, há 53 cidades que não têm presença evangélica. Isso, cidades com mais de 5.000 habitantes. Se nós colocarmos cidades menores, menos com 5.000, esse número pode triplicar. Não há presença quase nenhuma no norte da Espanha. Então, nós temos eh orado ao Senhor para que Deus levante homens e mulheres para que possamos plantar igreja lá eh no norte da Espanha, onde o povo também necessita escutar a palavra de Deus. Então, se os irmãos quiserem conhecer um pouco mais do nosso projeto, esse esse QR code aqui é o Qcode do nosso do nosso site. Ali está também as redes sociais da nossa igreja, o YouTube, o Instagram e nós pedimos que a igreja siga orando por nós. Eu agradeço de coração pela ajuda da City, pela parceria, pelas orações e que Deus continue abençoando grandemente esta amada igreja e receba um carinho e um abraço do povo ali de Alaurinha El Grande. Muitas graças, amados irmãos, antes de nós sairmos para o nosso jantar, quem está com fome diga amém. >> Amém. >> Ninguém está com fome. Só o pastor Roster Roster hoje, depois de tantas humilhações, não é mesmo, reverendo? >> Deus é bom. Amados, apenas para reinterar, para que você possa jantar conosco nesse momento, você precisa adquirir o seu vcher. Tem uma pulseirinha que hoje foi rosa pro almoço e pro jantar será outra. Então, procure lá na entrada de lá na entrada da igreja, na recepção, as irmãs para adquirir o seu ticket e jantar conosco. O jantar é à vontade, você pode repetir, tem refrigerante. E eu queria anunciar para vocês o cardápio dessa noite. Arroz, carne de panela, frango grelhado, cuscus, polenta, salada verde, vegetais, batata gratinada. Macarrão, salada de quinoa. >> Se você foi inspirado por essas palavras, meu querido, $5 $5 por pessoa, acima de 8 anos, você é convidado a participar conosco. E e tem tem sobremesa, pastor? Tem sobremesa. Hoje teremos de sobremesa açaí. O povo é fã de açaí. Paletas mexicanas. sorvete e mousse de leite ninho com morango, muito especial. Então, a sobremesa é separada do jantar, mas você pode adquirir os dois. Lembrando que todo investimento nessa conferência, irmãos, leva em conta este evento, leva em conta a obra missionária. Muita atenção nessa hora, meus queridos. Você vai jantar, vai poder conversar com os irmãos e eu queria que você tirasse um tempo, visitasse a mesa dos pré-adolescentes da igreja que já crescem preocupados com a obra missionária, fizeram pulseirinhas personalizadas para que você pudesse adquirir a um preço baixíssimo, mas para investimento missionário. E você também pode passar na livraria da igreja, conhecer ali os títulos e também adquirir livros que sustentaram projetos, como mencionado aqui em Portugal e também na Espanha. E como nós dissemos hoje pela manhã, eu quero sortear dois livros agora rapidamente. E o primeiro é esse livro, Evangelho na Real, não esse, o outro. Evangelho na real. Autor Pedro Lino. Esse livro ele veio do Pedro Lino. Esse livro ele veio do podcast Evangelho na Real e ele é voltado para imigrantes. As perguntas da audiência sobre a vida nos Estados Unidos e o evangelho e a relação do cristão com datos especiais nesse volume um. Então esse livro está disponível lá na livraria. Você pode adquirir mais um sortudo vai ganhar agora. Por favor, reverendo hos, me diga o número de 1 a 50. 10. >> 10. Alan Alan Bburn, >> ele está aí. >> Então, por favor, venha representá-lo. Querida, Querida, nós conversamos essa semana e você não saberia que sair daqui com essa bção, hein? Deus abençoe, querida. Muito bem. E o segundo livro também produzido aqui na nossa igreja, pode colocar As Profecias de Sofonias, deste que vos fala. Esse talvez, irmãos, e aí o que está aqui na epígrafe, é um dos livros mais desconhecidos da Bíblia. E é a motivação para você conhecê-lo mais é comprando esse livro. Então, foi preparado seis meses de estudo na Escola Bíblica Dominical e alguém vai ganhar esse livro. Então, um número de 50 a 100, pastor Rodrigo Leitão. >> 77 Douglas da Costa está aí, Douglas da Costa doulhe uma. O pai manifestou, dou-lhe duas. Ah, Douglas da Costa. Você veio pensando, sou eu, sou eu, é minha família. O nome dele >> é para ler, tá? >> Muito bem. Deus abençoe, meu irmão. Para nós encerrarmos esse momento de avisos, irmãos, apenas lembrando que no momento da refeição, os amados irmãos podem se assentar aqui no salão, podem se assentar do lado esquerdo aqui nas mesas que estão lá fora, fiquem à vontade, mas por favor não adentrem ao templo. Amém. E finalmente, lembrando que teremos o jantar agora de 6 às 6:45, se eu não me engano, 7:45. E o nosso culto começa >> oito. Então, 15 minutos antes, teremos reunião de oração ali no salão. Os irmãos estarão orando. Se você quiser participar, participe ali. E 8 horas começaremos o nosso culto aqui na presença do Senhor. >> Sim. Pedem para eu lembrar do bazar. Bazar vai funcionar em agora, né? De 6 a 7:30, correto? 6 a 7:30. No intervalo você pode jantar, ir na livraria, ver o bracelete da dos peradolescentes e depois visitar o bazar. A conferência só está começando. Amém, irmãos. >> Então, sim. >> Ah, sim. Muito bem. Para finalizar, então, irmãos, agora sim, é o último. É o último. Agora nós vamos inaugurar ali. Eh, há um um mapa munde que ali estava quando nós chegamos aqui, Global Impact e acabou que nós olhamos para aquele mapa e pensamos, vamos colocar realmente o impacto da Cityc atual no mundo. Então, nós fizemos ali um mural dos nossos projetos missionários apoiados. Então eles vão retirar ali um um vel, né, que está separando vocês dessa informação. O vel será rasgado de alto a baixo e vocês poderão ver aonde a City está investindo. Então, quando você for na livraria, quando você estiver nas pulseirinhas, seja lá no bazar ou no jantar e até mesmo participando da conferência família e missão, meu irmão, saiba que você direta e indiretamente está abençoando aqueles 23 projetos que lá estão. Amém, queridos. Muitas coisas para fazer nesse intervalo. Que Deus te abençoe. Temos aí um jantar abençoado. >> Obrigado. Eu também Pega ele, quando você pega ele, você não vai encontrar ele mais. Você já sabe, né? vai entrar ali, vai vir aqui, vai vir quando eu olhei Não. Corredor, né? Euada sua Johnny Johny. Aí vai falar com meu aqui. Aí e você foiado.
Pontuação Geral
95
/100
Análise baseada na tradição Reformada / Calvinista
Sermão biblicamente fiel e pastoralmente sensível que aplica Filipenses 2:12-18 para chamar a igreja a uma vida de obediência alegre, submissa e contracultural, ancorada na graça e na esperança eterna.
Tema principal:
Viver uma vida que vale a pena à luz do evangelho, colocando-o em prática com submissão, pureza e alegria mesmo nas adversidades
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O sermão se mantém fiel ao texto de Filipenses e coerente com o restante das Escrituras, sem distorções.
Hermenêutica
Faz uso cuidadoso do contexto, do significado lexical e de conexões intertextuais (ex.: murmuração no deserto).
Precisão Teológica
Apresenta com precisão doutrinas como justificação pela graça, santificação, soberania de Deus e perseverança, sem erros de Nível 1.
Compreensão Contextual
Considera o contexto da carta (Paulo na prisão) e aplica corretamente à realidade contemporânea da igreja.
Aplicação Prática
Oferece aplicações concretas e desafiadoras, com perguntas diretas ao ouvinte, mantendo o equilíbrio entre graça e obediência.
Clareza do Evangelho
O evangelho da justificação pela fé em Cristo é apresentado como fundamento de toda a vida cristã, e não como um mero ponto de partida.
Nestas dimensões, pontuações menores indicam melhor resultado.
Nível de Eisegese
Praticamente não impõe ideias estranhas ao texto; as aplicações fluem naturalmente do que está escrito.
Risco de Heresia
Nenhuma violação de Nível 1 identificada. O conteúdo é ortodoxo e alinhado com a tradição reformada.
Ponham em ação a salvação de vocês...
Equilíbrio bíblico: Embora o sermão tenha citado Filipenses 2:13 e enfatizado que Deus opera o querer e o fazer, pode-se reforçar que o nosso 'trabalhar' é resposta à graça, não meio de mantê-la. A formulação está dentro da tradição reformada, mas uma ênfase ainda maior na dependência do Espírito poderia enriquecer.
Centralidade no evangelho e na ação soberana de Deus
Pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar... e mais: 'em Cristo Jesus nós fomos feitos justos'.
Impacto: Evita o moralismo ou o pelagianismo; toda a exortação é ancorada na graça.
Ilustrações contemporâneas e pessoais que conectam o texto à vida real
Uso do filme 'Confissões de Schmith', da história de sua mãe com câncer, e da analogia da academia.
Impacto: Torna a mensagem acessível e praticável, sem diluir a verdade bíblica.
Chamado à submissão alegre e voluntária, não baseada em medo ou barganha
Submissão não tem a ver com autoridade ou autoritarismo, tem a ver com relacionamento de amor e de respeito.
Impacto: Promove uma espiritualidade saudável, centrada no amor de Deus, e não em um relacionamento transacional.
Esperança escatológica clara diante do sofrimento
Os olhos da minha mãe se fecharam pra história... abriram para a eternidade. Jesus estava diante dela e enxugou dos olhos todas as lágrimas.
Impacto: Oferece consolo bíblico e realista, sem falsas promessas de cura ou vitória terrena inevitável.
Tema principal:
Viver uma vida que vale a pena à luz do evangelho, colocando-o em prática com submissão, pureza e alegria mesmo nas adversidades
Tom pastoral:
Exortativo e encorajador, aplicando o texto bíblico à vida prática, com ilustrações culturais e testemunho pessoal
Uma vida que vale a pena é vivida colocando o evangelho em prática (trabalhando a salvação até o fim, não apenas iniciando)
Suporte: Trecho: 'Ponham em ação a salvação de vocês... de forma plena e definitiva', com referência ao significado de κατεργάζεσθε.
Textos:
A genuína submissão à vontade de Deus, sem queixas nem murmurações, decorre de um relacionamento de amor e reverência, não de medo ou barganha
Suporte: Trechos: 'com temor e tremor... um coração constrangido'; ilustração da obediência externa vs. submissão interior; referência ao povo de Israel no deserto como analogia.
O cristão deve ser puro, irrepreensível e inculpável, brilhando como luz em uma geração corrompida, vivendo de forma contracultural
Suporte: Trechos: 'puros, irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis... brilham como estrelas'; explicação dos termos e menção de Isaías sobre a justiça humana como trapo de imundícia.
A verdadeira alegria e perseverança cristã independem das circunstâncias, pois estão ancoradas na esperança da vitória em Cristo e na eternidade
Suporte: Trechos: 'mesmo que eu seja derramado como oferta... estou alegre'; ilustração da mãe com câncer; referência a Filipenses 4:12-13.
Uso Contextual
Texto central do sermão, usado de forma fiel ao contexto imediato e canônico.
Questões Exegéticas
Nenhum problema exegético significativo. A análise do verbo 'desenvolver' (κατεργάζεσθε) é precisa. A conexão do 'sem queixas nem discussões' com a murmuração de Israel no deserto (Septuaginta) é uma observação teológica válida.
Leitura Sugerida
Mantém a leitura reformada clássica: a salvação recebida pela graça é vivida em obediência e dependência de Deus que opera em nós.
Uso Contextual
Usado para ilustrar a insuficiência da justiça própria, apontando para a necessidade da justiça imputada de Cristo.
Questões Exegéticas
Nenhum; a aplicação é coerente com a teologia paulina da justificação.
Leitura Sugerida
A referência reforça corretamente que nossa bondade natural é insuficiente diante de Deus, dependendo totalmente da graça.
Uso Contextual
Citado para exemplificar o contentamento que transcende circunstâncias, em harmonia com a alegria mencionada em Filipenses 2.
Questões Exegéticas
Nenhum; a citação é usada de forma adequada, sem transformá-la em fórmula de prosperidade.
Leitura Sugerida
O texto é corretamente interpretado como declaração de dependência de Deus em todas as situações, não como promessa de vitória automática.
Diagnóstico geral:
Sólida
Reforçar, em futuras mensagens, a passividade da fé em receber a justiça de Cristo antes de enfatizar a atividade na santificação, para evitar qualquer resquício de moralismo.
Ao usar ilustrações seculares, assegurar que a audiência não as equipare à autoridade da Escritura; isso foi bem conduzido aqui.
Considerar incluir uma palavra específica sobre o papel do Espírito Santo no processo de 'desenvolver' a salvação, além da referência ao Pai que opera.
Resumo em uma frase:
Sermão biblicamente fiel e pastoralmente sensível que aplica Filipenses 2:12-18 para chamar a igreja a uma vida de obediência alegre, submissa e contracultural, ancorada na graça e na esperança eterna.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.