ADVEC
04 de julho de 2026
2h 8min
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Boa noite, gente. A paz de Cristo. Nós vamos iniciar nosso tempo de oração. O professor já chegou. Enquanto o professor chega, vai arrumar aqui a aula. Nós vamos orar. Você que pode, se coloque de joelho, senão fique na seu assento em oração. Amém. Pai, nós te adoramos, ó Deus, te louvamos, te bendizemos. Queremos, Senhor, nissamente nesta noite, Senhor, somente te agradecer, te honrar, te adorar, Senhor, te magnificar, te exaltar. Reconhecemos, ó Deus, esta noite a tua grandeza, a tua majestade, o teu poder. Muito obrigado, Senhor, por esse dia. Muito obrigado, Senhor, pela saúde, pelo Teu sofrimento, pela sua provisão. Pai amado. Estamos aqui uma vez mais, Senhor, para aprendermos a tua palavra. Obrigado, Senhor, por esta oportunidade de estarmos aqui, Senhor, com o único intuito de te adorar, te louvar e aprendermos mais, Senhor, da tua palavra. Nesse momento, Senhor, eu te agradeço pela vida, Senhor, de cada pastor, de cada pastora, de cada aluno, de cada professor que entrou aqui, Senhor, por estas portas. Que o Senhor possa, Senhor, abençoar os teus filhos, que o Senhor possa guardá-los, protegê-los e livrá-los de todo mal. Muito obrigado, Senhor, por esta oportunidade. Eu te peço já, Senhor, o professor que irá ministrar, Senhor, esta aula aqui nesta noite, que o Senhor possa usar o Teu filho com sabedoria, graça, força e que ele possa, Senhor, dar uma aula aqui extraordinária para que nós possamos sair daqui aprendendo, Senhor, mais da tua palavra. Pai amado, Deus querido, eu te peço, Senhor, uma bênção especial, Senhor, sobre a vida, Senhor, do pastor Ronaldo, pastor Edivanei, que estão, Senhor, de frente a esse trabalho, Senhor, um trabalho tão importante de ensino, Pai, que é para aprendermos mais da tua palavra. para que o Senhor possa continuar abençoando teus filhos, pai, dando graça, sabedoria, concedendo saúde e força para que eles possam, Senhor, caminhar. Abençoa, Senhor amado, Deus querido, pastor Silas, Pai, pastor Elised, pastor Silas Filho, pastora Raquel, livra os teus filhos, Senhor, de todo atentado, do ataque do mal, toda seta maligna, Senhor, que o Senhor venha repreender, Senhor, todo mal. Guarda, Senhor, esta família debaixo da sombra do esconderijo do Altíssimo. Pai amado, Deus querido, eu te peço essas bênçãos, Senhor, nesta noite e que nós possamos, ó Deus, te adorar, te magnificar, te exaltar no nome de Jesus. Amém. Amém. >> Amém. Pai, nós queremos glorificar o teu nome nesta noite, Pai. Concordância, Senhor, com aquilo que foi já, Senhor, orado aqui diante de Ti, diante, Senhor, da presença dos teus filhos que se encontram neste lugar. Nós queremos, Senhor, reforçar, Senhor, o nosso agradecimento a ti pela tua boa mão, Senhor, que esteve e que está sobre as nossas vidas. Obrigado, Senhor, porque uma vez mais nós estamos aqui reunidos para aprender a tua palavra. Uma vez mais, Senhor, nós estamos aqui, Senhor, com a oportunidade de estar, Senhor, na Tua presença, de estar em comunhão, de desfrutar, Senhor, do ensino da palavra de Deus, para que nós possamos ser, de fato, alicerçados, que nós possamos, Senhor, receber a estrutura para poder viver a tua vontade, Senhor. Muito obrigado, Senhor. Obrigado porque nós temos a certeza, Senhor, que neste lugar nós não vamos perecer por falta de conhecimento. Pelo contrário, Senhor, nós temos visto, Senhor, ao longo dos anos, que este lugar tem sido, Senhor, um reduto, Senhor, dos ensinamentos da Tua palavra. E nós te agradecemos, Senhor, porque tu tem levantado homens, Senhor, e mulheres que têm se debruçado sobre a tua palavra, com compromisso, acima de tudo, contigo, com a tua palavra, para poder ensinar, Senhor, aquilo que é a verdade, Senhor. Obrigado, Senhor, porque aqui neste ambiente Tu tem colocado, Senhor, um bloqueio contra, Senhor, palavras contrárias, contra palavras, Senhor, que não correspondem à tua palavra. Obrigado, Senhor, porque Tu tem feito, Senhor, os teus filhos interpretarem o texto bíblico, Senhor, de maneira coerente, de maneira genuína, de maneira, Senhor, com que a tua vontade seja expressa diante da tua igreja. Muito obrigado, Senhor. Obrigado porque tu tem levantado pessoas, Senhor, com zelo. Zelo em estudar, zelo em aprender, zelo, Senhor, em pesquisar, mas, acima de tudo, zelo em viver a tua palavra. Por isso eu peço a ti, Senhor, continua a realizar a tua obra desta maneira no nosso meio. Continua levantando, Senhor, mestre, Senhor, aprovados diante de ti, porque nós sabemos, Senhor, que não é pelo muito conhecimento das letras, não é, Senhor, pela quantidade de livros que essas pessoas leem, Senhor, que elas alcançam a total vontade que vem de ti acerca da tua palavra. Nós, Senhor, não abrimos mão, Senhor, da capacitação, não abrimos mão do crescimento intelectual, mas sabemos, Senhor, que o conhecimento que vem de Ti, ó Senhor, o conhecimento que vem do relacionamento contigo, é que faz, Senhor, ter o efeito daquilo que nós aprendemos. Muito obrigado, Senhor, porque tu tem levantado um povo, Senhor, exatamente desta forma. aqueles, Senhor, que buscam, que crescem, que estudam, aqueles que fazem seminário, faculdade, mestrado, doutorado, mas não abrem mão, Senhor, de estar na tua presença. E é disso, Senhor, que este tempo necessita, esta geração necessita pessoas de fato, Senhor, que colocam a vida diante de ti e que colocam os seus dons a serviço do teu reino. Aliás, Senhor, foi por conta disso que tu derramaste dons, Senhor, na vida dos teus filhos. É por isso que tu destes mestres, Senhor, à tua igreja e nós glorificamos o teu nome. Nós queremos profetizar, Senhor, que veremos ainda muito mais acontecer nesta nação, nesta igreja, com aquele, Senhor, que tu tem levantado pro ministério da palavra. Continua, Senhor, que eles possam, que tenham a palavra em mãos, que possa ser como uma espada literalmente afiada para cumprir, Senhor, aquilo que te apraz, aquilo que é a tua vontade. Eu peço a ti, Senhor, também derrama sobre, Senhor, a vida de cada um aluno da Escola Beriana, aqueles, Senhor, que talvez não estejam numa sala de aula, não estejam o Senhor, com microfone num púlpito, mas tem se colocado diante de ti, Senhor, de maneira oportuna para poder receber os teus ensinamentos e poder repassar a outros, fazer, Senhor, como nós vemos em grande homens da Bíblia, que receberam de ti, mas fizeram com que outros pudessem também se abastecer e se alimentar dos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. Por isso, Senhor, levanta no nosso meio pessoas hábeis com a tua palavra. Que eles sejam como Esdras, Senhor, que se dedicaram, Senhor, que se colocaram diante de ti, que aplicaram o coração e aprender a cumprir e ensinar a tua palavra, porque eu creio que a transformação na sociedade se inicia desta forma. Não é, Senhor, uma maneira de nós estarmos infiltrados na sociedade, pelo contrário, é uma maneira de nós nos posicionarmos de maneira clara e objetiva. E qual o objetivo? é ensinar os mandamentos que tu deixou para nós, Senhor. Por isso, eu creio que tu tem levantado um povo e aqueles que estão aqui estão se preparando continuamente para poder viver esta promessa, a promessa ide ensinai, porque a tua palavra é uma palavra geracional e nós cremos, Senhor, que nós temos que cumprir o nosso papel neste tempo. Senhor, eu te peço, abençoa esta noite, Senhor, de ensinamento da tua palavra. Toma nas tuas mãos, Senhor, a vida do pastor Júnior, Senhor. Que o Senhor venha abençoar o Teu filho. Coordena e dirige as palavras dele. Que o Teu Santo Espírito possa conduzir como divino educador esta aula e que o Teu filho seja instrumento para as nossas vidas nesse trimestre que se inicia. Senhor, peço, faça o sobrenatural acontecer. Faça com que caia por terra aquele pensamento de que quem vive o ministério da palavra não se dedica à oração. Que tu venha provar o contrário, não porque tu necessita desta afirmação, mas para que tu venha tornar claro ao teu povo, Senhor, que tudo caminha de acordo com a oração que nós fazemos, com a vida que nós temos diante de ti. E que nesse trimestre essa revista, Senhor, e esses ensinamentos sejam como um grande bálsamo de cura, um uma flecha, Senhor, que acerta o alvo daquilo que propõe a tua vontade para este tempo em nossas vidas. É o que nós oramos e te agradecemos nessa noite. Todos digam amém. E graças a Deus. Pode se colocar no seu lugar. Em 2 minutos nós começamos literári vai est aí hoje conseguir instalar passada cedo para cá. Ela vai dar, ela vai est participando do direto pro quarto andar 16, 11 de alunos hoje vai >> aqui com Bruno. Pode ver com eles, cara. É isso que eu pensei, >> não é? Vamos conversar lá. Vamos conversar lá. Segura aí, segura. Segura aí. >> Boa noite, meus irmãos. A paz de Cristo. >> Vou vou vou sair, vou vou voltar aí. Vou voltar aí. Vamos lá. Vamos de novo. [risadas] Boa noite, meus irmãos. A paz de Cristo. >> Maravilha. Que bom tê-los aqui para mais um uma aula da Escola Beriana e para mais um trimestre que está iniciando na nossa escola beriana. Daqui a pouco eu vou falar um pouco aqui sobre a a revista, mas vou antecipar aqui os nossos anúncios recorrentes das nossas sextas-feiras aqui. Primeiro, nossa Escola da Palavra, você sabe, nossa escola da Palavra acontece todos os domingos 9 horas da manhã. Seja um aluno da Escola da Palavra. Quem aqui tem filho pequeno? Olha, maravilha. Vou dar uma dica para você. Não traga seu filho depois de 9 horas. Traga o seu filho 9 horas para poder participar da classe do Interligados Kids. Participe da Escola [limpando a garganta] da Palavra. Depois, se o seu filho tem mais de 9 anos, você vai subir e trazer o seu filho pro templo para poder ele cultuar junto com você e você vai também ter a oportunidade de se alimentar com a palavra. Então, sei que você trabalha a semana toda, você que tá nos acompanhando também em casa, mas se discipline a estar na casa de Deus domingo pela manhã para poder você participar da escola da palavra e depois você já vai ter o tempo de cultuar. Aliás, aprender a palavra também é cultuar a Deus. Então, não perca essa oportunidade da ceia. É, lembrando que domingo agora nós temos a Santa Ceia. Então vou aqui reforçar um um anúncio para você que é o seguinte. Em virtude do evento Jogo do Brasil domingo e por uma questão de prudência e logística, a nossa Santa Cia no domingo vai acontecer em dois horários, só que dois horários pela manhã. Então significa que se você é da de uma das filiais que seia aqui na igreja sede, 8 horas da manhã é o horário que você vai comparecer pra ceia. Se você é da igreja sede, chegue 10:30, porque é o tempo do pessoal que participou da primeira conseguir se deslocar e você adentrar o templo, porque 10:45 se inicia a ceia para quem é da igreja sede. E olha, você fala assim: "Bom, o pastor não consegue olhar todo mundo aqui, eu sou da sede, vou vir no outro horário". Não, mas Deus tá vendo com o horário que você tá vindo. Então, somente em casos muito específicos, mantenha o horário designado pelo nosso pastor para uma questão de organização, tá bom? Então, você que é da igreja sede, a ceia começa 10:45. Quem é das filiais que toma a seia aqui na sede, 8 horas da manhã, repasse essa informação pros irmãos. Eu sei que se eu vier aqui domingo 18 horas vai ter gente chegando para ceia mesmo com tanta informação. Então seja alguém que leve essa informação para outras pessoas. Ainda nosso seminário teológico semipresencial. Toda segunda-feira, 19 horas nós temos aqui a aula do seminário. Tem sido uma bênção as aulas do seminário, porque é um ambiente eh muito similar ao da Beriana, com uma oportunidade ainda maior de interação pela quantidade de pessoas e também por conta da maneira com que a aula é apresentada. Então, no primeiro ano, no seminário, você estuda teologia bíblica, no segundo sistemática e no terceiro, teologia ministerial. Então, toda segunda 19 horas, se você deseja mais informações, fazer a sua matrícula, o QRcode tá ali, tá bom? Se você tiver alguma dúvida, também te ajudo, te passo o contato para poder você sanar as suas dúvidas. Se você tiver o interesse de fazer uma aula experimental, você pode fazer também, tá bom? No primeiro ano do seminário, nós temos temos o professor Gabriel Bastos dando aula de teologia bíblica. No segundo ano, o professor Antônio tá dando aula de teologia sistemática. Não sei se você sobreviver até lá, você vai ter aula comigo no terceiro ano. Teologia ministerial é parte da teologia prática, ok? Então você vai carregar um saco de pedra ministerial lá comigo no terceiro ano. Vamos avançar. Toda terça-feira, culto da palavra, 19 horas. Venha. Se você tem possibilidade de est estar na igreja mais de um, dois dias na igreja, por que não? Faça isso. Eu moro um pouco, comparando pessoas que moram aqui tão perto. Eu moro um pouco mais distante da igreja. Estou aqui muitos dias da semana, porque vejo isso como uma oportunidade de de cultuar a Deus, de ter comunhão com os irmãos e também de receber a bênção, né? As pessoas vem, quero minha bênção. Então também é lícito. Amém. Culto da palavra tem sido uma bção. Toda sexta-feira a escola beriana 19 19 horas. Eu diria para você que participou da escola Beriana que é importante você convidar alguém para esse ambiente. Quem aqui tava na no encerramento do trimestre, na noite do caldo aí, ó, olha aí. Foi bênção ou não foi? Foi bênção. Então, aí tem até a noite do caldo no encerramento do trimestre e a gente tá preparando aí pro término do da dessa revista aqui do Ministério da Oração. Algumas coisas aí com com os petiscos interessantes. O pastor Ronaldo já até pastor Ronaldo tem boas ideias para esse negócio de comida. Impressionante. A gente tá preparando aí. Vamos fazer a organização. Então não deixe de se interar quando a gente anunciar que geralmente a partir da lição 10, 11 a gente já vai falando da da nossa confraternização de final de trimestre na escola beriana. Então participe, vai ser bênção ter você junto conosco nesse momento. E aqui nossa leitura do mês, livro de Daniel, Oséias, Salmos do 111 a 120. Olha só, aqui só tem coisa boa. Daniel sempre uma referência de posicionamento, de obediência a Deus. Oséias trata sobre um assunto interessante. Trata, gosto muito de Oséas porque ele trata sobre aquilo que eu estava orando aqui antes de começar falar sobre o conhecimento, mas sobre uma relação com Deus, uma relação de obediência, uma relação de literalmente conhecer o Senhor numa intimidade. E Salmo 111, 120, a gente passa pelo Salmo 119, um salmo da palavra, salmo maravilhoso. Nosso texto aqui que nós estamos tendo como texto áureo é o Salmo 119 verso de número 11. No 1 2 3. >> Um dia a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. Salmo 11911. Maravilha. Então aí os motivos de oração, você, sua família, projetos da ADvec, Brasil, quem tá no Brasil, Estados Unidos para quem está nos Estados Unidos e Portugal para quem está em Portugal. Mas você pode orar por todas essas nações, porque nós temos igrejas nesses lugares, nesses países. Então, que isso possa ser motivo das nossas orações. Vamos avançar. campanha do agasalho até o dia 2 de agosto, nós temos aí essa campanha do sócio ambiental. Eh, você pode escanear aqui, na verdade você tá aqui na igreja sede, então eh seria para encontrar uma devec mais perto de você. Aqui não tem muito mistério, geralmente tem, por exemplo, a gente vai ter a ceia, tem sempre ali aquela, como é que é o nome daquilo? Stand, né? Mas tem uma caixa ali, um, sei lá, um box, né? que que recebe ali as doações de alimento e também você pode trazer os casacos e apresentar lá pro pessoal, entendeu? Mas aquele casaco que você talvez não usa, mas que tá em bom estado, né? É importante isso. CEFEC, nós abrimos a inscrição do CEFEC agora há poucos dias e nós já temos 1/3 das vagas do curso presencial já eh ocupadas. Então, se você deseja fazer o curso de formação de educadores cristãos, eh, escaneia para você entrar no grupo que mais agora para o início da semana a gente deve passar novamente o link de matrícula. Então, as vagas aqui no presencial são vagas limitadas por conta do espaço físico. Então, você que é aqui da sede ou você que tá aqui nas redondezas, você tem que fazer o presencial. E para quem tá nos acompanhando pela internet, você pode também entrar nesse grupo, porque mais à frente nós vamos passar o link para quem está em outro estado, cidades mais distantes aqui da igreja sede para poder fazer na modalidade EAD, ensino à distância. Ah, vou vou falar isso então, pastor. Tá, então, sefec aqui, se você tem interesse ou você pode falar comigo no final e se você tá no na internet, fala: "Pô, pastor, eu quero fazer o CEFEC, quero conhecer um pouco mais, você vai lá @cefec.oficial no Instagram, manda um direct lá que você receberá mais informações. O CFEC está para está indo para o seu 31º ano de atuação, tendo formado milhares de novos educadores cristãos. Vai ser bênção. Começa em agosto as aulas, tá gente? Aqui depois vocês recebem mais informação. Vamos avançar. Save the date alicerçado na palavra. Vamos pular aqui pro café literário pelo seguinte, no final a gente já falou bastante aqui sobre o alicerçado, sobre o café literário. Se alguém não tem o conhecimento sobre esse evento ou esse detalhe da programação que é o café literário, no final a gente vai tá ali, a professora Daane vai est lá, já botou até um banner ali com o pastor Luiz Saião para você adquirir o ingresso do café literário. Então, a programação do Alicçados é aberta ao público, não precisa de ingressamento. O café literário, que é uma programação dentro do alicerçados, ela tem ingressamento porque é servido um café. Então, como eu brinquei aqui semana passada, é um café e é literal e literário, porque de fato tem café e de fato tem alguém ministrando a palavra de Deus. Então, os ingressos vão estar ali no final. Você pode pagar com Pix R$ 60, como eu já falei, isso aqui o pastor Ronaldo já vai fazer 4 anos ele manter os R$ 60 para poder ir e dar conta e vai dar e vai dar certo em nome de Jesus. Então, por que eu tô falando isso? Porque, na verdade, você não vai encontrar em nenhum lugar um evento similar a esse, por menos do dobro desse valor. Essa é a grande realidade, tá? Se fosse servir só o café, já era o dobro. Eh, eu tem uns lugares que faz café da manhã, né, ali que você pode eh comer à vontade. É no mínimo isso aí, R$ 90 só para só para o café. E aí nós temos o advento do pastor Luiz Saão, que esteve conosco em 2016 e retorna 10 anos depois nos prestigiando com a sua presença, com a sua cátedra, com a sua maneira de conduzir o ensino da palavra. E o pastor Luiz Saião não tem uma agenda hoje aberta assim para muitos lugares. Então é é um privilégio poder ter o pastor Luiz Saão aqui. Talvez você conhece o pastor Luiz Saião aí já pela internet. Se você não conhece, dá uma pesquisada aí que você vai entender a nível de que estamos falando. Um hebraísta, um homem que trabalhou em grandes obras teológicas, como tradução da Nova Versão Internacional, que é a Bíblia, que tem uma uma versão de um texto interpretativo muito bom paraa leitura. Então faça a sua inscrição. A professora Daane falou que acho que já também quase metade dos ingressos já foram vendidos no dia. Não adianta vir me procurar nem procurar o pastor Ronaldo. Se vier procurar o pastor Ronaldo, ele vai falar para você falar comigo. E se você vier falar comigo, vou falar para você falar com o pastor Ronaldo. Então não fique sem o seu ingresso. Amém. Vamos avançar. Acabou. Então aqui só reforçando, o pastor Ronaldo lembrou muito bem, semana que vem a probabilidade de nós não termos a escola beriana é 99,9% porque nós vamos ter a conferência do Connect. Então, a gente sabe que toda a questão de logística, uso de espaços comuns aqui da igreja, então para poder a gente não ter nenhum tipo de eh problema ou de conflito de de ambiências e tudo mais, a gente eh sempre opta em fazer com que as conferências tenham a preferência na realização de suas atividades. Para tanto, você não vai ficar sem aula da Escola Beriana, porque o pastor Ronaldo vai convocar um professor para ministrar a matéria online. revista do novo trimestre que se inicia. Se você ainda não tem e quiser, levanta o braço, o Bruno leva para você e você depois paga. Tá na bção, tá? O ministério da oração. Tem algumas ali, acho que é de sei de aluno, acabou. Só tem de professor aqui. Só tem professor, então tá tudo certo. Quem quiser levanta o braço aí que o Bruno leva e tá tudo certo. Olha aí, Samuel já pediu. Samuel tem 10% de desconto porque ele tá vindo toda beriana. Sem mais delongas, [risadas] eu quero que você receba com muito carinho para ministrar essa primeira lição, a natureza bíblica da oração. Nosso amigo pastor, professor Júnior Ribeiro. Não faça eu pedir as palmas de novo, não, hein? Pelo amor de Deus. Paz do Senhor, gente. >> Glória a Deus. Na correria, hoje foi um dia tenso. Enfrentei uma banca com cinco professores, prova oral, faculdade. Tá ouvindo aí? Antes do pastor Júnior começar a ministrar, só queria dizer que eu sou absolutamente fã dele. Só isso. [risadas] [risadas] >> Obrigado, pastor. >> Obrigado. >> É um prazer também estar aqui. Agradeço os nossos pastores presidentes, pastor Silas. Ô aí, pastor Silas, pastor Elisete, pastor Silas Filho, pastora Raquel, pastor Ronaldo, pastor Edivanei, que fizeram o convite. É sempre com bom agrado que eu sempre vou receber o convite, estar aqui com maior alegria, os amigos que me acompanham, tudo herege, mas é tudo gente boa. [risadas] Melk, Mari, Sales, amigos. É, [risadas] consegui arrastar ele, o pastor. Amigos que Deus coloca na nossa vida. Vamos lá. a natureza bíblica da oração. Tava meditando essa tarde sobre a lição, preparando um conteúdo. É, o pastor Jarmut, mestre da palavra, ele tratou essa disciplina na questão, dizer assim, mais técnica, usando os originais, o que que o original do Novo Testamento fala, o que que o original do Antigo Testamento fala. E eu quis trazer eh de uma forma mais prática e acessível para nós. A gente vai discorrer sobre todos os tópicos, analisando cada tópico e eu trazendo algum texto a mais para poder subsidiar vocês também, para que vocês tenham mais eh conteúdo, tá? passar aqui a introdução. Antes de perguntar o que é oração, é necessário lembrar que ela nasce da iniciativa de Deus. Opa, passei duas vezes ou volta aqui. Foi. É o TDH atacando. Eu tenho TDH, tá gente? É, a gente se acostuma. Eh, antes de perguntar o que é oração, que a gente vai tentar entender o que que é oração, o que que significa oração? É necessário lembrar que ela nasce da iniciativa de Deus. Às vezes a gente tem, eh, um pouco de confusão, a gente acha que a oração parte de nós, não. não. Ela vem de uma iniciativa de Deus. Como que ela vem da iniciativa de Deus? Simples. O ser humano só pode dirigir-se ao Senhor porque Deus primeiro se revelou. Então, a oração ela vem primeiro de Deus, porque esse Deus, pela sua graça e misericórdia, ele se revelou a nós. Então, tudo parte do princípio de Deus. A gente tá dentro do culto. A iniciativa do culto vem de Deus. E nós, como participantes do culto, nós temos que responder a essa iniciativa que vem do alto, que vem dele. É a perspectiva que Deus tem de você. É Deus se dando, se doando no meio de um culto, no meio da liturgia do culto, para que você venha responder a essa chamada dele. É que a gente tem o costume de falar que Deus não deve nada para ninguém. Então é por isso dessa iniciativa que primeiro parte dele. Então a oração ela é uma iniciativa de Deus porque parte de um Deus que de início se revela para nós. Porque se ele não quisesse se revelar para nós, nós não teríamos o objetivo de orar ou de se achegar a ele. E a maior revelação que nós temos de Deus na Bíblia é Cristo. É ver Deus é olhar para ele. É a revelação concreta, é o o que tira Deus do abstrato e coloca Deus no concreto. Se eu quero enxergar a Deus, se eu quero falar com Deus, se eu quero orar a Deus, eu olho para Cristo. Então a gente parte disso. A oração, ela é uma iniciativa de Deus. O ser humano só pode se dirigir ao Senhor porque Deus primeiro se revelou. Se não houvesse revelação, nós teríamos um problema de se dirigir a Deus. Então, esse Deus, ele chamou a nós, ele abriu esse caminho e convidou a todos nós a comunhão. Então, esse Deus, ele se revela, ele abre um caminho paraa comunhão, para revelação e para um chamado. Então, a partir desse chamado de Deus que nós temos que responder, e muit das vezes uma das ferramentas vai ser a oração. oração. Por isso, a oração bíblica, ela não começa no esforço humano para alcançar o céu, mas na graça de um Deus que se aproxima de nós. E isso tudo aqui a gente pode resumir como relacionamento. Eu vou bater muito nessa tecla na questão de oração. Oração não é apenas a questão de pedir. Oração é relacionamento com esse Deus que se revelou. Oração é relacionamento. Independente da causa, independente do motivo, independente do estado de ser de cada um, a oração é relacionamento com Deus. Deus. Orar é responder a esse Deus com fé, com reverência, confiança e, acima de tudo, entrega. entrega. Então, a oração não é somente a questão de eu estar de joelho. A oração é uma entrega total minha para esse Deus que me deu a oportunidade de se comunicar com ele. com ele. Então, no meio da oração, tem que haver uma entrega total. total. Os judeus eles têm essa concepção de oração muito bem assimilada com entrega total, ao ponto que a gente vê aquela questão do judeu orando, mexendo o corpo, que ele fala: "Não somente as palavras, mas todos os meus órgãos, ossos e musculatura devem orar e louvar ao Senhor." Então, a oração ela é uma entrega, porque a oração ela parte do relacionamento com esse Deus. O ser humano depende do criador. Nós dependemos de Deus. Nós não fomos criados em si mesmo. Tem alguém acima de nós, um Deus criador que nos criou. Logo, sendo criado por ele, nós somos dependente dependente dele. E dependente desse criador, essa dependência ela não diminui sua dignidade. dignidade. Ao contrário, ela fundamenta a nossa liberdade. Então, quando a gente vê, quando nós olhamos e para esse Deus e enxergamos que somos totalmente dependente dele, a gente fica com critério eh humano, antropológico, de achar que por eu ser totalmente dependente desse Deus, e essa minha dependência, ela me limita, limita a minha liberdade, limita a minha ação. Negativo. Quanto mais dependente de Deus eu sou, mais liberdade eu possuo. Não é liberdade para as coisas humanas, é uma liberdade de entender Deus e esse relacionamento. Então, nós somos totalmente dependentes de Deus. Eu tô aqui fundamentando pra gente daqui a pouquinho começar a descer mais o prego nessa madeira. Quanto mais se reconhece que é dependente do Senhor, mais aprende a viver com liberdade, humildade e responsabilidade. Então, quanto mais eu vejo que eu sou dependente de Deus, maior a minha possibilidade de enxergar a liberdade que eu tenho, a humildade que eu preciso carregar e a minha responsabilidade. E isso tudo está imbuído nessa palavra, nessa ação chamada oração. A oração é o caminho pelo qual essa dependência se torna consciente, sincera e confiante. Essa ideia também corrige um erro comum. A oração não é uma técnica para conseguir resultados. A oração, ela não é técnica para conseguir resultados, nem uma repetição automática de palavras religiosas. A oração não é isso. Orar é voltar o coração para Deus. E voltando o coração para ele, eu começo a ter um relacionamento. Resultado de oração depende da misericórdia e da graça do Senhor. Você pode orar. E quantas vezes você orou por algo e você não foi respondido? porque depende da graça e misericórdia dele. Então, o intuito fundamental da oração, lógico, a gente vai ver no decorrer da hora da da lição que eu posso pedir, eu tenho essa liberdade para pedir, eu tenho essa liberdade para interceder, mas o propósito fundamental da oração é o quê? Relacionamento com esse Deus. Eu só posso ter relacionamento com quem eu converso. E essa conversa precisa ter certa liberdade. Deus te dar uma certa liberdade para que você ore a ele. Essa liberdade tira o medo, o seu medo de orar ao Senhor. Você não precisa esconder nada dele. Coloca tudo para fora. Não é aquela questão que eu tenho pecados em incultidos em mim e na hora de ajoelhar eu falo: "Senhor, tu sabes". Não. A oração, o relacionamento com Deus vai trabalhar nessa liberdade que eu tenho. Senhor, eu pequei nisso hoje. Eu errei nisso hoje. Corrija os meus caminhos e corrija os meus passos. Então, a oração, ela é voltar o coração para Deus. A oração à luz dos termos do Antigo Testamento. Professor Jarmut vai trabalhar muito essa questão aqui. E aí eu tentei sintetizar o pensamento. A oração pode pode aparecer como súplica. súplica. Nós temos aí vários casos na Bíblia como clamor. A gente vai ver aí Ana clamando e muita coisa. Os estudiosos aí vão dizer que aproximadamente aí os eruditos, estudiosos da época, Flávio Josefo também, praticamente ela ficou só 25 anos ali orando para conseguir um filho, aproximadamente só 25 anos. Ela vai pro culto, ora, pede a Deus, suplica, clama, volta para casa e às vezes nada acontece. Eu imagino a vizinha olhando pra Ana e falando: "Todo dia tu vai pra igreja, tua vida não muda". Mas ela insistindo no propósito. Quanto mais ela orava, mais relacionamento com Deus ela tinha. Até um ponto desse relacionamento se abrir, ela entender também algo a mais. Porque cada vez que eu dobro o joelho, cada vez que eu oro, cada vez cada vez que eu me relaciono com esse Deus, eu começo a entendê-lo um pouco mais. Ninguém vai entender Deus na sua plenitude. É impossível paraa mente humana. Mas ele começa também a se revelar a mais para mim. Ana conseguiu entender essa revelação ao ponto de chegar uma hora ela falar assim: "Opa, calma aí, tá faltando algo. Aquela criança que tu me deres, eu vou te entregar. Acabou". Isso é sinal de relacionamento, de uma oração baseada em súplica e clamor e de não desistência. Então a oração ela pode aparecer como súplica, clamor, meditação, conversa, queixa. Não, mas eu não posso me queixar com o senhor. Depende. Vai pegar ele, botar ele contra a parede, ser mauro educado. Aí Deus desce o anjo do pranchadão, já era. [risadas] É, Deus não tem que ser colocado na parede, mas eu me queixar das questões humanas, isso é mais do que natural. Não surpreende a Deus. Nós somos seres humanos passíveis a lutas e consequências dessa terra. Então eu posso sim apresentar uma queixa a Deus, mas com respeito e referência. Senhor, fulano de tal era menos capacitado e foi promovido e eu não fui. O senhor pode me explicar isso aí? Às vezes Deus vai explicar e outras vezes falar: "Não, não quero explicar". Pronto, acabou. Soberania. >> O Salmo 73, né? Por que os ímpios prosperam? Isso aí aí diz até que eu entrei na entendi e entendi. >> Deus então dá ele a possibilidade de entender o que que estava >> isso aí. Algumas vezes Deus vai se dar a entender e outras não. Um exemplo de não. O livro de Jó é muito bonitinho para nós. O canon tá praticamente fechado. Se eu pego o livro de Jó ali, eu esfolheio. Eu sei como é que é o início, sei como é que é o meio, sei como é que é o fim. Sei o que tá acontecendo na terra, sei o que tá acontecendo no céu. Agora imagina o personagem passando por tudo isso sem nenhuma devida explicação. O céu tá fechado, não tem explicação. Jó, ele não murmurou, mas teve queixas a ponto de Deus daqui a pouquinho falar: "Calma aí, se controla na tua queixa aí. Onde eu onde você estava quando eu fiz os firmamentos?" E aí Deus começa a fazer perguntas de Jó do mais alto nível do céu, da questão de antes da criação, Jó não vai respondendo e ele vai baixando o nível. Então tá, Jó, vou baixando o nível, viu como é que tu não consegue me responder nada? Mas ouve-se a queixa, não tem problema nenhum. Essa variedade revela que Deus acolhe o ser humano em diferentes situações da vida. vida. Então, quando a minha oração é uma súplica, quando a minha oração é um clamor, quando a minha oração é uma meditação apenas, quando a minha oração é uma conversa, quando a minha oração é uma queixa, significa que esse Deus está se adaptando às minhas questões. Porque eu tinha, meus pastores, algo em mim. Eu eu ficava pensando, será que eu tô passando por essa provação toda na terra e Deus tá sentado no trono de perna cruzada, rindo? Negativo. Deus se compadece com a dor daquele teu daquele filho que está passando por uma situação ruim. Entre aspas, a gente vai dizer que Deus se adapta à sua dor. Se tu tá chorando, pode ter certeza que Deus tá falando: "Ei, eu sei que isso daí pela revelação de Cristo que passou por tudo que a gente passa nessa terra". Então, cada objetivo da sua oração, cada encaixe, se ela é queixa, se ela é súplica, se ela é clamor, se ela é uma conversa, é Deus falando: "Eu te entendo, filho. Eu tô entendendo o que você tá falando comigo. Eu tô entendendo que você tá querendo se relacionar comigo." Fica tranquilo. tranquilo. É Deus se adaptando à nossa fala. Não é se adaptando ao nosso pecado, ao nosso estilo de vida, não. Mas é Deus se adaptando ao momento de vida que você tá passando. Antes de Cristo era embaçado, era dificultoso entender isso. Então, Cristo veio para revelar e mostrar isso assim com mais lucidez. Você tá sofrendo na vida, pode ter certeza que o nosso Senhor sofreu mais do que você. Tu foi rejeitado, Cristo bate no peito e fala: "Eu sei que que é isso aí, porque eu já fui rejeitado. Você já foi humilhado? O nosso Senhor, o nosso Senhor Jesus Cristo bate no peito e fala: "Eu sei que que é isso aí". Então, eu tô falando com propriedade. Cristo tá falando com propriedade. Eu sei o que você está passando no meio da sua oração, porque eu me adapto ao que você está passando. O fiel pode aproximar-se do Senhor na alegria, na dor, na dúvida, na culpa, na gratidão e na necessidade. Porque a oração bíblica alcança a vida inteira diante de Deus. A oração, nesse sentido, expressa a condição relacional do ser humano. Ele não foi criado para o isolamento, mas para viver diante de Deus com os outros, consigo mesmo e com a criação. Então, a oração, ela não é um relacionamento somente para com Deus. A oração, ela vai te ajudar no relacionamento para com Deus, para a criação, para com o outro e para consigo mesmo. Como consigo mesmo? Porque às vezes a gente tá tão angustiado que a gente vai dobrar o joelho, não sai palavras porque já não tem mais palavras para expressar e a gente só chora. Mas essa esse choro é é o colocar da angústia para fora e depois tu sai até mais leve. mais leve. Então a oração ela também se volta para nós mesmos. A imagem da oração como algo que sobe diante de Deus impede que a súplica seja reduzida a um pedido apressado. O professor aqui, o pastor Jarmut, ele vai falar sobre a questão da oração que sobe. Só que a oração que sobe como um incenso, você já viu como é que o incenso sai do incensário? e começa a tomar todo o ambiente, mas ele não toma todo o ambiente rápido, ele vai ocupando espaços. E assim é a nossa oração. Quanto mais eu oro, quanto mais eu busco esse relacionamento com Deus, mais espaço eu ganho com ele, mais eu me aproximo dele. Porém, como um incenso suave, a oração tem o quê? velocidade tem data para se aproximar do trono. trono. A gente vê isso muito bem na questão de Daniel, quando a gente vê ali que houve um impedimento de resposta. É como se fosse agora aqui algo ao contrário. A nossa oração, ela tem um período para chegar no trono. Ela não é apressada. A nossa oração, ela precisa romper barreiras espirituais e rompendo essas barreiras espirituais, a oração vai ganhando força. Daniel tá relatando isso daí. Então, uma das coisas importantes é não desistir quando a sua primeira, segunda ou décima oração não for respondida. Precisa-se ser constante nesse ambiente de oração. de oração. No Antigo Testamento, a oração pode assumir o sentido de uma oferta, como se a necessidade fosse elevada diante do Senhor como referência. Então, o autor aqui também tá falando o quê? Que a minha oração é como uma oferta alçada. A minha oração é uma oferta ao Senhor que passa do trâmite do eu pedir algo para mim. Quando eu oro a Deus, eu automaticamente estou também me ofertando a ele e aí buscando essa esse caminho de ida e volta em um relacionamento. Uma experiência minha que eu faço quando eu vou orar, que às vezes a gente não tem às vezes essa concepção. Todas as vezes que eu paro para orar ao Senhor, eu tiro um momento de silêncio no meio da oração para ver se Deus está disposto a responder a minha oração naquela hora. Porque tem oração que somente a gente fala e não dá oportunidade do Senhor às vezes responder e se manifestar. Experimenta às vezes no momento que você está orando, dá uma pausa, faz um silêncio para ver se o Espírito Santo que conduz a nossa oração vai te responder naquele momento ali ou até guiar a sua oração que está indo para um caminho não condicente com aquilo que Deus quer que você esteja orando naquele momento. É como se você eu tivesse aqui, coloco o Deus sentado aqui onde o mel que tá e começo Deus é isso, isso, isso, isso, isso, mas não dou oportunidade de do Senhor se manifestar e falar o que ele deseja de mim. A oração é relacionamento. E relacionamento a gente tem que aprender a falar e a também ouvir. Só que a gente vai tão ansioso paraa oração, porque muit das vezes, graças a Deus, a gente tá nesse período de ensino da oração, esse ano da oração. o ensinamento que o nosso pastor teve de nos abençoar com isso e nos esclarecer que às vezes a gente tá tão ansioso na questão da oração que a gente não dá oportunidade para que Deus se manifeste. A gente joga tudo para cima dele e vira as costas. E muit das vezes a nossa oração vai ser no momento de tribulação, no momento de paz, filho. No momento de paz você não quer orar, você não tem tempo. A velocidade do dia a dia não deixa você parar para orar. Nós temos tempo para ver 40, 50 minutos de vídeo no Instagram que não vai edificar em nada, mas o tempo para oração, se Deus então não tá se manifestando da forma que nós desejamos aí mesmo, para que que eu vou orar? Deus não quer dar mesmo, então deixa para lá. Só eu que vivo assim. Então, por isso que eu tô tratando também essa questão de relacionamento. Por isso, quem ora não apenas fala, mas se apresenta. Todas as vezes que eu vou orar ao Senhor, é como eu estou me apresentando a ele, ele tirando, fazendo a lista de chamada. Se apresentou hoje, a gente se apresenta pro nosso chefe, a gente se apresenta na na faculdade, na escola. A gente se apresenta dentro do culto paraa nossa liderança, mas a gente não quer se apresentar ao Senhor. Como? Olha como é que a questão de oração vai além de eu dobrar o joelho e começar a pedir. A oração é você se apresentar a ele. Senhor, estou aqui, não tenho nada para pedir, mas me apresento. Tem alguma reivindicação, Senhor? alguma puxada de orelha aonde eu preciso corrigir corrigir ou somente Deus quer que você esteja ali reverenciando ele, curtindo o momento que o Espírito Santo está invadindo o ambiente e te cercando. Deus fala: "Não precisa falar nada não, filho. Só curta o ambiente." E há momentos também que a gente está tão atribulado que Deus não quer responder no meio da tribulação, mas ele tá falando assim: "Ei, curte somente o ambiente, filho. Calma. Quem perde o controle é eu e você. Quem perde o controle, quem entra em desespero, quem entra em crise é o mundo. O céu não entra em crise não, filho. Deus não perde o controle. Eu aprendi isso com Jó no momento mais terrível da sua vida, ele tirou o momento, sentou, sentou. Os amigos vieram e não falaram nada. nada. Foi um momento ali que ele tirou para auto se refletir e refletir a Deus. Então, a oração às vezes também não é só questão de fala, é a questão de se apresentar e esperar que esse Deus se manifeste. Às vezes vai se manifestar, mas às vezes você tá passando no silêncio do Senhor. Se tá passando no silêncio dele, aí às vezes o silêncio do Senhor machuca mais do que a sua correção. Aí não posso fazer muita coisa. A súplica verdadeira carrega dependência. Então, todas as vezes que eu oro, eu mostro para Deus que eu sou dependente dele em tudo. Humildade Humildade e confiança. A humildade do ser. Senhor, Senhor, eu fiz isso aqui porque eu tenho esse currículo, mas não consegui. Se não é humildade, Senhor. Era para eu estar nessa posição, porque eu sou o melhor colocado para estar nessa posição. Isso não é humildade de oração. A humildade é: "Senhor, mesmo com um currículo desse, eu só posso entrar lá porque eu sou dependente do Senhor. Se tu não me colocar, se tu não abrir essa porta, ou é a porta que o Senhor deseja para mim? mim? Oração difícil é essa. Será que a porta, vou abrir esse parênteses que a gente está no ambiente de oração e eu sinto o Espírito Santo? E então isso é uma resposta para alguém aqui. Será que isso que você está tanto orando é a porta que Deus quer que você entre? Porque quem fechou a porta da arca pelo lado de fora foi Noé. Noé é pai, filho. Eu tenho dois filhos no momento ilógico. Ué, um Deus que vai salvar animais, Ses. Um Deus que vai salvar animais, Mário. E a humanidade tá lá fora. Lá fora tem mulher grávida, tem criança, tem idoso, todo mundo batendo na porta da arcaf. Deus tendo a consciência de Noé, posso eu imaginar conjecturar sem entrar em heresia? Deus tá olhando assim: "Pô, Noé é pai. é pai. Noé é pai, pastor Divani. Ele vai querer abrir a porta e vai botar esse povo todo para dentro. Então eu vou trancar pelo lado de fora. Qual é o objetivo? Simples. O que tá do lado de fora teve a sua oportunidade. Noé não somente construiu a arca, ele tava falando sobre a justiça de Deus. Quem quis ouvir, ouviu. Quem não quis ouvir, acabou o tempo, fecha-se a porta. Então, na visão de Deus, o que tá do lado de fora tá contaminado e o que tá dentro da arca tá puro, tá santo. Porque através da família de Noé vai se surgir uma nova nação pura e santificada. Tudo vai se fazer novo. Qual é a consciência de Deus? Vou fechar pelo lado de fora. Vai que Noé dá uma crise paternal, abre e entra todo mundo. É Deus falando: "Eu fechei a porta porque o que tá do lado de fora tá contaminado. Se abrir, contamina o que tá do lado de dentro." Então, às vezes Deus fechou essa porta para você, para o que está do lado de fora não contaminar o que está dentro e ele te perder. Então a gente tem que orar para saber, Senhor, é por essa porta mesmo, porque tem porta fechada que é para não te perder, mas esse que fechou a porta depois abre uma lá na frente melhor. >> Eh, a súplica carrega dependência, humildade e confiança. Reconhece que a resposta não vem como pagamento. A resposta de oração não vem como pagamento pelo esforço humano, mas como expressão da graça soberana do Senhor. Quando Deus te abençoa em algo que você está orando, não é como pagamento pela sua oração, é simplesmente pela sua graça e misericórdia, mas nada do que isso, isso, porque se não tivesse isso, a gente já seria consumidos. Aqui convém lembrar que a oração não compra o favor divino. Ela sobe como entrega de um coração que sabe depender de Deus. É a apresentação de uma causa diante de um juiz. Quando a oração é descrita numa linguagem jurídica, e a gente vai ver algumas orações na Bíblia com essa linguagem jurídica, maior exemplo é: "Senhor, faça justiça, eu fui injustiçado." Essa linguagem jurídica que tem na Bíblia, ela mostra que podemos levar a nossa causa real diante de Deus. Orar nesse sentido não é manipular o juiz supremo, mas apresentar diante dele uma situação concreta, esperando que a sua justiça venha acompanhada de misericórdia. É quando nós oramos pedindo Deus uma justiça por algo que nós passamos ou enfrentamos. E que essa justiça de Deus venha da sua misericórdia de nos atender. Mas eu não consigo assimilar essa questão de Senhor, faça justiça, mata aquele homem lá. Eu não consigo entender isso, porque a mesma justiça que recai sobre ti recai também sobre ele. Mas a mesma graça e o amor que recai sobre ti também recai sobre ele. Cristo morreu por todos. por todos. Cristo morreu por todos. na hora do julgamento, que aí cabe ao Senhor, aí ele vai decidir quem é quem e vamos ter várias surpresas naquele dia. Esse comparecimento diante de Deus ou do trono precisa ser filial. Então, todas as vezes que eu vou para essa oração, essa oração filial é o quê? Relacionamento de pai também para com filho. filho. O Antigo Testamento tá embaçada essa relação. Um dos motivos dos judeus querendo matar Cristo com ódio, com raiva, é que Cristo rompeu esse modo de lidar com Deus. Como Deus tá muito afastado, então Cristo aproximou e falou: "Opa, você é filho, ele é pai, há uma relação filial aí. você pode se dirigir ele como como pai, >> entendeu? Então essa relação filial não arrogante, Tomás Jaquina, um filósofo teólogo, ele vai trazer algo lindo. Lembra que a oração deve ser confiante, reta, ordenada e humilde. Quando a causa é urgente, a postura do coração deve permanecer >> reverante, >> reverente, porque existe também causas urgentes. urgentes. Mas diante de uma causa urgente, como é que tu tá chegando ao Senhor? ao Senhor? Como seres humanos, ele entende muita coisa. A gente vai ver Davi. Davi vai falar: "Senhor, a pressa-te em me socorrer. Tá demorando, mas com total reverência ao Senhor, sabendo que Deus é o dono do tempo. E eu gosto muito desse salmo. Senhor, apressa e te me socorrer." Eu não gosto do espera do Senhor, não gosto. Eu tenho TDAH, sou ansioso. Então, eu gosto do Senhor apressa te em me socorrer, senão eu tenho que tomar ancite, aí não dá. Vamos lá. Ancitec topiramatoidona. E [risadas] é meditação, conversa e queixa diante de Deus. Deus. A oração também se expressa como meditação e conversa interior. Há momentos que eu tenho a oportunidade de colocar o joelho no chão, como nós fizemos aqui antes da aula, mas há momentos que eu não tenho essa oportunidade de colocar o joelho no chão. Então, a minha oração começa a trabalhar de uma forma diferente, como meditação e conversa interior. é você dentro do ônibus meditando com o Senhor e conversando com ele. Se você num cafez, tente às vezes tá dentro de um ônibus com, geralmente todo mundo agora com celular, vai lá, bota um fundo musical, bota o fone e vem conversando com o senhor. é a meditação interior, porque às vezes realmente o dia foi tão corrido, a velocidade de informações de trabalho que a gente tá tendo está mudando a cada ano, se avançando, que a gente não tem esse tempo para parar e colocar o joelho nessa correria do dia, às vezes somente antes de dormir. Então, dentro do ônibus, no caminhar do trabalho, coloca um louvor, coloca um fundo musical e vai meditando com o Senhor. O orante não apenas pede, mas pensa diante do Senhor, um suas palavras e transforma a fé em diálogo. É, às vezes eu estar conversando com o Senhor em mente. A minha mente tá ligada nele. E quando a sua mente está ligada ao Senhor, você dificilmente vai tomar decisões erradas, porque ele está em constante relacionamento consigo. Quando a alma está ferida, essa conversa pode assumir a forma de queixa ou lamento. Há momentos que a nossa alma tá ferida e aí a gente vai mesmo por uma queixa, a gente vai se lamentar, Senhor, até quando? Quem nunca aqui orou e falou: "Senhor, não é possível que o Senhor não tá olhando para eu pelo que eu tô passando é o lamento, Senhor. Não é possível. O irmão chegou ontem na igreja, a causa dele foi resolvida. Eu tô há 15, 20 anos. E aí? Não perco o culto, vou para monte, desço o monte, vem paraa consagração, vem para ensino da palavra, seio, culto da vitória, culto da irmã Joaquina, culto do irmão Cirilo. Ih, senhor. É porque, infelizmente, também Deus tem um modo de tratar. Esse modo de tratar, Deus não faz, Deus não faz acepção de pessoas para salvar. Ele quer salvar a todos, mas para questões de ministério, unção, formas de relacionamento, tipo comigo Deus às vezes se cala e fica meses sem falar e eu entro fico uma loucura. Há outros que [risadas] que o senhor tá bem, pastor. >> Oxe, agora tem outros que vai, sentou aqui, já vem uma irmã machando. Meu Deus. Aí tu fala: "Não, aí tu tá do lado, senhor, não, ela vai vir. É comigo, é comigo. Não é possível. Eu vim de verde fluorescente pra irmã me ver. Mas passou direto, não quis falar contigo. Acontece, Acontece, acontece. acontece. Mas você tem Deus, o amor de Deus por você é tão grande que ele te dá a permissão e a liberdade de você se queixar e se lamentar com ele. Seria uma heresia a gente pensar que Deus às vezes como trata com filhos, tem filho que às vezes é chato, né? >> Sim. >> Aí o Senhor fala assim: "Meu filho, tu é chato para caraca. [risadas] Não vou te responder. >> É isso aí, com certeza. Pastor Júnior. >> Sim. >> A única forma que a gente tem de ouvir Deus diariamente é através da palavra, que é é um estatuto. >> Isso. >> Então, se é igual um relacionamento mesmo de pai para filho, né? Quando o pai estabelece algumas coisas, ele só remete aquilo que ele já pré-estabeleceu e não precisa ficar repetindo. E aí, >> perfeito. >> E aí é a única maneira, né? que de fato a gente vê uma uma banalização dessa questão da da fala de Deus e nós devemos entender que a fonte primária da voz de Deus é a palavra de Deus. E assim Deus ponderou em revelar o homem. >> Então a gente deve ter contentamento pelo privilégio de ter a palavra, né? Então isso é é importante aí >> muito mas e todos nós gostaríamos de ouvir realmente >> isso, >> né, de maneira até audível. E esse que você tava falando, por exemplo, aqui da questão da pausa que você dá, por fica parecendo não pode, os irmãos já podem ter pensado nesse aspecto aí. Eu nunca pensei nisso. Fala realmente é, se é um diálogo, tem que falar e esperar. Verdade. [risadas] >> Para ouvir. Só que a gente às vezes atropela atropela >> a Deus pensando que a qualquer momento ele vai falar pra gente aqui. >> E é claro, ele fala de diversas maneiras, né? >> As duas as duas manifestações, tanto do nosso pastor Ronaldo e de Vaneira, elas se complementam. E aí eu preciso falar do nosso meio pentecostal de que a gente tá acostumado e a gente quer mais que a irmã venha marchando >> do que romper o silêncio de Deus abrindo a palavra dele e sabendo que ele responde pela sua palavra. É mais confortável e seguro no meu meio pentecostal de uma irmã vim falando e marchando. Não que seja errada. É muito bom ouvir, bom ouvir, >> porque às vezes a gente realmente quer ouvir essa questão direta, mas a gente não tem o costume de abrir a palavra de Deus, principalmente. E aí eu puxo sardinha pro para nós que estamos aqui numa sexta-feira essa hora para quem não tá acostumado a meditar na palavra de Deus e estudar as suas santas escrituras, tá? >> Às vezes a às vezes a resposta eh de Deus se dá no entendimento de uma >> isso aí >> de uma determinada questão, né? Deus aclara >> isso, >> a sua a sua mente para alguma coisa. >> É isso, >> né? Para que você não tenha aquela impressão de que Deus tá falando para você em Libras e tu não tem intérprete. >> Com certeza. Mas isso também, isso ainda vai rebuscar o quê? Um relacionamento constante, não somente com esse Deus, mas com a palavra, que eu devo meditar de dia e de noite. Mas mesmo assim, como é que a gente quer escutar Deus respondendo na palavra? A minha Bíblia está empoerada há uma semana. em cima da cabeceira, preciso de uma resposta e abre a Bíblia. Geralmente a maioria estatisticamente vai dizer que tu vai abrir no meio Salmos Salmos ou se tu abrir como Levítico, tu vai passar que tu não vai entender nada. Ou genealogia aí mesmo que tu não vai querer saber. Então, quando eu estou com relacionamento com esse Deus e com um objeto vivo que se renova cada dia, que é a sua palavra, todas as vezes que eu abrir isso aqui, eu vou ter uma resposta. resposta. Então, quando a gente fala de relacionamento, que a oração é, não é somente com Deus, mas é com o seu instrumento, com a sua palavra, que a palavra é o quê? O verbo se fez carne. É Cristo respondendo a nós através da sua palavra. Senhor não pode usar como caixinha de promessa, né? >> Tem uma história, >> né? Você tem uma história bastante interessante da >> do cara que vai lá, "Senhor, me dá uma palavra aqui, tá?" E vai lá, abre lá em Lucas, tá lá. E Judas foi lá e se invocou. [risadas] Aliás, não pode ser que tu que falou isso, não. Vou vou confirmar aqui. Aí vai lá e vai lá e faz o mesmo. Pô, aí não, aí fica difícil, né? Eu lembro de uma pregação antiga do pastor Silas que ele trata sobre essa questão de caixinha de promessa, que a caixinha de promessa só tem coisa boa. Aí o pastor Silas falou assim: "Eu vou fazer uma caixinha só de sopapo. A >> vai lá abrir em Amós 5:23, se eu não me engano. Eis que não ouvirei as melodias dos seus instrumentos". Acabou. [risadas] >> É. Deus falou: "Não quero te ouvir." E e realmente, olha o que que ele vai falar em Amós. Ei, não adianta louvar, não adianta me clamar, não vou ouvir os as melodias dos seus instrumentos, as suas súplicas. Não quero ouvir. >> Pastor Júnior, por favor, uma questão filosófica. >> Eita, >> teológico. [risadas] Filosófica. A filósofa Ciassiane diz que oração é alimento. [risadas] Por favor, de uma vez por todas, responda essa questão. É exatamente isso. >> A oração é alimento. >> É bom. Deixa eu dar um um spoiler aqui. O pastor Jesiel Gomes indignado. Isso é um absurdo. Isso é um absurdo. Oração não é alimento. O alimento é a palavra, aquele jeito dele, né? A palavra que eu alimento, oração é respiração, é diálogo com Deus, com os outros, né? Eu trato a oração não como alimento, mas como relacionamento, >> porque eu posso me alimentar de algo, mas não me relacionar com esse algo. Eu vou numa lanchonete e me alimento da comida da lanchonete, mas eu não tenho relacionamento nenhum com a lanchonete. Chego lá, pago por aquilo que eu fui alimentado, vira as costas e vou embora. Então, se a oração para você é alimento, você corre o risco de pagar por algo esperando >> sim. Não, >> não, mas essa essa essa situação é é boa de pensar sobre essa questão do da oração alimento, porque o pastor Júnior começou falando que a oração, na verdade, começa em Deus, porque Deus decidiu se revelar. Mas como se trata de um relacionamento, significa que o homem tem a sua parte nessa interação. Daí a chance de pensar que oração é alimento, é que nós podemos nos intoxicar, porque a procedência do que vem do homem às vezes para Deus não vai fluir muito bem. >> Já a palavra não, a palavra ela é genuinamente oriunda em Deus. E quando nós lemos ela, nós estamos aqui nos alimentando. Eu tava lembrando aqui, pastor Júnior, >> sim, >> algo interessante, porque >> falou-se sobre a caixinha de de promessas e isso fala sobre a a uma relação de leitura da palavra ou de busca pelos versículos de acordo com aquilo que é conveniente. Quer dizer, aquilo que nós estamos querendo ouvir, não aquilo que Deus precisa nos dizer. Certo? Certo? >> E é algo que muitos pastores já passaram por isso, que é o seguinte. Às vezes a pessoa quer conversar com você, quer um atendimento e tudo mais, e aí você fala assim: "Bom, né, eu vou ouvir essa pessoa, mas depois, né, você vai ter a oportunidade de você pelo menos dar uma direção e ela fazer a escolha que ela deseja acerca daquele assunto. E não é incomum às vezes a pessoa vem, ela descarrega um caminhão de coisas e depois ela já se deu por satisfeita". na verdade, ela queria desabafar, ela não queria aconselhamento, ela não queria nada. E isso às vezes acontece com a gente em relação a Deus. Tem gente que vai para oração porque quer descarregar um mar de coisas em Deus, mas não tem esse tempo de escuta, né, que é importante na relação de oração. >> É muuit das vezes é é essa questão psicológica mesmo, é chegar diante de Deus e desabafar. Aqui a gente tem que fazer os nossos gabinetes. Muit das vezes a pessoa senta, a pessoa não quer um conselho, ela quer externar, ela quer colocar a sua dor para fora. E você apenas ali escuta, é o a a função ali. Eu não faço psicologia, mas eu acredito seja psicólogo, vai sentar ali e vai escutar a pessoa desabafando. Só >> uma validação, às vezes que é só a validação daquilo que elas já >> é isso aí >> colocou como caminho de >> aí éonde o pastor vai ajustando. Não, mas calma aí. Isso aqui tá fora do da palavra. Isso aqui não é permitido. Vamos rever esse passo. >> Vou lhe perguntar uma outra questão aqui. [risadas] >> Você, eu sempre brinco com o pessoal aqui que dizendo o seguinte, ó, vou fazer uma oração, mas eu sou bom em oração contra. Oração a favor não sou bom [risadas] não. Será que existe gente, >> não é? Especialista em oração contrária? Acredita. Se Deus vai responder, eu não sei. Mas que tem pessoas que conseguem não estar contente, satisfeita >> orar contra, né? >> Orar contra algo, contra alguém, entendeu? Agora, se Deus vai responder a oração, porque Deus, quando a pessoa está orando, a pessoa Deus tá tá escaneando essa pessoa por dentro e por fora. >> Sim, >> sim, claro. >> Ah, perdão. Aqui >> é filosófica a pergunta? Não. [risadas] >> A paz de Cristo a todos. Eu queria trazer duas passagens a respeito de oração atendida. Uma no próprio Daniel 9. e que ele ora ao Senhor, né, trazendo e trazendo a si próprio na condição de pecado do povo. Ora, um homem reto, a gente aprende, homem que Deus fez proeza, lhe deu o dom de interpretações, ele se coloca na condição e que que a gente vê de resposta ao anjo falando: "Ó, você é um homem muit amado." A bênção tá vindo trazida, mas tá sendo impedida pelo príncipe da Pérsia. E a gente percebe que a a oração dele, ele ele entende qual é o seu posicionamento. Ele é pecador junto com o povo, mesmo sendo um homem reto. E Deus colocou ali para aquele propósito e ele se coloca, ele entende que ele com essa com essa visão espiritual, ele entende que ele tá inserido naquele contexto. A outra é Davi >> quando ora Senhor pelo filho de, né, do do daquela relação com a mulher de Urias Betsba. Ele se se jejua, joga p de saco s dias e Deus ó, não adianta, não vou te atender e pronto. O que você fez? Então eu na minha meditação, trazendo esses dois, esses dois esses dois exemplos, eu penso que a oração ela não é para atender os nossos propósitos, nossos ígnios, mas ao contrário, é para atender os propósitos do Senhor. >> Toda oração, a nossa oração, como o senhor tem colocado pra gente nas suas variantes, ela para atender os propósitos do Senhor. O Senhor tem o propósito de nos aperfeiçoar como servos, como filhos. E toda oração que fazemos, ela vai expressar a nossa condição de comunhão com Deus e com o nosso próximo. No Antigo Testamento, pela presença de Deus, pela condição do povo de Israel não tratá-lo, né, como tratava, né, uma uma prostituição espiritual. E no Novo Testamento, a condição de Cristo, o caráter de Cristo, né, que pra gente fluir o fruto do espírito em nós, fluir o caráter de Cristo em nós. Então a nossa oração é para atender os propósitos do Senhor. >> E quando os propósitos dele se encontra com os nossos, aí acontece o que tem que acontecer, o milagre, a salvação, todas as coisas que a gente pede. E aí entra na questão que eu tô batendo muito. Eu só vou entender os propósitos de Deus para minha vida se eu me relacionar com Ele. Se eu não tiver essa relação com ele, eu não consigo captar o que Deus tem para mim. E eu falo nisso na comunidade de crente, naqueles que fomos nós, aceitamos a Cristo, que a gente fala: "Senhor, toma a minha vida por completo." completo." Se toma a minha vida por completo, os propósitos dele estão na frente dos meus propósitos. Aí eu vou orar com o meu pedido. Mas será que o meu pedido tá junto com esse ped esse propósito de Deus para minha vida? Deus pode ajeitar, pode arrumar, pode falar que não, pode falar que sim, mas é essa questão de relacionamento. Eu quero ver agora no dia do jogo, porque o louvor fala. >> É qual louvor? >> Como é que é? Eu vim no carro, falou: >> "Eu não te troco por nada, quero ver trocar pelo jogo do Brasil." >> É relacionamento, filho. Lógico, questão de acessibilidade, a rua tá mais violenta, a rua tá perigosa, é gente embreagindo o carro. Então a gente precisa realmente ter esse discernimento. >> O Uber vai tá caro, >> o Uber vai tá caríssimo. O ônibus quase não vai passar que os motoristas vão parar no bar para ver a tela. Mas a gente não gosta de louvar, não te troco por nada. E na hora que Deus prova a gente se vai trocar ou não, que eu quero ver é a questão do propósito, relacionamento. E Deus às vezes não vai nos provar nisso. Vamos lá. Orar. Aqui pode ser acrescentada a ideia de oração contínua. Orar sem cessar não significa falar sem interrupção, mas manter o coração orientado para Deus. Então, a gente precisa estar no nosso dia de 24 horas com coração voltado para Deus. Agostinho vai falar que o desejo contínuo de Deus converte-se em oração contínua. Quem ama continuamente, ora continuamente, porque o coração permanece voltado para o Senhor. Richards, que é um teólogo, vai falar eh frases breves de fé, gratidão, arrependimento e confiança podem manter viva a comunhão com o Senhor. O que que Richard está falando? que às vezes na correria do dia a dia, mas se a minha mente está em frases breves, em pequenos pensamentos com o Senhor, significa que eu já estou me relacionando com ele, orando ao Senhor, tá? Deus não é um Deus ilógico que não vai compreender a nossa correria do dia a dia. >> É a busca de alguém com a intenção de pedir algo. Aí o exemplo de Daniel mostra que a oração é uma busca intencional por Deus. Mesmo quando o ambiente externo tenta impedir essa prática. E vou te falar, hoje em dia o ambiente externo para nossa oração, tu botou o joelho, o zap tá parado o dia inteiro, começou a tocar, a chope tá entregando a mercadoria, tu não vai deixar passar, tu vai sair correndo para atender a chope. É sempre na hora que você tá colocando o joelho no chão. O ambiente externo ele dificulta. O inimigo das nossas almas sabe como trabalhar. Ele sabe que talvez aquele momento a tua oração vai ser respondida. Então ele vai trabalhar num ambiente contrário para que você não insista na oração. E vou te falar, tem que ser muito crente, muito homem de Deus e muita mulher de Deus para sustentar uma oração num ambiente contrário, ambiente de trabalho que está contrário, ambiente de relacionamentos familiares que está contrário. E você manter a oração, porque por muito pouco a gente fala: "Senhor, prepara e leva". tá perturbando. Olha, não aguento mais. Prepara e leva. o ambiente externo você já está sufocado. >> Em busca >> revela-se uma verdade. A oração deve ser o primeiro recurso do crente, não a última tentativa depois que todos os meios humanos fracassaram. Depois que tudo deu errado, tu colocou tua mão, tu perdeu tudo, aí tu vai orar. Senhor, tu não me responde depois que você fez tudo de errado. A primeira situação que nós devemos fazer é orar ao Senhor, abrir esse relacionamento, colocar Senhor à parte daquilo que eu estou para enfrentar e não como causa última. Ah, deu tudo errado, agora eu vou orar. Aí tu colocou Deus atrás da fila. Aí tu quer depois que ele responde? Tu quer depois que Deus venha cheia de cheio de carinho? A oração deve ser o primeiro recurso, não a última tentativa. Quem ora reconhece que precisa de Deus antes da crise, durante a crise e depois dela. dela. Antes Antes conhecemos bem, durante a crise nem se fala. Você só vive no monte. Depois que Deus respondeu, acabou tua oração, você já não vai mais pra igreja, já tá tudo resolvido na sua casa, tá tudo calmo. Depois que Deus concedeu, você queria entrar tanto nesse emprego, Deus abriu a porta, agora tu fala para Deus que tu não tem tempo de ir pra igreja. Ué, como >> já conseguiu? >> A faculdade tá tirando o teu tempo, né? Mas quem abriu a porta foi ele, porque tu tava orando. E agora que ele abriu, você não tem mais tempo paraa faculdade, >> você não tem mais tempo para Deus. A faculdade tá tirando teu tempo. Ah, entendi. entendi. E o primeiro a sofrer é Cristo. Não vou pra igreja hoje, não dá. Tu não corta nada. Primeira coisa que tu vai cortar a igreja. compromisso. A dependência de Deus não é uma fraqueza, mas a postura correta da criatura diante do Senhor. >> Indo pro final, o Novo Testamento, a oração recebe contornos ainda mais claros a partir da revelação. revelação. O crente se dirige ao Pai, recebe acesso por meio do Filho e auxiliado pelo Espírito Santo. Então, na tua oração, não é somente o teu relacionamento com Deus. Você se relaciona com pai, você se relaciona com o filho e, principalmente se relaciona com o Espírito Santo. Hoje eu estava fazendo a prova, tava fazendo uma prova oral na bancada lá da faculdade e a gente tá lá trabalhando, deram 15 textos pra gente, os professores enlouquecendo a nossa mente, oral, pergunta, a gente fica nervoso. E uma das matérias era sobre a questão de culto, de liturgia. e falava desse dessa questão do Espírito Santo. O Espírito Santo até o dia de hoje a gente tem dificuldade de entender essa pessoa do Espírito Santo. Não é de hoje. Já vem de lá de trás esse relacionamento com o Espírito Santo. O Espírito Santo é central na nossa oração, porque é ele que vai fazer o caminho, eh, entre aspas, essa intercessão entre a minha oração e Deus, trazendo de uma forma prática como se deu é o Espírito Santo que está do seu lado te conduzindo, ele vai pegando a sua oração e levando diante do trono do Senhor e apresentando. É ele que está guiando as suas palavras. Então, a importância do Espírito Santo no meio da oração, a trindade, ela se relaciona, ela trabalha a favor da sua oração. Pra gente começar a entender a importância de uma oração. A oração não é somente um senhor com barba branca, cabelo alvo com uma neve, sentado no trono ouvindo você lá embaixo. Não é isso. É relacionamento entre pai, filho e espírito. Eles estão se relacionando, se comunicando para te atender, você que está aqui embaixo pedindo algo. Olha como é que a trindade se apresenta no meio da oração. Assim, a oração não é solitária nem isolada. Ela acontece dentro da comunhão trinitária, pois Deus mesmo sustenta o caminho pela qual o ser humano se aproxima dele. É Deus falando quem conduz o caminho da nossa oração ao Senhor que a gente acabou de falar. O Espírito Santo. O Espírito Santo é a pessoa da trindade. É Deus falando a sua oração. Quem conduz sou eu. Sou eu que pego. Sou eu que conduzo. Sou eu que recebo diretamente, lógico, na visão das três pessoas, do Senhor Deus, do nosso Senhor Jesus Cristo, do Espírito Santo. Mas ele falando, ei, não tem intermediário. A tua oração lida direto comigo. É A tua oração lida direto comigo. É diferente de intercessão, a gente vai ver lá. Mas é Deus falando o esse relacionamento que tu quer, ele vem direto para mim. Ele não vai passar por fulano de tal, por fulano de Não, não, não. É eu É eu face a face, filho. Sou eu que tô te conduzindo no seu processo de oração. Não acha que quando você dobra o joelho, as palavras saem de você porque você quer, né? Não. É o Espírito Santo que tá te conduzindo nas palavras. A gente pode até resistir. Deus tá fazendo você confessar o seu pecado, mas tu tá falando: "Deus sabe, Deus sabe". Mas a tua mente Deus sabe, Deus sabe". Mas a tua mente já revelou todo o seu pecado, filho. É o Espírito Santo trabalhando em todo o seu ser na oração. Por isso a oração é relação. Se tem a relação trinitária, Deus, Pai, o Filho e o Espírito Santo, então a nossa oração também é essa relação com os três para mostrar essa importância. É um movimento intencional em direção de Deus. Aí o pastor Jarmut, ele vai trabalhar um verbo do Novo Testamento que vai ajudar a perceber que a oração possui direção. A oração, ela possui um objetivo, um tiro certo. Orar é voltar-se intencialmente para Deus. Então, a oração também é quando eu estou desconectado do Senhor e eu preciso me reconectar a Ele. Então, a oração vai me redirecionar aos caminhos do Senhor novamente. Mas, professor, eu perdi o rumo. Tem que orar. orar. Ele vai te recondicionar nova, ele vai te colocar no caminho, ele vai te direcionar novamente nesse caminho. Esse caminho vem através da oração, da meditação da sua palavra. Orar é voltar-se para ele e não apenas pronunciar palavras religiosas. Às vezes a gente tá muito preocupado com as palavras religiosas da nossa oração. No final aqui eu vou ler uma historinha bem rapidinha pra gente ver como é que uma oração sincera alcança. É uma história, mas interessante, não é aquela questão mecanizada. Como, pastor, soberano Deus e eterno pai. pai. 30% dos crentes começa assim. Soberano Deus e eterno Pai, aquilo já tá mecanizado. Todo dia você repete a mesma conversa com sua esposa, com seu filho, não. Cada dia tem algo novo. A oração é um relacionamento. Se é relacionamento é conversa. Muit das vezes a gente tá preocupado com as palavras bonitas, Senhor, que desça fogo, que não sei o quê. Faça-se a justiça. A gente quer conjugar o verbo correto. correto. >> Nossa, >> ara >> é ainda erra. Quer conjugar o verbo, no gerunde, vai pro particípio. No final não participou nada. >> Quando era novo crente aqui, tinha um presbítero aqui, ficava: "Senhor, senhor manda fogo, manda fogo, senhor manda fogo." Depois ele, senhor, manda chuva, manda chuva. Aí o novo [risadas] crente fala: "Ó, não vai adiantar de nada. [risadas] E Deus tem senso de humor. Imagina o Deus rindo. Deus tem senso de humor, gente. Falar igual o pastor Cláudio Duarte. Chega pro cego, o que que tu queres que me faça? [risadas] Que que que chegou pro cego, que que tu queres que me faça? Ah, me dá um cão guia. Quer ser curar? Então eu vejo que Deus tem senso de humor, entendeu? [risadas] Vamos lá. orar se é voltasse intencionalmente para ele. Essa direão, essa direção que Deus dá na nossa oração, ele protege de dois perigos. A repetição vazia, repete, fala um monte de palavra, mas repete, fala um monte de palavra, mas não disse nada. Às vezes eu falo paraa minha esposa, minha esposa ela gosta de contar uma história desde o início, ela começa falando das amigas dela, falando: "Não conheço ninguém, fala no ponto, já sei ansiedade." Vai falar um monte de coisa às vezes vazia que não não vão entender. Então vai direto ao ponto. Às vezes é bom ir direto ao ponto com o senhor. Senhor, eu preciso dessa resolver essa questão aqui. O que que o senhor me orienta? fala comigo, me responde ou se for para passar que o Senhor venha me sustentar nesse deserto. Às vezes tem que ser direto. A gente fica cheio de palavra vazia. Deus ele tem acesso ao todo ao nosso ser e a centralização no próprio homem. Às vezes a tua oração é só para você, só para você. E para Deus não tem nada. Aí a gente volta na questão de Ana. Senhor, eu quero. Senhor, me dá. Senhor, eu quero, Senhor, me dá. 25 anos, filha. Senhor, eu quero, Senhor, me dá. E Deus tá falando, pô. No dia que ela entender que é relacionamento, é dar e receber, receber e dar, eu vou abençoar ela até o dia que ela entendeu. Senhor, se tu me deres, aí eu devolvo. Aí diz: "Opa, mudou. Vamos abrir agora um canal de relacionamento aqui, Ana. Mas a gente fica na centralização do homem. A oração é praticamente para você. Senhor, eu eu quero ser grande. Senhor, eu quero ser o máximo. Senhor, eu quero ser o pregador. Senhor, quando eu pregar, arrebata quando E Deus tá falando, tá tudo bem. E eu me manifesto aonde? Quando você estiver falando, porque tudo é você. >> Tudo é para você, tudo é para engrandecer você. E eu fico aonde nisso daí? Então, a gente precisa ter essa orientação. Hatgen vai dizer que quando Deus deixa de ocupar o centro, todo o restante perde a orientação. Aplicada a oração, isso significa que o centro não é ansiedade do orante. A necessidade imediata ou a performance religiosa que tu tá orando, mas é o próprio Deus. A oração recoloca o coração na direção correta. Deus primeiro. primeiro. A sua oração é o quê? Deus em primeiro lugar. Deus em primeiro lugar. A gente tem que ter o cuidado de muit das vezes queremos colocar nós em primeiro lugar. A oração bíblica não começa com pedidos, mas com reconhecimento de quem é Deus. Nesse ponto, a oração corrige o coração humano. humano. A criatura aprende que não é o centro de si. Tomás dequino vai recordar que ao chamar Deus de Pai, o orante deve honrá-lo, imitá-lo e obedecê-lo. Então, no na questão da oração, quando eu falo Pai nosso, eu estou falando nosso em comunidade. Um pai que significa relação filial, pai e filho, reconhecendo quem é esse com quem eu estou de frente dele, na qual eu não posso ver a sua face. Se eu ele abrir a sua glória para mim, eu morro. É lindo. Não tô falando que é errado, não, tá? A gente às vezes tá no culto, Senhor, derrama sua chequiná, derrama sua glória. É lindo, não tem problema nenhum não. Mas se Deus abrir o culto e derramar a glória dele, ninguém fica vivo, vai morrer todo mundo. É a glória do Senhor. A gente, Senhor, derrama a sua glória, filho. Se Deus abrisse um pouquinho da sua glória e derramasse sobre nós, tanto que ele fala assim: "Moisés, vai pra fenda, você só vai sentir um pouquinho da minha mão se você me ver de frente". João tentou olhar de frente, filho, praticamente capotou o peso da glória do Senhor. Então, a gente precisa ter essa questão. A criatura aprende que não é o centro de si. si. Assim, adorar não é apenas cantar, falar palavras bonitas, mas deixar que a vida se submeta ao Deus que é pai, senhor e fim último da existência. O pai nosso que vai ter uma lição sobre isso, até o amigo Sales vai dar essa lição, ele mostra que a oração não é uma repetição mecânica, mas um roteiro de confiança filial. dentro da academia teológica, a gente aprende quando a gente vai se debruçar sobre o Pai Nosso, que o Pai Nosso, ele não é uma oração em si, mas ele é um guia de como você orar, de como se você se pronunciar, de como você se achegar a Deus. Ele é um manual de oração. de oração. Não que você recitar todo o Pai Nosso esteja errado, não. Porque ele também é uma oração em si. Mas se você parar para desmembrar ele e estudar, tu vai ver que ele é um manual de direcionamento de como orar, porque ele é resposta pra pergunta dos discípulos. Senhor, como eu devo orar? Então, a gente precisa também pegar o Pai Nosso e dar uma debruçada. Como é que Deus se pronunciou? Como é que Cristo se chegou a Deus? Como é que é a sua forma de pedir? Como é que a sua forma de agir? Tem a parte de livrar de pecado, tem a parte de de pedir, tem a parte de reconhecer essa dependência de Deus. Então, é isso aqui que ele tá falando. Quem diz Pai Nosso, reconhece que pertence também a uma família espiritual e que usa sua vida precisa e que a sua vida precisa refletir o caráter daquele a quem ora. Pai nosso é pai de uma comunidade. Ele tá falando, você não deve somente orar por si, mas orar também pela comunidade. Você se levantar em oração pela sua casa, pela sua família. Às vezes a gente quer jogar somente o peso da oração em cima da nossa esposa ou em cima do nosso esposo. Não, o pai é nosso. Todos devem entrar nessa relação, nessa comunhão, nesse pedido de oração. Aí pode surgir esse problema de um só tá dentro da casa orando. Aí no final nem um tá orando, nem o outro. A casa não tá coberta de oração. Eu eu eu lembro da da passagem de Maria e José com Cristo. Cristo ainda criança no templo, que ele é esquecido no templo. Eles estão voltando. Cristo ficou no templo lá, Jesus. Só que José e Maria tá despercebido. Porquele tempo era caravana. Geralmente os homens iam atrás, todos os homens ali conversando sobre futebol e tudo mais, as mulheres na frente falando ali de do choping, do cartão do do marido que escondeu a fatura, aquelas conversas ali, e as crianças iam transitando entre os homens e as e as mulheres. Então, na cabeça de José, José, Cristo tá Jesus tá com quem? Tá com Maria lá na frente. Na cabeça de Maria, talvez tá assim. Não, Jesus tá com quem? Com José lá atrás. Eles até chegaram perto do objetivo, perto de casa, mas aí se tocaram o quê? Opa, tá sem a criança. Qual é o tema que é moral da história? José achou que a que o a presença de Cristo tava com Maria e Maria achou que a presença de Cristo tava com José. Na verdade estavam os dois no mesmo ambiente sem a presença. Chegaram até o ponto do objetivo, pertinho de casa, mas sem a presença, tiveram que voltar para pegar a presença, que não adianta tu chegar láonde você quer chegar sem a presença de Cristo. Só vai chegar e voltar, bater e voltar. Essa recebeu no essa da Essa daí não tem no YouTube não. [risadas] >> Fechando a oração também nasce do limite humano. Há momentos em que a o crente não tem respostas, respostas, recursos ou forças suficientes. É aquilo onde você já não tem mais força para orar ao Senhor. É quando você dobra o seu joelho e você não tem mais o que falar, não tem mais palavra para pedir e não tem força nem mais para chorar. Você apenas se para e se silencia diante dele. dele. Tem esse momento. Esse momento acontece nas nossas vidas. nesses momentos orar e reconhecer a própria incapacidade e levar a dor à presença de Deus. Então, há momentos que a nossa oração é somente levar o corpo mesmo presente, que a gente não vai aguentar mais falar, mais pedir. A gente se cansou, não se cansou de Deus, mas a gente já tá apanhando tanto que a gente só traz o corpo presente e espera Deus agir a nosso favor. Então, a oração também ela passa por esse momento. Quantas vezes a gente entrou pela porta da nossa igreja somente de corpo presente? O nosso espírito, a nossa alma já não consegue mais louvar de tanta dor que a gente tá passando. E a gente trouxe somente o corpo e vendo se Deus vai se manifestar ao culto, se Deus vai se manifestar ao nosso favor. Muitos, muitas vezes vai, mas outras vezes não vai. E aí você está chamado em algo chamado processo do Senhor, filho. Se tu tá no processo dele, não adianta nem pedir para as irmãs do ciclo de oração, porque ele já alertou as irmãs do ciclo de oração. Tira a mão que quem tá tratando direto com ele sou eu. Não adianta intercessão, não adianta nada. nada. A súplica não é sinal de fraqueza espiritual, mas expressão de dependência verdadeira. A gente tem às vezes de pensar que o irmão tá o irmão tá arrebentadíssimo na presença do Senhor. A gente olha para ele, a gente vê que para ele se afastar falta pouco, ele tá arrebentado na presença do Senhor. E a gente vai achar esse irmão de pecador, não é? Não, filho, vai passar a dor que ele tá passando. E às vezes a gente vê esse irmão tentando tirar força para orar e a gente olha, nossa, ele tá fraco. Ele tá assim porque ele tá fraco, não tá orando, né? Não, filho. A súplica não é sinal de fraqueza. A súplica é sinal de dependência. Você já não tem mais recurso. A conta bancária não te ajudou. teu melhor plano de saúde não te ajudou, filho. E aí tu vai mostrar a tua dependência pro Senhor. Então, súplica e clamor significa dependência exclusiva dele. Quem suplica confessa que precisa do Senhor e a sua esperança não está na própria capacidade de resolver tudo, mas na misericórdia daquele que pode intervir com a graça. Último tópico aqui, a intercessão mostra que a oração não se fecha nas necessidades individuais. A gente viu sobre a questão de comunidade, comunhão. Isso aqui estamos em comunidade, em comunhão, em eclésia, em igreja. Então, eu tenho a tarefa e obrigação de interceder também por um irmão. Interceder-se diante de Deus em favor de outra pessoa. Quando eu intercedo em favor de outra pessoa, estou estabelecendo um mandamento divino que Jesus falou: "O quê? Amais o seu próximo como a ti mesmo. Eu amo o meu próximo a ponto de interceder pela dor dele. E muit das vezes essa intercessão, essa oração pelo meu próximo não é colocar a mão na cabeça dele e começar a pronunciar palavras. Às vezes essa intercessão é somente sentar do lado dele e compadecer da dor dele. Assim os amigos de Jó fizeram com ele, filho. Porque a gente também tem que ter o discernimento que às vezes a gente quer se achar muito crente e abre a boca na hora errada. Os amigos de Jó vão ficar dias sem falar nada, sentado somente durante eh do lado dele. Porque há momentos que a nossa dor tá tão profunda que a gente não quer correção de moral, filho. A gente somente quer que alguém sente do nosso lado e compadeça da nossa dor. Porque essa moral quem vai dar vai ser Cristo, vai ser Deus que vai pegar e vai nos ajustar, vai apertar o nosso parafuso. Mas aí às vezes o irmão tá passando por uma dor terrível, a gente quer dar lição de moral. Em vez de trazer esse irmão para perto, a gente joga ele para fora da igreja, porque foi dar lição de moral no momento errado, em vez de interceder, sentar do lado, compadecer da dor. Quando esse irmão começar a se abrir, aí sim a gente com a sabedoria que vem do alto, é, irmão, mas a gente precisa ajustar isso aqui. Talvez isso aqui não deu certo, mas a gente precisa saber o time, o momento certo. Não é? Jesus te ama, mas também te arrebenta. [risadas] >> É. Então é isso aí. No Novo Testamento, essa realidade alcança essa função trinitária, como a gente já viu. O Filho intercede junto ao Pai, o espírito intercede no interior de nós e a igreja é chamada a participar dessa dinâmica em favor do próximo. Então, estamos em comunhão, devemos interceder pelos irmãos. Por isso, a intercessão não é apenas um ato de solidariedade humana, mas participação na compaixão de Deus. Para concluir, só 5 minutinhos, tem uma historinha, eu não sei se você já ouviu as a oração da dona Nazaré. É uma historinha que tem na internet, tá? Eh, as pessoas sempre adaptas, adapta elas. Já vi a Igreja Católica falando dela, a igreja protestante, eh, a igreja batista, a assembleia falando. E eu trouxe essa historinha aqui. Me dá só cinco, se minutinhos. Escuta com atenção. Dona Nazaré é uma mulher de muita fibra, muito pobre, vive sozinha nesse mundo ao lado de sua filha. Uma menina moça, que nasceu com sérios problemas no sangue. Desde pequena, a menina sempre viveu doente. Poucas foram as noites que dona Nazaré não passou acordada boa parte do tempo, tentando aliviar a dor de sua pequena. Além das muitas dores que sentia em todo o corpo, a menina tinha uma fraqueza tão acentuada que impedia de fazer até mesmo os serviços mais simples por ter que cuidar por ter que cuidar da filha e sendo sozinha no mundo, dona Nazaré vivia de uma pensão de meio salário mínimo, conseguida a duras penas graças à ajuda de um vereador da região. O dinheiro mal dava para comer. Quanto mais para comprar os remédios, cada dia mais necessários e mais caros. A menina vivia à base de remédio caseiro e do cuidado primoroso de sua bondosa mãe. Infelizmente, com o passar do tempo, o problema foi piorando naquela manhã. Depois de uma noite inteirinha ao lado da filha querida, dona Nazaré não teve outra saída senão ir até Itajubá, a cidade mais próxima, para ver se conseguia alguma ajuda. Como não conseguiu dinheiro para levar a filha, que estava fraca demais, tentou ajuda junto aos estudantes de medicina que faziam estágio no hospital universitário. Infelizmente, o hospital não dispõe de condições para fazer o atendimento domiciliar, ainda mais quando o paciente estava a uns 18 km de distância. Dona Nazaré não desistiu, foi até a Santa Casa. Quem sabe ali encontraria um médico que pudesse ir até sua casa para tentar curar a sua filha. também aí não conseguiu nada, a não ser a promessa de que se trouxesse a menina, tentariam dar um jeito de interná-la, mas que infelizmente não teriam como se deslocar até o interior. Para ir até Delfim Moreira pedir a ambulância da prefeitura. Era uma viagem fora de mão, por isso quase que impossível. O jeito era trazer a menina para a Santa Casa de Misericórdia de Itajubá. nasceu no coração daquela mãe aflita, um raio de esperança. Quem sabe conseguiria alguém que ajudasse a trazer a menina? Decidiu voltar para casa e pedir ajuda aos vizinhos. Pensou especialmente no japonês, um plantador de arroz que tinha um gip e de vez em quando as presenteava com meia saca de arroz recémcolhido. Quando voltava do mercado municipal, onde tomaria o ônibus ou tentaria uma carona. Dona Nazaré passou em frente à igreja como uma boa mineira, mulher de oração. Entrou para buscar Deus um pouco. Dentro do templo tinha um grupo de animados jovens que oravam e cantavam louvores. Por alguns instantes, dona Nazaré acabou se esquecendo de sua filha doente. Os hinos daqueles jovens eram bonitos demais. E a dona Nazaré foi se misturando ao animado grupo. Depois de algumas suaves canções, os jovens começaram a orar. Cada hora era um que fazia uma oração espontânea, lindas e profundas orações. Dona Nazaré se sentindo motivada e talvez até mesmo contagiada pela fé daqueles jovens. Quase de idade da sua filha, também se dispôs a fazer uma oração. Claro que os jovens ficaram felizes e acolheram com muito carinho sua disposição de orar. Mas quando a mulher começou a oração, algum dos meninos tiveram que segurar muito para não cair na gargalhada. Que oração mais estranha aquela mulher estava fazendo. Ela falava com Jesus como se ele fosse um entregador de pizza. Pensou um dos meninos. Quem ela pensa que é para falar desse jeito com o senhor? Falou outro. Questionava-se. A mulher então de oração. Orava assim. Senhor Jesus, olha, sou eu, a Nazaré. Não sei se o senhor se lembra. Sou lá de Biguá. Muitas vezes já conversei com o senhor lá na congregação, lembra? Pois é, o Senhor Jesus. O problema da minha menina está cada vez pior. Essa noite ela não pregou os olhos nem um minuto. Eu também não. A pobre da coitadinha gemeu a noite toda. Virava de um lado para o outro. Suava feito uma condenada. Não sei como ela está agora. Vim aqui para ver se achava um médico para ir lá em casa consultar ela. Mas os médicos não podem ir. Se fosse o Dr. Gaspar, eu sei que ele iria que Deus o tenha lá na Santa Casa mandaram eu trazer a menina, mas não tinha como. Como eu vou conseguir fazer isso? Ela está fraca demais. Não temos dinheiro para alugar uma ambulância. Até pensei em pedir ajuda ao senhor Tochi, aquele bondoso plantador de arroz. Quem sabe ele traz a menina. Mas agora que estou aqui, Senhor, eu queria pedir, já que o Senhor está em todo lugar, o Senhor bem que podia ir até lá em casa e curar a minha filha. Não custa nada. O Senhor sabe e pode. Os jovens estavam estranhando muito aquele jeito de orar. Dois rapazes mais novos não conseguindo segurar o riso, chegaram a sair do templo por causa da oração da irmã Nazaré, onde já se viu uma pessoa orar desse jeito, até a falta de respeito falar assim com Jesus. Ela nem exaltou, exaltou os atributos do Senhor, não recitou nenhum versículo da Sagrada Escritura. Ela não sabe orar, com certeza nunca fez um curso de intercessão e sua oração estava atrapalhando o nosso culto de jovens que estava indo tão bem, concluiu um dos rapazes. Mas dona Nazaré continuou sua oração. É verdade. É verdade. O Senhor O Senhor num instantinho podia ir lá em casa, curar a menina e já voltava. Não é difícil chegar à nossa casa. O senhor pega a rodovia que vai para Aparecida do Norte. Lá eu sei que a estrada é boa. Na ponte de Santo Antônio, o Senhor entra rumo Delfim Moreira. Só que a hora que chegar na água limpa, bem em frente à fábrica de queijo, o Senhor vira pra esquerda, passa a ponte e continua. Depois da ponte não vira para a direita, não. Lá vai para o mosteiro de Serra Clara. Minha casa fica na outra direção, senhor. Então o senhor passa a ponte e segue reto em frente sobre um moinho, um morrinho meio pesado e vai virando pra direita. Logo o senhor já chega na velha estação onde antigamente a gente pegava o trem. Não é lá não. Lá tem uma placa com o nome Biguá, mas o Biguá fica mais para cima. para cima. O Senhor passa as moradas do pessoal dos ramos, depois vem a reta do seu do Zé Gaspar, chega na curva de Crídia e ali não vira pro lado da ponte, não. Passa meio reto pro lado esquerdo e sobra uns degraus do grupo escolar. O Senhor vai passar em frente à casa onde o baiano morava. Depois tem a casa que era dos do venazão. Ali tem até um atalho, mas é melhor ir pela estrada mesmo. Logo depois da curva o Senhor já vai ver a nossa igrejinha. Ali é fácil. É só o senhor perguntar no bar do Lourenço que ele sabe onde fica a nossa casa. Ele vem de queijo e é o vereador que arrumou o fundo rural para nós. É só o senhor pedir para ele que até é capaz dele levar o Senhor lá em casa. Ele mora pertinho. pertinho. A essa altura, os jovens já estavam se esforçando para não cairem na gargalhada. Era uma experiência inédita. Aquilo, segundo eles, não era oração. Mas nó continuou. A hora que o Senhor chegar lá em casa, a porta vai estar trancada. Não tem problema não. A chave está no vaso de flor que fica pendurado no alpendre. O senhor pode entrar, curar a minha menina e depois, por favor, tranca de novo a porta que eu me preocupo muito com a menina. Depois que o Senhor curar ela, é só fechar a porta e colocar a chave no mesmo vaso, que a hora que Je chegar, eu acho e entro. O jovem que tocava violão começou a dedilhar um corim de fogo e a cantar bem alto. Dona Nazaré parou sua oração e saiu do templo um tanto desconsolada. Nem deu tempo dela dizer pro senhor que tinha um café no bule em cima do fogão de lenha, caso ele quisesse tomar um golinho. E que o bolo for quentinho de fubá estava dentro do forno. Nem deu tempo dela falar. Paciência. Até que o jovem cantava bonito, só foi meio grosseiro interrompendo a sua oração. Com pensamento contínuo e orando, desceu a escadaria da igreja, atravessou a ponte que antigamente era muito mais bonita, quando ainda tinha uns arcos e foi na direção do mercado. Quem sabe o irmão em Cristo não dava uma carona. Graças a Deus, conseguiu uma carona no caminhão do Vicente Silva. Por mais de meia hora depois, lá estava ela de volta, sem remédio e com esperança de pedir ao Senhor Tochio que levasse a sua menina paraa Santa Casa. Qual não foi sua alegria e surpresa quando abriu a porta de sua casinha? Encontrou sua menina sentada comendo um delicioso prato de arroz doce. Sua filha querida estava de pé. A menina deu um pulo de alegria e veio correndo abraçar a mãe. Dona Nazaré ficou estarrecida, já tinha até esquecido da sua oração no tempo. Minha filha, você está de pé, com a cara mais boa, como isso aconteceu? E a menina explicou: explicou: "Olha, mãe, eu estava deitada como a senhora me deixou. Fiquei orando e clamando ao Senhor, misericórdia. junto com os louvores que tocavam na rádio e acabei cochilando aquele belo hino que diz: "Quem me segurou foi Deus". Tocava na rádio. De repente eu escutei um barulho na porta. Como estava quase dormindo, achei que fosse a senhora que já tinha voltado. Nossa, mamãe, quase eu morri. Não era a senhora. Era um homem muito bonito, grande risonho. Ele usava umas roupas bem diferente, mamãe. Tinha um cabelo enorme. Me olhou como nunca ninguém me olhou na vida. Ele foi chegando perto de mim e eu fui perdendo medo. Comecei a sentir um negócio que parecia um choque elétrico. Mamãe, meu sangue parecia que fervia. Ele não falou nada. foi chegando em silêncio devagarinho e com um baita sorriso nos lábios, chegou perto da minha cama e me estendeu a mão. Pensei que fosse um médico. Tentei perguntar pela senhora, mas as palavras não saíram. Eu falava, mas estava muda ou surda. Não sei direito, mamãe. Só sei que ele me segurou firme pela mão, foi me levantando vagarosamente, me colocou de pé e me deu um grande abraço. Com os olhos cheios de lágrima, dona Nazaré reproduziu quase que inconscientemente os gestos como a menina ia escrevendo. E ela com os com os olhos cheios de lágrimas continuou. Depois de me abraçar demoradamente, ele foi saindo bem devarinho, deu um gostoso beijo na minha testa e foi se afastando. Quando estava quase perto da porta, ele fez um sinal de tchau e falou comigo: "Mãe, diga pra sua mãe que eu vou deixar a chave no vaso de flor." Depois ele ainda completou sorrindo. Gostei muito da flor. É a primeira vez que eu vejo. Muito obrigado, tá? Avisa a sua mãe que eu achei direitinho o lugar assim como ela me falou. Eu não falei que seria fácil? E avisa ela que eu vou voltar um dia para tomar esse café e comer esse bolo quentinho. E assim eu concluo a aula. Obrigada a todos. [aplausos] Pô, tava indo muito bem. No final eu ainda meteu um Joan Ribe Palharin aí, né? Aí acabou comigo. João, pregador do telhado, mano. Linda história, lind história e lindo fechamento, né? Mais uma vez muito abençoado pela sua ministração, né? Ah, o Júnior falou aqui muito sobre a questão de relacionamento e intimidade. Eu vou contar para vocês a a oração de maior intimidade que eu já vi na minha vida. vida. Irmã Juliene aqui que era que era regente do coral que tinha antigo Fernando. Qual era o nome da das senhorinhas? >> Não, não. Jardim de oração. >> Oração. >> A irmã Jen uma vez ela estava orando e eu ouvi. Ela dizia assim: "Senhor, Senhor Jesus, eu tô tão cansada, faz uma massagem dos meus pés". Falei: "Jesus, isso que é um nível de intimidade, não é? Não é verdade, gente? Que que é isso? E quem você vai fazer massagem no Biblia é? Qualquer um. Não pode. Tem que ter, né? Perdão, tem que ter intimidade, né? E eu fico pensando nisso. Eu fico pensando isso na nessa coisa, né? Já pensou no dia que eu puder falar assim: "Ô Jesus, faz um carinho aqui no meu cabelo, faz um cafuné", né? Pensou mar Jesus fazendo não dá. Quando chegar naquele grande dia, todo mundo fala: "Quero ver Moisés, quero ver Pedro, não, quero sentar no povo sempre e falar assim: "Faz um carinho que foi difícil para caramba, foi difícil, né? >> Faz o carinho aqui, faz um carinho". >> Eu tô brincando aqui com o Márcio aqui. Aliás, deixa eu perguntar um negócio para vocês. As as fileiras aqui agora tem vaga reservada para careca? Porque cada uma delas cada uma tem um careca. [risadas] [risadas] Falei, não pode ser não pode ser coincidência, né? Jesus pensou caraca chegar assim faz um carinho no meu cabelo, o cabelo crescer. É, mano, É, mano, eu só pensando besteiro, falando besteira aqui agora. Uma aula tão bacana e eu falando besteira. Vamos ficar de pé, por favor. Vou pedir aqui que o meu quisedec, meu quisedec saiu de casa, tava no cativeiro [risadas] já há muito tempo. Só o Júnior para trazer ele para cá. V, por favor, >> olha aqui para fechar. Paz do Senhor, meus irmãos. Vamos orar, agradecer a Deus, seu obrigado pela essa aula, pelo momento que passamos aqui reunidos, Senhor, ouvindo a tua santa palavra, Pai. Que teu Espírito Santo aplique cada dia mais nos nossos corações tudo que foi falado aqui, ó Deus. Que essa palavra entre nos nossos corações, Pai, ensina-nos todas as coisas. Que a oração seja para nós, como foi dito na aula, um relacionamento. Tanto falamos como também aprendemos a ouvir a tua voz, pai. Que a oração seja para nós também um lugar, um lugar de refrigério, um lugar de descanso, um local de encontro contigo. Ajuda-nos, Senhor, porque só o teu Santo Espírito pode nos ajudar. Só o Teu Santo Espírito pode nos guiar. Ajuda-nos mais uma vez, que a tua santa palavra esteja gravada dos nossos corações. Nós te agradecemos em nome de Jesus. Amém. >> Pessoal, obrigado, meu querido. >> Semana que vem, como foi anunciado, possivelmente não teremos presencial, mas os irmãos vão receber aí a informação de quem vai ministrar, tá bom? Deus abençoe. V em paz.
Pontuação Geral
89
/100
Análise baseada na tradição Pentecostal Assembleiana
Aula sólida e biblicamente fundamentada que enfatiza a oração como relacionamento vivo com Deus, ancorada na graça, na Trindade e na liberdade filial, com aplicações pastorais ricas e apenas uma ilustração final que merece cautela interpretativa.
Tema principal:
A natureza bíblica da oração como relacionamento com Deus, não como técnica ou ritual.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O sermão mantém-se fiel ao ensino bíblico sobre oração, evitando promessas indevidas e centralizando-se no relacionamento com Deus. As ilustrações e aplicações são coerentes com as Escrituras.
Hermenêutica
Faz uso temático de várias passagens sem distorção, mas não realiza exegese detalhada de textos específicos. O contexto geral é respeitado.
Precisão Teológica
Alinhado com a teologia ortodoxa: oração como iniciativa divina, relação trinitária, graça soberana, sem pelagianismo ou teologia da prosperidade.
Compreensão Contextual
Compreende bem a diferença entre Antigo e Novo Testamento, a revelação progressiva de Deus e o papel da oração na vida do crente.
Aplicação Prática
Aplicações práticas abundantes e realistas: orar em qualquer circunstância, pausar para ouvir a Deus, usar a oração como primeiro recurso, cultivar relacionamento diário.
Clareza do Evangelho
O sermão menciona Cristo como revelação máxima e acesso ao Pai, mas não apresenta o evangelho da salvação de forma explícita. Considerando o contexto de uma aula sobre oração para crentes, a omissão é compreensível, mas poderia ser mais intencional em apontar para a obra redentora de Cristo.
Nestas dimensões, pontuações menores indicam melhor resultado.
Nível de Eisegese
Quase não se projeta significado alheio aos textos. As ilustrações são usadas como exemplos, não como base doutrinária distorcida.
Risco de Heresia
Nenhum ensino herético detectado. Apenas a ilustração final poderia ser mal interpretada, mas não afeta doutrinas essenciais.
História de Dona Nazaré: Jesus aparece fisicamente, recebe indicações geográficas e coloca a chave no vaso.
Problema: O relato, embora apresentado como ilustração, pode sugerir que orações simples resultam em visitas físicas de Jesus, o que não é normativo nas Escrituras. Pode gerar expectativas irreais sobre respostas de oração.
Risco pastoral: Pastoralmente, alguém pode acreditar que, se orar de modo bem específico e ingênuo, Jesus aparecerá fisicamente para resolver problemas, levando a desilusão quando não ocorrer.
Sugestão: Utilizar histórias que ilustrem a graça e o cuidado de Deus sem elementos suprarreais não atestados pela Bíblia, ou deixar claro o caráter parabólico, evitando descrições que alimentem superstições.
‘Precisa-se ser constante nesse ambiente de oração…’ e exemplos como Ana e Daniel.
Equilíbrio bíblico: Embora a persistência seja bíblica, é importante equilibrar que Deus pode responder com 'não' ou 'espere', e que a fé não manipula a vontade divina. O sermão toca nisso ao falar da graça e misericórdia, mas poderia reforçar que a persistência não garante o pedido específico.
Ênfase correta na oração como relacionamento, não como técnica ou barganha.
‘A oração não é uma técnica para conseguir resultados… Orar é voltar o coração para Deus.’
Impacto: Corrige visões utilitaristas e promove intimidade genuína com Deus.
Abordagem trinitária da oração, reconhecendo o papel do Pai, Filho e Espírito Santo.
‘O crente se dirige ao Pai, recebe acesso por meio do Filho e é auxiliado pelo Espírito Santo.’
Impacto: Ensina a plenitude da comunhão com Deus e evita reducionismos.
Encorajamento à oração constante e em todos os momentos da vida, inclusive na dor e na queixa.
‘O fiel pode aproximar-se do Senhor na alegria, na dor, na dúvida, na culpa, na gratidão e na necessidade.’
Impacto: Oferece conforto e liberdade espiritual para crentes em sofrimento, alinhado com os Salmos.
Tema principal:
A natureza bíblica da oração como relacionamento com Deus, não como técnica ou ritual.
Tom pastoral:
Exortativo, didático e encorajador, enfatizando intimidade, dependência e confiança.
A oração nasce da iniciativa de Deus, que se revelou, e é primariamente relacionamento.
Suporte: Trecho: 'o ser humano só pode dirigir-se ao Senhor porque Deus primeiro se revelou' e 'oração é relacionamento'. Uso de João 1:18 e a revelação em Cristo.
A oração se expressa em várias formas (súplica, clamor, queixa, meditação) e Deus acolhe todas.
Suporte: Exemplos de Ana, Jó, Salmo 73. 'Essa variedade revela que Deus acolhe o ser humano em diferentes situações'.
A oração não é técnica para conseguir resultados, mas entrega e dependência.
Suporte: 'A oração não é uma técnica para conseguir resultados' e 'não compra o favor divino'.
Textos:
No Novo Testamento, a oração é trinitária e guiada pelo Espírito Santo.
Suporte: Trecho: 'O crente se dirige ao Pai, recebe acesso por meio do Filho e é auxiliado pelo Espírito Santo'.
A oração deve ser o primeiro recurso, contínua e voltada para Deus, não centrada no homem.
Suporte: Trecho: 'a oração deve ser o primeiro recurso do crente, não a última tentativa' e 'a oração bíblica não começa com pedidos, mas com reconhecimento de quem é Deus'.
Uso Contextual
Utilizado como mote da lição, mas não exposto no sermão; apenas citado na abertura.
Questões Exegéticas
Nenhum, pois não houve exegese.
Leitura Sugerida
O versículo enfatiza esconder a Palavra no coração para evitar o pecado; poderia ser conectado à meditação contínua mencionada.
Uso Contextual
Usado para ilustrar que a oração pode enfrentar barreiras espirituais e requer perseverança. Uso correto dentro da tradição continuacionista.
Questões Exegéticas
Nenhum significativo; a ideia de 'romper barreiras' é uma interpretação secundária comum no pentecostalismo.
Leitura Sugerida
Daniel 10 mostra a oração ouvida desde o primeiro dia, mas a resposta foi retardada por conflito espiritual; ênfase na soberania de Deus e na perseverança.
Uso Contextual
Apresentado como 'manual de oração', não como repetição mecânica. Bem aplicado.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
Ênfase correta na estrutura de relacionamento, adoração e dependência.
Diagnóstico geral:
Sólida
Manter o foco em oração como relacionamento, evitando qualquer linguagem que possa ser confundida com barganha.
Ao usar histórias como a de Dona Nazaré, esclarecer que são ilustrações parabólicas, não relatos normativos de intervenção divina.
Incluir um momento explícito sobre a suficiência da mediação de Cristo e o papel do Espírito Santo na oração, conectando à obra do evangelho.
Reforçar que a persistência na oração deve ser acompanhada de submissão à soberania de Deus, que pode responder com 'não' ou 'espere' por razões maiores.
Aproveitar a estrutura do Pai Nosso para ensinar mais detalhadamente cada petição como modelo de oração equilibrada.
Resumo em uma frase:
Aula sólida e biblicamente fundamentada que enfatiza a oração como relacionamento vivo com Deus, ancorada na graça, na Trindade e na liberdade filial, com aplicações pastorais ricas e apenas uma ilustração final que merece cautela interpretativa.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.