Igreja Batista da Lagoinha
10 de outubro de 2026
38min
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Nota deste sermão
77
de 100 pontos
Sermão carismático e cristocêntrico sobre João 20, com boa exposição da ressurreição e da fé pessoal, mas que precisa corrigir aplicações excessivas ligando incredulidade a sofrimento alheio e a propósito divino 'travado'.
Critérios e notas consideram a tradição Batista Renovada / Carismática (Igreja Batista da Lagoinha)
Análise gerada por IA em 12 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Eu quero ler o texto de João, capítulo 20, 20, verso 24. texto que o Senhor colocou no meu coração, tá em João, capítulo 20, a partir do verso 24, que diz assim: Tomé, chamado Diddimo, um dos 12, não estavam com os discípulos quando Jesus apareceu. Os outros discípulos lhe disseram: "Vimos o Senhor". Mas ele lhes disse: "Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei." Uma semana mais tarde, os seus discípulos estavam outra vez ali e Tomé com eles. Apesar de estarem trancadas as portas, Jesus entrou, entrou, pôs-se no meio deles e disse: "Pai seja com vocês". E Jesus disse a Tomé: "Coloque o seu dedo aqui, veja as minhas mãos, estenda a mão e coloque no meu lado. Pare de duvidar e creia." E disse Tomé: Senhor meu e Deus meu então Jesus lhe disse: "Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram. Pai, essa é a tua palavra. Nós estamos expostos a ela. Estamos exposto à tua presença. E eu creio, Senhor. Eu creio. O Senhor tá abrindo os nossos olhos. Não precisaria de eu falar nada. Tua presença nos basta. O teu poder emanando aqui nessa tarde nos toca. Mas é a tua palavra viva, que ela complete a tua obra no nosso coração. A obra da ressurreição, a obra de avançarmos em obediência a Deus. Quebra incredulidades nessa tarde, alinha propósito e que tudo isso seja exclusivamente para honra e glória do teu nome. Oramos do nome de Jesus. Amém. E amém. Meus irmãos, o texto que nós lemos está inserido em um dia que ficou marcado para nós, para nós que cremos não só na morte do Senhor, mas nós cremos na ressurreição. Nós cremos que a morte não foi capaz de parar o nosso Senhor o domingo pela manhã ou o primeiro dia da semana ou o domingo se tornou marco. E o que nós estamos vendo aqui em todo esse capítulo 20 de João é o primeiro dia da semana, é o grande dia, é o dia da ressurreição, é o dia que o túmulo estava vazio, é o dia aonde foi uma grande virada na vida dos discípulos, não só dos discípulos, mas de toda a humanidade. Texto começa no capítulo 20 com Maria Madalena e lá no Evangelho de Mateus falando que a outra Maria também estava com ela indo ao sepulcro vendo que a pedra tinha rolado, levando a notícia pros discípulos que o túmulo tava vazio. E aí Simão Pedro, sanguíneo do grupo, proativo do grupo, sai correndo. Mas existe um outro discípulo que o texto diz que corre mais que Pedro e chega antes do sepulcro, vê o sepulcro vazio. Esse creu, diz o texto. Mas os discípulos ainda amedrontado por tudo que tinha acontecido, percebe que é um ambiente tremendo, é um ambiente de glória. Já tinha discípulo crendo na ressurreição, mas um ambiente de medo, um ambiente de extrema insegurança, porque afinal de contas, cadê Jesus? Cadê ele fisicamente? Poxa, nós caminhamos 2 anos e meio com ele. Queremos vê-lo, queremos tocá-lo, queremos ouvi-lo novamente. Nós agora não temos outro mestre, não temos outro caminho e ao mesmo tempo podendo ser mortos a qualquer hora. Porque se fizeram isso com o nosso mestre, o que será de nós? Eles vão acabar com rastro. Então eles estavam aqui no capítulo 20 a portas trancadas, não nesse episódio que também estava, mas no episódio anterior, semelhante a esse. E Jesus ele transpassa a porta, ele vai até os discípulos, eles têm a primeira experiência após ressurreição. Então era um tempo, havia um contraste, uma concretização. Aqui, irmãos, Jesus não só morto, ressurreto. Aqui, alguns já crendo aqui. O texto diz que Jesus tinha soprado sobre eles o espíritos enviado, mas havia medo entre eles. E é interessante, eu quero chamar atenção para esse ponto, porque antes de Jesus enviar de fato os discípulos, antes de acontecer a grande comissão, como tá em Mateus capítulo 28, Jesus se revela de maneira ressurreta pros discípulos. E isso é maravilhoso, irmãos, porque o nosso ponto de envio, o nosso ponto de pregação, não está apenas no Cristo crucificado, apesar disso ser um grande símbolo da nossa fé, porque quem deveria estar crucificado é o Lucas, é o Josha, somos nós. Mas ainda tava incompleta revelação. Jesus primeiro se revela como Deus ressurreto. A partir dessa revelação completa, Jesus os envia. Mas o texto ainda mesmo apesar disso, havia uma problemática, havia insegurança. Você vai ver que ainda no capítulo 21 Pedro ele convence alguns dos discípulos para ir pescar, meio que para voltar a velha vida. Você conhece o texto? e se manifesta um símbolo da incredulidade. Nós temos aqui Tomé, que não estava na primeira experiência com os discípulos e agora diz: "Não, eu não acredito. Eu só acredito vendo. Eu só acredito tocando. Eu só acredito olhando no buraco das mãos dele. Então, percebe que às vezes nós podemos estar vivendo um grande momento. O Senhor tá se revelando, ele tá querendo nos enviar a propósito. A impressão que eu tenho no meu espírito nessa tarde paraa nossa vida é como se tivesse propósitos de Deus pronto para nascer, passos que Deus que quer que nós damos a a ponto da gente ir, mas a incredulidade nos parando, nos travando. Jesus já falou, Jesus já usou discípulos, Jesus já usou mensagem e você tá nesse lugar de ausência de fé. É por isso que eu trago um tema para essa tarde que é pare de duvidar e creia. Meus irmãos, muitas vezes nós não avançamos na fé, nós não avançamos no propósito que o Senhor tem para nossa vida. Nós não vivemos a plenitude da ressurreição, do poder de Deus. Não é que Deus não falou ainda. Não é que ele não usou pessoas. Não é que ele já não mostrou o propósito, é porque nós queremos que esteja confortável demais. É porque queremos colocar Deus dentro dessa caixinha nossa da razão. E deixa eu te dar um recado nessa tarde. Deus não vai se colocar nesse lugar. Ele nunca vai caber na nossa racionalidade. Ele nunca vai se colocar nesse lugar de estar submisso ao que? a nossa vontade, ao nosso conforto, ao evangelho pessoal. Não. O evangelho ele é o poder de Deus. É por isso que sempre vamos dar passo, passos que exigem fé. Essa tarde o Senhor quer que você rompa em fé, em propósito, dentro da sua família, dentro de ministério que ele já te falou, ele já te colocou tão perto. É como Jesus faz com Pedro. Quando Jesus chama Pedro, Jesus pede o barco para que ele pudesse ensinar. Pedro, ok, fica à vontade. Afinal de contas, eu tenho aqui as minhas frustrações. Afinal de contas, é muito bom ouvir uma boa palavra. Olha que mestre interessante. Olha que legal. Não é assim que alguns começam no evangelho, mas o evangelho nunca para por aí. Existe uma experiência mais profunda. Existe uma experiência que você não só ouve, existe uma experiência que agora você lança a rede, você se desgasta pelo Senhor. Você tem experiência onde você se prostra e fala: "Senhor, faça-se de mim, eu sou pecador, coloca Jesus no lugar dele". Tanto que aí Jesus fala: "Pedro, vamos pro lugar onde as águas são mais profundas. Pedro é desafiado. Crê que é Deus está desafiando pessoas. a nossa fé. E a palavra é: pare de duvidar, dá o passo de fé. Permita Jesus quebrar essa incredulidade. E por meio da experiência de Tomé, eu quero trazer alguns pontos nessa tarde para que Jesus tire o seu os seus pés de um lugar que não é mais para você estar, para que Jesus quebre discursos nessa tarde e nos leve a fluir naquilo que ele tem para nossa vida. É muito forte. veio no meu coração, irmãos. Eu preciso falar antes ir aos pontos. Há pessoas que estão aqui, estão ouvindo essa palavra em algum momento que estão a pouco de viver algo tremendo no Senhor, há pouco de uma virada de estação, mas Deus pede para te dizer, nunca vai ser do seu jeito, é do jeito do Senhor. E no verso 24, o texto diz assim: "Tomé, chamado Diddimo, um dos 12, não estava com os discípulos quando Jesus apareceu." Primeiro ponto, irmãos, existe ambientes que aumentam a nossa fé e outros que fortalecem a nossa incredulidade. pergunta do momento antes a esse. Mas ali no versículo 19, quando Jesus a a ao cair da tarde, diz o texto, ainda no domingo se revela aos discípulos a pergunta que nós temos. Cadê Tomé? Irmãos? Havia todo movimento em torno da morte, em torno do sepulcro. Poxa, as mulheres que nem eram discípulos direta de Jesus, não fazia parte dos 12, foram ao sepulcro. Pedro tá correndo ali, disputando corrida com outro discípulo e tá OK. Um grande movimento, uma grande notícia. O grupo tá unido, apesar de estar a portas trancadas, apesar de haver insegurança. E a pergunta que nos vem, cadê Tomé? E essa pergunta ela ecoa no nosso coração nessa tarde. Cadê o Lucas em ambientes que ele devia estar para fortalecer a sua fé? Ei, ei, cadê você, Felipe? Em momentos aonde a igreja tá em adoração, cadê você distante do corpo de Cristo? Cadê você do ambiente de revelação? Porque, irmãos, o que vai nos fazer crente, que é aquele que crer, o que vai nos fazer menos Tomé, são ambientes de fé, ambientes da presença. Porque no mexer dos ovos, irmãos, não tem nada de bom em nós. A fé vem por ouvir, vai dizer Paulo em Romanos, e ouvir a palavra de Deus. Por que acreditar que se eu saio do grupo, por que acreditar que uma carreira solo vai me apontar para Cristo? Não, eu canso de falar isso em gabinetes. O que nos aponta para Cristo é a sua noiva. É estar no corpo. É estar no ambiente aonde há ligação direta com o céu. Não cre, irmãos. Aproveita aqui para expor meu coração. Não creio em carreira solo cristã. Por mais unção que pareça que esse missionário, que esse pastor, que esse crente tem, Jesus mesmo falou: "As portas do inferno não prevalecerão." Não é contra o Lucas, não é contra o Tomé, é contra a igreja. Existe ambientes que aumentam a nossa fé, mas tem outros ambientes que aumenta a nossa incredulidade. E você já viu? A nossa tendência é se conectar com um grupo que é confortável a nós, não, porque eu sou reformado mesmo. E aí tá claro que tem ramificações dentro do reformado, dentro do pentecostal. Só tô trazendo pro nosso coração. Não, não. Dons foi para aquela época. Milagres foi para ficar escrito. Que que acontece? Eu me conecto com o outro que acredita assim. Eu me conecto com aí a gente cria o nosso clã, aí a gente cria a nossa página. Aí a gente cria e percebe comodismo, comodismo, religiosidade, seja qualquer grupo, você precisa entender. Caminhe com quem desafia a sua fé. Também não é sobre uma fé romântica. Também não é sobre uma fé não embasada na palavra. Também não é colocando vírgulas na palavra para ter experiência pessoal. Não é sobre isso. Mas eu amo caminhar com gente que me desafia. Com 19 anos, o Senhor me levou para um seminário interdenominacional. Eu tinha possibilidade, bisneto de evangélico, cresci em uma família que foi fundadora de uma primeira igreja batista, quer dizer, tradicional. Gosto de gostava ou gosto de escola bíblica dominical, nesse ambiente que eu criei. Mas Deus me deu uma palavra de sair da minha terra, de vir pro seminário da Lagoinha. Isso eu tô falando já, meus irmãos, 21 anos atrás. Eita glória. E quando eu caio naquele seminário, só no meu quarto, teve um quarto meu que mudava de seis em seis meses, que tinha um presbiteriano, um neopentecostal, eu batista e o outro que eu não sei de qual denominação. Irmão, pensa que na hora de dormir alguém fazia uma pergunta. Que que vocês acham do dom de línguas? Irmãos, teve dias eu falar assim: "Eu quero é dormir, pelo amor de Deus". Mas é nesse ambiente, é nesse ambiente aonde a fé do outro me edifica, aonde a fé do outro, eu que vim de um ambiente mais tradicional, que não conhecia o dom de línguas ou não fluí no dom de línguas, eu ia pro culto falando: Deus, eu quero. Deus, eu quero, eu quero até que um dia Deus derramou isso sobre mim, porque a fé do outro fluída toca a minha vida. Você entende isso? Sai dos seus guetos, sai daquilo que é conveniente, Tomé. Vem para onde Deus quer. E talvez Deus quer que você seja um pouquinho mais reformado também. Talvez Deus quer que você seja conheça mais um pouquinho das escrituras também. Tá tudo bem. Fato é, vai pro ambiente que te faz crescer, crescer, que faz se expandir. E aí no verso 25 o texto continua: "Os outros discípulos disseram: "Olha que maravilhoso, irmãos, vimos o Senhor". Mas ele lhes disse: "Se eu não vi as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei." Uma semana mais tarde, os seus discípulos estavam outra vez ali. Tomé com eles. Apesar de estarem trancadas portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "Pai seja com vocês". O segundo ponto, a incredulidade pode tardar o propósito. Irmãos, olha que coisa maravilhosa. Ah, ok. Tomé não tava no ambiente, deveria estar. Sei por onde andava Tomé, ninguém sabe. Tava desconecto. Mas agora é como se Deus tá dando uma oportunidade dele ser aquele que não viu, mas creu. Uau! percussou daquilo que nós somos hoje. Não vimos o Senhor aqui em carne e osso. Não vimos o Senhor ressurreto, mas somos felizes porque cremos. Tomé teve essa oportunidade, mas não, não, assim não. Eu quero ver como vocês viram. Ele não tava entendendo o que tava acontecendo, o privilégio que tava em torno dele. E diz o texto agora no verso 26 que devido à incredulidade, uma semana depois, Jesus remonta o que aqueles homens viveram para que Tomé pudesse crer. E percebe que o Senhor ele insiste com a gente. Esse ponto eu vou entrar daqui a pouco, mas o que eu quero trazer pro nosso coração é que já havia sinais. Jesus já havia falado da sua morte, da sua ressurreição. Havia sinais. Os discípulos falaram: "Tomé, nós vimos". Não era um telefone sem fio não. Era eles falando: "Olha, alguém falou, a gente ouviu falar que o túmulo tá vazio." Não, não. Nós vimos, Tomé, nós tocamos. tocamos. Presta atenção, irmãos. Na maioria das vezes, deixa eu te pegar aqui que o Senhor tá me pegando também. Na maioria das vezes, a gente já tem mais direção do que a gente precisa para se mover. Que nos falta é fé. Não é à toa que de viveis enquanto Jesus fala homens de pequena fé no texto da ansiedade, no texto da tempestade, Jesus tá falando aí não é sobre a circunstância, não é sobre os sentimentos de vocês, são volúveis ou não, que vai determinar para quem vocês olham é a fé. E a falta de fé, não a ausência de sinais, porque sinais Jesus vai dando, mas a falta de fé pode travar o propósito. Toméve há uma semana atrás com a oportunidade já de fluir, já de crer, ser o percussor daquilo que a gente vive hoje. Não, ele esperou, ele quis ver, ele quis esperar. OK, irmãos? A misericórdia do Senhor alcançou. Mas deixa eu trazer algo sério pro nosso coração. Nem sempre teremos tempo para esperar. Nem sempre, porque enquanto esperamos a pessoa sofrendo. Enquanto esperamos o Brasil sofre. Enquanto esperamos, ei, pai de família, o seu filho tá sofrendo por causa da sua incredulidade. Enquanto esperamos, talvez áreas que o Senhor já poderia florescer, seja a nível de nação, seja a nível familiar, seja a nível pessoal, não estão fluindo e nem sempre a gente tem tempo. Percebe isso? A falta de crer pode tardar. Você sabe o que aconteceu com o povo no deserto? Não foi falta de sinal, foi falta de obediência. E aí, deixa eu abrir os nossos olhos, meus irmãos. Por mais sinais que tenhamos, já falei aqui, Deus nunca vai se colocar nesse lugar que ele tem que provar tudo pra gente. Sempre vai ser por obediência. Se não fosse assim, o pai da fé não seria Abraão. Sai da tua terra, vai para um lugar que eu vou te mostrar ainda. Aliás, se a presença não for suficiente, se a palavra não for suficiente, irmãos, que que a gente tá querendo de Deus? Não sei se alguém já estourou essa sua bolha, você nunca vai est pleno sentimental, emocionalmente falando, no sentido que, ah, quando eu tiver pronto, eu faço. Quem disse que é para est pronto? É para est santificado, é para est consagrado, pronto. Não. Por que que a gente quer estar pronta para roubar a glória de quem, irmãos? sempre vai ter uma margem que eu caminho pela fé, eu caminho na direção, eu caminho debaixo daquilo que Deus pode fazer, não do quanto que eu posso fazer. É isso mesmo, vaso frágil. É você mesmo que Deus usa. Para de tardar propósito. Para de tardar propósito. Aí no verso 24, 27, 24, 27, Jesus na sua misericórdia disse a Tomé: "Coloque o seu dedo aqui, veja as minhas mãos, estenda a mão e coloque no meu lado. Para de duvidar e creia. Irmãos, Jesus persiste em si. revelar esse texto, a gente podia ler de uma maneira diferente. Geralmente a gente lê e é isso mesmo, é sobre Tomé, sobre o incrédulo. incrédulo. Mas a gente poderia ler sobre a persistência de Jesus com a gente. E Tomé tá dando sinais, não é de hoje, não. Não é daqui do texto, não. Deixa eu te lembrar, se você nunca percebeu esse texto quando Jesus recebe a notícia que Lázaro estava doente. E aí você sabe que Jesus intencionalmente ele fica mais dois dias aonde ele estava para que Lázaro pudesse morrer e Jesus se revelar como a própria ressurreição à vida, usar a vida da morte de Lázaro para revelação dele. dele. E ele fala, foi bom. Ele fala com os discípulos em João capítulo 11: "Foi bom eu ficar aqui. Foi bom esperar Lázaro morrer para que vocês vejam a minha glória". Aí os discípulos estão contrariados. Você sabe o que que Tomé fala no verso 26? Se eu não me engano, do capítulo 11, Tomé fala o seguinte: "Então vamos embora. Vamos todo mundo para morrer com ele agora. ele agora. que ele sabia que o povo de Jerusalém já não tava muito muito adossado com Jesus, sabia já da perseguição, a possibilidade da morte de Jesus. Jesus tá falando: "Eu vou para Jerusalém, eu vou para onde tá Lázaro, perdão, para que ele possa ressuscitar. Vou revelar minha glória. E Tomé tá preocupado com os romanos de novo. novo. Parece que Tomé tem um problema com ressurreição. Parece que ele tem um problema com fé e tem mesmo. Mas fato é que ele vê Jesus chamar Lázaro, ele vê ressurreição, ele vê Jesus manifestar-se como própria ressurreição e a vida. E agora, mais uma vez, depois de Jesus ressurreto, ele ainda tá e credo. Sabe o que que é maravilhoso? longe de ser incredulidade nossa e de Tomé, mas a persistência de Jesus em se revelar. revelar. E sabe o que que eu aprendo aqui? Jesus se revela justamente no nosso calcanhar de Aquiles. Não tem desculpa pra gente. Sabe aquela área da sua vida que você fala: "Ah, aqui é espinho na carne, aqui eu caio mesmo. Aqui eu nunca melhoro." É aí, filho. É aí que se aperfeiçoa o poder de Deus. É nessa fraqueza, é nesse lugar que a gente vive as grandes experiências de fé. O que que te faltou? Faltou o quê, pai? Por causa disso, você tem dificuldades com alguns comportamentos, com a insegurança. Por causa disso te gerou segurança, que gera procrastinação e várias coisas. O que que te faltou? Que que te faltou? Aonde você caiu? Aonde você fala: "Esse pecado, esse lugar, eu não saio daqui". É a que é o maravilhoso da graça. Você vai lembrar de Pedro? O problema de Pedro tva longe de ser incredulidade, era arrogância. Sabe aquela fé excessiva, não baseada em Jesus, baseada nele? Olha, vocês vão me negar ou vocês vão me abandonar, Pedro, Jesus, todo mundo aqui, ó, tudo incrédulo. incrédulo. Mas eu de maneira nenhuma. Jesus, cuidado, Pedro, o diabo tá seandando na tua vida. Pedro, não, deixa comigo. Você conhece a história. Ele cai na autossuficiência, ele cai na arrogância. E agora Jesus vai a Pedro aí em João, um pouquinho paraa frente do que nós lemos, João capítulo 21. E aí Pedro, o convicto ou autossuficiente, você me ama mesmo com esse amor ágape que você falou que ama, esse amor sacrificial, Jesus, tu sabe que eu te fé, sou apenas teu amigo, mas fala para mim, Pedro, você me agape mesmo. Jesus tá batendo as três vezes que ele abandonou. Você não falava que era me sacrificava por mim? Não, Jesus, eu tive filé. Ah, então é verdade, Pedro, que é só filé mesmo? É isso mesmo. Pedro tá falando, Jesus, se não for o Senhor me colocar no amor de verdade, eu aprendi sozinho. Eu não consigo. Jesus que trata da incredulidade de Tomé. É o Jesus que trata a arrogância de Pedro. É Jesus que trata o coração do Lucas. É Jesus que trata a sua vida. Fato é, ele não desiste da gente. Ele persiste em nós. A graça se manifesta nesse lugar pra gente não ter justificativa. Mas entenda que tem que responder. Há uma revelação da graça capacitadora, mas há uma resposta nossa. Podemos ficar no lugar de crítica de Tomé. Poxa, ele esperou tanto. Irmãos, sejamos sinceros. Quantas vezes estamos longe até mesmo da fé de Toméo? [roncando] [roncando] Deus tá te chamando nessa tarde. Creia. Ele é suficiente aonde te falta Creia. Ele é suficiente aonde te falta poder. Ele é o próprio poder. É a própria revelação nesse lugar. Ele é a própria ressurreição da sua fraqueza. E aí é maravilhoso porque o verso 28 disse Tomé: "Senhor meu, que expressão linda, né? Deus meu. E aí eu vou pro quarto ponto, que é a verdadeira fé é aquela que Deus se torna pessoal. Agora, apesar de Tomé ter tardado, apesar dele poder ter tido outra experiência de alguma maneira na misericórdia do Senhor, Jesus se revela, ele crê, os olhos são abertos. E aí, o que que que é essa verdadeira fé que é o debate? Um dos debates desse texto? A verdadeira fé, irmãos, ela tá acima do que é racional apenas. Ela também não é uma fé aventureira. Eu eu acho, eu acredito ser não é sobre isso também. A verdadeira fé é aquela que eu fui enraizado ou experimentado em Cristo. E agora Deus deixa de ser uma ideia. Agora a ressurreição deixa de ser uma ideia. Agora a fé, o cristianismo deixa de ser um grupo, deixa de ser uma ideia e Deus se torna pessoal. Todos nós precisamos passar por essa experiência. O que quebra a nossa incredulidade é a nossa experiência de fé. Eu não tô aqui defendendo, irmãos, que a experiência tá acima da palavra. Não, não, não. A palavra nos leva à experiência. Mas o que eu tô falando é que a fé precisa colocar Deus nesse lugar. Olha que lindo, Deus meu, Senhor meu. E aí, deixa eu te falar a situações que Jesus te colocou hoje para que a sua fé não seja apenas uma fé do Pedro falou, o pastor Flavinho me contou. Não, não, não, não. Seja a fé do Senhor meu. Eu vivi meu rafá, aquele que me curou, meu girei, aquele que me sustentou. Aleluia. Esse é o Deus da ressurreição. É o Deus vivo. É o Deus que tem propósito pessoal para cada um de nós, apesar dos seus propósitos universais. circunstâncias necessárias. Afinal de contas, o salmista no Salmo 23, quando fala: "O Senhor é o meu pastor e nada me faltará." Olha o contexto. Ele me leva as águas tranquilas, ele refrigera minha alma. Mas ali no ambiente de morte, no ambiente de sombra, o seu cajado me consola na presença dos meus. Percebe? Ele tá tendo as suas experiências. Sabe essa situação que você tá passando aí? Sabe essa circunstância que tá provando a sua fé? Nada mais é um impulso de Deus para você e para ele, pra graça dele, para experimentar por ele. Isso é maravilhoso, irmãos. Se a gente olhar a vida dessa maneira, acaba os desviados, acaba os incrédulos. Porque é aqui que muitos se perdem no meio da tempestade, de uma circunstância intencional para aumentar a nossa fé, para apontar pro Senhor. Mas é aqui que muitos crescem, é aqui que muitos alcançam propósito, é aqui que muitos vieram chave, é aqui que depois dessa experiência o Senhor pode falar: "Olha, Tomé, ide por todo mundo, pregai esse evangelho. Qual evangelho? do Cristo morto. Não, o do Cristo que você tocou nele, o do Cristo que você viu ressurreto. Em outras palavras, falamos do Cristo que lemos. Sim, sim, sim. Não distorcemos nada dele, mas falamos do Cristo que experimentamos na carne, no dia a dia, da no vale da sombra da morte, no abandono, no isolamento, quando você menos pensava, aquele te salvou, aquele te resgatou. É essa fé que vai colocar brilho de Deus na vida de outras pessoas. E eu termino a mensagem mensagem [roncando] no verso 29, quando Jesus disse: "Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram. e creram. Quero fechar dizendo, não espere ver enquanto crê. pode te levar a uma plenitude de vida. Não espera a quando acontecer isso, quando o Senhor abrir essa porta, você percebe que você tá apenas encachotando Deus. Deus. Você tá apenas querendo colocar Deus a mercê dos teus planos. Não, Jesus não vai entrar aí. Não espera uma semana depois, não precisa. Às vezes, quantos dias, irmãos, ou quantas vezes a gente caiu nesse engano depois que eu casar? Ah, bom, depois que eu tiver filho, ah, bom, depois que meus filhos saírem de casa. OK, aceitei Jesus. Ah, depois que eu tiver 2 anos de crente. Ah, por quê? O Cristo ressurreto, ele tá aqui e agora. Então, nunca foi e nunca vai ser quando acontecer tal coisa. Não é sobre quando acontecer, é sobre o que já aconteceu na cruz e no sepulcro vazio. É aqui que tá a nossa fé. O que parece é que quanto mais a gente espera, mais a gente fica cauterizado, mais a gente se apega à aquilo que nos fere. É quando a gente crê que tem plenitude. É tão interessante. Eu amo quando Paulo vai dizer em Filipenses 4 verso 6, olha, não andem ansiosos por coisa alguma, antes apresente os seus pedidos a Deus, a sua súplica com com ações de graça. E a paz que excede todo entendimento guardará a sua mente e o seu coração em Cristo Jesus. Paulo tá falando, não é? E não é depois que você recebeu o que pediu, mas existe uma paz, ela excede o entendimento, ela te alcança enquanto não aconteceu. É isso, Tomé. Não esperava, precisava esperar. Se você cresse, já ia receber essa paz, essa fé, esse fluir. Então, Deus tá aqui falando com a gente. A plenitude, ela não vem ao ver, ela vem ao crer. É sobre o que mora dentro da gente. Quem mora da gente já é a própria paz. Quem mora dentro da gente já é a própria segurança, já é a própria resposta. O que vai acontecer a partir disso é para somar, é para acrescentar. É por isso que hoje nós não estamos vendo, vendo, nós não estamos tocando nas suas mãos, no furo do lado. Não estamos, mas nós estamos aqui no ambiente da glória, no ambiente da presença e estamos desfrutando. Entendi isso, irmãos. Você pode terminar o dia 11:30 da noite, meia-noite, pastor, que termina a minha correria, você deita na cama e fala assim: "Você pode ter duas objetivos. Você pode pensar: "Meu Deus, corri tanto, fiz tanto, falta tanto ainda". Você pode deitar e falar: "Ah, Deus meu e Senhor meu, eu não alcancei tanta coisa ainda, mas eu já tenho tudo que eu preciso para ter paz, para dormir paz, para viver em paz." E é interessante porque é nesse lugar que os propósitos se abrem. Há pessoas querendo ver demais ou correndo atrás demais, até para viver propósito, até para viver o que elas pensam que Deus tem. Enquanto Deus tá falando, ei, aquietas, eu sou Deus, é eu que faço, eu que venci a morte. O lugar mais seguro paraa gente viver os propósitos do Senhor é crendo, é olhando para ele, é fazendo aquilo que ele já pediu pra gente fazer. Porque às vezes falando: Deus, eu quero viver isso, eu quero viver aquilo. Na verdade, deixa eu ser muito sincero com você, posso muito das nossas orações persistente são fugas para fugir daquilo que Deus já mandou para obedecer em outras áreas. Só faz o que Deus tá te pedindo. Saia do controle. Só faz o que Deus tá te pedindo, porque afinal de contas tudo que nós vivemos hoje foi porque Deus fez, não foi porque a [música] gente controlou. Então, para, para, para de fazer orações baseado em não crer naquilo que Deus já falou para você fazer. Para. Agora, quando você obedece, quando você para de duvidar e você crê [música] que aquele passo seu, mas se Deus mandou é o suficiente para ele ativar coisas que ele tem para você, propósito, um passo, um passo, abre, abre a sua história, tira você de ambientes [música] que você nunca deveria estar, te coloca em ambientes da revelação. No.
O que quebra a nossa incredulidade é a nossa experiência de fé.
Doutrina: Fé, Palavra e experiência
Tensão: A experiência pode ser apresentada como o elemento decisivo que quebra a incredulidade. O pregador, porém, ressalva que a Palavra leva à experiência.
Correção sugerida: Manter a Palavra como fundamento da fé e a experiência como fruto confirmado pelo Espírito. A segurança cristã não depende da intensidade emocional da experiência.
Existem ambientes que aumentam a nossa fé e outros que fortalecem a nossa incredulidade.
Doutrina: Santificação e comunidade
Tensão: Verdadeira e útil, mas pode escorregar para determinismo ambiental, como se a fé fosse produzida apenas pelo ambiente.
Correção sugerida: Reafirmar que o ambiente eclesial é importante, mas a fé vem pela Palavra e pela obra do Espírito (Rm 10:17; Jo 6:63-65).
Enquanto esperamos, ei, pai de família, o seu filho tá sofrendo por causa da sua incredulidade.
Doutrina: Providência, sofrimento e fé
Tensão: Relação causal direta entre incredulidade do pai e sofrimento do filho.
Correção sugerida: A Escritura ensina que fé e obediência importam, mas não permite atribuir toda dor humana à falta de fé dos pais. Jó, o cego de João 9 e o espinho de Paulo mostram que sofrimento não é prova automática de incredulidade ou pecado.
Enquanto esperamos, ei, pai de família, o seu filho tá sofrendo por causa da sua incredulidade.
Problema: Associa o sofrimento de uma terceira pessoa à falta de fé do pai/mãe. Essa causalidade não decorre de João 20 e pode contradizer o equilíbrio bíblico sobre sofrimento.
Risco pastoral: Pode gerar culpa indevida, vergonha e falsa responsabilidade sobre doenças, crises ou sofrimentos de filhos.
Sugestão: Formulação alternativa: 'Nossa incredulidade pode prejudicar nossa obediência e nosso testemunho, mas o sofrimento de terceiros não deve ser automaticamente atribuído à falta de fé dos pais. A Escritura rejeita causalidades simples entre pecado, fé e dor (Jo 9:1-3; Jó; 2 Co 12:7-9).'
E a falta de fé, não a ausência de sinais, porque sinais Jesus vai dando, mas a falta de fé pode travar o propósito.
Problema: Pode ser lido como se o propósito de Deus dependesse da fé humana como força condicionante. O texto mostra que a incredulidade atrasou a participação de Tomé, não que Deus fica travado.
Risco pastoral: Cria ansiedade, senso de fracasso espiritual e ideia de que a fé funciona como moeda para destravar bênçãos.
Sugestão: Formulação alternativa: 'A incredulidade pode atrasar nossa entrada no propósito e nossa obediência, mas Deus permanece soberano, gracioso e fiel. A fé responde a Deus; ela não manipula Deus.'
Deus quer que você rompa em fé, em propósito, dentro da sua família, dentro de ministério que ele já te falou, ele já te colocou tão perto.
Problema: Presupõe que Deus já falou um propósito específico a todos os ouvintes. Pode ser válido como exortação pastoral, mas sem discernimento pode gerar pressão por 'descobrir' ou 'ativar' um chamado.
Risco pastoral: Ansiedade vocacional, culpa por não sentir direção, ou busca por experiências extraordinárias como prova de propósito.
Sugestão: Formulação alternativa: 'Se Deus já falou por sua Palavra, pelo Espírito e pela comunidade, responda com fé. Onde não houver direção clara, busque sabedoria, obediência nos mandamentos já revelados e conselho maduro.'
Jesus se revela justamente no nosso calcanhar de Aquiles.
Problema: Metáfora pastoral legítima, mas não é uma exegese direta de João 20. Se usada como regra, pode sugerir que Deus só trata fraquezas específicas.
Risco pastoral: Pode levar a procurar 'a área exata' da vida como se toda dor fosse um problema espiritual não resolvido.
Sugestão: Formulação alternativa: 'Jesus conhece nossas fraquezas e insiste em nos tratar onde somos mais vulneráveis, como fez com Tomé e Pedro.'
A plenitude, ela não vem ao ver, ela vem ao crer.
Problema: Frase pastoralmente útil, mas pode ser lida como se a fé produzisse plenitude por si mesma. A plenitude bíblica está em Cristo, e a fé é o instrumento pelo qual recebemos.
Risco pastoral: Transformar fé em causa mágica de bênçãos.
Sugestão: Formulação alternativa: 'A plenitude está em Cristo; a fé não cria a bênção, mas se apoia no Cristo ressurreto que promete, salva e capacita.'
Enquanto esperamos, ei, pai de família, o seu filho tá sofrendo por causa da sua incredulidade.
Equilíbrio bíblico: A Escritura ensina que incredulidade prejudica a fé e a obediência, mas não autoriza atribuir automaticamente sofrimento de terceiros à falta de fé dos pais. Deus é soberano e pode permitir provações (Jó; Jo 9:1-3; 2 Co 12:7-9). Não afirmar que doença ou pobreza são bênçãos em si; afirmar que Deus sustenta, redime e pode usar sofrimentos sem que sejam prova de pecado ou incredulidade.
a falta de fé pode travar o propósito ... Para de tardar propósito.
Equilíbrio bíblico: A incredulidade pode atrasar nossa participação e obediência, mas não anula a soberania de Deus. A fé responde à Palavra; ela não manipula Deus. Manter tensão entre responsabilidade humana e soberania divina (Tg 4:13-15; Pv 16:9).
O que quebra a nossa incredulidade é a nossa experiência de fé.
Equilíbrio bíblico: A experiência é importante na tradição carismática, mas deve permanecer subordinada à Palavra e ao Espírito. A fé vem pelo ouvir a Palavra (Rm 10:17), e a bem-aventurança de João 20:29 valoriza crer sem ver.
Deus quer que você rompa em fé, em propósito, dentro da sua família, dentro de ministério que ele já te falou, ele já te colocou tão perto.
Equilíbrio bíblico: Encorajar discernimento: nem toda sensação ou expectativa é direção específica de Deus. A obediência aos mandamentos já revelados é o caminho seguro; a busca por propósito deve ser acompanhada por Palavra, comunidade e maturidade.
Você me ama mesmo com esse amor ágape... Jesus, tu sabe que eu te fé, sou apenas teu amigo... filé.
Equilíbrio bíblico: Manter a restauração de Pedro como centro. A distinção entre ágape e filéo pode ser mencionada como nuance, não como doutrina rígida, evitando exegese lexical excessiva.
Cristocentrismo da ressurreição
Não é sobre quando acontecer, é sobre o que já aconteceu na cruz e no sepulcro vazio. É aqui que tá a nossa fé.
Impacto: Ancora a fé do ouvinte no evento histórico da cruz e ressurreição, não em experiências subjetivas ou promessas materiais.
Subordinação da experiência à Palavra
Não tô aqui defendendo, irmãos, que a experiência tá acima da palavra. Não, não, não. A palavra nos leva à experiência.
Impacto: Protege a congregação contra subjetivismo e emocionalismo sem fundamento bíblico.
Ênfase na comunidade e no corpo de Cristo
Não creio em carreira solo cristã... É estar no corpo. É estar no ambiente aonde há ligação direta com o céu.
Impacto: Combate o individualismo espiritual e encoraja pertencimento, adoração e crescimento no corpo.
Graça e persistência de Jesus
longe de ser incredulidade nossa e de Tomé, mas a persistência de Jesus em se revelar... Ele não desiste da gente. Ele persiste em nós.
Impacto: Oferece consolo pastoral: Jesus não trata a incredulidade apenas com condenação, mas com revelação, misericórdia e convite à fé.
Apelo à obediência concreta
Só faz o que Deus tá te pedindo... Porque às vezes falando: Deus, eu quero viver isso, eu quero viver aquilo. Na verdade... muitas das nossas orações persistentes são fugas para fugir daquilo que Deus já mandou para obedecer.
Impacto: Pastoralmente saudável: direciona o ouvinte para obediência aos mandamentos já revelados, em vez de busca por sinais ou promessas vagas.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes, não evangelístico. Portanto, não se penaliza a ausência de uma apresentação evangelística completa. O evangelho aparece coerentemente: cruz, sepulcro vazio, ressurreição, graça e fé. A nota não é mais alta porque algumas frases podem obscurecer a segurança do evangelho ao ligar sofrimento e propósito à incredulidade de forma quase causal. Não há condicionamento de graça a oferta, campanha ou rito.
Precisão Teológica
O sermão permanece doutrinariamente ortodoxo: ressurreição, graça, suficiência de Cristo, autoridade da Palavra e necessidade de fé. As imprecisões aparecem na pastoral do sofrimento e da fé: frases que podem sugerir que a incredulidade humana condiciona ou trava a ação de Deus. Isso não nega doutrina essencial, mas precisa de maior equilíbrio bíblico.
Fidelidade Bíblica
A exposição principal de João 20:24-29 é fiel ao texto e ao contexto: incredulidade de Tomé, misericórdia de Jesus, confissão 'Senhor meu e Deus meu' e beatitude dos que creem sem ver. Penaliza-se pela associação causal do sofrimento do filho à incredulidade do pai, pela ideia de fé 'travando' o propósito, por referência incorreta a João 11 e por uso lexical excessivo em João 21.
Compreensão Contextual
O pregador compreende bem seu contexto Batista Renovado/Carismática: valoriza adoração, comunidade, mover do Espírito, testemunho e experiência pessoal. Também dialoga com tradição reformada e denominações diferentes sem cair em sectarismo. O uso de linguagem experiencial é coerente com o público.
Hermenêutica
O pregador demonstra boa leitura narrativa de João 20 e usa aplicações tipológicas legítimas dentro da tradição carismática. Contudo, algumas leituras vão além do sentido original ao transformar a incredulidade em causa direta de sofrimento alheio ou de atraso do propósito divino. A ressalva sobre a Palavra acima da experiência ajuda, mas não elimina todas as tensões.
Aplicação Prática
A aplicação é forte em vários pontos: pertencimento à igreja, obediência à Palavra, não esperar sinais, fé pessoal em Cristo e confiança na paz de Deus. Porém, frases sobre sofrimento de filhos por incredulidade e propósito 'travado' pela falta de fé podem gerar culpa, ansiedade e falsa autoresponsabilização. Por isso a nota é boa com ressalvas.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Risco baixo. Não há negação de Trindade, divindade/humanidade de Cristo, ressurreição, salvação pela graça, autoridade das Escrituras ou juízo final. Também não há confissão positiva como poder criativo humano, campanha transacional, oferta condicionada ou promessa datada como garantia divina. Os problemas são de aplicação e equilíbrio, não de heresia central.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Não há eisegese grave do texto central; João 20 é exposto de forma legível. Há, porém, projeção de ideias pastorais sobre o texto, especialmente 'incredulidade trava propósito' e 'filho sofre por incredulidade', além de nuance lexical em João 21 e erro de referência em João 11.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A fé pessoal no Cristo ressurreto que rompe a incredulidade e conduz à obediência ao propósito de Deus
Tom pastoral:
Exortação pastoral carismática, encorajadora e convicta, dirigida a crentes para que não vivam de incredulidade, mas respondam à revelação de Jesus
Existem ambientes que fortalecem a fé e ambientes que fortalecem a incredulidade
Suporte: Cadê Tomé? ... O que vai nos fazer crente... são ambientes de fé, ambientes da presença ... a fé vem por ouvir, vai dizer Paulo em Romanos
A incredulidade pode atrasar a nossa participação no propósito de Deus
Suporte: Tomé teve a oportunidade... mas não... ele esperou... a falta de fé pode travar o propósito ... Para de tardar propósito
Jesus persiste em se revelar e trata nossas fraquezas com graça
Suporte: Jesus se revela justamente no nosso calcanhar de Aquiles ... Ele não desiste da gente. Ele persiste em nós
A verdadeira fé torna Deus pessoal e experimental, não apenas racional
Suporte: A verdadeira fé é aquela que eu fui enraizado ou experimentado em Cristo ... Deus deixa de ser uma ideia ... Senhor meu e Deus meu
Benditos são os que creem sem ver, porque a fé se funda na revelação do ressurreto
Suporte: Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram ... Não espera ver enquanto crê
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente como texto-base do sermão; a narrativa é exposta com foco na incredulidade de Tomé, na misericórdia de Jesus e na bem-aventurança dos que creem sem ver.
Questões Exegéticas
Há uma possível troca de leitura/transcrição: 'Pai seja com vocês' parece referir-se a 'Paz seja convosco' (Jo 20:19, 21, 26). Além disso, algumas aplicações extrapolam a narrativa ao sugerir que a incredulidade do ouvinte pode 'travar' o propósito divino.
Leitura Sugerida
A aparição do ressurreto produz paz, fé e missão. A beatitude de Jo 20:29 privilegia a fé fundada no testemunho apostólico, não na manipulação de resultados.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que Tomé não estava com o grupo quando Jesus apareceu.
Leitura Sugerida
A ausência de Tomé abre espaço para a aplicação legítima sobre importância de comunidade e ambientes de fé, sem transformar isso em determinismo espiritual.
Uso Contextual
Usado corretamente: 'a fé vem por ouvir, e ouvir a palavra de Deus'.
Leitura Sugerida
A fé nasce e se fortalece pela proclamação da Palavra, não apenas por experiências emocionais ou ambientes.
Uso Contextual
Usado para lembrar que Tomé já havia manifestado fraqueza de fé antes da ressurreição, ao dizer: 'Vamos nós também, para morrermos com ele'.
Questões Exegéticas
O pregador se refere a 'verso 26' do capítulo 11, mas a fala de Tomé está em João 11:16.
Leitura Sugerida
Corrigir a referência para João 11:16. O ponto permanece válido: Tomé já tinha dificuldade de crer na ressurreição e na cruz.
Uso Contextual
Usado para mostrar a restauração de Pedro e a graça de Jesus diante da negação.
Questões Exegéticas
A distinção entre ágape e filéo é apresentada com força excessiva. Muitos exegetas entendem que a variação lexical não deve ser usada como se cada termo tivesse significado teológico rígido nesse diálogo.
Leitura Sugerida
O centro de João 21:15-17 é a restauração de Pedro: 'apacenta as minhas ovelhas'. A diferença entre ágape e filéo pode ser mencionada como nuance, não como tese principal.
Uso Contextual
Usado corretamente como exemplo de Pedro sendo chamado a um passo de fé ao lançar as redes.
Leitura Sugerida
A obediência ao comando de Jesus revela a autoridade de Cristo e produz confissão de pecado e vocação.
Uso Contextual
Usado corretamente como ilustração de que a incredulidade do povo atrasou a entrada na promessa.
Leitura Sugerida
A incredulidade pode impedir a participação no cumprimento da promessa, mas não anula a soberania e a fidelidade de Deus.
Uso Contextual
Usado corretamente como exemplo de Abraão caminhando pela fé sem ver plenamente o lugar prometido.
Leitura Sugerida
A fé bíblica responde à revelação de Deus e caminha em obediência, mesmo sem controle total do resultado.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar uma fé pessoal e experiencial: 'O Senhor é o meu pastor'.
Leitura Sugerida
A fé do salmista é pessoal porque é formada pela Palavra e pela confiança no cuidado de Deus, não por sentimentalismo.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que a paz de Deus pode alcançar o crente antes da mudança da circunstância.
Leitura Sugerida
A paz não é produzida pela confissão humana como força mágica, mas é concedida por Deus a quem ora com gratidão e confiança.
Uso Contextual
Usado corretamente para reforçar que Jesus edifica a igreja e que a carreira solo não é o modelo bíblico.
Leitura Sugerida
As portas do inferno não prevalecem contra a igreja; o crente cresce no corpo de Cristo, sob a Palavra e o Espírito.
Reformular a frase sobre filho sofrendo por causa da incredulidade do pai, evitando causalidade direta entre sofrimento de terceiros e fé dos pais.
Equilibrar 'a falta de fé pode travar o propósito' com a soberania de Deus: a incredulidade atrasa nossa obediência e participação, mas não manipula nem prende Deus.
Manter a Palavra como fundamento da fé e a experiência como fruto, evitando que a experiência pareça decisiva para quebrar a incredulidade.
Corrigir a referência de João 11:16, pois a fala de Tomé está no versículo 16, não no 26.
Reduzir a ênfase lexical em ágape/filéo em João 21:15-17, colocando o centro na restauração e missão de Pedro.
Orientar a busca por propósito com discernimento pastoral: obediência aos mandamentos já revelados, conselho da Palavra e comunidade, sem pressionar por sensações ou confirmações extraordinárias.
Reforçar que a fé bíblica confia na fidelidade de Deus, não na força da fala humana, e que a paz de Filipenses 4:6-7 é dom de Deus, não produto de confissão positiva.
Resumo em uma frase:
Sermão carismático e cristocêntrico sobre João 20, com boa exposição da ressurreição e da fé pessoal, mas que precisa corrigir aplicações excessivas ligando incredulidade a sofrimento alheio e a propósito divino 'travado'.
🤿
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