Amém. >> Amém. >> Deus abençoe. Obrigado, >> meus irmãos, minhas irmãs. Graça e paz em Cristo Jesus. >> Amém. >> Alegria participar com vocês deste encontro tão, tão especial. Momento de, de adoração, de comunhão, momento de oração, momento também da palavra, momento da missão. Faça discípulos. Graças a Deus por isso. Inicialmente eu gostaria de agradecer pessoalmente, profundamente as orações, aqueles que oraram por mim, especialmente pela minha saúde. Nos últimos exames não foi encontrada nenhuma célula cancerígena. Graças a Deus. >> Deus é bom quando cura. >> Deus é bom também quando não cura. >> Sempre fiel. Fiel o nosso Deus. Amém. >> O tema deste congresso é: faça discípulos. Eu gostaria de pensar com vocês nesta manhã na terceira epístola de João. Terceira epístola de João. A palavra discípulo no Novo Testamento significa aprendiz, aprendiz, um seguidor. E esta ideia está ligada àquele que aprende com os ensinos do seu mestre e molda a sua vida a partir da vida do seu mestre. No contexto neotestamentário, pensando no discipulado de Jesus com aqueles que estavam ao seu redor, discipular significa aprender ou ensinar aquilo que está na sua vida, no seu coração. E ser discipulado é aprender com o seu mestre e moldar a sua vida a partir daquilo que o mestre ensina, aquilo que o mestre faz, aquilo que o mestre também também orienta. Inicialmente, eu gostaria de trazer três esclarecimentos sobre discipulado que eu considero aqui muito importantes. E o primeiro deles é que discipulado não é simplesmente uma prática eclesiástica, uma coisa que a igreja faz, é uma tarefa a ser cumprida. discipulado está ligado à identidade pessoal daquele que ama Jesus, daquele que vive Jesus, daquele que traz pessoas para conhecerem e seguirem o Senhor Jesus. Você se lembra em Atos, no capítulo capítulo 11, no verso 26, antes dos seguidores de Jesus serem chamados pela primeira vez de cristãos, eles eram conhecidos como discípulos. Aqueles que amavam Jesus, criam em Jesus, caminhavam com Jesus, seguiam a Jesus, proclamavam o nome de Jesus, trazam outros para conhecer e caminhar com Jesus. O segundo esclarecimento que eu gostaria de trazer sobre discipulado é que o modelo de Jesus quanto ao discipulado não era um modelo conteudista. Havia sim muita informação, muito ensino. Doutrina é essencial e veremos isso nesta manhã. Mas Jesus ia além de apenas ensinar a mente. Jesus os convidava não apenas a entender, mas a crer. Não apenas a crer, mas viver. Não apenas viver, mas chamar outros para conhecerem o Senhor Jesus. E aqui eu trago um alerta que eu considero por demais importante. Nós somos chamados como povo de Deus a fazer discípulos de Jesus. Não discípulos nossos. Não para parecerem conosco, falarem como nós falamos, andarem como nós andamos, mas pessoas que se parecem com Jesus, que amam Jesus, que querem seguir Jesus, que falam como Jesus, que fazem como Jesus. O terceiro esclarecimento que eu que eu trago é que o discipulado é uma tarefa, como vimos ontem à noite, é uma tarefa imperativa e central na grande comissão. Nós lemos e aprendemos ontem à noite em Mateus, capítulo 28, que o imperativo da grande comissão é justamente fazer discípulos. Portanto, o ir, batizar, ensinar são maneiras de cooperar para que pessoas possam conhecer Jesus e amadurecerem na fé e na vida com o Senhor Jesus. E eu trago aqui esse esse conceito inicial que é um conceito teológico e prático quanto ao discipulado. Eu creio que fazer discípulos, e aqui a palavra chave para mim é cooperar. Fazer discípulos é cooperar para que alguém possa amadurecer na sua fé e na sua vida com o Senhor Jesus. Isso é discipular, isso é fazer discípulos. Nós aprendemos na grande comissão que devemos fazer discípulos entre todas as nações. Todas as nações. Infelizmente hoje ainda cerca de 7.000 povos mundo que pouco nada conhecem do Senhor Jesus são povos considerados não alcançados, onde há 2% ou menos de cristãos evangélicos entre eles. Dentre estes 7000 povos, 3.000 povos são considerados povos não engajados, onde não há presença de nenhum cristão, nenhum cristão conhecido entre eles. Há mais de 1000 línguas em todo o mundo ainda em nossos dias que não tem sequer João 3:16 traduzido em seus idiomas. Meus irmãos, minhas irmãs, pasmem há mais de 3 bilhões de pessoas que jamais ouviram algo a respeito do Senhor Jesus em nossa geração, em nossos dias. É imperativo trabalharmos perto e trabalharmos longe, usando tudo aquilo que Deus colocou em nossas mãos. para fazermos discípulos de Jesus. Diga comigo: de Jesus. >> De Jesus. >> Discípulos de Jesus. De Jesus. Terceira João, capítulo primeiro. As três cartas escritas pelo apóstolo João, elas têm, eu diria, um eixo comum, que é justamente a palavra mais repetida por ele nas suas três cartas, primeira, segunda e terceira. João, que é a palavra verdade. Em Primeira João, a verdade ela deve ser crida. Em segunda João, a verdade, além de ser cria, ela deve ser guardada. Na terceira carta de João, uma verdade, além de ser crida e guardada, ela deve ser praticada. E João, ele não trata sobre este assunto da verdade como sendo um assunto puramente conceitual, uma ideia, uma apologia para o apóstolo João. A verdade sobre a qual ele fala abundantemente nessas três cartas, essa verdade tem nome, tem rosto, tem propósito. A verdade é o Senhor Jesus Cristo. Lá no evangelho segundo João, no capítulo 14, versículo 6, ele registra as palavras do próprio Senhor Jesus sobre o assunto. Quando Jesus diz, "Eu sou o caminho, a >> verdade e a vida". É o Senhor Jesus. Jesus é a verdade. Nessa carta, João, ele escreve como presbítero, ou seja, um ancião, alguém que já está agora idoso, exercendo esse cuidado pastoral com as igrejas do Senhor Jesus. E com essa igreja em particular, uma igreja específica cujo pastor se chamava defes e onde havia um membro, aparentemente um líder daquela igreja, um homem fiel, piedoso, chamado Gaio. O destinatário dessa carta que nós leremos é justamente o Gaio, este homem amoroso, fiel, hospitaleiro, o Gaio, ele recebia missionários em sua casa. Este era o seu ministério. Esta era a sua forma de discipular. Esta era a sua forma de servir o reino de Deus. Ele tinha uma casa, não sabemos se era pequena, se era grande. Alguns historiadores eh eh presumem que Gaio era uma pessoa que tinha certa posse, talvez uma habitação um pouco maior, mas o que nós sabemos é que ele tinha uma casa aberta para receber os missionários cristãos, itinerantes daquela época. No primeiro século, muitos cristãos, eles passaram a ir de lugar para lugar pregando o nome do Senhor Jesus. E naquela época não havia bases missionárias, não havia casas de hospedagem. A PMT tem um excelente apartamento em São Paulo. Outros locais nós vamos irmãos e irmãs nos recebem carinhosamente em suas casas. Naquela época não havia bases missionárias, não havia casas de hospedagem para missionários, mas havia Gaio. E Gaio tinha uma casa e servia esses irmãos e os recebia em sua casa. E nós veremos que Gaio, por meio da sua vida, ele discipulava pessoas. Ele, vamos aqui voltar ao nosso conceito de discipulado, ele cooperava para que as pessoas que estavam ao seu redor pudessem, portanto, amadurecer na sua fé e na sua vida com o Senhor Jesus. Nós encontramos aqui nessa carta um princípio quanto à discípulo de Jesus Cristo. E o princípio é este: a identidade do discípulo precede a sua missão. A identidade do discípulo precede a sua missão. Para fazer discípulos é preciso, primeiramente ser discípulo. Ser discípulo. Vamos ler. Fique de pé comigo se você puder. Terceira João. Esta carta tem apenas um capítulo. Terceira João. Leremos a partir do versículo primeiro. Diz assim a palavra, a palavra do nosso Deus. Deus. O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade, versículo dois, todos juntos. Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. Pois fiquei sobre modo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho da tua verdade, como tu andas na verdade, não tenho maior alegria do que esta há de ouvir que meus filhos andam na verdade. A verdade é Jesus. Amado, procedes fielmente naquilo que praticas para com os irmãos, e isto fazes mesmo quando são estrangeiros, os quais perante a igreja deram testemunho do teu amor, bem farás encaminhando-os em sua jornada por modo digno de Deus. Versículo 7, juntos. Pois por causa do nome foi que saíram nada recebendo dos gentios. Que lindo texto. Saíram por causa do nome. O nome é Jesus. Portanto, devemos acolher esses irmãos para nos tornarmos cooperadores da verdade. Escrevia alguma coisa à igreja, mas Diórefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, falhei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E não satisfeito com essas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Versículo 11. Juntos. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus. Aquele que pratica o mal jamais viu a Deus. Quanto a Demétrio, todos lhe dão testemunho, até a própria verdade. E nós também damos testemunho. E sabes que o nosso testemunho é verdadeiro. Muitas coisas tinha que te escrever. Todavia, não quis fazê-lo com tinta e pena, pois em breve espero ver-te. Então conversaremos de viva voz. Versículo 15. Juntos. A paz seja contigo. Os amigos te saúdam. Saúda os amigos nome por nome. Louvado seja o nome do Senhor Jesus. Você pode se assentar com a sua Bíblia aberta comigo neste texto. Dentre algumas marcas de um discípulo que nós encontramos nesta carta, eu creio, meus irmãos e irmãs, que a primeira é que o discípulo de Jesus, ele tem uma alma próspera. Me acompanhe no versículo dois. João dizendo a Gaio, amado, acima de tudo, ou seja, sobre todas as coisas, a coisa mais importante, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. Antes do apóstolo João falar com Gaio sobre o que Gaio fazia, como ele fazia, quais são as suas tarefas, qual valor tinha naquilo que ele produzia, João conversou com o Gaio a respeito da sua alma, da sua vida com Deus. A nossa identidade em Cristo precede a nossa missão com Cristo. A palavra aqui traduzida por prosperidade significa ir bem. amadurecer de uma maneira saudável. E aqui eu creio uma uma riquíssima advertência teológica, porque não é incomumarmos a régua errada para medir as coisas de Deus e para medir as pessoas envolvidas com as coisas de Deus. Geralmente nós avaliamos as pessoas a partir daquilo que elas elas têm, elas fazem, elas produzem as suas capacidades, suas habilidades, a influência que essas pessoas têm. Mas João aqui ele deixa bem claro que a régua que deve ser usada, ela não é externa. O que nós fazemos, ela é interna. É o estado da nossa alma. A nossa alma está próspera na presença de Deus, em comunhão com Deus, caminhando com Deus no primeiro amor que é o Senhor Jesus. Portanto, ele inicia aqui com esse versículo dois. E eu poderia fazer talvez uma paráfrase. A paráfrase seria mais ou menos esta: Gaio, meu irmão, que alegria saber que a sua alma é próspera perante Deus. Que seja assim em todo o resto da sua vida. Aqui a ênfase é a vida com Deus. Isso nos lembra o que lemos em Primeira Samuel, no capítulo 16 versículo 7, quando lemos que o Senhor ele não vê como vê o homem, pois o homem vê o exterior. Porém Deus, ele vê justamente o nosso coração. Ele vê aquilo que está ali dentro de nós. Ele vê não apenas o que fazemos, mas por fazemos. Ele não vê apenas as nossas declarações, mas as nossas reais motivações. Meus irmãos e minhas irmãs, eu creio que em nossos dias e em nosso meio rondam rondam alguns perigos que são perigos que t o potencial de quebrar uma pessoa, uma família, uma igreja, até mesmo uma denominação. Porque é possível trabalhar muito para Deus e andar pouco com Deus. Concordam comigo? É possível. É possível ter uma agenda ministerial cheia, mas uma comunhão vazia. É possível ter uma vida próspera, uma família próspera, uma igreja próspera, um ministério próspero, mas uma alma pobre diante do Senhor. E é justamente aqui está o ensino apostólico de João. O que Deus chamou como discípulos do Senhor Jesus, que fazem outros discípulos do Senhor Jesus. Primeiramente é para termos uma alma próspera, vida com Deus, intimidade com Deus. Portanto, eu deixo aqui nesta manhã esta pergunta a você. Olhe bem para mim nesse momento. A pergunta não é sobre o que você faz. Não é se você é bem-sucedido exteriormente, não é se você é aplaudido em sua casa, em sua igreja, em seu ministério, num campo missionário. A pergunta aqui é: como está a sua alma? Como está a sua vida com Deus? Como está a sua comunhão com Deus? é a sua alma próspera. É a sua alma próspera. Na teologia de João, nós falamos muito sobre a teologia de Paulo, não é? A teologia de João é riquíssima também. Na teologia de João, que podemos chamar de uma teologia da alma próspera, essa teologia está sempre ligado à verdade que é o Senhor Jesus. Primeiramente, João enfatiza que essa verdade que é Jesus, ela deve ser crida. Em Primeira João, capítulo 2, versículo 22. João, ele combate aqui os falsos mestres que negavam a pessoa e a obra de Cristo. E ele diz assim: "Quem é o mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo?" Portanto, meu irmão, minha irmã, uma alma próspera começa com uma fé verdadeira. Com a fé verdadeira é preciso crer da maneira certa. Doutrina importa e muito. Uma alma próspera começa com uma fé verdadeira, bíblica, com doutrina pura. Não há discípulo saudável sem uma doutrina saudável. Essa é uma verdade que devemos ter em nossa mente, em nosso coração e em nossa prática ministerial. Não há discípulo saudável, sem uma doutrina saudável. E nós precisamos estar alertas contra aqueles que estão ali retalhando a palavra de Deus e escolhendo a própria verdade em nossos dias. Porque Cristo fora das Escrituras não é verdadeiro cristianismo, é misticismo. Segundo na teologia de João, quanto a alma ser próspera, não apenas essa verdade que é Jesus Cristo, ela deve ser cria, como vemos em Primeira João, mas ela deve ser também guardada, como vemos em segunda João, capítulo 2, versículo 9. O apóstolo adverte: "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não, aqui a expressão é permanece. Não tem Deus palavras fortes. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus. O que permanece na doutrina, este tem tanto o Pai como Filho. Observem aqui a repetição da palavra permanece. Não basta entender a verdade que é Jesus. É necessário crer na verdade. Não basta crer na verdade que é Jesus. É necessário seguir a verdade. Não basta seguir a verdade que é Jesus. É necessário permanecer na verdade. E aqui nós trazemos esse princípio também pode ser plenamente aplicado para nós que somos pais. Pensando em nossos filhos. Pais, vocês precisam levar seus filhos não apenas a compreender a verdade, não apenas crer na verdade, mas também a a permanecer permanecer nessa verdade, guardar essa verdade diante das pressões do mundo, das seduções da cultura, das inclinações do próprio do próprio coração. Mas em terceiro lugar, nessa teologia de João, quanto à verdade para o discípulo do Senhor Jesus, a verdade deve ser crida. Ela deve ser guardada em nossos corações, nosso tesouro mais precioso, mas ela deve ser também praticada. Terceira João, versículo 3. Alegria do apóstolo, pois fiquei sobre modo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho na tua verdade. Ele diz: "Como tu andas?" Aqui é a prática. andas na verdade, essa verdade que é crida e guardada, ela precisa ser traduzida na maneira como nós andamos, falamos, nos relacionamos, perdoamos uns aos outros, temos paciência, temos longanimidade para com irmãos, irmãs, meus queridos, se nós andamos na verdade, nós temos amor por aqueles que Jesus colocou ao nosso redor. estava falando para um grupo de adolescentes indígenas outro dia sobre o fruto do espírito e nós estáamos estudando a respeito da paciência e da longanimidade. E explicando o conceito bíblico de paciência e longanimidade, eu disse mais ou menos o seguinte: Longanimidade, que pode significar também de maneira mais literal, aquele fôlego profundo, é aquele atleta que mergulha e ele mergulha 10 e 15 e 20 m e depois seu ar ele agora esgota e ainda assim ele vai mais 5 m. é a longanimidade, o fôlego profundo. E eu disse assim, longanimidade é aquilo que começa quando a paciência acaba. A sua paciência já acabou com alguém na sua família. Eu sei que isso não acontece aqui, mas eu ouvi falar que já acabou a sua paciência com alguém na sua equipe, na sua igreja, na sua equipe pastoral, meu irmão, minha irmã, longanimidade, se a sua paciência acabou, agora começa a longanimidade. E eu tenho notícias para você, novíssimas. Se a longanimidade acaba, aí começa o amor. Então nós nós não temos para onde correr. Não temos para onde correr.Ó Deus. Deus. >> Essa verdade que é Jesus, ela deve ser cria, ela deve ser guardada, ela deve ser praticada. Portanto, nós temos aqui algo que poderíamos chamar de o teste de João para a prosperidade da alma. E o teste é este, é se nós cremos em Cristo segundo as Escrituras. Em segundo lugar, se nós guardamos o que cremos como nosso tesouro mais precioso. E em terceiro lugar, se nós praticamos aquilo que nós declaramos crer. Portanto, antes de pensar em como servir a Jesus, onde servir a Jesus, de que maneira servir a Jesus, eu gostaria que você neste momento pensasse comigo: "É próspera a minha alma? Como está a minha vida com Jesus? David Briner, ele serviu como missionário pioneiro entre os indígenas da América do Norte na primeira metade do século XVII. Homem de Deus, usado por Deus, piedoso, homem de oração, leitura, pregação da palavra. morreu jovem aos 29 anos de idade com tuberculose. Ele foi noivo da Jerusa, que era filha do famoso teólogo e pregador Jonathan Edwards, pregador daquele famoso sermão Pecadores nas mãos de um deus irado. E David Breiner, ele não apenas morreu jovem aos 29 anos de idade, mas ele ele passou uma vida adoentado, enfermo. a sua infância, a sua saúde era frágil. Quando ele falou com seus amigos que Deus o havia chamado para o ministério pioneiro, difícil, complexo, que era viver e trabalhar entre os indígenas da América do Norte de uma maneira pioneira. Lá no início do século XVI, seus amigos preocupados com David Bryiner falaram: "David, se Deus quiser que você vá, ele te dará cura". ao que David Bry respondeu: "Se Deus quiser que eu vá, ele me dará forças". Deus nunca o curou, mas Deus o fortaleceu. Foi usado pelo Senhor, pregou o evangelho, centenas de pessoas vieram ao Senhor Jesus. Foi um avivamento. E ele ali puritano teve até mesmo uma situação difícil na sua a sua ministério pessoal. Ele preparava muito bem o indígena que traduzia as suas mensagens. Tinha que ser o indígena crente, piedoso, fiel à palavra de Deus. Certo dia chegou para pregar uma grande audiência indígena e aquele tradutor não veio. E falaram: "David, não há ninguém para traduzir para você. Só tem um aqui que sabe bem o inglês. E este indígena, ele não é cristão. Ele é contra os cristãos. E ele está bêbado, não consegue nem ficar de pé. E ele escreveu em seu diário, contrariando tudo que eu tinha ali no meu coração. Ele disse: "Eu creio nas misericórdias de Deus". E aquele indígena traduziu o seu sermão sentado com alguém segurando esse indígena por trás para ele não cair. Meus irmãos, o evangelho é o poder de Deus. Centenas de pessoas foram chapalhadas, muitos vieram ao Senhor Jesus. >> David Br, né? antes de falecer, ele escreveu em seu diário, o diário que é publicado aqui no Brasil como a vida de David Briner. Se você não leu, você precisa ler. E ele disse assim em seu diário, poucos meses antes de falecer: "O meu corpo está muito fragilizado. Ele já está quase no fim, mas a minha fé está viva como nunca e fortalecida em Cristo Jesus. O corpo estava fraco, mas a alma estava próspera. >> Meu irmão, minha irmã, como está sua alma? Próspera perante Deus. Uma outra marca de um discípulo de Cristo que encontramos nesta preciosa carta, podemos vê-la no versículo 5. Me acompanhe. E vocês verão que o discípulo de Jesus, ele faz discípulos. faz discípulos. Versículo 5. Amado João falando a Gaio, procedes fielmente naquilo que praticas com os irmãos. Aqui a ideia praticas para com os irmãos significa um investimento intencional na vida de algumas pessoas. Praticas para com os irmãos e isso fazes mesmo quando são estrangeiros. No primeiro século, os missionários cristãos itinerantes que iam de lugar para lugar, eles enfrentavam todo tipo de de provação, de privação, de de ofensas, de perseguição. Mas ali naquela região havia uma casa, a casa de um homem, a casa de Gaio. Ali havia não apenas refrigério, mas ali Gaio, ele praticava as coisas de Deus na vida de irmãos. Ele cooperava, cooperava. para que aqueles irmãos pudessem amadurecer na sua vida e na sua fé no Senhor Jesus. Isto é discipulado. Deus chamou a mim e a você para podermos cooperar com alguém ou com cinco, ou 10 ou 100 pessoas ao longo da nossa vida para que essas pessoas possam amadurecer da maneira que elas creem em Deus e que elas vivem com o Senhor Jesus. Mas nós lemos que ele recebia, observem comigo, no versículo, versículo 5, nós lemos que ele recebia esses missionários cristãos itinerantes. Aqui diz mesmo quando são estrangeiros. A palavra eh grego usada para estrangeiros, xenos, significa o desconhecido, quem vem de fora. Havia um risco aqui envolvido com respeito ao estrangeiro. Você não conhece quem é, você nunca ouviu falar. Ele não tem referência, ele não tem raiz, ninguém consegue referendá-lo. É arriscado se envolver com o estrangeiro. Mas havia aqui não apenas um risco envolvido, mas havia também um preconceito envolvido. Preconceito que nós temos e encontramos hoje em muitas partes do mundo, quanto aquele que é estrangeiro. Gaio, Gaio aqui ele acolhia, ele abrigava, ele apoiava os cristãos que lá chegavam, mesmo aqueles que eram totalmente desconhecidos. Este assunto é tão importante que João escreve uma carta inteira só para destacar o valor dessas ações. Eu poderia dizer o valor desse discipulado, uma ação intencional na vida de pessoas para que elas pudessem crer mais em Jesus. seguir mais a Jesus e proclamar mais o nome do Senhor Jesus. Mas o meu ponto principal aqui é o contexto, porque observem comigo, isso que Gaio fazia não acontecia em grandes eventos. Isso que Gaio fazia não acontecia por meio de grandes pregações públicas. Gaio não era um apóstolo, não era um missionário itinerante, não era um líder muito conhecido. O que Gaio fazia, que se alegrou, que alegrou o coração de João e alegrou o coração de Cristo, era feito por meio do que Deus colocou em suas mãos, nesse caso, por meio do amor e da hospitalidade. Eu digo isso porque quando falamos sobre fazer discípulos, às vezes nós temos este preconceito equivocado. Pensamos que fazer discípulos é algo para pessoas especializadas, que t certas ferramentas em suas mãos que nós não temos. Mas meu irmão, minha irmã, olhe bem para mim nesse momento. O mandato do Senhor Jesus para fazermos discípulo dele é para toda a igreja, para minha vida e para a sua vida. E Deus quer que você faça discípulos com aquilo que ele coloca em suas mãos. Gaio talvez não tivesse ali uma palavra impactante pública. Caio talvez não tivesse uma liderança extremamente expressiva. Gaio, ele tinha uma casa, ele tinha amor, ele abria as portas, ele recebia pessoas, ele encorajava pessoas. E João, esse apóstolo, está dizendo aqui, isso tem abençoado muito o reino do nosso Deus. A sua casa servia ao reino, a sua hospitalidade fortalecia a missão. O seu testemunho edificava a igreja. O próprio apóstolo João diz aqui, se alegrava com a sua vida. Meu irmão, minha irmã, Deus quer que possamos florescer onde ele nos colocou, para onde ele nos enviará. e com aquilo que ele colocou em nossas mãos. >> Eu creio que há aqui pelo menos duas aplicações aplicações nesta altura que deveríamos ter em nossa mente. E a primeira delas, a primeira delas é justamente esta: parec. Pare de reclamar da sua família. Ah, pastor Ronaldo, você fala isso porque você não conhece a minha família. A minha família é complicada. A família dos meus amigos resolvidas. Uma bção. A minha família complicadíssima, meu irmão, minha irmã. Deus colocou você em sua família para que você possa florescer. Faça discípulos em sua família. Pare de reclamar sobre a sua vizinhança. Mas, pastor Ronaldo, o meu sonho era morar naquele bairro da cidade. Eu moro justamente naquele bairro. oposto, o contrário, aquele bairro que eu nunca queria morar. Meu irmão, minha irmã, Deus te colocou naquela casa, naquela vizinhança, naquele prédio, naquela cidade para você florescer. Faça discípulos em nome de Jesus. Pare de reclamar da sua igreja. Deus colocou você em sua igreja para você florescer. Meu irmão, pastor, missionário, pare de reclamar do seu ministério. Deus colocou você neste ministério, não foi outro. Neste lugar, não foi outro. Nessa igreja não foi outra. Neste campo missionário, não, em outro. Para que você possa ali nesta geração florescer, faça discípulos onde Deus o colocou. Amém. Amém. >> Pare de reclamar. Mas eu creio que >> a segunda aplicação é justamente esta. Pare de se comparar. Os dons, as habilidades e as oportunidades que Deus deu ao pastor Hoster, ele não me deu. Deu ao Hoster. As oportunidades que Deus colocou em minhas mãos, talvez não tenha colocado em suas mãos. Cada um de nós possui dons, possui talentos, habilidades e possui oportunidades. Eu queria chamar sua atenção para a oportunidade. Oportunidades são únicas. As pessoas que você conhece do seu ciclo de relacionamento que ouvem você, eu não conheço. Elas não me ouvem. as pessoas com as quais eu vou caminhar na semana que vem lá no Amazonas, você não vai caminhar. Cada um de nós tem uma oportunidade dada por Deus. Agarre essa oportunidade. Pare de se comparar com outro que tem outros dons, tem outros talentos, tem outras habilidades. Mas pastor Ronaldo, eu acho tão bonito, eu acho tão bonito. Louvado seja Deus pela vida do outro. Mas meu irmão, seja grato. Contentamento. Diga comigo: Contentamento. Contento. >> Contentamento com aquilo que Deus te deu, onde Deus o colocou para você florescer. Deus não vai exigir de nós fidelidade naquilo que ele deu a outro. Ele vai exigir fidelidade àquilo que ele colocou em nossas mãos. O que foi que Deus colocou em suas mãos? em suas mãos. Ali ele espera que você seja fiel, floreça floreça onde Deus o colocou. Estive há uns 2, tr meses atrás em um país no sul da Ásia. Não vou dar detalhes por questão de segurança. Rodrigo Leitão estava lá lá comigo com alguns outros irmãos queridos ali. Estamos dando treinamento para plantadores de igrejas naquele naquele país e visitamos uma igreja recém- plantada. Creio que a igreja tinha uns 12 meses, 11, 12 meses de de nascida, uma igreja ali num país onde há forte opressão contra o evangelho. Aquela igrejinha se se reúne em um em um uma sala numa escola ali um pouquinho um pouquinho escondida, um grupinho pequeno. E ali naquele no meio daquele culto, uma mulher recém-convertida naquela igreja deu um testemunho que impactou o meu coração. Ela tomou a palavra ao fim, disse: "Eu conheci o Senhor Jesus há seis meses. Eu odiava Jesus. Eu odiava os cristãos. Alguém me falou do evangelho, alguma coisa aconteceu, entrou na minha mente, desceu o meu coração. Eu amo Jesus. Passei agora a congregar nessa igreja. Venho a essa igreja há seis meses, duas vezes por semana. Não falto nunca. Duas vezes por semana aqui estou. Meu marido não é cristão. Na verdade, ele odeia os cristãos. Todas as vezes que eu saio da igreja e volto para casa, ele me agrede. Eu apanho do meu esposo todas as vezes. O que me chamou atenção não foi o fato ligado ao sofrimento daquela mulher, mas foi a maneira como ela testemunhou. sem rancor, sem ódio, sem amargura. Ela terminou dizendo assim: "Meu marido ainda vai conhecer a alegria. >> Flores onde Deus colocou você, você em nome de Jesus. >> Amém! >> O discípulo de Jesus tem alma próspera. Louvado seja Deus. Diga comigo, alma próspera. >> Alma próspera. >> Foi meio fraco. Rosta >> foi bom. Alma próspera. >> Perto de Deus, buscando a Deus, servindo a Deus, aprendendo de Deus. Você sai desse congresso perguntando a Deus: "O que o Senhor quer fazer na minha vida? Que que eu levo de novo? Onde o Senhor quer mexer? Em nome do Senhor Jesus. O discípulo de Jesus faz discípulos, mas o discípulo de Jesus é também um cooperador. Eu queria aqui grifar essa palavra cooperação. Versículo 8. Versículo 8 diz assim: "Portanto, devemos acolher esses irmãos para nos tornarmos cooperadores aqui de quem, meus irmãos? >> Da verdade. Quem é a verdade? É Jesus. Essa é uma expressão profunda. Não, aqui João está falando sobre cooperadores da igreja, cooperadores da Pecon, isso é precioso, cooperadores dos projetos missionários, não. Cooperadores da verdade. João aqui chama Gaio e toda a igreja a serem cooperadores da verdade. O discípulo não é dono da verdade. Ele não apenas observa a verdade. Ele não é usuário da verdade. Ele coopera com a verdade. E cooperar com a verdade é colocar a sua vida a serviço do Rei Jesus. Colocar a sua vida a serviço do Rei Jesus. Se você observar aqui, há um contraste interessante e histórico entre os missionários acolhidos e apoiados por Gaio e o próprio Gaio. Porque esse missionário, se você observar comigo no versículo 7, nesse nesse versículo tão lindo, no versículo 7, nós lemos aqui que esses missionários eles saíam de onde estavam por causa do nome. E o nome é o Senhor Jesus. Mas Gaio, ele não saía, ele ficava, ele abria a sua casa e ali ele servia aquelas pessoas e com isso ele servia o Senhor Jesus. Como eu falei, as oportunidades são distintas, mas é na oportunidade que Deus te deu e Deus vai sempre dar a você tudo que você precisa para fazer a vontade do Pai. Portanto, a pergunta que você e eu, quando nós enfrentamos situações difíceis na vida pessoal, na família, na igreja, no ministério, a pergunta não é se temos forças, a pergunta é se nós estamos na vontade do Pai. Porque à medida que estamos na vontade do Pai, ele vai nos fortalecer em Cristo Jesus. Em Cristo Jesus de uma maneira única. Como missionário transcultural, eu já servi em alguns países fechados para o evangelho, especialmente eu me lembro de situações em que enfrentei certas certas tensões quando saía de um país, entrava em outro ali por terra, passar ali por uma fronteira terrestre. é mais tenso do que no aeroporto, porque ali se há alguma hostilidade, ela ela é visível, ela está acontecendo por ali. Então, me lembro de várias e várias vezes saindo de um país por terra, passando a fronteira, entrando em outro país e ali aos guardas daquele novo país. Eu sei que o país tem alguma lei anticristã. Eu sei que eles não podem saber que eu sou missionário, que há ali algum contexto de hostilidade. Eu me lembro várias vezes, eu chegando em em um novo país, chegando ali naquela fronteira e no meio daquela tensão, eu pego meu passaporte e eu coloco na mão daquele guarda muitas vezes ali com a cara meu meu carrancuda, ele recebe meu passaporte, abre o sorriso e diz: "Brasileiro, Ronaldo, futebol". Me lembro de umas duas vezes que ele até gritou para outros guardas: "Ronaldo futebol". E outro gritava: "Ronaldinho". Não podiam saber que eu não jogo futebol. futebol. Mas o passaporte brasileiro com nome Ronaldo já >> facilitou a minha entrada em muitos lugares. O certo é O certo é que Deus abre portas >> em nossa vida >> para que possamos servi-lo. Qual é a porta que Deus está abrindo na sua vida? Pessoa com a qual você tem acesso, outros não têm. Um vizinho com quem ninguém fala, você fala. Aquela pessoa que não ouve mais, ninguém mais ouve você. Aquela pessoa que ninguém quer estar perto, mas você está perto. Qual é a porta que Deus abre em sua vida, meu irmão e minha irmã, para você cooperar com a verdade? E a verdade é Jesus. Mas eu gostaria também de enfatizar que há alguns efeitos colaterais quando nós cooperamos com a verdade. E nós vemos aqui João falando a Gaio justamente sobre isto. E um dos efeitos colaterais quando nós cooperamos com a verdade é enfrentar oposição. A oposição que vem de longe de gente desconhecida é muito ruim, não é isso? É muito ruim, mas a oposição que vem de perto de gente conhecida é pior. Concorda comigo? É pior. Você convive com aquela pessoa, você ama aquela pessoa, você trabalha com aquela pessoa, aquela crítica, ela é pior. E é justamente aqui um alerta que João deixa e que eu deixo com vocês. Cuidado com os Diótrefes. Se alguém se chama Diótrefes, não é com você. É o Diótrefes desta carta aqui de João. Diótrefes era aparentemente o pastor da igreja. Assim eu interpreto. Era o pastor da igreja. E e Gaio era possivelmente um líder daquela igreja, um homem piedoso. Mas diferente de Gaio, o Diotrefis, ele era contra receber, hospedar e cooperar com os missionários itinerantes que lá chegavam. É aquele tipo de pastor, não sei se você conhece um pastor assim, aquele tipo de pastor que diz: "Você quer fazer missões? Faça em qualquer lugar". Na minha igreja não. Um pastor complicado, um líder complicado. Não é coisa da nossa geração. Havia já 2000 anos. Versículo 9, João dizendo: "Escrevi alguma coisa à igreja, mas Diórefes que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá a acolhida. Além de se opor à obra missionária, esse pastor Diórefes não reconhecia a autoridade apostólica de João. O apóstolo havia enviada uma carta anterior, não sabemos se é a primeira João, segunda João ou uma carta que se perdeu, mas o certo é que aquele pastor, ele ele engavetou aquela carta, não deixou a carta chegar até os irmãos. E quando o texto diz que ele gostava de ter primazia, a ideia aqui é de alguém orgulhoso, egoísta, autocentrado. É aquele pastor que diz: "Se não for ideia minha, ninguém faz. Se não for iniciativa minha, ninguém pode fazer. Se eu não assinei embaixo, não quero ver acontecendo. Aquela pessoa que centraliza, passa tudo. Se eu não quero nada, nada acontece." Versículo 10. Diótrefes proferia contra João e seus discípulos. Lemos aqui palavras maliciosas. Agora o negócio começou a piorar. Não é apenas impedir que que cuidem dos missionários. Mas agora ele começa a criticar o apóstolo palavras maliciosas e diz assim: "E não satisfeito com essas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Meu irmão, minha irmã, como enfrentar críticas? Como enfrentar críticas? Eu queria deixar quatro breves conselhos com vocês. O primeiro conselho é este: não jogue fora a crítica. mesma crítica mais inadequada, mais até mesmo imponderada, a crítica mais carnal feita de uma maneira covarde contra você, foi jogada na internet, falado publicamente, ninguém te te abordou mesmo. Aquela crítica carnal pode conter alguma verdade. Deus Deus querendo tratar com a sua vida e com a minha veida. Não jogue fora a crítica. Leve a crítica para casa. Coloque-a perante o Senhor, ore sobre ela. Deus, há alguma coisa que a ser feito? Você tem dúvida se há alguma verdade naquela crítica ou não? Chame a sua esposa, chame o seu esposo, chame um um líder, um crente maduro, um amigo do coração. Alguma verdade nessa crítica, coloque-a perante o Senhor. Se há alguma verdade, peça perdão a Deus, corrija nos seus relacionamentos e faça os reparos necessários, mas não jogue fora a crítica imediatamente. Mesmo aquela crítica que vem da pessoa mais carnal, feita da maneira mais covarde e mais inadequada, pode conter alguma verdade que Deus quer usar para me confrontar, confrontar você para nos edificar em Cristo Jesus. Segundo conselho, todos ficaram muito quietinhos quando eu falei: "Não jogue fora a crítica". Não gostaram dessa parte, vão gostar da segunda parte um pouquinho mais. O segundo conselho é este: não durma com a crítica, porque a crítica tem o potencial de se tornar contra a parede. Se você não joga fora a crítica, que é o primeiro conselho, mas você não dorme com a crítica, 48 horas. 48 horas é o suficiente. Você leva a crítica para casa, você ora, você pede conselhos, você coloca perante Deus. Em 48 horas, meus meu irmão, resolva. Se é alguma verdade, você abraça, abraça a correção do Senhor, pede perdão, concerte os seus caminhos. Se não há alguma verdade, jogue fora a crítica. 48 horas, não durma com a crítica. Terceiro conselho, não se torne um crítico. As pessoas mais críticas que eu conheço são pessoas muito criticadas, que foram criticadas às vezes em casa, eh, na própria família, na escola, no trabalho, no seminário. No seminário, pessoas foram criticadas no seminário e se tornaram críticas. críticas. Meu irmão, minha irmã, quando o inimigo levanta pessoas para criticar você, talvez você pensa que o objetivo primário do inimigo é destruir você, mas talvez o objetivo primário do inimigo seja fazer de você um crítico que vai destruir muitas outras vidas. Não se torne um crítico. E em terceiro lugar, não deixe a crítica te paralisar. E aqui, na verdade, está o ponto de João a Gaio. Não deixe a crítica te paralisar. João aqui está convencendo o Gaio justamente a não parar de fazer o que ele está fazendo porque o pastor ou outro está criticando as suas ações e aquilo que Deus colocou em suas vidas. Meu irmão, minha irmã, muitas vezes em nossas vidas, perante as críticas, nós devemos nos colocar, nos posicionar mais ou menos assim: "Eu não acuso nem me defendo, eu faço a obra de Deus". >> Amém? >> E nós caminhamos seguindo o Senhor Jesus. >> Não jogue fora a crítica. Não durma com a crítica. Não se torne um crítico. Não deixe a crítica te paralisar em nome do Senhor Jesus. >> Eu gostaria de concluir nesse momento. Terceira João nos ensina que o discípulo é alguém cuja identidade foi moldada pela verdade que é Jesus. E essa verdade deve ser crida, guardada e praticada. Estão bem lembrados? Levem com vocês essa verdade que a Jesus deve ser crida. guardada e praticada. Esse discípulo de Jesus tem uma alma próspera. O negócio é vida com Deus. Vida com Deus. Ele usa seus dons, habilidades e oportunidades para fazer outros discípulos. Não discípulos dele ou dela, mas discípulos de Jesus. E esse discípulo coopera com a verdade que é Jesus, mesmo debaixo de críticas. Mesmo debaixo de críticas. E com isso nós entendemos que podemos e devemos seguir adiante, porque fiel, fiel é o nosso Deus. Gostaria de encerrar partilhando com vocês algo que mexeu com o meu coração e eu partilhei aqui nesse congresso anos atrás, mas agora recentemente estive nesse mesmo país, na Ásia. Não vou dar detalhes por questão de segurança. E eu vi ali agora a história como está atualmente. Eu queria também atualizá-los. Anos atrás, eu estive neste país onde nós trabalhamos, e eu coordenamos um projeto missionário ligado a à APMT, um projeto chamado Planters, que tem como objetivo cooperar com plantadores de igrejas nativos em países fechados para o evangelho. E estive então dando treinamento neste país, no sul da Ásia anos atrás. foi o primeiro grupo com o qual nós desenvolvemos uma parceria. Cinco casais de plantadores de igreja, nativos daquele país, foram para o noroeste do país, numa região árida. Árida é um deserto. Ali no final da tarde fazia 48º, para vocês terem uma ideia, um deserto, mais de 800 vilas, não havia um cristão conhecido entre eles. Foram totalmente pioneiros e lá chegaram um local onde há uma perseguição crescente contra os cristãos. Quanto mais se pensarmos contra os missionários e ali eles foram bravamente na dependência de Deus e ali se espalharam cinco casais em cinco vilas e começaram a orar por oportunidades. O o casal principal, que era o líder daquela equipe, ainda é até hoje, ficou muito incomodado porque na rua principal da vila onde eles moravam havia 15 meninas órfãs. Eram meninas que não tinham pais, estavam lá largadas, muitas vezes passando fome, passando frio, porque o inverno também faz frio, passando muito calor durante o tempo de verão. E também sujeitas a todo tipo de provação que você pode imaginar. 15 meninas naquelas ruas. Eles começaram a orar pelas meninas e eles são discipuladores e oravam por oportunidades para pregar o evangelho aquelas meninas, para ajudar aquelas meninas. Deus falou seus corações, eles resolveram adotar, mas não adotaram uma, duas, três. Adotaram as 15. Levaram as 15 para casa e amaram aquelas meninas, vestiram aquelas meninas, mandaram as meninas pra escola, ensinaram o evangelho do Senhor Jesus. Aquelas meninas, o assunto chegou até um juiz, seria o equivalente ao Brasil. aqui no Brasil é um juiz federal em uma cidade maior. Ele intimou aquele casal que lá chegou perante o juiz e o juiz disse: "Eu tenho apenas duas perguntas a a lhes fazer. A primeira pergunta: vocês adotaram 15 meninas órfãs?" E eles falaram: "Sim, seu juiz, aqui estão os papéis, não está nada ainda concluído, mas está tudo em ordem, tudo aqui dentro dentro da lei, tudo já assinado, tudo já bem encaminhado." Ele disse: "Não, não, não quero ver os papéis, mas vocês adotaram as 15". Eles falaram sim. Ele disse: "Tem a segunda pergunta: "Vocês são cristãos?" Eles responderam: "Sim, somos cristãos, amamos, seguimos a Cristo." Ele disse: "Vocês têm 48 horas para devolver as meninas para as ruas onde vocês as encontraram." Aquela missionária me contou essa essa experiência de baixo de choro e ela disse que olhou pro juízo e o confrontou, dizendo: "O senhor quer dizer que o senhor prefere que essas meninas sofram abuso nas ruas, passem fome, frio e calor naquelas ruas, do que elas morarem com casal de cristãos?" Ele disse, "Exatamente isso. Levantou-se e saiu. Eles voltaram para casa quebrados. O que vai acontecer?" E ali chegaram e a igrejinha que estava sendo plantada era uma igrejinha bem nova naquela época, bem novinha. E os cristãos ali novos chegaram na casa daqueles plantadores de igreja e ali também atribulados. O que aconteceu? Eles contaram o que aconteceu e um mais maduro disse: "O problema é que vocês adotaram às 15". Aí chamou atenção, as pessoas começaram a falar a respeito e aquele casal disse: "Nós não vamos devolver essas meninas para as ruas". E um outro casal da igreja recém-convertido disse: "Nós vamos adotar". Nós adotamos duas. Outro casal disse: "Nós adotamos três." Outro disse: "Eu vou adotar uma". E ali, rapidamente, meia hora, espalharam aquelas meninas entre várias casas. Eles me contaram essa história. Havia acontecido recentemente. Eu estava hospedado ali na casa deles nesses dias. Eu fui deitar naquela noite atribulado de coração. Eu pensei assim: "Isso não vai dar certo". Porque agora todo mundo já sabe que eles são cristãos, já sabe que eles são missionários, estão plantando igreja num local com muita perseguição. Agora eles vão saber até onde, quem são os outros cristãos, porque são os que adotaram as meninas. É fácil agora pegar todo mundo. Isso não vai dar certo. Passei a noite angustiado. No dia seguinte seria um domingo pela manhã. Eu participaria com eles de um culto ali naquela igreja. Depois voltaria para o Brasil à tarde. E naquela manhã eles falaram: "Ronaldo, nós estamos aqui fazendo um culto a Deus a cada domingo em uma casa fora da vila por questão de segurança, para as pessoas não perceberem como você assim tem cara de estrangeiro. Vamos deixar você atrás da casa. A gente entra deixar você atrás da casa. A gente entra primeiro, você espera 15 minutos, depois você entra pelo portão. Vamos deixar a porta atrás ali já entre aberta, você passa pelo corredor, nós vamos estar louvando a Deus lá na sala, portas e janelas fechadas por questão de segurança, você nos encontra ali. E assim fizeram, me deixaram, eu estava com coração atribulado, pensando: "Meu Deus, será dessa igreja? O que será desse povo?" Agora já sabe, a qualquer momento a polícia chega aqui. E quando eu entrei por aquele corredor e cheguei até a sala onde eles estavam em um culto a Deus, ali as primeiras pessoas que eu vi ali, eles sentam em esteiras no chão. As primeiras pessoas que eu vi foram aquelas 15 meninas, olhos fechados, mãos levantadas, louvando o nome do Senhor Jesus. Um jovem que ali está juntamente com o grupo de louvor, vendo a minha chegada, eu não falo língua local, ele chegou para mim, ele fala inglês e ele disse: "Pastor Ronaldo, nós cantamos esse cântico. É um cântico que nós amamos e o refrão deste cântico, nós amamos". Esse cântico diz assim: "Porque fiel é o nosso Deus". Meu irmão, minha irmã, fiel é o nosso Deus. Talvez você tenha vindo a esse congresso com coração atribulado, com uma situação impensável em sua vida, com uma questão pessoal, financeira, eclesiástica, ministerial, familiar, relacional, que você pensa: "Não tem jeito, fiel é o nosso Deus". Podemos confiar em Jesus. Somos chamados a amar, seguir e servir a Jesus com fidelidade e descansar o coração. Amém. descansar o coração. Agora voltamos há dois, três meses naquele país. Me encontrei com aquele mesmo casal na capital daquele país e eu perguntei: "E as meninas?" Anos se passaram, eles falaram: "Estão muito bem, todas amando e seguindo a Jesus. Algumas já se casaram e elas já estão discipulando outras meninas. Louvado seja Deus. No lugar onde aquela igrejinha estava ali nascendo debaixo de oposição e quase se quebrando, eles falaram: "Já plantamos mais duas igrejas pra glória de Deus. >> Fiel Senhor. >> Fiel o Senhor. Vamos orar. Fique de pé comigo. Ore ao Senhor. Eu gostaria que você nesse momento orasse por você, pela sua alma. Que Deus faça a minha alma próspera em nome do Senhor Jesus. Senhor Deus, nós olhamos para o Senhor nesta manhã com ações de graças, porque o Senhor nos nos amou, nos chamou, nos redimiu e nos sustenta com toda a tua graça e misericórdia a cada dia. Muito obrigado, Senhor Deus, porque o Senhor tem muitos propósitos para cada um de nós e traga a tona o propósito ou propósitos que o Senhor tem para cada um de nós neste congresso. Alguma coisa que o Senhor quer encorajar, encorajar, confrontar, consertar, estimular, mostrar o caminho. Senhor Deus, eu quero orar em nome do Senhor Jesus, que o Senhor nos ajude, que que a nossa alma seja próspera. >> Amém. Sim, nós oramos por prosperidade na família, na igreja, no campo missionário, prosperidade em todas as áreas da vida, inclusive na saúde nós oramos. Mas, Senhor Deus, que a nossa alma seja próspera. Amém. Senhor, >> que possamos amar Jesus como tesouro mais precioso da nossa vida, ó Deus. E quanto a essa verdade, que nós possamos crer na verdade, possamos guardar a verdade, possamos praticar a verdade e possamos fazer discípulos com aquilo que o Senhor colocou em nossas mãos. Nos ajude a parar de reclamar, >> nos ajude a parar de nós nos compararmos a outros e em outras situações, nós recebemos com ações de graças aquilo que o Senhor colocou em nossas mãos. enche o nosso coração de contentamento.Ém. >> E nessa caminhada de sermos discípulos que fazem discípulos, nós oramos ao Senhor que o Senhor mesmo enche os nossos corações com a paz. com a paz. >> Com a paz. Se há pessoas atribuladas, ansiosas, angustiadas, contra a parede aqui neste congresso, nessa manhã, encha seus corações de paz. >> Amém. É a nossa oração em nome do Senhor Jesus. Amém.