Igreja Presbiteriana do Brasil
01 de julho de 2026
3h 42min
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Acompanhe a Conferência IPB na tarde deste sábado, 4 de julho. Culto ao vivo com mensagem transformadora do Rev. Emílio Garófalo Neto e louvor com Rachel Novaes. Uma tarde separada para adorar a Deus em comunidade. --------------------------------------------------------------- Igreja Presbiteriana do Brasil - Instagram: instagram.com/ipboficial - Facebook: facebook.com/ipb.org.br - Site: https: ipb.org.br - Multi IPB: https://multi.ipb.org.br/
em diversos momentos parou para responder perguntas e é um método didático que nós também estamos utilizando aqui na nossa conferência. Então, não deixe de participar. é muito importante que você se envolva e interaja conosco aqui o que pode acontecer durante todo o período desta dessa conversa com os pastores. Eu quero aqui apresentar mais uma vez os nossos irmãos que estarão aqui respondendo as perguntas. Vamos começar com o novato, né? Vamos começar com o caloro. Os pastores entenderão, né? O caloro da rodada é o reverendo José Maurício Nepomeno, pastor da igreja prana Friver, pastor aqui também que seja bem-vindo, reverendo. reverendo. >> Muito obrigado, Ângelo. >> Como é que é ser caloro? >> É dar medo. >> Calor, irmãos. Para quem não entende essa linguagem seminariana, né? É a pessoa que acabou de entrar no seminário, né? Então ele, como ele não estava aqui ontem, estava o reverendo Roster, ele está aí respondendo à altura, né, a presença do reverendo Roster. Muito obrigado, reverendo. >> Amém. Tem que ser desse jeito. >> Quem quer ouvir o Reverendo Maurício fazer lá o amend do Reverendo Rosta, ó. Ó Ó >> lá, Realmente eu estou me sentindo um calor. Tô passando pelo trote. >> Está conosco também o reverendo Emílio Garófalo. Seja bem-vindo mais uma vez, reverendo. reverendo. >> Bom tá aqui com vocês. >> Muito bom ter o senhor aqui conosco. Reverendo vai estar pregando também hoje no culto. Deus abençoe. Reverendo Rodrigo Leitão. Mais uma vez seja bem-vindo. >> Muito obrigado. Suscinto. Está guardando >> Muito obrigado. Suscinto. Está guardando todo o conhecimento para as respostas, né? o resto da voz, vê se sobrevive até o final da nossa fala. >> E o nosso querido reverendo Antônio Sávio, que já disse, vulgo fubá, >> está aqui conosco, estava empolgadíssimo esperando esse momento, era o primeiro ali na porta quando eu cheguei, rapaz, achei que você nem ia chegar, vamos começar logo, eu quero responder as perguntas. Reverendo, é um prazer tê-lo aqui conosco mais uma vez. >> Obrigado por estar aqui também. Tô me sentindo meio calouro também, viu? >> Mas amados irmãos, então nós vamos começar. Fica atento aí, assim que o o que a corte estiver certinho, você saberá também. E a nossa primeira pergunta eu vou fazer para o pastor Emílio Garófalo. Reverendo Emílio, a missão da igreja é salvar pessoas ou transformar a sociedade? Essa é uma pergunta importantíssima, né? Ela traz um uma discussão antiga e que segue, né? A missão da igreja é fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que o Senhor os ordenou. E isso é algo que só a igreja é capaz de fazer. As ONGs não são capazes de fazer, os o estado não é capaz de fazer, as muitas instituições civis não são capazes de fazer, as forças armadas não são capazes de fazer. Essa é a nossa missão, fazer discípulos, ensinar sobre Cristo, batizar os que creem, inseri-los na igreja por meio do batismo e ensiná-los a vida cristã, as ordens de Jesus, os mandamentos das escrituras, ensiná-los a seguir tudo isso. Então, eu creio que o foco do trabalho da igreja tem que ser esse, o que só nós podemos fazer, o que nós fazemos como ninguém. Agora, quando discípulos de Jesus são feitos, isso leva a consequências. Então, naturalmente, cristãos que são sal da terra e luz do mundo, que estão espalhados pela sociedade, que estão vivendo na suas vizinhanças e trabalhando nas suas empresas e frequentando os diversos lugares da cidade, eles serão influências transformadoras de sal e luz, onde quer que estejam. >> Uhum. >> Mas o foco do trabalho da igreja, creio que é esse, é o é o evangelismo, é a missão, é o discipulado, o aconselhamento, o ministério da palavra. E não, não é que a gente não possa ter outros trabalhos também. E historicamente, a Igreja cristã se envolveu no cuidado dos pobres, dos órfãos, das viúvas e tantas outras coisas assim. Mas é importante que a gente não perca o foco dessa missão e muitos outros grupos podem fazer essas outras coisas. Verdade. É interessante, reverendo Antônio Sávio, essa questão que o Emílio falou. Uma vez que você está salvo e as pessoas vão sendo salvas, a sociedade naturalmente tende a melhorar. Afinal, são cristãos que querem ser como Cristo. Mas o senhor que está lá no Brasil também, por exemplo, o Brasil hoje ele tem uma margem gigante de cristãos e em contrapartida, é uma nação que a corrupção emerge. Como integridade é um assunto que o senhor gosta de falar, como o senhor vê essa questão dentro dessa pergunta, né? Eh, por que que as igrejas estão crescendo? Então, aparentemente as pessoas estão sendo salvas, mas a sociedade não está sendo transformada na mesma velocidade. >> É, eu acho que a resposta do pastor Emílio, ela vai diretinho nessa nessa questão. Eh, acho que a igreja não salva ninguém e a igreja também não transforma sociedade. A igreja é para conduzir pessoas a Jesus. E o discipulado que foi bem falado ali pela própria ordem do Senhor Jesus, o discipulado é fazer pessoas conhecerem o Senhor Jesus e começarem a andar com o Senhor Jesus na vida, na vida comum, na vida do dia a dia. Eh, acredito eu, dá pra gente perceber isso na igreja brasileira, a falta de profundidade nessa relação com o Senhor Jesus. >> Uhum. Eh, não posso avaliar se há ou não salvação, mas a gente pode avaliar que o discipulado não é uma realidade dentro da igreja brasileira. Então, a gente poderia dizer que eh a igreja brasileira é como se fosse um grande lago, mas é um lago muito raso, não tem profundidade, não tem conhecimento, não tem essa vida mais integral com o Senhor, né? E quando falta o senhorio, termina que esses discípulos ou esses salvos, eles causam muitos escândalos, muitos transtornos e às vezes eles não sabem nem como se posicionar diante dos desafios que a própria sociedade impõe. Então, acho que hoje a gente tá num desafio dentro da igreja brasileira de que eu não chamaria um desafio teológico, não, acho que é um desafio missional mesmo, mas de abraçar o discipulado de fato. Não só eh alguém já disse que a nossa, a igreja brasileira é boa parteira, mas ela não é uma boa mãe, ela não é uma boa cuidadora, né? Ela só faz parir novos filhos, mas depois parece que deixa lá sem conhecer o Senhor Jesus. Então acho que é isso. É verdade, reverendo. É interessante, né? Porque se de um lado a gente tenta compartimentar entre salvar e transformar, por outro lado também, reverendo Maurício, as pessoas tendem a fazer uma comparação entre a doutrina e a prática. E essa pergunta que eu gostaria que o senhor começasse a responder para nós, que você já nunca deve ter respondido essa pergunta, né? Mas se Deus já escolheu seus eleitos, por que evangelizar? Bom, é exatamente porque ele tem eleitos que a gente evangeliza na certeza de que ele vai alcançar aqueles que ele quer que a palavra transforme. Mas o pregar o evangelho, além de ser um uma resposta de obediência ao mandato do Senhor, o Evangelho também é um é uma mensagem para os que não creem. O evangelho estabelece que o reino tem os seus padrões e isso também acusa as consciências. Então, os eleitos do Senhor são chamados à fé pelo evangelho. E como eles saberão disso se não há quem pregue? Então, devemos pregar para que o evangelho seja conhecido. E ao mesmo tempo, é importante que o mundo incrédulo saiba o que cremos para que este mundo também seja confrontado com seus próprios erros. Há um certo sentido em que mesmo o evangelho tendo sido pregado, por exemplo, no ocidente, nem todos creram, mas o evangelho gerou um caudo de cultura que provocou mudanças importantes também. também. Então, o evangelho também é um alimento da graça comum para pessoas que não creem, não irão crer, mas que de certa maneira receberão a influência deste evangelho. Porque o evangelho é uma é uma é um modo de pensar válido que mesmo não crente pode ter nestes princípios. Há muitas instituições não cristãs que mesmo até se posicionando contra o cristianismo, usam princípios da própria realidade, porque o evangelho é a mensagem do mundo real, criado pelo Deus, Senhor de toda a realidade. Então, o evangelho é um pensamento válido, que a graça comum leva ao coração do incrédulo em termos de outros valores de cultura, como a nossa própria cultura ocidental foi tão influenciada pelo evangelho. Então, nós devemos pregar o evangelho porque o evangelho faz bem pro jardim de Deus. >> Amém. Graças a Deus. E revendo Rodrigo, nesse sentido, lá na igreja do Senhor, os eleitos, eles ficam esperando Deus mandar os os salvos? De forma alguma. Olha que coisa especial, né? A gente crê piamente que o Espírito Santo é aquele quem convence do pecado, da justiça e do juízo. Ou seja, é esse mover do espírito que faz com que a pessoa tenha essa compreensão, que o eleito, né, se perceba como tal. Mas a fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus. E aí a gente vai fechando a equação e a gente começa a entender que por alguma razão aprove a Deus determinar que o Espírito Santo iria se mover para abrir os olhos dos eleitos no momento em que o evangelho fosse apresentado. A pergunta que fica, por que Deus fez assim? Ele nos chama a participar disso de uma maneira tão especial, porque Deus podia fazer de inúmeras maneiras para que os eleitos viessem a crer. Imagina, pareceu um anjão balançando as asas assim, a pessoa ia crer por medo ou por qualquer coisa, né? Mas aprove a Deus fazer dessa maneira. E quando eu olho para isso, eu falo: "Meu Deus, olha só que coisa maravilhosa que constrange o meu coração". Deus podia fazer qualquer coisa para que os eleitos tivessem essa percepção, mas ele nos usa, ele nos traz para junto para que nós participássemos, coparticipássemos não da salvação deles, mas daquilo que Deus tá construindo na história. Então isso é é sensacional. Então eu acho que isso queima tanto o nosso coração que nos impulsiona a querer cada vez mais não apenas compartilhar, mas transbordar do evangelho, que eu acho que é uma questão que a gente precisa talvez começar a repensar, né? Não apenas falar do evangelho, porque às vezes a gente tá falando de algo que a gente nem vive tão efetivamente, mas transbordar daquilo que efetivamente também transformou o nosso coração. >> Amém. E é interessante, né? Porque uma vez resolvida essa questão, então temos que pregar. Vamos pregar. >> Agora a pergunta é: como pregar? E aí vem a próxima pergunta, reverendo Antônio SF, porque na hora que começa como vamos pregar, pregar, surge a grande questão. E qual é a questão? A igreja deve adaptar sua mensagem para alcançar mais pessoas. >> Adaptar mensagem é um perigo, não é? A mensagem ela é uma só. A mensagem precisa ser fiel. Agora pode ser contextualizada e tem a ver com a aplicação dessa mensagem à realidade que as pessoas estão tão provando, né? Eh, quando o evangelho passa a ser apenas uma ideia, ele se descaracteriza da mensagem verdadeira também. Se ela é só intelectual, então não é o evangelho. O evangelho é essencialmente a pessoa de Jesus. E Jesus se fez carne. Ele veio habitar. Ele veio mostrar a realidade do Deus que salva no meio dos pecadores. Então a encarnação é a mensagem do evangelho também. Essa contextualização não quer dizer que você está adaptando a mensagem. A mensagem precisa ser fiel, mas ela precisa ser aplicada ao que se tá vivendo, as lutas, as eh problemáticas do coração, da mente, eh a os vacilos. E à medida que a gente vai eh contextualizando a mensagem, mensagem, eh o próprio espírito é quem faz essa essa conversão, né, dentro do coração da pessoa. Acho que é isso. >> Amém. É interessante porque a gente fala como pastores, a gente até consegue entender. A pessoa que perguntou, acredito que ela também tem esse entendimento, mas talvez não esteja claro na em algumas para algumas pessoas o que significa contextualizar e adaptar. O senhor reverendo Emílio Garof, o senhor conseguiria dar algum exemplo para nós ou fazer uma divisão o que significa essa adaptação, né, que é o sentido pejorativo e a contextualização? >> Eh, como o pastor Sávio bem disse, é não é uma não é mudar a mensagem, eh, garantir que ela seja compreendida. E essa é a diferença. Quando você, por exemplo, vai falar com uma criança, você naturalmente muda a linguagem. Se você fala, vai falar para um adulto, não mexe naquilo ali, vai dar choque. Quando você vai falar para uma criancinha de 3 anos, não mexe naquilo que vai dar choque, você não fala para ela, filho, se você encostar ali, você vai receber uma descarga elétrica de 220 V que vai te causar uma parada cardiorrespiratória. Você não fala pra criança de 3 anos isso. O que que você fala? vai fazer dodói, vai fazer um bubu, vai fazer dodói, porque é a linguagem que ela entende. Então, se você não ad não contextualizar a mensagem pro nível de compreensão daquela pessoa, pro universo de entendimento dela, a mensagem vai vir bater e vai para longe, mas não vai parar no coração. Então, quando você fala com grupos diferentes, seja grupos culturais diferentes, seja jovens, adultos, gerações diferentes, seja o milênio, seja o que for, você tenta fazer com que essa mesma mensagem sem alterá, ela seja compreendida por quem recebe. Isso é boa comunicação. Isso não é só na pregação, isso é em tudo. Professores tm que fazer isso, pais tem que fazer isso. Eh, é parte da gente tentar chegar ao coração das pessoas. >> Amém. >> Verdade, reverenda. Agora, amados irmãos, saindo um pouco dessa questão da mensagem, evangelização, mas indo um pouco para aquela realidade no cura do dia a dia da igreja, do pastoreio, da igreja local, onde é situações simples, reverendo Maurício, eh muitas vezes são confrontados com doutrinas bíblicas que nós tanto prezamos. Eu queria perguntar pro senhor, quando alguém da igreja está sofrendo muito, como alguém que perdeu um filho ou está com câncer, problemas dessa natureza? O que O que devem deveríamos dizer em relação à soberania de Deus para essa pessoa sem que a gente pareça frio ou sem coração? Não existe uma receita de bolo para cuidar de gente. Gente são contextos. Então nunca fique preocupado em imitar o que alguém fez para consolar alguém. Que a piedade que está em seu coração seja tão viva com Deus que você consiga amar. Então eu acho que o primeiro passo é amar. amar em um nível tal que você sinta a necessidade de conduzir aquela pessoa o conforto. Então, há contextos, há pessoas que conhecem muito de Bíblia, há pessoas que têm longa experiência com Cristo, há aqueles que são ainda iniciantes na fé, mas o amor, o amor cobre multidão de pecados. De tal maneira que o princípio básico é que é nossa função levar o nosso irmão a experimentar o amor de Deus, como já foi dito hoje, em toda e qualquer situação. situação. A capacidade que você tem. E nem sempre você precisa ser treinado para isso, porque a vida é muito dinâmica. Você pode ser pego de surpresa exatamente agora, receber aí um telefonema e ter que dizer algo a alguém. alguém. Então, permitir com que esse mesmo espírito que nos chama à fé seja aquele que vai colocar palavras em nossa boca e usar essa esse repertório que é a nossa história. Eu acho que nessa hora você não tem que estar preocupado em acertar, você tem que estar preocupado em fazer com que o amor que está em seu coração alcance aquele irmão e você consiga fazê-lo e experimentar o amor de Deus. Então, não é o que dizer. Talvez seja como dizer, talvez seja por dizer, seja dizer aquilo que é a transmissão do amor. Nós somos chamados para sermos dispenseiros da multiforme graça de Deus. Na medida, um tem cinco talentos, outro tem dois, outro tem um. Só não pode enterrar. Mas cada um conforme a sua capacidade pode ser esse transmissor do amor de Deus, essa pessoa que vai levar o outro a experimentar a compaixão do Pai Celestial. Celestial. Acho que é assim. >> Amém. Reverendo Rodrigo, o senhor acrescenta essa fala do Maurício, algo prático de repente relacionado à igreja nesse sentido, >> pastor Ângelo, interessante que a pergunta, né, ela começa assim, né? Quando alguém da igreja está sofrendo, então tá partindo do pressuposto que a gente tá falando de um discípulo ou de uma discípula de Jesus, ou seja, de alguém que já tem uma noção sobre a soberania de Deus. E é interessante porque nesses momentos, então, que alguém que já tem essa compreensão de quem Deus é, do seu poder, da sua soberania, está vivendo um momento difícil, talvez a grande questão não seja o que teologicamente eu vou falar para provar uma coisa que ela já sabe. Eh, o que essa pessoa precisa nesse momento é o cuidado, o carinho, a atenção, a o ombro, o choro, eh, de quem tá ali como uma parte diferente de um mesmo corpo, né? É interessante como que o Novo Testamento fala dos imperativos de mutualidade, né? Aquilo que a gente faz uns pelos outros, né? E às vezes é suportar uns aos outros, carregar as cargas pesadas uns dos outros, amar uns aos outros. Então, nesse momento, o que a pessoa mais tá precisando ali é ela perceber que ela não tá sozinha. E Deus se mostra para ela ali em toda a sua soberania, a partir daquele irmão que agora tá dizendo: "Eu tô aqui para chorar com você". Às vezes a gente faz algumas perguntas, as pessoas me perguntam às vezes, olha que coisa interessante, tá ainda dentro, né, dessa natureza eh essa questão sobre o velório? Por que que às vezes a gente vai lá eh se a gente já sabe que a pessoa não está mais lá, né? E eu sempre uso como eh resposta uma situação que a gente viveu quando meu sogro faleceu. Isso já tem cerca de quase 20 anos, mas até hoje às vezes a gente tá conversando, eu e a Aline, minha esposa, e ela lembra das pessoas que estavam no velório do pai dela e como aquilo foi tão impactante. Pessoas da igreja que estavam caminhando com a gente e que se moveram de uma cidade para outra, né? porque a gente estava numa cidade, o pai dela morava em outra cidade para poder estar lá. Ou seja, ela se sentiu tão querida e tão amada que aquilo atravessou décadas. Irmãos da igreja estavam ali demonstrando o amor de Deus sobre ela. Então, eu acho que talvez a questão não seja nós termos as respostas teológicas, principalmente para quem já sabe quem Deus é. A questão é o quão dispostos nós estamos a derramar o nosso amor, como disse o pastor Maurício, sobre essas pessoas que são, né, parte desse mesmo corpo. >> Ôngelo, só só uma Sim, >> só completando. Lembra que o apóstolo >> eu te dou uma parte. >> Tem, tem que pedir a parte. O calor ainda não sabe o É assim, o apóstolo Paulo, ele menciona que nós consolamos com a mesma consolação com que somos consolados. Parte da nossa história é instrumento de Deus. Quando pessoas sofrem, às vezes em nosso caminho elas entram justamente porque a história que nós temos com Deus faz parte do consolo que ela vai receber. Eu acho que se tivermos um pouco a nossa pouca experiência, não importa quem somos, mas a nossa experiência com o conforto de Deus é instrumento para consolar pessoas sempre. Verdade, reverendo. Bem lembrado desse texto. Nós pass, todos nós, né, passamos por circunstâncias e em algum tempo da história Deus pode usar isso para abençoar a vida de alguém, fortalecer a vida de alguém. Agora, esse Deus soberano, amados irmãos, ele age de formas maravilhosas e se revelou de muitas formas e maneiras ao longo da história, até a plenitude dos tempos, quando se manifestou eh na pessoa do seu filho Jesus. E justamente por isso que temos uma pergunta de teologia bíblica aqui, que vou fazer essa pergunta inicialmente para o reverendo Emílio Garop. falar agora essas portas vai deixando tudo pro Emílio, não precisa nem dividir com a J. >> Você será o seg, >> senhor pode parar com isso. >> Será o segundo >> essa conversinha mole >> pergunta, pergunta aqui quem dá aula de teologia sistemática. Pergunta >> quem pergunta quem quem quem dá aula de teologia sistemática aqui? Mas teologia bíblica. Não vamos entrar nessa briga, tá bom? Em Gênesis 18, reverendo, é usado o tetagrama do nome de Deus Yahvé, né? Podemos dizer que ali foi uma teofania. era o próprio Jesus. E eu tô me sentindo bem na expectativa agora. É >> porque essa pergunta surge num contexo. Eu preciso contextualizar o senhor, né? Não que o senhor tenha que adaptar a mensagem, mensagem, mas mas eu quero só contex, deixa eu contextualizar. >> Essa igreja tem tido estudo sobre teofanias, >> certo? >> Sabe? Então, já ouviram alguma coisa sobre Gênesis? Eu acho que eles querem confrontar o que eles aprenderam com o senhor. senhor. >> Eu eu vou repetir, então a resposta é o pastor tá certo que ele ensinou para você. Próxima pergunta. Mas o que o senhor acha? O que que o senhor pensa sobre isso? >> Olha, eu vou abrir aqui porque eu realmente não sei de cor os capítulos. Abre Gênesis 18. Deixa eu ver aqui. Tem Gênesis 18. >> Eu acredito que se trata da visita versículo será >> deve ser o versículo três. Quando eh o Senhor e dois homens aparecem a Abraão, né? É 18 ou é o >> É 18? >> Capítulo 18, versículo 3. >> É, eu acho que é isso. >> Três homens estavam de pé diante dele. Eu realmente não sei. Acho que precisaria realmente gastar mais tempo dando uma olhada aqui. >> Muitas vezes a Sim, muitas vezes o >> teofanias do Senhor acontecem no Antigo Testamento. O comandante do exército do Senhor lá em Josué e outras situações. >> Senhor permite eu direcionar o senhor em relação à pergunta? Que eu acho que a pergunta ela >> responda por mim, por favor. Eh, não, a pergunta era aquela saber mais que a teofania eu acho que ele na pergunta ele já reconhece, mas ele quer saber se essa aparição de Deus é do deus trino ou é do Deus filho? >> Não, geralmente e eu creio que geralmente são cristofania, são é o deus filho, filho, >> segunda pessoa da trindade em geral. >> Graças a Deus, reverendo. >> É, >> estamos juntos. >> Combinandinho. Combinandinho. >> Você tava fazendo dois aí para mim nessa em segundo dois aí. Dois. Eu já tive umas conversas com Nicodemos, ele concordou bastante também por aqui, sabe? Graças a Deus por >> Que bom que estamos juntos. >> Beleza. >> Eh, o que que eu queria conhecer a opinião dos amados irmãos. O que que você acha? você acha? >> Eu acho o que o Emílio acha. Não, as as teofanias, até onde se se pode perceber, sempre a segunda pessoa da trindade é aquela com que a manifesta-se teofanicamente no Antigo Testamento. >> Você leu Guerr dos voz, né? Não, não é. Eu tive professor, eu fui aluno de Éber Carlos de Campos. >> É isso aí. Era a minha segunda opção. E você, meu querido, o que que você tem de opinião sobre isso? >> Quem sou eu para nesse universo? Ai, ai. Ai, ai. >> É, mas é isso mesmo. >> Então, Rodrigo, ele vai dizer: >> "Não, eu eu sigo nessa direção. Eu acho que também acredito nessa perspectiva quando a gente vai trazendo isso, seja e é olhar a pr pra perspectiva de alguém que é rei sacerdote, é olhar para eh serpente no deserto." Todas as vezes que a gente tem aspectos que são, né, apontados ali como referência, né, como eh a gente tem ali tipos que apontam para Cristo. Então, quando a gente fala, né, dessas teufofanias também, a gente tem uma uma perspectiva sempre voltada para Jesus, até porque é algo que acaba se tornando simples. Se a gente tem aquele entendimento que a gente disse ontem da meta narrativa, se eh a Bíblia é uma grande história onde tudo aponta para Jesus, aí fica fácil de responder, né? É o que nós temos chamado aqui de revelação progressiva. Fico feliz de concordar com o senhoras de bem. Ufa >> de dois ou três concordarem com cerca. >> Amém. >> Seis pessoas curtiram essa pergunta, hein? >> Esse pessoal tá colocando as perguntas. Só >> se po descobrir. >> Estamos de olho. >> Estamos. Mas vamos fazer aqui mais uma pergunta eh sobre a palavra de Deus nesse momento. Vou fazer essa pergunta para o reverendo reverendo Fubá. Fubá. Essa pergunta do presbíbito clin aqui da igreja, ele diz assim: "Segundo João, segundo o apóstolo João, a ressurreição de Lázaro foi decisiva para a morte de Jesus. Jesus. Alguma razão ou aplicação mais provável para os outros evangelhos não contarem esse evento? Porque só é narrado em João. Então, por que que só tá narrado em João evento dessa magnitude? >> Eu também quero ouvir. Conta para mim. >> Vamos todos atentar. >> Porque só João sabe. >> Vamos ouvi-lo. >> Bom, quem sou eu? Pois é. Pois é. >> Você já tem uma pergunta para fazer para João quando? >> É. E tem uma pergunta para fazer pro Emílio. Tô obrigado. >> Emílio. É o nosso chat GPT. >> É o chat GPT. Emílio aqui. Eh, na verdade assim, a gente sabe que o que o Evangelho de João não é sinótico, né? ele e também ele vem numa outra época para dar outras respostas quando ele é escrito, né? Especialmente a questão do gnosticismo e a ressurreição eh de Lázaro junto com a própria ressurreição de Jesus eh é o fato mais forte contra o gnosticismo que tá ali assolando aquela aquele período da igreja. Então, o a história de da ressurreição de Lázaro e o que Jesus diz paraas duas irmãs de Lázaro é fundamental. Quem crê em mim já passou da morte para a vida. Inclusive, vou falar sobre isso um pouquinho hoje na pregação. Já tô fazendo spoiler. >> Você saiu bem, hein? >> Saiu demais, né? É por isso que deve ser é terceirista, né? Caloro terceiranista. Vamos observando. >> Eu concordo com R. >> Você concorda com ele? Mas pastor, já que o senhor concorda, >> eh como o senhor poderia de repente pensar, vamos pensar um pouco, porque ele falou algo importante. Os evangelhos eles foram escritos, sim. Os sinóticos eh você tem ali um conhecendo o outro e a situação toda, mas há propósitos estabelecidos nos livros. E essa questão do gnosticismo levantado pelo reverendo Antônio Sávio, essas raízes gnósticas que estão presentes já nesse contexto neotestamentário, o senhor vê hoje em dia como é, qual a aplicação que o senhor poderia fazer nesse sentido? Eu costumo dizer que tudo que a gente encontra às vezes de equívocos, né, ou quando a gente costuma chamar mesmo de heresia, eh talvez são heresias antigas com eh vestimentas eh talvez mais contemporâneas. Então, a gente costuma encontrar, né, algumas releituras e alguns problemas que a gente tinha no passado. Por isso que é é tão fascinante quando a gente tá eh expondo as escrituras e a gente faz aquele momento de apresentar aquele contexto, porque a gente vai lá e olha e esmiuça aquilo e parece que é longe, porque eh ah aquele povo tinha uma perspectiva específica sobre divindades ou um comportamento em determinados aspectos. Mas quando a gente começa a olhar pro nosso dia a dia, né, para para alguns ídolos, para algumas buscas que as pessoas do nosso tempo têm, a gente começa a perceber que não é tão distante assim. É da mesma maneira que a gente tem textos escritos para responderem questionamentos em lugares que estão vivendo questões diferentes, né? E é interessante a gente perceber isso, por exemplo, as cartas paulinas, né? que você tem ali alguns desafios, ele tá tratando daquilo especificamente, mas quando chega pra gente aquilo faz sentido também na nossa realidade. Eu acho que é especial a gente entender que a gente tem sim a releituras, novas perspectivas de alguns problemas, de algumas heresias antigas, mas que a Bíblia ela traz a resposta de maneira muito efetiva e clara para isso, de uma forma eh tão contundente que ela transpassa gerações, ela traspassa esses momentos para poder trazer pra gente essa segurança, né? >> Uhum. Amém. Reverendo Emílio e Reverendo Maurício, vocês têm conhecimento de algum estudo recente que identifique eh essa questão de João? Porque Lázaro a é citada apenas em João? >> Eu vou fazer que nem o chat EPT, já que você brincou, eu vou inventar uma resposta, >> mas não tem, né? >> O chat inventa umas respostas às vezes, né? Aí você fala assim: "Donde você tirou isso, cara?" Ele falou: "É mesmo, né?" Não sei. Você >> então não, eu não tenho nenhuma resposta. E é perigoso se você falar para assim, mas ele não não foi por isso, por isso, por isso e ele dizer assim: "Não, você tem razão, >> tem razão." É verdade. Você está certo. >> Eu tenho uma eu tenho guardado um prompete do chat em que ele diz assim: "Eu me equivoquei na resposta anterior, >> mas olha, tá tudo bem, porque eu falei para Clenilson, Clenilson disse para mim que ia fazer essa pergunta". Falei: "Clenilson, eles vão dizer que não tem como saber, viu?" Clen está confirmado, viu? >> É um detalhe interessante de João. Você tocou num assunto sobre as heresias daquele período. Lembrando que João tem um contexto filosófico grego muito mais forte. Lembra de Atenas que os gregos não queriam ouvir sobre ressurreição. Paulo vai falar sobre ressurreição. Fal sobre esse assunto nós vamos ouvir. Então, eh, João escolheu sete sinais. a partir dos quais se deve crer em Jesus e crendo teremos vida em seu nome, como diz capítulo 20, o 30 e 31. Então, me parece que este sinal que é o maior, né, é uma sequência. desde o primeiro sinal de Caná e todos os demais, vai numa sequência e você tem o ápice na ressurreição de Lázaro e depois e muitos dividem o livro de João, que ali começa a última parte do livro de João, que é o grande sinal que é a própria ressurreição do Senhor. Então, me parece que o propósito de João está em contrariar esse pensamento contra a ressurreição, porque este evangelho deve ter circulado primeiramente na Ásia Menor, onde havia uma influência grega muito forte >> da filosofia. Então, e eu não, eu tô aqui sugerindo, né, tentando ver que talvez os gregos como aqueles de Atenas tinham muita dificuldade. A escolha de João, diferente dos sinóticos, sinóticos, tem a ver com esse pensamento importante que precisava ser vencido. >> A ressurreição de Jesus é a garantia do reino. >> Amém. Então, e João vem falar, ele veio, a luz veio ao mundo, né? E a ressurreição tem essa ilustração, né, do Lázaro saindo da tumba, né, e vivendo. Então, me parece que João faz isso propositadamente mesmo para eh atingir um e para humilhar o pensamento da época nesse sentido. >> Amém. Vamos continuar sobre interpretação. Eu vou perguntar pro pro chat IGI. É >> e ti >> é o ti. Não tem como combinar, mas e idem emo garfalé e de ti, mas reverendo Emílio, eh é uma pergunta da igreja muito comum que envolve interpretação e a pessoa diz assim: "Às vezes eu leio a Bíblia e concluo diferente do que o pastor prega. Acontece. Acontece. Pode ser muito bom, mas às vezes pode ser muito ruim. >> Difícil saber. >> Acontece. >> Como eu sei se eu estou errado ou se é só um jeito diferente de entender o mesmo texto? >> Bacana. Uma boa pergunta essa. Olha, eh, muitas vezes realmente a gente lê a Bíblia e ouve alguém ensinando a Bíblia, você fala assim: "Mas não foi isso que eu entendi". Obviamente a Bíblia não tem 1 milhão ou diversas eh interpretações possíveis. O texto tem o seu sentido. Ele diz tal coisa. Às vezes a gente até vê e uma coisa meio pós-moderna nos grupos de estudo bíblico, né, em que o pessoal faz um estudo assim, alguém lê o texto e fala assim: "O que que esse texto disse para você?" E a pessoa fala: "Ah, esse texto falou tal coisa interessante e para você o que ele falou?" Ele responde um negócio contraditório com o que ele falou. Ai, que lindo. Que bom que Deus falou isso com você. E aí vai andando na rodinha e cada um tirou uma coisa totalmente aleatória. Isso não. Claro, a Bíblia tem um sentido, mas assim, algumas coisas a lembrar. Se você entendeu diferente do seu pastor, primeiro, seu pastor não é perfeito, ele pode ter entendido errado também. Às vezes a gente a gente não vê algo claramente, a gente não percebe uma nuance, a gente não faz uma correlação, a gente nós estamos sujeitos também a a não entender alguma coisa, tá? Então pode acontecer, pode acontecer também que você não tenha entendido bem e que você precise talvez considerar algumas coisas do que o pastor falou. O pastor trouxe a pregação e e foi diferente do que você entendeu. Tenha, faça o exercício de humildade diante do Senhor de falar: "Hum, deixa eu considerar, possivelmente eu estou errado." Acho que você tem que ter isso sempre em mente. Veja por que ele disse isso, quais foram as razões, como que ele trouxe o texto? Por que que ele explicou? Ele trouxe textos bíblicos de apoio. Lembra? A Bíblia nos ajuda a entender a própria Bíblia, né? A melhor ferramenta de interpretação das escrituras é a própria escritura. Então você tem que ver se de repente o pastor não percorreu um caminho de interpretação que você não fez e talvez a sua conclusão seja diferente porque você não fez aquilo tudo que é necessário para entender bem um texto. Agora, tenha também a humildade de de chegar pro seu pastor e conversar sobre isso. Não tem nenhum problema, sabe? A gente tá totalmente disposto. Nós não somos os ditadores da palavra, nós somos ministros da palavra. Nós fomos preparados para isso, treinados para isso, ordenados, comissionados para ser ministros da palavra. E a gente tem todo o prazer do mundo de que você traga, fala: "Pastor, eu não entendi porque naquele sermão o senhor disse isso. Achei que era tal coisa. Me ajuda a entender?" Então, uma postura não beligerante, uma postura humilde de quem quer genuinamente aprender. E tenho certeza que o seu pastor vai ter tal disposição para te ajudar a percorrer o caminho para seu sua compreensão também. Todos nós somos servos da palavra, não senhores dela. Nosso grande objetivo é que todos nós estejamos sendo moldados pela palavra, treinados pela palavra, confrontados, corrigidos, instruídos e equipados pela escritura. Eu vou compartilhar essa pergunta inicialmente com o Rebodo. Reverendo, pensando hoje, como o senhor está eh geralmente trabalha mais essa área de comunicação, eh muitos podcasts eh evangélicos eh lançam cortes na internet eh dando-nos a entender que a interpretação dos textos tem um sentido oculto a ser descoberto. E quando você o descobre, é o grande, a grande revelação, é o código, é a chave, né? >> É a gnose. Eh, isso é como como é como se fosse uma cabala evangélica, né, de descobrir esse sentido por trás do texto. Eh, como que o senhor aconselharia uma pessoa a interpretar a Bíblia e a fugindo dessas modernidades? Ah, primeiro falando da área, né, na comunicação, principalmente do principalmente do ambiente digital, né, toma cuidado com aquilo que a gente chama de um clickbait, né, aquilo que tá lá, só para chamar sua atenção, para que você clique e algo ultra misterioso. É porque assim, se em tanto tempo de cristandade, a gente tem agora uma pessoa que conseguiu achar pela primeira vez a percepção, interpretação única para alguma coisa, no mínimo estranho isso é, né? Porque se ela tá pensando, nossa, estou pensando uma coisa que ninguém pensou antes, né? Ou essa pessoa, né? ela tem uma uma capacidade espiritual que ela é uma divindade ou ela tá equivocada também. Então, a gente tem que tomar eh bastante cuidado com isso, né? Então, eu acho que dentro dessa perspectiva é a gente ficar muito atento com aquilo que a gente vai buscar e onde a gente vai buscar. E às vezes a gente faz muito isso, né? A gente gosta às vezes de umas miúcias, né? E eu tava até falando eh sobre isso ontem de manhã, né? Às vezes a gente vai se afastando até do evangelho por causa disso, que a gente quer eh ver tanta curiosidade, né? E aí essas curiosidades viram coisas que nos levam para mais distante da palavra de Deus do que para próximo dela. Então, quando a gente tá falando de interpretação bíblica, e eu acho que aí pegando carona com aquilo que ele já trouxe, a gente tem que ter uma percepção em dois aspectos. Eu acho que o primeiro é ter esse entendimento eh daquilo que foi falado, né, pelo pastor ou por alguém que falou da da onde foi esse caminho que percorreu. Porque se a pessoa tá trazendo algo, ela percorreu um caminho. Isso vai te ajudar a perceber. Às vezes você não tá vendo algumas pessoas fal: "Pastor, mas eu nunca tinha pensado por essa perspectiva." Por quê? porque ela não olhou todo da própria escritura como que aponta para aquilo. Mas o cuidado que a gente também tem que ter é que em contrapartida às vezes pode ser de alguém que ela viu que é o que não faz sentido mesmo, né? Então qual que é a melhor maneira de você eh conseguir lidar com isso? É que você tenha um hábito de leitura, de estudo, de busca nas escrituras. Porque à medida que você vai amadurecendo também nos seus estudos, na sua percepção, no seu conhecimento, fica mais fácil de você ter discernimento também. Ah, quando alguém tá dizendo alguma coisa, né? Constantemente, quando eu tô discipulando pessoas, a primeira, né, o primeiro momento é assim, ó, pastor, me ajuda com isso. O que que o o que que isso que essa pessoa disse e é de fato verdade? E eu sempre procuro não apenas ficar respondendo, mas ajudar essa pessoa a encontrar caminhos onde ela se prepare para que ela mesma possa também conseguir ter essa resposta, né, de que aquilo que tá sendo dito, se é algo bíblico ou não, se é certo ou não, se é sério ou não. É porque para nós, eh, pastores, a gente estudou exegese hermenêutica e tantas outras matérias no seminário para nos ajudar a interpretar o sentido do texto que foi expresso aqui. Mas, eh, reverendo Sávio, eh, na prática da igreja, né, a gente percebe que às vezes existe aquele sentimento de que muito estudo eh mata a revelação da palavra de Deus, né? Porque a letra mata, né? Mas o espírito vivifica, né? Como é que o senhor abordaria essa questão? Que conselho que o senhor daria para as pessoas entenderem? Inclusive a interpretação correta desse texto? A Bíblia, a gente crê que ela é a palavra de Deus. Então, é, ela é uma conversa do próprio Deus com a gente e obviamente que precisa haver uma revelação espiritual, uma iluminação espiritual, senão então as coisas espirituais elas se discernem respiritualmente. E a Bíblia é essencialmente espiritual nessa relação. E de fato, quando você antes da relação com Deus, você já tá procurando, seja no chat EPT, na inteligência artificial, ou seja nos próprios comentaristas, você já tá procurando o sentido do texto antes da relação com Deus, você tá perdendo, você tá sendo privado. É como se você tivesse, em vez de de comendo um alimento saudável, você tá comendo fast food, né? Bom, vai matar ali no primeiro momento sua fome, mas você tá perdendo a oportunidade de crescer mais. Mas obviamente que quando a gente tá estudando as escrituras, tem coisas que a gente vai precisando adentrar mais profundamente. E a interpretação não é uma coisa simples e nem é fácil, especialmente partes das escrituras. textos mais complicados, como por exemplo, os profetas do Velho Testamento, são bem complexos, mas alguns são bem complexos. Então, eh você vai precisar de comentaristas e de preferência comentários que sejam bons, que já tenham bons fundamentos, tenham boas histórias a respeito daqueles comentários. Isso tudo vai requerer de você estudo e bastante estudo. Mas mais uma vez, quando o estudo substitui a relação, você tá saindo prejudicado. Mas o estudo não precisa substituir a relação, ele pode aprofundar a relação. Então, eu diria que se você quer aprofundar sua relação com Deus, você lê as escrituras. E a Bíblia mesmo diz para você meditar nas escrituras. E o meditar é ruminar mesmo, é você deixar aquele texto falar o seu coração, tentar interpretar com Deus. E quando as coisas começarem a surgir dúvidas e textos mais complicados, vai em busca de de comentários ou de pessoas que possam saber mais do que você, possam lhe ajudar a ter aquele entendimento. Eh, eu particularmente tenho um certo receio de que vá direto para um chat GPT, porque de fato sabe-se lá o que é que ele tá tá respondendo, né? e sabes qual a fonte também que ele tá inventando. Então assim, melhor você ter um uma certa cautela e para fontes mais confiáveis, não é? É, então essa minha minha sugestão. >> No caso, reverendo Maurício, pegando essa esse gancho do reverendo Sávio sobre o chati, eh não tão distante assim, a gente era confrontado com as as os comentários dos autores da Bíblia, né? >> Nos estudos, as pessoas chegavam e falavam: "Olha, eu só disse isso, mas aqui o Shed tá dizendo isso aqui, ó, né? O fulano tá dizendo isso aqui. Agora nós não temos mais isso. Agora são as inteligências artificiais. Então, se você realmente não busca a Deus, eh, e se você não se aprofunda no texto da palavra de Deus, a pessoa muito facilmente ali vai abrir uma inteligência artificial e vai fazer a pergunta se aquilo que você está dizendo é verdade, tipo, se Gênesis 18 é uma teofania, entende? entende? sentir que tem um uma raizinha de amargura. >> Sim, mas a questão é como o senhor então lidaria com isso, né? Eh, da pessoa, ela está tão obsecada às vezes em ter a resposta, entre aspas, correta daquilo numa inteligência artificial, mas não buscando esse relacionamento que o reverendo sabe? Como o senhor aconselharia a igreja nesse sentido? Assim, eu não sou contra a inteligência artificial, não sou contra as fontes de conhecimento humano, mas acho que a relação pastoral é uma relação de confiança, uma relação de amor. Você Você Deus coloca no rebanho dar-vos ei pastores, segundo o meu coração, que vos pastoreiem com conhecimento e inteligência. É o Senhor quem dá estes mestres para estarem com rebanho. Essa relação é uma relação vital, é uma troca de vida. Hoje tá life on life, né? Então assim, é de é muito necessário que esta confiança ela venha a se estabelecer pelo tempo e pela convivência. Então Então não adianta proibir, não. Não pesquisem o chat GPT, não pesquisem, não, não ouçam outros pregadores, não. Estabeleça uma relação de pastoreio, de confiança. Vocês sabem, vocês conhecem o pastor de vocês e muito possivelmente vocês querem ouvir a opinião dele e o espírito encarregará de unir estas almas, que é o espírito que tá alimentando o rebanho através do pastor e ele dará o seu coração seu pastor. pastor. E vice-versa. O coração do seu pastor está focado em mostrar a palavra a você. Essa relação vital supera qualquer relação que você tenha com a inteligência artificial, porque a inteligência artificial não te ama. Vocês já viram aquele vídeo do Piper em que ele pediu pro chat GPT fazer uma oração? Já viram esse vídeo? Ele velho, chat GPT, faz uma oração. Segundo a teologia de Don Carson. E aí ele ele leu a oração que o chat deu para ele. Ele faz essa pergunta. Isso é uma oração. Jeitão do do Piper. Não, não é porque o short GPT não ama a Deus. Ele não ora ao pai. A mesma coisa. Ele não te instrui como um pastor de ovelhas. Então, essa confiança no relação com o pastor, com o pregador, com aquele que alimenta o rebanho a serviço do Senhor, ela é muito superior porque ela é baseada no amor. >> Acho que o senhor já foi pro segundo ano já depois dessa resposta. >> Thank you. >> Se continuar assim, logo vai formar. Mas nós temos aqui eh ontem à noite quem pregou. pregou. >> Hosta. >> Rosta, né? Vamos falar de hosta. Então, >> eh, a pergunta é sobre a mensagem de ontem. Deixa eu ver se eu posso fazer essa pergunta. Eh, eu não apareceu a pergunta inteira, não tenho como fazer. Sorry, gente. Não tá aparecendo toda para mim aqui, viu? Ah, não, continua depois. Tá bom. OK. Vamos lá. Vamos começar essa pergunta com três partes. partes. >> Vou começar ali com o nosso irmão Rodrigo, >> que é da mesma gên >> isso. Porque para começar de leve, eh, pastor, sobre a mensagem de ontem, na perspectiva da soberania de Deus e da predestinação, se eu deixo de pregar o evangelho a uma pessoa, posso ser considerado responsável pela condenação dela? Ou a condenação continua sendo o resultado da incredulidade e do pecado dessa pessoa. >> Tem três e quatro. >> Tem três e quatro ainda. Vamos lá. E como devemos entender a responsabilidade do cristão que se omite em evangelizar? Essa omissão traz disciplina e juízo de Deus sobre o crente? Mesmo sabendo que Deus cumprirá o seu propósito de salvar os eleitos? Essa é a pergunta. >> Então vamos lá. Eh, na primeira parte ali, né, no que ele tá perguntando se há uma pessoa que é eleita e eu me omiti de falar para essa pessoa, essa pessoa vai deixar de ser salva porque eu não falei? Você não fala, a pedra fala, isso aí não é o problema, tá? A gente tem que parar de achar que as coisas tm a ver com a gente. É, é Deus que salva. Então, eh, não é uma questão em relação à nossa capacidade de salvar. Isso é uma coisa que a gente precisa até eh talvez eh recompor na nossa própria compreensão, né? Eu eu acho engraçado o hoje isso não é mais comum, mas eu lembro que no passado era algo comum, um seminarista ia pro seminário como aspirante e aí a primeira pessoa primeira pergunta que se fazer é: "Quantas pessoas você já converteu? Quantas pessoas você já levou para Cristo?" Eu falei assim: "I nenhuma é, né? Quem quem faz isso é o Espírito Santo, até onde eu sei, né?" né? Então a gente tem que parar com essa ideia de achar que é a gente que tem essa capacidade. É Deus que faz pela ação do Espírito Santo. Não tem a ver com essa nossa capacidade, não é por aquilo que nós fazemos. Agora, existe um outro aspecto que ele aborda aqui, que é a questão da omissão, da nossa desobediência, né? Aí tem um problema que é nosso. Nós estamos deixando de ser obedientes naquilo que Deus não nos deixou como uma conveniência, uma possibilidade, mas com aquilo que Deus estabeleceu como imperativo. Nós temos uma ordem de ir e de pregar e de compartilhar o evangelho. Então, a questão aqui é outra. Nós que fomos amados por Deus em Cristo Jesus e pagou o preço que nós não poderíamos pagar, estamos de alguma maneira dizendo que nós não vamos responder em amor aquilo que ele fez por nós, derramando esse amor sobre outro. E isso é algo que talvez evidencia muito do nosso coração. Talvez isso aponte muito mais pro nosso egoísmo do que para qualquer outra coisa. Então eu acho que é uma coisa pra gente tratar dentro do nosso próprio coração. Transbordar sobre os outros do amor de Deus é algo que eu acho que deveria ser muito mais natural do que a gente imagina. Deixa eu usar um exemplo simples. Você vai num restaurante que é novo e aí você descobre que o atendimento é bom. Já é uma grande vantagem. Um lugar onde você é bem atendido é maravilhoso. Não só foi bem atendido, como a comida era maravilhosa, né? O Roster fez a propaganda da Dulce aqui. Depois todo mundo vai ficar com vontade aqui, né? Dulce, depois vai ter que preparar para todo mundo. Mas a comida é maravilhosa. Então, bom atendimento, comida maravilhosa. Aí chega a conta, você vai pagar, é barato, praticamente de graça. Você sai daquele restaurante, a primeira coisa que você quer fazer é contar para todo mundo a experiência que você teve. Você quer contar eh o quão foi maravilhosa a comida, o quão você foi bem atendido? Você quer contar que foi barato? É engraçado como a gente não tem a mesma eficácia ou a mesma disposição para transbordar da mesma coisa que pode impactar a pessoa de tal maneira que não só traga significado para ela na história, mas que ecoará na eternidade. Então, quando eu começo a pensar que às vezes a gente tem dificuldade com isso sobre a nossa omissão de compartilhar o evangelho, talvez isso trate muito mais o nosso coração. E o que Deus precisa tratar com a gente é essa questão de será que a nossa motivação é algum tipo de egoísmo? Será que a nossa motivação por não compartilhar o evangelho é o medo do que as pessoas vão pensar de nós? E se é esse o medo, parece que a gente tá com um equívoco aqui, porque aquilo que define a nossa identidade não é o que a pessoa pensa, não que é o que os outros dizem, é aquilo que nós fomos feitos em Cristo Jesus. Então, sinceramente, pastor Angelo, eu não consigo encontrar um subterfúgio que sequer que seja, que nos dê a possibilidade de dizer: "Ah, mas eu não, então não vou evangelizar". Eu acho que tudo que a gente vive a partir da experiência que a gente tem com Cristo, uma vez que nos tornamos novas criaturas, ela nos leva a poder viver aquele que é o ministério que nos foi concedido, segundo o apóstolo Paulo, que é o ministério da reconciliação. Muito bom. Muito bom. >> Pode, >> posso ter uma parte então aqui? Pode, meu irmão. meu irmão. >> Eh, e eu fico às vezes assim, talvez eh chocado com a maneira como nós cristãos enxergamos a nossa relação com Deus como se fosse uma relação eh de castigo. >> Aham. >> De punição, né? Como se eu tenho que fazer, senão ele vai me castigar, né? eh uma obrigação, uma imposição. Eh, Eh, esse tipo de relação era a que a gente tinha quando a gente era escravo do diabo, escravo do pecado. Essa era a punição, essa era maneira. Mas com Deus é uma insistência constante dele em nos alcançar pelo amor e o amor dele nos constrange. Essa é a maneira como Paulo descreve a relação. Então, a gente que é amado por Deus a partir da cruz, a gente tem, na verdade, é um constrangimento. Como eu vou ficar calado? calado? Como eu não vou honrar a quem me tem amado tanto? Os moráve eles eles tinham um lema, né, que foi adotado depois que que aconteceu uma série de coisas lá, que era que o cordeiro receba a recompensa pelo seu sacrifício. Essa é uma relação que eu acho que tem muito mais a ver com o verdadeiro cristianismo. É uma relação de amor. E eu amo porque ele me amou primeiro, né? Eh, eu quero fazê-lo conhecido porque ele é tudo ele, né? Acho que o pastor Rodrigo tava tentando explicar isso, né? falando ali do restaurante da eh isso como eh mas eu entendo a pergunta porque muita gente permanece num tipo de relação que eh tenta condicionar a relação com Deus como se fosse aquela antiga relação que ele viveu, aquele tipo de julgo, de escravidão, de peso, de e de e eh acredito eu que à medida que Deus vai nos conquistar estando pelo próprio agir dele em nós através de outros também, essa relação vai vai mudando. Tem que mudar porque é pela graça, não é? Então tem que mudar. Amém, pastor. Obrigado. Vamos para nosso nosso tempo já está terminando. Então, para a penúltima pergunta, vou começar com o reverendo Emílio. Eh, nós batizamos as crianças, né, porque são filhos da aliança. Eh, Eh, aqui fala que as crianças não compreendem o evangelho. Se um recém-nascido morre sendo filho de crente, ele está salvo? >> Eu creio que sim. Eu creio que essa é a nossa visão conf dos que os filhos de dos crentes são pertencer ao Senhor. E numa situação dessa eu não tenho nenhum problema em confortar os pais dessa maneira. Bem, e o senhor reverendo Maurício, >> bom, eu vou numa direção um pouquinho diferente do Emílio, assim, eu não acho que temos como afirmar absolutamente essa salvação, já que Rebeca e Isaque eram pais crentes e um de seus filhos, mesmo recém-nascidos, tinha sido rejeitado. Porém, acho que essa tem que ser a atitude do pai crente, confiar na promessa do Senhor. Eu acho que o pai crente deve batizar seu filho na na fé de que ele é um filho da promessa. Eu só não tô fazendo um coro com o Emílio totalmente assim, porque não acredito que dê para fazer uma afirmação contundente, mas acho que a fé da aliança é suficiente para trazer conforto à sua família se o seu filho morrer, eh, recém-nascido, ou ainda mesmo ali os primeiros anos de você confiar na na declaração. bíblica de que ele é Deus nosso e de nossos filhos, né? Então, é só para entender, só não tô conseguindo fazer uma afirmação contundente de que há uma absoluta certeza. Pero, porém, a fé na aliança, eu confirmo. >> Sim, Emílio foi contundente, você foi, não tenho como dizer, mas eh ser contundente, mas creio. >> Acho que o o pai crente deve crer, deve descansar no Senhor, na promessa do Senhor. Agora, uma coisa se acrescentar aqui nessa pergunta, eu não sei se tá na mente da pessoa que a fez, eh, essa salvação do infante que morre na infância, eh, se dá por causa do batismo? Se dá porque ela não tem pecado, reverendo sábio >> até tá desligado, >> desligado, >> tava até desligado aqui o o microfone. Eh, de maneira nenhuma o batismo não salva. Nós não cremos que o batismo salva. Eh, nós batizamos a a criança, eh, na fé dos pais e no compromisso que eles assumem de criar aquela criança na aliança, na relação com Deus. E a partir disso chegará o momento oportuno da daquela criança, uma vez já com entendimento, ela mesma confessar sua fé no Senhor. Então o batismo infantil para nós eh a gente assumindo, a gente eu falo os pais assumindo a relação com Deus e a criação dos filhos. Agora, um filho que ainda não teve eh o seu entendimento e tá sendo criado dentro dessa aliança, eu não teria dificuldade feito o pastor Emílio, não, de dizer que sim, ele ele é salvo, né? Eu eu diria isso para um para um pai e para uma mãe com muita tranquilidade na minha consciência, né? >> Mas não por causa do batismo, tá? Mas pastor Ângelo tava parecendo que tava naqueles exames assim de presbitério, sabe? Perguntando pro rapaz assim a coisa, eu vi ele, ele virou pastor sábio, não parecia que tava no presbitério, deu até medo. >> Eu sinto um trauma na vida do irmão, >> mas o senhor também concorda >> de maneira contundente. >> Sim, sim, sim. É graça, né? É graça de Deus. Agora pra gente encerrar, irmãos, já estamos nos últimos momentos. Ontem nós perguntamos eh sobre indicação de livros e hoje eu queria que vocês compartilhassem um uma frase, uma citação ou um versículo bíblico que vocês levam na vida de vocês, que impactaram a vida de vocês de uma maneira positiva. Vocês poderiam compartilhar. Vou começar aqui com o Rodrigo, depois severando Sávio, depois e fechando com o Emílio. Podemos >> ah, eu sei que vai parecer clichê de presbiteriano falar que Efésios 2 é versículo que a gente vai, né, trazer, mas para mim essa coisa de eh que nós eh somos salvos pela graça, né, nós que estávamos mortos em nossos delitos e pecados, é algo que de fato move a minha compreensão, a minha vida e meu entendimento. Então, eu acho que eh eu vou caminhar nessa direção. Para mim, a fase a frase que eu falei aqui dos moráveis, que o cordeiro receba a recompensa pelo seu sacrifício. Primeira Coríntios 9:27. Mas eu esmorro o meu corpo, eu reduzo a escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo ser desqualificado. >> Amém. Aleluia. >> Eu vou num trechinho do Salmo 23. Bondade e misericórdia me seguirão. Eu sempre penso numa escolta armada, sabe? Assim, Assim, >> você tá andando pelo vale, vz aqui, ó, na escolta armada aqui. Bondade de um lado, misericórdia, porque se não fosse isso, não iria a lugar nenhum. >> Amém. >> Tudo que fazemos é pelo Senhor. >> Aleluia. >> Amém. Amados irmãos, espero >> Amém, diria o reverendo Rost se estivesse aqui. Amém. E amém. Espero que todos tenham aproveitado esse momento. Ficamos aqui com algumas perguntas. Vocês interagiram. Quem sabe teremos outros momentos nas próximas conferências. Queremos agradecer aqui os pastores que bondosamente estiveram aqui conosco. Deus continue abençoando a vida dos amados irmãos. Agora são 4 horas, temos o intervalo e logo a seguir nós vamos para o nosso culto da tarde. Que Deus abençoe todos. por favor, tem um pequeno lembrete para nos dar. Vem aqui, pastor. O senhor já >> amados irmãos, o anjo do Senhor acampa a redor daqueles que o temem e os livra. Amém. >> Amém. >> Você crê nessa verdade? >> Amém. Então, preste bastante atenção. Nós temos uma câmera ali. Nós temos uma câmera aqui e uma câmera ali. Nós vamos agora adorar o Senhor. E o culto está sendo transmitido. A diferença é que vai ter uma câmera voando aqui. Ela vai estar passando aqui sobre nós. Eh, é o espírito da Copa do Mundo, irmãos. É aquela câmera que passa. Então, nós pedimos aos irmãos, primeira questão, evitem de sair agora. Primeiro, evitem de sair, de transitar. Segundo, quando a câmera começar a passar, eh, evitem de olhar para a câmera, OK? É uma das primeiras lições de teatro que nós aprendemos na vida. Evitem de olhar para a câmera, OK? Terceiro, creiam, creiam, creiam em Deus. Quarto, o Alex trabalha com drone já há algum tempo, então vamos confiar que o nosso irmão sabe o que está fazendo, >> tá bom? Já houve um teste ontem. Ontem fizemos aqui um teste, então, oi. oi. >> Tinha algumas, mas veja, irmãos, atenção. O drone vai entrar por aquela porta, ele vai vir até ali, depois vai estar ali e vai fazer um movimento final para sair. OK? Então, nesse tempo, tenham atenção ao louvor. >> Amém. >> A adoração. Amém, irmãos. >> Não se distraiam por nada, nem para a direita e nem para a esquerda, mas fiquem firmes no autor e consumador da vossa fé. Amém. >> Amém. >> Vamos louvar o Senhor. Amém. Cantar a ele. Cantai ao Senhor um cântico novo. Cantai ao Senhor. Todas as terras cantai ao Senhor. Bendizei o seu nome, proclamai a sua salvação. Anunciai entre as nações as suas obras e entre todos os povos as suas maravilhas. Que grande é o Senhor e muito digno de ser louvado, mais temível do que falsos deuses. Glória e majestade estão diante dele. Força e formosura no seu santuário. Glória e majestade estão diante dele. Como no seu santuário. Início. Cantai ao Senhor um cântico novo. Cantai ao Senhor. Todas as terras cantai ao Senhor. Bendizei o seu nome. Aclamai a sua salvação. Anunciai entre as nações as suas obras e entre todos os povos as suas maravilhas. Que grande é o Senhor de ser louvado, mais temível do que falsos dees. Glória e majestade estão diante dele. Força e formosura no seu santuário. Glória e majestade estão diante dele. Força e como se se ele glória e majestade estão diante deles. Vamos Vamos no céu. Mais uma vez glória e majestade estão diante dele. Força e formosura do seu santuário. Quantos disseram hoje pela manhã, depois da ministração do reverendo Hoster: "Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim". Essa canção que a gente vai cantar é mais uma vez a gente se oferecendo ao Senhor para sermos os trabalhadores, aqueles a quem ele chamou para servi-lo seguindo o modelo de Jesus. Vamos declarar isso. Todas as cidades, povoados e aldeias, percorria Jesus pregando o evangelho, ensinando e curando para seguir a Jesus, vendo as multidões cheio de compaixão. A seara é grande demais. Todas as cidades, povoados e aldeias percorreremos pregando o evangelho, ensinando e curando, prosseguiremos. Graças, Senhor. Nós somos igreja. >> Somos igreja, os trabalhadores. Somos seu povo, Jesus. Somos seus pés. Andando em toda parte, somos tuas mãos. Curando e abençoando. Somos teus olhos. Olhos à procura dos aflitos. aflitos. Somos tua boca proclamando o reino de Deus. Vamos mais uma vez do início. >> Todas as cidades, povoados e aldeias percorria Jesus pregando o evangelho, ensinando e curando, prosseguia Jesus. Vendo as multidões cheio de compaixão. A seara é grande demais. Todas as cidades, povoados e aldeias recorreremos. Eis-nos aqui, Senhor. Eis-nos aqui, vi-nos. Pregando o evangelho, ensinando e curando, prosseguiremos. Somos igreja, os trabalhadores. Somos teu corpo, Jesus. Somos teus pés andando em toda parte. Somos tuas mãos curando, abençoando. Somos teus olhos à procura dos aflitos. Somos tua boca proclamando o reino de Deus. Nós somos o Senhor. Somos teus pés andando em toda parte. Somos tuas mãos curando, abençoando. Somos teus olhos à procura dos aflitos. Somos tua boca proclamando o reino de Deus. Mais uma vez as vozes. Som os seus pés andando em toda parte. Somos tuas mãos. Senhor Jesus >> abençoado. Os teus olhos. A procura dos aflitos. Somos sua boca proclamando o reino de Jesus. >> Se você puder, com seus olhos fechados, ofereça a sua vida mais uma vez ao Senhor. Ofereça a sua história. Ofereça os seus dons, as suas mãos, os seus pés, os seus olhos. olhos. Somos tua igreja, Senhor. Somos o teu corpo e queremos te servir como o Senhor deseja que o façamos, Pai. Oh, aleluia. Jesus é o centro de tudo o que é. Jesus é o centro de tudo o que há. O início e o fim. Desde a eternidade tudo é sobre Jesus. Jesus é o centro de tudo o que é sem ele é. é. Jesus é o centro de tudo o que há. O início e o fim. Desde a eternidade tudo é sobre Jesus. Jesus nada mais importa. Nada se compara a ti. Jesus, tu és o centro. E quando aponta para ti, Jesus, Jesus é o centro de todo o meu ser. Jesus é o centro de todo o meu ser, meu início, meio e fim. Que eu viva sempre para ti, meu Jesus. >> Jesusada, nada mais importa, >> nada mais, >> nada se compara. para ti nada se para ti, Senhor >> Jesus, tu és o centro e tudo aponta para ti, Jesus Jesus nada mais, nada mais importa, nada se compara a ti. Jesus, tu és oro e tudo aponta para ti, Jesus, que em meu coração Cristo seja o centro e do meu ser. Mostre quem tu és e em meu coração Cristo seja o centro e todo Deus em mim mostre. Levante as suas mãos e declara ele que em meu coração ele Cristo seja ao centro e todo o meu ser. Mostre quem tu és e em meu coração Cristo seja ao centro e todo o meu ser. Mostre quem tu és. Jesus é o centro de sua igreja. >> Jesus é o centro de sua igreja. Dia livará. Como igreja eu vou me encontrar com Jesus. Jesus, Jesus. Nat vem Jesus. Senhor Jesus, Jesus, >> por esse encontro. por esse dia. Jesus que em meu coração Cristo seja o centro e todo o meu ser. Mostre quem tu és e em meu coração Cristo seja o centro e todo o meu ser. Mostre quem tu és. Pai, vem Jesus. Vem Jesus. Na, hora vem, Senhor Jesus. Vem Jesus, vem Jesus. Mara nessa hora. Vem, Senhor Jesus. Mais uma vez a ele. >> Vem Jesus. Vem Jesus. Senhor, vem paraa hora. Vem, Senhor Jesus. Vem Jesus vem Jesus. Para no hora vem, Senhor Jesus. Nós avançamos por esse dia, Senhor. Ajuda-nos, Espírito Santo de Deus, a vivermos enquanto ainda estamos aqui com os nossos olhos e o nosso coração na eternidade, de tal forma que Cristo seja visto em nós, em tudo o que somos, em tudo o que fazemos, em tudo o que dizemos, seja o centro da nossa vida, que possamos viver todos os dias aqui aguardando aguardando esse encontro eterno em nome de Jesus. Amém. Meus queridos, vamos nos sentar em nome de Jesus. pelo menos há pelo menos quatro pilares eh para que nós possamos compreender a importância desse momento que vamos viver agora, que é o momento da pregação da palavra. Primeiro, num culto reformado, a centralidade da palavra é essencial. Cristo está no centro. A palavra do Senhor está no centro. O segundo pilar é a falibilidade do pregador. É falível, homem falível, mas carrega em si a mensagem do evangelho. Por isso, nós precisamos da iluminação do Espírito Santo. Que o Espírito Santo ilumine a sua palavra ao nosso coração e que nós possamos ser ouvintes atentos à aquilo que Jesus deseja falar conosco. para esse momento especial da sua palavra, gostaria de convidar o reverendo Emílio Carófalo, que ele possa ser usado por Deus nessa tarde. Queria pedir a você que fechasse seus olhos e nós possamos orar para que Jesus fale conosco através da vida do nosso querido irmão. Amém. Senhor Deus amado, estamos diante do Senhor pedindo que a tua palavra que não volta vazia, que não erra, possa ser derramada aos nossos corações. Ó Pai, nós sabemos, Senhor, que o Teu filho, o reverendo Emílio, é muito bem preparado, mas não não é a palavra dele, é a palavra do Senhor. Por isso, pedimos que o Senhor, como o Senhor já falou ao seu coração, no preparo desta mensagem, o Senhor possa iluminar esse santo texto aos nossos corações, usando a vida do Teu filho, Senhor. E que a tua igreja seja levada para mais perto do Senhor, ó Pai, e que nós saiamos daqui nesta tarde mais parecidos com Jesus, desafiados e prontos a obedecer a tua palavra. É o que nós oramos em nome de Jesus. Amém. Amém, Amém, >> irmão. Deus te abençoe. Acho que tá. Boa tarde. Quero saudá-los em nome daquele que era, que é e que há de vir. >> Amém. >> Queridos, tá sendo tão bom estar aqui com vocês. Agradeço pelo convite, viu, pastor Pedro? Você me chamou dois anos atrás, né? Mais que isso. E olha a gente aqui. Deu certo. Graças a Deus. Agradeço ao conselho todo e a tantos de vocês que estão me amando e me cuidando tão bem. É bom estar aqui com vocês, servi-los com as escrituras. Trago um abraço da Igreja Presbiteriana Semear lá em Brasília. Quando vocês forem à Brasília, por qualquer razão, num domingo desses, passa lá com a gente, tá? Vamos adorar juntos. Vai ser bom a gente se ver. Pastor, tem uma pergunta. O negócio vai voar durante a mensagem? >> Tá bom. Só para saber, né? Imagina acaba abatendo o negócio em voo, sabe? Jogo a Bíblia assim acerta ele. Que bom, um alívio saber que não teremos voos estranhos durante a mensagem. Eu quero convidá-los a, sem demora, abrirmos nossas Bíblias. Crianças, ajudem os adultos, por favor, a encontrarem a primeira carta de Pedro. Às vezes os adultos demoram que só e vocês crianças são rápidos nisso que eu sei. Então, primeira carta do apóstolo Pedro no capítulo 4, primeira de Pedro 4. Vamos versos 7 a 11. Eu vou ler a partir da Nova Almeida atualizada. Talvez seja um pouquinho diferente do que você tem, o que não é um problema. Você vai conseguir acompanhar, eu tenho certeza. Crianças, posso? Vocês já acharam aí >> tranquilo. Beleza. Então, peço sua atenção e reverência paraa leitura da palavra do Senhor. Assim diz a escritura. O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios para poderem orar. Acima de tudo, porém, tenham muito amor uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. Sejam mutuamente hospitaleiros, sem murmuração. Sirvam uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como encarregados de administrar bem a multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus. Se alguém serve, faça-o na força que Deus lhe dá, para que em todas as coisas Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio para todo sempre. Amém. Vamos orar. Senhor, teu povo está diante de ti com tua palavra. Nós pedimos que o Senhor, com teu Santo Espírito, aplique essa mensagem aos nossos corações, que o Senhor nos transforme à medida que ouvimos. No nome de Jesus. Amém. >> Uma das coisas que eu mais gosto lá da minha Brasília é a quantidade de gente de outros estados que a gente tem. Brasília, você sabe, uma cidade nova, tem aí seus 60 anos, pouquinho mais que isso. E naturalmente tem um monte de gente que veio de tudo que é estado. Eu nunca parei para fazer a conta, mas eu acho que lá na minha igreja deve ter gente de pelo menos uns 18 estados do Brasil. Acho que era uma meta legal, não era? ter pelo menos um de cada estado. E tendo esse esse povo de muito lugar, eh, o Brasiliense é uma mistura de de sotaques e de gostos e de manias e de coisas regionais do Brasil todo. E isso é lindo. E lá em Brasília tem um lugar muito interessante chamado CTG, centro de tradições gaúchas. Já ouvi falar disso. Algumas cidades t um CTG. Lá em Brasília tem um CTG. Que que é o CTG? Que que é isso? É um lugar para os expatriados. Os gaúchos são meio dramáticos às vezes para os expatriados, por assim dizer, para os gaúchos que estão exilados do Rio Grande do Sul, vivendo naquela terra seca de Brasília. Se você entrar no site do CTG, você vai ver os objetivos deles: cultuar e difundir as tradições do Rio Grande do Sul, sua formação socio histórica e cultural e defender e propagar o folclore gaúcho. É um lugar em que a gaúchada se encontra para fazer algumas coisas, para comer a culinária gaúcha. O que que vocês acham que se come lá o tempo todo, hein? >> É, vocês são espertos, isso mesmo. E o que que você acha que eles bebem lá o tempo todo? Não importa o calor, toma o chima. Mas mais do que isso, serve para afiar o sotaque e conversar, como o pessoal de lá conversa, para não perder o sotaque. Tem gente que quando chega lá no CTG tá 40 anos fora do Rio Grande, mas o sotaque aflora na hora que é uma beleza. É muito gostoso. Eu já fui lá num evento, achei muito divertido, ouvi as histórias, o pessoal vestido até com as roupas e e tudo mais. E e eu acho bonita essa ideia, um lugar onde a turma de expatriados se reúne para não perder a origem, para que os seus filhos cresçam conhecendo as histórias do Rio Grande, mesmo quem não nasceu lá. É, eu acho que vocês sabem um pouco sobre isso, não sabem? Vocês brasileiros vivendo numa terra estranha, vocês sabem que tem muito o desejo da gente fazer com que os nossos filhos tenham amor pela terra que não conheceram como vocês conheceram. E vocês ensinam talvez algumas músicas, talvez algo da história, talvez algo das lendas e folclores do país. Ensina a comer pão de queijo, ensina a comer cuscuz, ensina isso, ensina aquilo, porque a gente entende que a gente quer que os nossos filhos saibam de onde vieram, mesmo que não estejam lá. O ponto é que quando você não tá na sua terra, é bem perigoso você começar a esquecer os ideais e as coisas importantes do lugar de onde você veio, algo da sua identidade formativa. Agora, você já pensou que isso se aplica a nós cristãos também? Porque a Bíblia traz uma uma verdade muito séria. Todos nós somos expatriados. A Bíblia é muito clara nisso. Nenhum de nós mora no seu próprio país. Pertencemos a um país que ainda nem visitamos. E a Bíblia ensina a você que é muito importante que você com frequência, na verdade, no mínimo toda semana, encontre a turma da tua terra futura para aprender as tradições, comer a comida, cantar as músicas, afiar o sotaque, por assim dizer. Hoje eu quero que você pense na igreja como um CTR, um centro de tradições do reino, um centro de tradições de Nova Jerusalém, se você preferir. E você precisa disso, irmão. Você precisa participar do centro de tradições do reino. Porque quando a gente tá andando por esse mundo, seja qual for o país, terreno que você tá participando, você facilmente durante a semana começa a esquecer o sabor da bebida e da comida santa. Você começa a reagir no trânsito, na rua, na farmácia, do mesmo jeito que o pessoal desse mundo aqui faz, desse mundo caído. E a gente precisa que a igreja seja um centro de tradições do reino, não de um jeito exclusivista, tá? onde ninguém é bem-vindo entre nós, a não ser que tenha o mais puro sangue protestante. Não seria contraprodutivo aos próprios objetivos do que a gente faz aqui. Seria nos fecharmos para viver uma vida numa igreja tão gostosinha e quentinha que a vida fica boa aqui dentro e a gente não quer que ninguém que seja de fora venha. Não, hoje eu vou ver com vocês o que Pedro nos ensina e ele vai mostrar pra gente algo muito belo que aqui no Centro de Tradições do Reino a gente pode viver a vida cristã de uma vida tão atraente e diferente daqueles que vivem aqui que as pessoas vão ficar curiosas com a gente e vão querer dar uma bicadinha nesse chimarrão, por assim dizer. vão querer conhecer as músicas, vão querer aprender o sotaque, quem sabe até peçam para se tornarem cidadãos de nossa terra. Hoje veremos com Pedro que o povo do Senhor se veste de Cristo no trato uns para com os outros e a sua igreja é o ambiente onde isso ocorre. Esse é o resumo da mensagem, tá bom, crianças? A igreja é o lugar onde a gente mostra uns pros outros como é viver como cristão e daqui a gente sai contagiando todo mundo. Tem algumas verdades que o apóstolo Pedro nos traz e eu vou falar de uma delas de cada vez. A primeira delas tá aí no verso 7. O crente é alguém que vive de olho no futuro em oração. Olha como ele fala: "O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios para poderem orar". Nós estamos aqui no meio já da carta de Pedro, né? muita coisa que veio antes, uma carta belíssima escrita aos cristãos que estavam espalhados pelo mundo, em grande parte passando por perseguição. Ele tinha acabado de falar muitas coisas belas sobre o amor. Ele falou sobre como isso funciona para com os que estão fora do círculo do povo de Deus. E ele traz aqui algumas consequências de como deve funcionar entre nós. E ele começa dizendo: "Saibam que o fim está próximo. O fim tá vindo. Que fim? Que que vocês acham, criança? o fim do culto, finalmente o pastor vai parar de falar: "Não, não é isso. Isso vai demorar um pouquinho ainda. O fim dessa era, desse período que vai desde a queda de Adão e Eva até o retorno triunfante de Jesus Cristo. A era do mundo caído já vem durando muito tempo, mas felizmente não vai durar para sempre. Tem algumas coisas que quando a gente sabe que vão terminar nos ajudam a focar, não é verdade? Você sabe que tá chegando o fim, você fala: "Opa, agora agora é foco". E o que Pedro tá dizendo é foco, gente. O fim se aproxima. Mas se olha assim, pera aí, Pedro já tem 2000 anos, né? Como assim? Já se aproxima? Como assim? Entenda, o ponto do Novo Testamento aqui em Pedro, em tantos outros livros, é que não falta mais nenhum grande movimento acontecer para que Cristo volte. O que tinha de acontecer já aconteceu. Ele já encarnou, ele já morreu, ele já ressuscitou, ele já subiu aos céus. O próximo passo que pode acontecer a qualquer momento é a volta, o julgamento, a ressurreição e essas coisas todas. Só o Senhor sabe quando é isso. E o ponto é exatamente isso. Você não sabe. Só recebemos o chamado de estarmos atento, porque falta pouco. Agora é hora de foco. E sabe de uma coisa? As nossas orações, como Pedro bem coloca, elas vão mostrar se a gente entende isso ou não. Qual é o tipo de coisa que ocupa o nosso pensamento em relação a nós mesmos e o nosso crescimento em relação a esse alerta que deve soar pela terra? É claro que isso deve guiar as nossas orações. Quem tem em mente que esse mundo vai chegar ao fim, que precisamos estar preparados e levando essa mensagem aos outros, vai buscar orar. Oraremos por mais santidade. Oraremos por esperança. Oraremos para o Senhor nos manter fiéis ao seu chamado, por oportunidades para anunciarmos o a outros o evangelho da salvação. Pediremos por missões, por evangelismo local, por plantação de igreja, pelo treinamento de missionários, de pastores, pelo envio dessas pessoas. Veja, ter entendimento de como a vida anda nos ajuda a focar. A hora tá chegando, gente. Imagina que você tá com a sua família no aeroporto, se preparando para uma viagem legal, seja para ir pro Brasil, seja para ir para alguma outra parte do mundo que você planejou, juntou dinheiro, economizou que só arrumou as férias, bloqueou a agenda, preparou tudo, tá todo mundo ali fazendo hora, sabe como é, né? Se você, como eu, gosta de chegar cedo no aeroporto e fica por lá, vê uma coisinha, vê aquilo, vê isso, vê aquilo, toma um café, um lê um romance policial, o outro procurando tomada para carregar o celular e de repente a funcionária da American Airlines começa a anunciar: "Sejam bem-vindos ao voo 3258 com destino a Guarulhos. Vai começar o embarque. Iniciaremos o procedimento. O grupo um, tem nove grupos, né? Mas o grupo um pode vir já. E aí um dos seus filhos fala para você assim: "Pai, vou dar um passeio, até mais". E e vai indo. O que que você falaria para ele? Não, começou embarque. Você agora não tinha tempo para passear. Agora vem foco. Agora é foco. É isso que Pedro tá dizendo. A tua vida de oração mostra se você entende que agora é hora de foco, crescimento, missão, santidade, adoração. Se nós temos uma mentalidade sóbria acerca do que este mundo de fato é e a nossa relação com ele. E a Bíblia nos chama a isso, irmãos, a focarmos, a focarmos nas nossas orações privadas, por exemplo, nas nossas orações comunitárias em família, na igreja, no centro de tradições do reino, a gente chama uns aos outros a orarmos, a gente incentiva uns aos outros a oração e a gente não deixa que os outros esqueçam o momento em que esse mundo vive. vive. Examine suas orações nos últimos tempos. Elas mostram um coração centrado só em si mesmo, um coração focado em coisas tão aleatórias, um coração que sabe que falta pouco e que tem coisas importantes acontecendo. Por favor, não me entenda errado. Os teus pequenos dramas podem ser levados diante do Senhor. Podem sim. Eles são dignos de oração. Não é tanto o que você tá fazendo, mas talvez o que você esteja deixando de fazer. Você tem orado pelas coisas centrais deste mundo. Talvez você não esteja discernindo bem, como Pedro diz, que agora é foco. Você tem pedido ao Senhor pelos pastores da igreja que o Senhor os mantenha fiéis, que o Senhor os anime, que o Senhor lhes dê boas palavras para trazer a vocês? Vocês têm pedido ao Senhor para que levante mais trabalhadores pra seara? Você tem pedido ao Senhor pelo teu vizinho, pelo teu parente, pelo teu amigo? Você tem pedido ao Senhor por essas coisas importantes? No centro de tradição do reino, a gente incentiva uns aos outros a orar e a gente ora bastante. A gente sabe que a hora é essa. Essa é a primeira verdade. O texto nos traz uma segunda prática do centro de tradições do reino. O crente é alguém que vive amando no amor de Cristo. É o que tá aí no verso 8. Depois da pausa para hidratação. Aqui é mais rápido do que lá. A pausa. Bem, bem rapidinho mesmo. Olha o que o que Pedro ensina. Mais um ensinamento. Ele diz: "Acima de tudo, porém, tenham muito amor uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados". Pedro nos lembra algo muito sério sobre como a gente deve viver aqui. Aqui no centro de tradições do reino ou de tradições neojerusalenses. A gente ama e o amor é uma marca de quem nós somos. Um amor fervente que vai cobrir multidão de ofensas ou de pecados. Um amor profundo. Veja, é possível amar sem ser dos nossos, mas não é possível ser um dos nossos sem amar. é uma marca do centro de tradições do reino. É uma turma que se ama para valer. valer. Por quê? Porque para começar nós somos frutos do amor de Deus derramado na encarnação do seu filho, derramado no sangue purificador da cruz e perdoador de pecados. Um amor que imita o amor de Jesus por nós. Um amor que é um reflexo do amor dele. E especificamente Pedro, Pedro nunca deixa a gente ser abstrato com as coisas. Ele conecta o amor a quê? Perdão, crianças. O que que vocês acham? Uma pessoa que diz pro outro assim: "Ah, eu te amo muito". Mas que nunca perdoa nada que a pessoa faz. Você você acreditaria que essa pessoa ama mesmo? Às vezes os adultos falam essas coisas: "Eu te amo muito". Mas os adultos estão guardando as ofensas, guardadinhas no caderninho assim, ó, a lista de ofensas todas para trazer à medida que a vida avança. O amor que imita o de Jesus Cristo por nós é um reflexo do amor dele. Pedro traz algo lá de Provérbios, o amor cobrir multidão de pecados. O que que significa isso exatamente? Veja, é inevitável que em nossos relacionamentos humanos, inclusive aqui no Centro de Tradições de do Reino, a gente venha a ferir uns aos outros aqui e ali. Aconteceu contigo já? Tenho certeza que não tem um de vocês que não tem uma cicatrizinha de ferida de igreja. Aqui no Centro de Tradições do Reino, às vezes um toma o chimarrão do outro. do outro. Há discussões sobre qual é o ponto certo da carne assada. Os sotaques se parecem, mas nem todo mundo é igual, não. Tem a turma da colônia, a turma da serra, a turma do litoral e a turma da capital. Tem tricolores contraorados. No centro de tradições gaúchas já tem essas diferenças. Aqui entre nós ainda mais. E é inevitável que no nosso convívio situações surgirão que precisarão de tratamento e reparação. Algumas coisas graves acontecem, a gente precisa tratar. Mas sabe que nem sempre precisa. precisa. Tem muitas e muitas coisas que ah, o amor cobre. Como assim? A vida cristã será cheia de tensões até entre nós cristãos. Não se iluda. Você que tá chegando na igreja recentemente, talvez você tenha uma noção de que aqui no Centro de Tradições do Reino a gente só se dá bem, a gente nunca se desentende. Não é assim, tá? Não é assim. Mas a gente tem o compromisso de tratar essas coisas com amor. Em algumas dessas, o amor vai cobrir. Uma marca de ser gente do nosso reino é que somos um povo que ama e perdoa, porque somos parecidos com o nosso Senhor. Senhor. Se formos uma comunidade porco espinho, em que todo mundo vive se espetando, não vai andar bem, né? E quem de fora vai querer ser parte da gente? Mas o o amor cobre multidão de pecados. O Senhor Deus nos perdoou em Cristo, em seu amor, e devemos ser um povo marcado por isso. Gente que trata o pecado, que leva o pecado a sério, mas que tem a disposição de amar e reconciliar. Às vezes, quando alguém ofende a gente, a gente acha até bom. Já viu isso? A pessoa te ofende, você fala: "Opa, legal, me deu uma arma para usar contra ela no futuro ah, um dia isso vai voltar. Um dia você vai voltar vingança, vai voltar geladinha. Tem gente que gosta de ser ofendido porque vai ter algo contra. Não, nós somos um povo que trata o pecado e que tem disposição e intencionalidade em reconciliar. Ao mesmo tempo, nós não somos gente que anda cobrando cada centavo disso que Pedro tá falando. Somos gente que vive pelo amor e a comunhão e que quando a dividida é forte e não dá para deixar quieto, a gente conversa. Mas a gente se ama tanto que muitas coisas a gente não precisa nem tratar. A gente ama. Já viu as crianças, priminhos, irmãozinhos brincando às vezes como é? Às vezes sai faísca, não sai crianças quando vocês estão brincando. Às vezes estão lá vocês com seus irmãos, vocês com seus primos e é briga e mãe, eu nunca mais quero brincar com meu primo. Ele pegou meu não sei quê e não sei quê. Aquela briga. Quanto tempo leva essa briga? O amor entre os primos ou os irmãos é tão forte que teve a ofensa, mas o amor cobriu. Às vezes só um pedido de desculpa simples, eu só daqui a pouco quer jogar bola de novo, quer brincar. J Adams explica assim: É apenas com aqueles pecados que lançam faíscas é que se deve lidar pelos processos de Lucas 17, Mateus 18. As ofensas que quebram a comunhão e levam uma condição irreconciliável requerem perdão. Caso contrário, simplesmente aprendemos a ignorar uma multidão de ofensas contra nós. Reconhecendo que todos somos pecadores e plenos de reconhecimento, precisamos agradecer aos outros por cobrirem os nossos pecados. Também o amor aqui no centro de tradições do reino, o amor apaga incêndios ao invés de jogar gasolina. Que tipo de pessoa você quer ser? O An Gruden explica assim: Seu amor transborda em uma comunhão de cristãos, muitas pequenas ofensas e até algumas grandes são facilmente esquecidas. Mas onde falta amor, cada palavra é vista com suspeita. Cada ato é passível de incompreensão e sobram conflitos para perfeita satisfação de Satanás. Ele tá certo, não tá? Quando você tá num ambiente em que você suspeita das pessoas, da intenção, do objetivo, de como elas te querem ou não querem, tudo é suspeita. Por que que fulano falou aquilo? Aquela resposta no grupo de WhatsApp da igreja. Por que que ele disse isso? Sei não, hein? É ruim viver assim, não é? Mas quando você vive numa comunidade em que facilmente se percebe, essa turma me ama, quando surgiu uma palavra meio atravessada, você não vai assumir o pior, vai não. Você já andou junto com essa pessoa tanto? Você já comeu tanto pão com ela? Você já serviu na conferência? Você já fez 1 milhão de coisas juntos? Ela só deve est tendo mal dia, né? Não vou nem falar nada. O amor vai cobrindo. É que nem numa família mesmo. Tem algumas coisas que a gente precisa parar e conversar. Marido, esposa, pais e filhos. A gente precisa conversar isso aqui. Mas tem muitas coisas que a gente só cobre. E eu te pergunto, no que você prefere viver numa comunidade em que cada centavo é cobrado? E vivemos em desconfiança de onde vai vir a próxima ofensa? Ou numa casa em que a gente se ama tanto, que a gente vai se esforçar para não ofender. Mas a grande maioria das nossas chateações, sabe? O amor vai cobrir facinho. Qual você prefere? E mais, para quem não pertence ao nosso reino, reino, não é algo muito diferente do que tem aí fora, não é algo que é atraente, não é algo que as pessoas vão olhar e falar: "Uau, deve ser bom ser desse país aí de vocês, vocês se amam mesmo. Deve ser uma delícia." No centro de tradições do reino, nós amamos como Cristo nos amou e temos total disposição de perdoar aqueles que nos ofendem. Tem mais. Pedro fala uma outra característica aqui da turma do reino. Ele fala que o crente é aquele que é hospitaleiro e disposto a cuidar de quem é diferente. Tá aí no verso 9. Olha comigo, crianças. Achem aí o verso 9 para vocês verem. Sejam mutuamente hospitaleiros. E aí Pedro coloca um detalhe, né? Mas sem ficar reclamando. Pedro conhece a gente, cara. Pedro sabe que às vezes a gente é hospitaleiro, mas reclama o tempo todo, não é? Pedro traz um assunto muito importante, o da hospitalidade. Paulo fala desse mesmo assunto lá em Romanos. Mas talvez você pense nessa palavra hospitalidade de uma forma que não seja toda a extensão do termo original. O que você tá pensando tá certo, mas é mais do que isso. No que que você pensa quando considera hospitalidade? A pessoa que recebe os outros em casa, certo? Recebe, alimenta, recebe bem. Cuida, faz com que você se sinta à vontade. Eu mesmo tô experimentando a maravilhosa hospitalidade de uma família aqui da igreja. O Maurício, a Raía, o Lu, a Lila e a Raíça estão cuidando muito bem de mim. Isso é hospitalidade e é ótimo que isso exista, graças a Deus. Por isso é muito bom no centro de tradições do reino ter gente disposta a quebrar gelo, quebrar barreiras, a envolver quem tá chegando, a fazer os outros se sentirem à vontade. Mas o mandamento é ainda mais amplo do que isso, irmãos. Como assim, pastor? Você já ouviu a palavra xenofobia? Conhece a palavra xenofobia? O que que significa? medo ou ódio por estrangeiros. A palavra que Paulo usa aqui é filochenoi. Amor por estrangeiros, amor por gente que não é dos nossos. É um amante de estranhos, não somente de quem é dos nossos. Isso não pode passar despercebido. Por vezes nós somos hospitaleiros com o pessoal da nossa panelinha. Por vezes nós somos prontos a conversar, a receber, a amar, a tratar bem a nossa galerinha, galerinha, mas precisa ser muito mais do que isso. O centro de tradições do reino não vai ser um lugar que os visitantes vão desejar visitar novamente se eles não forem amados, se eles não forem recebidos. Talvez venham, olhem pra gente, admirem quem nós somos e se vão. e se vão. Pensem que nunca terão espaço entre nós, não serão, não se sentirão convidados a participar. Nos tempos antigos, onde a época que Pedro escrevia, não tinha toda a estrutura que nós temos hoje para viagantes. Tem hoje? Se você quiser fazer uma viagem de carro aí pelo país, você não precisa planejar muito, precisa. Você vai indo, qualquer momento, você acha um Hampton, um quality in, alguma coisa assim. Você vai encosta, tem hospedagem em todo lugar para você, certo? Nessa época não. Nessa época havia algum tipo de hospedaria, mas não era exatamente como nossos hotéis. Mesmo essas hospedarias eram precárias e perigosas. Então, estrangeiros viajando pelo mundo da Roma antiga, chegavam numa cidade estranha, eles muitas vezes estavam em perigo. Mas os crentes em particular, eles sabiam o quê? Que eles podiam procurar outros crentes naquela cidade e seriam protegidos, seriam cuidados. Aliás, é uma das melhores coisas quando a gente mora em outro país, é a gente fazer o quê? Encontrar uma igreja. Porque você sabe que tem uma turma que vai te amar, mesmo você não sendo muito conhecido, mesmo você não sabendo quem são. são. Para nós que nos chamamos de irmãos, isso é uma grande fonte de segurança. Estamos em uma terra estranha, nesse mundo caído, mas nós temos que contar com essa segurança e hospitalidade uns dos outros. Aqui no centro de tradições do reino, nós estamos dispostos a cuidar inclusive de quem não é da nossa panelinha, inclusive de quem não é do nosso círculo íntimo. Porque cuidar do círculo íntimo qualquer descrente faz, tá? Mas cuidar de quem não tem afinidade, cuidar de quem é bem diferente, cuidar de quem a gente não tem liberdade, isso é coisa de cristão, isso é coisa do reino. O crente deve ser alguém que gosta de cuidar de quem não é do seu círculo íntimo. Sim, entendo. Há uma questão de dons de Deus. Alguns são muito bons nisso, alguns gostam, tem muito jeito para isso, mas estar atentos a isso é algo que cabe a todos nós. Pastor Éber Campos Júnior diz assim: "Pense nessa aplicação que está intimamente ligada ao estrangeiro. A prática da hospitalidade nos dias de Pedro era especialmente importante? A hospitalidade era conceder uma experiência mais aconchegante e menos perigosa a um viajante. A lição de Primeira Pedro é para cristãos de todas as épocas. A ordenança petrina é que a prática seja mútua entre cristãos. Não se trata apenas da pessoa que gosta de ter a casa cheia e algumas pessoas são assim. Pedro tá falando da identidade cristã, pastor Éber explica. Porque hospitalidade é mais do que um compartilhar dos recursos materiais. envolve identificação e apoio mútuo a quem tá na mesma situação de estrangeiro. Em outras palavras, você é hospitaleiro quando você supre um irmão e o encoraja a viver como um forasteiro nesse mundo por causa de Jesus. Sim, eu sei que é difícil, por isso mesmo Pedro já fala, não é ficar reclamando, hein? sem murmuração. Queridos, ninguém aqui na igreja, ninguém no centro de tradições do reino está autorizado a achar ruim que tem gente nova chegando. Às vezes a nossa igreja começa a ficar tão gostosa de viver que a gente não quer que chegue mais ninguém. A gente fala assim: "O grupinho tá tão bom, tá tão gostoso aqui, as mulheres, o grupo das amigas, o grupo dos homens, o grupo dos jovens, das crianças". Crianças, por exemplo, quando chegam crianças novas aqui na igreja, vocês chamam para brincar, para participar com vocês? Ou vocês ficam assim: "E aquele menino é esquisito? Aquela menina eu não quero". Não, a gente tem que ser assim, hospitaleiro. A gente tem que receber as pessoas. pessoas. Na igreja a gente tem que buscar estratégias disso. Cada igreja tem as suas estratégias. Não tem uma regra única. Algumas igrejas pedem para ficar de pé, outras têm uma mesinha de recepção de visitantes. O fato é, nós queremos queremos receber os estrangeiros, os diferentes, mesmo gente que seja muito diferente da gente, tá? gente, tá? Às vezes a gente tá disposto a receber se for pessoal que parece com a gente. Antigamente o pessoal falava assim: "E se chegar na sua igreja aquela pessoa toda tatuada?" Não sei que não usavam esse exemplo antigamente, hoje parou, né? Porque meio que todo mundo tem tatuagem. E eu inclusive outro dia eu fui pregar num num salão de tatuagem que é uma igreja, é as duas coisas, é salão de tatuagem de segunda a sábado e igreja no domingo. E o dono é o pastor e é a igreja reformada, tá? Aí eu cheguei lá para pregar. Eu era a única pessoa que não tinha tatuagens. Eu quase que falei assim: "Pastor, faz uma rapidão aqui, faz aí um dinossauro, alguma coisa aí legal, sei lá". Eu tava me sentindo totalmente deslocado, sabe? Tipo assim, eu aqui de pele lisa, cara. Eu falei, gente, mas eles foram hospitaleiros com o pele lisa aqui. Mesmo eu tando, não tendo uma tintazinha no meu corpo, eu fui bem amado e fui tão hospitaleiro. Amei tanto pregar para aquela turma. Qual é a nossa disposição de receber os que chegam aqui no centro de tradição? Porque veja, quando eu fui lá no Centro de Tradições Gaúchas, eu fui muito bem recebido, mesmo sendo um paulista que morava em Brasília. Ah, mas eu não sei. Logo já tava falando com sotaque, que nem eles também. Fui pegando o sotaque, é muito legal. Fui pegando, fui, fui super bem incluído, porque eles amam tanto a cultura deles que eles queriam espalhar. Não queriam guardar para si, queriam espalhar. E a gente, a gente quer guardar pra gente ou a gente quer que quem chega aqui fique com vontade de ser parte disso aqui? O cristão é hospitaleiro. Ele recebe o estrangeiro. Ele recebe o estranho, o diferente. O que não pertence, o que não tem lugar, o que não se vê confortável no nosso meio. A gente se esforça para ele ficar. Temos uma quarta característica aqui do centro de tradições do reino. Aqui no reino, nós servimos com o que Deus colocou nas nossas mãos pra glória de Cristo. Olha como ele traz isso nos versos 10 em diante. Sirvam uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como encarregados de administrar bem a multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus. Se alguém serve, faça-o na força que Deus lhe dá, para que em todas as coisas Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio para todo sempre. Amém. Na multiforme graça do Senhor Deus, ele nos deu capacidades diferentes. Ele quis fazer assim. Não gostou? reclame com a direção. Foi plano dele. Ele nos fez intencionalmente diferentes para que fosse necessário a gente andar juntos. Você já viu? Eu não sei se vocês gostam, aqui lá no Brasil a turma adora aqueles programas de reforma de casa, tipo irmãos à obra, esse tipo de coisa. Vocês gostam? Tem uns fãs aí, né? É muito legal. O cara chega assim, tem uma casa horrorosa e aí você tem $.000 para em 24 horas deixar essa casa linda. Aí começa um trabalho de demolição. A confusão derruba parede, muda móvel, arranca tapete, muda o teto. Aquela confusão. 24 horas, tã, ficou linda, irmãos. A obra arrumaram um negócio. Pensa na igreja como algo assim. Nós estamos na nosso nosso negócio é reforma. A gente tá trabalhando em vidas e todas as vidas aqui precisam ser trabalhadas. Alguns tm que arrancar o carpete, outros têm que mudar a porta, uns têm que mudar a decoração, por assim dizer, mas todos precisam de obra. Agora imagina que Deus fala: "Para isso vocês vão trabalhar juntos e eu vou garantir que vocês vão trabalhar juntos". Sabe como? Aqui a caixa de ferramenta, homens, vocês têm uma caixona de ferramenta em casa? Alguns de vocês devem ter, né? A minha não é muito boa. Eu ten basicamente dois martelos. Não sei como chegou o segundo. Umas cinco chaves de fenda, mas três são iguais. E enfim, aquela minha caixa é meio inútil, mas imagino que alguns de vocês têm uma caixa sensacional. Imagina que o Senhor Jesus pega a caixa e fala assim: "Eu não vou dar a caixa na mão de ninguém, Rodrigo, o martelo é seu, pastor Pedro, a trena é sua, sabe? A trena para medir aí para você lá atrás, eu vou entregar a bolha, sabe? A bolha só aquele negocinho que você pega assim, só para ver se tá, se o quadro tá inclinado certinho. Só bolha para você. Quem quer o serrote? Alguém quer serrote? Ninguém quer o serrote. Serrote. Pronto. Serrote. Vai ali. O saco de pregos. Crianças. Quem que criança quer? O saco não. Criança não, pastor. Tá bom. Um adulto com saco de prego. Melhor distribui essas coisas. E eu falo aí o senhor fala: "Então, mãos, a obra. Se o dono do serrote não vier, >> vai ser difícil serrar com a chave de fenda e com o martelo, não vai? A gente vai ficar dando martelada, tentando rachar, não vai cortar certinho. Se o dono da bolha falar assim: "Ah, mas eu só tenho a bolha, queria o serrote, queria tocar o terror lá serrando, vou ficar." Se você não for, os quadros vão ficar tortos, não vai ficar tão bonito, porque a gente acha que no olho fica bom, né? Aí chega uma mulher e fala assim: "Tá torto". Você falou assim: "Não tá não. Tá torto não tá. Põe a bolha. Ah, a bolha. E se o da trena não vier, a gente vai ficar lá fazendo aquelas medidas de palmos, né, assim, seis palmos, mas o palmo de quem? Cada palmo é diferente. E essa loucura você percebe que que a gente precisa de todas as ferramentas e o Senhor não deu a caixa para ninguém. É isso que Paulo fala lá em Efésios, que ele distribuiu dons diferentes e que todos trabalham juntos para edificação do corpo. Quem não participa deixa de crescer e prejudica o crescimento dos outros. outros. De novo, quem não participa no serviço do povo do Senhor deixa de crescer porque não tem as ferramentas alheias trabalhando nele. Mas não é só ele que sofre. Os irmãos também sofrem porque a ferramenta que tá na mão dele não vai ser utilizada. No centro de tradições do reino a gente bota as ferramentas para trabalhar. >> Esse é um assunto muito belo. Paulo trata disso em Efésios. Mas o fato, queridos, é que nós precisamos servir como bons despenseiros essa graça do Senhor que é multiforme, que é belíssima. belíssima. Ó, pensa nisso. Deus tem um reservatório de bênçãos, de graça, de coisas para nossa edificação, nosso consolo, nossa alegria, crescimento, mas ele nos dá essas coisas em geral através dos nossos irmãos. Talvez você não entenda isso. Às vezes a gente fala assim: "Senhor, eu consola meu coração quanto essa coisa". E o Senhor pode consolar você diretamente? Pode. Aconteceu com todos nós já na leitura bíblica, na oração, num louvor. Mas muitas e muitas vezes o instrumento que Deus quer usar para consolar o teu coração é o quê? É um irmão bom e atento, uma irmã atenta. atenta. Por vezes Deus nos ensina diretamente lendo a palavra dele. Sim, mas em geral ele utiliza o quê? Os ministros da palavra dele, treinados, preparados, comissionados, ordenados para te ensinar e te alimentar com a palavra. palavra. Por vezes Deus nos socorre nas nossas aflições diretamente, no nosso pneu furado, no nosso cano estourado, no nosso pé quebrado. Às vezes o Senhor resolve diretamente, mas em geral como que ele resolve? Por meio do serviço múto dos irmãos. Aqui no Centro de Tradições do Reino, nós não temos direito de negar ajuda. Quem é bom de churrasco precisa ajudar e treinar a nova geração. Quem é bom de tocar lá a sanfona precisa ensinar a próxima geração. Todos nós temos que pôr as nossas ferramentas em jogo. >> E Pedro traz dois exemplos específicos. Ele fala daquele que fala. Aquele que fala, ele dá uma explicação. Fale os oráculos do Senhor. Ou seja, fale a palavra de Deus. Quem tem acesso a falar diante do povo, seja num púlpito pregando, seja numa aula de escola dominical, seja numa salinha de crianças, seja num estudo bíblico dos jovens, dos homens, o que for, tua responsabilidade é falar a palavra do Senhor. Ah, que legal. Tenho acesso ao púlpito, vou expor as minhas opiniões políticas, filosóficas, ideológicas, futebolísticas. Não, querido, não. Você é servo da palavra. É a palavra de Deus que a gente traz. Nós pastores temos essa obrigação e vocês, enquanto nós estivermos ensinando a palavra de Deus tem obrigação de se submeterem à palavra de Deus, não a nós, mas a palavra do Senhor. Talvez alguns de vocês aqui anseiem por esse espaço. Alguns de vocês sonhem pela com o ministério da palavra, com serem missionários ou tantas outras formas disso. Nunca se esqueça que você é chamado. Se você receber essa ferramenta do Senhor, é para usar conforme ele manda. Aí ele traz mais uma, mais um exemplo. Ele fala: "Aquele que serve, se alguém serve aí na segunda metade do verso 11, pode ser uma referência aos diáconos, pode, talvez seja mais amplo do que isso. Seja como for, todos os que estão na força do Senhor, buscando servir a família da fé, devem fazer na força do Senhor. Sempre na força do Senhor. Porque como é cansativo servir, não é? Todos vocês têm vidas ocupadas, trabalho, estudo, família, jardim, um monte de coisa para fazer e ainda tem o serviço na igreja, não tem? Fazer uma conferência de três, qu dias é cansativo. Já, já organizei algumas também, sei bem. Cozinhar, cuidar, som, gravação, imagem imagem é canseira. Servir cancer. Ainda mais quando são serviços que não tem muito reconhecimento das pessoas, não são? Lá no Centro de Tradições Gaúcha, todo mundo agradece a quem assa a carne, mas poucos agradecem quem lavou os espetos, não é? Sei que vários de vocês aqui são lavadores de espetos. Vocês não aparecem que nem nós pastores aparecemos. A gente tá aqui na frente, a gente prega e tal. Olha lá o Emílio lá na frente. Vários de vocês estão servindo com tanto ou mais afinco do que a gente, mas ninguém parece tá vendo. Vai na força do Senhor e saiba que ele vê. vê. Vai na força do Senhor e saiba que ele ele vê. E esse serviço, seja você quem tá servindo com a coisa mais simples, seja você quem tá falando, você faz isso conforme o próprio texto nos fala, para que em todas as coisas Deus seja glorificado. Não é pra gente ficar famoso, não é pra gente ficar reconhecido, é para Deus ser glorificado em Jesus Cristo. O trecho termina com essa doxologia e como alguns autores bem notam, Pedro se refere a Jesus com quem ele andou e comeu e bebeu. Com ele andou a pé saindo do barco. Pedro se refere a ele como alguém cheio de glória e poder para sempre. Pedro tem um claro entendimento de que Jesus, seu amigo, é muito mais do que um humano. Ele é acima de nós. Tudo isso pode ser feito paraa nossa exaltação ou para de Cristo. No centro de tradições do reino. A glória sempre tem que ser de Cristo. >> Não é acerca de nós mesmos, é acerca dele. Porque pode ser que a gente busque ser hospitaleiro para ser amado e não para o amor de Cristo brilhar através de nós. Não pode? Pode ser que a gente ore para que as pessoas se impressionem com a gente. Lá vai uma mulher de oração, um grande homem de oração. Pode ser que a gente seja perdoadores para que as pessoas fiquem em dívida conosco conosco e não porque Jesus é tudo em nós. Pode ser que a gente fale aqui do púlpito ou sirva nos bastidores para sermos amados por meio dessas atividades. E vale entender, final das contas, nosso centro de tradição não serve para que nós sejamos amados. Nós fazemos essas coisas porque já somos amados. É para que as pessoas amem o nosso Senhor e queiram participar da nossa pátria. Nova Jerusalém é o máximo, gente, por causa dele. Jesus é a glória da nova terra. >> Ele é a glória do nosso país e é com ele que a gente deve querer parecer. Se amamos, se somos hospitaleiros, se falamos a palavra de Deus, se servimos na fila da comida, quem deve ser glorificado nisso? o nosso Salvador, porque ele nos serviu, ele nos ensinou, ele nos recebe bem. Nós que éramos estrangeiros, ele nos ama a ponto de dar a sua vida para cobrir a nossa multidão de pecados. No caso dele, não dava para deixar passar, não. Precisava derramar sangue mesmo. mesmo. E ele fez. E ele fez. O povo do Senhor deve se amar alegremente desse jeito, de forma a vivermos uma vida que atraia aqueles que não são da nossa terra e que nos dê uma prévia de quando chegaremos lá. As pessoas em nós assim verão algo do nosso Senhor e nós nos sentiremos na casa verdadeira de onde nunca por onde nunca passamos, mas para onde chegaremos. E aqui nessa terra a saudade aperta sim, mas a gente se encontra toda semana. E aqui a gente canta as canções de Sião, as canções da nossa terra nos preparando para chegar lá. E aqui a gente come a comida e a bebida santa, a gente toma vinho e come pão. E a gente fala uns pros outros, logo: "A gente vai comer com ele." >> Aqui a gente olha para as pessoas quebradas que nem a gente, mas que Jesus tá reformando e a gente fala: "Obrigado, Senhor, por estar me reformando e por me ajudar a reformar os outros também". Aqui a gente aprende o sotaque e nós vamos assim, irmãos, para que em todas as coisas Deus seja glorificado por meio de Jesus, a quem pertence a glória e o domínio para todo sempre. >> Amém. Amém. >> Senhor, louvado seja o teu nome por nos dar a tua igreja esse centro de tradições. Ajuda-nos, Senhor, a a seguirmos essa instrução petrina tão bela, a sermos gente que ora de olho no tempo, a sermos gente que ama e perdoa, a sermos gente que cuida e está atenta e hospitaleira, a sermos gente que serve e serve paraa tua glória, no nome de Jesus. Amém. >> Amém. Senhor os abençoe. >> Obrigado, pastor. Continuando no Centro de Tradições do Reino, certa vez eu fiquei um tempo sem vir à igreja por problemas pessoais. Aí um irmão ligou para mim e falou assim: "Vou chorar, lógico, eu sou chorão para quem não me conhece". e sou chorão. Aí fiquei uns três programas da igreja sem vir por problemas pessoais. Esse irmão ligou para mim e falou assim: "Ô Cacheto, por que que você não tá vindo, cara?" Eu falei: "Ah, uns problemas pessoais aí falou: "Rapaz, você faz parte da família, moço. Você faz parte do corpo. Nós quer ver você aqui. Você talvez seja só o cabelinho do nariz. Não serve para muita coisa não, mas pelo menos filtro alguma coisa que entra. Então é uma ferramenta, não é a ferramenta toda não, mas é uma ferramentinha, né? E continuando, eu quero falar para vocês hoje de quatro ferramentas do dos nossos missionários. Coloca o primeiro aí pra gente. Esse aí é o missionário Tot Sostenis Martins, meu primo com muito orgulho, irmão do Simon que está ali, filho do pastor Walter Graciano Martins, que muitos conhecem. E o Tot, ele tá trabalhando lá na região de Santarém, Pará. O pastor Tot, ele trabalha em cidades ribeirinhas. O principal carro dele lá é um barco. Porque se vocês sabem um pouquinho de história, a hora que a a nuvem fica azul lá no canto alarga tudo, então o carro não passa. Então o principal é meio dele lá é um barco. Então ele trabalha nas regiões ribeirinhas, mas principalmente ali na região de Santarém. Ele está conosco desde setembro de 2025. Esse é um projeto que chama Caminho das Águas. O próximo projeto é o projeto Luz. Muda pra gente aí. Projeto Luz é da missionária Elizabeth Neves. Ela é enfermeira e viu a necessidade de cumprir o ID e começou a trabalhar com os povos quilombos que tem lá. no Espírito Santo. Através da profissão dela, Deus usou ela para estar ministrando o evangelho à aquelas pessoas e também fazendo obras de caridade. Eh, tem um um dos informativos dela que ela tava lecionando a escola dominical e ela percebeu que as crianças eh não tinha comida, não tinha não tomava café porque não tinha condições financeiras. Aí ela começou, além de dar o evangelho, também dar o café da manhã para essas crianças. Então, eh, geralmente nós temos que evangelizar, mas às vezes a gente precisa enfiar a mão no bolso e dar uma comida sólida também. E não somente o o a comida espiritual, mas também às vezes um um um físico também é bom. E o próximo projeto é o projeto Anália. Tá aí esse pastorzão aí, é o pastor Michael Felber, acho que é assim que fala. É assim, assim, Felber. É isso aí. Ele planta a igreja lá na região de São Paulo. Olha só os tipos de ferramenta. Primeira ferramenta, tem um cara lá no meio do mato, parte da selva Amazônia. Depois tem uma missionária lá com trabalhando com com os pobres, com os povos quilombos, né? e eh índios, né, descendentes de índios. E agora tem um cara lá em São Paulo, numa região rica e a principal dificuldade dele pregar para rico. Os caras não querem saber disso, porque dinheiro, né, dinheiro é complicado. Então, se eu tenho dinheiro, eu vou ficar sabendo, querer saber de Jesus para quê? Então, três tipos de ferramenta. E a quarta ferramenta que todos nós estamos cansados de saber é os gideões. Gideões internacionais. que no caso aqui nós estamos ajudando o presbítero Claudem Cunha, que lá na no estado do Espírito Santo que o o esse presbítero é irmão do diácono Daniel que estava aqui na nossa igreja. E todos esses missionários que nós estamos ajudando já desde setembro de 2025. Então, quatro ferramentas diferentes aqui que Deus tá usando para propagar o o reino dele em todas as regiões do mundo. E eu quero incentivar vocês a orarem, orarem sempre, porque Deus fala pra gente colocar tudo nas mãos dele, né? Então, por que que eu não vou orar pros missionários? Temos que orar hoje, de manhã, de tarde, o tempo todo. E eu quero falar de um trabalho que os 11 da igreja estão fazendo. >> Não, eu podia ter colocado uma foto maior, mas tá aqui. A O PH fez esse cartãozinho aqui, tá escrito aqui da porta para fora e aqui atrás era para você escrever para quem que você vai orar. Eu escrevi uma turma aqui que eu participo que eu quero levá-los para Cristo. Isso aqui tá me fazendo orar por esses caras todo dia, porque todo dia eu pego na minha carteira para pagar conta ou para checar alguma coisa. E esse cartãozinho fica aqui para fora assim, ó, que a hora que eu vejo ele aqui, falei: "Opa, vou orar". orar". Talvez seria bom separ o nome de um missionário aqui, dessa igreja, da sua igreja, igreja, do seu filho, do sua mãe, do seu pai e orar sempre, orar sem cessar. Amém. >> E para terminar, o missionário Tot mandou um vídeo agradecendo a igreja. Eu gostaria que vocês vissem aí logo após do vídeo. Pastor Anjo está com a palavra. A nossa gratidão a Deus. Irmãos da City, querida igreja, ah, esse vídeo é para compartilhar da nossa alegria, da nossa gratidão a Deus por esta amada igreja por meio do departamento de missões que nos auxilia, que nos apoia, que nos encoraja, que ora por nós conosco. Eh, algumas vezes nós recebemos ligação de membros do departamento de missões para orar com a gente, para simplesmente perguntar como nós estamos. Isso não tem preço, isso é encorajador, abençoador e nós somos gratos a Deus por isso. Meus irmãos, muito, muito obrigado por nos abençoar, dando o suporte, nos sustentando, encorajando para que possamos continuar a missão da sua igreja, da igreja de Cristo. Aceita a nossa gratidão e a nossa alegria, a nossa admiração no nome de Jesus. Amém. Amados irmãos, que bênção. Graças a Deus por isso. Nós teremos uma novidade. Hoje teremos pela primeira vez na conferência Família em Missão Um batismo missionário. >> Eu escutei. Amém. >> Amém. Quero convidar aqui pastor Thiago Desan, a sua esposa Samara Desan e a jovem Isabela, a pequena bela, jovem jovem bela, bela, venham. venham. Claro, queridos, que Thago Samar, nós temos uma relação de parentesco. A igreja resolveu abraçar o projeto na Espanha. E acabou que Isabela veio no plano de Deus justamente de maneira que todas as agendas culminasse para que ela estivesse aqui. E se nós temos churrasco missionário, bazar missionário, pulseira missionária, conferência missionária, drone missionário, se nós temos tudo isso, por que não >> batismo missionário, né? Porque na verdade essa é uma família missionária, irmãos. Então, eh, é um privilégio, não apenas porque são nossos parentes, mas porque somos a grande família do Senhor. Amém. Eu quero convidar aqui o diácono, por favor. Eu queria ler um texto da palavra de Deus para você. Vou pedir, Thago, para você ficar do lado de cá, por favor. E é importante, irmãos, nós entendermos o que a palavra do Senhor diz sobre isso. Pode chegar próximo, meu querido, porque apesar de sermos presbiterianos, ainda assim nós temos sempre alguma dúvida quando chegamos nesse momento. E esse batismo, ele não acontece para que a Isabela possa ter os seus pecados perdoados. Esse batismo, ele não acontece para que ela creia. Esse batismo não acontece para que ela não morra pagã, né? Esse batismo não acontece para que ela seja justificada ou para garantir a sua salvação futura. Não. Esse batismo acontece por causa de uma verdade bíblica e absoluta que diz: "Eu serei o teu Deus e o Deus da tua descendência". Essa promessa, meu irmão, ela não fica apenas no Antigo Testamento, ela ecoa por toda a Escritura. Deus, ele estabelece um pacto conosco, um pacto com famílias, um pacto com a descendência. De maneira que de muito textos que nós poderíamos ler, eu gostaria de citar Deuteronômio 32, que diz assim: "Tendo Moisés falado todas essas palavras a todo Israel, disse-lhes: Aplecai o coração a todas as palavras que hoje testifico para vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras dessa lei." Então, vejam, meus irmãos, que Deus ele está diante do povo de Israel, mas ao mencionar os filhos, está direcionando, portanto, essa palavra aos pais. E ao direcionar os pais à obrigação de viverem santamente sobre a sua presença, obedecendo as suas leis, a mesma obrigação que está sobre o pai está sobre os filhos. Ordeneis a vossos filhos. Porque na perspectiva divina, meu querido irmão, tanto nós adultos como a nossa descendência, seja um bebê, uma criança de 2, 4, 6, 8, ou um senhor de 100 anos, o que nos importa é que nós somos da aliança com o Senhor. Então, esse batismo acontece apenas por isso, porque os nossos filhos são filhos da aliança, assim como as crianças faziam parte no Antigo Testamento através da circuncisão. No Novo Testamento, o Senhor Jesus, ele muda o rito. Agora, o batismo é o sinal que introduz a aliança. E é justamente por isso que hoje a Isabela vai ser batizada, porque ela é filha da promessa. E a promessa, meu irmão, como Pedro disse e como Moisés disse, é para nós e para nossos, nossa descendência. Então, quando Pedro disse aquelas palavras naquele dia diante do Pentecoste, todo judeu entendeu o que ele disse. Deus é um Deus de alianças. Então, é por isso que hoje vamos batizar a Isabela e Tiago e Samara. Quero fazer três perguntas para vocês e quero que vocês respondam bem alto. A Bela, que é sempre sorridente, alegre, feliz, sabe que algo vai acontecer. Ela está ali preparada. Mas jovem casal, prometeis que se Deus for servido, conservar a vida dessa criança jovem bela, até idade própria, a vocês a educarão na crença do Pai, do Filho e do Espírito Santo e em nossa santa religião, como é ensinada nas Escrituras do Antigo e Novo Testamento. >> Sim, >> vocês escutaram? >> Sim. >> Pergunta número dois. Promessa importante, viu? A Espanha tá assistindo. Vale lá também, tá? Prometeis encaminhar a Isabela pelas santas veredas da cruz, servires vós mesmos de exemplo de piedade e envidar todos os esforços para livrá-la das más companhias e de maus exemplos? ensinar-lhe a Bíblia e trazê-la convosco à igreja regularmente. Ensiná-la a adorar ao Senhor com reverência e a estimar como irmãos os demais membros da igreja. >> Sim. >> Por último, vocês prometem orar com ela? Vocês prometem dar ou mandar dar-lhe a instrução e a educação que vocês puderem e, acima de tudo, criá-la na disciplina e correção do Senhor? >> Sim. >> Amém. Nós temos aqui a igreja do Senhor testemunhando o compromisso de vocês com Deus, assim como naquele dia os filhos de Israel estavam diante do Senhor. Vocês têm aqui parentes, alguns parentes do Thago vieram, estão ali, parentes da nossa família também estão aqui, são todos bem-vindos e testemunho esse compromisso que vocês estão assumindo diante de Deus de ensinar o caminho do Senhor para Isabela. para que esse selo da aliança possa ser mais do que um rito, mas uma verdade que em breve será vista na Isabela como uma mulher de Deus, em nome de Jesus. Amém. Por favor, meu querido Isabela, Isabela, minha sobrinha, jovem bela, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ó Deus querido, Deus de amor e de bondade, a minha oração é que essa família missionária tenha na Isabela mais um esteio forte para que uma igreja seja plantada e para que muitos frutos possam germinar através dela. A minha oração é que o Senhor abençoe e aguarde e que todas as bênçãos decorrentes da aliança, cujos seus pais estão assumindo hoje aqui na presença da igreja, possam, ó Pai, cair e recair sobre essa família, em nome de Jesus. Amém. Amém. Amém. Amém. E nem chorou. O careta, o cacheta está chorando mais que os bebês. Deus abençoe, querida. Deus abençoe, meu irmão. Gabi, tirou fotos. Gabi, tem fotos aí, viu? viu? Amém, irmãos. >> Olha que maravilha, hein? Batismos missionários. Se algum missionário tiver assistindo e quiser planejar paraa próxima conferência. Amados irmãos, estamos chegando ao final do nosso momento da tarde da conferência e eu queria convidar você a jantar conosco. conosco. O jantar hoje, meu irmão, está precioso. Com $5 você almoça à vontade. >> É porque eu estou continuando o argumento. argumento. Você almoça à vontade como vocês já viram e vocês jantam à vontade como vocês verão. Sai bem. Mas veja, você é convidado. Se você ainda não comprou seu ticket, basta ir na recepção e comprar para estar conosco. E nosso jantar hoje é arroz, frango grelhado, lombo de porco. E eu vou dizer para vocês que o lombo de porco quando eu cheguei lá na cozinha está irresistível. Lombo de porco, salada de couve, nem tanto. tanto. Vegetais, Vegetais, brócolis, brócolis, vagem, batata e para os mineiros banana frita. >> É isso aí. E se você tem direito ao refrigerante e se você quiser sobremesa, açaí, mouse de maracujá, sorvete, paletas, paletas, frutas com ganache de chocolate. Amém, irmãos. >> Vocês estão com fome? >> Nós vamos prom, calm down, calm down, calm down. Antes de qualquer coisa já me cobraram porque teve um culto que não aconteceu. E eu preciso falar. O bazar está acontecendo ao fundo da igreja e as mulheres me disseram que elas estão fazendo uma promoção missionária, OK? Em outros lugares, queima total. Então, vai ter descontos especiais para roupas masculinas e femininas no bazar. Por último, por último, sem mais delongas, deixa eu ver aqui um minutinho. Tã tã tã. Tã tã tã. Por último, hum, por último, aqui estamos. Eu tenho aqui o livro do reverendo Ronaldo Lidório. Pode colocar para mim, por favor. um dos missionários mais impactantes dessa geração. Esse livro está disponível ali na nossa livraria. Quando o Ronaldo não estava tão bem de saúde, nós adquirimos muitos desses livros para abençoá-lo e nós queremos que você seja abençoado também por essa literatura. Então, por isso, pastor Thiago Desan, me diga o número de 350 a 400. 326. 326. É 50, meu irmão. É. Tá emocionado. >> 387 . Valquíria. O Leandro está aí. Leandro. Dou-lhe uma, >> doulhe duas, >> douhe três. Perdeu, perdeu, perdeu, perdeu. E Gabi, um número de 350, 400. >> 400. William Costa. William Costa, vem cá, Willam, rápido, William, rapidinho. rapidinho. Igreja viva, meu irmão. Igreja viva. Ignore esse espírito aqui que está ao redor. Ignore. Agora, Thaís o número de 1 a 400, querida. Dois. Muito bem. O número dois vai ganhar esse livro que também está na nossa livraria é uma exposição da segunda carta de João, desse que vos fala. O tema é a verdade do amor e o amor à verdade. Quem ganhou esse livro é você pode adquirir lá na livraria, mas quem ganhou foi Adriana Araújo. Cadê Adriana? Cadê Adriana? Cadê Adriana? Mas você não é Adriana. Você é o, você é o esposo da Adriana Adriana >> de presente. Parabéns. Então, meu irmão, passe na livraria, confira os livros e seja abençoado e abençoe missões. Estamos em liberdade.
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