[música] A paz do Senhor. Seja bem-vindo ao programa Mais Sábios, um programa para toda a família. Aqui nós falamos para o idoso e sobre o idoso. Nós estamos aqui mais uma vez com muita alegria para te presentear com este episódio que nós vamos falar de um tema tão importante que são as memórias. E é claro, para falar deste tema, nós vamos conversar com os nossos convidados. Mas antes, queremos pedir para que você que está assistindo pelo YouTube seja um participante deste programa, curta, comente e compartilhe. [música] E tem sido sempre uma grande bção ter a participação de todos. Nós estamos aqui com dois pastores participando conosco hoje do programa. o pastor Júlio, que é da região de São Paulo, coordenador lá das igrejas em Guarulhos e está conosco participando aqui. Seja muito bem-vindo, pastor. pastor. >> Muito obrigado. Uma alegria, uma satisfação participar contigo, Abel, com os com os irmãos, os nossos ouvintes que prestigiam a Rádio Manaim, TV Manaim. >> Glória a Deus. E conosco mais uma vez aqui o pastor Bízio. Sempre uma alegria recebê-lo aqui, pastor Bízio, participando conosco. Eh, é o responsável pelo trabalho de acessibilidade na obra. E quando nós falamos de acessibilidade, nós estamos falando também dos mais sábios. Seja bem-vindo, pastor Bío. Senhor Jesus, pastor Abel, pastor Júlio, você que nos acompanha. É uma alegria poder participar aqui com os mais sábios, já entrando nessa classe dos mais sábios também, não é? Então é uma bênção podermos ter esse momento [música] especial para tratarmos desse assunto tão relevante que são os mais sábios. >> Glória a Deus. Então o senhor já tá com pezinho lá. >> Ah, estamos chegando, né? Faz parte. >> Amém. Então tá curtindo ainda aí o pré mais sábios, o momento da preparação aí. Pastor Bízio, é uma bção fazer parte desse grupo, certamente, porque nós vemos os nossos irmãos mais sábios, os idosos, que eles são alegres, são participantes nesta obra, não são diferentes dos mais novos, né? Na verdade, são uma bênção. [música] Nós vamos falar hoje de memórias, pastor Bismo. Mas o que nós vamos falar de memórias? Eu gostaria que o senhor desse início aqui falando um pouquinho a respeito do assunto. >> Quando nós falamos de memórias, especialmente ligado aos mais sábios, a h a tanto conteúdo, não é? Quando nós falamos aqui de memória, nós estamos só no sentido [música] cognitivo, não. Quando pensa memória por mais sábios, pensa-se muito nisso, né? no esquecimento, nessa questão cognitiva, vamos contrário, vamos trazendo assim memórias daquilo, de uma história, [música] de um legado, de uma herança que fica na caminhada de uma pessoa, não é? Como servo de Deus, como um profissional, como é bom lembrarmos assim, ó, trabalhava com aquela pessoa, hoje ele aposentou, mas ficou ali o ensino dele naquele ambiente, não é? Então, é disso que nós queremos discutir aqui a luz da palavra de Deus e do Espírito Santo do Senhor. >> Certamente, eh, por falar de memórias, talvez nós podemos até aqui introduzir aqui o assunto e e nos lembrarmos aqui da experiência na vida de Abraão, por exemplo, [música] né? Porque Deus fez promessa na vida dele e daqueles que viriam. Então, falou do filho, falou do neto e certamente ali eles quando estavam [música] reunidos, quando Deus conversava, por exemplo, com Jacó, quando Deus falava com Isaque, quando Deus falava com eles, Deus falava a respeito daquilo que foi uma promessa lá atrás. Então, quando nós sentamos com uma pessoa idosa, nós temos o prazer e a alegria de sentar com ele e ouvir as histórias e trazer a memória aquilo que foi vivido. Não é isso mesmo, pastor Júlio? >> Com certeza. eh conversar com o mais sábio. Eh, nós temos que estar atentos para adquirir aquilo que eles vão transmitir, né? Nessa nessa vinda aqui para [música] pro Espírito Santo, eu tive oportunidade de conversar com umas três pessoas, você falando, eu fui lembrando das memórias e ontem, né, na igreja que eu estava, nós estávamos conversando com com um irmão que tá muito tempo na obra, já vivido na na no que o Bid tá entrando aqui na no período, né, dos mais sábios, ele já no [música] seu na sua experiência e o amor e a lembrança que ele [música] transmitiu, as primeiras experiências que ele teve com o Senhor, como ele guardou aquilo e ele falando, eu tava lembrando das poucas minhas. Então, é muito importante para nós eh ouvirmos, né, o que [música] o que os mais sábios têm a nos dizer. Muito bem, pastor Bo. Eh, eu nem sou tão [música] velho assim, mas eu vivi muitas experiências nesta obra e eu me recordo, já que é memórias, eu me recordo como adolescente ouvindo o pastor Dod dando aula no Manaim >> e participei mais ainda com o pastor Gedelti trazendo ensinos para nós nesta obra. Então, as memórias que ficam são muito boas, >> uma bção, não é? São são legados que não se apaga, não é? Aquilo que faz sentido para nós, aquilo que realmente tem um valor. Percebe que isso não se apaga. [música] A gente se esquece a a senha do do banco, do computador, mas aquilo que fez sentido na nossa vida, isso não se apaga. Então é muito interessante quando nós vemos assim os mais sábios contar, olha, a igreja começou na minha casa, né? Aí você vai lá na consagração do templo, você vai visitar uma igreja, [música] começou esse trabalho, pastor, lá na minha casa. E quando fala isso, não é para se gloriar, não. É com gratidão a Deus, não é? [música] Então, como é bom ver, né, e ter esse e dar ouvidos a esses a esses ensinos, porque essas conversas, né, pastor Júlio, como você falou que teve, é, na verdade é ensino paraos, né, edificante, né, e vai sempre renova o conhecimento. Então, são memórias boas, memórias afetivas, memórias de trabalho, memórias de experiências. como isso é enriquecedor e como isso é um é um conteúdo muito rico entre os mais sábios. >> Sim, os mais jovens hoje, pastor Júlio, estão acostumados com fotos digitais, mas eh talvez é importante, né, os mais sábios, os [música] idosos mostrarem para ele os álbuns. >> Sim, >> de fotografia. >> Sim. E o pastor Biso trouxe aqui uma informação que é tão natural para nós, que acontece em diversos locais, que é a consagração de um templo quando aconteceu. >> Então você pega hoje a pessoa idosa, né, que já tá com cabelinho branquinho, >> ela vai pegar esse álbum de registro fotográfico ali e vai mostrar pros seus filhos, pros seus netos, pros irmãos da igreja, né? Não vão nem reconhecer porque o cabelinho ainda tava pretinho, né? Tava a pessoa mais nova. Mas é assim mesmo, esses registros mostram que o tempo passou, mas o Senhor ele nos sustentou. sustentou. >> Isso, >> o Senhor nos abençoou. >> É interessante o o valor eh da experiência pro idoso. E vocês estavam comentando, né? Eu tenho um diácono [música] experiente na minha igreja e aonde tá a nossa igreja, que é a Atibaia é a cidade que eu que eu moro, né? Então ele faz questão de dizer, olha, os primeiros cultos antes de você, né, se vir para cá, eram na minha casa, pastor fulano passou aqui, o diácono Beltrano e lembra de fatos, fatos que marcaram eh e constrói uma uma estrutura e é interessante que dá o valor para aquele tempo. E eu acho que essa essa essa volta ao passado, aquilo que passou, mostrando a a narrativa atual, é para dizer: "Eu continuo presente, eu não fui lá no passado usado, eu continuo sendo usado, né? Isso é muito interessante quando a pessoa mais vivida, ela ela faz questão de dizer: "Eu estou ativo, é como Calebe, né? Eu tô tão forte como há 40 anos atrás. Tô pronto para sair à guerra. E esse esses irmãos são valentes, né? Eh, rapidinho, a minha mãe, ela serviu ao Senhor até os 95 anos. No finzinho, ela já às vezes não não conseguia mais fazer algumas coisas, mas ela fazia questão de estar na reunião de senhoras e cuidar do jardim da igreja. Parou quando o corpo já parou, mas a o coração e essas memórias ficam para nós, né? Esperamos que cheguemos lá, né? Bízio, se Jesus não voltar >> com toda alegria e vigor. >> Daqui uns meses eu tô entrando no 6.0. Tenho que já preparar o coração, né? >> Senhor já tá com o pezinho lá que >> pezinho lá com alegria, né, pastor? >> Com alegria. >> E tendo como referência uma das pessoas que certamente é sua referente, sua mãe, que serviu o Senhor até os 95 anos. Que experiência maravilhosa, né, pastor? >> Maravilhoso. Ali no Manaim de Domingos Martins, outros manains também, irmãos que fazem isso pessoalmente. Mas ali o Eduardo cuida disso, né? as memórias. A gente vê foto de pastores, os primeiras os primeiros seminários ali no Domingos Martins, não é? São coisas maravilhosas, porque para chegar aquilo que está hoje tem toda uma história construída, né? Que não pode ser apagada, que não pode ser esquecida. S é maravilhoso mesmo. Nosso irmão Eduardo, um fraterno abraço para ele. Ele cuida disso mesmo. Lá no Manaim, tem as várias fotos ali. E qualquer dia desse, então, Eduardo, vou sentar com você pra gente poder pegar algumas fotos dessa aí e colocar aqui, registrar [música] aqui no programa Mais Sábados pros irmãos também terem conhecimento. Então, nós estamos aqui falando de memórias e certamente são coisas que [música] estão que aconteceram no passado, mas que continuam vivas para nós. E quando nós falamos isso, nós nos lembramos de uma expressão [música] que é única e que é de Deus e que não pode ser de mais ninguém. Quando Deus fala: "Eu sou". E quando Deus fala eu sou, não é passado e não é futuro, é sempre o presente. >> Então, as memórias nos trazem também este sentimento do Deus eu [música] sou na vida dos nossos irmãos idosos, que quando nós conversamos com eles para eles contarem os testemunhos, as experiências, nós vemos neles o Deus eu sou. Não é isso mesmo, pastor Júlio? mesmo. É isso mesmo. A a a a o tempo não contado em função do valor das coisas, né? Aquilo que valeu continua valendo, né? Então, Deus construiu uma experiência e ela continua valendo. Uma coisa que é interessante quando a gente fala hoje, eh, e é importante pros jovens quando escutam isso, os mais jovens, quando a gente é mais jovem, às vezes a gente não presta atenção [música] como é rico ouvir o mais sábio falar. Depois a gente vai começando a a amadurecer, você para e um um mais sábio tá falando, você presta atenção, porque você fala assim: "Eu vou, eu vou aprender, [música] né? Eh, e essa experiência de vida, né? Eh, é importante que na igreja, nós estamos falando isso, seja valorizada, né? Para que o nosso, os nossos irmãos mais experientes tenham voz, né? tenho participação. É muito importante isso. [música] >> Eu tenho na minha igreja, pastor Bízio, com muita satisfação e alegria, uma irmã que é da classe dos mais sábios hoje, que foi minha professora quando eu era criança na igreja. Eu era criança, ela me dava aula e hoje eu estou como pastor dela. Uma satisfação, uma alegria poder ter ali a nossa irmã Geni, seu esposo Admar, que eu deixo aqui >> um abraço, >> fraterno abraço para eles aqui e poder dizer que foi muito importante aquilo que eu aprendi quando ela me ensinou, quando ela falou do Senhor para mim, quando ela trouxe os ensinos da palavra. E hoje [música] quando a gente senta ali com os irmãos da igreja, eles se recordam de como que eu era quando criança e conta, né, pra turma lá que de vez em quando eu dava uma escapolidazinha, né, e ali a criança, né, mas ela falava assim: "É uma bção ver hoje o meu pastor, que foi um aluno meu quando criança >> e eu já consigo ver essa história hoje um pouco contrário, entendeu? já no outro papel, tava no Manaim, eh, seminário de acessibilidade, tinha um diácono, hoje diácono ali de Curitiba, o John, que foi minha ovelha como intermediário, participando da igreja, como adolescente. Mas você veja, então são memórias tão gostosas. Hoje tá um diácono e você lembrar, né, toda uma trajetória, todo um legado que fica. Isso é maravilhoso. E nós vivemos dias em que tudo é muito descartável, né? A gente vive assim numa numa sociedade, numa mentalidade, então as coisas se esquecem muito rápido, né? >> É verdade. Preservar essas memórias é ensino, é aprendizagem, é sentimento, é pertencimento. É maravilhoso. >> É isso aí. [música] Eu tenho, o senhor me fez lembrar também que eu tenho dois diáconos comigo lá hoje trabalhando na igreja. Um que é o diácono mais antigo da obra. Ele está lá na igreja de Ilha do Sol. A gente carinhosamente chama ele por vovô Carlito, por 93 anos de idade e com aproximadamente 50 anos de diaconato. >> Maravilha. E ele ali conta com alegria [música] e muita satisfação todo o trabalho que ele já realizou nesta obra, mas em especial na vida de um outro irmão que está lá conosco, que foi chamado para o diaconato e que ele evangelizou e que levou paraa ele levava ele pra igreja quando ele era intermediário. E ele conta, né? Olha, no dia que ele foi chamado ao diaconato, o vovô Carlito nos contou: "Pastor, que alegria poder ver aqui o nosso irmão Amaurílio sendo chamado pro diaconato. Eu trouxe ele pra igreja quando ele era intermediário e para mim é uma alegria vê-lo assim hoje. >> Olha só as memórias, >> que maravilha. Nós estamos contando de algumas que a gente vai se lembrando, mas cada irmão na sua casa, na sua igreja, pode se lembrar dessas experiências também e ver como Deus ele faz a sua obra e nos enriquece com essas memórias que nos trazem a lembrança de que o Deus Eu sou vivo nos nossos corações e isso é maravilhoso. Nós estamos chegando já ao final do nosso programa. É uma pena, né? Passa muito rápido. rápido. >> Passa rápido. >> E eu gostaria de de apresentar aqui os vídeos de recados que os nossos irmãos enviam [música] e depois nós vamos nos despedir aqui dos nossos convidados. >> Só paz do Senhor, meu nome é Artur e eu quero mandar um abraço especialmente para o seu juvenal da igreja cristão do Santo Tonzinho. >> A paz seja Jesus. Meu nome é Laura da Igreja Cristanata e eu quero mandar pro um abraço pro Cléb da rádio Manaim e para todos os mais sábios. Você que assistiu aí os recados, que bção, tá aparecendo um QR code aqui na tela. Esse Qcode [música] serve para que você aponte a câmera do seu celular e você também viu o seu vídeo. E como que você vai fazer isso? Primeiro você vai gravar um vídeo. Grave um vídeo curto de 30 [música] segundos, 40 segundos e você vai enviar o seu vídeo um recado. Pode ser o recado de uma criança, de um adolescente, [música] de um jovem, de um varão, de uma irmã ou de um idoso, de uma idosa. Grave o seu recado, mande para nós e nós estaremos aqui exibindo o seu vídeo, o seu recado para todos participarem. Um recado final também aqui agora dos nossos convidados que participaram conosco. Pastor Júlio, muito obrigado pela sua participação neste programa. >> Uma alegria, uma honra poder participar com os irmãos. E eu queria deixar já que pode, né, o abraço aí ao querido irmão Nana Bet lá, os os anciãos da nossa igreja, experientes vividos, né? Mas também há irmãos, irmãs, que enquanto vocês falavam, eu fiquei lembrando, não dá para falar o nome do carimho. Eu fui numa madrugada um dia numa igreja e uma irmã idosa, depois de uns 15 anos que eu fui pastor lá, ela orou na madrugada sem me ver, orou abençoo a vida do pastor Júlio. Eu fiquei quebrantada 15 anos depois, ela tá orando por mim. Então esses a esses irmãos, o nosso abraço. A paz do Senhor. >> Amém. Pastor Bízio. Mais uma vez agradecer a sua participação [música] conosco aqui no programa Mais Sábios. >> Eu que agradeço, pastor Abel, pastor Júlio, você que nos acompanha e falar de memórias come nós falamos de algumas experiências, começa algumas experiências, começa >> lembrar de outro >> porque muito [música] rico, né? é um tesouro, é um é um baú ali de lembranças tão boas e que certamente você participar desse programa, quanta coisa também Deus te fez lembrar na caminhada com o Senhor, na sua família, no seu trabalho. [música] E é bom, conserve essas lembranças, essas memórias sadias, porque isso faz bem pra alma, isso faz bem pra nossa saúde. A paz do Senhor Jesus. >> Glória a Deus. Chegamos então ao final deste episódio. Agradecemos a sua participação, te esperamos no próximo episódio e nós vamos continuar falando de memórias. O assunto foi tão bom, tem tanta coisa para falar que nós vamos ainda no próximo episódio conversar um pouquinho mais. Te espero e te espero no próximo episódio. Então, até lá. [música]