Igreja Presbiteriana do Brasil
02 de julho de 2026
1h 1min
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Participe do Congresso APECOM 2026 (26‑28 junho/2028, Águas de Lindóia‑SP)! Com preletores como Rev. Roberto Brasileiro, Rev. Hernandes Dias Lopes, Rev. Ronaldo Lidório e Rev. Jeremias Pereira. Tema: “FAÇA DISCÍPULOS: Comunique o Evangelho em todo tempo e lugar” Momentos de louvor com Rachel Novaes, Júlio Filho e Trio Tris Compartilhe, inscreva‑se e ative o 🔔 para acompanhar cada transmissão e impactar sua fé na santidade! --------------------------------------------------------------- Igreja Presbiteriana do Brasil - Instagram: instagram.com/ipboficial - Facebook: facebook.com/ipb.org.br - Site: https: ipb.org.br - Multi IPB: https://multi.ipb.org.br/ #CongressoAPECOM2025 #SantificaiVos #ipb
Eu sou diácono de lei. Embora eu tenha um diploma dizendo que eu sou presbítero, porque no Supremo Conselho passado, na minha primeira gestão na Pecom, eh, meu pai é presbítero e também se chama Dirlei. Ah, houve uma confusão, eu recebi um diploma dizendo que eu era presbítero, assinado pelo reverendo Roberto. E numa outra eh eh situação, eu fui pregar em Cacoal. E aí a SAF colocou lá informação presbítero Disley e eu vi nas redes sociais e aí eu falei com José dos Anjos aqui da Pecom. Falei: "José, avisa pro pessoal lá que eu não sou presbítero, cara. Só para, pô, não compartilhar uma informação errada. E quando eu cheguei lá, a Saf preparou uma linda homenagem e uma caneca linda escrito reverendo Disley." Afinal, eu não sou presbítero, né? Então, então eu tenho uma caneca da SAF que, desculpa, isso vale muito, dizendo reverendo Dislei, um diploma dizendo que eu sou presbítero, mas na verdade eu sou só o diácono. Exatamente. Exatamente. Olha aí. Ah, eu sou membro do conselho da PECOM, tô na minha segunda gestão. Atualmente eu sou tesoureiro dessa autarquia. Ah, sou jornalista de formação, sou pós-graduado em comunicação e marketing mídias digitais. Tô aqui acompanhado da minha linda esposa que tá aqui. Nós somos um casal de tesoureiros. Ela também é tesoureira da Confederação Nacional de Mocidade, vai me ajudar nos slides hoje para que eu não me perca ali. Também vai me avisar se eu demorar muito no tempo, que eu já perdi alguns minutos aqui, então deixa eu até colocar aqui para não me perder mais no tempo. E é um prazer porque, como o reverendo Roster disse, nós nesse nesse congresso a gente trouxe membros do conselho para estar conversando com vocês, para poder falar de ferramentas, para poder falar da evangelização, dessa importância de fazer discípulos. E o tema dessa palestra, né, dessa oficina, dessa conversa que eu quero ter com vocês, é realmente como usar as ferramentas para comunicação do evangelho. E a gente sempre tá falando de fazer discípulos. Então, pra gente contextualizar e começar aqui, eu vou fazer uma oração e aí depois a gente vai bater um bate-papo aqui até o final. Espero que dê tempo da gente, se tiver algumas perguntas, se não der tempo, eu vou est aí todos os dias. Você pode me parar no corredor e a gente bate um papo, tá bom? Senhor meu Deus, meu Pai, te agradeço, Pai, pelo dia de hoje, pela oportunidade de estar aqui com esses irmãos. Te agradeço, ó Deus, porque o Senhor nos trouxe até aqui. O Senhor nos dá oportunidade, Deus, de falar do Teu amor, eh, do teu chamado, ó Pai. Nos use durante toda essa manhã, durante todo esse congresso, Deus, para que nós possamos fazer amizades, conhecer pessoas, compartilhar do amor. Ó Pai, nos usa nesse momento, nos cuida, nos guarda. É isso que te pedimos em nome de Jesus. Amém. Meus amigos, discipular é o processo intencional de acompanhar, ensinar e influenciar uma pessoa a seguir e imitar os passos de Cristo. Isso é discipulado. Discipulado é isso, você acompanhar alguém, você ensinar alguém, você influenciar alguém. E a ideia central do que a gente vai falar hoje é que a gente vive a maior oportunidade discipular que a gente já viveu. Não porque a gente é melhor, não porque a gente é mais preparado, mas porque Deus, em sua soberania graça, colocou a gente no momento onde a gente tem a maior infraestrutura comunicacional que já existiu. Então, para comunicar bem o evangelho, a gente precisa ser transformado por ele. A gente vai falar disso também. E eu vou dividir a nossa linha narrativa aqui em seis passos, tá? Primeiro a oportunidade, depois a santidade, depois a maturidade, a missão, as ferramentas e o chamado. Então é isso que a gente vai seguir. E aí eu vou fazer algumas perguntas pra gente começar e nada aqui vai ser pra gente questionar vocês, é só realmente pra gente fazer uma reflexão, tá? Quanto tempo você passou no celular ontem? Quantos dessas horas foram utilizadas para discipular, para influenciar? Lembra o que que é discipulado? É a questão de processo intencional de acompanhar, ensinar, influenciar uma pessoa, seguir um caminho e imitar os passos de Cristo. Quanto tempo foi usado para formar discípulos? Quanto tempo for usado só para consumir conteúdo? A gente vive no mundo, pessoal, extremamente cheio de informação. Mais de 6 bilhões de pessoas estão nesse momento usando a internet. de duas a cada três pessoas no mundo usam a internet nesse momento. O Brasil registrou só em 2015 142 142 milhões de identidades adultas usando internet, porque a gente só conta os adultos porque a criança não deveria estar, o adolescente não deveria estar, mas está, a gente sabe disso. Mais de 500 horas de vídeo são enviadas pro YouTube a cada minuto. 500 horas de vídeo a cada minuto sobem pra internet. Então aqui a gente tem um caso porque nunca houve tanta distração, porque a gente tem muita informação, né? Tem muita coisa sendo colocada, mas também nunca houve tanto alcance. a gente vive a maior oportunidade discipular da história. E a gente, talvez, meus irmãos, não nos tocamos disso. A gente não percebeu essa oportunidade que a gente tem de influenciar as pessoas, de falar para elas do amor de Deus, de mostrar algo diferente. diferente. Entendo que durante séculos a a gente, o missionário precisava atravessar o mundo para falar do evangelho. As cartas duravam meses, semanas para chegar em algum lugar. E aí hoje a gente tem um testemunho que é feito aqui que pode impactar do outro lado do mundo. A gente tem a capacidade de gravar um vídeo, usar um tradutor e mandar isso para outro idioma que a gente nunca imaginou falar com a nossa própria voz. E pessoal, isso não é exagero, é uma estrutura da comunicação moderna. a gente já tá vivendo esse momento. E entenda eh fazendo talvez um paralelo histórico, que no primeiro século as estradas romanas facilitaram essa expansão. Eh, quando Jesus veio, ah, diz eh, em Gálatas 4 que ele veio na plenitude do tempo. A plenitude do tempo naturalmente é o momento ideal. Ele deveria vir exatamente ali. E por que não antes? Porque havia toda uma organização para que ele viesse e a palavra do Senhor alcançasse outras pessoas. Isso seriam as estradas romanas, porque aí você já podia se locomover. Havia lá a Pax Romana, né? Uma paz, uma paz providenciada pelos romanos. Então você podia fazer uma viagem de um local outro. Existia eh eh o o grego sendo falado como uma língua mais comum. Então, imagina se cada um falasse um idioma, nasceu Jesus aqui e o outro ia saber. Então tudo isso convergia, né, para que a informação chegasse a um outro ponto, né? E hoje a gente tem também esse tipo de oportunidade, uma internet global, as ferramentas que nos auxiliam a alcançar pessoas. A gente tem tradução automática, internet, plataformas e tudo isso ajuda para que essa infraestrutura global alcance as pessoas. E aí vem um ponto, o campo missionário realmente está na palma da nossa mão. E agora vamos lá. O que que a gente faz com essa oportunidade? Porque a gente sabe que as pessoas estão ali. Então nós temos uma oportunidade. As pessoas elas buscam respostas online, elas buscam cuidado, elas buscam uma comunidade, elas buscam sentido hoje na internet e elas buscam sentidos no dia a dia. Às vezes elas só falam na internet, mas elas buscam sentido. E historicamente, pessoal, movimentos missionais cresceram quando existia esse tipo de busca, esse tipo de deslocamento cultural, essa crise, essa busca por sentido. Na igreja primitiva, por exemplo, a perseguição dispersou os cristãos, o evangelho se espalhou. Na reforma, a imprensa ajudou na redescoberta, na propagação da mensagem. Na revolução industrial, a urbanização, a quebra das estruturas tradicionais abriram espaço para novos movimentos. E em tempo de crise, de perseguição, de pandemia, o coração humano, ele sempre busca o sentido da vida. Hoje a gente vive três elementos aqui que eu coloco, que é o deslocamento cultural digital, a crise global constante, porque a gente tá sempre passando por uma nova dificuldade, agora cada vez é mais rápido, e uma busca intensa por identidade e propósito. As pessoas não sabem suas identidades, elas buscam uma nova identidade, elas buscam se entender, elas buscam entender o seu propósito. E isso não é uma coincidência histórica, meus irmãos. Isso é uma oportunidade providencial pra gente conversar, pra gente ensinar, pra gente discipular. O mundo ele tá instável, o coração humano ele sim está inquieto. E quando o coração está inquieto, ele busca respostas. E nesse contexto as pessoas elas têm muita dificuldade em falar de igreja, muita dificuldade em falar de igreja, mas elas ainda aceitam falar de Jesus. E isso é um movimento ah que é muito natural de se entender se você pensar, a gente é de uma igreja presbiteriana. Se pra gente é normal, né? É fácil igreja presbiteriana. Você sabe como na igreja, você sabe que se eu sair, eu saí de Barramança, fui pro Rio de Janeiro, eh, fui para São Paulo e se eu for chamado na sua cidade em no Paraná, eu sei como eu ir na igreja, eu sei como eu vou entrar lá, eu sei que, pô, vou botar uma calça jeans para tá legal, não vou com uma com uma regata porque, poxa, sabe, eu se eu se eu sei como entrar na igreja, OK? Eu sei o que vai acontecer ali, meus irmãos. Isso não é tão natural para quem tá lá fora. Isso não é tão natural, porque eh o que é presbiteriano e o que é assembleano, o que é batista, o que é universal, gente, igreja evangélica. Liga o rádio em São Paulo, liga o rádio talvez na sua cidade. Tá lá o cara vendendo promessa, pedindo dinheiro. E para eles isso é igreja evangélica. Ele não sabe como vai ser na sua igreja. A gente muit das vezes cria essa expectativa de que as pessoas sabem. Eh, eu vou contar um fato. Eu tava no trabalho quando era 500 anos da reforma. Eu tava na agência aprovando alguns materiais da IPB, vendo alguns materiais sobre os 500 anos da reforma. E a Ana Luía passou e viu esse material falando e falou: "Cara, que reforma é essa que tá durando 500 anos, hein? Demora, hein?" Eu falei: "Cara, 500 anos da reforma, reforma protestante e tal, você conhece, né?" Não faço ideia de lei. E eu comecei a conversar com elas, gente e tal e aconteceu isso, aconteceu aquilo e explicando. O conhecimento é tão raso que chega a parecer piada, mas não é. Em algum momento, entendendo aquela realidade, eu perguntei: "Ana, me diz o seu versículo predileto". E ela me disse, ó, um por todos e todos por um. Sério? Era isso. Esse era o versículo, um por todos, todos por um. Cheguei para Vitória, falei: "Vitória, qual é o seu versículo predireto?" Ela: "Eu gosto de Coríntios. Coríntios é para mim é legal. Eu acredito que ela não sabe nada de Coríntios, mas ela é corintiana. Então ela jogou essa para ver se passava. E esse é o tipo de conhecimento, porque as pessoas não conhecem o que acontece dentro da igreja. Elas não conhecem como é a vida de um cristão muit das vezes. E entendam que pra gente é muito simples, meu irmão. Como eu falei, eu vou chegar numa igreja, eu vou entender, eu vou saber que o pastor vai falar: "Olha, meu irmão, agora é o momento do dízimo, você não precisa se sentir ofendido, esse é o momento dos membros da igreja e tudo mais, sabe? Essa explicação a gente conhece. Eles não sabem se eles vão entrar, se vão pedir dinheiro para ele, se alguém vai expulsar o demônio dele logo na porta antes dele entrar. Eles não conhecem nada disso. É tudo misturado. Então, por isso a oportunidade da gente falar, da gente mostrar. E as pessoas, elas têm essa dificuldade em falar sobre igreja, mas falar sobre Cristo, falar sobre o amor de Deus, elas estão disponíveis, elas buscam respostas, elas querem saber, elas querem conhecer. E aí tá a nossa oportunidade, meus irmãos. A missão ela foi democratizada. No passado, poucos tinham acesso à imprensa, poucos tinham acesso à rádio. Eu lembro da minha mãe falando, ela do interior de Minas Gerais, ela falava que ela ia na casa do vizinho para assistir TV. TV. E hoje qualquer pessoa tem um celular, pode se comunicar, o compartilhamento ele multiplica o alcance. Eh, e a gente tem cada vez mais chance de participar como igreja e entender que a nossa função dentro da igreja é multiplicar essa informação, é multiplicar a capacidade de alcançar pessoas, porque isso realmente trouxe a missão para nós. Pela primeira na pela primeira vez na história, meus irmãos, a gente tem uma infraestrutura global, um público concentrado, ferramentas acessíveis, bilhões de pessoas buscando um tipo de resposta. Como eu disse, nunca houve tanta distração, mas também acredito que nunca houve também tanta oportunidade. Não porque a gente é o melhor, não porque a gente tá mais preparado, mas porque Deus nos colocou exatamente nesse lugar e nesse tempo. Adlei, você tem 40, eu tenho 60, eu tenho 18. Deus nos escolheu exatamente para esse tempo, para esse momento. Atos 17:26 diz: "De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação. habitação. A gente não é essa geração mais importante, mas a gente é a geração deste tempo para trabalhar e isso carrega a nossa responsabilidade, o nosso momento de trabalhar. a gente tem alcance, a gente tem ferramenta, a gente tem oportunidade. Mas a pergunta é antes disso tudo, é, nós temos santidade suficiente para sustentar essa influência e essa oportunidade que nós temos de divulgar o evangelho, de usar a rede social, de usar as mídias para fazer isso? Porque a influência sem a santidade é apenas uma exposição. O alcance sem o caráter, ele vai ser só um barulho. E uma comunicação sem ter piedade, sem ter cuidado, ela vai ser só uma performance. Ah, no ato 2, a gente vai falar agora sobre uma base bíblica de Romanos 12:12, que diz: "Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é vosso culto racional, e não vos conformeis com este século, mas transformais-os pela renovação da vossa mente, para que experimentais qual seja a boa, agradável e perfeita a vontade de Deus." Entendam, meus irmãos, que, como eu falei no início, o que eu tô falando uma provocação, é só um questionamento pra gente pensar. Eu também tô nesse processo, eu também uso rede social, eu também compartilho minha vida. Se você entrar no meu perfil, você vai ver eu comemorando a Copa do Mundo com meus amigos lá em casa, a gente fazendo aquela festa muito legal. Eu compartilho minha vida com a minha esposa, eu compartilho meus momentos pessoais. Isso não é errado, isso faz parte do nosso dia a dia. A pergunta não é se podemos compartilhar, a pergunta é o que a nossa vida também comunica através dessas mídias sociais. Eu lembro de um tempo aí eh eh no Facebook que você só tava realmente namorando a partir do momento que você colocava lá que tava namorando, senão ah, mas aí não, você não oficializou porque aquilo lá virou a identidade da pessoa, né? Então, a tese central desse ponto vai ser: Antes de comunicar o evangelho, a gente precisa ser transformado por ele, porque não adianta eu tá ali compartilhando, mas eu não sou transformado, não tenho isso. E isso realmente faz o impacto, tá? Então, a gente precisa trabalhar de sobre santificação, renovação da nossa mente e o discernimento no digital. Paulo escreve sobre não nos conformas com esse século, transformaros pela renovação da nossa mente. E para entender isso é muito simples, né? Conformar é tomar a forma do ambiente e transformar é uma mudança interna que acontece no nosso interior e que vai mostrar no exterior. A tecnologia, nesse caso, gente, é o ambiente. E a gente precisa entender que o ambiente nos molda. Isso é muito importante, porque é aí que tá o nosso problema com a internet muit das vezes, não porque a tecnologia é má, entendam bem isso, mas a exposição constante a um ambiente, ele vai nos mudar, ele vai trazer a nossa percepção. Então, a nossa percepção sobre valor, sobre sucesso, sobre identidade, sobre propósito, ela acontece através disso. Quanto mais você consome, e gente, isso é muito natural para você, se eu falar sobre consumir material de política, eu tenho certeza que isso vai trabalhar em você, isso vai impactar você e daqui a pouco você vai est falando disso. É normal. Eu acabo de ver um filme, se eu gosto muito, eu começo a falar o tempo todo para minha esposa até ela não aguentar mais e falar: "Tá bom, eu vejo, tá bom, vamos lá, não para de falar desse filme." Então isso acaba impactando a nossa vida. E a gente precisa entender que essa santidade ela precede a estratégia digital. A gente antes de entender e de falar: "Nossa, eu quero impactar a sociedade, eu quero impactar as pessoas, a minha família, eu quero impactar através do meu pequeno ou do meu grande alcance". Eu quero impactar, eu quero ajudar a minha igreja a impactar. Eu preciso me cuidar, eu preciso tratar quem eu sou. E a gente não tá falando aqui, meus irmãos, apenas de um pecado explícito, tá? Eu tô falando de pequenas inclinações do nosso coração. A conformidade digital pode aparecer como uma comparação constante, a necessidade de aprovação, construção de imagem, uma tendência de medir valor por engajamento, ou senão até, eu diria, o medo do julgamento. A gente sempre falava, eu lembro quando os pastores falavam, né, da época da faculdade, falam assim: "Você é um agente secreto de Deus na sua faculdade, porque você tá lá e ninguém sabe que você é cristão, né? Ninguém sabe quem você é". na rede social, você também é um agente secreto, você tá ali e tal e você não age, você impacta. Entenda que esse é o novo caminho, como eu falei, é uma nova a a nova eh estrada romana criada está através das redes sociais, onde você pode impactar as pessoas, você pode mostrar que é diferente, você pode mostrar o que sua igreja faz, fazer com que as pessoas entendam que olha que pessoal feliz, que pessoal legal, eu quero participar, eu quero fazer parte de uma comunidade assim que é tão bacana. E pessoal, não é condenação. Eu tô falando sobre consciência. Só um segundo. Santificação não é fugir da tecnologia, é consagrá-la, é redimi-la. Redimir a tela que nós utilizamos. Santificação não significa que tudo que a gente posta precisa ser um versículo bíblico. Não significa que tudo que a gente posta deve ser coerente com o que a gente tá, deve se tornar coerente com aquilo que a gente tá vivendo em Cristo. Não é toda hora eu só viver isso, só fazer isso, até porque as redes sociais foram feitas para relações sociais. As redes sociais são feitas para que as pessoas façam essas relações, entendam o dia a dia um do outro, compartilhem. Isso é muito importante. E entendam também que a sua igreja, ela não é um canal canal social, porque ela não é uma pessoa. E o algoritmo, as redes sociais, elas sabem quando é uma pessoa e quando não é. E ele dá mais valor para quando é uma pessoa. Então, se sua igreja posta, é uma coisa, se você posta é outra coisa muito diferente. O alcance é muito maior, porque a rede social prioriza isso. E agora alguns pontos paraa nossa reflexão. O que suas redes dizem sobre a sua santidade? As suas redes revelam o seu coração, elas apontam para Cristo ou só para você. O seu, o seu conteúdo ele edifica, ele entretém. Você comunica Cristo ou só a sua própria imagem? Porque quando a gente comunica, a gente não tá comunicando apenas eh informação, a gente transmite valores, a gente transmite a nossa visão de mundo, a gente transmite prioridades. E aí a gente precisa entender o que que a gente tá celebrando, o que que a gente tá reforçando através dessa identidade, o que que a gente tá normalizando através dessa identidade. O princípio central aqui é que a é que a tecnologia ela amplia o que a gente já é. Se a piedade, ela vai maximizar e ampliar essa piedade. Se existe vaidade, ela vai ampliar e maximizar essa vaidade. vaidade. A santificação, ela não é, gente, um comportamento externo, ela é uma transformação realmente interna que vai transbordar. E quando o coração ele é moldado pelo evangelho, até o modo como a gente usa as redes sociais, até o modo como a gente utiliza o celular, ele vai ser afetado. Se o seu coração é assim, ele vai transbordar. Se alguém conhecesse Jesus apenas pelo modo que você tá postando, você é a única fonte. O reverendo Ronaldo acabou de falar da quantidade bilhões de pessoas que não conhecem a Jesus, nunca ouviram falar de Jesus. E eu acabei de citar um exemplo de pessoas que vivem no centro de São Paulo, pessoas extremamente que t conhecimento e as pessoas conhecem, não conhecem um versículo bíblico. A partir daí, se alguém conhecesse Jesus, apenas a partir daquilo que você posta, desse contato, o que que Jesus essa pessoa iria conhecer? Eu não tô aqui para criar uma nova regra do digital, até porque eu não sou dono da verdade, verdade, mas eu tô trazendo para vocês que a gente quer fazer perguntas de como viver o evangelho também nesse ambiente digital, como que esse ambiente também pode ser útil pro nosso dia, pra nossa evangelização, pro nosso fazer discípulos, né, mostrar algo diferente. E aí, a partir da santificação que a gente acabou de falar, a gente precisa entender que santificação não é o fim da nossa jornada, ele é apenas o começo da nossa responsabilidade. Terminou a parte, nos santificamos, a gente tá em constante busca, a gente entende a nossa responsabilidade, a gente entende o que a gente tem que fazer. Agora começou uma responsabilidade pra gente, porque Deus quando nos dá o alcance, e eu não tô dizendo de alcance de reverendo Hernand Dias Lopes, 4 milhões de seguidores, eu tô dizendo 20 seguidores, eu tô dizendo a sua família, o seu grupo familiar, as pessoas que estão ali, o que o reverendo Roberto falou ontem. Eu fico muito feliz. Esses dias eu descobri, na verdade, algum tempo atrás eu descobri que a a nossa a moça que que vai lá em casa limpar, ela ela ela acha que eu sou pastor também. Mas aí vem um ponto, vem um ponto. Ela chegou, a gente saiu de casa, a gente foi para uma viagem de última hora e ela chegou para limpar e chegou no porteiro e falou assim: "Ah, eu tô indo lá no 61, tal". E aí o porteiro falou: "Ah, na casa do pastor e aí e aí ele falou: "Ó, ele não tá aí não, o carro dele nem tá aí, tal". E aí ela mandou mensagem, falou: "Poxa, desculpa, a gente não avisou, eu não sei o quê". Então eu fiquei muito feliz de porque a gente nunca falou sobre isso. Eu não sou pastor, como vocês sabem, a não ser que a Saf ligou para lá de Cacoal e avisou sobre isso, mas o ponto é. E também depois a gente entrou num num numa pergunta também, pastor, de qual igreja? E aí eu já fiquei um pouco recioso também. Aí eu falei, não sei se tá valendo a pena, mas até então é isso. E aí quando vem essa responsabilidade dentro do nosso condomínio, dentro eh do nosso bairro, que o pastor, o reverendo Roberto falou ontem, que as pessoas te busquem para orar, te busquem, te reconheçam de alguma forma, isso é muito importante, porque é a nossa responsabilidade, porque Deus quando nos dá o câncer, ele espera essa maturidade e essa oportunidade exige essa maturidade proporcional. E se a gente vai eh se comunicar, a gente precisa crescer em maturidade na forma como a gente vai influenciar as pessoas. Ponto três, a maturidade e essa influência. O como isso é importante. Toda grande oportunidade vai exigir essa maturidade. E se a gente tem alcance, a gente precisa ter profundidade. Se a gente tem influência, a gente precisa ter caráter. E a gente não tá falando de uma idolatria pessoal, a gente tá falando de maturidade ministerial, porque nas redes sociais a gente sempre tem algumas tentações que são naturais desse ambiente. Quando a gente entra no ambiente digital, a gente busca muitas vezes relevância, a gente busca alcance, a gente busca engajamento, a gente busca uma métrica. Eu não tô falando isso como acusação, eu tô falando isso como risco humano, tá gente? É natural. a idolatria de reverência. A gente pode começar a medir o nosso valor pela visibilidade que a gente tem. E nem toda visibilidade, ela é fruto de piedade. Nem todo silêncio é ausência de um impacto. A gente pode ter a idolatria do engajamento e a gente precisa entender que as curtidas elas não são conversões. O engajamento ele não é discipulado. A gente pode ter um problema com as métricas. Eu sou apaixonado por métricas. Eu trabalho com isso. Então, verificar se algo tá funcionando. Essas métricas, isso é muito importante para mim. Mas acontece que em algum ponto pessoal, se as métricas são úteis, sim, a gente precisa tomar cuidado, porque elas não medem a transformação digital, a transformação espiritual da vida das pessoas. Em síntese, que o evangelho ele não é impulsionado por um algoritmo, ele é sustentado pela santidade das pessoas. pessoas. Se vocês forem ver, e por favor, tão gravando, né? Vai ser difícil isso aqui, mas eu vou falar a verdade. A rede social do reverendo Hernandes é bem feia, feia, é horrível, mas posso te falar, por trás dali tem um cara massa trabalhando que se entrega de verdade naquilo ali. É isso. É isso. Não é o algoritmo, não é o jeito que você faz, não é. Ele não tem agência, gente. gente. Ele passa o material, a secretária dele faz ali tal, manda ver. Pode olhar. É realmente bem simples. Pô, como é que esse cara tá voando? Então, a santidade precede a estratégia. Isso é muito importante. A gente não tá falando contra as ferramentas, tá gente? Até porque eu vou falar sobre isso também. A gente tá falando sobre usar o coração para realmente usar as ferramentas. E quando o coração tá no lugar certo, quando a maturidade acompanha a influência e a pergunta já começa a mudar, já não é mais se a gente deve estar na rede social. A pergunta passa a ser como a gente pode ocupar esse espaço, como a gente pode usar essas ferramentas, como a gente pode impactar as pessoas. Porque aí, nesse caso, como a gente entende a nossa participação, a a internet, as redes sociais, elas deixam de ser um palco e elas passam a ser um campo pro nosso trabalho. A gente falou: "Beleza, isso aqui não é o palco, OK? Agora isso aqui é um campo, como é que a gente vai jogar esse jogo?" A internet é a estrada romana do século XX. E vamos falar agora no quatro sobre a internet, como esse campo missionário. A missão, pessoal, ela sempre foi um contexto. Jesus, ele não pregava no vazio. vazio. Ele usava todos os ambientes disponíveis. Ele pregava nas estradas, nas praças, na sinagoga, nas casas. Paulo usou toda a infraestrutura do seu tempo. As estradas romanas, as rotas comerciais, as cartas, os centros urbanos estratégicos. A igreja em cada época sempre utilizou as ferramentas. Ela utilizou a imprensa ampliou a reforma, o panfleto espalhou a tecnologia, o rádio levou igreja às casas, a televisão alcança multidões. Hoje a gente tem rede social, hoje a gente tem WhatsApp, hoje tem e-mail, a gente tem podcast, a gente tem IA para ajudar em um monte de coisa. E a missão, ela nunca foi sobre o meio ou sobre a ferramenta que tá sendo utilizada, ela sempre foi sobre alcançar pessoas. Ah, eu adorava entregar folheto, adorava. Lá em Barra Mança, quando eu era jovem, a minha mãe saía paraa distribuição de folheto da igreja. Eu pegava aquele bolo, fazia muito mal, sinceramente, porque eu ia entregando, porque a disputa era quem acabava primeiro para pegar mais um bolo. Mas hoje é ainda mais fácil, porque com um clique você alcança muito mais pessoas. E a gente precisa entender a nossa participação dentro desse contexto. Durante muito tempo, a gente criou uma expectativa às vezes, meus irmãos, quem é que é pastor? Tem algum pastor aqui? Um irmão pastor, 2 3 4 5 pastores aqui. A gente tem e a gente tem uma expectativa que a proclamação do evangelho pertence exclusivamente a esses irmãos. esse púlpito. A gente muitas vezes esquece do nosso chamado e o chamado não veio só pro pastor, ele tem um chamado bem diferenciado que eu seria incapaz de sustentar. Agora, a gente precisa entender e parar de de entender que isso não é só um esforço que eles têm que fazer, como se evangelizar fosse a responsabilidade apenas do pastor, como se comunicar fosse uma responsabilidade apenas da liderança. liderança. Porque o Novo Testamento ele nos mostra algo diferente. A igreja não cresceu só porque os apóstolos pregavam, ela cresceu porque os membros se espalhavam e divulgavam a palavra. Atos 8:1, ele diz assim, ó: "Naquele dia, levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém, e todos, exceto apóstolos, foram dispersos pelas regiões de Judé e Samaria." O 84 diz: "Entremente, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra." E a internet, ela amplia essa participação. A internet fez algo que nenhum, nenhuma outra geração teve. Ela democratizou essa participação. Antes poucos tinham microfone, poucos tinham gráfica, poucos tinham rádio, televisão. Hoje todo membro ele tem uma janela e esse janela tá nas nossas mãos, no nosso computador. Todo celular é um canal, todo compartilhamento ele pode multiplicar. E aqui a gente tem dois tipos de participação, a quem produza e a quem amplifique. A quem produz, cria conteúdo, organiza, ensina, lidera digitalmente. E a quem amplifica, compartilha, comenta, envia, incentiva, multiplica. Nem todos são chamados para produzir. Você vai me dizer de lei, OK? Você tá me dizendo aí que as redes sociais são um caminho, que é muito bacana e tudo mais, mas de lei, eu não sei gravar um vídeo, você não precisa. O seu pastor está fazendo isso. A sua igreja está fazendo isso. Reverendo Hernandes, que eu já citei, está fazendo isso. Reverendo Augusto Nicodemos está fazendo isso. Reverendo Rossa, Randor, todos estão criando conteúdo alcançando pessoas. pessoas. um clique, você vai fazer isso alcançar toda toda a sua comunidade. Com um clique você vai fazer com isso, com que isso vá mais longe, mais longe, mais longe. E as redes sociais, como eu disse, são feito para relações sociais. se a sua igreja. Eh, eh, entendam uma uma questão importante, gente. A igreja tem 1000 seguidores ou você tem 1000 seguidores, o pastor tem 1000 seguidores, qualquer que seja. Quando o material é postado, isso não vai paraas 1000 pessoas, vocês sabem disso. Vamos colocar lá 10 pessoas. Em 10 pessoas, o post é feito, o material é postado, isso vai alcançar o quê? Duas pessoas, três pessoas. Beleza? Se essas três pessoas viram e falaram assim: "Poxa, que legal, gostei, curti". Vou até compartilhar, mas vamos falar só do curtir. Curt, legal. Que que o algoritmo vai falar? Olha, chegou para essas três pessoas. Essas três pessoas gostaram. Como eu quero que as pessoas ficam mais presas na internet, né? Porque esse é o meu trabalho, assim que a gente funciona, assim que funciona essa rede, eu vou colocar isso aqui para mais três pessoas. Vamos ver o que que eles vão achar. As outras três pessoas falaram assim: "Legal, gostei". E aí a gente vai para um pouco mais. Agora o ponto é, o seu pastor acabou de postar e você falou: "Opa, legal, você acabou de falar isso não me interessa". E você acabou de falar, provavelmente não vai interessar a outras pessoas. Provavelmente não interessa. Não é legal. E eu não tô falando sobre compartilhar não, porque isso aí você vai alcançar muito mais. Porque como eu disse, se a igreja posta é uma coisa, se você posta que é uma pessoa, pô, se minha mãe postar agora, vai aparecer para mim um segundo, pô. Me interessa o que minha mãe posta. Agora se a Nike postar uma coisa, não vai aparecer para mim tão fácil. A não ser que ela pague para aparecer relações sociais. E aí tá o nosso chamado. Aí tá a nossa participação. Vai ter quem vai produzir? Sim, você pode produzir também. Você pode compartilhar. Se você entrar lá no no Version e pegar um versículo, você pode clicar, compartilhar. Já vai até com uma arte linda lá, OK? E você pode impactar, você pode mostrar o seu dia a dia na igreja, você pode mostrar sua reunião da saf, dos jovens, dos homens, mostrar aquele churrasco dos homens que estamos lá conversando e você tá ali discipulando mais jovem e vai ter um futebol legal depois e mostrar, caramba, pô, eles têm uma comunidade bacana ali, olha, jogam futebol e nem brigam, olha que bacana. Mais ou menos, pessoal, nem todos são chamados para produzir, mas todos são chamados para participar. Se Paulo tivesse um Instagram, Facebook, o que que ele faria com ele? E agora o mais importante, o que que os membros da igreja de Paulo ali, o que que eles fariam com esse material? O que que eles usariam? Como que eles participariam disso? Então, a gente precisa entender que não é o entretenimento, mas a proclamação do evangelho. E não para autoproclamação, mas paraa edificação da igreja. Não é, pessoal, ah, um dever só, é um privilégio. Não é apenas uma possibilidade, é uma responsabilidade, não é um peso, é esse privilégio que a gente tem. Deus nos colocou num tempo em que participar da missão tá mais acessível do que nunca. E esse é o ponto. O mundo já tá online. As pessoas estão buscando, as pessoas querem compartilhar, elas querem discutir, elas têm dúvidas sobre as coisas. A infraestrutura já tá pronta. A missão da igreja, a gente já falou, não é apenas do pastor, é da igreja. Talvez nunca foi tão fácil participar da sua casa, você consegue fazer isso. E se é campo, a gente precisa aprender a trabalhar nele. Não com complexidade, não com performance, mas com intenção. Porque uma visão sem prática, ela vira uma inspiração realmente passageira. A missão sem ferramenta, ela vira só uma frustração. E agora a gente vai falar um pouco sobre essas ferramentas para esse propósito. E a gente não tá falando aqui sobre virar influenciador, não tá falando aqui eh eh sobre se tornar um popstar, a gente tá falando aqui sobre sermos fiéis no ambiente digital, no ambiente que a gente já tá. Você não precisa ser especialista, você não precisa ter milhares de seguidores, você não precisa editar vídeos complexos, mas você precisa ter uma intenção clara. Antes de produzir, a gente precisa filtrar. Formação pessoal envolve uma uma curadoria daquilo que a gente vai consumir. Limite saudável desse tempo, coerência entre a vida online e offline. Porque se eu sou um cara que não respondo o meu vizinho, não dou oi para ele, não converso com ele, não tento uma aproximação e depois no online eu fico falando outra coisa, é incoerente. Por isso a gente precisa entender essa coerência entre o mundo online, offline pra gente participar. Então, antes de produzir conteúdo, a gente já falou, a gente precisa cuidar daquilo que nos forma. forma. Existe uma oportunidade muito boa de conversar, gente, eh, disso online, mas isso precisa ser feito com carinho, com cuidado. As pessoas às vezes são ríspidas nesse nesse local. Eu acredito que a gente sim deve entrar em debates, tá? Eu acho que a igreja por muito tempo ela ela falou: "Tá tudo bem aqui, eu vou ficar aqui na minha e tudo mais. Eu não mexo com você, você não mexe comigo e tudo mais". E com isso acaba perdendo um um respeito, um cuidado. A gente vê que, infelizmente, eh, outros não, sempre estão discutindo, inclusive até de forma errada, e acabam, não sei se vocês viram, na Copa, o melhor jogador da Copa do Mundo recebe um troféu da Copa do Mundo que é patrocinado pel uma pelja. Não sei se alguém já viu, né? Acho que a Bud Wiser. Exato. E aí o que acontece é o seguinte, todo mundo que recebe melhor jogador em campo recebe esse troféu que tem lá a marca da Budwising. Mas se você é um muçulmano, você recebe esse mesmo troféu sem a marca de cerveja. Que respeito, hein? que respeito. Existe uma discussão. Eles batem o pé naquilo que eles estão fazendo. Eles defendem algo. E a gente precisa se posicionar. A gente se precisa se posicionar porque com o tempo a gente vai tendo os espaços sendo tomados ou quando entra discussão a gente entra de forma ríspida, a gente não quer saber, a gente não quer tá com paz, com carinho, com cuidado. Isso é muito importante, pessoal. Para quem tem capacidade técnica ou disposições para aprender, existem ferramentas, tá? Existem ferramentas. Eu vou falar da melhor delas no final, mas a gente pode ter aí, eu vou falar algumas para vocês, se vocês quiserem anotar. Depois se alguém quiser também as apresentação, eu passo ela para vocês, tá? Fiquem à vontade. A gente pode usar o Canva para fazer uma arte simples. Alguém que já usou o Canva, é cara, mão na roda. Capcut para fazer corte rápido. Eu eu faria além de Capcut, não sei quem conhece Opus Clip. Alguém já usou Opus? Opus é maravilhoso. Você pega a pregação do seu pastor, coloca lá no Opus e fala assim, ó. Gerar os cortes. Ele vai avaliar. vai fazer os cortes, vai te dizer ainda qual é o melhor corte para você utilizar na rede social. Impressionante. Como não sei também, gente. Você pode usar o chat EPT para poder estruturar sua apresentação, ver como é que você tá se organizando sempre do lado. Eu eu gosto muito do Copilot, acho que é o melhor nome para pra inteligência artificial, porque ele fala exatamente o que ele é copiloto. Ele tá ali do lado, você tá no comando, ele é o copiloto e a gente vai trabalhando junto. A gente tem banco de imagem para dar apoio visual. planejamento editorial pra gente organizar nossas constâncias e a gente tem um monte de possibilidade pra gente trabalhar. Devocional curto, corte de sermão, perguntas reflexivas para fazer alguém pensar, fazer alguém falar: "Caramba, isso aqui, como é que eu vou lidar com isso?" Testemunhos reais, sequência de posts para as pessoas pensarem, trabalharem, pequenos vídeos com aplicação bíblica. O evangelho, pessoal, eu tô falando de um monte de ferramenta, um monte de coisa, mas a real é que o evangelho não precisa de edição perfeita. Ele precisa de intenção clara. Esse é o mais importante. Intenção clara naquilo que tá fazendo. O Instagram, ele pode ser talvez a porta de entrada. O TikTok é uma porta de entrada. Se você não sabe a IPB tem TikTok. Tem TikTok. Você vai encontrar dancinhas incríveis lá. Não vai encontrar. Não vai encontrar. Eu dei essa ideia, mas não rolou, cara. Imagina, gente, que incrível. É, não é uma intenção tão clara. O YouTube pode ser uma boa biblioteca, o WhatsApp pode ser um canal de discipulado, de manter um contato, criar um canal e trocar informações ali, manter um dia a dia, mas eu deslei, eu mando lá todo dia, ninguém responde, ninguém vê. Vai haver um momento onde isso vai impactar e vai mudar a vida de uma pessoa. Vai haver um momento onde alguém vai ser impactado por isso e aquilo vai mudar. Eu posso todo dia, as pessoas não respondem, as pessoas não curtem, mas eu tô aqui fazendo o meu trabalho. Em algum momento você vai mudar a vida de uma pessoa. Imagina o que você é. Pensa você, o que é você mudar a vida de uma pessoa. Que bênção. Os anjos vibrando. Glória a Deus por isso. O e-mail pode ser uma continuidade, o CRM pode ser relacionamento, plataformas podem ser estruturadas. Hoje a gente tem várias plataformas aí que que auxiliam nesse dia a dia, que tem material discipulado e tudo mais. O importante é a gente entender, pessoal, que a ferramenta ela não é o fim, ela é o meio desse trabalho. E mesmo que não produz, como eu disse, ele deve participar, pode compartilhar um bom sermão, enviar uma mensagem de edificação, responder com de forma agradável, né? A pessoa tá com uma dúvida, a pessoa falou: "Ah, essa igreja não presta". Calma aí, cara. Não é bem assim. Vem visitar a gente aqui. É legal. Ah, não, mas nada, amigo. Vem cá, vem ver diferente, de forma amigável, indicar uma série, um estudo, uma live, um devocional. criar uma cultura digital na sua igreja positiva. Eu acredito realmente nisso. Você precisa chegar na sua igreja e falar: "Gente, olha só, a gente precisa se unir nisso aqui, pô". "Ah, mas eu não sei postar". OK, você tá prestando atenção no culto? Você vai pegar aquela frase bacana que o pastor falou e fala assim: "Olha, gente, essa aqui é a frase que eu gostei. Vamos publicar ela depois." Porque a rede social não é para avisar que semana que vem vai ter escola dominical, né? Na verdade, o pessoal na maioria já sabe, mas é para mostrar o que tá acontecendo lá dentro, porque como eu disse lá no início, as pessoas não sabem o que acontece lá dentro, não sabem o que esperar. O algoritmo, sim, ele trabalha com volume. volume. Então, existe alguns pilares paraa comunicação, né? Você precisa falar pro público correto com a mensagem correta na periodicidade adequada. Os três pilares de uma comunicação na rede social são esses. E você sabe em época de eleição o que que acontece nas redes sociais? Ah, imagina se nós fizéssemos isso. Agora a gente vai sair daqui e a gente vai dominar. Todo mundo vai postar, todo mundo vai compartilhar o que aconteceu no congresso da Pecom. Eu vou postar, vai est no meu feed, eu não vou ter vergonha disso. Eu vou mostrar isso para meus vizinhos, vou colocar isso na minha família. família. Ano que vem eu vou ter que buscar um outro local para fazer esse congresso, porque não vai caber de gente aqui, porque nós precisamos participar desse momento. Nós precisamos impactar, nem que seja uma mensagem por vez, um compartilhamento por vez e uma conversão de pessoa por vez. A gente não tá falando, pessoal, eh, de estratégia, a gente tá falando de consagração, a gente tá falando, eh, eh, de entregar um tempo, um dízimo desse tempo também nas redes sociais para fazer isso. Porque no fim a questão não é apenas o que que a gente pode fazer com a tecnologia, a questão é o que Deus quer fazer através de nós neste meio. Como Deus pode te usar, como Deus pode me usar, como Deus pode usar você. Eu tenho 20 pessoas na minha rede social. É exatamente lá. Todo, todo mundo é crente lá ou não? É lá que você vai fazer esse impacto. Pra gente finalizar, gente, a nossa busca aqui é por fazer discípulos, não com moralismo, mas com posicionamento, para fazer uma recapitulação de tudo que a gente falou. A gente tá diante da maior oportunidade de discipulado da história. A gente viu que a santidade precede a estratégia. A gente viu que a maturidade nossa vai sustentar nossa influência e o nosso impacto perto das pessoas. A gente entendeu que a internet é um campo de trabalho e não um palco para nossas vidas. E a gente viu que as ferramentas estão acessíveis. A pergunta é: o que que nós faremos agora com o tempo que Deus nos deu para fazer isso? O que que a gente eh vai fazer com o material que tá nas nossas mãos? Como eu falei, independe de idade, porque você tá nesse tempo e você tá tendo esse acesso. Você tá tendo esse acesso. acesso. A gente não foi chamado, meus irmãos, para fugir do mundo digital, para tomar cuidado, como eu já disse, assim como algum momento veio TV e o pessoal falou: "Ali não presta não." E a gente tá lá também. Ah, rádio. E não sei se negócio é legal. A gente tá lá também. A gente não foi chamado para viralizar, a gente foi chamado para fazer discípulos. Eu criei aqui porque eu tinha a expectativa quantas aqui são da SAF. Olha aí bastante gente da SF. F. Vai dar certo. Pode passar, amor. Eu criei o método de santificar e minha mãe ficaria muito orgulhosa. Pode passar também. Tipo um jograu assim, sabe? Santificar o S e tal. Homenagem a vocês. Não é apenas a vida, mas também comunicação. S de submissão. Antes de postar, eu submeto meu coração a Cristo. A de autade, coerência entre a vida online e offline. N, narrativa, histórias que apontam para Deus. T, tecnologia com propósito. Ferramentas são meio e não fim. E intencionalidade, nada é neutro, tudo comunica. F, formação de discípulos, não é só alcance, é crescimento, é cuidar das pessoas. E influência com responsabilidade, alcance, exige caráter, exige esse tipo de cuidado. Onde eu parei? Qual? Qual? OK. Exatamente. Aorisível. O Opa, qual consistência? Santidade não é ocasional. Obrigado, meu amor. A amor visível. O tom também evangeliza. O tom, o jeito como você fala, o jeito como você se porta, o jeito como você age nas redes sociais, o jeito como você trata os assuntos que são polêmicos, o jeito como você abraça as pessoas, cuida delas. delas. R resultado eterno. Nem tudo, embora eu adore as questões ali de métricas e tudo mais, o resultado não vai ser medido aqui, pessoal. Não é aqui que a gente vai entender onde funcionou, o que funcionou e tudo mais. Não é aqui que a gente vai ter essa métrica. Que nossas telas, pessoal, não sejam espelhos do nosso ego, mas as janelas da graça. Que nós possamos fazer discípulos entendendo que nós somos a principal ferramenta para isso. Não é o celular, não é rede social, não é só a a internet, não é só a TV, o jornal. Nós somos a principal ferramenta para que Deus seja louvado e para que as pessoas sejam alcançadas e para que a nossa realidade, para que o discipulado aconteça, porque só o discipulado pode realmente mudar a realidade do seu bairro, da sua família, da sua cidade, da sua comunidade, as pessoas entendendo e aprendendo a Cristo. É isso, pessoal. Eu vou fazer uma oração e a gente tem tempo para perguntas. Priscila, como é que tá o nosso tempo? Eu tenho um tempinho para perguntas, né? Então tá bom. Senhor Deus amado, Pai, te agradeço, Deus pela oportunidade de falar com esses irmãos dessa conversa. Obrigado, Deus porque mesmo falho o pecador, o Senhor tem nos usado e tem nos dado oportunidade, ó Deus, de te servir, ó Deus. Obrigado por isso, ó Pai. Obrigado por usar esses irmãos, trazê-los até aqui. Deus sabe, sabes o porquê, Deus, eles estão aqui hoje. A gente tá compartilhando essa nessa oficina, essa palavra. Que o coração deles seja tocado, que eles entendam a ferramenta que são, Deus, na tua mão, Deus, o vaso que são na tua mão, Deus. Eh, nos enche, Deus, com santidade, nos cuida, Deus. faz com que sejamos melhores em todas as fases da nossa vida, em todos os momentos, porque que as pessoas ao nosso redor, perto ou longe, com o uso das redes, com uso das ferramentas, possam ser impactadas, Pai. Faça, Deus, com que nós entendem, entendamos, ó Deus, a nossa oportunidade, que nós não tenhamos vergonha, Deus, de assumir eh quem nós somos, Deus, que nós possamos abrir a janela, as portas para as pessoas conhecerem, Deus, a nossa comunidade, a forma como nós vivemos em igreja, o amor que é, a bênção que é ter uma igreja, a bção que é estarmos juntos em comunhão, ó Deus, e que eles possam desejar, Deus, participar, que eles possam olhar aquilo e falar: "Eu quero fazer parte disso, ó Deus, nos usa, ó Pai, para tua honra e glória". Pai, em todo momento. É isso que eu te peço em nome de Jesus. Amém. Meus amigos, a gente tem alguns momentinhos. Se alguém quiser fazer qualquer pergunta, fique à vontade. Só levantar uma das mãos, se não tiver um de cada vez. Calma, calma, gente. Eita ali. Obrigado. Eu combinei com ela, né? Obrigado. Valeu. Faz aqui no no microfone para >> queria ouvir a sua opinião sobre o posicionamento da igreja, sobre assuntos mais polêmicos. Você falou aí sobre a eh política, por exemplo, né? Eh, é importante a igreja se posicionar sobre, por exemplo, o aborto, né? O que que nós pensamos, né? o que que a Bíblia diz, mas precisamos nos posicionar em todos os temas. Isso pode causar um afastamento, um desconforto, uma briga, porque aí você vai precisar responder aquela questão, não com o responder para dar uma resposta, mas para que fique claro qual o posicionamento do cristão. Então eu queria ouvir o que que você pensa sobre isso, minha irmã, obrigado. Essa pergunta ela é muito comum porque é uma boa, muito boa e muito comum porque é o que eu falei, a gente em algum momento a gente parou de discutir alguns temas. Enquanto a gente não fala, os outros estão falando e dando opinião, colocando posicionamento. Por isso que é tão importante se colocar de joelho, por isso que é tão importante colocar e eh esses temas, sabe, ao pés da cruz e falar: "Cara, como que a gente vai se posicionar?" Porque é realmente muito difícil. O movimento LGBT começou a utilizar uma bandeira, o símbolo de Deus conosco, né? E aí perdeu. Se eu viesse para cá com uma bandeira aqui de arco-íris, vocês iam achar muito estranho. E eu até falar: "Gente, é o símbolo de Deus conosco. Vocês estão achando estranho? Por quê? A gente não discutiu. A gente deixou o símbolo, o símbolo ficou e tá tudo bem. Eu tá aí. Eu tá aí. Então assim, aquilo que eu falei sobre falar com cuidado é porque muitas vezes quem fala e quem se posiciona fala com rispidez, fala sem tomar o certo cuidado. E isso muitas vezes acaba afastando. E não é o que a gente quer. A gente quer falar a verdade, a gente quer se posicionar com verdade, a gente tem que colocar eh eh os nossos pontos. Falou aborto, cara, a gente é contra. É isso. É isso. Por quê? Esse é o nosso posicionamento. Agora, o cuidado como você vai falar, a forma como você vai se expressar, sobretudo num num local onde é muito complexo, porque você fala de uma forma e a pessoa pode interpretar de outra. Eu sou jornalista. Eu eu sei que muita gente fala assim: "Eu falei de uma forma, se você entendeu assim, é problema seu." Gente, você não faz ideia do quanto eu tenho medo disso, porque eu sou jornalista. Eu falo e eu preciso que você entenda o que eu falei. E se você não entendeu, a culpa é minha. Eu não sou advogado para você não entender as minhas letras. Brincadeira. Se advogado, desculpa. Eu preciso que você entenda. Então, irmã, eu acho que sim. a gente precisa eh tomar o nosso espaço. Como eu disse, imagina se a gente inundasse as redes, se a gente desse opinião, se a gente se posicionasse. Porque o grande ponto é que um, um fala, o martelo vem, o outro fala, o martelo vem, o outro fala, o martelo vem. No nosso caso, se a gente vai em conjunto, existe uma um vídeo muito famoso para quem estudou comunicação social, que é o vídeo do primeiro seguidor. Eu não trouxe ele aqui, mas é bem legal. Vocês podem procurar na internet, procurem o primeiro seguidor, tem uma festa, tipo uma rave, e aí tá todo mundo parado e um cara começa a dançar e ele vai dançando, dançando. Não, não vou dançar aqui, óbvio. Mas ele começa a dançar, dançar e ele é o primeiro cara que tá ali dançando. Mas ele não é o mais importante. O mais importante é o primeiro seguidor. É o cara que levanta e fala assim: "Eu vou junto com esse cara que ele não vai ficar sozinho nessa dança aqui não". E ele começa a dançar do lado e a partir daí vem mais um, mais um, mais um. E esse e esse tema fala exatamente disso, o impacto dessa primeira pessoa, desse primeiro seguidor. E eu acredito que a gente às vezes sofre porque a gente não se mobiliza junto, a gente não defende. A a resposta para você é sim, a gente tem que conversar com cuidado, com carinho, com amor, mas mantendo a nossa posição. Eu sei que vai entrar em choque. Eu sei que muitas vezes são medidas impopulares. Na igreja o pastor faz isso. Ah, mas eu quero cantar isso, pastor. Gente, não dá. Ah, mas eu queria tanto. Mas não pode. Olha o que tá falando aqui. Não é legal. Está errado por isso. Por isso, por isso. É impopular. É impopular às vezes, mas ele tem que fazer. Então eu acho que a gente tem que entender que a gente precisa se posicionar nisso. Mais alguém? Opa, eu vou levar para você, para você, para você. >> Eh, em relação a grupos de WhatsApp, não é? até que ponto atrapalha ou não, porque a gente tem alguns grupos de WhatsApp que você tem que limitar, que senão vem aquele monte de frases e de repente alguém reclama: "Poxa, eu tô no trabalho, tô aqui, isso é muito chato, etc e tal". Até que ponto, né? Mesmo que sejam essas frases evangélicas, postas evangélicos, até que ponto isso atrapalha ou não? essa pessoa chata que tá reclamando, ela pode silenciar, tem que falar para ela. Pronto, resolvido o problema dela. Eu acredito o seguinte, meu irmão, existem possibilidades eh eh que a gente precisa explorar e toda hora tá mudando. Por exemplo, lá na igreja a gente não tem um grupo de WhatsApp da igreja e a gente não tem um grupo fechado onde só o pastor fala. A gente mudou. A gente criou, por exemplo, no WhatsApp tem uma função canal. Não sei se alguém já viu. Globo tem canal, Netflix tem canal. A função canal, a função canal é muito boa porque a gente coloca todas as informações lá, ela tá na área canal, então você pode ativar o sininho lá para receber as notificações. E o legal é ele que é que ele cria um histórico. Então, se eu entro hoje, se você entrar hoje no grupo do canal lá da Unida, você vai poder fazer uma rolagem e ver o que aconteceu há um mês atrás. Então ele cria também um histórico. Isso é legal porque também incomoda menos ali no canal e tudo mais. Eh, depende da função também. Por exemplo, se é um local de compartilhamento de informação que as pessoas querem tirar dúvidas, você tem que montar um canal aberto e compartilhar e trocar ideias. Agora, existem vários formatos. É interessante você perguntar para as pessoas se as pessoas, olha, você quer continuar recebendo ou não? Sabe, é igual uma newslarer. A newslarer ela tem uma obrigatoriedade de você falar assim: "Olha, se você não quiser seguir, você pode dizer aqui que não é". Mas assim, se esse cara não gosta, se ele tem problema, ele pode sair, ele pode silenciar. Então assim, igual eu faço com um grupo da minha família, silenciado. É brincadeira, mãe. Bom dia, >> Dirlei. Eh, quando você listou as ferramentas eh do chat de PT para baixo, eu já ouvi falar, eu conheço, não que use todas, mas umas três primeiras que você falou, eu desconheço totalmente. Você podia repetir >> e como é usado? Claro, claro. >> Você consegue voltar nesse daí para mim, por favor? por favor? Vamos pegar essas ferramentas. Olha, eu falei de Canva. Canva conhece? Canva é uma ferramenta de artes e antigamente a gente precisava realmente de um designer para fazer tudo. Toda a arte da nossa igreja precisa de designer. Nem toda igreja tem um designer. E o Canva ele tem modelos pré-prontos. Isso ajuda muito. Então assim, poxa, na minha igreja falta o o especialista em design, falta aquela pessoa. Então um Canva, por exemplo, pode te ajudar muito nisso. Canva. Isso. O Capcut ali é uma Canva. Isso. O Capcut ali é uma ferramenta de edição de vídeo. Da mesma forma que que a gente Canva para as igrejas de graça. Olha que legal aqui também. Olha, você pode ter o Canva na sua igreja, o modo premium lá pró de graça. Então, imagina que isso pode ajudar muito em você. Não tem um custo, nem com ferramenta e nem com uma pessoa especialista nisso. Eu convido vocês a realmente mexerem ali e vai testando e é bem legal. O Capcut é uma ferramenta de Cap Cut. Capcut. O Capcut é uma ferramenta de edição de vídeo. A edição de vídeo geralmente ela é um pouco mais complexa, mas essa ferramenta ela também traz algumas facilidades para você fazer edição. Ela tem ferramentas, por exemplo, como colocar legenda automática nos vídeos. Isso é muito legal porque imagina se você pega um vídeo, você vai ter que botar toda a legenda e ele faz isso com inteligência artificial automaticamente. E diz lei, para que que eu vou botar legenda no meu vídeo? Porque o Instagram, por exemplo, ele prioriza quem coloca legenda nos vídeos. Então isso é muito importante. Outra coisa, eh, detalhes básicos, assim, se eu vou fazer um post, eu tenho que botar uma legenda, por exemplo, embaixo ali, eu tenho que escrever alguma coisa. Eu só posto qu coloque legenda, porque o algoritmo vai pensar, cara, se você não colocou nem a legenda no seu material me dizendo o que isso é, você não tá se importando se isso vai chegar para as pessoas. Você não se dignou a colocar uma legenda aqui? Então é importante que coloque uma legenda dizendo o que é que tá ali. Coloque são pequenos detalhes, gente, que eu tô falando, não é o máximo, mas são pequenos detalhes que são importantes. O outro ali, chat, GPT, inteligência artificial e planejamento, porque eu sempre falo que o post é o último ponto de uma tarefa de rede social. É o último ponto. Fazer o fazer o post é muito fácil. Agora, planejar aquilo, entender o por você tá fazendo aquilo, porque você quer fazer aquilo, porque que aquilo é importante, onde você quer chegar com a rede social da minha igreja ou como eu vou participar disso. É muito importante. Para finalizar, aquela irmã ali, só um segundinho. >> Eh, nas igrejas menores, nas cidades menores, eh enfrenta-se uma grande dificuldade nessa questão da rede social da igreja. E ao mesmo tempo que todos os irmãos querem ver todas as coisas que a SAF fez, a UMP fez, querem ver tudo postado, né, e querem achar legal, você também não encontra dentro da igreja gente disposta a trabalhar nisso. Nem digo especializada porque é nas cidades menores é isso já é mais difícil. Nas cidades maiores é mais comum, mas você não vê ninguém que fala assim: "Eu quero aprender, eu vou vou fazer um curso do Canva", né? Que é o basicão para tentar aprender. E e a gente vê isso, infelizmente, até entre os jovens, até entre os adolescentes. E isso é muito ruim. E eu sempre eh brigo muito por isso, porque se perde uma oportunidade muito grande de evangelizar seriamente, inclusive mostrando o trabalho que é feito, porque ninguém se dispõe para isso. E e são ferramentas eh que ao ao primeira vez pode ser mais complicado, mas à medida que a gente vai mexendo, a gente vai vendo que é simples, mas há uma carência muito grande. Então eu entendo, considerando assim interior, né, do país, que ainda não há um entendimento forte com relação à importância da rede social hoje. Talvez a gente veja muito ainda as pessoas dizendo: "Não, isso é coisa pros outros fazerem na nossa igreja não vai ser assim. A gente não precisa disso." E a gente perde espaço e perde campo por não fazer minimamente um trabalho eh intencional ali naquela rede social. Era só um desabafo mesmo, >> não? Eh, você tá certa. E um ponto muito importante, gente, eh, eu convido vocês a visitarem o site da IPB e lá nós temos o nossa, o CTA Pecon, centro de treinamento APECOM, procurem. E lá tem curso de diversas coisas, inclusive sobre evangelização nas mídias digitais. Quem sabe até muito melhor do que eu falei aqui hoje, inclusive, porque o cara lá é muito bom também, viu? Muito bom. Então, vejam esse vídeo, procura esse tipo de informação, porque isso vai ajudar muito e entender essa importância. Eu acredito assim, falta material, falta realmente pessoas e pessoas dispostas, mas eu acredito que se a gente eh entender o propósito, se a gente entender a oportunidade, as pessoas vão se levantar para fazer esse trabalho. Gente, nosso tempo acabou. Muito obrigado por me ouvirem, viu? Que Deus abençoe vocês.
Pontuação Geral
88
/100
Análise baseada na tradição Reformada / Calvinista
O sermão oferece uma abordagem prática e biblicamente fundamentada para o uso de ferramentas digitais no discipulado, destacando a santidade pessoal e a participação de todos, mas precisa reforçar a centralidade do evangelho explícito e a dependência do Espírito Santo.
Tema principal:
Como usar ferramentas digitais para a comunicação do evangelho e o discipulado
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Usa textos pertinentes sem distorcê-los essencialmente; as aplicações são coerentes com o ensino bíblico geral, embora sem exegese profunda.
Hermenêutica
As analogias históricas são adequadas, mas falta exposição detalhada dos textos citados. Não há abusos interpretativos graves.
Precisão Teológica
Mantém-se dentro da ortodoxia reformada, com ênfase na soberania de Deus, santidade e missão da igreja. Nenhum erro doutrinário claro.
Compreensão Contextual
Demonstra excelente compreensão do ambiente digital contemporâneo e dos desafios comunicacionais da igreja.
Aplicação Prática
Extremamente prático, com sugestões concretas de ferramentas, posturas e estratégias, adaptáveis a diferentes contextos.
Clareza do Evangelho
O foco está no discipulado e na comunicação; a mensagem do evangelho em si (cruz, ressurreição, arrependimento) não é explicitada. Para uma palestra sobre ferramentas, não é omissão grave, mas a clareza do evangelho poderia ser mais enfatizada.
Nestas dimensões, pontuações menores indicam melhor resultado.
Nível de Eisegese
Baixo índice de eisegese; as ideias são fundamentadas principalmente em princípios bíblicos gerais, não em leituras forçadas de textos.
Risco de Heresia
Não foram identificados ensinos que neguem doutrinas essenciais ou promovam distorções graves do evangelho.
O evangelho não precisa de edição perfeita. Ele precisa de intenção clara.
Doutrina: Natureza do evangelho e poder da Palavra
Tensão: A frase minimiza a importância da comunicação clara e contextualizada, podendo dar a entender que a forma não importa, apenas a intenção.
Correção sugerida: A intenção clara é essencial, mas a comunicação do evangelho também requer fidelidade ao conteúdo e adaptação cultural (1 Coríntios 9:19-23).
A internet é a estrada romana do século XXI.
Problema: A analogia é válida como ilustração, mas pode dar a impressão de que a estratégia digital tem o mesmo peso redentivo que a providência histórica da igreja primitiva.
Risco pastoral: Superestimar o digital como canal exclusivo ou mais espiritual, desvalorizando outros meios presenciais.
Sugestão: A internet é uma estrada providencial contemporânea, mas como toda ferramenta, deve ser usada com sabedoria, sem substituir a encarnação relacional.
Deus nos colocou exatamente nesse lugar e nesse tempo.
Problema: Afirmação verdadeira sobre a soberania de Deus, mas pode ser interpretada como determinismo que justifica todo uso de tecnologia sem crítica.
Risco pastoral: Levar a uma aceitação acrítica de todas as plataformas e ritmos digitais.
Sugestão: Deus nos colocou neste tempo, e nos chama para usar as ferramentas com discernimento, não para nos conformar com elas (Romanos 12:2).
A gente tem alcance, a gente tem ferramenta, a gente tem oportunidade.
Equilíbrio bíblico: Enfatizar que o crescimento do evangelho não depende primariamente de estratégias ou ferramentas, mas do poder do Espírito e da oração (Zacarias 4:6, Atos 1:8). A infraestrutura é usada por Deus, mas Ele age soberanamente independente dela.
Mostrar que pessoal feliz, que pessoal legal, eu quero participar...
Equilíbrio bíblico: O conteúdo deve eventualmente incluir a mensagem do evangelho com arrependimento e fé, não apenas atração pelo testemunho de vida (Romanos 10:14-17).
Ênfase na santidade pessoal como base da comunicação
Santificação não é fugir da tecnologia, é consagrá-la, é redimi-la.
Impacto: Evita a demonização da tecnologia e chama à responsabilidade pessoal, alinhado com a teologia reformada da mordomia.
Inclusão de todos os membros na missão digital
Nem todos são chamados para produzir, mas todos são chamados para participar.
Impacto: Desperta os leigos para o testemunho digital sem elitização, refletindo o sacerdócio universal.
Alerta contra a idolatria de métricas
Curtidas não são conversões. O engajamento não é discipulado.
Impacto: Protege contra a busca de relevância a qualquer custo, mantendo o foco no discipulado genuíno.
Exemplo prático de ferramentas com orientação de uso
Menção de Canva, Capcut, Opus Clip, ChatGPT com explicação de funcionalidades.
Impacto: Torna o ensino aplicável e reduz barreiras técnicas para igrejas menores.
Tema principal:
Como usar ferramentas digitais para a comunicação do evangelho e o discipulado
Tom pastoral:
Encorajador, prático e desafiador, com forte apelo à participação dos leigos na missão digital
Textos bíblicos:
Vivemos a maior oportunidade discipular da história pela infraestrutura comunicacional atual.
Suporte: Referência à plenitude do tempo (Gálatas 4), Atos 17:26, comparação com estradas romanas.
A santidade pessoal precede e sustenta a comunicação eficaz do evangelho.
Suporte: Romanos 12:1-2 sobre renovação da mente.
A influência exige maturidade para não cair em idolatria de relevância ou engajamento.
Suporte: Reflexão sobre tentação do métricas e visibilidade.
A internet é o campo missionário contemporâneo, análoga às estradas romanas.
Suporte: Atos 8:1,4 – dispersão e pregação dos crentes.
Ferramentas acessíveis (Canva, Capcut, IA) auxiliam na produção de conteúdo com intenção clara.
Suporte: Lista de ferramentas e dicas práticas.
Todo crente é chamado a participar, seja produzindo ou amplificando conteúdo.
Suporte: Atos 8 e princípio do sacerdócio universal implícito.
Uso Contextual
Usado como analogia histórica para a convergência providencial de fatores (estradas, idioma, paz romana), aplicado ao momento digital.
Questões Exegéticas
O texto é apenas mencionado sem exegese. A aplicação é legítima como ilustração, não como interpretação direta do versículo.
Leitura Sugerida
A plenitude do tempo refere-se principalmente ao envio do Filho. A extensão análoga pode ser feita com cuidado, sem sugerir que a infraestrutura digital é equivalente à encarnação.
Uso Contextual
Citado para afirmar que Deus fixou os tempos e lugares, colocando-nos nesta geração para uma missão específica.
Questões Exegéticas
O contexto original trata da soberania de Deus sobre nações e história, não especificamente sobre tecnologia. A aplicação é possível, mas evita-se transformar a era digital em um novo 'tempo fixado' com significado redentivo.
Leitura Sugerida
Manter a soberania divina sobre toda história, sem sugerir que esta era é mais 'ungida' que outras, mas reconhecendo a responsabilidade contextual.
Uso Contextual
Aplicado corretamente à santificação e renovação da mente como base para a comunicação.
Questões Exegéticas
Uso adequado no contexto de transformação pessoal.
Leitura Sugerida
Reforçar que a renovação da mente inclui o discernimento do uso da tecnologia.
Uso Contextual
Boa analogia: a dispersão dos crentes que pregavam a Palavra é comparada ao compartilhar digital do evangelho por membros comuns.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo. A aplicação mantém o princípio da participação leiga na missão.
Leitura Sugerida
Pode ser fortalecido lembrando que a pregação em Atos era acompanhada de sinais e focada no querigma, não apenas em 'conteúdo positivo'.
Diagnóstico geral:
Boa com ressalvas
Incluir uma apresentação concisa do evangelho ao falar de comunicação, para que os ouvintes não reduzam a missão a testemunho positivo sem proclamação.
Enfatizar a oração e dependência do Espírito Santo como parte essencial da estratégia digital.
Alertar sobre os perigos do excesso de consumo e do ativismo digital que pode substituir relacionamentos presenciais.
Oferecer critérios para avaliar quando o engajamento online está obscurecendo a piedade ou gerando ansiedade.
Sugerir um equilíbrio entre produção de conteúdo e silêncio sabático no ambiente digital.
Resumo em uma frase:
O sermão oferece uma abordagem prática e biblicamente fundamentada para o uso de ferramentas digitais no discipulado, destacando a santidade pessoal e a participação de todos, mas precisa reforçar a centralidade do evangelho explícito e a dependência do Espírito Santo.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.